domingo, 12 de junho de 2022

Música Celta

Harpa Celta

 A expressão música celta refere-se aos estilos populares da Irlanda, Portugal, Escócia, Galiza, País de Gales, Ilha de Man, Cornualha e Bretanha, que usavam as formas tradicionais de danças e os improvisos dos trovadores. É caracterizada pelo ritmo vigoroso das danças, a utilização de flautas e de rabecas, e o uso de línguas locais nas letras das músicas.

Somente a partir dos anos 1960, com o Movimento Nacional Irlandês, o universo "celta" popularizou-se nos Estados Unidos e marcou o cenário pop das décadas de 6070 e 80. Nos anos 1990, explodiu nas paradas mundiais com o New Age e artistas como Enya.

As subdivisões mais comuns são: New Age, Tradicional, Fusion e Folk.

Instrumentos

Os instrumentos usados hoje para a execução da música celta são todos modernos, entretanto, existiram instrumentos antigos como a flauta celta, composta de furos exclusivos na frente feita de bambu, e outros como pandeiros feitos com pele de animais. Os instrumentos utilizados para a execução destas músicas são, quase todos, inventados ou transformados no Século XVII e XVIII, devido a dificuldade de manter o controle da nota na flauta original celta (sem chaves para modular as oitavas a flauta exigia certa habilidade do músico e imprecisão de afinação devido ao diâmetro do bambu ser diferenciado), por isso, flauta de bambu foi substituída por outras de melhor material a fim de atingir um padrão de afinação. A música folclórica irlandesa conservou fortes traços da música barroca, onde a "música celta" tem as suas verdadeiras raízes. Além da gaita de fole, flautaviolinoharpa e concertina (conhecidos na maior parte do mundo), ainda existe um importante instrumento de percussão pouco conhecido, chamado bodhrán.

Festivais celtas

Festivais de música celta
FestivalLugarPaís
Festival Internacional do Mundo Celta de Ortigueira
Ortigueira (Galiza)Corunha
Flag of Spain.svg Espanha
Festival Intercéltico de Avilés
Avilés, Astúrias
Flag of Spain.svg Espanha
Festival Celta Internacional Reino de León
León
Flag of Spain.svg Espanha
Festival Internacional de Música Celta de Collado Villalba
Collado Villalba
Flag of Spain.svg Espanha
Festival Interceltique de Lorient
Lorient
Flag of France.svg França
Festival del Kan ar Bobl
Lorient
Flag of France.svg França
Festival de Cornouailles
Quimper
Flag of France.svg França
Les Nuits Celtiques du Stade de France
Paris
Flag of France.svg França
Celtic Connections
Glasgow
Flag of the United Kingdom.svg Reino Unido
Hebridean Celtic Festival
Stornoway
Flag of the United Kingdom.svg Reino Unido
Yn Chruinnaght
Isle of Man
Flag of the United Kingdom.svg Reino Unido
Fleadh ceol na hEireann
Tullamore
Flag of Ireland.svg Irlanda
Festival Intercéltico de Sendim
Sendim
Flag of Portugal.svg Portugal
Festival Folk Celta Ponte da Barca
Ponte da Barca
Flag of Portugal.svg Portugal
Douro Celtic Fest
Vila Nova de Gaia
Flag of Portugal.svg Portugal
Festival Intercéltico de Porto
Porto
Flag of Portugal.svg Portugal
Galaicofolia
Esposende
Flag of Portugal.svg Portugal
Festival de Música Celta de Viana do Castelo
Viana do Castelo
Flag of Portugal.svg Portugal
Celtic Colours
Cape Breton, Nova Scotia
Flag of Canada.svg Canadá
Festival Celtique International de Montréal
Montréal
Flag of Canada.svg Canadá
Curitiba Celtic Fest
Curitiba
Flag of Brazil.svg Brasil








Os melhores musicais de todos os tempos

 

Os melhores musicais de todos os tempos


Oliver! (1968)


Oliver Twist (Mark Lester) é um órfão que após pedir mais comida aos supervisores do orfanato é vendido para o dono da funerária, Sr. Sowerberry (Leonard Rossiter). Quando preso no porão da funerária, foge para as ruas e conhece Artful Dodger (Jack Wild), reponsável por apresentá-lo a Fagin (Ron Moody), um ladrão que abriga crianças, mas que as obrigam a roubarem para ele.



