Laurence Andrew Tolhurst (o Lol Tolhurst) nasceu em 1959, na cidade de Horley, Surrey, Inglaterra, quinto de uma família de seis filhos. Sua família depois se mudou para perto de Crawley, cidade vizinha (localizada há cerca de 45Km de Londres), onde ele conheceu Robert Smith, quando ambos tinham cinco (!) anos de idade. A avó de Lol vivia na casa ao lado da família de Robert. Além disso, Lol e Robert frequentaram a St. Francis Primary & Junior Schools juntos. Durante a adolescência, os dois tocaram juntos em diversas bandas pequenas, sempre com Lol na bateria. Uma delas eventualmente evoluiu para o "The Cure", em 1978.
O Cure em 78: Lol Tolhurst, Michael Dempsey e Robert Smith
Nos quatro primeiros álbuns do Cure ("Three Imaginary Boys", de 79; "Seventeen Seconds", de 80; "Faith", de 81; "Pornography", de 82), Lol tocou bateria e ocasionalmente teclados. Após a turnê do álbum "Pornography", Lol decidiu abandonar a bateria e migrar para os teclados e sintetizadores em tempo integral. Durante esse período, ele também produziu dois singles e um álbum para a banda "And Also the Trees" (também de Gothic Rock - as duas bandas eram amigas). Por volta de 1985, as contribuições de Lol para o Cure começaram a diminuir devido ao alcoolismo e durante os shows algumas partes suas de teclados eram feitas pelo guitarrista Porl Thompson (outro colega de escola da dupla Lol e Robert, que até fez parte do "Easy Cure", formação anterior ao Cure, mas saiu para fazer faculdade de artes e montou uma empresa de design gráfico que faria várias capas de singles e álbuns do Cure). Porl Thompson participou de gravações do álbum "The Top", de 84, participou de vídeos e apresentações e tornou-se membro integral no álbum "The Head On The Door", de 85 (ele é considerado como o artista mais técnico que já tocou no Cure). Pouco antes do lançamento do álbum "Kiss Me, Kiss Me, Kiss Me", em 87, a aparente falta de preparação de Lol para a turnê que se aproximava, fez a banda contratar um segundo tecladista, Roger O'Donnell. Durante as gravações do álbum "Disintegration", de 89, o álcoolismo de Lol tornou-se tão severo que os outros membros da banda ameaçaram a debandar. Ele também contribuiu muito pouco para o álbum, embora tenha sido creditado como co-autor de todas as faixas. Ele acabou demitido por Robert pouco antes do lançamento do disco.
Após sua saída do Cure, em 90, Lol formou a banda "Presence" junto com o cantor Gary Biddles, ex-roadie do Cure e ex-Fool's Dance. O Presence lançou o álbum "Inside" em 93, um fracasso comercial (e som muito parecido com o Cure). Um segundo álbum foi gravado ("Closer", porém só lançado em 2014), mas a banda acabou. Lol mudou-se para Los Angeles/CA e lá venceu o álcoolismo. Em 94, Lol ajuizou ação contra Robert e a Fiction Records por royalties não pagos alegando que ele havia sido coagido a assinar um contrato desfavorável (que o tirou da posição de parceiro igual ao nível de Robert no Cure e o colocou como funcionário remunerado) em meados dos anos 80, enquanto estava debilitado pelo álcoolismo. Ele também reinvindicou propriedade parcial do nome "The Cure". Ele perdeu esta ação judicial e foi condenado a pagar os custos de Robert no processo. Anos depois, Robert lhe devolveu este dinheiro, após os dois reconciliarem sua amizade.
Em 2002, Lol e sua esposa Cindy Levinson formaram a banda eletrônica "Levinhurst", que lançou os álbuns "Perfect Life" (em 2004) e "House By The Sea" (em 2007). O terceiro álbum deles, "Blue Star", de 2009, teve presença de outro membro formador do Cure, o baixista Michael Dempsey. Lol também compôs música para o filme "9000 Needles", que ganhou prêmio de melhor documentário em vários festivais.
