segunda-feira, 20 de junho de 2022

Jon Anderson lança nova música: 'So Limitless'

 

O lendário Jon Anderson lançou um vídeo promocional para uma nova música intitulada 'So Limitless', que ele gravou com a The Paul Green Rock Academy , com quem tem trabalhado ultimamente.

Aliás, com esta escola de jovens músicos, fará uma digressão pelos Estados Unidos para comemorar os 50 anos do lendário álbum 'Close To The Edge' do YES .

"Lá vamos nós, fazendo novas músicas com os adolescentes da Rock Academy", explicou Anderson, que, como sempre, fala sobre sua filosofia de vida: "Somos ilimitados em todo o nosso amor, ser, sonhar...".

Juntando-se a Anderson no vídeo estão os músicos da academia Christian Gallucci, Finn Vora, Harry Bricklin, Jenna Love, Linnea McKinney, Mae Weaver, Oscar Resti, Sean Coughlin e Tess Lobell .

"Há tantos momentos maravilhosos na minha vida musical, e estar no palco com esses jovens adolescentes tocando músicas clássicas do YES me deixa muito feliz e orgulhoso", diz Anderson.

Ele acrescenta: "É maravilhoso e um enorme prazer para mim. É um prazer estar com eles e muito divertido! Estou muito grato e me sinto muito abençoado por poder cantar com eles."

Gira conmemorativa de 'Close to the Edge' de YES

Jon Anderson

Anderson, ex-integrante da formação clássica do YES, inicia em julho uma turnê comemorativa do lendário álbum 'Close to the Edge' que fará uma turnê pelos Estados Unidos.

Ao mesmo tempo, o YES também inicia uma turnê semelhante este ano, em homenagem ao mesmo álbum.

O álbum celebra 50 anos desde a sua publicação em 2022, numa altura em que Jon Anderson, um dos membros fundadores da banda, partilhava treinos com Chris Squire, Steve Howe, Bill Bruford e Rick Wakeman .

Anderson entra nesta turnê com uma seleção de cidades americanas que serão abençoadas com seu repertório. Para enfrentar os shows, ele será acompanhado por 'The Paul Green Rock Academy', a equipe musical formada pelo produtor Paul Green .

A turnê vai comemorar os 50 anos do álbum 'Close to the Edge', apresentando-o na íntegra, embora também haja espaço para outros clássicos do YES.

Essa turnê em si é uma retomada da que o artista fez em 2005, quando dividiu o palco com a School of Rock de Paul Green. Significa ter o apoio de 25 jovens músicos no palco.

Datas da turnê:

7/7: Plymouth NH – The Flying Monkey Performing Arts Center
8/7: Beverly MA – The Cabot
13/7: Huntingdon NY – The Paramount
14/7: Montclair NJ – Wellmont Theatre 16/7
: Ridgefield CT – Ridgefield Playhouse
7 /17: Sugar Loaf NY – Sugar Loaf Performing Arts Center
20/07: Glenside PA – Keswick Theatre
22/07: Kent OH – The Kent Palco
23/07: Des Plaines IL – Teatro Des Plaines
27/07: Greensburg PA – The Palace Theatre
30/7: Milwaukee WI – Pabst Theatre
3/8: State College PA – The State Theatre
6/8: Albany NY – The Egg

Novena, o grupo de Ross Jennings (Haken), incorpora Pipi Gogerl como voz feminina

 

O grupo de metal progressivo Novena , a banda alternativa de Ross Jennings do Haken , anunciou a contratação da austríaca Pipi Gogerl como backing vocal feminina.

Gogerl já trabalhou com as bandas de metal progressivo Ancient Fragments e Question of Eternity e estreou com Novena para a música 'Ghosts', o novo single do grupo que vem com um vídeo e pode ser visto acima.

O vocalista substitui assim Gareth 'Gaia' Mason , que tinha o mesmo papel de voz de apoio e que deixou a banda no início deste ano. Isso adicionará seu instrumento vocal à voz de Jennings para oferecer um belo contraste. Ambos fornecem vozes limpas, mas também guturais (rosnados da morte).

Novena explicou: "Tendo apresentado recentemente como um quinteto após uma saída amigável da vocalista anterior Gaia Mason, a Novena está finalmente completa novamente como uma formação de 6 peças com a adição da potência vocal Pipi Gogerl".

