segunda-feira, 13 de junho de 2022

Vendas de discos em Portugal 1995

 

Vendas de discos 1995

Iran Costa
Discos mais vendidos - 1995

1 - 1492 The Conquest of Paradise - Vangelis
2 - Laura Pausini - Laura Pausini
3 - Álbum Dance - Iran Costa
4 - No Need To Argue - Cranberries
5 - Nº1 - Vários
6 - Made In Heaven - Queen
7 - These Days - Bon Jovi
8 - D'Eux - Celine Dion
9 - Pulse - Pink Floyd
10 - The Colour Of My Love - Celine Dion

Fonte: AFP

O «Album Dance», onde se encontra o célebre «O bicho», popularizado durante este Verão pelo brasileiro Iran Costa, foi o disco mais bem sucedido do ano, com vendas superiores a mais de 200 mil cópias (galardão de quintupla platina).

Desde 1976, ano em que foi formada a Associação Fonográfica Portuguesa, que controla as vendas da indústria discográfica, este número corresponde ao fonograma mais vendido no nosso país. «Album Dance» pulveriza assim os recordes registados anteriormente, batendo as 140 mil unidades de «Mingos e os Samurais», de Rui Veloso, e as 120 mil de «Viagens», de Pedro Abrunhosa e «Waking Up The Neighbours», de Bryan Adams.
O segundo álbum mais vendido em Portugal este ano foi «Laura», de Laura Pausini, que alcançou a marca das 120 mil cópias vendidas, e logo a seguir, isto é com mais de 80 mil cópias, vieram «Pimba, Pimba» de Emanuel, «Made In Heaven», dos Queen, e a colectânea «Número 1».

Público, 27/12/1995

Álbum Dance - Iran Costa [200] * Laura Pausini - Laura Pausini [120] * Nº1 - Vários [80] * Made In Heaven - Queen [80] * Pimba, Pimba - Emanuel [80]

A atribuição de galardões não é igual à venda de discos mas há diferenças muito significativas em relação aos nomes constantes da lista dos discos mais vendidos. Está é liderada por Vangelis e Iran Costa apenas aparece em terceiro!

Álbuns em destaque ao longo do ano:

Nº1 - Vários (BMG) (1#1)
Top Star 94/95 - Vários (Vidisco) - #2
Unplugged In New York - Nirvana (1#1)
Laura Pausini - Laura Pausini (7#1)
No Need To Argue - Cranberries - #2
All You Need Is Love - Vários (Columbia) - #2
Electricidade - Vários (Vidisco) - #2
Greatest Hits - Bruce Springsteen (1#1)
Ainda - Madredeus (4#1)
Rave Party Vol. 1 - Vários (Vidisco) - #2
1492 The Conquest of Paradise - Vangelis (6#1)
95 Grammy Nominees - Vários (Columbia) - #3
Adagio Karajan - Karajan - #2
The Colour Of My Love - Celine Dion - #2
Dance Mania 95 - Vários (2#1)
Mad Mix - Vários (BMG) - #2
Pulse - Pink Floyd (3#1)
These Days - Bon Jovi (3#1)
HIStory, Past, Present And Future Book I - Michael Jackson - #2
O Melhor de ... (Estranha Forma de Vida) - Amália Rodrigues - #3
Nº1 - Vários (Sony) (4#1)
Dance Power 95 - Vários - #2
Portugal Radical - Vários (EMI) - #4
Álbum Dance - Iran Costa (8#1)
Tuesday Night Music Club - Sheryl Crow - #2
16 Top World Charts - Vários (Vidisco) - #2
Maxipower 2  - Vários (Polystar) - #3
Ballbreaker - AC/DC - #2/
Daydream - Mariah Carey (2#1)
Greatest Hits 1985 1995 - Michael Bolton - #2/
Life - Simply Red (1#1)
Don't Bore Us Get To The Chorus - Roxette (2#1)
D'Eux - Celine Dion - #2/
Made In Heaven - Queen (7#1)
Voices - Vangelis - #3/
Love Songs - Elton John - #2/
Angelis - Elbosco - #2/
Pimba Pimba - Emanuel
Nº1 - Vários (EMI)
+
+