Em 2011, Lol contactou Robert sugerindo uma colaboração para homenagear o trigésimo aniversário do álbum "Faith", do Cure. Assim, surgiu a ideia de uma pequena turnê em comemoração aos três primeiros álbuns. Lol tocou com a banda em vários desses shows, mas não foi reintegrado. Em 2016, Lol publicou seu livro de memórias, "Cured: The Tale Of Two Imaginary Boys", contando em grande parte sua amizade de infância com Robert e os primeiros anos do Cure. Em 2019, ele foi introduzido ao R'n'R Hall of Fame como membro do Cure. Em 2021, ele criou o podcast "Curious Creatures" junto com Budgie (dos Banshees) falando sobre o legado do Pós-Punk ao lado de convidados. Ele lançou ainda um segundo livro, "Goth: A History", em 2023, rastreando o gênero desde suas raízes literárias no século 18 até seu florescimento como subcultura musical. Ele voltou a tocar bateria junto com Budgie no álbum "Los Angeles", lançado em 2023, um disco muito elogiado. A dupla está em turnê pelos EUA. Lol está com 65 anos.
Desde já, peço licença ao nobre brother Marcão por adentrar numa seara em que ele é soberano: tesouros perdidos. Vou hoje relembrar um deles e, quem sabe, estimular o brow a ressuscitar a tão estimada coluna dele. Vamos lá. Brad Sinsel liderou alguns dos discos de Hard Rock capazes de maior conexão com o público roqueiro e, então, por que ele não é mais conhecido? Uma das características mais duradouras e cativantes da música é a conexão cósmica entre cantor e fã. Existe algo mais gratificante do que ouvir seu ídolo do Rock dizer exatamente o que você estava pensando o tempo todo, através de uma estrofe rimada acompanhada por uma guitarra esporrenta? Não há como negar os poderes curativos/restauradores da música e eu imagino que milhares de vidas já foram salvas por ela. Cantores de Rock não são deuses, mas podem ser um canal para algo maior que a soma de suas partes. Passando na rua, Ian Astbury (do The Cult) é apenas um cara de meia-idade (hoje, ele está com 62 anos) que usa óculos escuros. Mas ele já foi conselheiro sobre drogas/álcool, na segunda metade dos anos 90, de muita gente. Mas essa capacidade de "alcançar e levantar a multidão" não é fácil e não surge sem consequências. Não está entendendo onde quero chegar? Calma que já explico. Você já ouviu falar nas bandas TKO e War Babies? O TKO foi uma banda de Seattle/WA ativa principalmente entre 1977-86. O vocalista principal, seu líder e único membro constante foi Brad Sinsel. O War Babies foi outra banda de Seattle/WA ativa entre 1988-1993 formada por Brad Sinsel. Enquanto o TKO tinha uma imagem Glam Rock, porém um som bem The Who, fase Hard Rock, o War Babies era puro Hard Rock, mas incorporando elementos do Grunge. E é preciso dizer: Brad Sinsel é um dos maiores (e mais desconhecidos) cantores do Hard Rock e suas duas bandas foram responsáveis por álbuns muito bons (e amplamente subestimados). O que te atinge imediatamente quando você ouve TKO ou o War Babies é a dor surda no som bluesy de Sinsel. Eddie Vedder e Chris Cornell não inventaram aquele toque de tristeza do chamado "Seattle Sound", quem o fez foi Sinsel. Mesmo em suas canções mais triunfantes, ele soa como se ainda estivesse relembrando um amor há muito perdido ou uma nebulosa memória de infância. Mais para o final, em meados dos anos 80, o TKO escreveu músicas sobre foder e brigar como todo mundo, mas a voz de Sinsel ainda assim tornava tudo humano, menor e mais íntimo. Como se ele estivesse contando uma história pessoal e expondo todas as partes dolorosas.
