sexta-feira, 20 de março de 2026

VOIVOD - Tech/Extreme Prog Metal • Canada

 



O Voivod foi formado em 1982 como uma banda de metal bastante direta, pendendo para o lado do metal britânico. Após alguns anos, seu som tomou um rumo significativo para o lado progressivo, incorporando imagens futuristas e conceitos unificados para os álbuns. Dois dos quatro membros fundadores (o baixista Jean-Yves Theriault e o vocalista Denis Belanger) deixaram o Voivod no início dos anos 90; a banda continuou como um trio no final da década de 90 com o novo membro Eric Forrest assumindo os vocais e o baixo. Forrest sofreu um grave acidente de carro na Alemanha em 1998, e o Voivod se separou brevemente em 2001 antes do retorno de Belanger à banda. Desde a morte de Denis D'Amour (guitarra) em 2005, a formação atual conta com dois dos quatro membros fundadores: Denis Belanger (vocal) e Michel Langevin (bateria), juntamente com Jason Newsted (do Flotsam and Jetsam e Metallica) no baixo. Eles se equiparam ao DREAM THEATER como pioneiros no desenvolvimento do metal progressivo nos anos 80, mas tendem a favorecer um estilo musical mais pesado e minimalista, mais próximo do QUEENSRYCHE. Teclados (ou quaisquer outros instrumentos além de vocais, guitarras, bateria e baixo) são quase inexistentes em sua música.

Seu primeiro álbum verdadeiramente progressivo foi "Killing Technology" (1987), seguido por "Dimension: Hatross" (1988), frequentemente considerado seu trabalho mais inovador. "Nothingface" (1989) deu continuidade à temática de ficção científica e incluiu um cover de "Astronomy Domine", do Pink Floyd (eles também fizeram um cover de "The Nile Song", do Pink Floyd, em seu álbum de 1993, "The Outer Limits"). "Angel Rat" (1991) também é muito bem avaliado nos círculos do metal progressivo. Eles continuam gravando e fazendo turnês, tendo participado algumas vezes do Ozzfest.


Poobah - Let me in (1972)

 



Grupo de Ohio comandada pelo guitarrista Jim Gustafson, faz um hard rock brutal com guitarras nervosas e bastantes técnicas. "Let me in" lançado em 1972 é o primeiro disco da banda, tendo uma sonoridade bem underground e psicodélica, o disco começa com a potente “Mr. Destroyer”, outras faixas de destaque são: “Live to Work”, “Bowleen” (essa conta com a participação do Pato Donald) e a faixa titulo “Let me in” essa termina com um longo solo de bateria. A banda continua na ativa até os dias de hoje.

1. Mr. Destroyer
2. Enjoy What You Have
3. Live to Work
4. Bowleen
5 . Rock 'n Roll
6. Let Me In

Jim Gustafson (guitar, vocals)
Phil Jones (bass)
Glenn Wiseman (drums)









Bent Wind - Sussex (1969)

 



Bent Wind foi formada em 1969 em Toronto, Canadá. Essa banda de garage rock e psicodélico teve um curto período, lançado um único álbum "Sussex" em 1969. Lançado em quantidades limitadas, menos de 500 exemplares em todo o mundo, o disco rapidamente se tornou uma das obras musicais mais procuradas do Canadá, sendo considerado uma raridade por colecionadores de todo mundo, sua presagem original vale milhões de dólares.

1. Riverside
2. Going To The City
3. The Lions
4. Hate
5. Touch Of Red
6. Look At Love
7. Sacred Cows
8. Mystify
10. Castles Made Of Man (Bonus)
11. Riverside (Bonus)
12. Bent Wind (Bonus)
13. The Chant (Bonus)

Gerry Gibas - guitarra e vocais
Marty Roth - guitarra e vocais
Pelaia Sebastian - baixo
Eddie Thomas - bateria







Warhorse - Warhorse (1970)

 



O Warhorse foi formado por Nick Simper, ex-baixista do Deep Purple, formada em 1969. Sua formação inicial contava ainda Ashley Holt no vocal, Frank Wilson nos teclados, Mac Poole na bateria e Ged Peck na guitarra. Seu primeiro disco intitulado "Warhorse" foi lançado pela Vertigo no final do ano de 1970, o som é um hardão bem pesado, típico daquele início de década, com destaque para o baixo de Simper o vocal de Ashley e as passagens de teclado, o que torna o som similar ao do Purple. O segundo disco " Red Sea" foi lançado em 1972, o grupo teve uma carreira curta, mas que deixou marca entre os aficcionados do período.

