segunda-feira, 13 de junho de 2022

Artistas de Rock Progressivo Italiano


 

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Biografia

  • Anos de atividade

    1973 – 1976 (3 anos)

O Maxophone, de Milão, formou-se em 1973 como um hexágono com uma variedade inusitada de instrumentos, devido à sua experiência anterior como estudantes de música.
Uma banda de grande talento e musicalidade, seu único LP, lançado em 1975, chegou tarde demais para competir com as mais importantes bandas italianas do gênero e infelizmente passou despercebido.

Maxophone, lançado pelo selo Produttori Associati (junto com Duello Madre um dos poucos empreendimentos em discos de rock desse selo) é um álbum maravilhoso, cheio de atmosferas sonhadoras e arranjos complexos de metais, com boas partes vocais no estilo Genesis. A abertura C'è un paese al mondo chegou a ser lançada como single na época, mas eles não alcançaram o sucesso que mereciam com uma produção melhor e uma boa divulgação do selo.
Uma versão cantada em inglês também foi lançada para lançar o grupo no exterior, mas essa foi uma escolha malsucedida, e a versão italiana costuma ser considerada melhor.

A banda se desfez após um último single em 1977. O
saxofonista e flautista Leonardo Schiavone teve uma curta colaboração com Stormy Six no final dos anos 70.

Um lançamento maravilhoso para celebrar a memória dessa banda, é o box From cocoon to butterfly, lançado pela BTF em 2005 e contendo um CD com 10 faixas, demo e versões alternativas com muitos cortes inéditos, e um DVD com 4 gravações de TV , uma nova faixa gravada em 2005 e entrevistas com todos os membros da banda reunidos nesta ocasião.


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Nascidos em 1972, em Lecco, dos grupos Gee e Marko Sharks, o Biglietto per l'inferno é até hoje considerado como um dos mais influentes grupos progressivos italianos de sempre, embora a produção de poucos trabalhos, há um ótimo disco homônimo de 1974.


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