Singles:

F - Pedro Abrunhosa & Bandemónio [40.000 / Ouro e platina]

4.567.490.28600 é, precisamente, o total da facturação apresentado pelas companhias fonográficas reunidas na Associação Fonográfica Portuguesa, para o primeiro semestre de 1995. Em termos de suportes regista-se o crescimento do disco compacto (CD), corrente ao longo desta década, mas agora com tendência a abrandar: foram mais 7,5 por cento que em igual período do ano transacto.

Estimulante é a subida, a primeira em muitos anos, do formato single, que cresceu qualquer coisa como 61.50 por cento. A explicação não é transcendente: esta contabilidade é feita já contando com o CD single e não apenas com o 45 rotações em vinil, o que significa que tardiamente, mas apesar de tudo com alguma firmeza, o mercado português está a aderir à substituição de um formato pelo outro.

A cassete continua a cair, ainda que menos que o LP, mas há outras contas, aparentemente esquisitas: os «laser-discs» descem mais de 800 por cento enquanto os vídeos musicais, isto é, em fita VHS, crescem mais de 70 por cento. É a tendência inversa da verificada em anos precedentes entre nós e não tem nada a ver com o que se passa lá fora. Mas poderá ter uma explicação simples: a Direcção Geral de Espectáculos «inventou» um selo para os discos «laser», alegando a defesa contra uma pirataria que nunca existiu, e isso matou esta fatia de mercado, levando a uma regressão até às VHS que propendiam a ser substituídas por aqueles.

A EMI-Valentim de Carvalho, que agora é propriedade exclusiva daquela multinacional, mantém a lideranda do mercado nacional por companhias no segundo trimestre de 1995. Tem 20,21 por cento da facturação total e no segmento mais restrito da música portuguesa ascende a 35,71 por cento. A sua mais directa concorrente no internacional é agora a Polygram, com 17,85 por cento e no nacional a Vidisco que tem 19.78 por cento.

Luis Maio / Público, 28/07/1995 [Single regressa em «compacto»]














Quinteto da Paraíba - Discografia

 

Quinteto da Paraíba - Discografia



O Quinteto da Paraíba surgiu com a proposta de divulgar a obra de compositores de todo o Brasil, mas é no Nordeste brasileiro que encontra sua mais pura inspiração. Embaixador desta rica vertente musical, o grupo que é considerado o responsável pelo resgate do Movimento Armorial, conquistou méritos da crítica especializada nacional e internacional.

A conceituada revista “The Strad”, de Londres, enalteceu os valores do Quinteto da Paraíba em matéria especial, assim como as revistas “Gramophone”, “Classic FM Magazine”, “Repertoire” e “Diápason”. No Brasil, o Quinteto se tornou conhecido do grande público pela sua participação na trilha sonora do filme “Central do Brasil” e constantes aparições nas TVs Cultura, Educativa, Senac, Senado e Globo, assim como pela sua participação nos mais importantes festivais de música do país.



Em 2007, o Quinteto se apresentou junto com o cantor e compositor Chico César na abertura dos Jogos Panamericanos, no Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro. O Quinteto da Paraíba já se apresentou no Chile e na Argentina, e países europeus (Áustria, Bélgica, França, Espanha, Itália, Holanda e Portugal).

O Quinteto participou em 2008 da gravação do CD “Labiata”, do cantor e compositor Lenine, que teve a faixa “Martelo Bigorna” na trilha da novela “O Caminho das Índias”. A música “Martelo Bigorna”, de Lenine com arranjo de Xisto Medeiros, e interpretada pelo Quinteto, ganhou o Grammy Latino de 2009. Em 2013 o Quinteto gravou a trilha do espetáculo “Triz”, do Grupo Corpo, música de Lenine. Em setembro de 2014 gravou duas músicas no novo disco da banda Nenhum de Nós.


