terça-feira, 2 de agosto de 2022

Os 6 álbuns mais emblemáticos da discografia de Prince

 

Os 6 álbuns mais emblemáticos da discografia de Prince

Este artigo não começa por “era uma vez”, mas se a história de Prince fosse um conto, seria com toda a certeza um com várias partes, repletas de reviravoltas e mudanças de direção.

Catapultado para a fama na era do rock and roll, Prince fez uma transição ora mais suave, ora abrupta para outros géneros. Do pop ao folk, passando por uma incursão memorável pelo funk, o artista conquistou públicos de vários géneros, criando um verdadeiro fenómeno de culto em torno da personagem que era ele mesmo.

Críticos do mundo da música dizem que o ecletismo – de que fez imagem de marca – é responsável por uma grande inconsistência entre trabalhos. Quando dizemos “inconsistência”, leia-se falta de uma linha comum entre os discos, que – por serem tão diferentes – chegam mesmo a roçar a genialidade. Independentemente do género ou do nome que escolha adotar, uma coisa parece ser certa: Prince foi sempre sinónimo de inovação.

E se encontrar fatores em comum entre os vários trabalhos pode ser difícil, há pontos que se mantêm: a assinatura vocal com uma extensão de ficar de boca aberta, uma versatilidade que parece sobrenatural e um profissionalismo de quem não trabalha como artista, mas de quem o é, independentemente daquilo a que se dedique profissionalmente.

Neste artigo, analisamos a discografia de Prince e revisitamos alguns dos álbuns daquele que é indiscutivelmente uma das melhores vozes de todos os tempos. Continue a ler e descubra 6 dos discos mais emblemáticos de uma carreira que se estende até aos dias de hoje.

Prince morreu com 57 anos, na sua propriedade no Minnesota. No momento em que atualizamos este post, as autoridades ainda não tinham divulgado informação acerca da morte do artista, embora se soubesse que tinha cancelado dois concertos no início de abril por motivos de saúde.

Os 6 discos mais importantes da discografia de Prince

prince-19991999 (1982)

1999 é o nome do quinto álbum de Prince e foi com ele que o artista chegou pela primeira vez ao Top 10 da Billboard 200. O disco combina influências funk e soul, sendo também o primeiro que Prince gravou com os Revolution. Atualmente 1999 é considerado o  8.º melhor álbum de estreia da década de 80, segundo a Slant Magazine. O tema mais memorável será talvez Little Red Corvette.

 

 

prince-purple-rainPurple Rain (1984)

Embora já fosse conhecido, foi com Purple Rain que Prince ascendeu à categoria de estrela da música. O disco vendeu 13 milhões de cópias na América e rivalizou com os sucessos de Michael Jackson e Madonna. A popularidade deveu-se também ao facto do álbum ter servido de banda sonora ao filme com o mesmo nome, realizado por Albert Magnoli e protagonizado pelo próprio Prince.

 

 

prince-paradeParade (1986)

Parade nasce de uma fusão entre o pop psicadélico, o funk, o jazz e a soul. O disco serviu também de banda sonora, mas desta vez para Under the Cherry Moon. O álbum foi o último gravado em conjunto com os Revolution e colocou Prince no lugar de estrela pop. Kiss é até hoje uma das músicas mais conhecidas do cantor, sendo que Parade foi melhor sucedido na Europa do que nos Estados Unidos da América.

 

 

 

prince-sign-o-timesSign ‘O’ The Times (1987)

Com um lado provocador, Sign ‘O’ The Times é considerado por muitos como o melhor álbum que Prince alguma vez lançou. Com uma produção visionária, o disco destaca-se por temas como o homónimo Sign ‘O’ The Times, U Got The Look e If I Was Your Girlfriend. Nesta última, Prince explora questões relativas à identidade sexual, colocando-as num álbum que contém temas de carácter mais espiritual, como The Cross.

