quinta-feira, 4 de agosto de 2022

Kurt Cobain: a voz poderosa que impôs uma revolução musical

 

Kurt Cobain foi e será para sempre uma lenda da cultura pop/rock. A sua carreira musical, mesmo que terminada de forma abrupta e precoce, foi marcada por uma ferocidade que revolucionou o mundo da música. Ainda hoje, Kurt Cobain é relembrado por ter transformado a angústia do punk rock em música pop como nunca antes tinha sido visto… ou melhor, ouvido. Considerado como emocionalmente versátil, o líder dos Nirvana reflecte também uma pesada herança deixada pela música rock, blues e folk.

É um facto de que para uma pessoa se tornar uma “estrela” tal como a concebemos não basta ter talento ou génio, por vezes parece ser necessário também possuir um vazio interior negro e profundo. O problema é que as “estrelas” não são seres divinos, mas sim homens e mulheres falíveis, que muitas vezes vivem atormentados por demónios e inseguranças à vista desarmada do público.

Em muitos casos, o sucesso comercial representa em simultâneo o ínicio do período de declínio pessoal, por norma envolvendo drogas e álcool. No mundo do entretenimento foram muitas as personalidades artísticas que confirmaram esta tendência, como Charlie ChaplinMarilyn MonroeEdith PiafJim MorrisonJohn Lennon ou Amy Winehouse. Infelizmente para todos os que adoravam ouvir novas músicas dos NirvanaKurt Cobain pertence a esta categoria de artistas.

Kurt Cobain: dos desenhos na parede aos Nirvana

Mas qual é a história de Kurt Cobain e porque razão criou um vazio interior tão intenso que o levou a terminar com a própria vida? O músico norte-americano nasceu a 20 de fevereiro de 1967 numa família simples da classe média. Os que se lembram dele em criança recordam que era muito criativo e que enchia as paredes do quarto com desenhos da Disney. Isto para não falar, claro, do facto de ter começado a tocar piano com 4 anos.


dvd-montage-of-heckNo entanto, um acontecimento veio mudar a vida de Kurt Cobain quando tinha apenas 11 anos: os pais divorciaram-se. Anos mais tarde, o cantor falou desta época com mágoa, confessando sentir vergonha pelo fim do casamento dos pais. Foi nesta fase também que se tornou mais insolente, desenvolvendo um espírito crítico, sarcástico e irónico que mais tarde seria usado na criação de músicas e letras dos Nirvana. Os registos dizem que chegou mesmo a frequentar terapeutas, após ter atacado vários colegas na escola. (Toda esta história é contada de forma brilhante no excelente documentário de 2015, intitulado Kurt Cobain: Montage Of Heck e assinado pelo realizador Brett Morgen. A filha de Kurt CobainFrances Bean Cobain, é a produtora executiva deste documentário totalmente autorizado e coproduzido pela Universal Pictures International Content Entertainment Group e pela HBO Documentary Films

Pouco depois conheceu Krist Novoselic e focou a sua atenção na música. Por esta altura, o jovem Kurt Cobain já tocava guitarra elétrica (uma prenda que recebeu aos 14 anos) e ansiava por criar uma banda. Assim nasceram os Nirvana. Em 1988, a banda grava as suas primeiras demos e é lançado o single Love Buzz, que causou sensação imediata em Seattle.

O trio tornou-se rapidamente uma banda de culto na cidade, alcançando um sucesso moderado com o disco Bleach (1989). Contudo, foi com o mítico álbum Nevermind (1991) que Kurt Cobain iniciou a escalada para o sucesso global e se tornou um ícone universal.

Considerado o disco mais importante da década de 90, Nevermind constitui um ponto de viragem na história da música. Muito do êxito do disco vem naturalmente da voz de Kurt Cobain, que verbalizou o mesmo vazio interior negro que sempre sentiu. Todavia, desta vez encontrou ressonância em muitos milhões de pessoas. Perante tamanho sucesso e exposição pública, Kurt Cobain iniciou a rota de descida, tendo apenas gravado mais um álbum (In Utero) antes de cometer suicídio em 1994.

