quinta-feira, 13 de julho de 2023

CANTORES FRANCESES (Laurent Voulzy)

 

Laurent Voulzy

Lucien Voulzy , nascido em 18 de dezembro de 1948), mais conhecido como Laurent Voulzy ([loʁɑ̃ vulzi] ), é um cantor, compositor e músico francês.

Vida e carreira 

Voulzy nasceu em Paris , França . Ele originalmente liderou o Le Temple de Vénus , de influência pop inglesa, antes de se juntar a Pascal Danel como guitarrista de 1969 a 1974. No entanto, ele é mais conhecido por seus esforços de composição colaborativa com o cantor e compositor Alain Souchon e sua carreira de cantor solo, que durou vários singles e álbuns de sucesso.

Voulzy teve um sucesso internacional com a música " Rockollection ". [1] As letras em francês foram intercaladas com algumas linhas de sucessos do rock clássico após o refrão.
Seus maiores sucessos também incluem os singles " Paradoxal Système " (que alcançou o Top 10 francês), "Le Soleil Donne" [2] - cantado em francês, inglês e espanhol - [3] e o duplo "Belle-Île-en- Mer,[7] Outras canções entraram nas paradas francesas ("Bopper en larmes", "Le coeur Grenadine", "Désir, désir", etc.). [8]
Voulzy também faz sucesso na Bélgica , Suíça e Québec ; e embora seja um artista francês, suas canções geralmente contêm vários idiomas (incluindo letras em inglês, [9] espanhol, [10] português , [11] alemão , etc.).

Em 2005, ele co-produziu e co-compôs o segundo álbum de Nolwenn Leroy , Histoires Naturelles .

Voulzy teve um grande sucesso com seu álbum La Septième Vague , que alcançou o primeiro lugar em 2006. O álbum inclui um cover do hit dos Everly Brothers " All I Have to Do Is Dream ", gravado em dueto com a cantora irlandesa Andrea Corr . A música foi lançada como single e também incluída no álbum de maiores sucessos dos The Corrs , Dreams: The Ultimate Corrs Collection .

Gravou em 2007 um dueto com o guitarrista francês Jean-Pierre Danel em seu álbum de sucesso Guitar Connection 2 . A canção alcançou a sétima posição nas paradas francesas em 2008. Para seu álbum de 2011, Lys and Love , Voulzy gravou um dueto na canção "Ma seule amour" com o cantor inglês Roger Daltrey do The Who . [12] Em 2007, ele excursionou pela França.



Parecido com






Fotos







Faixas principais

POEMAS CANTADOS DE CAETANO VELOSO


 

Canto do Mundo

Caetano Veloso

Canto do Mundo
Caetano Veloso

Pr'esse canto do mundo
De onde é que ele virá 
Do meu sonho profundo
Ou do fundo do mar

Com que voz cantará
Com que luz brilhará
Há de vir seja como for

Pr'esse canto do mundo
De onde virá o amor?

Nessa vida vazia 
Por que tarda meu bem?
Uma imensa alegria 
Que se guarda pra quem?

Seja um anjo do céu 
Seja um monstro do mar
Venha num disco voador
Mas que saiba que é meu
No segundo que olhar
Pelo encanto maior

Pr'esse canto do mundo
Quando virá o amor?

O meu amor... 
O meu amor...


Cara a Cara

Caetano Veloso

Cara a Cara
Caetano Veloso

Nas suas andanças
Danças, danças, danças, danças, danças
Na multidão
Veja se de vez em quando encontra
Contra, contra, contra
Os pedaços do meu coração

Tira essa máscara
Cara a cara, cara a cara, cara a cara
Quero ver você
No trio elétrico rico
Rico, rico, rico, rico, rico deseendoidecer
De alegria, ria, ria, ria, ria
Que a luz se irradia dia, dia, dia, dia
Dia de sol na Bahia



Resenha Live It Up Álbum de Crosby, Stills & Nash 1990

 

Resenha

Live It Up

Álbum de Crosby, Stills & Nash

1990

CD/LP

"Live It Up" veio pouco depois da reunião de Crosby, Stills e Nash com Neil Young, do qual lançaram o álbum "American Dream". Como o álbum não foi tão bem aceito, sendo que nem promoção a nível de turnês teve, a coisa parou por ali. Stephen Stills foi cuidar de sua carreira solo, assim como David Crosby, tendo lançado inclusive um novo álbum no período. Um pouco mais adiante, Graham Nash e David Crosby se uniram novamente na intenção de lançar mais um disco em duo, mas, como novamente se encontraram com Stills para uma apresentação por conta da queda do muro de Berlim, o disco acabou sendo direcionado para um novo lançamento de CS&N, ou seja, novamente como um trio.