Sinsel formou o TKO em Yakima/WA, em 1977, após a implosão de sua banda Glam anterior, "Ze Whiz Kidz". Eles gravaram seu primeiro álbum, "Let It Roll", com o produtor do Heart, Mike Flicker, e o lançaram pela subdivisão da MCA, Infinity Records, em 1979. Na verdade, esta estreia não soa nada parecido com os outros discos do TKO. Enquanto os dois seguintes trouxeram um Pop-Metal glamouroso, "Let It Roll" é, em grande parte, um álbum AOR pré-Metal, notável não apenas pela excelência das músicas (sério, são sucessos cativantes de ponta a ponta, prontos para o rádio, como deveriam ter sido), exceto pela poderosa melancolia na voz de Sinsel. Antes de conhecermos Seattle como o berço do Grunge, sabíamos que a região era chuvosa e cinzenta. E é exatamente assim que "Let It Roll" soa. A banda estava junta há apenas dois anos, mas Sinsel já parecia cansado do mundo, como evidenciado pela letra da faixa de abertura "Rock N' Roll Again": "And I know, we’re falling under, and you know it’s true, that you’re falling too" (tradução: E eu sei, estamos caindo, e você sabe que é verdade, que você está caindo também). A história do TKO é muito longa, conturbada e espinhosa para ser abordada aqui, mas vou resumir o que aconteceu depois. A banda trabalhou duro nos clubes e em turnê com bandas como Cheap Trick e Van Halen e sem nenhum sucesso real, os membros iam e vinham. No início dos anos 80, Adam Brenner se juntou e ele e Sinsel escreveram o segundo álbum do TKO, "In Your Face", em 1981. "In Your Face" foi um álbum proto-Metal cheio de cuspe, arrogância e guitarras acrobáticas/voadoras que teria derretido cérebros se tivesse sido lançado quando gravados. Mas não foi. A banda não conseguiu encontrar uma gravadora para lançá-lo e Brenner saiu. Demorou mais três anos para o TKO conseguir um contrato de gravação. Eles escolheram a Combat, lar de bandas de Crossover Metal como Nuclear Assault, Agnostic Front e Crumbsuckers, que naturalmente não tinham ideia de como comercializar uma banda de Pop Metal.
E assim, o longo e doloroso trabalho continuou até o terceiro álbum do TKO, "Below the Belt", de 1986, e seu inevitável desaparecimento no final daquele ano. Sinsel se recuperou com o álbum "War Babies", no estilo TKO, em 1991, único lançamento nesta nova empreitada. Bem, naturalmente o destino não é culpa de Sinsel e a sua música não perdeu seu brilho ao longo dos anos. Claro, o modelo era todo enraizado nos anos 70 e os dois últimos álbuns do TKO soam como o trabalho de um speedfreak destruidor de guitarras, mas as canções são fantásticas e os vocais de Sinsel são tão cativantes e autênticos que continuam a me intrigar como ele não ainda não é reconhecido como um dos heróis perdidos do verdadeiro som de Seattle.
"Músicos Independientes Asociados" (M.I.A.) foi uma cooperativa de músicos, que surgiu em 1975, em Buenos Aires. O embrião básico da organização nasceu através de um trio formado por Alberto Muñoz, Liliana Vitale e Lito Vitale (que, na época, tinha apenas doze anos), aos quais foram se juntando outros membros. A ideia era formar uma cooperativa independente para impulsionar o aparecimento de novos músicos. Chegou a contar com cerca de 60 pessoas, entre artistas, técnicos e engenheiros de som, iluminadores, desenhistas e designers gráficos etc., com os músicos produzindo suas próprias apresentações e gravações num processo que os tornou precursores do Rock independente na Argentina.
Lançaram seus próprios álbuns gravados nos Estudios Tubal (ligado à cooperativa) através da pequena gravadora "Ciclo 3". A cooperativa existiu entre 1975-82 e, neste período, foram lançados quatro álbuns com o nome "M.I.A.", começando por "Transparencias", de 76.
