sexta-feira, 3 de fevereiro de 2023

BIOGRAFIA DOS The Gift

 

The Gift

The Gift é uma banda portuguesa, de Alcobaça, formada em 1994. No seu reportório, escrito em sua grande maioria em inglês, estão temas como Ok! Do you Want Something Simple? (1998), Driving You Slow (2004) e Fácil de Entender (2006). Tem no curriculo discos produzidos por grandes nomes Ken NelsonBrian EnoFloodHowie B

Biografia

Os primeiros anos

Sónia Tavares, The Gift - foto de João Loureiro

Em Setembro de 94, Sónia Tavares, Nuno Gonçalves, Miguel Ribeiro e Ricardo Braga (com idades compreendidas entre os 16 e os 21 anos) inscreveram-se no Concurso de Música Moderna do Bar Ben, em Alcobaça. A banda acabaria por ir passando de eliminatória em eliminatória, até chegar à final, e terminaria em 2º lugar – para grande surpresa de todos dada a curta existência do grupo.

Encarando o resultado do concurso como uma vitória e um estímulo, os The Gift começaram a aspirar a mais e deram o seu primeiro concerto em nome próprio no Mosteiro de Alcobaça, em Julho de 95. Seguir-se-ia o Centro Cultural de Belém, no “Espaço 7-9”], em Setembro de 96 e o convite para tocar no Porto, no bar Labirintho, em Novembro desse ano. Foi nessa noite, com o incentivo do dono do bar, José Carlos Tinoco, que surgiu a ideia de gravar a primeira maqueta do grupo. Desde esse dia e até Maio de 97 os The Gift empenharam-se a 100% na preparação do seu primeiro registo discográfico, tendo como ambição mostrar a sonoridade da banda aos media e às editoras. Deste esforço nasceu Digital Atmosphere, CD composto por 6 temas e uma parte multimédia com entrevistas e vídeos da banda, gravado em casa e sem edição comercial.

A vocalista Sónia Tavares no Tour AM-FM, em Aveiro, 3 de Março de 2005 - foto de J.P. Casainho.

O objectivo de chamar a atenção da indústria musical não seria atingido da forma desejada, mas as expectativas relativamente à crítica musical viriam a ser ultrapassadas, obtendo de imediato o reconhecimento por parte dos media.

Ainda nesse ano os The Gift partiram para a estrada, percorrendo cerca de 630 auditórios (muitos deles esgotados) e editando no final da digressão um vídeo com os concertos do Centro Cultural de Belém e do Cine-teatro de Alcobaça. Logo após a "Digital Atmosphere Tour" a banda ficaria reduzida a quatro elementos, com a saída de Ricardo Braga, permanecendo com a formação com que continuaria até hoje, e estabeleceria o objectivo de editar um novo disco, como banda independente, suportando todas as despesas e sem qualquer tipo de apoio por parte de alguma editora discográfica.

2000-2010

Ganham, em 2005, na categoria de "Best Portuguese Act", o MTV Europe Music Awards, prémios entregues esse ano em Portugal. Este reconhecimento é obtido através do seu álbum duplo AM-FM. A 30 de Outubro de 2006 lançam o álbum ao vivo e DVD Fácil de Entender, cujo nome é o de uma canção cantada em Português e faixa escondida do álbum AM-FM que foi apresentada no decorrer da "AM-FM Tour".

Em 2007 ganham o Globo de Ouro (SIC/Caras) de Melhor Grupo com o álbum editado no ano transacto Fácil de Entender.

Em 2009, Nuno Gonçalves é convidado a regravar Amália Rodrigues, nascendo Amália Hoje, com participação da Sónia TavaresFernando Ribeiro dos Moonspell e Paulo Praça dos Plaza.[1] O disco foi lançado a 27 de Abril e foi tornado público em televisão na Gala XIV Globos de Ouro na SIC, no dia 17 de Maio de 2009.[2] Entretanto a banda já está a preparar o sucessor de AM-FM com as gravações a serem feitas em Madrid.[3]

2010 - 2015

Com o lançamento do último álbum da banda, Fácil de Entender, a ter acontecido em 2006, é anunciado o lançamento dum novo álbum, Explode, em Fevereiro de 2011. Foi gravado durante 6 meses em Madrid e teve como produtor Ken Nelson ( ColdplayBadly Drawn Boy) O álbum foi disponibilizado no site da banda, ao preço que o consumidor desejasse pagar. Para apresentar as novas canções a banda programou para Março do mesmo ano, uma série de três concertos no Tivoli, Lisboa, e um em Madrid, em Maio.[4][5] O álbum em suporte físico foi colocado à venda em meados de Março de 2011.[6][7][8]

Foi anunciado a 19 de Setembro de 2011, a nomeação da banda para os prémios MTV Europe Music Awards, na categoria "Best Portuguese Act,

O primeiro single deste disco Explode chama-se Made for You e teve como protagonistas no video clip Lukas Haas e Isabel Lucas. Gravado em Los Angeles tinha a ideia ficcional da canção ser composta pelos dois.

Para alem deste primeiro single album que teve extraidos mais 3 singles e respectivos Videos. RGB, Race is Long e The Singles.