Kurt Cobain: quando falta a excitação para ouvir e escrever

Na história de Kurt Cobain existe uma outra personagem a merecer destaque: Courtney Love. A cantora das Hole conheceu o líder dos Nirvana em 1989 quando assistiu a um concerto. A relação entre Love e Cobain, marcada pelo uso de drogas e pela música, culminou na gravidez de Courtney e no casamento dos artistas, no Hawaii.

Não muito depois, em 1994, Kurt Cobain suicidou-se na sua casa em Seattle. Aquela não era a primeira tentativa de suicídio do artista. O corpo, descoberto três dias depois por um eletricista que ia instalar um sistema de segurança na casa, estava acompanhado por uma carta de despedida a Boddah, o amigo imaginário de Kurt. Entre as suas palavras, diz: “Não tenho sentido a excitação de ouvir, bem como de criar música, assim como a de realmente escrever… há já alguns anos.”

DISCOS RECOMENDADOS DOS NIRVANA:

Bleach

nirvana-bleach

Nevermind

nirvana-nevermind

In Utero

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MTV Unplugged in New York

nirvana-mtv-unplugged

BIOGRAFIA DOS INXS


 






INXS

INXS (pronunciado In Excess) foi uma banda de rock australiana formada em 1977 por Andrew FarrissMichael HutchenceTim Farriss, Jon Farriss, Garry Gary Beers e Kirk Pengilly.

História

O grupo começou como The Farriss Brothers mas mudou de nome depois do lançamento do álbum INXS em 1980. O sucesso só viria em 1983 com o lançamento do compacto "Original Sin" e o grupo, que tocava mais o estilo New Wave mudou para um Rock mais puro durante o restante dos anos 80.

O auge da popularidade mundial do INXS veio com Kick, de 1987. A banda lançou sucesso atrás de sucesso como: New Sensation, Never Tear Us Apart, Need You Tonight, Mystify, Suicide Blonde, Disappear, Bitter Tears e By My Side.

Durante os anos 80 e 90 o INXS exerceu uma influência definitiva na música australiana, levando ao estrelato diversos músicos de sua terra natal. A banda trabalhava bem próxima de outros artistas da Austrália, como os The Models e Jenny Morris, ajudando-os a estabilizarem suas carreiras.

Em 22 de novembro de 1997 Hutchence foi encontrado morto na suíte 524 do hotel Ritz-Carlton em Sydney, às vésperas da turnê de celebração de 20 anos da banda, por suicídio. O cantor tinha um grave dano cerebral resultado de um incidente ocorrido na Dinamarca em 1992 que agravou um quadro de depressão.

Apesar disso a banda continuou, com Jimmy Barnes e Terence Trent D'Arby como vocalistas temporários. Jon Stevens, ex-Noiseworks começou a cantar com o INXS em 2000, e foi nomeado integrante oficial em 2002. Entretanto ele deixou a banda em 2003 após gravar somente uma canção ("I Get Up").

O INXS voltou a ser notícia em 2004 quando foi anunciado que um novo reality show chamado "Rock Star" apresentaria um concurso para encontrar um novo vocalista para a banda. J.D. Fortune um cantor canadense foi o vencedor do reality e permaneceu com a banda até agosto de 2011.

Em Novembro de 2012 confirmaram em comunicado o fim da banda de rock fundada há 35 anos.

Desde a sua formação em 1977, os INXS venderam mais de 75 milhões de álbuns.[1]

Em Portugal

No dia 12 de Junho de 1993, os INXS se apresentaram pela primeira vez em Portugal, no âmbito de uma digressão mundial de salas de espetáculo, "Get Out of The House", o concerto realizou-se no Pavilhão do Restelo em Lisboa. Ficou ainda prometido um concerto para o ano seguinte no Estádio de Alvalade, que nunca chegou a acontecer.