 

 

graffitti-bridge-princeGraffiti Bridge (1990)

Graffiti Bridge, de 1990, marcou o início de uma década. O disco foi usado como banda sonora para um filme com o mesmo nome, mas que ficou aquém do álbum. Graffiti Bride foi o começo da era New Power Generation e contem um total de 17 faixas. Entre elas destacam-se o single Thieves in the Temple e nem mais, nem menos do que New Power Generation.

 

 

prince-love-symbolLove Symbol (1992)

O disco Love Symbol coincidiu com a altura em que Prince começou à procura de símbolos para se definir a si (recorde-se a célebre questão da mudança de nome) e à música que fazia. Seja pela polémica em torno do conceito, seja pela qualidade musical, Love Symbol conseguiu fazer com que Prince se mantivesse nas bocas do mundo. Sexy MF, My Name is Prince e 7 são três dos singles extraídos do disco.


Jamiroquai: o Cowboy Espacial do Funk

 

jamiroquai

Os Jamiroquai, sensação global da soul funk eletrónica, anunciaram uma série de datas em festivais internacionais! Garantidos nalguns dos festivais mais procurados do verão, as atuações serão as primeiras datas da banda em festivais em mais de seis anos, desde que lançaram o seu último álbum, Rock Dust Star Light, em 2010.

E confirmado está o regresso a Portugal, marcado para 5 de agosto, no MEO Sudoeste! A banda britânica virá apresentar o seu último trabalho na Herdade da Casa Branca, na Azambujeira do Mar, prometendo ainda brindar os seus fãs com alguns dos seus clássicos musicais como Virtual Insanity e Canned Heat.

Ao longo dos próximos parágrafos, em preparação para a presença dos Jamiroquai ao MEO Sudoeste, decidimos relembrar alguns dos momentos mais importantes do percurso da banda. E para entrar já no espírito festivaleiro, recomendamos que o faça ao som de um dos maiores êxitos de Jamiroquai.

Fundados em 1992 pelo vocalista Jay Kay, os pioneiros do “funk futurista” tomaram conta do mundo, afirmando-se como um dos grupos mais bem-sucedidos do planeta. Fruto do trabalho do líder, vocalista, compositor e letrista Jason Kay, a banda foi batizada antes mesmo de existir como grupo musical.

Jay Kay, como também é conhecido, já compunha algumas canções quando atribuiu à banda uma designação que era uma fusão do nome de uma tribo indígena norte-americana – os Iroquai – com a palavra Jam – que em inglês é uma espécie de ensaio musical – fazendo assim um trocadilho com as iniciais de seu próprio nome.

Desde o lançamento do álbum de estreia, Emergency on Planet Earth, em 1993, que os Jamiroquai têm revigorado a música pop moderna, ao mesmo tempo que têm aberto caminho como grandes influenciadores de alguns dos artistas mais entusiasmantes dos nossos dias.

O disco seguinte, Return of the Space Cowboy, de 1995, apresenta-se num regime sonoro mais calmo. Porém, a consagração da banda surge como Travel Without Moving, de 1997, onde ouvimos pela primeira vez o hit Virtual Insanity: uma música arrebatadora que se tornou ainda mais especial com o videoclip, que apresentava já efeitos especiais inovadores e muito futuristas.

Em 1998, o disco seguinte Synkronized, do mesmo ano, trazia uma sonoridade mais eletrónica que se continuou a sentir no álbum seguinte A Funk Odissey, de 2001. Ainda que este último fosse carregado ainda mais nos sintetizadores, aproximando a sonoridade do grupo a bandas dos anos 80, foi neste momento que conhecemos o sucesso musical Little L.

Após quatro anos sem nenhum lançamento, os Jamiroquai regressam com o seu sexto álbum, Dynamite, de 2005. Por fim, chega às lojas Rock Dust Light Star, o sétimo álbum dos Jamiroquai, de 2010. Este último álbum foi inteiramente escrito pela banda, e produzido pela primeira vez com os colaboradores Charlie Russell e Spence Brad: aqui a banda passa a concentrar-se mais no funk e no rock.