1. Vulture Blood
2. No Chance
3. Burning
4. St. Louis
5. Ritual
6. Solitude
7. Woman of the Devil

Bonus tracks:
8. Ritual (Live)
9. Miss Jane (Demo)
10. Solitude (Live)
11. Woman of the Devil (Live)
12. Burning (Live)

Ashley Holt-Voz
Frank Wilson-Organo, Piano
Mac Poole-Bateria
Nick Simper-Baixo
Ged Peck-Guitarra







Jefferson Starship - 1984-06-30 - Costa Mesa, CA (FM)

 




Jefferson Starship
1984-06-30
Pacific Ampitheater
Costa Mesa, CA. 


01. Announcer (Steve Downs)
02. Craig Chaquico Interview
03. Intro
04. Somebody To Love
05. Stranger
06. Find Your Way Back
07. Sorry Me, Sorry You
08. Ride The Tiger
09. Magician
10. Winds Of Change
11. Layin' It On The Line
12. Be My Lady
13. The Girl With The Hungry Eyes
14. No Way Out
15. Band Intros
16. Out Of Control
17. White Rabbit
18. Jane
19. Save Your Love
20. Fast Buck Freddie
21. Rock Music
22. Announcer (Steve Downs)
23. Can't Find Love
24. Outro

No final de 1966, o Jefferson Airplane recrutou Grace Slick e o resto, como se diz, é história. Ao longo dos seis meses seguintes, o Airplane assumiu o protagonismo como uma das principais bandas do novo movimento do rock psicodélico que emergiu de São Francisco. Seu álbum de estreia, Surrealistic Pillow, produzido por Jerry Garcia, do Grateful Dead, e lançado em fevereiro de 1967, gerou dois grandes sucessos: Somebody To Love e White Rabbit. O Airplane tocou no Human Be-In em janeiro e depois no Festival Pop de Monterey em junho, ajudando a inaugurar o Verão do Amor, no qual milhares de jovens convergiram para o bairro Haight-Ashbury, em São Francisco. O Airplane permaneceu uma voz importante da contracultura durante o restante da década de 1950, mas em meados da década de 1970 se transformou no Jefferson Starship. Por um tempo, eles fizeram ótima música com canções como Ride The Tiger e Miracles, mas então veio We Built This City, e bem, quanto menos se falar sobre isso, melhor. Esta transmissão em FM apresenta o Jefferson Starship, com Grace Slick nos vocais, 17 anos após o Verão do Amor





Grateful Dead - 1973-06-30 - Universal City, CA (SBD)

 




Grateful Dead
1973-06-30
Universal Ampitheater
Universal City, CA


1st Set
01. Promised Land 
02. They Love Each Other
03. Mexacali Blues
04. Tennessee Jed
05. Looks Like Rain
06. Bird Song
07. Cumberland Blues
08. Row Jimmy
09. Jack Straw
10. Deal
11. Beat It On Down The Line 
12. Black Peter
13. Playin' In The Band

2nd Set
01. Greatest Story Ever Told
02. Ramble On Rose
03. El Paso
04. Dark Star >
05. Eyes Of The World >
06. Stella Blue
07. Sugar Magnolia 

Encore
05. One More Saturday Night





John Hiatt - 1995-07-01 - Bear Valley, CA (SBD)




Esta gravação de mesa de som captura Hiatt em 1995, cerca de 2 anos após o lançamento de seu aclamado álbum "Perfectly Good Guitar", em Bear Valley, em 1º de julho de 1994


John Hiatt 
1995-07-01 
High Sierra Festival
Bear Valley, CA


01. Crossing Muddy Waters 
02. Drive South 
03. Walk On 
04. Perfectly Good Guitar 
05. Wrote It Down And Burned It 
06. Real Fine Love 
07. Icy Blue Heart 
08. Your Dad Did 
09. You Must Go 
10. Cry Love 
11. Your Love Is My Rest 
12. Angel 
13. Tennessee Plates 
14. Dust Down A Country Road 
15. As Good As She Could Be 
16. Have A Little Faith In Me 
17. Thing Called Love 






The Funkees ‎-1976 – Now I’m A Man

 



Uma das bandas mais incríveis, coesas e talentosas da Nigéria toca um afro funk/rock matador.