Neste álbum, os músicos participantes foram Nono Belvis (baixo), Daniel Curto (violão clássico), Juan Del Barrio (teclados), Liliana Vitale (flauta, percussão e vocais) e Lito Vitale (bateria, teclados, flauta e vocais). Rock Progressivo inspirado com muitos toques eruditos, arranjos complexos, num disco essencialmente instrumental (pense ELP). Foi uma novidade e tanto, na época. Uma banda com um agir totalmente independente buscando público potencialmente ávido por ouvir/desfrutar Rock Progressivo. Apesar do formato de produto bem caseiro, "Transparencias" foi a primeira afirmação e o único com dois tecladistas. Claro, não era algo perfeito, mas conseguia transmitir uma mistura bem inventiva e incrivelmente colorida de fontes do Art-Rock: sinfônico, Jazz-Prog, Canterbury, pastoral, puro erudito, barroco, Fusion e psicodelia. A combinação dos talentos de Vitale e Del Barrio era uma atração e a força-motriz do álbum. Em "El Casamiento de Alicia" (mais de 7 minutos), Vitale tocava um sintetizador ARP Odyssey, uma novidade para a época, com resultado sensacional (incrível como ele conseguiu extrair um som tão mágico de um instrumento tão recente). Apesar das influências evidentes, o disco foi um acerto em cheio. Interlúdios, pausas pastorais, momentos mais movimentados, instrumentais rebuscados super eruditos e a épica faixas-título ocupando todo o lado B do vinil (construída nos moldes do Space Rock do Pink Floyd, fase "Meddle"). Excelente estreia, reunião de músicos verdadeiramente talentosos, Prog erudito sinfônico de primeira. O modelo independente de negócios da cooperativa demandou soluções inovadoras de financiamento. Por exemplo, os integrantes da M.I.A. também ensinavam música para o público em geral, o que lhes garantia algum dinheiro extra. Nos recitais/apresentações, circulavam fichas de inscrição que alimentavam um "mailing list" com novidades do grupo e também vendia álbuns por assinatura com vantagens. Para o segundo álbum, "Magicos Juegos Del Tiempo", de 77, participaram Lito Vitale (teclados), Liliana Vitale (bateria, vocais e flauta), Alberto Muñoz (violões, guitarras e baixo) e Nono Belvis (violões, guitarras e baixo). Um trabalho baseado numa trama da vida de uma personagem imaginária chamada Juliana Gabina, desde a infância até a adolescência. Com vocais comandando as canções (letras de Alberto Muñoz), foi um esforço diferente, embora mantendo o Prog sinfônico. O combo explorava os reinos do Folk acústico e da música pastoral de inspiração renascentista, ainda que isto não representasse totalmente o álbum. Pianos barrocos, violões clássicos, partes cantadas narrando a história e também representando as personagens, criando um perfeito ambiente bucólico antigo dos trovadores. Há, claro, o Prog sinfônico (com o uso de múltiplos teclados), órgãos solenes, corais, ar de mistério, partes mais jazzísticas e o grande destaque que é a faixa "Archipielagos De Guernaclara", com seus onze minutos com seções delicadas, relaxantes, jams, solos, clímax e o escambau. Sem Juan Del Barrio, Lito Vitale tornou-se o responsável-mor pelos teclados e a formação com dois guitarristas/baixistas trouxe outra dinâmica. Prog Folk Rock pastoral e sinfônico (pense Premiata Forneria Marconi), de inspiração erudita.
