Foi no álbum Miss Perfumado de Cesária Évora (lançado em 1992, que a consagrou internacionalmente) que o nome de Teófilo Chantré surgiu para um público mais amplo, tornando-se o primeiro representante da saudade cabo-verdiana (sodade). Essa música era uma mistura de bossa nova, morna, coladeira e bolero. Dessa forma, ele criou seu próprio estilo e começaram a surgir seus trabalhos solo: Terra & Cretcheu (1994), Di Alma (1997), Rodatempo (2000), Azulando (2004) e Viajá (2007).
Neste sexto álbum, Chantré se abre a novas influências, demonstrando mais uma vez sua habilidade em transformar a melancolia em canção. Sua música permanece enraizada em coladeiras lânguidas e mornas agridoce — imersa na dor agridoce da nostalgia que é a saudade —, mas, como outros grandes artistas de Cabo Verde (incluindo Mário Lúcio e Mayra Andrade), Teófilo Chantré volta seu olhar para o Brasil, encontrando no francês (Marc Estève é o autor de várias letras) uma nova forma de expressar a saudade. Uma joia repleta de sofisticação e melancolia atlântica.
tracks list:
01. Tu Verrais
02. Tout En Ce Monde
03. Alem Disso
04. Gongon
05. Oli´Me Ma Bô (con Bernard Lavilliers)
06. Entre-temps
07. Un Monde Honorable
08. Lua Desencantada
09. Galans De Noche
10. Alma Morna
11. Pai Pa Fidje
12. Firmamento De Nos Sodade
13. Au Restau De L´Exil
01. Tu Verrais
02. Tout En Ce Monde
03. Alem Disso
04. Gongon
05. Oli´Me Ma Bô (con Bernard Lavilliers)
06. Entre-temps
07. Un Monde Honorable
08. Lua Desencantada
09. Galans De Noche
10. Alma Morna
11. Pai Pa Fidje
12. Firmamento De Nos Sodade
13. Au Restau De L´Exil


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