Temos aqui um disco bem confortável, digamos assim. Seja para o ouvinte e também como deve ter sido para os músicos envolvidos. Com pouca ousadia e muito talento musical, foi certamente fácil criar uma dezena de boas canções, gravar e ir para o abraço. A meu ver, até que deu certo. "Live It Up" carece sim de energia, mas tem pouquíssimos momentos desperdiçados. O fato de ser um trabalho mais direto também é um ponto positivo.

O som aqui é mais um soft rock com um pouco de AOR e algumas leves influências de outros estilos, como uma abordagem mais caribenha de Stills na ótima "Tomboy". "(Got to Keep) Open", composta por Stills e Nash, bebe da mesma fonte. Nash, inclusive, é quem está mais na dianteira aqui e entrega bons momentos na pegajosa "If Anybody Had a Heart", composta por John David Souther e Danny Kortchmar, e também em "Live It Up", composta por Joe Vitale e que abre o disco com boa energia e sonoridade bem AOR. Crosby nos brinda com sua maravilhosa voz na deliciosa balada "Yours And Mine", além de "Arrows", sendo esta um dos momentos menos atraentes, assim como a cansativa "Straight Line" novamente cantada por Nash. Por fim, as minhas duas favoritas: a ótima balada de Stills "Haven't We Lost Enough?", e "After The Dolphin", contagiante e com linhas vocais muito bem executadas pelos três. Faltou falar da baladinha "House of Broken Dreams", também acústica e que não compromete, mas também não se destaca.

Apesar de ser um disco pouco lembrado pelos fãs e que foi deixado de lado até mesmo pelo trio em apresentações ao vivo de anos posteriores, "Live It Up" soa para mim como um ótimo disco em sua totalidade. De fato não impressiona, mas flui muito bem. Mas, cuidado para não comparar com os clássicos do trio e também do quarteto, pois aí é covardia.

Faixas:

Live It Up	3:55
If Anybody Had A Heart	4:28
Tomboy	3:19
Haven't We Lost Enough ?	3:06
Yours And Mine	4:39
(Got To Keep) Open	4:43
Straight Line	3:16
House Of Broken Dreams	3:20
Arrows	3:52
After The Dolphin	5:04


Resenha Animals Álbum de Pink Floyd 1977

 

Resenha

Animals

Álbum de Pink Floyd

1977

CD/LP

George Orwell criou uma das obras mais clássicas da literatura do século XX, "A Revolução dos Bichos" em 1945. A obra tinha uma mensagem de criticar a URSS e sua ideologia, o socialismo. Depois do lançamento de mais uma obra prima "Wish You Were Here" (1975) o contrato com a EMI acabou se expirando e a banda, em conjunto, comprou um edifício de três andares para fazer o seu próprio estúdio, mas depois reafirmaram o contrato com a mesma gravadora. Um ano depois, a situação da Inglaterra, em termos sociais e econômicos era grotesco. A violência policial era brutal, assim como o racismo, a indústria dominava o emprego, mas a inflação e o desemprego estavam que nem o Vasco da Gama no Brasileirão de 2020, caindo, mas tudo iria mudar com o movimento punk, que queria acabar com o Estado inglês através de músicas rápidas, curtas e críticas a Inglaterra. Na minha visão, era um movimento anárquico que queria acabar com o Estado de uma forma que não seria na base da violência. Sabendo de todo esse contexto, entendemos o que "Animals" queria trazer ao público, irei falar sobre as faixas de uma forma levemente condensada.

