quinta-feira, 13 de julho de 2023

Os 10 melhores álbuns de rap de estreia

O hip-hop há muito tem uma relação especial com o álbum de estreia - talvez mais do que qualquer outro gênero. Um álbum de estreia marca a introdução de um MC ao mundo. Isso define seu legado. E, na maioria das vezes, é considerado sua obra-prima mais definitiva. Por exemplo, o Dr. Dre tinha The Chronic . Nas tinha Illmatic . Jay Z tinha uma dúvida razoável . Biggie tinha Pronto para Morrer .

Aqui estão os 10 maiores álbuns de estreia do hip-hop de todos os tempos.

10
de 10

OutKast - Southernplayalisticadillacmuzik

Outkast Southernplayalisticadillacmuzik

Ano : 1994

Destaques : "Player's Ball", "Git Up, Git Out"

O grupo mais consistente do hip-hop começou com uma nota forte com Southernplayalisticadillacmuzik. A primeira apresentação de OutKast funcionou em parte porque Big Boi e Andre 3000 redefiniram a percepção da maioria das pessoas sobre o rap sulista . Eles criaram uma experiência muito mais progressiva e, em última análise, familiar. Eles eram "dois garotos drogados em um Cadillac" com rimas espirituosas e produção inspirada no funk.

09
de 10

Kanye West - The College Dropout

Kanye West abandonou a faculdade

Ano : 2004

Destaques : "Jesus caminha", "Nave espacial"

O caminho para a estreia de Kanye West, The College Dropout , foi pavimentado com grandes expectativas. West quebrou todas as barreiras colocadas à sua frente, lutando contra o fogo para entregar um dos melhores álbuns de hip-hop de todos os tempos. A mistura de soul, sagacidade e calor de The College Dropout tornou-o um dos favoritos entre os fãs do hip-hop, jovens e velhos. Foi ainda validado pelo Grammy de Melhor Álbum de Rap .

08
de 10

A Tribe Called Quest - People's Instinctive Travels and the Paths of Rhythm.

Peoples Instinctive Travels And The Paths Of Rhythm cover

Ano : 1990

Destaques : "Bonita Applebum", "Can I Kick It?"

A impressionante estréia de A Tribe Called Quest atraiu os amantes do hip-hop alternativo e ainda ressoa hoje. Um destaque que você provavelmente já ouviu é "Bonita Applebum", uma ode a uma gata do ensino médio que ganha pontos de bônus por sua mensagem de sexo seguro: "Eu tenho profiláticos malucos".

07
de 10

De La Soul - 3 Feet High and Rising

Impressão Giclée da obra de arte original do álbum de De La Soul, 3 Feet High and Rising, desenhada por Toby Mott.
Toby Mott/Wikimedia Commons/CC BY-SA 3.0

Ano : 1989

Destaques : "Eye Know", "Poholes in My Lawn"

Um dos álbuns mais inovadores de seu tempo, 3 Feet High & Rising, de De La Soul, ultrapassou os limites do que era considerado possível no hip-hop do final dos anos 80 e início dos anos 90. Mais de duas décadas após seu lançamento, a estreia do grupo ainda é agradável do começo ao fim. O segundo álbum deles também não foi tão ruim.

06
de 10

Kendrick Lamar - good kid, m.A.A.d city

bom garoto, cidade mAAd
Foto da Amazon

Ano : 2012

Destaques : "Don't Kill My Vibe", "Backseat Freestyle"

Há muito o que amar na estreia de Kendrick Lamar na Interscope. Para começar, é um álbum de rap notável em todos os sentidos, o rap pode ser notável nesta época. É um retrato da selva pelos olhos de uma presa. E apesar de uma rejeição ao Grammy, foi bem recebido pelos fãs, críticos e colegas.

05
de 10

Dr. Dre - The Chronic

O Crônico
Foto da Amazon

Ano : 1992

Destaques : "Nuthin' But a G Thang", "Stranded on Death Row"

A estreia solo de Dr. Dre, The Chronic , é um dos álbuns de hip-hop mais importantes de todos os tempos. Com um jovem e faminto  Snoop Dogg interpretando seu hábil braço direito, Dre cativou o hip-hop com G-funk e batidas de baixo que anunciaram o novo nome comandando o jogo.