Em 2003, os INXS já sem Michael Hutchence, se apresentaram no dia 10 de Julho nas Dunas de S. Jacinto em Aveiro, como vocalista estava Jon Stevens.

A banda apresentou-se nos Açores em Angra do Heroísmo, no dia 25 de Junho de 2011, no último dia das Sanjoaninas 2011. O vocalista presente foi J.D. Fortune.[2]

No Brasil

No dia 19 de Janeiro de 1991, o INXS foi uma das atrações principais do Rock In Rio II, que se realizou no Estádio Maracanã.

Em 1994, passaram pelo Rio de Janeiro, São Paulo e Curitiba durante os dias 10,11,12 de Março respectivamente. Os concertos tiveram lugar no Estádio da Gávea, no Arena Anhembi e na Pedreira Paulo Leminski.

Em 2002, já sem Michael Hutchence, a banda se apresentou no dia 15 de Maio no Rio de Janeiro, no ATL Hall. E no dia 17 de Maio se apresentaram em São Paulo, no Via Funchal. O vocalista na época era Jon Stevens.

Discografia

Álbuns de estúdio

Ao vivo

Compilações

EPs

Integrantes

Lista cronológica:[3][4][5]

  • Garry Gary Beers — Baixo (1977 – 2012)
  • Andrew Farriss — Teclados, guitarra (1977 – 2012)
  • Jon Farriss — Bateria, teclados (1977 – 2012)
  • Tim Farriss — Guitarra (1977 – 2012)
  • Michael Hutchence — Vocal principal (1977 – 1997)
  • Kirk Pengilly — Guitarra, saxofone, vocal de apoio (1977 – 2012)

Turnê/participações especiais:

  • Jimmy Barnes — Vocal convidado (1998)
  • Terence Trent D'Arby — Vocal convidado (1999)
  • Jon Stevens — Vocal (2002–2003)
  • J.D. Fortune — Vocal (2005–2011)




01. The One Thing
02. Original Sin
03. What You Need
04. Listen Like Thieves
05. Shine Like It Does
06. Need You Tonight
07. Devil Inside
08. New Sensation
09. Never Tear Us Apart
10. Suicide Blonde
11. Disappear
12. The Stairs
13. Heaven Sent
14. Beautiful Girl
15. The Strangest Party (These Are the Times)
16. Deliver Me
 


POEMAS CANTADOS POR RUI VELOSO

Ninguém Escreve à Alice

Rui Veloso

 

Era Outono e a tristeza

Caía naqueles lados

Como se dobrassem sinos

Com um toque de finados


O mundo chamava a Alice

E ela sem vontade de ir

Tão cedo para estar amarga

Mais ainda pra cair


Talvez uma só palavra

Talvez uma só missiva

Pudesse mudar a agulha

Dum coração à deriva


Mas o carteiro passou

Nada deixou, nada disse

E o recado não chegou

Ninguém escreve à Alice

Ninguém escreve à Alice


Até que veio o Inverno

Do seu descontentamento

Que lhe enregelou a alma

Com um frio mudo e lento


E uma noite foi para a rua

Com roupas de ritual

Ao longe brilhavam néons

Foi notícia no jornal


Talvez uma só palavra

Talvez um simples recado

Pudesse mudar a agulha

Dum coração desvairado


Mas o carteiro passou

Nada deixou nada disse

E o recado não chegou

Ninguém escreve à Alice


Mas o carteiro passou

Nada deixou nada disse

E o recado não chegou

Ninguém escreve à Alice


No Domingo Fui Às Antas

Rui Veloso


No domingo fui às antas

Vim de lá tão triste e tão seco

Entrei no tasco da esquina

E afoguei tudo num caneco

tudo num caneco

tudo num caneco


Depois à segunda-feira já me doía nos ossos

Quando assim penso fico seco

Mandei vir mais uns tremoços

E afoguei tudo num caneco

tudo num caneco

tudo num caneco


Desci santos pousada

A cantar à meia-noite

A mulher estava já deitada

Vomitei ao entrar na cama

E ela ficou tão danada

Que agora diz que já não me ama

não me ama

não me ama


Nunca me esqueci de ti

Rui Veloso


Ouça Nunca me esqueci de…

 

Bato a porta devagar,

Olho só mais uma vez

Como é tão bonita esta avenida...