O Bom Pastor (1944)


O pastor Chuck O'Malley (Bing Crosby), é um padre cujo estilo não convencional transforma a vida paroquial da Igreja de São Domingos, após ingressar no covento para substituir o velho e conservador padre Fitzgibbon (Barry Fitzgerald). O conhecimento mundano de O'Malley ajuda-o a conectar com as crianças que buscam orientação.




Dreamgirls: Em Busca de um Sonho (2006)


Após o vendedor de carros Curtis Taylor Jr. (Jamie Foxx) reconhecer o talento do grupo The Dreamettes, formado pelas cantoras Deena Jones (Beyoncé Knowles), Lorrell Robinson (Anika Noni Rose) e Effie White (Jennifer Hudson), compromete ajudá-las a atingir o estrelato. Mas Curtis sabe que para alcançar o sucesso o grupo precisará apostar na beleza da tímida Deena, mesmo que tenha que deixar de lado a voz potente de Effie, apaixonada por Curtis.



Gigi (1958)


Cansado das convenções da sociedade parisiense, o rico e solteiro playboy Gaston Lachaille (Louis Jordan) e a jovem cortesã em treinamento Gigi (Leslie Caron) desfrutam de uma amizade platônica, mas o relacionamento pode não permanecer platônico por muito tempo.



Fama (1980)

Quatro adolescentes devem provar seu valor ao iniciar jornada na Escola de Artes Cênicas de Nova York, que dividem os alunos em três departamentos: drama, música e dança. Coco Hernandez (Irena Cara), Doris Finsecker (Maureen Teefy), Montgomery MacNeil (Paul McCrane) e Raul Garcia (Barry Miller) enfrentam seus sonhos e frustrações no decorrer do curso.


História do Bolero



bolero é um ritmo cubano que mescla raízes espanholas com influências locais de vários países hispano-americanos. Apesar de nascer em Cuba, tornou-se também bastante conhecido como canção romântica mexicana.[1] O ritmo foi se modificando, tornando-se mais lento e desenvolvendo especialmente temas mais românticos. Têm tradição no bolero os seguintes países: CubaPorto RicoRepública DominicanaColômbiaMéxicoPeruVenezuela , UruguaiArgentina e Brasil.

História

O primeiro bolero surgiu na data de 1883, na voz do cubano José Sanchéz. Posteriormente o estilo também fez muito sucesso no México e depois por toda a América Latina. Sabe-se que o bolero influenciou o samba-cançãomambo (bolero-mambo), o chá-chá-chá e a salsa. Na República Dominicana, surgiu, na década de 1960, uma variante do bolero chamada bachata.

O mais célebre bolero mexicano é Bésame mucho,[2] composto por Consuelo Velásquez (1941), e interpretado, entre outros, por: The BeatlesPlácido DomingoDiana KrallJoão GilbertoSimoneCesária ÉvoraRosa PassosFrank Sinatra. Em francês (adaptado por Francis Blanche em 1945): DalidaCéline Dion, Arielle Dombasle, Michel Petrucciani, Marc Lavoine, Guy Marchand e Lili Boniche.

Em 20 de julho de 2012, foi feito pela primeira vez em Portugal um concerto que juntou o bolero da Colômbia e o Fado no mesmo palco, no Teatro São Luiz.[3] Esse evento foi organizado pela embaixada da Colômbia em Portugal, que marcou a comemoração do dia nacional da Colômbia e contou com a fadista portuguesa Raquel Tavares e a bolerista colombiana Lucía Pulido.

Intérpretes

Dentre os mais conhecidos intérpretes estão: Altemar Dutra (Brasil), Carlos Alberto[4][5]Trio Irakitan (Brasil), Nana Caymmi (Brasil), Trio Los PanchosAgustin LaraBienvenido Granda, Lucho Gatica, Pedro VargasConsuelo VelásquezJohn Serry Sr.Armando Manzanero, Lucho Barrios, e recentemente Luis Miguel, podendo ser dançado com música atuais como MPB e Baladas.








