quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

Franco Battiato – Un Soffio Al Cuore Di Natura Elettrica (CD+DVD) (2005)


Hoje, 23 de março de 2011, o grande Franco Battiato completa 66 anos, e pensei que seria uma boa maneira de comemorar compartilhando esta obra pouco conhecida e inédita com aqueles de nós que vivem fora da Europa.

Este álbum (um lançamento duplo em CD e DVD) registra o concerto de Franco Battiato no Nelson Mandela Forum em Florença, realizado em 17 de fevereiro de 2005, como parte da turnê "X Stratagemmi ". É uma pena que a Sony tenha decidido cortar custos e, em vez de lançar um CD duplo, tenha reduzido o concerto para 60 minutos, omitindo muitas músicas.

Em todo caso, o que se apresenta aqui é uma seleção excepcional de músicas do álbum "X Stratagemmi ", uma faixa inédita ( "Come Away Death ", de um soneto shakespeariano) e clássicos de seu repertório. O som e o visual são excelentes, e o conteúdo do CD e do DVD é o mesmo; incluí links separados para cada um: DVD e CD. A arte da capa, com créditos e detalhes, está incluída no arquivo do CD.


MUSICA&SOM ☝






Franco Battiato – Povera Patria / Best & Rarities (2010)


A EMI Itália decidiu lançar uma nova coletânea dos maiores sucessos de Franco Battiato , mas desta vez com um bônus que muitos acharão interessante. Enquanto o primeiro disco contém canções já conhecidas e apreciadas em nossas coleções, o segundo volume inclui, pela primeira vez na Itália, 13 versões em espanhol e quatro em inglês das fabulosas canções de Battiato . As versões em espanhol faziam parte das edições espanholas e latino-americanas de seus álbuns das décadas de 1980 e 1990, enquanto as versões em inglês (as quatro últimas faixas do segundo CD) também permaneceram inéditas nesses mercados até agora.

Como meu músico italiano favorito, não seria imparcial da minha parte recomendar este álbum. Mas vale a pena como coletânea e por incluir faixas inéditasO arquivo contém a arte completa da capa.


MUSICA&SOM ☝






Mekons - Pop Indie Rock

 



The Mekons são uma banda de rock britânico-americana. Formada no final da década de 1970 como um coletivo artístico, é uma das bandas mais longevas e prolíficas da primeira onda do punk rock britânico. Ao longo dos anos, o estilo musical da banda evoluiu, incorporando elementos de música country, folk, rock alternativo e ocasionais experimentações com dub. São conhecidos por seus shows ao vivo estrondosos. The Mekons são frequentemente descritos como uma banda pós-punk ou de country alternativo.


Joe Byrd & The Field Hippies - The American Metaphysical Circus (1969)

 



The American Metaphysical Circus é um álbum de 1969 de Joseph "Joe" Byrd. Foi gravado após sua saída da banda The United States of America e apresenta alguns dos primeiros trabalhos gravados na música rock a utilizar extensivamente sintetizadores e vocoder, juntamente com um grupo expandido de músicos de estúdio da Costa Oeste que Byrd chamou de "The Field Hippies". O álbum é mais conhecido por "The Sub-Sylvian Litanies", que abre o Lado A. Esta suíte em três partes foi descrita como "uma viagem de ácido completa em 11 minutos". Outros destaques do álbum incluem a igualmente psicodélica "The Elephant at the Door" e a politicamente carregada "Invisible Man", escrita para e direcionada diretamente ao presidente Lyndon B. Johnson. Duas das faixas mais incomuns do disco são "Mister Fourth of July" — uma música ragtime completa com efeitos arranhados no estilo de discos de 78 RPM, e "Leisure World", com narração de Ernie Anderson, locutor de longa data da ABC e criador de "Ghoulardi", em uma ode à primeira mega-comunidade de aposentados da Califórnia.[citação necessária]

Entre os músicos que participaram do disco estão os renomados músicos de estúdio da Costa Oeste, Tom Scott e o falecido Ted Greene, creditado pelo excelente trabalho de guitarra no álbum, em uma de suas poucas aparições gravadas. Meyer Hirsch foi membro da Buddy Rich Big Band e é um compositor experimental. A vocalista Victoria Bond seguiu uma carreira de destaque como compositora clássica, regente e cantora. Fred Selden, aluno de Byrd na UCLA, integrou a Orquestra Don Ellis (liderada pelo parceiro de Byrd no UCLA New Music Workshop), recebeu uma indicação ao Grammy e, posteriormente, retornou à UCLA para concluir seu doutorado.