Jamiroquai no Meo Sudoeste – 5 de agosto 2017

Com admiradores célebres como Chance the Rapper, PharrellTyler the creatorJungleRedman & The Internet, além de atuações históricas ao lado de Stevie Wonder & Diana Ross, os Jamiroquai têm provado ser um dos grupos mais venerados e inovadores do nosso tempo.

Com sete álbuns que já alcançaram o Top 10 de vendas do Reino Unido (e três deles chegaram ao 1.º lugar), vencedores de Grammys, nomeados para os Brits e tendo vendido mais de 26 milhões de álbuns em todo o mundo, os Jamiroquai mantêm o recorde do Guinness com o disco de funk mais vendido de sempre.

ANDRÉ RIEU MARCA NOVA DATA NA ALTICE ARENA

 

Esgotada a lotação para o concerto de 12 de novembro. Data extra é uma matiné no dia seguinte.

Os bilhetes para o espetáculo de André Rieu e da sua Johann Strauss Orchestra a 12 de novembro na Altice Arena, em Lisboa, esgotaram. 

A lotação esgotada da referida atuação leva André Rieu a anunciar nova data: uma matiné, às 15h00, a 13 de Novembro (domingo), na grande sala do Parque das Nações. 
 
Pelas contas da promotora ao vivo responsável, a Ritmos & Blues, é a 19ª vez que André Rieu esgota a Altice Arena, a maior sala de espetáculos do país.
 
Os bilhetes para o espetáculo de 13 de Novembro já estão à venda, por preços entre 45 euros e 90 euros.


STING NA POLÓNIA: "A DEMOCRACIA ESTÁ A SER ATACADA EM TODOS OS PAÍSES DO MUNDO"

 

O músico aproveitou o concerto em Varsóvia, na Polónia, para deixar o aviso. Foi no sábado, dia 30 de julho.

Sting aproveitou a passagem pela Polónia, país que faz fronteira com a Ucrânia, para tecer duras críticas ao que está a acontecer em território ucraniano, sublinhando que a guerra subsequente da invasão russa a 24 de fevereiro é um "absurdo sustentado por uma mentira".  O músico também quis alertar a plateia para os perigos daquilo que considera ser uma ameaça à democracia
 
"A democracia está a ser atacada. Está a ser atacada em todos os países do mundo. Está em perigo de desaparecer, caso não seja defendida", começou por dizer Sting, enquanto o ator polaco, Maciej Stuhr, fazia a tradução em simultâneo. 
 
"A democracia é confusa. A democracia é frustrante. A democracia é, muitas vezes, ineficiente", reconheceu. "Precisa de atenção constante, de ser ajustada com frequência, mas ainda vale a pena lutar pela democracia, porque a alternativa é um pesadelo". 

"A alternativa à democracia é uma prisão, é uma prisão do pensamento", continuou. "A alternativa à democracia é violência, é opressão, é prisão e é silêncio. Essa alternativa chama-se tirania. E a tirania é baseada numa mentira. Quanto maior for a tirania maior é a mentira", disse ainda Sting a quem estava no Estádio Nacional de Varsóvia.

"O tirano mente ao seu país, mente ao mundo e, acima de tudo, mente a si mesmo. Discordar de um tirano pode levar à prisão, à tortura e até à morte. Mas é isso que cada um de nós tem de fazer. Têm de correr esse risco para defender o nosso direito a dizer a verdade. As nossas mentes não podem ser aprisionadas. Temos de defender a nossa liberdadeTemos de defender a liberdade de sermos nós - os nossos pensamentos e os nossos corpos", referiu o músico. 

"A guerra na Ucrânia é um absurdo, baseada numa mentira. Se engolirmos essa mentira, essa mesma mentira vai engolir-nos. A mentira tem medo da verdade. A verdade tem de ser ouvida. Não devemos perder essa batalha".