04
de 10

Wu-Tang Clan - 36 Chambers

Entre no Wu-Tang: 36 Câmaras
Foto da Amazon

Ano : 1993

Destaques : "CREAM", "Bring da Ruckus"

A estreia do Wu-Tang Clan, 36 Chambers, não foi apenas uma grande coleção de canções. Ele também introduziu uma série de personagens que alcançariam grandes alturas individualmente. O som corajoso de Wu, alimentado por RZA, foi o cenário perfeito para sua narrativa excêntrica. Este álbum é a razão número um pela qual Wu-Tang é amplamente considerado o maior grupo de hip-hop de todos os tempos .

03
de 10

Jay Z - Reasonable Doubt

Jay-Z Dúvida Razoável

Ano : 1996

Destaques : "Can I Live", "Feelin' It"

Antes de Reasonable Doubt, de Jay-Z, o rap mafioso carecia de nuances, mas não de substância. Jay estudou o jogo e aperfeiçoou o modelo. Além de contos de materialismo meticulosamente elaborados, ele acrescentou um lado vulnerável que personificava os senhores de rua menos do que o normal. Um dos melhores álbuns que o hip-hop já testemunhou.

02
de 10

Notorious B.I.G. - Ready to Die

Notorious BIG pronto para morrer

Ano : 1993

Destaques : "Gimme the Loot", Juicy"

Ready to Die  é amplamente reconhecido como uma obra-prima do hip-hop. E por um bom motivo. O primeiro passeio de Biggie é um sulco arado hidratado por contos viscerais de sobrevivência. O único álbum lançado durante a vida de Biggie é atraente o suficiente para enfrentar praticamente qualquer trabalho de hip-hop de sua época. Ready to Die alcançou o ouro em dois meses e a platina em um ano. Ele também alcançou uma prestigiosa classificação de 4,5 microfones no  The Source , que elogiou a narrativa de Biggie.

01
de 10

Nas - Illmatic

Illmatic
Foto da Amazon

Ano : 1994

Destaques : "NY State of Mind", "One Love"

Nas é jovem, faminto e inspirado ao longo de sua estreia inovadora. Com seu bairro, Queensbridge, como pano de fundo constante, Nasty Nas oferece histórias vívidas sobre cabeças cegas, damas voadoras e prisioneiras. Partes iguais sombrias e esperançosas; becos escuros e raios de sol. No final, Nas criou uma potente peça de poesia que ainda perdura.


 

quarta-feira, 12 de julho de 2023

“Falso Brilhante” (Philips/Phonogram, 1976), Elis Regina

 


Em dezembro de 1975, Elis Regina (1945-1982), estreava no Teatro Bandeirantes, em São Paulo, o espetáculo “Falso Brilhante”. Com direção de Míriam Muniz, o espetáculo contava um pouco da trajetória de Elis, desde o começo, ainda criança cantando em programas de rádio em Porto Alegre até o estrelato como cantora, no Sudeste do país, na juventude. Combinando música, teatro e circo, o espetáculo ficou em cartaz por mais seis meses em São Paulo, onde foi sucesso de público e de crítica. Toda a narrativa era contada de maneira muito lúdica.

O repertório do espetáculo era um misto de canções folclóricas com e músicas de compositores consagrados. Elis cantava, representava, trocava de figurino. Na banda, todos os músicos se fantasiavam, representavam um personagem. Seu então marido, o tecladista César Camargo Mariano, era o “Palhaço”; Natan Marques (guitarra rítmica) era o “Espantalho”; Crispim Del Cistia (guitarra solo) era o Super Crispim; Wilson Gomes (baixista) era “Drácula”; e Realcino Lima Filho, o Nenê (baterista) era o “Cowboy”.