Discografia 

[1996] Música Armorial
[1998] Armorial & Piazzolla
[2001] A Pedra do Reino
[2002] Capiba & Gonzagão
[2007] Nau Capitânia de Itamaracá (Indisponível)

Deep Purple Regressam a Portugal em 2022


 

As lendas britânicas de hard rock, os Deep Purple estão finalmente de regresso à estrada e Portugal é um dos países eleitos com um espetáculo agendado para dia 06 de Novembro de 2022, em Lisboa, no Campo Pequeno.

Depois de terem editado “Whoosh!” no ano passado, os Deep Purple arrancam finalmente em 2022 com a digressão, adiada pela pandemia, de apresentação ao vivo do 21.º álbum de estúdio. O disco, que contou com a produção de Bob Ezrin (KISS, Pink Floyd, Alice Cooper, entre outras estrelas internacionais) é considerado o álbum mais versátil da história do super grupo. O sucessor de “infinite” (2017) e “Now What?!” (2013) segue as pisadas dos trabalhos anteriores a garantir entradas diretas nos TOPs, tendo inclusive quebrado recordes acumulados por algumas das maiores lendas do Rock dos últimos 50 anos.

Os Deep Purple anunciaram ainda recentemente um novo álbum de versões, intitulado “Turning To Crime”. O trabalho contará com versões de temas de artistas como Bob Dylan, Fleetwood Mac, Bob Seger, Cream e The Yardbirds, com lançamento previsto para dia 26 de novembro via earMUSIC.

A banda soma mais de 100 milhões de álbuns vendidos, com arenas esgotadas ao longo de décadas pelos quatro cantos do mundo. Ian Gillan, Roger Glover, Ian Paice, Steve Morse e Don Airey continuam a ser uma das mais importantes e influentes bandas rock, cruzando gerações e angariando novos fãs todos os dias. A respeitada rádio britânica Planet Rock nomeou o grupo como a 5.ª mais influente banda de todos os tempos e a VH1 colocou-os em 22.º lugar da tabela “Melhores artistas de Hard Rock”. Em 2008 receberam o prémio Legend Award nos World Music Awards e foram ainda, em 2016, incluídos no Rock and Roll Hall of Fame.

Fundados em 1968, os Deep Purple, pioneiros do hard rock são há muito considerados uma das bandas mais influentes de todos os tempos. A sua longevidade mantém-se intacta com um vasto legado de álbuns que são hoje considerados verdadeiros clássicos do rock (“In Rock”, “Machine Head” e “Burn”). O seu vasto e incrível trabalho garantiu-lhes uma das mais bem sucedidas carreiras da história do rock que pode novamente ser celebrada e vivenciada em Lisboa por todos os seus fãs.

A AS esteve presente na mais recente visita dos britânicos ao nosso país e a Lisboa, em Julho de 2017. Podes recordar aqui a nossa reportagem.

Quanto à visita marcada para 06 de Novembro de 2022, a abertura do concerto estará a cargo de Urock, banda rock italo-luso-americana, produzida por Alan Parsons. Os bilhetes já estão à venda nos locais habituais e custam entre 38€ e 60€.



Alcione regressa a Portugal para celebrar 50 anos de carreira

 

Alcione regressa a Portugal para celebrar 50 anos de carreira



Cantora brasileira vai atuar no Coliseu dos Recreios e no Coliseu Porto Ageas
A cantora brasileira Alcione regressa a Portugal em junho para dois concertos, em Lisboa e no Porto, de celebração dos 50 anos de carreira, anunciou hoje a promotora dos espetáculos.

“Dias 14 e 15 de junho, no Coliseu dos Recreios (Lisboa) e no Coliseu Porto Ageas, respetivamente, a rainha do samba junta-se ao público que conquistou em Portugal ao longo do tempo, para celebrar 50 anos de carreira”, refere o Grupo Chiado num comunicado hoje divulgado.