Discos Fundamentais

 

Slack Alice - Slack Alice






Carole King - Rhymes & Reasons 1972 (USA, Pop, Folk)

- Carole King - vocals, piano, clavinet, Fender Rhodes, Wurlitzer
- Charles Larkey - electric bass, string bass
- Harvey Mason - drums, vibraphone
- Bobbye Hall - tambourine, shaker, bells, bongo drum, conga drum
- Daniel Kortchmar, David T. Walker - electric guitar
- Red Rhodes - steel guitar
- Harry "Sweets" Edison, Robert Bryant, Al Aarons - flugelhorn, trumpet, horn
- George Bohanon - trombone
- Ernie Watts - flute, wind
String Section: Conducted and arranged by Norman Kurban and David Campbell
- David Campbell, Carole S. Mukogawa - violas
- Terry King, Nathaniel Rosen - cellos
- Charles Larkey - string bass
- Barry Socher, Eliot Chapo, Marcy E. Dicterow, Gordon H. Marron, Sheldon Sanov, Polly Sweeney – violins
- Lou Adler - producer

All songs written are by Carole King except where noted.
01. Come Down Easy (Carole King, Toni Stern) – 3:05
02. My My She Cries (King, Stern) – 2:17
03. Peace In The Valley (King, Stern) – 3:19
04. Feeling Sad Tonight (King, Stern) – 3:10
05. The First Day In August (King, Charles Larkey) – 2:46
06. Bitter With The Sweet – 2:27
07. Goodbye Don't Mean I'm Gone – 3:34
08. Stand Behind Me – 2:28
09. Gotta Get Through Another Day – 2:33
10. I Think I Can Hear You – 3:24
11. Ferguson Road (King, Gerry Goffin) – 2:37
12. Been To Canaan – 3:38

Carole King - Fantasy 1973 (USA, Pop)

- Carole King - vocals, keyboards, arranger
- Lou Adler - producer
- David T. Walker - guitar
- Charles Larkey - bass, double bass
- Harvey Mason - drums, vibraphone
- Susan Ranney - double bass
- Bobbye Hall - congas, bongos
- Denis Brott, Dennis Karmazyn, Jeffrey Solow, Judith Perett - cello
- Alan De Veritch, David Campbell, Denyse Buffam, Paul Polivnick - viola
- Barry Socher, Glenn Dicterow, Gordon Marron, Haim Shtrum, Kathleen Lenski, Kenneth Yerke, Miwako Watanabe, Polly Sweeney, Robert Lipsett, Ronald Folsom, Sheldon Sanov, Thomas Buffam - violin
- George Bohannon - trombone, euphonium, horns arrangements
- Charlie Loper, Dick "Slyde" Hyde - trombone
- Curtis Amy, Ernie Watts, Mike Altschul, Tom Scott - saxophone
- Albert Aarons, Chuck Findley, Ollie Mitchell - trumpet, flugelhorn


All songs written by Carole King.
01. Fantasy Beginning - 1:03
02. You've Been Around Too Long - 3:42
03. Being At War With Each Other - 3:26
04. Directions - 3:59
05. That's How Things Go Down - 3:01
06. Weekdays - 2:44
07. Haywood - 4:46
08. A Quiet Place To Live - 1:56
09. Welfare Symphony - 3:47
10. You Light Up My Life - 3:13
11. Corazón - 4:05
12. Believe In Humanity - 3:19
13. Fantasy End - 1:25
Bonus:
14. Believe In Humanity (live in Central Park, NYC) - 4:34


Ian Hunter ‎– Welcome To The Club Live 1980 (UK, Pop Rock, Classic Rock)