O disco abre com uma pequena faixa tocada por violões e pela voz grave e característica de Roger Waters intitulada de "Pigs on the Wing Part One". É uma música rápida, mas cativante pela sua simplicidade.
Em seguida temos uma música de simplesmente 17 minutos chamada de "Dogs" que fala sobre os polícias e a lei na Inglaterra, fazendo uma referência direta a parte que define os cães de "A Revolução dos Bichos". A faixa se inicia com violões, mas sem voz, por enquanto, de Roger Waters. Temos a adição de teclados e sintetizadores e o climas "pink floydianos" tocados pelo mestre Richard Wright. Logo depois, entra a bateria de Nick Manson. Depois entra a guitarra épica de David Gilmour. Depois entra o lendário solo de guitarra, que é emociante , impactante e lendário de guitarra. A música é totalmente contrária ao que o movimento punk pregava. O progressivo nessa época vivia uma fase de escuridão, pois, o movimento punk era o que as rádios preferiam passar, mesmo que nos shows, serem piores que em estúdio. Pink Floyd era uma das bandas mais odiadas pelos punks foi faziam muitas músicas longas, que na opinião dos mesmos, não fazia sentido. Uma lendária faixa. "Pigs (Three Different Ones)" é uma analogia sobre políticos e eles sendo porcos, criticando tanto a esquerda, centro e a direita inglesa. É uma faixa mais arrastada, com poucas mudanças ao longo de sua duração de pouco mais de 11 minutos. A guitarra tem a clássica assinatura de David Gilmour e sua partitura com um riff simplesmente antológico. A bateria se arrisca mais com o uso de percussão que Nick Manson não usaria normalmente no Pink Floyd. O baixo é groovado. O teclado é normal para os padrões do Pink Floyd, mas com menos aparição. Uma faixa clássica. Nem tem muito a dizer.

"Sheep" começa com um órgão com pegada de jazz bem suave, mas se acontecesse alguma tensão na faixa. Logo depois entra um baixo e uma bateria com a pegada de jazz ainda presente. Logo depois o andamento muda e a faixa vira um hard rock pulsante. A guitarra é rasgada, mas sem muitos efeitos de distorção. O ritmo da faixa me lembra muito o "The Revenge of Vera Gemini" da banda estadunidense Blue Öyster Cult. A faixa está presente no quarto álbum de estúdio "Agents Of Fortune" (1976), no qual, já fiz uma resenha. O andamento da faixa muda e o progressivo retorna de uma forma muito psicodélica, especialmente o órgão e sintetizador remetem essa mistura de subgêneros. Os climas voltam depois de um novo andamento. Nesse andamento, o baixo é bem groovado e técnico, utilizando até reverberação. O andamento volta para a faixa do BÖC, mas com uma diferença, o órgão é mais presente. A guitarra tem o seu momento de brilhar com um solo simplesmente épico, mas que se parece muito com um riff que xairi muito bem em alguma faixa do BÖC. Uma faixa antológica "Pigs on the Wing Part Two" encerra o álbum assim como se iniciou, com violões e a voz de Roger Waters.

"Animals" crítica em sua ideia principal, criticar o capitalismo, diferentemente da obra original que o inspirou, que crítica o socialismo. O álbum emprega, assim como Roger Waters, ideias social-democratas. A obra ainda nos dias atuais, faz ainda sentido para o mundo no qual vivemos. "Animals" mostra também a capacidade técnicas dos membros da banda. A guitarra rasgada de David Gilmour tem em minha opinião, a melhor performance na carreira. A bateria de Nick Manson não compromete, mas em alguns momentos, tenta se ousar. O baixo de Roger Waters tem uma das melhores performances, ficando somente atrás do trabalho seguinte, em "The Wall" (1979). O teclado tocado por Richard Wright é simplesmente marcante e dá aulas gratuitas como se faz climas como ninguém. O álbum é justamente o contrário o que a época pedia. Músicas longas e complicadas, se saindo bem contra o movimento punk. Um clássico do rock inglês e que prega uma mensagem que ainda, para muitos, é atual, mesmo se passando 46 anos de seu lançamento.


Resenha The Zealot Gene Álbum de Jethro Tull 2022

 

Resenha

The Zealot Gene

Álbum de Jethro Tull

2022

CD/LP

Confesso que quando recebi a notícia que uma das maiores bandas do progressivo inglês no início do ano passado pensei que seria uma piada de primeiro de abril fora de época. Notoriamente, eu estava errado e feliz por estar equivocado. A primeira mudança que podemos notar e que o guitarrista mais memorável da banda, Martin Barre não participa do álbum, e é substituído por Florian Opahle, guitarrista da banda que acompanha Ian Anderson, dono, líder e flautista do JT. Na verdade, a banda foi substituída pela banda acompanhante de mr. Ian Anderson, fazendo trabalho iguais e até melhores do que os membros antigos do JT. "The Zealot Gene" foi sendo iniciado em 2017, mas como o JT estava em turnês e ocorreu a pandemia, Ian Anderson decidiu suspender o projeto, mas voltou rapidamente pois diagnosticado com uma doença pulmonar. O projeto começou realmente em 2021, sendo finalizado em pouco mais de um mês. O álbum pode soar como conceitual, mas Ian Anderson garante que não é e que o álbum mostra referências bíblicas e seus pensamentos sobre a sociedades que vivemos.