Para o terceiro álbum, "Cornonstipicum", o grupo idealizou uma forma de produção inédita na época. O público financiou a obra pagando "vouchers de produção", que equivaliam ao pagamento antecipado do álbum, que foi entregue num show especial realizado depois. Musicalmente, representou um retorno ao Rock Progressivo sinfônico e mais instrumental com partes elaboradas. Na formação, Lito Vitale (múltiplos teclados), Liliana Vitale (bateria, baixo, gravadores, percussão, vocais), Daniel Curto (violões e guitarras, baixo, flauta, teclados, percussão), Alberto Muñoz (violões e guitarras, baixo e vocais), Nono Belvis (baixo e guitarra, percussão), Emílio Rivoira (sax tenor) e Kike Sanzol (bateria). Considerado hoje um dos melhores álbum já feitos na Argentina (e altamente recomendado para fãs de um Prog mais erudito), seria o último de estúdio deles e um verdadeiro deleite para os ouvidos. Basicamente, música instrumental (havia breves passagens de vocalizações tipo coral), muitas referências à música erudita e às grandes bandas do Prog (pense Camel, Yes e PFM). Lindas e delicadas flautas, guitarras e teclados, toques jazzísticos, temas Prog magníficos, arranjos complexos, experimentação, progressões eruditas, momentos suavemente belos, material excepcional mesmo. Aliás, tudo soando muito próximo do jeito italiano de fazer Prog. Este "Cornonstipicum" é considerado uma obra-prima principalmente pela energia criativa impressionante, ainda que se mantenha parte do sabor bucólico anterior. Aqui, entretanto, o grupo partiu para muitos outros lugares, fontes sonoras multicoloridas majestosamente combinadas ganhando intensidade extra graças ao aumento da sensação orquestral. Material sinfônico mais grandioso do que nunca, seções jazzísticas mais exuberantes, partes estranhas com um ar de extravagância mágica, enfim, uma joia perdida brotada da Argentina. A faixa-título com quase 18 minutos deve ser uma das suítes Prog mais brilhantes já feitas fora da área anglo-saxônica com sua explêndida procissão de ideias musicais incrivelmente diversas, habilmente articuladas numa sequência desafiadora. Intenso, calmo, denso, tranquilo, louco, introspectivo, unindo Canterbury Sound e Prog sinfônico e criando algo bem próprio. Toda a qualidade é surpreendente e, não é raro, encontrar argentinos apontando "Cornostipicum" como seu álbum favorito na história (em qualquer gênero).
Em out/79, o grupo fez sua primeira turnê pelo interior da Argentina, a qual gerou "Conciertos", um álbum triplo gravado ao vivo. A partir daí, eles pararam de produzir álbuns e desapareceram em 82.
Money and Cigarettes teve sucesso comercial moderado, alcançando as 20 posições em vários países. A recepção da crítica foi morna. Foi bem sucedido, alcançando as 10 melhores posições nas paradas em dois países, seguido por quatro posições nas 20 maiores paradas de álbuns. Na Alemanha, Money and Cigarettes posicionou-se na 22ª posição nas tabelas compiladas pela Gfk Entertrainment.
Na Holanda e nos EUA ficou na 16.ª posição. No Reino Unido e na Nova Zelândia, alcançou o 13º e 11º lugar nas paradas oficiais de música do país. Alcançando a posição cinco na parada Sverigetopplistan, o álbum se tornou um dos maiores lançamentos de Clapton na Suécia.
Na Noruega, Money and Cigarettes alcançou o terceiro lugar, tornando-se a posição mais alta para o lançamento.
Live: Right Here, Right Now é o primeiro álbum ao vivo da banda de rock americana Van Halen, lançado em fevereiro de 1993. É o único álbum ao vivo da banda com Sammy Hagar e o único álbum ao vivo do Van Halen até o lançamento do Tokyo Dome Live in Concert em 2015.
Lista de faixas:
Todas as músicas creditadas a
Sammy Hagar, Edward Van Halen,
Michael Anthony e Alex Van Halen.
Disco um
1. "Poundcake", For Unlawful Carnal
Knowledge (1991) : 5:28
2. "Judgement Day", For Unlawful Carnal Knowledge (1991) : 4:52
3. "When It's Love", OU812 (1988) : 5:22
4. "Spanked", For Unlawful Carnal
Knowledge (1991) : 5:08
5. "Ain't Talkin' 'Bout Love",
Van Halen (1978) : 4:37
6. "In 'n' Out", For Unlawful Carnal
Knowledge (1991) : 6:21
7. "Dreams", 5150 (1986) : 4:49
8. "Man on a Mission",
For Unlawful Carnal Knowledge (1991) : 4:50
9. "Ultra Bass",
(Michael Anthony bass solo) : 5:15
10. "Pleasure Dome/Drum Solo",
For Unlawful Carnal Knowledge (1991) : 9:38
11. "Panama", 1984 (1984) : 6:39
12. "Love Walks In", 5150 (1986) : 5:14
13. "Runaround",
For Unlawful Carnal Knowledge (1991) : 5:21
Comprimento total: 1:13:34.
