sexta-feira, 20 de março de 2026
VOIVOD - Tech/Extreme Prog Metal • Canada
Poobah - Let me in (1972)
Grupo de Ohio comandada pelo guitarrista Jim Gustafson, faz um hard rock brutal com guitarras nervosas e bastantes técnicas. "Let me in" lançado em 1972 é o primeiro disco da banda, tendo uma sonoridade bem underground e psicodélica, o disco começa com a potente “Mr. Destroyer”, outras faixas de destaque são: “Live to Work”, “Bowleen” (essa conta com a participação do Pato Donald) e a faixa titulo “Let me in” essa termina com um longo solo de bateria. A banda continua na ativa até os dias de hoje.
1. Mr. Destroyer
2. Enjoy What You Have
3. Live to Work
4. Bowleen
5 . Rock 'n Roll
6. Let Me In
Jim Gustafson (guitar, vocals)
Phil Jones (bass)
Glenn Wiseman (drums)
1. Mr. Destroyer
2. Enjoy What You Have
3. Live to Work
4. Bowleen
5 . Rock 'n Roll
6. Let Me In
Jim Gustafson (guitar, vocals)
Phil Jones (bass)
Glenn Wiseman (drums)
Bent Wind - Sussex (1969)
Bent Wind foi formada em 1969 em Toronto, Canadá. Essa banda de garage rock e psicodélico teve um curto período, lançado um único álbum "Sussex" em 1969. Lançado em quantidades limitadas, menos de 500 exemplares em todo o mundo, o disco rapidamente se tornou uma das obras musicais mais procuradas do Canadá, sendo considerado uma raridade por colecionadores de todo mundo, sua presagem original vale milhões de dólares.
1. Riverside
2. Going To The City
3. The Lions
4. Hate
5. Touch Of Red
6. Look At Love
7. Sacred Cows
8. Mystify
10. Castles Made Of Man (Bonus)
11. Riverside (Bonus)
12. Bent Wind (Bonus)
13. The Chant (Bonus)
Gerry Gibas - guitarra e vocais
Marty Roth - guitarra e vocais
Pelaia Sebastian - baixo
Eddie Thomas - bateria
1. Riverside
2. Going To The City
3. The Lions
4. Hate
5. Touch Of Red
6. Look At Love
7. Sacred Cows
8. Mystify
10. Castles Made Of Man (Bonus)
11. Riverside (Bonus)
12. Bent Wind (Bonus)
13. The Chant (Bonus)
Gerry Gibas - guitarra e vocais
Marty Roth - guitarra e vocais
Pelaia Sebastian - baixo
Eddie Thomas - bateria
Warhorse - Warhorse (1970)
O Warhorse foi formado por Nick Simper, ex-baixista do Deep Purple, formada em 1969. Sua formação inicial contava ainda Ashley Holt no vocal, Frank Wilson nos teclados, Mac Poole na bateria e Ged Peck na guitarra. Seu primeiro disco intitulado "Warhorse" foi lançado pela Vertigo no final do ano de 1970, o som é um hardão bem pesado, típico daquele início de década, com destaque para o baixo de Simper o vocal de Ashley e as passagens de teclado, o que torna o som similar ao do Purple. O segundo disco " Red Sea" foi lançado em 1972, o grupo teve uma carreira curta, mas que deixou marca entre os aficcionados do período.
1. Vulture Blood
2. No Chance
3. Burning
4. St. Louis
5. Ritual
6. Solitude
7. Woman of the Devil
Bonus tracks:
8. Ritual (Live)
9. Miss Jane (Demo)
10. Solitude (Live)
11. Woman of the Devil (Live)
12. Burning (Live)
Ashley Holt-Voz
Frank Wilson-Organo, Piano
Mac Poole-Bateria
Nick Simper-Baixo
Ged Peck-Guitarra
2. No Chance
3. Burning
4. St. Louis
5. Ritual
6. Solitude
7. Woman of the Devil
Bonus tracks:
8. Ritual (Live)
9. Miss Jane (Demo)
10. Solitude (Live)
11. Woman of the Devil (Live)
12. Burning (Live)
Ashley Holt-Voz
Frank Wilson-Organo, Piano
Mac Poole-Bateria
Nick Simper-Baixo
Ged Peck-Guitarra
Jefferson Starship - 1984-06-30 - Costa Mesa, CA (FM)
Grateful Dead - 1973-06-30 - Universal City, CA (SBD)
John Hiatt - 1995-07-01 - Bear Valley, CA (SBD)
The Funkees -1976 – Now I’m A Man
Uma das bandas mais incríveis, coesas e talentosas da Nigéria toca um afro funk/rock matador.
