sábado, 18 de outubro de 2025

Bloodbath: crítica de Grand Morbid Funeral (2014)

 



Mesmo que o último álbum do BloodbathThe Fathomless Mastery (2008), tenha sido bem aceito por público e crítica, ficou claro que o coração do então frontman, Mikael Akerfedt, não estava mais repleto de sonoridades old school como o debut da banda havia deixado claro. E mesmo com o anúncio de que o novo disco do grupo teria uma pegada mais primitiva e agressiva, a revelação de que Nick Holmes seria o substituto de Mikael foi um balde água fria, levantando dúvidas se o vocalista do Paradise Lost teria o nível visceral esperado em um play do Bloodbath.

Mas, querido Satã, como nós estávamos errados! Sim, é preciso um tempo para acostumar os ouvidos a essa nova encarnação, mas a coisa funciona. E ainda que o nível de profissionalismo do Bloodbath às vezes pisoteie o death swingado dos primeiros discos, soa correto e certeiro o som que o novo álbum traz - especialmente o que sai das guitarras da dupla Anders Nyström  e Jonas Renske (ambos também do Katatonia).


Com composições classe A, Grand Morbid Funeral traz um death metal supremo tocado por e para fãs. Não há como resistir. Feliz funeral pra você!





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