 

 

ANTÓNIO ZAMBUJO NO THEATRO CIRCO

 

Tim Bernardes também faz parte da programação da histórica sala bracarense.

O Theatro Circo, em Braga, vai receber artistas como António Zambujo, Tim Bernardes e Daniel Zapico, e criações como "Hamster Clown" e "Je T'Aime", nos meses de setembro e outubro, os primeiros da temporada, anunciou a sala de espetáculos.

Em comunicado, a organização do Theatro Circo revela hoje que, nos dias 9 e 10 de setembro, "há dose dupla de teatro com o universo retrofuturista", em Braga, com a peça "Hamster Clown", encenada por Ricardo Neves-Neves e interpretada pelo performer e palhaço Rui Paixão.

No dia 23 de setembro, há a "estreia absoluta" do espetáculo "Arca Ostinata", uma criação do músico e cinéfilo Nuno Laisné, que conta em palco com o instrumentista de tiorba Daniel Zapico. 

No mês de setembro, o Theatro Circo acolhe ainda as instalações "ROOT", de Anne-Sophie Emard, e "#ISSONÃOÉPIXAÇÃO", de Vítor Grilo, que podem ser vistas de 2 a 4 no salão nobre.

O primeiro momento do novo programa de residências artísticas do Theatro Circo, intitulado "Casa de Partida", decorre a 4 de outubro, com o pianista Luís Magalhães.

Já no dia 7 de outubro, sobe ao palco a performance de dança contemporânea "Je T'Aime", de João Costa Espinho e Maria João Espinho, enquadrada na Segunda Casa - Palcos Instáveis. 

Nos dias 14 e 15 de outubro, o músico António Zambujo apresenta o mais recente projeto, "Voz e Violão".

O brasileiro Tim Bernardes apresenta-se no dia 21 de outubro, no Theatro Circo, para "desvendar" o seu segundo disco de originais, "Mil Coisas Invisíveis". 

A edição deste ano dos Encontros da Imagem, que ocupará o salão nobre do Theatro Circo, estará patente, com a exposição de fotografia "Berlin", de Diane Meyer, de 16 de setembro a 22 outubro. 

Nos dias 30 de setembro e 1 de outubro, terá lugar em Braga o Festival Para Gente Sentada, cujo cartaz ainda não foi anunciado.

Por sua vez, o Festival Semibreve ocorre entre os dias 28 e 30 de outubro, com uma programação já anunciada, que conta com o compositor alemão Alva Noto e o regresso do programa de clubbing, após dois anos de pausa, devido à pandemia da covid-19.

Drumming GP, com Burnt Friedman, Félicia Atkinson, com Violeta Azevedo, Malcolm Pardon, Jan Jelinek e KMRU são outros nomes esperados para a 12.ª edição do Semibreve.


MUSE FAZEM HISTÓRIA NOS TOPS

Pela primeira vez, a edição em formato NFT vai ser contabilizada nas tabelas de vendas do Reino Unido e da Austrália, por via do novo álbum dos Muse.

A edição NFT do nono álbum de estúdio dos britânicos Muse vai ser a primeira do género a figurar nos tops de vendas do Reino Unido e da Austrália, anunciou hoje a Official Charts Company (OCC).

"Will of the People", o mais recente trabalho dos Muse, que será lançado em 26 de agosto, vai ser vendido através da plataforma de Tokens Não Fungíveis (NFT, na sigla em inglês).

O formato é o primeiro a ser adicionado às tabelas oficiais desde as vendas de álbuns através das plataformas de ‘stream’, em 2015.

Ao contrário de outros NFT, adianta o jornal The Guardian, os compradores não vão precisar de possuir uma carteira de criptomoedas, embora possam utilizá-la se já foram detentores de uma existente, como a BitCoin ou a Ethereum.