O uso extensivo de efeitos, delays, ecos, vocais invertidos e outros truques e técnicas de gravação lembram alguns dos experimentos e trabalhos realizados por George Martin, bem como pelo Pink Floyd .



Thunderduk - Thunderduk (1971 - 1974)

 



Banda formada em Cleveland, Ohio. Fazendo um hard rock underground, com suas guitarras acidas passando pelo psicodélico, o Thunderduk lançou apenas um único disco em 1974. Um álbum raro, contendo nove faixas gravadas entre no período de 1972 a 1974. Nesse período a banda também teve algumas mudanças, sendo uma delas a saída do baterista Bob Turchek, sendo substituído pelo baterista Rick Fischer (ex-Catscradle).
O disco em si não tem nada de surpreendente, mas não deixa de ser um bom álbum, sendo um de seus melhores momentos a faixa de abertura Why Don´t You Love Me?.

01 - Why Don´t You Love Me?
02 - Mountain By The Moon
03 - Something to Look At
04 - Time And Again
05 - The Collector
06 - Keep On Comin´
07 - Number One
08 - Once Again Darkness
09 - Jake 26

Phil Hilow - vocals, guitar
Bob Turchek - drums
Jeff Ulmicher - vocals, guitar
Gary Wallis - vocals, bass
Rick Fischer - drums





Megaton - Megaton (1971)

 



Pouco se sabe sobre o Megaton, essa banda inglesa lançou apenas um disco homônimo pela Decca em 1971. O som é um Hard rock cativante, com riffs marcantes, refrões grudendos, a banda também busca influencias de música latina como pode ser visto nas faixas “Coo Cooki Choo” e “Carry It On To The End”. Megaton é mais um desses albuns raros que ficou perdido na decada de ouro do rock!

01. Out Of Your Own Little World
02. Niagara
03. Wanna Be A Hero
04. Fairy Tale Song
05. Coo Cooki Choo
06. Carry It On To The End
07. Woman I'm Gonna Make You Mine
08. Man In An Aeroplane
09. Life Was Easy Yesterday
10. Tomorrow Never Comes My Way






Wildfire - Smokin' (1970)

 



Mais uma perola rara do mundo obscuro, formada na Califórnia esse power-trio lançou apenas esse disco que na verdade trata-se de uma demo, na qual foi lançada apenas 100 copias e todas vendidas em uma loja de disco da Califórnia, finalmente em 2006 o disco foi remasterizado digitalmente sendo lançado em cd e vinil. Wildfire demonstra nesse único disco um hard vigoroso com claras influências de Grand Funk, guitarra detonando, solos sensacionais, baixo bem destacado, enfim, um hardão pra ouvir bem alto.

1 Stars in the Sky
2 Down to Earth
3 Time Will Tell
4 Don’t Look for Me
5 Free
6 What Have I Got Now
7 Let It Happen
8 Quicksand

Randy Love – Guitar and vocals
Danny Jamison – Bass and lead vocals
Donny Martin - Drums




Van Morrison - 17/07/2002 - Victoria, Espanha (SBD)

 





Van Morrison
2002-07-17
Vitoria - Gasteiz Jazz Festival
Vitoria, Espanha
Transmissão FM
320 Kbps
Arte da capa incluída

01. I Love You Baby
02. The Thrill Is Gone
03. Whinin Boy Moan
04. Talk Is Cheap
05. Early In The Morning, 'Bout The Break Of Day
06. Don't Worry About A Thing
07. That's Life
08. Whatever Happened To PJ Proby ?
09. Sometimes We Cry
10. Moondance
11. Fast Train
12. Vanlose Stairway, Trans-Euro Train
13. Meet Me In The Indian Summer
14. Sittin' On Top Of The World
15. Something You Got
16. It's All In The Game
17. All Work And No Play
18. Philosophers Stone
19. Precious Time
20. Help Me
21. Gloria

