sexta-feira, 5 de dezembro de 2025

BIOGRAFIA DE Paul Di'Anno

 

Paul Di'Anno

Paul Andrews (Londres17 de maio de 1958 – Salisbury21 de outubro de 2024), também conhecido como Paul Di'Anno,[1] foi um cantor e compositor britânico, conhecido por ter sido vocalista da banda de heavy metal Iron Maiden entre 1977 a 1981, quando substituiu Paul Day, vocalista original da banda.[2]

Carreira

Iron Maiden

Paul cresceu em Chingford, subúrbio de Londres, e durante a adolescência cantou em várias bandas de rock enquanto trabalhava como açougueiro e cozinheiro.

Entrou no Iron Maiden após a saída de Dennis Wilcock, sendo apresentado a Steve Harris pelo baterista Doug Sampson, um velho amigo de Steve que tocou com ele na banda Smiler. Foi nesta época que Paul adotou o sobrenome "Di'Anno" — que depois ele usaria para afirmar ser descendente de italianos.

O primeiro teste com Paul não ocorreu, porque Paul foi preso pela polícia ao ameaçar um homem com uma faca em via pública, mas Paul acabou entrando na banda e gravando o primeiro álbum em 1980, Iron Maiden, que tornou-se um clássico do gênero, misturando punk com riffs de heavy metal e alguns elementos de rock progressivo. Em 1981, Paul gravou o segundo álbum, Killers, e um EPMaiden Japan.

Tensões começaram a surgir na banda por causa do comportamento de Paul. Alguns shows chegaram a ser cancelados por falta de vontade ou pelo estado em que Paul se encontrava, pelo uso excessivo de bebidas alcoólicas e outras drogas. Por causa desses problemas,[3] e alegando que a voz dele não se encaixava na proposta da banda, porque o estilo dele era mais próximo do punk rock,[4] a banda resolveu substituí-lo por outro vocalista que conseguisse cumprir os compromissos das turnês, e acabaram escolhendo o ex-vocalista do SamsonBruce Dickinson.[5][6] Segundo o jornal Daily Mail, Di'Anno recebeu cerca de 50 mil libras por direitos autorais ao deixar a banda aos 23 anos.[7]

Di'Anno

Após a saída do Iron Maiden, Paul montou uma banda própria chamada Di'Anno, com Lee Slater e P.J. Ward nas guitarras, Kevin Browne no contrabaixo, Mark Venables nos teclados e Dave Irving na bateria. A banda perdurou por dois anos, gravando apenas um álbum (Di'Anno) em 1984.

Em 1999 e 2000, Paul se reuniu com os músicos brasileiros para gravação do CD Nomad. Com Paulo Turin, guitarrista que já havia trabalho com Paul Di'Anno na BattlezoneChico Dehira, guitarrista da banda Karma; Felipe Andreoli que logo se tornou baixista do Angra; e Aquiles Priester, baterista do Hangar e depois do Angra. O CD teve uma turnê no Brasil mas teve uma turnê cancelada nos Estados Unidos devido a problemas de Paul com imigração.[8][9]

Battlezone

Em 1985, Di'Anno criou a banda Battlezone, com a qual fez shows por quatro anos e gravou três álbuns: Fighting BackChildren of Madness e Warchild.

Killers

Di'Anno em 2003

Após o fim da Battlezone, Paul e Steve Hopgood (também integrante do Battlezone) decidiram formar uma nova banda, que Paul nomeou Killers, em homenagem ao seu segundo álbum no Iron Maiden.

Rockfellas

Em 2011, Paul se uniu a músicos brasileiros como Canisso (baixista dos Raimundos), Marcão (ex-guitarrista do Charlie Brown Jr.) e Jean Dolabella (ex-baterista do Sepultura) para a formação de uma nova banda. Após um concurso em sua página no MySpace, a banda ganhou o nome de Rockfellas, iniciando uma turnê pelo Brasil. Após o Rockfellas, em suas últimas turnês pelo Brasil, Paul teve o apoio da banda porto-alegrense Scelerata em seus shows.[10]

The Beast is Back

No ano de 2015, Paul voltou ao Brasil em sua turnê "The Beast is Back", afirmando que esta seria sua última no país. Nesta turnê, o cantor foi acompanhado por músicos do Rio de Janeiro, contando com Vinnie Tex (guitarra), Thiago Velasquez (baixo) e o baterista Braulio Drumond, que atualmente fazem parte da banda da norte americana Leather Leone. Paul fez oito apresentações pelo país. Esses integrantes viriam fazer parte da nova banda de Paul, porém por problemas com a saúde, o vocalista teve que pausar suas atividades, deixando o projeto em standby. Em seus últimos anos em atividade, Paul se locomovia com cadeira de rodas.[11]

Warhorse

No início de 2022, Paul Di'Anno fundou uma nova banda ao lado de Hrvoje Madiraca e Ante "Pupi" Pupačić, chamada Warhorse.[12]