O sucesso do espetáculo em tão pouco tempo, motivou Elis a entrar em um novo projeto: gravar um disco baseado no espetáculo “Falso Brilhante”. Em janeiro de 1976, Elis e sua banda entraram em estúdio para gravar Falso Brilhante, o álbum. Para compor o repertório do álbum, ela selecionou dez das pouco mais de quarenta músicas do espetáculo que deu nome ao disco. O processo de gravação de todas as dez faixas foi rápido, apenas dois dias. 

Logo após o carnaval, no começo de março de 1976, Falso Brilhante chegou às lojas. Mas ao contrário do espetáculo, a crítica não reagiu bem ao álbum. Se com o espetáculo, a crítica foi totalmente elogiosa, com o álbum, ela se mostrou um tanto quanto cética e fria. Provavelmente, a crítica ainda estiva impactada com a força cênica e plástica do espetáculo. Ainda que baseado no espetáculo, o álbum foi gravado em estúdio, e talvez aí explique a reação fria da crítica. Uma gravação ao vivo, captando o clima e a energia do palco, talvez provocasse uma reação mais positiva da crítica.

Falso Brilhante, o álbum, faz uma mescla de compositores consagrados com jovens talentos, até então pouco conhecidos. Elis tinha um faro apurado para descobrir novos compositores, e talvez a sua principal descoberta tenha sido Belchior, que até então só tinha três discos gravados, mas sem grande repercussão. As duas primeiras faixas do álbum são dele, respectivamente “Como Nossos Pais” e “Velha Roupa Colorida”, dois rocks com direito a guitarra elétrica, justamente o instrumento contra o qual, oito anos antes, Elis liderou um fervoroso protesto ao lado de outros compositores da extrema esquerda da MPB.

Em “Como Nossos Pais”, cuja letra é uma crítica ao conformismo e a inércia de uma geração, Elis faz uma interpretação arrasadora e emocionante. “Velha Roupa Colorida” é uma espécie de continuação da faixa anterior, destacando a necessidade de estarmos atentos ao novo. A milonga “Los Hermanos”, do argentino Atahualpa Yupanqui (1908-1992), fala da união entre os povos latino-americanos e da liberdade, em pleno momento em que regimes autoritários dominavam a América Latina. "Um Por Todos", de João Bosco e Aldir Blanc, se mostra uma crítica velada à ditadura militar. Fechando o lado 1 do disco, “Fascinação”, versão em português da valsa francesa “Fascination”, de F. D. Marchetti e Maurice de Féraudy, já havia sido um sucesso aqui no Brasil na voz de Carlos Galhardo, em 1950, volta a ganhar o grande público com Elis, chegando a entrar na trilha sonora da novela “O Casarão”, da Globo, naquele ano de 1976.

O lado 2 do álbum começa com “Jardim de Infância”, de João Bosco e Aldir Blanc, que aborda o medo e a violência por trás de algumas brincadeiras infantis. De Thomas Roth, outro jovem compositor descoberto por Elis, “Quero” é uma folk music bucólica seguindo a mesma filosofia “bicho-grilo” de “Casa do Campo” gravada pela mesma Elis em 1970. O sentimento latino-americano volta com a guarânia “Gracias A La Vida", da chilena Violeta Parra (1917-1967).  Se por um lado “O Cavaleiro E Os Moinhos”, de João Bosco e Aldir Blanc, remete a Dom Quixote, ao mesmo tempo, seus versos parecem endereçados ao momento político em que vivia o país (“Acreditar na existência dourada do sol / mesmo que em plena boca / nos bata o açoite contínuo da noite”). O álbum se encerra com o romantismo intenso de “Tatuagem”, de Chico Buarque.

Se a crítica recebeu Falso Brilhante com indiferença, a reação do público foi completamente oposta. O espetáculo “Falso Brilhante” rodou o país com mais de 300 apresentações e se estendeu até fevereiro de 1977, o que contribui para impulsionar as vendas do disco. “Como Nossos Pais” foi o grande hit do álbum e fez Belchior ser descoberto pelo grande público. O sucesso da canção garantiu a ele um contrato com a Philips/Phonogram, e naquele mesmo ano de 1976, Belchior lançou pela gravadora o antológico Alucinação, que foi um dos grandes discos brasileiros daquele ano. De certa maneira, Falso Brilhante possibilitou a vinda ao mundo de Alucinação.