O PERCURSO DE ALCIONE

“Marrom”, como é apelidada no Brasil, começou por ser professora primária, tendo sido demitida por ensinar os alunos a tocar trompete e, posteriormente, foi locutora numa televisão local, onde começou a cantar, atuando também em bares.

Em 1976, decidiu mudar-se para o Rio de Janeiro, onde cantou em bares, designadamente no Little Club, apontado como local de nascimento da Bossa Nova.

Alcione, de 74 anos, começou a tornar-se presença regular de programas televisivos e destacou-se ao vencer as duas primeiras eliminatórias do programa “A Grande Chance”.

Realizou digressões na América Latina e na Europa e, em 1975, com o LP “A voz do samba”, obteve o primeiro disco de ouro no Brasil.

O seu álbum mais recente, “Alcione Boleros”, data de 2016.


O melhor do Rock Progressivo

 

SUPERTRAMP - ALIEN


SUPERTRAMP - ALIEN
Gravado na cidade de Santa Monica, em 1976, este blooteg marca o auge da carreira do supertramp, com musicas dos albuns, "crime of the century" e "crises? what crise?"discos recheados de grandes classicos da banda.


LE ORME - STORIA O LEGGENDA

LE ORME - STORIA O LEGGENDA
Gravado em 1977 em paris, "storia o leggenda" é, na minha opinião o melhor trabalho do le-orme.


LOCCANDA DELLE FATE

LOCCANDA DELLE FATE - FORCE LE LUCCIONE  NON SI AMANO PIÚ- 
Primeiro lp, desta banda italiana de rock progressivo lançado em  1977 quando o estilo já estava em decadencia, mesmo assim, sua soniridade classica do prog italiano misturado ao romantismo britanico  fez deste album referencia no estilo, se vocês gostam do prog italiano, nâo podem deixar de ouvir este disco.

BEATNIKS - SOMOS O MAR (SINGLE)

BEATNIKS - SOMOS O MAR
Banda portuguesa de pop-rock  formada em 1965, somos o mar e um single lançado 


RANSÉS - LA LAYLA

RANSÉS - LA LAYLA
Banda alemã de hard-rock progressivo altera entre sonoridades mais agressivas e a calmaria prog, uma mistura de DEEP PURPLE com ELOY.La layla foi lançado em 1976.



Discos Findamentais



Renaissance - Prologue 1972 (UK, Symphonic Prog)

- Annie Haslam - lead female vocals, percussion
- John (Jon) Camp - bass, tampoura, vocals
- John Tout - keyboards, vocals, arranger
- Rob Hendry - guitars, mandolin, chimes, vocals
- Terence (Terry) Sullivan - drums, percussion
+
- Francis Monkman - VCS3 solo (06)
- Michael (Mick) Dunford - arranger
- Miles Copeland - producer


01. Prologue (Michael Dunford) - 5:35
02. Kiev (Jim McCarty/Betty Thatcher) - 7:36
03. Sounds Of The Sea (Michael Dunford/Betty Thatcher) - 7:06
04. Spare Some Love (Michael Dunford/Betty Thatcher) - 5:08
05. Bound For Infinity (Jim McCarty/Betty Thatcher) - 4:20
06. Rajah Khan (Michael Dunford) - 11:33


Ange - Le Cimetière des Arlequins 1973 (France, Symphonic Prog)

- Christian Décamps - Hammond organ, piano, lead vocals
- Francis Décamps - keyboards, Mellotron, vocals
- Jean-Michel Brézovar - lead guitar, flute, vocals
- Daniel Haas - bass, acoustic guitar
- Gerard Jelsch - drums, percussion