Saúde e morte

Um crowdfunder foi lançado em janeiro de 2021 para ajudar a arrecadar dinheiro para a cirurgia no joelho do cantor, após vários anos de problemas de saúde.[13] Em outubro de 2021, o crowdfunding atingiu sua meta, à qual Di'Anno agradeceu calorosamente a todos pelo apoio. Em novembro de 2021, Di'Anno se mudou para a Croácia para se submeter a tratamento e cirurgia no joelho. Após a cirurgia bem-sucedida, Di'Anno confirmou relatos de que o Iron Maiden ajudou a pagar a parte final de seu tratamento na Croácia.[14]

Di'Anno morreu em sua casa em Salisbury, em 21 de outubro de 2024, aos 66 anos.[7][15][16][17] A gravadora Conquest Music confirmou sua morte no mesmo dia e afirmou que Di'Anno morreu após "ser incomodado por graves problemas de saúde nos últimos anos que o restringiram a se apresentar em uma cadeira de rodas".[18][19] A autópsia confirmou que a causa da morte de Di'Anno foi uma parada cardíaca, ele sofreu uma ruptura do pericárdio e faleceu instantaneamente.[20]

Discografia

Com Iron Maiden

Com Di'Anno

  • Live at the Palace (VHS, 1984)
  • Di'Anno (1984)
    • "Flaming Heart" (1984)
    • "Heartuser" (1984)
  • Nomad (2000)
  • Live at the Palace (DVD, 2005)

Solo

  • The World's First Iron Man (1997)
  • As Hard as Iron (1997)
  • Beyond the Maiden (compilação, 1999)
  • The Masters (compilação, 1999)
  • The Beast (ao vivo, 2001)
  • The Beast in the East (ao vivo, 2003)
  • The Living Dead (2006)
  • The Maiden Years - The Classics (compilação, 2006)
  • Iron Maiden Days & Evil Nights (compilação, 2007)
  • Wrathchild - The Anthology (compilação, 2012)
  • The Beast Arises (DVD, 2014)
  • Hell Over Waltrop - Live In Germany (ao vivo, 2020)
  • The Book Of The Beast (compilação solo, 2024)

Com Battlezone

  • Fighting Back (1986)
  • Children of Madness (1987)
  • Warchild (1988)
  • Feel My Pain (1998)
  • Cessation of Hostilities (compilação com todos os três álbuns de estúdio Battlezone lançado + faixas demo de Children of Madness e uma nova faixa ao vivo, 2001)
  • The Fight Goes On (boxset incluindo todos os três álbuns de estúdio do Battlezone, 2008)

Com Killers a.k.a. Paul Di' Anno & Killers

  • Murder One (1992)
  • South American Assault Live (1994)
  • Menace to Society (1994)
  • Live (1997)
  • New Live & Rare (1998)
  • Killers Live at the Whiskey (2001)
  • Screaming Blue Murder – The Very Best of Paul Di'Anno's Killers (2002)

Com Gogmagog

Com Dennis Stratton

  • The Original Iron Men (1995)
  • The Original Iron Men 2 (1996)
  • Hard As Iron (compilação) (1996)

Com Praying Mantis & Paul Di'Anno, Dennis Stratton

  • Live at Last (1991)

Com The Almighty Inbredz

  • The Almighty Inbredz (1999)

Com Architects of Chaoz

  • League of shadows (2015)

Compilações

  • Metal for Muthas (com Iron Maiden, 1980)
  • Kaizoku (1989, música: "Danger on the Street II")
  • All Stars Featuring The Best Of British Heavy Metal & Heavy Rock Musicians (1991, música: "She Is Danger")
  • True Brits (1993)
  • True Brits 2 (1994)
  • True Brits 3 (1995)
  • Rock Hard Hard Rock (1994, músicas: "No Repair" e "She Goes Down")
  • X-Mas: The Metal Way (1994)
  • Killer Voices (1995)
  • Metal Monsters (1996)
  • Metal Christmas a.k.a. The 21st Century Rock Christmas Album (1996)
  • Hard ’n’ Heavy Rock (2001, música: "Lights Out")
  • Wacken Rocks (2001, música: "Wrathchild") (ao vivo)
  • Classic Rock, Classic Rockers (2002)
  • Metal Masters – Killers (2005, música: "Killers")
  • Rock Hard – Das Festival (2007, música: "Prowler") (ao vivo)