Para fãs de Assagai, Osibisa , Akwassa , Demon Fuzz, Mother's Finest, Ofege e Witch, este álbum está repleto de melodias cativantes, harmonias incríveis e solos de guitarra distorcidos excelentes.
Uma produção original para os apreciadores do afrobeat nigeriano.
Se Fela Kuti era o Afro-Jazz, então The Funkees eram o Afro Fun/Rock. Originários do leste da Nigéria e formados no final dos anos 60 como uma banda do exército após a Guerra de Biafra, os Funkees foram a banda que incendiou as pistas de dança de Lagos nos anos 70. A Soundway lançou uma excelente coletânea em 2012, mas as faixas abaixo são do seu álbum incrivelmente potente (e incrivelmente difícil de encontrar) intitulado Now I'm A Man , lançado em 1976, um ano antes da banda se separar. Só consigo imaginar o que Don Cornelius teria dito se The Funkees tivessem se apresentado no Soul Train . Tenho certeza de que a primeira palavra que sairia da boca dele seria algo como: "Caramba...".
Faixas
A1 Now I'm A Man 6:58
A2 Korfisa 5:24
A3 Dance With Me 4:03
A4 Mimbo 5:28
B1 Patience 4:38
B2 Salam 5:35
B3 Time 3:52
B4 303 4:22
Já existiu alguma banda com um nome tão apropriado quanto The Funkees?
Formada após a Guerra de Biafra para animar os ânimos no leste, a banda rapidamente conquistou as pistas de dança de Lagos e, em 1973, rumou para Londres, tocando no Ronnie Scott's e agitando a cena local. Now I'm A Man captura a banda no auge de sua era londrina.
Os africanos faziam soca, os caribenhos tocavam afro-funk e o discolipso explodia nos boomboxes do oeste de Londres. Os Funkees absorveram tudo isso e retribuíram com uma sonoridade mais funky, mais precisa e mais alta.
Emoldurado por duas faixas no estilo Santana, " I'm A Man " e " 303 ", o segundo álbum dos Funkees oferece um Afrobeat envolvente (" Mimbo "), cânticos urgentes de jungle com bongô (" Salam ") e músicas prontas para a pista de dança (" Dance With Me "). Não é de se admirar que o lendário DJ da BBC Radio 1, John Peel, tenha gravado não uma, mas duas sessões com eles.
Um ano depois, os Funkees chegaram ao fim. Jake Sollo juntou-se ao Osibisa. Sonny Akpabio e Harry Mosco seguiram carreiras solo de sucesso.
Uma das bandas mais incríveis, coesas e talentosas da Nigéria toca um afro funk/rock matador.
Para fãs de Assagai, Osibisa , Akwassa , Demon Fuzz, Mother's Finest, Ofege e Witch, este álbum está repleto de melodias cativantes, harmonias incríveis e solos de guitarra distorcidos excelentes.
Uma produção original para os apreciadores do afrobeat nigeriano.
Se Fela Kuti era o Afro-Jazz, então The Funkees eram o Afro Fun/Rock. Originários do leste da Nigéria e formados no final dos anos 60 como uma banda do exército após a Guerra de Biafra, os Funkees foram a banda que incendiou as pistas de dança de Lagos nos anos 70. A Soundway lançou uma excelente coletânea em 2012, mas as faixas abaixo são do seu álbum incrivelmente potente (e incrivelmente difícil de encontrar) intitulado Now I'm A Man , lançado em 1976, um ano antes da banda se separar. Só consigo imaginar o que Don Cornelius teria dito se The Funkees tivessem se apresentado no Soul Train . Tenho certeza de que a primeira palavra que sairia da boca dele seria algo como: "Caramba...".