A digressão de Explode percorreu países como o Brasil, Estados Unidos, Espanha, Austrália.

No início do ano 2012, o site Art Vinyl elege o disco Explode, como uma das melhores capas do ano 2011. O álbum ficou em 27º lugar, numa lista de 50 melhores capas que inclui nomes como ColdplayThe Strokes e Jay-Z.[9] Ainda no início de 2012, e tendo passado menos de um ano do lançamento de Explode, a banda anuncia o lançamento de um novo álbum. Primavera foi lançado dia 9 de Janeiro, contendo doze faixas.[10]

Primavera foi gravado em 10 dias apenas na Black Box do Centro cultural de Belém. O disco teve como single a própria canção Primavera. O disco foi lançado numa digressão intensa com mais de 30 datas em teatros em Espanha e Portugal. Este disco é denso, profundo e foi gravado durante os meses de gravidez da vocalista Sónia Tavares.


2014 foi o ano da celebração dos 20 anos da banda. A banda editou um livro de Autoria de Nuno Galopim, um best of com temas novos, uma caixa com 3 dvds e dois cds. Foi um ano de celebração que teve como ponto alto os espectáculos no Meo Arena e no Pavilhão multi-usos de Guimarães.

Do disco 20 destaca-se o single Clássico. O tema teve um gigante nivel de airplay e rapidamente ficou conhecido como uma das musicas mais conhecidas da banda. O video Clip retrata e recria momentos deglória da banda. A digressão durou todo o ano de 2015. Em 2016 dava-se a conhecer aquilo que era o grande projecto de carreira da banda. O album Altar.


2016 - 2018 - ALTAR (produced and Co-writed by Brian Eno)

Altar foi gravado entre Meder (Galiza), Alcobaça e Londres. Foi um projecto ambicioso desde o inicio. O album teve composição repartida entre Nuno Gonçalves, Sónia Tavares e Brian Eno.

A produção teve a cargo de BRIAN ENO e as misturas foram realizadas por um parceiro de longa data de Brian Eno FLOOD.

Teve como single de estreia o tema Love Without Violins featuring Brian Eno.

O que a banda disse:

"No inicio foi o sonho. No inicio e no final. Saímos de casa dele os dois. Com a certeza de tudo e com a certeza de nada. Sim, vamos trabalhar.

No inicio de cada manha a neblina. Este disco foi gravado durante as 4 estações. Mas estas estações eram representadas diante dos nossos olhos todos os dias.

No inicio de cada manha a neblina. As duvidas, as forças que nem sempre existem, a ausência de amor. Ás 9 em ponto o sol entrava na sala grande, rodeada de cabos de várias cores, candeeiros de chão criteriosamente montados e ligados 24 horas por dia.

As 9 em ponto entrava o sol. Good Morning everyone. E ali tudo mudava.

O forte deste disco é sem duvida a sua construção. E isso é ingrato para quem o escuta. O forte deste disco é isso mesmo, a construção com neblina, sol, chuva e vento lá por fora.

As canções foram ganhando vida, corpo, raízes e folhas. Folhas goteando a água de uma manha húmida. Foram-se soltando de nós. Foram-se soltando de mim que as fazia no inicio, foram ganhando mãos que fque as ajudaram a subir montagens a pique. Foram ganhando a forma e o espírito próprios. Trabalhar com Brian Eno é isso mesmo, é dar uma vida nova às canções que eram nossas. E ficam a ser de ninguém . ficam a ser delas mesmo. Ganham vida, casa e família. Neste disco vivemos tudo.

Divórcios, filhos, despedidas e encontros. Suor sangue e lágrimas. Mas havia sempre o sol que entrava às 9 em ponto e isso fazia-me rir, crescer e fazer que as músicas ganhassem músculo pra sair.

Altar. No inicio foi o sonho. E a grandeza do mosteiro. Todos os dias tamanha grandeza. Altar é o respeito pela cerimonia. A grandeza e a espiritualidade do seu significado. Altar é a luz que rompe o nevoeiro de manha. É o sol a esconder-se no final do dia, projetando as nossas sombras numa parede de trás da sala povoada por instrumentos. É poesia escrita diariamente num quadro branco onde se idealizavam histórias, sorrisos, onde se desabafavam as nossas penas e medos. Altar é a história da não desistência. Altar é correr em frente acreditando que o futuro nos dê mais pernas e mais mãos pra subir as mais altas montanhas, os mais altos vitrais. Altar é um disco de 10 canções, intemporais. Feitas durante dois anos. Pensadas ao longo de 3. Sonhadas ao longo de 22. No inicio foi o sonho. Saímos de casa dele aos pulos.

O sol entra de novo pelas nove. E tudo recomeça. Uma e outra vez.

Altar é dançarmos a cantar. É sorrisos e abraços. Emoção do adeus. A emoção do não regresso. É divórcios e amor por dar. E amor por receber. Altar é a história de vida que conseguimos gravar e traçar em todos nós. Não há um antes e um depois. Há o presente.