Em álbuns de tributo

  • In The Name Of Satan - A Tribute To Venom (1998, música: "Black Metal", com participação do Killers)
  • 666 The Number One Beast – tributo ao Iron Maiden (1999)
  • 666 The Number One Beast Volume 2 – tributo ao Iron Maiden (1999)
  • The Maiden Years – tributo ao Iron Maiden (2000)
  • Gimme All Your Top – tributo ao ZZ Top (2000, música: "Sleeping Bag")
  • The Boys are Back – tributo ao Thin Lizzy (2000, música: "Killer on the Loose")
  • Only UFO Can Rock Me – tributo ao UFO (2001, música: Shoot Shoot)
  • Another Hair of the Dog – tributo ao Nazareth (2001, músicas: "Hair Of The Dog" and "Broken Down Angel")
  • Hangar de Almas: Tributo ao Megadeth (2005, música: "Symphony Of Destruction")
  • Numbers from the Beast – An All Stars Tribute to Iron Maiden (2005, música: "Wrathchild")
  • World's Greatest Metal – tributo ao Led Zeppelin (2006, música: "Kashmir")
  • An '80s Metal Tribute to Van Halen (2006, música: "Ain't Talkin' 'Bout Love")
  • A Tribute to The Rolling Stones (2007, músicas: "I Wanna Be Your Man" e "Jumpin' Jack Flash")
  • Top Musicians Play The Rolling Stones (2010, música: "Paint It Black")
  • Thriller – A Metal Tribute To Michael Jackson (2013, música: "Bad")
  • Tribute to Rod Stewart and The Faces II (2015, músicas: "Hot Legs" e "Cindy Incidentally")

Como artista convidado

  • English Steel: Start 'em young (1993, música: "She goes down")
  • English Steel: Lucky Streak Vol. II (1994, músicas: "Danger", "Dirty")
  • Aciarium: The Heavy Metal Superstars (1996)
  • Re-Vision: Longevity (2001) (música: "Larvae")
  • Spearfish: Back, for the Future (2003) (música: "Justice In Ontario")
  • Destruction: Inventor of Evil (2005) (música: "The Alliance of Hellhoundz")
  • Michael Schenker Group: Heavy Hitters (2005) (música: "Hair Of The Dog")
  • Ira: Gloria Eterna (2008) (música: "Marshall Lockjaw")
  • Mantra: Building: Hell (2010) (música: "Master Of My Life")
  • Attick Demons: Atlantis (2011, música: "Atlantis")
  • Legions Of Crows: Stab Me (2011) (música: "Coventry Carol")
  • Så Jävla Metal: The History of Swedish Hard Rock and Heavy Metal (filme de 2011) (música: "Så Jävla Metal")
  • Wolfpakk: Wolfpakk (2011)[21] (Música: "The Crow")
  • Prassein Aloga: Midas Touch (2011, músicas: "See the Bodies" e "Flesh of Life")[22]
  • Layla Milou: Reborn (2012) (música: "You Own Control")
  • Scelerata: The Sniper (2012) (vocais convidados, co-autoria, composição)
  • Rushmore: Kingdom Of Demons (2013)
  • Red Dragon Cartell: Wasted (2014)
  • Hollywood Monsters: Big Trouble (2014, faixa bônus: "Fuck You All")
  • Odium: The Science Of Dying (2014) (música: "Die With Pride")
  • Maiden United: Remembrance (2015) (música: "Prowler")
  • Mikael Fassberg: Lazy Sunday (2015)
  • Coffee Overdrive: Rocket L(A)unch (2015) (música: "To The Top")
  • United Artists Against Terrorism: Heroes (2016)
  • Ibridoma: December (2016) (música: "I'm a Bully")
  • Mikael Fassberg: All or Nothing (2017)
  • AirForce (UK): Black Box Recordings Volume 2 (2018) (música: "Sniper")

Rivers of Nihil - Rivers of Nihil (2025)

 

Se vamos falar de metal, tem que ser brutal ou nada feito. Se você não consegue imaginar um álbum surfando na onda do metal extremo com um saxofone recorrente (além de piano, violoncelo e outros instrumentos), mudanças drásticas e criatividade sem limites, então convido você a descobrir o álbum autointitulado do Rivers of Nihil, o quinto álbum de estúdio da banda americana de death metal técnico. Ele solidifica seu som progressivo e moderno, fundindo death metal técnico com experimentação jazzística, música eletrônica e pós-rock, evocando as texturas densas que definem o estilo, mas com toques pessoais que criam um som verdadeiramente original. Esta obra de 50 minutos explora o lirismo e os elementos atmosféricos em uma efervescência ousada e experimental, definindo-se como uma jornada desafiadora que consolida a maturidade musical da banda e marca sua reinvenção com uma nova dinâmica vocal apresentando um forte contraste entre vocais guturais e limpos, exibindo toda a sua complexidade técnica e as ricas atmosferas que definem a banda.

Artista:  Rivers of Nihil 
Álbum:  Rivers of Nihil 
Ano:  2025
Gênero:  Metal Extremo
Duração: ----
Referência:  Discogs
Nacionalidade:  EUA


O álbum autointitulado do Rivers of Nihil , lançado em 2025, marca um ponto de virada e o início de uma nova era para esta banda da Pensilvânia. O álbum sugere um retorno às suas raízes e, simultaneamente, um novo começo — uma dualidade diretamente refletida na música. O guitarrista e arquiteto musical Brody Uttley buscou fundir o melhor da discografia anterior da banda, criando uma obra que recaptura a intensidade técnica e a brutalidade de seus primeiros álbuns, com riffs poderosos e grooves imponentes, mantendo, ao mesmo tempo, os elementos progressivos e atmosféricos de seus trabalhos mais aclamados.