"The Zealot Gene" não é a grande marca do Jethro Tull, nas é o melhor trabalho do quinteto em décadas de existência. O álbum contém a melhor descrição sonora da banda até então. A percussão e seu som são fabulosos, assim como o teclado e baixo que surtem mais efeitos de sensações que o ouvinte sente que está de volta a década de 1970 e dente que a essência do Jethro Tull está de volta, a essência de sempre duvidar da sociedade, como ela funciona e provocar o que Nietzsche e Sartre pensam sobre o mundo para qualquer pessoa, sendo religiosa ou não. O que senti falta nesse álbum seria uma guitarra marcante. Florian é um bom guitarrista, competente em seu papel, mas nunca será o icônico Martin Barre. A flauta de Ian Anderson contém o som mais limpo em toda a sua carreira, sendo o Jethro Tull e sua carreira solo. "The Zealot Gene" provoca o ouvinte repensar sobre assuntos que sempre estão na mídia, sendo tradicional ou alternativa sobre assuntos que possam ser polêmicos, como pensamento politico, o papel de Deus na sociedade contemporânea, o poder e seu propósito de existir. "The Zealot Gene" é um álbum que não um dos mais marcantes do Jethro Tull, mas possui um plano de fundo poderoso que irá provocar as pessoas a refletir suas escolhas de vida. O álbum possui excelentes instrumentais, especialmente para o teclado, órgão e sintetizador marcante e em um futuro próximo, antológico que será marcado na história, junto a um contrabaixo gorduroso, técnico e groovado. A bateria/percussão sempre foi algo mais do menos, sem muita grandes inovações e ousadias, só em alguns pequenos momentos, o que justamente aconteceu nesse álbum, é uma bateria mais do mesmo, mas que agrega, em partes e não compromete a ideia das faixas. A voz de Anderson é a mais relaxante de se ouvir em toda a carreira na música, junto com a flauta que possui o som mais limpo e polido de toda a história. "The Zealot Gene" é um álbum que não é tão marcante, mas é agradável de se ouvir e entender a ideia por trás do vigésimo segundo álbum do quinteto inglês. Definitivamente um dos álbuns do Jethro Tull.


Resenha The Conquest Of Time Álbum de Century 2023

 

Resenha

The Conquest Of Time

Álbum de Century

2023

CD/LP

E a onda revival 80s segue apresentando bons nomes...

Dessa vez, esbarrei com os suecos do CENTURY, duo formado na capital Estocolmo por Staffan Tengnér (vocais, guitarra, baixo) e Leo Ekström Sollenmo (bateria, guitarra, baixo), que também são parceiros no TØRONTO, grupo local de speed metal.

Apesar de formado tão recentemente, em 2020 para ser mais preciso, o grupo conseguiu acertar em cheio logo no seu debut, o ótimo “The Conquest Of Time” (2023).

Sem firulas e com toda aquela atmosfera dos velhos vinis/K7 oitentistas, o CENTURY tem riffs ganchudos, solos bem encaixados e vocais cheios de reverbs dando uma aura bem especial as suas curtas músicas - com nove faixas próprias, o disco contém menos de 40 minutos de duração, tempo suficiente para agradar o ouvinte, garanto.

Apreciadores do clássico heavy metal, NWOBHM e speed metal oitentista encontrarão no CENTURY um prato cheio. Gosta dos primórdios de JUDAS PRIEST, IRON MAIDEN, SAXON e HEAVY LOAD? Então pode dar o play sem medo!

Faixas como a cadenciada “Black Revenant”; “Sinister Star”; a pura heavy metal “The Conquest Of Time” e “Distant Mirror” foram as minhas favoritas, mas o disco no todo é bem linear, já que não há grandes mudanças nos sons, a dupla Staffan/Leo fez questão de se manter o mais fiel possível a proposta de recriar os primeiros passos do metal.
Formação:
Staffan Tengnér: vocais, guitarra, baixo (TØRONTO)
Leo Ekström Sollenmo: bateria, guitarra, baixo (TØRONTO, ex- LETHAL STEEL)

Faixas:
01 The Fighting Eagle
02 Black Revenant
03 Sinister Star
04 Victim In Chains	
05 The Conquest Of Time	
06 Master Of Hell
07 Distant Mirror
08 Breakthrough
09 Servants Of The Iron Mask


Destaque

Dio - Dream Evil (1987)

  Na segunda e última metade da década de 1980 as bandas de heavy metal pareciam perder as forças fazendo várias mudanças que nem sempre agr...