Disco dois:
1. "Right Now", For Unlawful Carnal
Knowledge (1991) : 6:13
2. "One Way to Rock",
Standing Hampton (1981) : 4:58
3. "Why Can't This Be Love", 5150 (1986) : 5:22
4. "Give to Live" (Hagar),
I Never Said Goodbye (1987) : 5:39
5. "Finish What Ya Started",
OU812 (1988) : 5:50
6. "Best of Both Worlds", 5150 (1986) : 5:00
7. "316", For Unlawful Carnal Knowledge (1991) : 11:37
8. "You Really Got Me / Cabo Wabo",
Van Halen (1978) / OU812 (1988) : 7:58
9. "Won't Get Fooled Again"
(Pete Townshend) : 5:41
10. "Jump", 1984 (1984) : 4:26
11. "Top of the World",
For Unlawful Carnal Knowledge (1991) : 4:59
Comprimento total: 1:07:43
Nas versões alemã e japonesa do álbum e
no Van Halen Box: 1986–1993 (disponível apenas no Japão), um disco bônus está incluído que inclui os lados B do single "Jump".
"Eagles Fly" (Hagar) – 6:03 (canção solo de Sammy Hagar, de I Never Said Goodbye) (aparece no álbum de vídeo Live: Right Here, Right Now), "Mine All Mine" – 5:27 (de OU812) (gravado em Tóquio em 2 de fevereiro de 1989, como parte da turnê OU812).
Pessoal Van Halen:
Eddie Van Halen – guitarra, teclados,
vocais de fundo
Alex Van Halen – bateria, percussão
Sammy Hagar – vocais, guitarra rítmica
Michael Anthony – baixo, vocais de fundo
Pessoal adicional:
Alan Fitzgerald - teclados, vocais de fundo (fora do palco, creditado como "técnico de teclado de Eddie").
do cantor e guitarrista americano Jimi Hendrix. Foi lançado postumamente em 23 de fevereiro de 1999. Documenta as apresentações de Jimi Hendrix com Band of Gypsys no Fillmore East em 31 de dezembro de 1969 e em 1º de janeiro de 1970, as mesmas apresentações podem ser vistas como complemento estendido do álbum Band of Gypsys, e principalmente consistindo de canções que não estão no álbum original.
Desde seu lançamento original, as gravações adicionais das apresentações de Fillmore East foram lançadas em West Coast Seattle Boy: The Jimi Hendrix Anthology (2010), Machine Gun: The Fillmore East First Show (2013) e Songs for Groovy Children: The Fillmore East Concertos (2019).
Lista de faixas:
Todos os detalhes são retirados das notas originais do encarte do CD da MCA Records. Todas as faixas escritas por Jimi Hendrix.
Disco um:
1. "Stone Free" - 12:56
2. "Power of Soul" - 6:19
3. "Hear My Train A Comin'" - 9:01
4. "Izabella" - 3:41
5. "Machine Gun" - 11:36
6. "Voodoo Child (Slight Return)" - 6:02
7. "We Gotta Live Together" - 9:55.
Disco dois:
1. "Auld Lang Syne"
(Traditional; adaptation by Hendrix) - 3:54
2. "Who Knows" - 3:56
3. "Changes" - 5:37
4. "Machine Gun" - 13:36
5. "Stepping Stone" - 5:20
6. "Stop" - 5:43
7. "Earth Blues" - 5:58
8. "Burning Desire" - 8:22
9. "Wild Thing" - 3:06.
Pessoal:
Jimi Hendrix – guitarra, vocais principais (exceto os de Miles)
Buddy Miles – bateria, backing vocals, vocal principal em "We Gotta Live Together", "Changes", "Stop"