Esta gravação de áudio captura Van na Espanha em 17 de julho de 2002,






The Pretenders - 1981-07-17 - Köln, Germany (SBD)

 




1981-07-17


01. The Wait
03. Message Of Love
05. Talk Of The Town
06. English Roses
07. Birds Of Paradise
08. Kid
09. Stop Your Sobbing
10. Private Life
11. Jealous Dogs
12. Day After Day
13. Up The Neck
14. Tattooed Love Boys
16. Precious






Michael Hoenig - Departure From The Northern Wasteland 1978 (Germany, Krautrock, Electronic)

 



O álbum solo de estréia do ex-membro da Agitation Free e Tangerine DreamÉ considerado um clássico da Escola de Música Eletrônica de Berlim (Berlin-School).

- Michael Hoenig - synthesizers, keyboards, arranger, producer
- Uschi Obermaier - female voice
- Lutz Ulbrich - double guitar (01)
- Micky Duwe - harmony vocals (04)


All tracks written by Michael Hoenig except where noted.
01. Departure From The Northern Wasteland - 20:45 including:
a). Overture And Main Theme
b). Pattern
c). Oboe & Guitar
d). Layers & Second Theme
e). Rhythm Phase & Rhythms
f). Pattern II
g). Water
02. Hanging Garden Transfer (Parts I-III) - 10:52
03. Voices Of Where - 6:13
04. Sun And Moon (Michael Hoenig, Micky Duwe) - 4:12







Klaus Schulze - Body Love 1977 (Germany, Krautrock, Electronic, Soundtrack)

 



- Klaus Schulze - electronics, producer
- Harald Grosskopf - drums

All music composed by Klaus Schulze.
01. Stardancer - 13:38
02. Blanche - 11:43
03. P.T.O. - 27:12
Bonus:
04. Lasse Braun - 22:21








Lied des Teufels - Lied des Teufels 1973 (Germany, Krautrock, Heavy Prog)

 



- Peter Barth - vocals, alto saxophone, flute
- Ralf Schultze - guitar, vocals
- Jörg Hahnfeld - bass
- Thomas Holm - drums, vibraphone
+
- Lied des Teufels - arrangers, producers


All tracks written by Lied des Teufels.
01. Wenn du fragst - 3:40
02. Nichts - 9:40
03. Steht nicht abseits - 7:05
04. Gott, Geld und Freiheit - 9:15
05. Ich bin nur ein Kind - 10:15
06. Das Lied des Teufels - 2:42







terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Dio - Dream Evil (1987)

 




Na segunda e última metade da década de 1980 as bandas de heavy metal pareciam perder as forças fazendo várias mudanças que nem sempre agradaram os fãs e a imprensa que não perdoava fazendo críticas mais do que ácidas em muitos casos entre outros, mas nem por isso acabavam encerrando a carreira antes do esperado causando espanto só que por outro lado haviam outros que estavam bem no auge e ainda correspondiam a altura com grandes lançamentos e o mesmo pode se dizer dos estreantes que vinham com sangue nos olhos para conquistar o seu lugar ao sol.


Ronnie James Dio depois que saiu do Black Sabbath levando consigo o baterista Vinnie Appice e com ele fundou a banda Dio, em 1983 lançaram um discos mais icônicos do heavy metal e que definiu a carreira do baixinho cujo sucesso e lacre viriam com o definitivo The Last in Line (1984) e a garantia de entrada no panteão estava nas mãos de Sacred Heart cujos deuses do metal abençoaram essa turma. Essa trinca era parte de uma época brilhante que refletia o estado de espírito de músicos a fim de fazer boa música, de tocar em arenas lotadas, vender muitos discos, camisetas, de estourar nas rádios e ficar no topo por uma vida toda se for possível.