Altar é a luz projetada no tecto da sala onde tudo se gravava. Altar é o rio que nos deu alma para escrever um hino. Altar é o quarto escuro que nos deu inspiração. È uma carta tirada ao calhas. Altar é o Mali a entrar por nós a dentro como faca afiada. É a despedia no mais alto dos prédios. Altar é o inicio de grito com violinos e ritmos a destempo. É o peixe gordo que nunca queremos ser. Altar é o amor desenfreado e frio. Altar é a esperança de uma pista de dança com luzes violetas.

No inicio foi o sonho. No final, mesmo no final conseguimos acordar, e o resultado está aqui. Altar, o novo disco dos THE GIFT."


CRITICA A ALTAR

Altar’, an absolute ‘Gift’ of an album!

“The band embraces a cosmopolitan approach to songwriting that melds a plethora of musical influences into a, and atmospheric dream rock. It sounds like a strange brew of styles behese artists somehow pull it off. Matt the Raven, Under The Radar

“[...] ‘Altar’, however, is their most universally appealing album to date, as well as, for the band, the most memorable, and not just thanks to Eno’s techniques, which included recording in dark rooms and using an electric callus remover as an instrument.” 8/10 Wyndham Wallace, UNCUT

Let’s hope this is the band’s true breakout moment into a global market

“‘Altar’ covers the gamut of musical styles, but everything feels organic and belongs. ‘Altar’ will become a favorite on your playlist, as The Gift does not disappoint.” Elizabeth Schneider, Impose Magazine . ‘Altar’ will become a favorite on your playlist, as The Gift does not disappoint

“After seeing them perform live in Groningen there’s no doubt that the band would give their all regardless of whether they were performing to 30 people or 30.000. Onstage they’re a unit of talented musicians, constantly aware of what each person is doing. It helps that they’re a close-knit family (literally – [Nuno] Gonçalves’ brother is bassist and keyboardist John Gonçalves) and have been doing this for more than two decades.” Roisin O’Connor, The Independent

“‘Altar’, The Gift sixth studio album in two decades, deserves to be known, beyond the Iberian peninsula. The androgynous voice of Sónia Tavares and the tubular compositions of the keyboardist Nuno Gonçalves, have the right balance between efectiveness and mystery.” Bruno Lesprit, Le Monde

Eno has rarely sounded so current and vital. “Ultimately it’s a fantastically high tempo electronic pop record, it’s album of the year material, and yes I know it’s only April.” Ben O’Sullivan, Guestlist

“[...] The result is a record full of twists and turns, irresistible melodies and melancholic melodrama.” Wyndham Wallace, Classic Pop

ALTAR it’s a fantastically high tempo electronic pop record, it’s album of the year material, and yes I know it’s only April. “The ten song collection shows all the hallmarks of

Eno’s classic work; the attention to detail, immense musicality, and artful turns that still retain tremendous accessibility. The album, however, equally illustrates the band’s talents – chief writer Nuno Gonçalves stands out for many of the same reasons as well as infusing the band’s material with a sense of identity that isn’t easily duplicated. ‘Altar’ is a winner from the start and brings its audience in immediately. This is a band that knows who to work with and, rest assured, they wouldn’t have attracted the attention of auteurs like Eno and Flood if they weren’t capable of headlining the bill. Let’s hope this is the band’s true breakout moment into a global market.” 9/10 Steve Burris, GasHouseRadio

“The Gift had the crowd in the palm of their hand from the moment they walked on stage. In singer Sónia Tavares The Gift have a classic rock front woman. Not only did her voice get better as the set went on, but she fed of the crowd’s energy and enthusiasm. Musically The Gift sounded amazing, with soaring strings, glitchy synths and a level of passion and self-belief that made Brian Eno want to produce their new album, ‘Altar’.” Gigwise, UK

They’re a broad, glittery, unapologetic offering to live music enthusiasts everywhere. Eno has rarely sounded so current and vital; the inspiring effect that working with this quartet has on him is apparent from the first. The Portugal based out has long been distinguished for their intelligence and verve they bring to their songwriting and performances but ‘Altar’ stands, early on, as their greatest achievement yet. The Gift’s ‘Altar’ is an often inventive, involving musical and dramatic experience benefiting from the presence of one of the great producer in music history, but the band’s talents are impressive enough as well.” 8/10 Lydia Hillenburg, Indie Music Review

‘Altar’ is an extraordinary album of ambitious indie-electronic art-pop recalling the peak work of Talking Heads, Depeche Mode and David Bowie. Altar’ is an extraordinary album of ambitious

indie-electronic art-pop recalling the peak work of Talking Heads, Depeche Mode and David Bowie. Consisting of ten timeless songs from the thrilling ‘Love Without Violins’ where Eno shares vocals with singer Sónia Tavares’ – to the synth-pop explosion of ‘Clinic Hope’ the album is a perfect representation of a band in constant evolution and artistic growth as they perfectly bridge the gap between alt-pop and electronic sounds. ‘Altar’ is one of the most captivating releases of the year.”Mandy Tchounga, New Wave District

“What if The Gift are the best thing you will discover in 2017?Only a fool would dismiss this.” 4/5 Mark Elliot, Record Collector

