We'll Talk About It Later (1971)
Por algum motivo, não documentei o segundo álbum do Nucleus depois de ter absorvido Elastic Rock inicialmente. E parece que perdi completamente a revisitação de Elastic Rock em 2010. Então, esta é a minha primeira audição em 21 anos. Minha avaliação deste álbum foi mais alta (tanto o RYM quanto o ProgArchives o consideram o álbum de estúdio do Nucleus com a melhor avaliação geral). Vamos ver se consigo me lembrar por quê.
Logo de cara, somos brindados com um som de rock muito mais pesado do que qualquer coisa apresentada pelo antecessor. A1 é uma ótima faixa de abertura. A2, estranhamente, me lembra o Embryo de meados dos anos 70, com seu ritmo funky de guitarra wah-wah e solo de sax soprano. Mais uma vez, o Nucleus foi pioneiro. A3 é uma peça adorável e melancólica, evocando os melhores aspectos de Elastic Rock. A faixa-título tem uma maravilhosa sensação elétrica solta que fica bem peculiar no final, também apontando para o melhor dos álbuns de Kraut Fusion do início dos anos 70 (algo como Embryo Rocksession aqui). B1 contém um groove funk pesado com solos de trompete por cima, semelhante a Bitches Brew. Agora o Nucleus está em modo estudantil, já era hora. B2 fica toda suja e grunge, adorei. Ah, os vocais também. Gostei deles. B3 revisita o tema principal de 1916 de Elastic Rock, mas de uma forma mais intensa, com vocais assombrosos adicionados. O saxofone estava um pouco estridente demais no final para o meu gosto.
No geral, é muito melhor do que eu me lembrava, um clássico do gênero. +1 para ouvir e +2 para o Elastic Rock. Jazz rock essencial.
Elastic Rock (1970)
Elastic Rock (1970)
Todos esses anos depois, e eu ainda não criei uma entrada para o Nucleus no UMR. Isso se você não contar o Soft Machine posterior. Ok, vamos começar com algumas anotações que encontrei de 21 anos atrás.
Esse é um bom resumo dos meus pensamentos atuais, considerando que eu não tinha muita familiaridade com o assunto na época. Hoje, ouço isso muito como um álbum de jazz inglês da década de 70, com o qual estou mais familiarizado. Mais tarde, naquele mesmo ano, em uma rápida revisita, notei o quanto eu realmente gosto de "Taranaki", com sua melodia linda e ritmo suave. Infelizmente, é muito curta. "1916 (Battle of Boogaloo)" é outro destaque. "Torrid Zone" é brilhante, claro. Alguns ritmos bem intensos nessa faixa. B4 é um solo de bateria, mas é curto. "Persephones Jive" é um excelente encerramento energético.


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