A produção destaca-se pela sua limpeza e clareza, permitindo que cada camada instrumental, do death metal técnico aos interlúdios de jazz/pós-rock, ressoe com precisão, realçando elementos-chave como o uso distinto do saxofone, que enriquecem o som sem cair no caos. 

Rivers of Nihil foi uma daquelas bandas cujo álbum de estreia, "The Conscious Seed of Light" (2013), me cativou desde o primeiro segundo. Como qualquer verdadeiro fã de metal, senti-me compelido a comprar a versão física, especialmente porque a arte de Dan Seagrave capturou perfeitamente a essência do álbum. Depois, com "Monarchy" (2015), um disco muito mais enraizado no Death Metal Progressivo, a banda demonstrou que estava passando por um forte processo criativo. Eles ainda mantinham o núcleo poderoso e devastador do Death Metal em sua música, mas nos dois álbuns seguintes, abraçaram completamente o Metal Progressivo, abandonando a intensidade de seus dois primeiros lançamentos. Naquele momento, eu tinha poucas expectativas em relação aos seus trabalhos subsequentes. No entanto, agora a banda lançou seu quinto álbum de estúdio, autointitulado, mais uma vez pela Metal Blade Records. O que podemos esperar deste novo disco?... Vamos descobrir.
Esses americanos estavam em constante ascensão, com muitos fãs aguardando ansiosamente seus novos álbuns. Curiosamente, partindo da expectativa de que cada álbum fosse mais interessante que o anterior, a banda se deixou dominar por um único estilo. Agora, em seus dois últimos álbuns, o foco tem sido se tornar uma banda de metal progressivo. Assim, chegamos a "Rivers of Nihil", do qual não se esperava muito, nem que tivesse o mesmo conceito impactante dos dois primeiros álbuns, devido ao domínio absoluto do metal progressivo. Contudo, após algumas horas e dias ouvindo este quinto álbum de estúdio dos americanos, é interessante notar que seu lado death metal retorna em várias faixas. Embora não em sua forma mais completa, há ideias muito mais poderosas, e eles sabem como incorporar esse elemento ao seu som progressivo, que vinha ofuscando cada vez mais sua verdadeira essência. Agora, a banda atinge seu ápice, refletindo tudo o que vivenciaram nesses últimos 15 anos desde sua formação em 2009. A arte da capa, criada por Dan Seagrave, rompe com o conceito tradicional das capas de álbuns anteriores e demonstra que a banda prestou muito mais atenção a... todos os detalhes, como que a dizer que esta é a nova cara da banda em todos os sentidos.
Da faixa de abertura, “The Sub-Orbital Blues”, à faixa de encerramento, “Rivers of Nihil”, a presença do seu lado mais pesado, ou Death Metal, está no seu auge. Embora talvez não tão pronunciado quanto nos seus dois primeiros álbuns, esta nova versão apresenta resultados melhores. Os vocais, agora com uma multiplicidade de vozes, conferem uma sensação muito mais aberta, e é evidente que dedicaram muita atenção a cada detalhe. De vocais limpos com efeitos a vocais de black metal e death metal, e uma avalanche de riffs poderosos, o resultado é uma obra-prima de 50 minutos. Músicas como “Dustman” e “Evidence” exemplificam isso, exibindo uma ferocidade incrível ao longo de todo o álbum. Este é o maior trunfo do álbum, pois finalmente encontraram o equilíbrio certo para se definirem verdadeiramente como Death Metal Progressivo, superando os seus dois álbuns anteriores em muitos aspetos. Como sempre, a presença do saxofone é fundamental para o seu som complexo e ideias marcantes, e funciona excecionalmente bem no geral. Em músicas como "Criminals", entre outras, o sutil elemento de riff de Black Metal se destaca, pois é brilhantemente integrado à música, resultando em uma sonoridade intensa. O fato de todos os integrantes cantarem no álbum proporciona à banda uma ampla gama de texturas, permitindo que explorem diversas ideias sem perder a essência sonora. É um álbum surpreendente, com cânticos psicodélicos e circenses que, em "Criminals", vão te deixar de queixo caído.
"Rivers of Nihil" não recebeu muita atenção devido à sequência de álbuns medianos, mas, como sempre acontece, quando menos se espera, a banda acerta em cheio e entrega um álbum intenso e brutal em todos os sentidos, com aquele toque progressivo, porém bem estruturado e controlado, sem que ele domine completamente a sonoridade, permitindo a adição de outros elementos à mistura.

Sercifer

Embora talvez não seja tão revolucionário quanto os trabalhos anteriores, é um álbum essencial para os fãs, que irão apreciar esta obra ambiciosa, repleta de guitarras densas que estabelecem um tom vasto e complexo desde o início, evidenciando a imprevisibilidade da banda. Há muitos momentos que remetem aos anos 70, sons de trilha sonora de ficção científica dos anos 80 com sintetizadores complexos, linhas de baixo jazzísticas e aquelas mudanças de estilo quase constantes, reafirmando a visão criativa da banda em 2025.