A masterful culmination of the last few years of The Gift musical development, drawing together the strength of their unique live performances and expertly crafted production in what is one of the most captivating releases of the year. This is the album to which mankind will be speaking for coming years. Brian Eno and The Gift made ‘Altar’ and: Yes, dear Radiohead listener, you can roll here with the eyes. Because it will be theatrical, it will be colorful, it will be great . This is pop out of the heart. Yes, synthesizers are here. Yes, there are just ten simple, small songs. Yes, the world will not be changed by this music. But the faith alone counts that this band could make their album with fairy dust and sunshine – and it could make a difference. If bliss was audible, it would sound like ‘Altar’.”Björn Bischoff, PlattenTests

This is the album to which mankind will be speaking for coming years. "Altar’ doesn’t have any dead spots, it deserves to be listened as it was done: no pressure, calmly, with quality (that is: on a stereo that doesn’t hurt the musicians and the producer’s commitment to subliminal) it can be enjoyed without hazard or secondary effects, as a superior manifestation of talent and hard work, as a consecration – the term is horrible on itself but perfectly justifiable – of a Band that never let anyone pollute their behavior or ideas.”João Gobern, Diário de Notícias

"Portuguese alt-rock group The Gift show they are ready to take over the world with their clever pop songs. Their theatrical aesthetic is combined with twitching electronics and the best female vocalist any band could ever hope for – Sónia Tavares’ powerful presence is the focus of the band; The BBC Radio 6 Music play listed single ‘Clinic Hope’ and the Clash and The Independent-acclaimed ‘Love Without Violins’, are the highlights of the set.” David M Trent, Subba Cultcha

The album is a perfect representation of a band in constant evolution and artistic growth as they perfectly bridge the gap between alt-pop and electronic sounds

“One release after another, this alt-pop quartet is setting the bar higher and higher for themselves. This is impressive, but more impressive is how they consistently match their past achievements and set a new standard for themselves on future releases. The Gift’s talents, led by keyboardist Nuno Gonçalves’ writing skills, is a superb artistic unit in every regard and what they can accomplish is apparently limitless. ‘Altar’ rates as the band’s greatest work yet.” 9/10 Jason Hillemburg, Skope MagIcons of the Portuguese independent scene for more than twenty years, The Gift singer radiates on stage. Imagine Blondie with a little bit of goth, she completely controls the atmosphere of the concert with her voice, sometimes twisted on the low, sometimes pushed to the highest treble.” Ana Benabs, Les Unrockuptibles

"In its native Portugal, the decades-old The Gift is a moody marvel of alt-art-pop: an electronically induced ensemble led by its co-creator, writer and keyboardist Nuno Gonçalves, to be something of a bull in the salon – a variation on the themes of a (far more somber) Talking Heads or latter period, Heathen-era David Bowie. With those reference points, it’s no wonder that The Gift has called upon the talents of Byrne/ Bowie producer and collaborator, Brian Eno, not only to twiddle the knobs behind ‘Altar’ (with Flood as his mixer, no less) but to co-write, play and sing. Despite Eno’s vocals taking up space with the Gift singer Sónia Tavares’ on the dashing, ascending “Love Without Violins” and such, ‘Altar’ is happily the Gift’s alone – just Eno tweaked. Each track feels epically layered, yet oddly open, and the entirety of ‘Altar’ seems jigsaw puzzle-piece fit and interlocking. Impressive.” AD Amorosi, Magnet Magazine

“With their circus of lights and their hallucinogenic songs, The Gift radiate a magnetic personality, in great part by a spectacular frontwoman like the singer Sónia Tavares, unstoppable on stage. [...] Although nothing comparable to the moment Tavares got off track and, surrounded by an audience she asked to sit on the lawn, sang “Everything Now” by Arcade Fire and “My Way”, made famous in the voice of Frank Sinatra. Fernando Navarro, El Pais

2019 - VERÃO

Verão é o ultimo disco a ser editado. Teve de novo a colaboração de Brian Eno. Sobre este album a banda escreveu

"O Verão dos Gift...Este Verão é ou não a continuidade óbvia da Primavera. Neste verão o preto e branco dá lugar ao azul escuro.. Neste verão o preto e branco da ausência de cor dá lugar ao vazio de uma sala de estar com luz do sol, ameno, sossegado, impulsivo... Dá lugar ao calor visto desde dentro. Este Verão não é das praias e da pele salgada. Não é dos olhos que parecem ser verde esmeralda. Não é das paixões que acabam por carta. Não é das viagens com vidros abertos. Não é do mar. Não é o verão das cores vivas ao sol. Neste Verão corre apenas uma brisa. Uma suave brisa. Este é o mote para o novo disco que será lançado ainda no primeiro semestre de 2019 e que traz ecos de uma "Primavera" bem vivida e de uma passagem inspiradora por um "Altar" emblemático."