Embora o álbum Falso Brilhante tenha sido recebido friamente pela crítica na época de seu lançamento, sua reputação foi crescendo ao longo do tempo, principalmente após a morte de Elis Regina, em 1982. Hoje, o álbum é considerado um clássico da MPB, e sempre é associado ao espetáculo que deu origem. A edição brasileira da revista “Rolling Stone” colocou Falso Brilhante em 36º na lista dos “100 Maiores Discos da Música Brasileira”. Nada como o tempo para curar e rever conceitos.

Faixas:
  1. "Como Nossos Pais" (Belchior)
  2. "Velha Roupa Colorida" (Belchior)
  3. "Los Hermanos" (Atahualpa Yupanqui)
  4. "Um por Todos" (João Bosco - Aldir Blanc)
  5. "Fascinação (Fascination)" (F. D. Marchetti / Maurice de Féraudy, versão em português: Armando Louzada)
  6. "Jardins de Infância" (João Bosco - Aldir Blanc)
  7. "Quero" (Thomas Roth)
  8. "Gracias A La Vida" (Violeta Parra)
  9. "O Cavaleiro E Os Moinhos" (João Bosco - Aldir Blanc)
  10. "Tatuagem" (Chico Buarque - Ruy Guerra)



“Realce” (Warner, 1979), Gilberto Gil



Com Realce, Gilberto Gil fechou a trilogia “RE”, iniciada com o álbum Refazenda (1975), e seguido por Refavela (1977). Porém, entre Refavela e Realce, Gil mudou de gravadora, trocou a Philips pela Warner, que havia se instalado no Brasil em 1977. André Midani, ex-presidente da Philips/Phonogram e responsável pela instalação da Warner no país, havia convidado Gil para migrar para a nova gravadora.

Estreando na Warner em 1978, Gil lançou naquele ano o álbum duplo “Ao Vivo em Montreaux”, gravado no Festival de Montreaux, na Suíça. No mesmo ano, por incentivo de Sérgio Mendes e aposta da Warner, Gil gravou em Los Angeles, nos Estados Unidos, o álbum Nightingale, destinado apenas ao mercado norte-americano. Por volta de março de 1979, Gil e banda partiram para uma turnê pelos Estados Unidos para divulgar Nightingale. Porém, o álbum não teve repercussão esperada.

Mas, repercussão mesmo teve aqui no Brasil foi o compacto que ele lançou enquanto estava em turnê pelos Estados Unidos. “Não Chore Mais”, versão em português de “No Woman, No Cry”, hit de Bob Marley, fez um enorme sucesso e vendeu mais de 700 mil cópias. Foi uma das músicas mais executadas em rádio em 1979 no Brasil.

Gilberto Gil em 1979
Concluída turnê promocional de Nightingale, Gilberto Gil e sua banda se enfurnaram nos estúdios da Westlake Audio, em Los angeles, nos Estados Unidos, em maio de 1979 para gravar Realce, os mesmos em que Michael Jackson gravou o álbum “Off The Wall” naquele ano. Gil gravou o álbum com sua banda, mas contou também com um seleto grupo de músicos norte-americanos, alguns deles figuras ilustres como Steve Lukather, guitarrista do Toto, e do trompetista Jerry Hey, arranjador de metais do Earth, Wind & Fire, e o tecladista Michael Boddicker, especialista em sintetizadores e que estava trabalhando com Michael Jackson no álbum “Off The Wall”. A produção ficou a cargo de Mazola, que já havia trabalhado com Gil na gravadora Philips.

Em agosto de 1979, Realce chegou às lojas. O álbum se mostrou um desdobramento de Refavela. Se em Refavela, Gil fazia a ponte musical entre a Bahia e a África, em Realce, ele ampliava o seu leque sonoro incorporando o pop negro norte-americano como o funk e a disco music, e conectando-os com a musicalidade afro-baiana. O resultado foi um álbum com um pé na tradição, mas ao mesmo tempo de braços abertos para a contemporaneidade.

