Indie psicodélico e abstrato, inspirado no pós-punk, pós-rock, shoegaze e no noise rock estilo Sonic Youth. Facilmente o mais experimental e meu favorito do que já ouvi do catálogo dessa banda. Uma das características definidoras dessa banda é o empurra-empurra entre seus dois vocalistas muito diferentes; por um lado, Linda Steelyard tem o tipo de voz angelical e leve que faz você pensar em 4AD ou Slowdive ou algo assim, enquanto Mick Derrick basicamente grita com um forte sotaque escocês. Em discos anteriores do Prolapse, honestamente achei meio desanimador — para ser justo, provavelmente é para ser — enquanto aqui, ambos os vocalistas assumem uma qualidade mais onírica e atmosférica.
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