Para fãs de Assagai, Osibisa , Akwassa , Demon Fuzz, Mother's Finest, Ofege e Witch, este álbum está repleto de melodias cativantes, harmonias incríveis e solos de guitarra distorcidos excelentes.
Uma produção original para os apreciadores do afrobeat nigeriano.

Se Fela Kuti era o Afro-Jazz, então The Funkees eram o Afro Fun/Rock. Originários do leste da Nigéria e formados no final dos anos 60 como uma banda do exército após a Guerra de Biafra, os Funkees foram a banda que incendiou as pistas de dança de Lagos nos anos 70. A Soundway lançou uma excelente coletânea  em 2012, mas as faixas abaixo são do seu álbum incrivelmente potente (e incrivelmente difícil de encontrar) intitulado  Now I'm A Man ,  lançado em 1976, um ano antes da banda se separar. Só consigo imaginar o que Don Cornelius teria dito se The Funkees tivessem se apresentado no  Soul Train . Tenho certeza de que a primeira palavra que sairia da boca dele seria algo como: "Caramba...".  

Faixas
A1 Now I'm A Man 6:58
A2 Korfisa 5:24
A3 Dance With Me 4:03
A4 Mimbo 5:28
B1 Patience 4:38
B2 Salam 5:35
B3 Time 3:52
B4 303 4:22

Já existiu alguma banda com um nome tão apropriado quanto The Funkees?

Formada após a Guerra de Biafra para animar os ânimos no leste, a banda rapidamente conquistou as pistas de dança de Lagos e, em 1973, rumou para Londres, tocando no Ronnie Scott's e agitando a cena local. Now I'm A Man captura a banda no auge de sua era londrina.

Os africanos faziam soca, os caribenhos tocavam afro-funk e o discolipso explodia nos boomboxes do oeste de Londres. Os Funkees absorveram tudo isso e retribuíram com uma sonoridade mais funky, mais precisa e mais alta.

Emoldurado por duas faixas no estilo Santana, " I'm A Man " e " 303 ", o segundo álbum dos Funkees oferece um Afrobeat envolvente (" Mimbo "), cânticos urgentes de jungle com bongô (" Salam ") e músicas prontas para a pista de dança (" Dance With Me "). Não é de se admirar que o lendário DJ da BBC Radio 1, John Peel, tenha gravado não uma, mas duas sessões com eles.

Um ano depois, os Funkees chegaram ao fim. Jake Sollo juntou-se ao Osibisa. Sonny Akpabio e Harry Mosco seguiram carreiras solo de sucesso. 

MUSICA&SOM ☝


1949 - Django Reinhardt - Djangologie Vol. 20 Django in Rome

 



01 - Nature Boy
02 - Blue Loue
03 - I'll Never Be The Same
04 - Brazil
05 - For Sentimental Reasons
06 - Webster
07 - Improvisation N°4
08 - Undecided
09 - Time On My Hands
10 - Night And Day
11 - To Each His Own
12 - Micro (Mike) Ii
13 - What A Difference A Day Made
14 - Pigalle






1998 - Louise Farrenc - Symphonies Nos. 1 & 3 (Johannes Goritzki)

 



Johannes Goritzki conduz a NDR Philharmonic Orchestra

Numa época em que a música sinfônica era fortemente associada aos alemães e (assim como hoje) dominada por homens, numa época que Beethoven caminhava pela terra e muito gente viva tinha visto Wolfgang Amadeus Mozart conduzindo sua própria obra, a compositora francesa Louise Farrenc logrou, em vida, reconhecimento como grande compositora sinfônica e professora, exercendo grande influência sobre a música da sua época. Uma pena que após sua morte a sua obra tenha ficado um pouco esquecida até o final do século XX, quando surgiu um interesse em resgatar obras de compositoras.
Nada de toque feminino, nenhuma espécie de concessão pelo gênero: ela é absolutamente incrível, suas sinfonias tem uma expressividade e personalidade que, ao meu ver, não devem nada a qualquer outro grande sinfonista da história.







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