01. Ces Gens-Là (Jacques Brel) - 4:40
02. Aujourd'hui c'est la Fête Chez l'Apprenti Sorcier (J.M.Brézovar/C.Décamps) - 3:27
03. Bivouac - 1ère partie (C.Décamps/F.Décamps) - 5:27
04. L'Espionne Lesbienne (C.Décamps/D.Haas) - 2:50
05. Bivouac - Final (C.Décamps/F.Décamps) - 2:58
06. De Temps en Temps (C.Décamps/F.Décamps) - 3:58
07. La Route aux Cyprès (C.Décamps/D.Haas) - 3:17
08. Le Cimetière des Arlequins (C.Décamps/G.Jelsch) – 8:47

Camel - Mirage 1974 (UK, Symphonic Prog)

- Andrew Latimer - guitars, flute, vocals (03,05,09)
- Peter Bardens - organ, piano, minimoog, mellotron, vocals (01)
- Doug Ferguson - bass
- Andy Ward - drums, percussion

+- David Hitchcock - producer

01. Freefall (Peter Bardens) – 5:51
02. Supertwister (Bardens) – 3:15
03. Nimrodel/The Procession/The White Rider (Andrew Latimer) – 9:14
04. Earthrise (Bardens/Latimer) – 6:39
05. Lady Fantasy (Camel) – 12:42 including:
a). Encounter
b). Smiles For You
c). Lady Fantasy
Bonus (previously unreleased):
06. Supertwister (Recorded live at The Marquee Club - 30th October 1974) – 3:09
07. Mystic Queen (Recorded live at The Marquee Club - 30th October 1974) – 6:05
08. Arubaluba (Recorded live at The Marquee Club - 30th October 1974) – 7:44
09. Lady Fantasy: Encounter/Smiles For You/Lady Fantasy (Original Basing Street Studios Mix - November 1973) – 12:58

Focus - Moving Waves 1971 (Netherlands, Symphonic Prog)

- Thijs van Leer - Hammond organ, piano, mellotron, harmonium, flutes, accordion, vocals
- Jan Akkerman - guitars, bass guitar, percussion
- Cyril Havermans - bass guitar, voice (06e)
- Pierre van der Linden - drums, percussion
+- Mike Vernon - producer

01. Hocus Pocus (Thijs van Leer, Jan Akkerman) – 6:39
02. Le Clochard (Akkerman) – 1:58
03. Janis (Akkerman) – 3:06
04. Moving Waves (van Leer, Inayat Khan) – 2:39
05. Focus II (van Leer) – 4:02
06. Eruption - 23:00 including:
a). Orfeus (van Leer) – 1:22
b). Answer (van Leer) – 1:35
c). Orfeus (van Leer) – 1:20
d). Answer (van Leer) – 0:52
e). Pupilla (van Leer) – 1:03
f). Tommy (Tom Barlage) – 1:45
g). Pupilla (van Leer) – 0:34
h). Answer (van Leer) – 0:21
i). The Bridge (Akkerman) – 5:20
j). Break – 0:24
k). Euridice (van Leer, Eelke Nobel) – 1:40
l). Dayglow (van Leer) – 2:09
m). Endless Road (Pierre van der Linden) – 1:36
n). Answer (van Leer) – 0:34
o). Orfeus (van Leer) – 0:51
p). Euridice (van Leer, Nobel) – 1:37

Yes - Fragile 1971 (UK, Symphonic Prog)

- Jon Anderson - lead vocals
- Steve Howe - electric & acoustic guitars, backing vocals
- Rick Wakeman - Hammond organ, electric piano, harpsichord, Mellotron, synthesizer- Chris Squire - bass, backing vocals
- Bill Bruford - drums, percussion
+
- Eddy Offord - producer


01. Roundabout (Jon Anderson/Steve Howe) – 8:29
02. Cans And Brahms (Extracts from Brahms' 4th Symphony in E Minor, Third Movement) (arranged by Rick Wakeman) – 1:35
03. We Have Heaven (Jon Anderson) – 1:28
04. South Side Of The Sky (Jon Anderson/Chris Squire) – 8:03
05. Five Per Cent For Nothing (Bill Bruford) – 0:35
06. Long Distance Runaround (Jon Anderson) – 3:30
07. The Fish (Schindleria Praematurus) (Chris Squire) – 2:35
08. Mood For A Day (Steve Howe) – 2:55
09. Heart Of The Sunrise (Jon Anderson/Chris Squire/Bill Bruford) – 11:23