    Bass, Vocals – Martin Briley
    Drums, Vocals – Eric Parker
    Guitar [Lead], Vocals, Synthesizer [Moog], Mandolin – Mick Ronson
    Guitar, Piano, Harp, Lead Vocals – Ian Hunter
    Guitar, Vocals – Tommy (Mad Dog) Morrongiello**
    Keyboards, Vocals – Georgie Meyer**, Tommy (Moondog) Mandel**
    Producer – Ian Hunter, Mick Ronson

1-1     F.B.I.    
1-2     Once Bitten, Twice Shy    
1-3     Angeline    
1-4     Laugh At Me    
1-5     All The Way From Memphis    
1-6     I Wish I Was Your Mother    
1-7     Irene Wilde    
1-8     Just Another Night    
1-9     Cleveland Rocks    
1-10     Standin' In My Light    
1-11     Bastard    
2-1     Walkin' With A Mountain/Rock 'N' Roll Queen    
2-2     All The Young Dudes    
2-3     Slaughter On Tenth Avenue    
2-4     One Of The Boys    
2-5     The Golden Age Of Rock N Roll    
2-6     When The Daylight Comes    
2-7     Medley:Once Bitten, Twice Shy/Bastard/Cleveland Rocks    
2-8     We Gotta Get Out Of Here    
2-9     Silver Needles    
2-10     Man O'War    
2-11     Sons And Daughters


Máquina! - Why? 1970 (Spain, Proto-Prog)

- JM Paris / guitars
- Luis Cabanach / guitars, bass
- JM Vilaseca / drums
- Enrique Herrera / keyboards
- Jordi Batiste / vocals, flute, bass

1. I Believe (4 :11)
2. Why? (11:52)
3. Why? (continuacio) (12:58)
4. Let Me Be Born (3:03)
Bonus tracks
5. Earth's Daughter (4:37)
6. Look Away Our Hapiness (4:09)


Artistas do Rock Progressivo Italiano

 




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Biografia

  • Anos de atividade

    1967 – 1997 (30 anos)

  • Membros

    • Gianni Belleno (1967 – 1991)
    • Nico Di Palo
    • Ricky Belloni
    • Tullio de Piscopo
    • Vittorio De Scalzi

New Trolls é uma banda italiana de rock progressivo conhecida por sua fusão entre o rock e a música erudita

A banda foi formada em meados da década de 1960 pelos músicos Vittorio de Scalzi (guitarra e vocal), Nico di Palo (guitarra e vocal), Mauro Chiarugi (teclado), Giorgio D'Adamo (baixo e vocal) e Gianni Belleno (bateria e vocal). Decidiram chamá-la New Trolls por causa do nome da ex-banda de um dos integrantes, The Trolls.

Após algumas ocasiões abrindo apresentações para os Rolling Stones, lançaram o single de estréia Sensazioni, em 1976, o primeiro de uma longa série de outros singles. A banda era considerada uma das melhores apresentações na Itália na época, o guitarrista Nico Di Palo, inspirado em Jimi Hendrix, foi um dos primiros guitar heroes italianos.

Em 1968, foi lançado o primeiro álbum da banda, Senza orario senza bandiera, que contava com letras compostas pela banda e pelo letrista Fabrizio De André. O álbum foi muito bem sucedido na época. O segundo álbum, auto intitulado, foi lançado em 1970, como uma compilação dos singles já lançados anteriormente. No final do mesmo ano Mauro Chiarugi deixou a banda, tornando a banda um quarteto.

Em 1971, lançaram o álbum que é atualmente considerado a marca da banda, Concerto Grosso N. 1, com arranjos clássicos escritos pelo compositor Luis Enriquez Bacalov. É considerado por críticos como um dos mais importantes lançamentos do rock italiano, por ser o primeiro esforço em misturar rock com música erudita realizado na Itália.