Mas é melhor você ouvir...


"Rivers of Nihil" é um álbum bem executado e tecnicamente impecável, embora as opiniões se dividam quanto ao seu nível de inovação. Os fãs o celebram como o trabalho mais equilibrado da banda e a representação mais fiel de sua identidade atual, destacando a coesão e o equilíbrio entre brutalidade e lirismo. Em contrapartida, os críticos apontam para a falta de ousadia e uma sensação de déjà vu, argumentando que, embora tecnicamente brilhante, a banda recicla elementos de sucesso e carece do "fator uau" de seus antecessores. Cada um com sua opinião.

Inovação ou Repetição em Seu Quinto Álbum?
No dia 30 de maio, o Rivers of Nihil lançará seu quinto álbum homônimo pela Metal Blade Records. Com uma formação renovada e produção de Carson Slovak e Grant McFarland, a banda busca solidificar sua identidade após a saída de Jake Dieffenbach em 2022. A pergunta inevitável é: este álbum representa uma verdadeira evolução ou simplesmente um refinamento de seu som anterior?
Desde sua estreia, The Conscious Seed of Light (2013), o Rivers of Nihil tem transitado entre o death metal técnico e progressivo. No entanto, foi com Where Owls Know My Name (2018) que eles alcançaram notoriedade graças à sua abordagem atmosférica e ao uso não convencional do saxofone. Em Rivers of Nihil, a produção é nítida e destaca cada elemento instrumental, sem, contudo, correr muitos riscos.
O álbum, com dez faixas e mais de 50 minutos de duração, tenta condensar a essência da banda em uma única obra. A adição de Andy Thomas (ex-Black Crown Initiate) na guitarra e nos vocais trouxe uma dimensão diferente, embora não necessariamente revolucionária.
Análise do álbum:
O álbum consiste em dez músicas que exploram diferentes facetas do som da banda. "House of Light" encapsula melhor a abordagem atual, combinando riffs técnicos, refrões melódicos e a inclusão do saxofone, que já se tornou um clássico. Outras faixas como "Criminals" e "The Sub-Orbital Blues" demonstram a capacidade da banda de equilibrar agressividade e atmosfera, embora sem oferecer reviravoltas realmente inesperadas.
No entanto, há uma sensação de déjà vu em várias das composições. Faixas como "American Death" e "Despair Church" tentam expandir o som da banda, mas acabam reciclando elementos que já funcionaram no passado. Onde está o elemento surpresa que um dia fez do Rivers of Nihil uma banda excepcional? 
O álbum também conta com participações especiais de Stephan Lopez no banjo, McFarland no violoncelo e diversos outros vocalistas que enriquecem a obra.
Comparação com trabalhos anteriores:
Embora este álbum incorpore elementos de todas as fases anteriores da banda, sofre de um problema recorrente em muitas bandas progressivas: autorreferência excessiva. Enquanto Where Owls Know My Name representou uma mudança estilística e The Work (2021) pendia para o conceitual, este novo material soa mais como um refinamento do que uma reinvenção.
Não é um álbum ruim, mas também não é uma obra-prima. É tecnicamente impecável, mas a falta de ousadia o torna menos memorável do que seus antecessores.
Estratégia de turnê e promoção
Para promover o lançamento, a banda embarcará em uma turnê pela Europa e América do Norte. As datas principais incluem sua apresentação em Londres, no dia 9 de março, e sua passagem por Los Angeles, no dia 7 de junho. Acompanhados por Cynic, Beyond Creation e Dååth em datas selecionadas, a turnê visa consolidar sua base de fãs em mercados estratégicos.
Além da música, a estratégia promocional da Metal Blade Records segue o mesmo roteiro de sempre: edições limitadas em vinil, uma variedade de cores para colecionadores e uma forte ênfase em pré-vendas. Nada fora do comum, mas eficaz.
Em conclusão,
Rivers of Nihil entrega um álbum sólido, mas sem a frescura que os caracterizou no passado. Não há dúvida de que a banda continua sendo uma das mais competentes no death metal progressivo, mas este disco não marca uma virada em sua carreira. É uma aposta segura para seus fãs, mas deixa a questão em aberto: eles estão realmente evoluindo ou simplesmente aperfeiçoando uma fórmula já estabelecida?

O Santuário da Rocha


Se quiser, você encontra várias resenhas do álbum online.