Yes - Close To The Edge 1972 (UK, Symphonic Prog)

- Jon Anderson - vocals
- Steve Howe - guitars, vocals
- Rick Wakeman - keyboards
- Chris Squire - bass, vocals
- Bill Bruford - drums, percussion
+
- Eddy Offord - engineer, producer


01. Close To The Edge (Jon Anderson, Steve Howe) - 18:38 including:
a). The Solid Time Of Change
b). Total Mass Retain
c). I Get Up I Get Down
d). Seasons Of Man
02. And You And I (Jon Anderson, Steve Howe, Bill Bruford, Chris Squire) - 10:04 including:
a). Cord Of Life
b). Eclipse
c). The Preacher The Teacher
d). The Apocalypse 
03. Siberian Khatru (Jon Anderson, Steve Howe, Rick Wakeman) - 8:52
Bonus:   
04. America (single version) (Paul Simon) - 4:08
05. Total Mass Retain (single version) (Jon Anderson, Steve Howe) - 3:17
06. And You And I (alternate version) (Jon Anderson, Steve Howe, Bill Bruford, Chris Squire) - 10:13
07. Siberia (studio run-through of "Siberian Khatru") (Jon Anderson, Steve Howe, Rick Wakeman) - 9:16

Mountain - Flowers Of Evil 1971 (USA, Hard Blues Rock)

- Leslie West - vocals, guitars
- Felix Pappalardi - bass, vocals
- Steve Knight - organ
- Corky Laing - drums, percussion


01. Flowers Of Evil (West, David Rea, Pappalardi) - 4:50
02. King's Chorale (Pappalardi - Gail Collins) - 1:04
03. One Last Cold Kiss (Pappalardi - Collins) - 3:50
04. Crossroader (Pappalardi - Collins) - 4:48
05. Pride And Passion (Pappalardi - Collins) - 7:08
06. Dream Sequence (live) - 25:02 including:
a) Guitar Solo (West)
b) Roll Over Beethoven (Chuck Berry)
c) Dreams Of Milk And Honey (West, Pappalardi, John Ventura, Norman Landsberg)
d) Variations (West, Pappalardi, Laing, Knight)
e) Swan Theme (Pappalardi - Collins)
07. Mississippi Queen (live) (West, Pappalardi, Laing, Rea) - 3:46

Jade Warrior - Jade Warrior 1971 (UK, Prog Folk)

- Tony Duhig - guitars
- Jon Field - flutes, percussion
- Glyn Havard - bass, vocals


All tracks written by Jade Warrior.
01. The Traveller - 2:35
02. A Prenormal Day At Brighton - 2:40
03. Masai Morning - 6:40 including:
a). Casting Of The Bones
b). The Hunt
c). A Ritual Of Kings
04. Windweaver - 3:42
05. Dragonfly Day - 7:45 including:
a). Metamorphosis
b). Dance Of The Sun Spirit
c). Death
06. Petunia - 4:45
07. Telephone Girl - 4:49
08. Psychiatric Sergeant - 3:01
09. Slow Ride - 2:30
10. Sundial Song - 5:08






Rui Veloso sobe ao palco do Coliseu Porto Ageas a 28 de outubro

Rui Veloso

 Rui Veloso anunciou esta terça-feira mais uma data da digressão em formato trio de guitarras, subindo ao palco do Coliseu Porto Ageas a 28 de outubro. Os bilhetes encontram-se já à venda nos locais habituais.

“Depois de esgotar sete concertos desta digressão em formato intimista, incluindo duas datas no Tivoli BBVA, o grande nome da música portuguesa e um dos mais influentes com uma carreira repleta de sucessos que atravessam gerações, anuncia agora a tão aguardada data no Porto”, informa a promotora do concerto, em comunicado.