Discografia

Álbuns

Álbuns ao Vivo

Singles

Retirados do álbum Vinyl:

Retirados do álbum Film:

Retirados do álbum AM-FM:

Retirados do álbum Fácil de Entender:

Retirados do álbum Explode:

Retirado do álbum 20:

Retirados do álbum Altar:

Retirados do álbum Verão:

  • 2019: Verão

Compilações

  • 2007Lisboa (Universal Music) - com o tema inédito "In Repeat"[11]

Bandas sonoras

VHS/DVD

  • 2000Vinyl tour- A single hand camera documentary, by Gonçalo Covacich. (VHS)
  • 2004AM-FM DVD (Documentário "On the road"; Making of AM-FM).
  • 2006Fácil de Entender DVD- concerto ao vivo.
  • 2011- Explode DVD (Making of Explode, Madrid / Índia / Alcobaça)

Livros

  • 2000- The Gift- a single diary : fotografias da Vinyl (álbum) tour, por Ana Pereira.
  • 2015- The Gift "20": a história dos 20 anos da banda de Alcobaça, por Nuno Galopim.

Prémios

Nacionais

Internacionais

  • 2005 - MTV Europe Award for Best Portuguese Act

Kendrick Lamar - To Pimp a Butterfly (2015)

Mais do que comentários sociais, "To Pimp A Butterfly" é um apelo à ação tão meticulosamente elaborado que merece toda a sua atenção e mais um pouco. A música está no centro da mensagem, misturando rap, jazz, funk, soul e palavra falada, reunindo a herança negra em punhados para cimentar algumas das vozes mais significativas da história recente e dar grandes passos para a cultura. É um álbum tão sombrio quanto os tempos - quando a turbulência internalizada não pode mais ser contida e alcança irmãos e irmãs por uma chance maior de liberdade das correntes enferrujadas da injustiça. Os heróis de "To Pimp A Butterfly" não são apenas celebrados através das palavras faladas: o baixo de Thundercat, o sax de Terrace Martin e o piano de Robert Glasper tocam sua própria forma de elogio ao longo do disco. O álbum mais aclamado de 2015 atinge as profundezas que o mainstream da música costuma ser reticente em mergulhar, extraindo uma expressão densa, complexa e teatral de um mal-estar social que vem se revelando mais rapidamente desde o lançamento do álbum. A experiência é desgastante e esmagadora ainda hoje, como deveria ser, considerando a falta de mudanças significativas em cinco anos. O conforto nunca foi o alicerce de uma revolução - quando a dignidade humana clama contra sistemas construídos para mantê-la trancada em gaiolas, educar a si mesmo e aos outros sobre a gênese desses sistemas pode desencadear uma fome de justiça que artistas como Kendrick sentiram desde o momento eles entraram no mundo como o conhecemos. expressão complexa e teatral de um mal-estar social que vem se revelando mais rapidamente desde o lançamento do álbum. A experiência é desgastante e esmagadora ainda hoje, como deveria ser, considerando a falta de mudanças significativas em cinco anos. O conforto nunca foi o alicerce de uma revolução - quando a dignidade humana clama contra sistemas construídos para mantê-la trancada em gaiolas, educar a si mesmo e aos outros sobre a gênese desses sistemas pode desencadear uma fome de justiça que artistas como Kendrick sentiram desde o momento eles entraram no mundo como o conhecemos. expressão complexa e teatral de um mal-estar social que vem se revelando mais rapidamente desde o lançamento do álbum. A experiência é desgastante e esmagadora ainda hoje, como deveria ser, considerando a falta de mudanças significativas em cinco anos. O conforto nunca foi o alicerce de uma revolução - quando a dignidade humana clama contra sistemas construídos para mantê-la trancada em gaiolas, educar a si mesmo e aos outros sobre a gênese desses sistemas pode desencadear uma fome de justiça que artistas como Kendrick sentiram desde o momento eles entraram no mundo como o conhecemos.

A aspiração de "To Pimp A Butterfly" de falar a muitos caules para a constatação de que a experiência da lagarta, limitada por sua condição de mobilidade extenuante, é compartilhada por milhões de seus pares - e somente a borboleta pode viajar e ver a multidão de lagartas segurando sua preciosa vida por uma chance de abrir suas asas. E mesmo assim, a vida útil de uma borboleta raramente deixa muito tempo depois do despertar. Kendrick vem de um lugar onde ele teve que superar muitas das armadilhas institucionalizadas que a América colocou para ele cair. A morte domina tanto a experiência afro-americana em bairros desfavorecidos que muitos Kendricks nascidos em Compton O segundo álbum do álbum parece um audacioso dedo do meio para a possibilidade enervante de morrer a qualquer dia sem motivo melhor do que a concentração de um pigmento nas células da pele. Kendrick discute o domínio que seu ambiente de educação ainda exerce sobre ele em Institucionalizado. Assim como em várias outras faixas do disco, ele gasta uma energia considerável abordando a reverência hipócrita das massas pelos negros 'bem-sucedidos' (onde o 'sucesso' está correlacionado com fama e riqueza) - que rapidamente desaparece na ausência de sinais de fortuna. For Free? aborda em parte como a comunidade de onde ele vem está sofrendo uma lavagem cerebral para igualar o sucesso a fazer uma moeda e deixar essa comunidade - na medida em que o valor de um homem é medido pelo tipo de carro que ele dirige mais do que por sua moral de pé. Ao som de jazz co-escrito por Terrace Martin, Kendrick recupera seu valor como artista e como homem. Os instrumentais de estilo improvisado, combinados com excursões aventureiras com cadência vocal, criam uma mistura sonora extática - um interlúdio de 2 minutos que parece mais polido do que álbuns inteiros que revi - ahem. Em você, encontramos Kendrick lutando contra a depressão e lutando contra o amor próprio ("Amar você é complicado" se repete repetidamente em um monólogo autodirigido, como se para exorcizar os próprios pensamentos). A faixa é terrivelmente crua, com algumas letras muito autodepreciativas que soam como se fossem um caso grave de síndrome do impostor - estremeci quando ouvi "Eu te digo, seu maldito fracasso - você não é um líder / Eu nunca gostei de você, sempre te desprezo - eu não preciso de você!". Ele sabe o que ele' está fazendo, usando sua voz teatralmente desde a urgência do início da música até os soluços bêbados do final. Além disso, ele impressiona com o alcance vocal em "Amar você é complicado", indo das profundezas de suas entranhas ao topo de sua voz.