Após efetuarem a compra no site online da Serenade, uma carteira digital será criada e o NFT transferido para essa mesma carteira.

A OCC tornou os álbuns NFT elegíveis para as tabelas de vendas há vários meses, mas o próximo lançamento dos Muse é o primeiro onde o fornecedor, neste caso, a Serenade, é aprovado como retalhista digital.

Em abril, a banda britânica de indie rock The Amazons lançou uma caixa digital NFT limitada a 100 cópias, associada à pré-encomenda do álbum "How Will I Know if Heaven Will Find Me", previsto para setembro, mas a mesma foi vendida como parte de um pacote e não como um lançamento independente.

O álbum NFT dos Muse vai ser vendido por 20 libras cada unidade (perto de 24 euros) e será limitado globalmente a 1.000 cópias.

Os compradores vão receber uma versão para download do álbum e os elementos da banda vão assinar digitalmente cada uma das cópias.

Tal como acontece com outros NFT, o comprador original poderá, depois, revender o álbum, com 15% do preço de revenda a reverter para a banda e restantes detentores de direitos, a Warner Music, pela gravação, e a Universal Music Publishing, pela composição.

No entanto, as revendas do álbum não contarão como uma venda "nova", frisou Martin Talbot, diretor executivo da OCC.

"Não existe absolutamente nenhum plano para mudar os princípios fundamentais [das tabelas de vendas] em que contabilizamos a venda de algo novo e comprado em primeiro lugar. Não contabilizamos as vendas a um segundo comprador", garantiu.





Ouvir músicas atuais da cantora Ana Bacalhau

 






Ana Bacalhau Orelhas MoucasAna Bacalhau Orelhas Moucas (2022)




Ana Bacalhau Que Me Interessa A MimAna Bacalhau Que Me Interessa A Mim (2021)




Ana Bacalhau Sou Como SouAna Bacalhau Sou Como Sou (2021)




Ana Bacalhau MemóriaAna Bacalhau Memória (2020)

Incrível: Billy Corgan (Smashing Pumpkins) toca Led Zeppelin com o Porno for Pyros, de Perry Farrell (Jane’s Addiction)

 

Porno for Pyros e Billy Corgan
Crédito: reprodução

A apresentação do Porno for Pyros no Lollapalooza Chicago, que aconteceu no último final de semana, contou com a participação especial de Billy Corgan.

O líder do Smashing Pumpkins subiu ao palco para tocar junto com a banda de Perry Farrell, fundador do festival, uma cover de “When the Levee Breaks”, hit do Led Zeppelin.

Como apontou a UCR, o Porno substituiu no evento o Jane’s Addiction, o outro grupo de Farrell. Antes da entrada de Corgan, o cantor disse:

Eu amo todos vocês, Chicago. Nós temos um querido amigo aqui, Billy Corgan, que nós trouxemos junto. Nos reunimos mais uma vez. Nós queremos fazer uma canção que é bem a cara de Chicago para vocês, pode ser?

 O comentário de Perry faz referência ao fato de “When the Levee Breaks” ter sido composta em 1929, quando foi gravada por Kansas Joe McCoy e Memphis Minnie, mas se tornou famosa somente décadas depois, em 1971, quando o Zeppelin colocou sua versão no disco Led Zeppelin IV.

Assista ao final da matéria a participação de Corgan a partir da marca de 37 minutos e 38 segundos.

No Lolla do Chile, Perry Farrell tocou com o Foo Fighters

Pouco antes da morte de Taylor Hawkins, em Março, o Foo Fighters foi a atração principal do primeiro dia do Lollapalooza Chile e Dave Grohl surpreendeu o público ao convidar Farrell para subir ao palco e cantar o clássico “Been Caught Stealing”, do Jane’s Addiction.