Você pode ouvi-lo na página deles no Bandcamp:
https://riversofnihil.bandcamp.com/album/rivers-of-nihil




Lista de faixas do site oficial
: 01. The Sub-Orbital Blues
02. Dustman
03. Criminals
04. Despair Church
05. Water & Time
06. House Of Light
07. Evidence
08. American Death
09. The Logical End
10. Rivers Of Nihil

Formação:
- Adam Biggs - baixo, vocal
- Brody Uttley - guitarra
- Jared Klein - bateria
- Andy Thomas - guitarra, vocais




Pholhas - Hojas (1975)

 

Mais exemplos de ótimo rock brasileiro, para que o soft rock psicodélico (com forte influência glam) do Pholhas possa ser apresentado neste blog. Deixe-me apresentá-los: Pholhas é uma banda psicodélica do Brasil, com músicas em inglês muito no estilo dos Beatles, algumas baladas bem doces e boas melodias. Eles são um dos maiores fenômenos musicais brasileiros até hoje, com altas vendas de discos e inúmeras apresentações, o que os levou ao reconhecimento em muitas partes do mundo. O que mais posso dizer? O álbum é muito bom... agora você só precisa conferir.

Artista: Pholhas
Álbum: Hojas
Ano: 1975
Gênero: Soft rock psicodélico
Duração: 39:11
Nacionalidade: Brasil


Tenho certeza de que vocês não os conhecem, então estou compartilhando uma foto, embora, sejamos sinceros, eles pareçam bem ridículos.
Aqui vai um pouco da história da banda: eles se formaram no final de 1968 em São Paulo, como membros do que era conhecido como a Jovem Guarda brasileira. Três rapazes — Paulo Fernandes, Oswaldo Malagutti e Hélio Santisteban — tinham acabado de sair da banda "Wander Mass Group" e queriam formar um novo grupo que refletisse melhor suas personalidades musicais. Eles convidaram o amigo Wagner "Bitão" Benatti, um guitarrista e vocalista experiente (que também compôs a música "Tijolinho", um dos maiores sucessos da Jovem Guarda), que aceitou prontamente. No início de 1969, mais precisamente em 18 de fevereiro, os quatro fizeram o primeiro ensaio oficial da nova banda, que ainda não tinha nome. Pouco tempo depois, um grande amigo dos rapazes, sempre presente nos ensaios, Marco Aurélio, o “Lelo”, sugeriu o nome Pholhas, que escrito com “PH” soava bastante original e foi logo aceito com entusiasmo por todos, sem restrições.

Bom, aqui está uma foto da banda, bem mais tarde: melhor, né? Eles estarão mais velhos, mas menos ridículos. 
Mas vamos continuar com a história deles. Em maio daquele mesmo ano, a banda estreou tocando em bailes e rapidamente se estabeleceu como uma das melhores bandas de São Paulo, conquistando um público cada vez maior e fiel em suas apresentações. Quando dois executivos da gravadora RCA Victor assistiram a um dos ensaios da banda, ficaram impressionados com a qualidade instrumental e vocal, bem como com as composições originais. Eles optaram por cantar e compor em inglês, em parte porque, na época, a maioria da programação de rádio e TV era composta por sucessos internacionais, e a MPB (Música Popular Brasileira) não tinha a mesma popularidade que tem hoje. Rádio e TV só tocavam música em inglês, e essa foi a principal razão pela qual começaram a compor nesse idioma, e também (obviamente) para internacionalizar seu trabalho. Tanto que muitas pessoas pensavam que o Pholhas era um grupo europeu. Em setembro de 1972, lançaram "Dead Faces", que alcançou o primeiro lugar nas paradas apenas três meses após o lançamento, vendendo impressionantes 450 mil cópias. Isso lhes rendeu seu primeiro disco de ouro, tornando-os um dos maiores fenômenos da música brasileira. Esse sucesso levou a RCA a lançar "Dead Faces" na Espanha e em toda a América do Sul em 1975 com o título "Hojas", que também rendeu ao grupo outro disco de ouro. Algumas de suas músicas alcançaram o primeiro lugar nas paradas musicais desses países apenas três meses após o lançamento do álbum.
 
Em 1977, após cinco anos de sucesso da banda, a música disco chegou às rádios e televisões. Os integrantes não estavam dispostos a fazer esse tipo de música, pois não tinha nada a ver com o estilo deles, e preferiram montar seu próprio estúdio de gravação. Devido a obrigações contratuais, tiveram que gravar um CD de covers de disco para a gravadora, cedendo à forte pressão. No final de 1977, o álbum "Pholhas" marcou uma nova etapa na evolução do grupo rumo ao rock progressivo com toques de rock 'n' roll tradicional, e agora incluindo canções em português, algo que eles desejavam fazer há algum tempo. O álbum não alcançou o mesmo nível de sucesso dos trabalhos anteriores, mas com o tempo se tornou um clássico cult e ainda é muito procurado por colecionadores do mundo todo.

A partir de 1978, a banda passou por uma grande reformulação de músicos...
Eles então prepararam novos trabalhos, revisitando o estilo que os consagrou: cantando e compondo em inglês, com uma sonoridade próxima ao rock progressivo e toques psicodélicos. Continuaram lançando álbuns, compondo e produzindo bastante; e sua agenda de shows nunca parou. Em 2009, completaram 40 anos ininterruptos de ótima música, acumulando vasta experiência musical, conquistando diversos discos de ouro, angariando legiões de fãs e se consolidando definitivamente como um dos maiores nomes da cena pop brasileira. Isso se comprovou tanto em suas gravações quanto em suas apresentações por todo o Brasil e América do Sul, tocando suas próprias músicas ou fazendo covers de sucessos dos Bee Gees , Creedence Clearwater Revival , Elvis Presley , Rolling Stones e, claro, prestando belíssimas homenagens à banda mais importante de sua carreira: os Beatles . O que veio depois disso? Não sei... O próximo comentário diz que a banda gravou seu último álbum em 2009...