É o cais. Flor do cais:

Águas mansas e a nudez

Frágil como as asas de uma vida


É o riso, é a lágrima

A expressão incontrolada

Não podia ser de outra maneira

É a sorte, é a sina

Uma mão cheia de nada

E o mundo à cabeceira


Mas nunca

Me esqueci de ti

Não nunca me esqueci de ti

Eu nunca me esqueci de ti

Não nunca me esqueci de ti


Tudo muda, tudo parte

Tudo tem o seu avesso.

Frágil a memória da paixão...

É a lua. Fim da tarde

É a brisa onde adormeço

Quente como a tua mão


Mas nunca

Me esqueci de ti

Não, nunca me esqueci de ti

Não, nunca me esqueci de ti

Eu nunca me esqueci de ti


Nunca me esqueci de ti

Não não não não não nunca me esqueci de ti


Não não não não não não não não

Nunca me esqueci de ti


Não não

Nunca me esqueci de ti..



RARIDADES

 

Sid Selvidge - Portrait (1969)



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Alan Ross - Are You Free on Saturday Night (1977)



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Stars - Stars (1976)



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Ross - The Pit & The Pendulum (1974)


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Ross - Ross (1974)



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Ro Ro - Meet at the Water (1972)



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quarta-feira, 3 de agosto de 2022

Quem Gravou o Primeiro Disco de Vinil?

 O disco de vinil representou uma grande revolução quando foi inventado, pois tornou possível levar música com qualidade às casas das pessoas. Também conhecido como long play ou LP, o disco de vinil, tem uma história muito interessante. Nesse artigo vamos apresentar a trajetória dessa mídia musical iniciando pelos primórdios e culminando com a sua substituição por CDs e streamings.

O Início de Tudo: A Invenção do Disco de Vinil

 O responsável pela criação do disco de vinil foi o húngaro Peter Carl Goldmark que trabalhava na gravadora norte-americana Columbia Records na década de 1940. Nessa época a gravadora buscava uma opção de melhor custo-benefício ao disco feito de goma-laca da época, também conhecido como disco de 78 rotações.

Dentre as limitações dos discos de goma-laca estava o fato de serem pouco resistentes quebrando-se com muita facilidade e oferecer apenas quatro minutos de gravação. A empresa desejava contar com um material mais durável e que pudesse ser utilizado para gravar um número maior de canções.

Coleção de Disco de Vinil

Coleção de Disco de Vinil

Peter Goldmark conhecendo essas demandas da empresa trabalhou no aprimoramento do disco de goma-laca desenvolvendo então o disco de vinil. Isso somente foi possível porque o alemão Emile Berliner utilizava bolachas metálicas como mídia nos seus gramofones. As bolachas contavam com ranhuras através das quais o som era emitido, o mesmo princípio que foi aplicado por Goldmark aos vinis.

Incertezas

Não há consenso a respeito de qual foi o primeiro disco de vinil do mundo. Há quem acredite que o primeiro de vinil foi lançado em 1948 pela empresa alemã Dóitx Gramofôn substituindo assim o antecessor de goma-laca.

No entanto, há outras fontes que apontam que o lançamento do primeiro disco de vinil do mundo foi feito pela Columbia Records, também no ano de 1948 com uma gravação de “Mendelssohn Concerto In E Minor” executada pelo violinista Nathan Milstein. Independente dessa falta de consenso o vinil se tornou um acontecimento revolucionário para o universo musical.

Por Que o Disco de Vinil Foi Tão Inovador? 