Anthony Kiedis para de cantar e John Frusciante sustenta performance de “By The Way” em show do RHCP; vídeo

 

Frusciante cantando
Reprodução/Twitter

 Num show do Red Hot Chili Peppers na Califórnia no último dia 27 de julho, John Frusciante segurou as pontas para Anthony Kiedis durante a performance do hit “By The Way”.

O guitarrista é responsável pelo backing vocal nos refrães da música, e Kiedis, sentindo firmeza na voz do amigo (ou só muita sede), simplesmente deixou de fazer a voz principal para beber água.

No vídeo, divulgado pelo Twitter do RHCP Brasil, é possível ver que Frusciante não se abala, e a plateia vai à loucura com o momento. 

Mais um disco do Red Hot Chili Peppers vem aí

Vale lembrar que o Red Hot Chili Peppers já anunciou outro disco para este anoReturn of the Dream Canteen será um álbum duplo e estará entre nós no dia 14 de outubro.

Será a primeira vez em 39 anos de carreira que os Peppers disponibilizarão dois discos de estúdio em um mesmo ano. Ainda não há informações de tracklist e primeiros singles.

Show do Green Day no Lollapalooza Chicago é ofuscado por J-Hope, astro do K-Pop

 

Green Day J-Hope
Reprodução/Instagram

O Lollapalooza Chicago, que aconteceu entre os dias 28 e 31 de julho, teve MetallicaDua LipaJ. Cole e Green Day como headliners.

Mas a grande história do último dia de festival não foi a banda anunciada como principal atração. No mesmo horário em que o grupo de Billie Joe Armstrong se apresentava, o astro do K-Pop J-Hope fazia um show histórico em um palco paralelo.

O rapper de 28 anos, que é integrante do BTS, foi o primeiro sul-coreano a ocupar o horário nobre em um grande festival americano. Também era a primeira apresentação dele como artista solo nos Estados Unidos.

Para quem comprou ingresso, parecia ser uma escolha fácil: fãs de punk rock assistiriam ao show do Green Day, e fãs de música pop iriam ver J-Hope, né?

J-Hope x Green Day

Mas não foi o que aconteceu. No Twitter, as hashtags #GreenDay e #JHope até duelaram no topo dos assuntos mais comentados, e muita gente ficou em um dilema para decidir qual show assistir, principalmente depois que o sul-coreano começou a cantar, já alguns minutos adentro da apresentação do Green Day.

No entanto, ao menos observando as redes sociais, a vitória foi claramente de J-Hope — no momento em que os shows aconteciam, era até difícil achar algo na internet sobre a performance da banda de Billie Joe, enquanto vários usuários do Twitter elogiavam a performance do rapper, inclusive criando a hashtag #Hobipalooza.

Até a prefeita de Chicago, Lori E. Lightfoot, postou uma foto sua no festival segurando um adesivo de J-Hope (veja abaixo, via Meaww). Outro usuário mostrou um stand de produtos oficiais dedicado apenas ao astro sul-coreano, e a fila estava lotada.

Por outro lado, como o Green Day começou antes, alguns fãs do sul-coreano ficaram tão imersos na apresentação dos caras que até surgiram comentários dizendo que haviam perdido os primeiros minutos do show por conta disso. Empate técnico, então?

Destaques do show de J-Hope no Lolla Chicago

O cantor sul-coreano acabou de lançar o disco Jack in the Box, e apresentou várias faixas do novo trabalho no show em Chicago.

J-Hope também cantou sucessos do BTS como “Dynamite” e “Trivia: Just Dance”, e ainda recebeu a cantora Becky G para uma apresentação inédita ao vivo de “Chicken Noodle Soup”, parceria lançada em 2019.

Green Day no Brasil

Em tempo, o Green Day se apresenta no Brasil no dia 9 de setembro, como atração principal do quinto dia de Rock in Rio.

Destaque

Pip Pyle's Bash! - Belle Illusion (2004)

  E continuamos com mais Canterbury em mais um post curto e direto. Se o Soft Heap estava apenas nos dando as boas-vindas, com "Belle I...