Ficou claro? Bem, é melhor você ouvir o álbum...


Vamos ver um comentário em português... é assim mesmo.

No final de 1968, na cidade de São Paulo, três raptores: Paulo Fernandes, Oswaldo Malagutti e Hélio Santisteban, acabavam de deixar a banda “Wander Mass Group” e pretendiam formar um novo grupo que refletisse mais sua personalidade musical. Um amigo, Wagner “Bitão” Benatti, guitarrista e vocalista experiente (inclusive autor da música “Tijolinho” – um dos maiores sucessos da Young Guarda), os convidou prontamente no início de 1969. Mas foi justamente no dia 18 de fevereiro que os quatro predadores fizeram o primeiro ensaio oficial da nova banda, que permanece ativa até hoje. Ela ainda não tinha nome. Pouco tempo depois, um grande amigo de dois predadores, sempre presente nos ensaios – Marco Aurélio, ou “Lelo” – sugeriu o nome PHOLHAS, escrito com “PH”, original e logo aprovado com entusiasmo por todos, sem restrições.
Em maio deste ano, a banda se apresentava em bailes e rapidamente se consolidou como uma das melhores bandas paulistanas, conquistando cada vez mais fãs em suas apresentações.
Com essa crescente popularidade, era inevitável que o caminho natural levasse à gravação do primeiro álbum, ou melhor, que se concretizou em 1972, quando dois diretores da gravadora RCA Victor fizeram um teste com dois jovens músicos, ficando impressionados com a qualidade instrumental e vocal e com as composições da própria banda, que havia sido escolhida para cantar e interpretar em inglês, já que na época a maioria da programação de rádio e TV era sobre eventos internacionais e a MPB não tinha a mesma força que tem hoje.
Em setembro de 1972, o PHOLHAS lançou seu primeiro LP: Dead Faces, que foi extraído em um compacto duplo com as músicas My Mistake, Pope, Shadow of Love e My First Girl, e alcançou o primeiro lugar em apenas 3 meses após o lançamento, vendendo incríveis 450.000 cópias! Este é o primeiro disco da nossa carreira. O grande público foi levado a pensar que o PHOLHAS era um grupo estrangeiro, mas eles sempre tinham que explicar que eram apenas quatro músicos brasileiros cantando em inglês com o objetivo de internacionalizar seu trabalho. Em seguida, veremos as canções "She Made Me Cry", "I Never Did Before" e "Forever", todas com vendas superiores a 300.000 cópias, consagrando o PHOLHAS como um dos dois maiores fenômenos da música brasileira, o que levou a RCA, em 1975, a lançar o LP "Dead Faces" na Espanha e em toda a América do Sul com o título "Leaves", dando ao grupo um verdadeiro álbum de ouro.
Em 1977, após 5 anos consecutivos de sucessos, a banda (como a maioria dos artistas da época) viu surgir uma pequena onda da nova onda global que emergia e conquistava o cenário musical: a música discoteca, um tipo de música "mecanizada" que reinou suprema em todas as casas de espetáculos, rádios e televisões por um longo tempo. Os ambiciosos dois integrantes do PHOLHAS não estavam dispostos a fazer esse tipo de música, não tinham nada a ver com ela, preferindo se dedicar mais especificamente à produção de seu próprio estúdio de gravação. Assim, por meio de contratos e cedendo às fortes pressões da gravadora, gravaram o LP "O SOM DAS DISCOTHEQUES", contendo covers de dois grandes sucessos do gênero, com expectativa de vender mais de 150.000 cópias. Nessa ocasião, Hélio Santisteban decidiu seguir carreira apenas na banda. Em seu lugar, entra o tecladista Marinho Testoni, ex-integrante da "Casa das Máquinas". Resolvemos experimentar uma mudança radical no trabalho lançando o último álbum, “PHOLHAS”, em 1977, de rock progressivo com pitadas de bom e velho rock'n'roll, tudo cantado em português, como eu quero tocar em algum ritmo. O disco não teve a mesma pegada dos anos anteriores, mas acabou se tornando cult e ainda é muito disputado entre colecionadores.
Em 1978, Oswaldo Malagutti deixou a banda para se dedicar exclusivamente ao seu estúdio de gravação, que logo se tornaria um dos dois maiores e melhores da América Latina, o MOSH STUDIOS. Em seu lugar, entrou o excelente baixista João Alberto, que vinha de um vasto currículo em diversas bandas e, naquele momento, estava no comando da banda “Casa das Máquinas”.
No final de 1979, Hélio Santisteban abandonou sua carreira solo com a banda e retornou ao grupo.