Faixas
A1 Now I'm A Man 6:58
A2 Korfisa 5:24
A3 Dance With Me 4:03
A4 Mimbo 5:28
B1 Patience 4:38
B2 Salam 5:35
B3 Time 3:52
B4 303 4:22
Já existiu alguma banda com um nome tão apropriado quanto The Funkees?
Formada após a Guerra de Biafra para animar os ânimos no leste, a banda rapidamente conquistou as pistas de dança de Lagos e, em 1973, rumou para Londres, tocando no Ronnie Scott's e agitando a cena local. Now I'm A Man captura a banda no auge de sua era londrina.
Os africanos faziam soca, os caribenhos tocavam afro-funk e o discolipso explodia nos boomboxes do oeste de Londres. Os Funkees absorveram tudo isso e retribuíram com uma sonoridade mais funky, mais precisa e mais alta.
Emoldurado por duas faixas no estilo Santana, " I'm A Man " e " 303 ", o segundo álbum dos Funkees oferece um Afrobeat envolvente (" Mimbo "), cânticos urgentes de jungle com bongô (" Salam ") e músicas prontas para a pista de dança (" Dance With Me "). Não é de se admirar que o lendário DJ da BBC Radio 1, John Peel, tenha gravado não uma, mas duas sessões com eles.
Um ano depois, os Funkees chegaram ao fim. Jake Sollo juntou-se ao Osibisa. Sonny Akpabio e Harry Mosco seguiram carreiras solo de sucesso.
1949 - Django Reinhardt - Djangologie Vol. 20 Django in Rome
01 - Nature Boy
02 - Blue Loue
03 - I'll Never Be The Same
04 - Brazil
05 - For Sentimental Reasons
06 - Webster
07 - Improvisation N°4
08 - Undecided
09 - Time On My Hands
10 - Night And Day
11 - To Each His Own
12 - Micro (Mike) Ii
13 - What A Difference A Day Made
14 - Pigalle
02 - Blue Loue
03 - I'll Never Be The Same
04 - Brazil
05 - For Sentimental Reasons
06 - Webster
07 - Improvisation N°4
08 - Undecided
09 - Time On My Hands
10 - Night And Day
11 - To Each His Own
12 - Micro (Mike) Ii
13 - What A Difference A Day Made
14 - Pigalle
1998 - Louise Farrenc - Symphonies Nos. 1 & 3 (Johannes Goritzki)
Johannes Goritzki conduz a NDR Philharmonic Orchestra
Numa época em que a música sinfônica era fortemente associada aos alemães e (assim como hoje) dominada por homens, numa época que Beethoven caminhava pela terra e muito gente viva tinha visto Wolfgang Amadeus Mozart conduzindo sua própria obra, a compositora francesa Louise Farrenc logrou, em vida, reconhecimento como grande compositora sinfônica e professora, exercendo grande influência sobre a música da sua época. Uma pena que após sua morte a sua obra tenha ficado um pouco esquecida até o final do século XX, quando surgiu um interesse em resgatar obras de compositoras.
Nada de toque feminino, nenhuma espécie de concessão pelo gênero: ela é absolutamente incrível, suas sinfonias tem uma expressividade e personalidade que, ao meu ver, não devem nada a qualquer outro grande sinfonista da história.
Numa época em que a música sinfônica era fortemente associada aos alemães e (assim como hoje) dominada por homens, numa época que Beethoven caminhava pela terra e muito gente viva tinha visto Wolfgang Amadeus Mozart conduzindo sua própria obra, a compositora francesa Louise Farrenc logrou, em vida, reconhecimento como grande compositora sinfônica e professora, exercendo grande influência sobre a música da sua época. Uma pena que após sua morte a sua obra tenha ficado um pouco esquecida até o final do século XX, quando surgiu um interesse em resgatar obras de compositoras.
Nada de toque feminino, nenhuma espécie de concessão pelo gênero: ela é absolutamente incrível, suas sinfonias tem uma expressividade e personalidade que, ao meu ver, não devem nada a qualquer outro grande sinfonista da história.
Destaque
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