A faixa marca um ponto de virada, sugerindo que a luta para amar a si mesmo e à sua comunidade é a chave para a mudança. "To Pimp A Butterfly" cristaliza ainda mais a ideia de que a arte e a sociedade estão profundamente interligadas, algo que o público mais amplo tende a esquecer em uma era de música pop que até recentemente não recuperou espaços onde as vozes se alinham com a intenção. A grande luta pessoal de Kendrick em jogo aqui tem a ver com a forma como ele vê seu lugar na cultura e no avanço dos direitos humanos: ele reconhece suas falhas, suas fraquezas, ao mesmo tempo em que admite ambições de ter seu nome inscrito no panteão das potentes vozes negras do nosso tempo ao lado de gigantes como Nelson Mandela. Logo após o desespero de vc, Tudo bem lança uma tábua de salvação ao invocar imagens religiosas e buscar em Deus a garantia de prosperidade emocional futura e paz de espírito. A faixa respira o estilo de produção de Pharrell por completo, com seus vocais de fundo característicos e um padrão de batida que me lembra de seu trabalho subsequente com Ariana em seu "adoçante". Até mesmo a introdução é a marca registrada de Pharrell: a primeira batida da música é repetida quatro vezes como se estivesse presa em um loop antes de lançar o acelerador a todo vapor (um movimento que ele usou em "Milkshake" de Kelis, seu próprio "Happy" e "Frontin'", também como "Drop It Like It's Hot" de Snoop e agora infame "Blurred Lines" de Robin Thicke). É otimista e esperançoso enquanto faz referência de onde vem essa necessidade de uma perspectiva positiva. Vindo logo depois de você, Tudo bem confirma que duas escolhas se apresentam aos oprimidos: esperança ou morte. No contexto do álbum, Alright não soa tão esperançoso quanto soaria sozinho quando você percebe que a alternativa para sua atitude é a mais sombria de todas. Cinco anos depois, as palavras ainda ressoam meticulosamente: "Ni ** a, e nós odiamos po-po / Quero nos matar mortos na rua fo sho '". A penúltima música, i, chega em um momento oportuno. Da mesma forma que o contraste entre u e Alright, segue The Blacker The Berry com uma mensagem de que a liberdade da auto-aversão é a chave para a revolução que impede. Kendrick optou por uma mixagem de som ao vivo com o ruído da multidão na parte de trás, dando-lhe uma vibração mais comemorativa do que sem. O álbum mais perto, Mortal Man vê Kendrick escrevendo a si mesmo na longa linhagem de líderes culturais negros (com menções explícitas a Mandela, MLK e Malcom X) para a emancipação, tão imperfeito quanto ele ("Enquanto eu lidero este exército, abra espaço para erros e depressão") . Seu fluxo é mais solene do que na maior parte do álbum, não deixando dúvidas sobre a seriedade da intenção por trás de seu registro.