A segunda mudança na formação ocorreu em 1972, com a baixista Giorgio D'Adamo sendo substituído pelo ítalo-canadense Frank Laugelli. Com a nova formação lançaram Searching for a land, um álbum dúplo com algumas faixas ao vivo, gravado em sua maioria em inglês. O álbum não obteve sucesso, assim como a maioria dos álbuns de artistas do rock progressivo lançados em inglês. No mesmo ano ainda foi lançado Ut, introduzindo um som mais pesado da banda similar ao hard rock. Apesar da resposta positiva da crítica e do público, a banda foi dividida, com Di Palo e De Scalzi indo para caminhos musicais diferentes. Ações judiciais ocorreram pelo direito ao nome da banda. Di Palo e os outros três membros da banda formaram o Ibis, uma banda voltada ao hard rock. Vittorio De Scalzi formou a banda New Trolls Atomic System para evitar problemas contractuais.

O New Trolls Atomic System lançou seu primeiro álbum em 1973 com arranjos similares aos utilizados em Concerto Grosso N. 1. De Scalzi tocava flauta, teclado e guitarra nesse trabalho.

O segundo álbum Tempi dispari era totalmente instrumental, gravado sob influência do jazz rock, completamente oposto ao som do New Trolls. Incidentalmente, o nome da banda nesse álbum voltou a ser New Trolls.

O desapontamento por Tempi dispari acabou levando ao fim do New Trolls Atomic System. Surpreendetemente, De Scalzi reuniu-se novamente aos ex-colegas Di Palo e Belleno para uma reformulação do New Trolls. O baixista Laugelli também retornou à banda e o vocalista e guitarrista Ricky Belloni foi contratado para completar a formação. Lançaram então Concerto Grosso N. 2, recebendo críticas negativas da mídia. Posteriormente, a Magma Records lançou o álbum Concerto grosso per i New Trolls, contendo as duas obras reunidas em um só álbum.

Em 1976, De Scalzi fundou a gravadora Magma Records, no qual a banda lançou o álbum ao vivo New Trolls Live, contendo canções anteriores ao fim da banda e partes de Concerto Grosso No. 2.

Em 1978, o tecladista Girgio Usai entrou na banda, mas começaram a perder a trilha do rock para se voltar a um som mais pop, como evidenciado pelos hits Quella carezza della sera e Aldebaran. The New Trolls manteve-se ativo até o início da década de 1990, com novo término da banda.

A partir desse momento a banda apareceu esporadicamente na cena musical. Durante os anos 1990 Vittorio De Scalzi recrutou diversos músicos para realizar turnê em suporte das antigas canções da banda. Álguns relançamentos de álbuns também apareceram.

Em 1996, participaram do Festival de Sanremo com Umberto Bindi, interpretando a música Letti, de Renato Zero.

Em 1999, Di Aplo, Belloni e Belleno tentaram reagrupar a banda, mas entraram em conflito legal com De Scalzi.

Em 2001, foi lançado o álbum duplo La storia dei New Trolls creditado a De Scalzi. Gravado ao vivo, o primeiro disco contém regravações de canções antigas, enquanto o segundo contém a obra Concerto grosso per i New Trolls com a presença de uma orquestra completa.

Em 2002, a banda liderada por De Scalzi realizou turnê. Di Palo e os outros membros da banda reagruparam-se como Il Mito dei New Troll, realizando turnê.

Integrantes

Vittorio de Scalzi - guitarra e vocal
Nico di Palo - guitarra e vocal
Mauro Chiarugi - teclado
Giorgio D'Adamo - baixo e vocal
Gianni Belleno - bateria e vocal
Frank Laugelli - baixo
Ricky Belloni - guitarra
Giorgio Usai - teclado

Discografia

1968 - Senza orario senza bandiera
1971 - Concerto Grosso No. 1
1972 - Searching for a land
1972 - Ut
Tempi dispari
Concerto Grosso No. 2
New Trolls Live
2001 - La storia dei New Trolls




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Biografia

  • Anos de atividade

    1971 – até o momento (51 anos)

  • Membros

    • Alberto Moreno
    • Enzo Merogno
    • Giancarlo Golzi
    • Pit Corradi
    • Stefano "Lupo" Galifi

Museo Rosenbach é uma banda italiana de rock progressivo cujo álbum Zarathustra, em constraste ao sucesso limitado da banda nos anos 1970, é atualmente considerado como uma obra-prima do gênero.

