Milagres
Letra Gabriel de Oliveira e Linhares Barbosa
Publicada a 13.03.1937 na edição Nº318 do Jornal GUITARRA de PORTUGALcom a indicação de pertencer ao repertório de Fernanda Amália
Desconheço se esta letra foi gravada.
Publico-a na esperança de obter informação credivel
Letra transcrita do livro editado pela Academia da Guitarra e do Fado
Publicada a 13.03.1937 na edição Nº318 do Jornal GUITARRA de PORTUGAL
com a indicação de pertencer ao repertório de Fernanda Amália
Desconheço se esta letra foi gravada.
Publico-a na esperança de obter informação credivel
Letra transcrita do livro editado pela Academia da Guitarra e do Fado
Desconheço se esta letra foi gravada.
Publico-a na esperança de obter informação credivel
Letra transcrita do livro editado pela Academia da Guitarra e do Fado
O meu filhinho ao nascer
Encheu-me a casa de luz
E ouvi um anjo dizer
A Virgem vem-te oferecer
O seu Menino Jesus
Cantava um melro defronte / Em sinal de bom agoiro
Palrava perto uma fonte
E ao longe, no horizonte / O sol derretia oiro
O meu lar, todo alegria / Encheu-se de vizinhança
E toda a gente dizia
Que nascera nesse dia / A mais formosa criança
Peguei-lhe cheia de jeito / Contente, orgulhosa e louca
O mundo era curto e estreito
P’ra o prazer de dar o peito / Àquela pequena boca
Ao longe passou alguém / A cantar este estribilho:
Dos milagres que Deus tem
O maior foi dar à mãe / O leite para o seu filho
Encheu-me a casa de luz
E ouvi um anjo dizer
A Virgem vem-te oferecer
O seu Menino Jesus
Cantava um melro defronte / Em sinal de bom agoiro
Palrava perto uma fonte
E ao longe, no horizonte / O sol derretia oiro
O meu lar, todo alegria / Encheu-se de vizinhança
E toda a gente dizia
Que nascera nesse dia / A mais formosa criança
Peguei-lhe cheia de jeito / Contente, orgulhosa e louca
O mundo era curto e estreito
P’ra o prazer de dar o peito / Àquela pequena boca
Ao longe passou alguém / A cantar este estribilho:
Dos milagres que Deus tem
O maior foi dar à mãe / O leite para o seu filho
Madrugada
Carlos Baleia / Fernando Silva
Repertório de Jorge Batista da Silva
Nasceu a madrugada em mil desejos
E havia insensatez no meu olhar
Uma ânsia d’amor sorvendo beijos
Que o tempo cruel não me quis dar
Criei minhas manhãs de nevoeiro
Qual príncipe a viver seu sonho louco
E assim fugindo do mundo verdadeiro
Fui-me enganando em noites de sufoco
Difusa imagem de um amor vivido
Real ou irreal, na alma impresso
Com um raio de esperança sem sentido
E outros que segredam teu regresso
E então tudo à volta em luz se agita
Num sol de promessas estonteantes
Acalmando sentimentos de desdita
Augurando madrugadas triunfantes
Repertório de Jorge Batista da Silva
Nasceu a madrugada em mil desejos
E havia insensatez no meu olhar
Uma ânsia d’amor sorvendo beijos
Que o tempo cruel não me quis dar
Criei minhas manhãs de nevoeiro
Qual príncipe a viver seu sonho louco
E assim fugindo do mundo verdadeiro
Fui-me enganando em noites de sufoco
Difusa imagem de um amor vivido
Real ou irreal, na alma impresso
Com um raio de esperança sem sentido
E outros que segredam teu regresso
E então tudo à volta em luz se agita
Num sol de promessas estonteantes
Acalmando sentimentos de desdita
Augurando madrugadas triunfantes
Alma fadista
Letra de Gabriel de Oliveira
Publicada a 03.03.1932 na edição Nº 245 do Jornal GUITARRA de PORTUGAL
Desconheço se esta letra foi gravada.
Publico-a na esperança de obter informação credivel
Letra transcrita do livro editado pela Academia da Guitarra e do Fado
Publicada a 03.03.1932 na edição Nº 245 do Jornal GUITARRA de PORTUGAL
Desconheço se esta letra foi gravada.
Publico-a na esperança de obter informação credivel
Letra transcrita do livro editado pela Academia da Guitarra e do Fado
Quanto é lindo o nosso Fado
Numa cadência dolente
E no tom afadistado
Da mulher d’antigamente
Quanto é lindo o nosso Fado / Na boca das cantadeiras
A recordar o passado / Das fadistas verdadeiras
Numa cadência dolente / Daquela mulher bairrista
Que sabe cantar e sente / Revive o fado fadista
E no tom afadistado / Tem mais valor a cantiga
Por ser o fado arrastado / Dessa Mouraria antiga
Da mulher d’antigamente / E da sua tradição
Vive o fado eternamente / Dentro do meu coração
Numa cadência dolente
E no tom afadistado
Da mulher d’antigamente
Quanto é lindo o nosso Fado / Na boca das cantadeiras
A recordar o passado / Das fadistas verdadeiras
Numa cadência dolente / Daquela mulher bairrista
Que sabe cantar e sente / Revive o fado fadista
E no tom afadistado / Tem mais valor a cantiga
Por ser o fado arrastado / Dessa Mouraria antiga
Da mulher d’antigamente / E da sua tradição
Vive o fado eternamente / Dentro do meu coração
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