"To Pimp A Butterfly" parece estranhamente profético: é tão oportuno agora, cinco anos após seu lançamento, quanto era em 2015 - se não mais. Acredito que provavelmente fala com mais pessoas do que quando saiu - especialmente aqueles que não chegaram perto das experiências de Kendrick em Compton -, seguindo a erupção de consciência em que estamos. Sobre seu público, Kendrick havia dito na época "Não estou falando com gente do subúrbio. Estou falando como alguém que foi arrancado de um carro e tinha rifles apontados para mim". Como monumento de elevação da cultura negra, seu primeiro alvo são as comunidades que deseja formar. O álbum começa com uma metáfora estendida de como artistas negros de sucesso são "cafetão" pela indústria do entretenimento para trompas e sax animados por Terrace Martin e vocais de Dr. Dre, Anna Wise, Ash Riser, Josef Leimberg e Whitney Alford. Wesley's Theory abre o álbum com uma amostra de Boris Gardiner sobre a recuperação da palavra n nos anos 70. A música então borbulha e resmunga em antecipação ao resto do álbum. Kendrick se esquiva da sedução do Tio Sam e de suas promessas vazias de riqueza, desde que corte os laços com seu passado e identidade - em essência, trocando comunidade por idolatria. A queda da graça parece tão iminente com o rei Kunta. Baseado em Kunta Kinte, um personagem escravo do romance de Alex Haley que teve seu pé direito cortado por causa de sua tentativa de escapar da plantação, a faixa destaca como as instituições (do governo aos básicos da indústria, você pode nomeá-las) se sentem desconfortáveis ​​com a morte de um homem negro. sucesso. Na primeira chance que tiverem, vão cortar as pernas dele, desse homem que se recusa a ser prostituído. Musicalmente, ele borbulha, atinge um nível totalmente diferente do anterior; a composição reflete uma marcha inexorável para a frente, tornando-se cada vez mais densa à medida que avança. Isso me lembra assustadoramente de "California Love" de 2Pac, um homem referenciado em todo o álbum cuja influência em Kendrick é inegável. Agora eu quero chegar ao The Blacker The Berry. Esta é a mais avassaladora e talvez a mais importante de se ouvir hoje. Aborda a fetichização da negritude - do povo e da cultura - em um mundo onde ser minoria está na moda desde que você não precise vivê-la. O empurra e puxa pode ser traumatizante para a experiência negra, noção concentrada nas falas: “Tudo preto, quero tudo preto / Não Kendrick foi criticado por sua opinião em The Blacker The Berry por arriscar diluir as mensagens importantes do movimento Black Lives Matter ao apontar que os negros em CEPs subfinanciados e marginalizados têm sido uma ameaça para si mesmos - um argumento facilmente voltado contra a comunidade negra. pelos mal-intencionados para apoiar a desconcertante teoria de que o racismo sistêmico não existe. No entanto, o álbum inteiro faz o trabalho de extrair as causas da violência infligida por e aos negros nesses espaços para lançar luz sobre o fato de que, de fato, o racismo institucionalizado É a principal força motriz em ação. A reprovação potencial, portanto, não está realmente em meus olhos. Congruente com a mensagem, a música é agressiva - certamente não de forma gratuita -, cinematográfica e urgente.

Finalmente, terminando com uma entrevista chocante de Tupac olhando para o destino da próxima geração de homens negros na América, condiz com o recorde. "To Pimp A Butterfly" não é um álbum para encobrir uma vez e esquecer: ele vai te mastigar e cuspir. O disco é voluntariamente exigente com o ouvinte, aparentemente dizendo "já houve um tempo para passividade? Se você acredita que sim, certamente veio e se foi como o estalar de um chicote. Agora, o que você fará?". Agora, o que você vai fazer?


PRMLSCRM - XTRMNTR (2000)

XTRMNTR (2000)
New Oxford American Dictionary define um grito primal como “uma liberação de intensa frustração básica, raiva e agressão, esp. que foi redescoberto por meio da terapia primal”.

E assim chegamos à banda Primal Scream, que esteve, por quase duas décadas, um pouco desalinhada com seu nome. Poderia muito bem ter sido uma ironia intencional, já que seus primeiros lançamentos eram essencialmente um jangle pop animado e Screamadelica espalhando cores vibrantes por todo o lugar. Mesmo o sombrio Vanishing Point de 1997 tinha mais uma sensação passiva-agressiva e perseguidora do que qualquer outra coisa.

Bem, Bobby Gillespie finalmente percebeu por volta da virada do século que ele teria que cumprir a promessa implícita de nomeação que fez em 1982, e os resultados não decepcionam - XTRMNTR pega hard rock, colide com frenético electronica, e produz um assalto furiosamente barulhento de som de todos os cantos. Basta ouvir “Accelerator”, uma onda desesperadamente furiosa de guitarra distorcida e vocais quase inaudíveis, para entender o que o Primal Scream está buscando. É uma experiência auditiva desconfortável, com certeza, mas deveria ser assim. O XTRMNTR exige sua atenção da mesma forma que uma sirene de ataque aéreo: perfurando tudo e qualquer coisa, gritando positivamente "saia do caminho!"

Trazido a bordo para reforçar o ataque está Kevin Shields, da fama de My Bloody Valentine, que o faz com estilo inconfundível. É muito fácil apenas despejar ruído abrasivo em um mixer de áudio, apelidar de “um protesto sônico” e encerrar o dia, mas o Scream aproveita a oportunidade para afiar seus instrumentos de guerra para dano máximo, como instrumentais como “MBV Arkestra” e a vitrine “Blood Money” no estilo thriller de espionagem. A entrega vocal de Gillespie também está no ponto durante a maior parte do álbum, com referências repetidas à propaganda do governo, doença terminal desenfreada e decadência urbana formando a base da perspectiva paranóica de XTRMNTR .

Infelizmente, é difícil manter um ritmo tão violento por sessenta minutos, e há alguns erros - um grande infrator a esse respeito é “Pills”, onde, após uma impressionante sequência inicial de quatro canções, Gillespie inexplicavelmente tenta sua mão fazendo rap por alguns minutos. “Insect Royalty” soa um pouco cansada com suas letras repetidas desnecessariamente, e Primal Scream deveria ter deixado o remix do The Chemical Brothers de “Swastika Eyes” para o lançamento do single, por mais bem feito que seja. O resto do XTRMNTR , porém, é um protesto implacável e punitivo, e um que, com a retrospectiva adicional de nove anos, talvez seja ainda mais apropriado do que era em seu lançamento.