História

O Museo Rosenbach nasceu por volta de 1971 com o nome Inaugurazione del Museo Rosenbach (que significa Inauguração do museu Rosenbach em italiano) como uma fusão de duas bandas de cover da segunda metade dos anos 1960, La Quinta Strada e Il Sistema. Tais bandas apresentavam covers de Jimi Hendrix e de bandas como The Kinks, The Animals e Steppenwolf, mas também de estrelas do Rhythm & Blues como Otis Redding e Wilson Pickett. Em relação ao nome da banda, acredita-se que ele foi inspirado pelos conterrâneos Premiata Forneria Marconi e Banco del Mutuo Soccorso. Da mesma forma que um banco e uma padaria, a banda achou interessante criar um museu em homenagem ao alemão Otto Rosenbach. Outras fontes apontam como inspiração a Rosenbach Museum & Library, localizada na Filadélfia.

Influenciados por bandas como Pink Floyd e Banco del Mutuo Soccorso, partiram para um som progressivo, lançando então o famoso trabalho Zarathustra em abril de 1973. As canções mostravam a clara influência no vasto uso do teclado, mellotron e hammond, ao melhor estilo do rock progressivo italiano. O vocalista Stefano Galifi mostrou uma voz distinta e o tecladista Pit Corradi adicionou um toque de originalidade ao som da banda. Tiveram problemas com sua suposta inclinação ao facismo, com a presença de capas de CD mostrando Bento Mussolini e letras de canções inspiradas em Friedrich Nietzsche.

A primeira formação teve curta duração, separando-se logo após o lançamento do álbuns e alguns concertos ao vivo em 1973. O ex-membro com mais sucesso após a banda foi o baterista Giancarlo Golzi, que entrou na banda de pop Matia Bazar posteriormente ao Museo.

O segundo álbum lançado foi Exit, publicado somente em 2000, com a nova formação incluindo somente Alberto Moreno e Golzi entre os membros originais. O álbum mostrou um lado mais comercial da banda. em 2002 a banda aceitou a proposta da revista finlandesa Colussus para o projeto de traduzir o poema nórdico Kalevala em rock, e a suíte Flower of Revenge acabou sendo composta.

Integrantes

Formação original

* Stefano Galifi - vocal
* Enzo Merogno - guitarra e vocal
* Pit Corradi - teclado
* Alberto Moreno - baixo, piano e mellotron
* Giancarlo Golzi - bateria (instrumento musical), percussão e vocal

Formação atual

* Alberto Moreno - baixo e mellotron
* Giancarlo Golzi - bateria
* Marco Balbo - guitarra
* Andrea Biancheri - vocal
* Marioluca Bariona - teclado

Discografia

* Zarathustra (1973)
* Live '72 (1992 - ao vivo)
* Rare and Unreleased (1992 - materiais até então não lançados)
* Exit (2000)



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Biografia

  • Anos de atividade

    1977 – até o momento (45 anos)

  • Membros

    • Alberto Gaviglio
    • Ezio Vevey
    • Giorgio Gardino
    • Leonardo Sasso
    • Luciano Boero
    • Michele Conta
    • Oscar Mazzoglio

Grupo italiano que soube unir com originalidade e maestria belas melodias a complexas estruturas rítmicas.

Seu nascimento remonta a meados dos anos 70, quando três músicos, Oscar Mazzoglio (teclados), Luciano Boero (baixo) e George Giardino (bateria) interpretavam em bares e boates músicas de outros autores e entre uma e outra inseriam composições próprias.

Aos poucos o trio foi crescendo com a entrada do guitarrista Alberto Gaviglio de Ezio Vevey (voz e violão), Michael Conta, pianista de técnica apurada e do cantor Leonardo Sasso cujo timbre de voz imprimirá personalidade inigualável a sonoridade do grupo.

Durante meses eles ensaiam procurando se entrosar; neste período gravam uma fita demo que enviada a diversas gravadoras.