A preparação para um novo trabalho voltou-se para o estilo que lhe foi consagrado: cantar e compor em inglês, lançando “Memories” no início de 1980.
Em 1981, Marinho Testoni deixou a banda e, desde o primeiro dia do PHOLHAS, trabalhou incessantemente compondo e produzindo muito, e a agenda de shows voltou a crescer. Nos anos seguintes, lançamos os álbuns:
• “PHOLHAS”, de 1982, o último álbum gravado pela RCA.
• “WINGS”, de 1985, gravadora Lupsom, cujo título se refere a uma versão em inglês do clássico Asa Branca, do mestre Luís Gonzaga.
• “THE NIGHT BEFORE”, 1987, gravadora Lupsom.
• “CÔRTE SEM LEI”, de 1988, gravadora Ecosom. Foi o segundo álbum gravado em português.
• “DISCO DE OURO”, CD de 1995, gravadora BMG/RCA, relançamento de dois grandes sucessos da carreira do grupo.
• “PHOLHAS, 25 ANOS”, de 1996, gravador a laser, CD comemorativo dos 25 anos de carreira da banda, reunindo 8 covers de grandes sucessos internacionais das décadas de 60 e 70, duas músicas inéditas: “TRUE LOVE” e “WHEN YOU SAID GOODBYE”, além das regravações de “My Mistake” e “She Made Me Cry”.
• “PHOLHAS Forever, 26 years”, de 1998, gravador a laser, reunindo 12 sucessos das décadas de 60 e 70, mas com novas perspectivas.
• “DEAD FACES”, CD de 1999, gravador BMG, relançamento remasterizado do primeiro LP.
• “HITS BRASIL”, CD duplo lançado pela Globo Music no início dos anos 2000, reunindo os principais artistas brasileiros da década de 70 que gravaram exclusivamente em inglês. Neste CD, os PHOLHAS participam com "My Mistake" e "She Made Me Cry".
· "PHOLHAS – Ao Vivo no Brasil!", CD gravado ao vivo entre 2000 e 2001 em diversas cidades brasileiras. A primeira gravação é independente da banda.
· "PHOLHAS, 70's GREATEST HITS", de 2003, gravadora BMG, considerado um dos melhores trabalhos vocais e instrumentais da banda, reunindo 14 grandes sucessos dos anos 70, recriados com novos começos. Como curiosidade, este CD conta com a participação especial de dois músicos convidados: Oswaldo Malagutti, primeiro baixista da banda, nas músicas "My Mistake" e "Stormy", e Marinho Testoni nos teclados.
• “PHOLHAS”, CD de 2005, gravado em gravador SONY MAXXIMUM, reunindo 17 músicas que são grandes sucessos da banda, sendo que algumas delas existiam apenas em vinil:
• “PHOLHAS FOREVER”, 2009. Este é o segundo CD independente e um exemplar do primeiro foi comercializado apenas em shows.
No final de 2007, Hélio Santisteban deixou definitivamente a banda. A partir daí, Bitão, Paulinho e João Alberto decidiram não ter mais um tecladista fixo, mas sim um tecladista convidado especialmente para cada apresentação. Essa fórmula se mostrou tão eficaz que acabou se tornando atraente para mais de dois shows!
Em 2009, completando 40 anos ininterruptos de boa música, o PHOLHAS acumulou uma vasta experiência musical, colecionando diversos álbuns de ouro, conquistando cada vez mais uma legião incrível de admiradores e se consolidando definitivamente como um dos dois maiores nomes da cena pop, comprovado tanto em gravações quanto em música. As apresentações que acontecem por todo o Brasil e América do Sul, para comemorar o lançamento do CD independente “PHOLHAS – Forever” (atualmente disponível apenas nas apresentações) e o novo show “PHOLHAS – 40 Years”, aclamado pela crítica como um dos melhores do gênero, têm como destaques canções autorais alemãs, grandes sucessos dos Bee Gees, Creedence Clearwater Revival, Elvis Presley, Rolling Stones e, claro, uma bela homenagem à banda mais importante na carreira do PHOLHAS: os Beatles.
Lembrar é bom



Em resumo, minha impressão é que o álbum não é incrível, mas as músicas são muito agradáveis ​​e bonitas, com um ótimo trabalho vocal, canções "suaves" com boas baladas sem serem especialmente açucaradas ou enjoativas.
 
 
 
Lista de faixas:
01. The Other One
02. She Made Me Cry
03. The World's Truth
04. The Beauty Of Your Soul
05. My Mistake
06. Dead Faces
07. In My Way
08. I Never Did Before
09. It's Gonna Be Hard
10. Your Mother Really Doesn't Appreciate Our Friendship But I Don't Mind
11. Angel's Spring
12. The King's Walk


Formação:
- H. Santisteban / Vibrafone, Piano Elétrico, Órgão, Sintetizador, Vocal
- Benatti / Guitarras
- Malagutti, Jr / Baixo, Vocal
- Fernandes / Bateria, Vocal


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