O dia em que a música morreu


O dia em que a música morreu

Em 3 de fevereiro de 1959, Ritchie Valens, Buddy Holly e J.P. Richardson (The Big Bopper) morreram no fatal acidente aéreo que chocou o mundo da música à época

No início dos tempos do Rock ‘n Roll, o estilo popular de música que surgiu nos Estados Unidos em meados da década de 1950, um trágico e fatal acidente de avião foi a causa da morte de três músicos famosos, bem como de seu piloto.

Em 3 de fevereiro de 1959, Ritchie Valens, Buddy Holly e J.P. Richardson estavam em um avião enquanto suas bandas faziam uma turnê pelo meio-oeste. Correndo para uma forte tempestade de inverno sobre Iowa, o avião deles caiu em um milharal e os três músicos morreram, junto com o piloto Roger Peterson. Os fãs de Rock ‘n Roll em todos os Estados Unidos lamentaram a perda desses homens, com várias músicas e filmes sendo feitos nos anos seguintes.

imagem do acidente

História do dia em que a música morreu
Mais de uma década após o acidente de avião com esses amados músicos, o compositor Don McLean imortalizou os homens em sua música, “American Pie“, que incluía na letra “o dia em que a música morreu”.

Hoje, o Dia em que a Música Morreu é uma homenagem a esses músicos e à cultura geral do rock ‘n roll na década de 1950. Pode ser aproveitado como um momento para lembrar aqueles que abriram o caminho e empurraram a música para as bordas há mais de meio século.

Como passar o dia em que a música morreu
Procurando ideias para mostrar apreço por O dia em que a música morreu? Aqui estão algumas ótimas ideias para celebrar a vida desses músicos incríveis:

Ouça músicas dos músicos que morreram
Em homenagem ao dia em que a música morreu, reserve um tempo para celebrar o gênio musical dos três homens, Ritchie Valens, Buddy Holly e J.P. Richardson.

La Bamba” de Ritchie Valens (1958). Cobrindo uma canção folclórica mexicana, esta é uma das adaptações mais populares e agora está listada como um dos 500 maiores sucessos de todos os tempos da Rolling Stone.
That’ll Be the Day” de Buddy Holly and the Crickets (1957). Gravado com uma banda diferente um ano antes, se tornou super popular.
Chantilly Lace” por The Big Bopper (1958). Gravada por J.P. Richardson, também conhecido como The Big Bopper, essa música tem uma melodia super cativante e letras que homenageiam uma garota de olhos grandes.
Oh garoto! por Buddy Holly e os Grilos (1957). Parte do álbum “The ““Chirping” Crickets“, essa música tem letras divertidas.

Visite Clear Lake, Iowa

Muitas pessoas gostam de prestar homenagem aos quatro homens que morreram no acidente de avião de 1959, visitando o local em 3 de fevereiro de cada ano. Talvez esta seja uma boa maneira de comemorar o dia em que a música morreu, fazendo uma viagem memorial ao local e fazendo uma vigília com velas e um momento de silêncio.

Assista a um filme sobre os músicos
Seja um documentário ou uma recontagem fictícia, experimente assistir a um desses filmes que conta a história dos músicos de O Dia em que a Música Morreu:

  • The Buddy Holly Story (1978).
  • La Bamba (1987).
  • The Day the Music Died (1999).


Xandria lança o novo álbum “The Wonders Still Awaiting”

 

Banda germânica libera seu novo full-lenght, quebrando um hiato de 5 anos e estreando nova formação com destaque para a nova frontwoman

The Wonders Still Awaiting” é o primeiro álbum do Xandria após a remontagem da banda, incluindo a estreia da nova vocalista Ambre Vourvahis. Em nota, a banda anunciou a chegada do trabalho:

Nosso novo álbum “The Wonders Still Awaiting” já está disponível!
Estamos extremamente felizes em finalmente compartilhar com todos vocês, colocamos nosso coração e alma nele e esperamos que gostem.

Queremos agradecer a todos que participaram: nossos queridos músicos, @luki_knoebl pelo impressionante arranjo orquestral, @hansen_jacob pela mixagem e masterização, @ally.storch pelo belo violino e violoncelo, @sawdustrec e @julian_breucker pelas gravações vocais . McAlbi pelos apitos baixos e estanho, Johannes Schiefner pelas flautas Uillean, à Sofia Session Orchestra&choir e o coro infantil da Rádio Nacional da Bulgária.

E queremos agradecer a todos pelo apoio, isso significa o mundo para nós.
✨Diga-nos quais são as suas músicas favoritas✨



Tracklist:

Two Worlds
Reborn
You Will Never Be Our God
The Wonders Still Awaiting
Ghosts
Your Stories I’ll Remember
My Curse Is My Redemption
Illusion Is Their Name
Paradise
Mirror Of Time
Scars
The Maiden And The Child
Astèria
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Destaque

Malefic Oath – The Land Where Evil Dwells (Demo 1992)

  Country: Netherlands   Tracklist   1. Intro 01:04 2. Prediction Of The Unborn Son 04:34 3. The Endless Way To The Unknown 03:11 4. Garde...