Graças a Liliana Azzolini e Nico Papathanassiou - irmão do famoso musico grego Vangelis - que fascinado decide produzir pessoalmente o primeiro disco do grupo eles fecham contrato para gravação de seu primeiro LP.
Em menos de um mês completam as gravações daquele que viria a ser Forse Le Lucciole Non Si Amano Più, cuja capa - uma das mais belas e evocativas da cena progressiva mundial de todos os tempos - criada pela ilustradora Anna Montecroci evoca a magia de sons e emoções que as canções do disco nos conduz.

Delicadas e surrealistas melodias nos trazem a mente imagens fantásticas, a exemplo do Gênesis nos discos Trespass e Nursery Cryme; ritmicamente nos lembram a sonoridade única de outro gigante da cena progressiva o Gentle Giant.

Outra extraordinária influência é a forte presença dos teclados e dos arranjos vocais que nos remete aos trabalhos de um grupo também italiano e seu contemporâneo, Banco del Mutuo Soccorso.

A despeito disso a sonoridade da banda é única, causa admiração terem sido capazes de criar uma identidade própria e original - especialmente nos arranjos - no concorrido cenário progressivo italiano.

Seu disco de estréia é bem recebido pela crítica especializada e atinge expressivo número de vendas, encorajando o grupo a preparar sua primeira tour.

Em 1978 entram em estúdio para gravar um single para a gravadora Polydor, com a formação reduzida a um quinteto. Gravam as músicas Nove Lune e a bela New York que alguns anos depois a gravadora Mellow Records incluiria como Bonus Track no relançamento de Forse Le Lucciole Non Si Amano Più

Infelizmente fica claro que não tinham a força das melodias evocativas do trabalho anterior e que o estilo do grupo estava se direcionando para um discurso musical mais superficial e comercial.

Neste mesmo ano, após o término da excursão que vinham realizando, em razão da fraca receptividade os membros do grupo decidem pelo término da banda.

Eles seguiram caminhos diferentes desde então, até que encontraram-se no final de 1996 e realizaram alguns ensaios apenas pelo prazer de tocar.
Aos poucos foi nascendo a idéia de gravar o material que vinham desenvolvendo o que acabou ocorrendo selo Ri-Fi onde gravaram um compacto simples com as músicas Annalisa e Volare Un Pò Più In Alto que não tiveram boa receptividade.


Esse fato não diminuiu a vontade da banda que tinha a firme convicção de retomar o trabalho parado após FORSE LE LUCCIOLE NON SI AMANO PIU, mas sob uma nova ótica capaz de colocar as experiências musicais desenvolvidos nos últimos anos individualmente num contexto musical atual.
O que concretizaram num novo disco - HOMO HOMINI LUPUS -cujo título baseia-se no conceito do mal e sua identificação espiritual com a figura do demônio.

Esse fato não diminuiu a vontade da banda que tinha a firme convicção de retomar o trabalho parado após FORSE LE LUCCIOLE NON SI AMANO PIU, mas sob uma nova ótica capaz de colocar as experiências musicais desenvolvidos nos últimos anos individualmente num contexto musical atual.
O que concretizaram num novo disco - HOMO HOMINI LUPUS -cujo título baseia-se no conceito do mal e sua identificação espiritual com a figura do demônio.

A produção de deste novo disco é de Fabrizio Rizzolo, ex integrante do conjunto Farinei d'la Brigna e fã incondicional da banda.

Sua identificação comprometimento e integração com os membros do grupo foi fundamental para que terminassem o desgastante processo de gravação das 10 músicas que compõem o disco em apenas dois meses !

FORMAÇÃO ORIGINAL
Giorgio Sardino - Bateria
Luciano Boero - Baixo - teclados
Ezio Vevey - Guitarra - flautas
Alberto Saviglio - Guitarra
Michele Conta - teclados - polimoog - sintetizadores
Oscar Mazzoglio - sintetizadores
Leonardo Sasso - Vocal

 

Destaque

PEROLAS DO ROCK N´ROLL - KRAUTROCK - DEAF - Alpha - 1994 (1969-72)

Obscura pérola formada na Suíça no fim da década de 60. O  Deaf  nasceu como projeto do vocalista e guitarrista  Dany Rühle  e do organista ...