Depois do concerto a 30 de abril, no Altice Forúm Braga, o artista regressa à estrada “num formato único, em concerto intimista, acompanhado por uma dupla de guitarristas, Alexandre Mania e Eduardo Espinho”.

A digressão arrancou a 5 de março, no Centro de Artes e Espetáculos (CAE) da Figueira da Foz.

Os bilhetes variam entre os 25 euros (Visibilidade Reduzida) e os 50 euros (Cadeiras de Orquesta).




Artistas de Rock Progressivo Italiano


 

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Biografia

  • Anos de atividade

    1973 – 1976 (3 anos)

O Maxophone, de Milão, formou-se em 1973 como um hexágono com uma variedade inusitada de instrumentos, devido à sua experiência anterior como estudantes de música.
Uma banda de grande talento e musicalidade, seu único LP, lançado em 1975, chegou tarde demais para competir com as mais importantes bandas italianas do gênero e infelizmente passou despercebido.

Maxophone, lançado pelo selo Produttori Associati (junto com Duello Madre um dos poucos empreendimentos em discos de rock desse selo) é um álbum maravilhoso, cheio de atmosferas sonhadoras e arranjos complexos de metais, com boas partes vocais no estilo Genesis. A abertura C'è un paese al mondo chegou a ser lançada como single na época, mas eles não alcançaram o sucesso que mereciam com uma produção melhor e uma boa divulgação do selo.
Uma versão cantada em inglês também foi lançada para lançar o grupo no exterior, mas essa foi uma escolha malsucedida, e a versão italiana costuma ser considerada melhor.

A banda se desfez após um último single em 1977. O
saxofonista e flautista Leonardo Schiavone teve uma curta colaboração com Stormy Six no final dos anos 70.

Um lançamento maravilhoso para celebrar a memória dessa banda, é o box From cocoon to butterfly, lançado pela BTF em 2005 e contendo um CD com 10 faixas, demo e versões alternativas com muitos cortes inéditos, e um DVD com 4 gravações de TV , uma nova faixa gravada em 2005 e entrevistas com todos os membros da banda reunidos nesta ocasião.


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Nascidos em 1972, em Lecco, dos grupos Gee e Marko Sharks, o Biglietto per l'inferno é até hoje considerado como um dos mais influentes grupos progressivos italianos de sempre, embora a produção de poucos trabalhos, há um ótimo disco homônimo de 1974.


Tozé Brito e José Cid recuperam temas proibidos pela Censura em álbum a editar em 2022

 

Tozé Brito e José Cid recuperam temas proibidos pela Censura em álbum a editar em 2022


Os músicos Tozé Brito e José Cid vão editar, em 2022, um álbum conjunto que inclui, entre outras, canções do Quarteto 1111, de que ambos fizeram parte, proibidas pela censura, como "Domingo em bidonville", "Pigmentação" e "João Nada".

"As canções que estão neste álbum são canções que escrevemos juntos ao longo destes 50 anos em que trabalhamos juntos e que nos conhecemos", disse Tozé Brito.

Para "Tozé Cid", o álbum, os dois foram, entre outras, "repescar canções que tinham sido proibidas pela censura".

"Foram canções que editámos e que rapidamente foram proibidas, foram retiradas do ar e os discos retirados das lojas. Essas canções estão perdidas no tempo, têm 50 anos e pouca gente as conhece", afirmou.

José Cid, também em declarações à Lusa, lembrou que, "no final dos anos 1960, início dos 70, existiu em Portugal o grupo mais perseguido pela censura, mais maldito, mais ousado: o Quarteto 1111".

Entre os temas censurados na altura do Estado Novo e revisitados para "Tozé Cid", estão "João Nada", "Domingo em bidonville", "Pigmentação", "o primeiro tema que se escreve em Portugal sobre a xenofobia", e "Lisboa ano 3000", "uma visão estratosférica daquilo que será Lisboa ano 3000".

