quarta-feira, 22 de junho de 2022

AS MELHORES LETRAS DE CANÇÕES DA MÚSICA PORTUGUESA PARTE 29

Delfins



Sou Como Um Rio

Delfins

(letra)

Eu sempre gostei de ti
Eu sempre te conheci
Nunca pensei que me deixasses só
Eu sempre te procurei
Eu nunca te abandonei
Nunca pensei que te sentisses só
Sou como um rio
Que vive só para ti
Correndo só para te ver
Sou como um rio
Que acaba ao pé de ti
Foi sempre assim
Gostar de ti
Porque é que tudo acabou?
O que é que para ti mudou?
Que agora tenho de viver sem ti
Sou como um rio
Que vive só para ti
Correndo só para te ver
Sou como um rio
Que acaba ao pé de ti
Foi sempre assim
Gostar de ti
Sou como um rio
Que vive só para ti
Correndo só para te ver
Sou como um rio
Que acaba ao pé de ti
Foi sempre assim
Gostar de ti
Foi sempre assim
Gostar de ti

(Miguel Ângelo da Costa Magalhães)





Armando Gama











Armando Gama

Esta Balada Que Te Dou

(letra)

Ela diz que eu fui um caso muito sério
Mas eu só sei que há algo nisso de anormal
Havia um tempo um olhar
Um sorrir, um começo
Mas agora tudo perdeu seu brilho
Na minha vida
Só houve um abraço como o teu
Um sonho, um livro
Uma aventura sem igual
Linda, linda
Esta balada que eu te dou
Linda, linda
Esta balada que eu te dou
Podem até pensar que eu sou
Um pouco triste
Mas não há nenhum mal
Em ser assim
Pois tudo fica
Mesmo quando se acaba
Um romance uma paixão
Ou um caminho
Na minha vida
Só houve um abraço como o teu
Um sonho, um livro
Uma aventura sem igual
Linda, linda
Esta balada que eu te dou
Linda, linda
Esta balada que eu te dou
Quis escrever a mais bela canção
Que há no mundo
Olhando para trás
Pra nos ver
Foi quando ouvi uma voz
Cantando baixinho
Esta balada
Que vinha de longe
Na minha vida
Só houve um abraço como o teu
Um sonho, um livro
Uma aventura sem igual
Na minha vida
Só houve um abraço como o teu
Um sonho, um livro
Uma aventura sem igual
Linda, linda
Esta balada que eu te dou
Linda, linda
Esta balada que eu te dou




João Pedro Pais












Um resto de tudo

João Pedro Pais

(letra)

Desce pela avenida, a lua nua
Divagando à sorte, dormita nas ruas
Faz-se de esquecida, tão minha e tua
Deixando um rasto, que nos apazigua
Entra pla vitrina, surrealista
Faz malabarismo, é ilusionista
Ilumina o céu que nos devora
Já se sente frio, está na hora
De irmos embora
Sou um ser que odeias
Mas que gostas de amar
Um barco perdido à deriva no mar
A vida que levas de novo outra vez
O mundo que gira sempre a teus pés
Sou a palavra amiga que gostas de ouvir
A sombra esquecida que te viu partir
Sou a noite vadia que queres conhecer
Sou mais um dos homens que te nega e dá prazer
A voz da tua alma que te faz levitar
O átrio da escada para tu te sentares
Sou as cartas rasgadas que tu não lês
Sou a tua verdade, mostrando quem és
O resto de tudo que possa existir
Mostrando quem és




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