Contracapa de Realce

O álbum começa em grande estilo com os solos de guitarra de Steve Lukather na introdução de “Realce”. Com forte influência da disco music, a faixa que dá título ao álbum é uma celebração à felicidade, ao amor e à beleza. Em “Sarará Miolo”, Gil canta a autoafirmação da condição em ser mestiço. “Super-Homem – a Canção”, foi inspirada num comentário em que Caetano Veloso fez sobre o filme “Superman”, e é uma das mais belas canções já feitas em homenagem à mulher na música popular brasileira. Gil relembra seus tempos de juventude em Salvador em “Tradição”.

Abrindo o lado B do álbum, “Marina”, um clássico de Dorival Caymmi, ganha através de Gil uma versão contemporânea e pop. No samba “Rebento”, Gilberto Gil discorre de maneira muito poética, os vários significados que a palavra que dá título à música pode ter. Sua filha Nara Gil, então adolescente, serviu de inspiração para o ijexá pop “Toda Menina Baiana”. “Logunedé” é um canto para o orixá do Candomblé e que dá nome à faixa. O disco fecha com “Não Chore Mais” que já havia sido lançada como single meses antes do álbum sair.

O lançamento de Realce foi seguido por uma turnê nacional que passou por 30 cidades e que durou cerca de dois meses e meio.

Realce foi um dos mais bem sucedidos álbuns da carreira de Gilberto Gil, tanto do ponto de vista técnico quanto artístico e comercial. Foi um trabalho muito bem produzido, bem finalizado, e o fato de ter sido produzido em um dos melhores estúdios de gravação dos Estados Unidos, contribuiu muito. Das nove faixas do álbum, seis viraram hits, o que fez Realce ter chegado a pouco mais de 300 mil cópias vendidas. O álbum foi um divisor de águas, abriu as portas para orientação pop que Gil daria para sua carreira ao adentrar nos anos 1980.

Faixas:

Lado A
  1. “Realce"                    
  2. "Sarará Miolo"                      
  3. "Super-Homem - A Canção"               
  4. "Tradição" 

Lado B                     
  1. "Marina" (Dorival Caymmi) 
  2. "Rebento"                  
  3. "Toda Menina Baiana"                     
  4. "Logunedé"           
  5. "Não Chore Mais" (Vincent Ford / versão Gilberto Gil) 

Todas as faixas são de autoria de Gilberto Gil, exceto as faixas indicadas.



"Realce"

 


"Sarará Miolo"

 


"Super-Homem - A Canção"

 


"Tradição"

 


"Marina"


"Rebento"

 


"Toda Menina Baiana"

 


"Logunedé"

 


"Não Chore Mais" 

ROCK ART

 


IVANDRO feat. BISPO - BARCO (𝗟𝗘𝗧𝗥𝗔 da música)

 

ANDRÉ HENRIQUES - AS JANELAS SÃO DE ABRIR (𝗟𝗘𝗧𝗥𝗔 da música)

 


RITA BARATA - SOMBRA (𝗟𝗘𝗧𝗥𝗔 da música)

 

WATER FROM YOUR EYES RECRIAM “SOMETHING CHANGED” DOS INTERPOL

 


Os Interpol partilharam mais um avanço “Interpolations”, projeto a ser lançado nos próximos meses, que apresenta músicas do último álbum da banda, “The Other Side Of Make-Believe”, recriadas por um grupo de artistas que incluem Daniel Avery, Makaya McCraven, Jeff Parker, Jesu e Water From Your Eyes.

O novo tema, “Something Changed”, ficou a cargo dos Water from Your Eyes.

Destaque

CRONICA - PEACE AND LOVE | Peace & Love (1971)

  No final da década de 1960, o México buscava projetar-se como uma nação moderna e dinâmica no cenário internacional. Em 1968, a Cidade do ...