As pressões na vida de uma artista sempre são muito grandes principalmente quando se lança num curto período de tempo três discos que de imediato entram para a história levando o artista aos níveis mais altos da fama. Dio viu isso no Rainbow (cujo maior problema talvez nem fosse esse e sim a megalomania de Ritchie Blackmore, um verdadeiro mala sem alça) e no Black Sabbath bem de perto e sabia que teria que fazer algo ainda mais grandioso ou se não que pelos fosse compatível com o que já havia sido feito, pois trata-se do ganha pão dele.

A formação que gravou a trinca de ouro já havia se dissolvido, ou melhor dizendo, o guitarrista Vivian Campbell já não fazia mais parte da banda e para o seu lugar Dio recrutou o talentoso Craig Goldie. A música deixou de ser selvagem como era no começo com Holy Diver e daí para diante a música já era algo pensado demais não que isso fosse negativo, mas houve a perda daquele lance mais primal e selvagem deixando o som mais bem-comportado com a presença do tecladista Claude Schnell.


O quarto álbum, Dream Evil, gravado no estúdio Recorder Village, em Los Angeles, marcaria o fim da clássica do grupo, mas ainda assim a música ainda seria muito bem estudada contando até com a participação do grupo vocal Mitchell Singing Boys, ou seja, o objetivo era estar inserido no mainstream com todas as suas regalias podendo desfrutar do melhor que havia destinado para as estrelas que ali chegavam. Em julho de 1987 o disco chega as lojas e marca presença positiva nos charts europeus, mas nos EUA as coisas não são positivas apesar de ficar numa posição considerável devido à forte concorrência existente na terra do Tio Sam.

A estrutura do álbum no que tange as canções é a mesma, a abertura continua com faixas mais aceleradas e é exatamente com “Night People” que Dio dá as caras e coloca as cartas na mesa para jogar o seu jogo perigoso, brilhante, mostrando ao que realmente viera cujo poder de fogo estava centrado na base do heavy metal, ou seja, a guitarra, e tal fato, fica mais evidente em “Dream Evil” uma faixa aonde o talento de Craig Goldie escorre pelas suas veias levando ao público um fluxo contínuo de metal e de revolta que explodiam nos riffs e nos solos pegajosos.


O rock de arena aparece em “Sunset Superman” em linha rápidas, corridas, em meio aos vocais desesperados do baixinho, o cara é um demolidor! A melhor parte, a dos hits, começa em “All The Fools Sailed Away” com toda a força dos vocais do mestre dos magos que somados aos riffs que puxam a força da canção e dos coros mostram a força do heavy metal que esse cara estava praticando. “Naked in the Rain” é o tipo de som que estaria presente na carreira solo de Dio, um grande hit. As faixas mais velozes retornam com “Overlove”, o hit radiofônico tem vez em I Could Have Been a Dreamer um belo dialogo com hard.  

Faces In The Window” é outro grande momento que marca Dream Evil pela racionalização instrumental e vocal que denotam equilíbrio e talento e que uma música ainda que seja pensada ainda pode ser muito poderosa, louca demais. Quando você lê no encarte o título da faixa encerramento “When A Woman Cries” é ingenuamente levado a crer que trata-se de uma balada, mas fica embasbacado pelas linhas de teclado e guitarra que misturam e criam um efeito que remete a década de 1970. Dio e seus camaradas deixaram nas mãos dos fãs um dos maiores álbuns de heavy metal de todos os tempos, ou seja, ele e a sua banda eram muito mais do que aquilo que os marcou uma pena que ele tenha percebido isso, pois seus shows teriam sido bem melhores, mas como não podemos ter tudo o que desejamos pelo menos podemos remediar e que o façamos aqui mergulhando de cabeça nesse álbum.