No álbum está também o primeiro tema que Tozé Brito e José Cid escreveram juntos: "Todo o mundo e ninguém".

"Um poema de Gil Vicente que o ['rapper' e produtor norte-americano] Jay-Z incluiu [no tema 'Marcy Me' de '4:44'] no último álbum dele", recordou José Cid.

De fora do alinhamento ficaram temas populares como "A lenda de el-rei D. Sebastião".

Para Tozé Brito, as canções incluídas no álbum "são extremamente atuais".

No entanto, "com a sonoridade que tinham e a produção que tinham estavam datadas". "Ouvias e dizias 'estas canções são nitidamente canções dos anos 60/70', pelo som, pelos arranjos, etc. Agora o destaque está nas vozes, a prioridade foi pôr as vozes bem à frente. E depois os arranjos são simples, muito acústicos, com órgão e alguma percussão. Penso que vai ser um álbum muito interessante", afirmou.

José Cid corrobora, referindo que, no álbum, estão "temas que muito pouca gente conhecia, numa nova versão muito acústica". "Nada de sintetizadores", disse.

Em "Tozé Cid", além de Tozé Brito, que "toca os baixos todos", e José Cid, responsável "pelas concertinas e os acordeões", participa também o multi-instrumentista Amadeu Magalhães, "um dos grandes músicos da música tradicional portuguesa" que, no álbum, toca gaitas de foles, flautas e violas acústicas.

O álbum, que, segundo Tozé Brito, deverá ser editado "no verão do ano que vem", "está gravado", faltando agora "dar pequenos toques e depois misturar e masterizar".

José Cid fala num "documento importante para a música popular portuguesa", que recupera "pop criativo, underground, interveniente e crítico do sistema entre 1968 e 1973".

Tozé Brito e José Cid começaram a trabalhar juntos no Quarteto 1111, banda que surgiu na década de 1960, no seguimento do Conjunto Mistério, com José Cid, Michel Silveira e os irmãos Jorge e António Moniz Pereira.

A banda começou por cantar em português, com um repertório feito de êxitos do pop rock e com o recurso a técnicas de gravação que permitiram a sobreposição de instrumentos e de sons.

O primeiro EP saiu em finais de 1967, e apresentava as canções "Os Faunos", "Gente" e "A Lenda de El-Rei D. Sebastião".

A faceta interventiva da banda revelou-se sobretudo no primeiro álbum, "Quarteto 1111" (1970), que abordava os problemas da guerra colonial, do racismo e da emigração, e que foi rapidamente retirado do mercado pela censura.

Com a entrada de Tozé Brito, que vinha dos Five Pop Music Incorporated, a banda abriu-se à composição em inglês, também como forma de contornar a censura, aproximando-se do que se fazia musicalmente fora de Portugal.

Apesar de ao longo da carreira ter editado vários EP e singles, o Quarteto 1111 lançou apenas mais um álbum, em 1974, intitulado "Onde, Quando, Como, Porquê, Cantamos Pessoas Vivas - obra- ensaio de José Cid", no qual participaram José Cid, António Moniz Pereira, Mike Sergeant (que substituiu Tozé Brito, exilado no Reino Unido) e Vítor Mamede (no lugar de Miguel Artur da Silveira).

Desde a formação original, a banda sofreu algumas alterações, com a entrada e saída de vários músicos, mas é dado como certo o fim do Quarteto 1111 um ano depois do lançamento de "Onde, Quando, Como, Porquê, Cantamos Pessoas Vivas - obra-ensaio de José Cid".

Desde a formação original, a banda sofreu algumas alterações, com a entrada e saída de vários músicos, mas é dado como certo o fim do Quarteto 1111 um ano depois do lançamento de "Onde, Quando, Como, Porquê, Cantamos Pessoas Vivas - obra-ensaio de José Cid".

Destaque

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