Acordar para a vida
Letra de Isidoro de Oliveira
Para o repertório de Helena Favila
Desconheço se esta letra foi gravada.
Publico-a na esperança de obter informação credível
Letra transcrita do livro editado pela Academia da Guitarra e do FadoPara o repertório de Helena Favila
Desconheço se esta letra foi gravada.
Publico-a na esperança de obter informação credível
Vivia dias risonhos
E à noite nos meus sonhos
Via promessas e esperanças
E vivia descuidada
Rindo de tudo e de nada
Até que cortei as tranças
Comecei nos bailaricos
Nos alegres namoricos
E à noite nos meus sonhos
Via promessas e esperanças
E vivia descuidada
Rindo de tudo e de nada
Até que cortei as tranças
Comecei nos bailaricos
Nos alegres namoricos
Que se têm nessa idade
Era um segredo encantado
Que tinha cheiro a pecado
Era um segredo encantado
Que tinha cheiro a pecado
Mas ainda sem maldade
Sem maldade e divertida
Seguia à toa na vida
Sem maldade e divertida
Seguia à toa na vida
Até que te conheci
Não sei o que aconteceu
Tudo passou e esqueceu
Não sei o que aconteceu
Tudo passou e esqueceu
Eu pensava só em ti
Dizendo sempre que não
Resistia à tentação
Dizendo sempre que não
Resistia à tentação
Que vinha do teu calor
Mas acabei por ceder
E passei a ser mulher
Mas acabei por ceder
E passei a ser mulher
Por força do teu amor
Todo o meu sonho acabou
E a vida despertou
Todo o meu sonho acabou
E a vida despertou
Sem disfarce nem abrigo
A vida é p’ra ser vivida
Eu quero viver a vida
A vida é p’ra ser vivida
Eu quero viver a vida
E quero vivê-la contigo
Acordei e vi Lisboa
José Luís Gordo / Carlos Macedo
Repertório de Carlos Macedo
Acordei e vi Lisboa
Com mais graça do que a Graça
Com mais Tejo do que mar;
Os seus dentes eram sal
Que roubavam luz ao sol
E cegavam meu olhar
Acordei e vi Lisboa
Mais alegre que a alegria
Repertório de Carlos Macedo
Acordei e vi Lisboa
Com mais graça do que a Graça
Com mais Tejo do que mar;
Os seus dentes eram sal
Que roubavam luz ao sol
E cegavam meu olhar
Acordei e vi Lisboa
Mais alegre que a alegria
Mais cansada que o cansaço
Tinha andado loucamente
Dançando com toda a gente
Tinha andado loucamente
Dançando com toda a gente
E cantando o velho fado
Acordei e vi Lisboa
Mais tristonha que a tristeza
Acordei e vi Lisboa
Mais tristonha que a tristeza
A chorar mais que a saudade
Mas tinha aberta a janela
No céu havia uma estrela
Mas tinha aberta a janela
No céu havia uma estrela
A dizer-lhe: olá cidade
Acordem as guitarras
Letra e música de Frederico de Brito
Repertório de Lucília do Carmo
Acordem os fadistas
Repertório de Lucília do Carmo
Acordem os fadistas
Que eu quero ouvir o fado
P’las sombras da moirama
P’las sombras da moirama
P’las brumas dessa Alfama
P’lo Bairro Alto amado
Acordem as guitarras
P’lo Bairro Alto amado
Acordem as guitarras
Até que mãos amigas
Com a graça que nos preza
Com a graça que nos preza
Desfiem numa reza
Rosários de cantigas
Cantigas do fado, retalhos de vida
Umbrais dum passado de porta corrida
São ais inocentes que embargam a voz
Das almas dos crentes que rezam por nós
Acordem as vielas
Rosários de cantigas
Cantigas do fado, retalhos de vida
Umbrais dum passado de porta corrida
São ais inocentes que embargam a voz
Das almas dos crentes que rezam por nós
Acordem as vielas
Aonde o fado mora
E há um cantar de beijos
E há um cantar de beijos
Em marchas de desejos
Que vão pela vida fora
Acordem as tabernas
Que vão pela vida fora
Acordem as tabernas
Até que o fado canta
Em doce nostalgia
Em doce nostalgia
Aquela melodia
Que tanto nos encanta
Que tanto nos encanta
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