Faixas: 

01 Night People
02 Dream Evil 
03 Sunset Superman 
04 All The Fools Sailed Away 
05 Naked In The Rain
06 Overlove
07 I Could Have A Been Dreamer 
08 Faces In The Window 
09 When A Woman Cries  






A verdade sobre Blaze Bayley no Iron Maiden

 



A entrada de Blaze Bayley no Iron Maiden significou uma grande mudança porque quem conhece o som da banda na voz de Bruce Dickinson percebe que a estrutura sonora é adequada ao tom de voz dele, ou seja, há diferenças que implicam em mudanças nessa estrutura e obviamente aconteceriam de novo. Por isso a imprensa “especializada” ao meu ver foi covarde ao atacar Blaze Bayley e ao colocá-lo como se ele fosse o problema que nunca foi. Quem conhecia o trabalho dele no Wolfsbane sabia que isso iria ocorrer e também sabia que ele é um grande vocalista de heavy metal cujo talento não se realizaria ali, os álbuns de sua carreira pós-Iron Maiden comprovam isso largamente, sem embargos!



O fato é que Steve Harris teria que fazer grandes e consideráveis alterações na estrutura sonora da donzela de ferro para poder adaptar a voz de Blaze Bayley ao estilo da banda. De fato, houve a tentativa de fazer isso sem perder as características que marcaram a banda como a melhor do gênero, mas X-Factor (1995) falhou e mostrou que isso não era possível e que também não é demérito do vocalista. Há vocalistas e vocalistas, ou seja, o que isso significa? Diz que se você colocar o Dio no lugar de Ian Gillan no Deep Purple e manda-lo cantar Highway Star não vai funcionar e no Black Sabbath não funcionou no álbum ao vivo Live Evil (1982) ao cantar Iron Man, War Pigs, Paranoid. Isso não fez dele um péssimo vocalista, mas se sobressaiu pelo fato de haver gravado dois grandes álbuns e por reunir as características que se encaixavam com o estilo da banda de Iommi e companhia naquela altura, o azar de Blaze Bayley como já disse antes é referente a incompatibilidade de sua característica vocal que inviabilizou o seu sucesso ali ou alguém acha que se tivesse dado certo a banda retornaria com o vocalista anterior? 

Houve mais uma tentativa e o álbum Virtual XI (1998) também falhou miseravelmente assim como nas apresentações ao vivo quando ele tinha que cantar o material mais antigo, clássico, do Iron Maiden. Esse fato e mais as perdas financeiras abriram precedentes para o retorno do grupo com  a formação clássica (com a inovação de guitarras trigêmeas, a adição de Adrian Smith) pouco tempo depois, pois era isso ou assinar o pedido de falência. Blaze Bayley embarcou numa brilhante carreira solo que rendeu grandes álbuns como Sillicon Messiah (2000) e Blood & Belief (2004), que em minha opinião são dois clássicos do gênero. Sem contar o breve retorno com o Wolfsbane que lançou o álbum Wolfsbane Save the World em 2012, um bom álbum que confirma Bayley como um grande vocalista de metal. O primeiro álbum foi lançado no mesmo ano que Brave New World do Iron Maiden e, de fato, cala a boca dos detratores do vocalista comprovando a injustiça e a covardia que foi feita com ele durante o tempo que ele esteve na banda e, além disso, não ficou devendo nada ao disco lançado pela sua ex-banda.

Blaze Bayley não deu certo no Iron Maiden não porque ele é um péssimo cantor, muito pelo contrário, e sim porque que as características vocais dele não se encaixavam no estilo apresentado pela donzela de ferro e isso pode acontecer como aconteceu com Paul Rodgers quando ele integrou o Queen. Fato verdadeiro nessa relação é que há "defeitos" que são insanáveis e o melhor jeito para evitar dissabores ainda maiores, é, infelizmente, ter que despedir o membro que é incompatível para salvaguardar a integridade de ambas as partes. Esse fato não é novidade e já aconteceu diversas vezes. Sabe-se lá o que as bandas pensam quando se lançam nessas aventuras contratando um músico que nada tem haver com o estilo da banda para substituir um cara que as vezes é marca registrada, ou seja, que é um cara insubstituível naquele cenário como era o caso ali retratado. 




Destaque

Franco Battiato – Un Soffio Al Cuore Di Natura Elettrica (CD+DVD) (2005)

Hoje, 23 de março de 2011, o grande  Franco Battiato  completa 66 anos, e pensei que seria uma boa maneira de comemorar compartilhando esta ...