O disco de vinil além de ser mais resistente do que o disco de goma-laca também era mais leve e suportava gravações dos dois lado

No começo oferecia a possibilidade de gravar em torno de 20 minutos (10 minutos de cada lado). Outro ponto a se destacar é que o disco de vinil tinha mais qualidade sonora. Do ponto de vista técnico o disco de vinil permitia um número maior de linhas no disco reduzindo assim o número de rotações por minuto (rpm) de 78 para apenas 33.

Disco de Vinil no Brasil

Assim como aconteceu com diferentes tecnologias ao longo da história, demorou algum tempo até que os discos de vinil chegassem ao Brasil. Somente em 1951 o disco de vinil começou a ser vendido em território brasileiro. O nome do primeiro LP nacional era nada menos do que “Carnaval”, mais brasileiro impossível.

Nesse LP havia marchinhas e sambas que foram feitos para o carnaval de 1951. As interpretações ficaram por conta de Os Cariosa, Heleninha Costa e Geraldo Pereira. Algo interessante de mencionar a respeito da história do disco de vinil no Brasil é que demorou até que a bolacha caísse no gosto popular por aqui.

O sucesso mesmo dos vinis só aconteceu no ano de 1964, a partir de então os discos de goma-laca ficaram no passado. O disco de vinil se manteve soberano no mercado musical até o ano de 1996. Em 1984 uma nova tecnologia havia sido lançada com o nome de CD. Foi lenta a transição do disco de vinil para os pequeninos CDs, isso fez com que as grandes gravadoras se mantivessem produzindo vinis até meados de 1997. Depois disso se tornou financeiramente inviável.

Do Disco de Vinil Para os CDs 

Embora muitos se mostrassem resistentes em abandonar os LPs para aderir aos CDs essa mudança se mostrava inevitável. Os CDs era menores, mais leves e o principal, permitiam gravar um número maior de músicas. Além de qualidade sonora eram portáteis.

Os CDs demoraram a engrenar, mas quando engrenaram se tornaram um grande sucesso. Ao lançar a versão final do CD, a Sony lançou no mercado o aparelho conhecido como discman que era a atualização do walkman (toca-fitas). O sucesso dos CDs fica evidente a partir do momento em que os fabricantes de som automotivo passam a lançar modelos que permitiam ouvir CDs nos carros.

Do CD ao Streaming

Após o CD o próximo passo foi a digitalização da música, as pessoas agora ouvem suas músicas preferidas pelo computador ou smartphone. Foram desenvolvidos programas especificamente pensados para a compra de música digital. Há uma série de serviços de streaming musical hoje em dia. Os serviços de streaming funcionam com base em assinatura e permitem que o usuário escute suas músicas preferidas onde e como quiser.

Do Streaming e CDs Novamente ao Vinil

O disco de vinil mostrou toda a sua força ao voltar a ganhar destaque no mercado mesmo depois do sucesso do CD e da criação do streaming. Podemos dizer que o disco de vinil foi apenas brevemente ofuscado por essas outras mídias sendo resgatados pelos apaixonados pela sua qualidade de som. Inclusive devemos citar que nos Estados Unidos os LPs nunca saíra do mercado.

No ano de 2009 empresários brasileiros perceberam que era um excelente investimento apostar no setor de vinis que voltava a ficar aquecido no mundo todo. Esses empresários recuperaram máquinas de uma gravadora que havia em Belford Roxo, Rio de Janeiro, e deram início a uma produção de vinis em território nacional.

O retorno do vinil foi bastante celebrado por quem sempre considerou os discos com maior qualidade de som do que os CDs e os streamings. Algo curioso é que até pessoas que viveram apenas o final da era dos discos de vinis são consumidores atualmente.

No ano de 2019 a Associação Americana da Indústria de Gravação (RIAA – sigla em inglês) divulgou um relatório que demonstrava que pela primeira vez desde o ano de 1986 a venda de discos de vinil foi superior a de CDs. Há um movimento de retorno ao disco de vinil, você faz parte dele?

Destaque

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