Na nova faixa, 'Ghosts', a Novena explica que eles oferecem "seu perfil mais focado e direto, com harmonias vocais em 3 partes, ritmos de bateria malucos, riffs pesados ​​e um refrão cativante, em apenas 3 minutos e meio. metal progressivo de intensidade".

Eles também afirmam que aborda temas como crescimento pessoal e renascimento. 'Ghosts' inaugura uma nova etapa após o álbum 'Eleventh Hour' e o EP 'The Stopped Clock'.

Já havíamos ouvido o EP 'Live From Home':

A Novena é baseada na voz e liderança de Ross Jennings (Haken), na guitarra de Dan Thornton (ex-Haarp Machine, ex-No Sin Evades His Gaze), no baterista Cameron Spence (Ravenface) e no baixo de Moat Lowe (Slugdge). ). , Ex-NSEHG) e a direção artística, guitarras e teclados de Harrison White .

Dez motivos para gostar do samba

 DEZ MOTIVOS PARA GOSTAR DE SAMBA

Moreira da Silva

Dez motivos para gostar de samba: Se você nasceu no país do futebol, do samba, de feijoada, entre tantas boas tradições, você tem motivos de sobra para apreciar o mais genuíno dos gêneros musicais brasileiros. Se esquecemos porque gostamos de música boa, vale relembrar! Seguem dez motivos para gostar de samba.

Dez motivos para gostar de samba

#1 – Identidade: O Samba é o ritmo que melhor representa a música do Brasil e a imagem do carioca.

#2 – Cultura: O samba é uma das principais manifestações culturais populares brasileiras.

#3 – Para todos os gostos: Existem muitos estilos dentro do samba. Samba Enredo, Partido Alto, Pagode, Samba-canção, Marchinha, Samba-exaltação, Samba de breque, gafieira e samba rock, entre outros. Qual o seu preferido?

#4 – Poesia: Muitos dos maiores poetas de nosso tempo escolheram o samba para se expressar. Cartola, Candeia, Dorival Caymmi, Vinícius de Moraes e Chico Buarque são bons exemplos.

#5 – Bossa. No final da década de 1950, nascia a Bossa Nova, um gênero que conquistou o mundo. A bossa chegou a ofuscar parte da popularidade do samba, mas por fim acabou por enriquecer a MPB. A bossa deve o seu sucesso ao samba, o gênero “pai”.

Dez motivos para gostar de samba. Clube do Samba
Clube do Samba, grandes nomes da MPB

#6 – Danças. Como todo bom gênero musical, o samba também é ótimo para dançar ao ritmo da percussão, o que é ótimo para a saúde. Qual é o seu estilo? Gafieira, miudinho, samba no pé, sambalanço ou samba rock?

#7 – Carnaval. Um dos maiores méritos do samba é ter ajudado a consagrar o carnaval carioca como o mais popular carnaval de todo o mundo.

#8 – Samba é emprego. Milhares de brasileiros e incontáveis estrangeiros tem o samba como ganha-pão. São muitos compositores, instrumentistas, carnavalescos, cantores e muitos outros que dependem do samba para pagar contas.

#9 – Produto do morro. Nascido também nas favelas do Rio de Janeiro, o samba foi por isso alvo de muito preconceito. Hoje o samba, uma das mais importantes criações culturais brasileiras e muito popular, enaltecendo a figura do morador de favela.

#10 – Quem não gosta de samba, bom sujeito não é. Fora a licença poética da música do poeta Dorival Caymmi, não é que a frase parece verídica?

Asas da América - Discografia

 

Asas da América - Discografia



O homem que renovou o frevo de Recife
Por O GLOBO
08/09/2013

O frevo praticamente inexistia fora das fronteiras do carnaval quando o produtor e compositor Carlos Fernando (morto no último domingo, aos 75 anos, vítima de complicações decorrentes de um câncer de próstata) idealizou o disco “Asas da América”, lançado em 1979. No álbum, artistas consagrados (Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Jackson do Pandeiro) e nomes que se tornariam grandes (Geraldo Azevedo, Elba Ramalho, Alceu Valença) renovavam o olhar sob o gênero. O disco deu origem a uma série de sete álbuns e a outros do tipo (como “Recife Frevoé”, com cinco volumes), que acabaram se tornando o maior legado de Carlos Fernando: renovar o olhar sobre o frevo pernambucano.




— Ele deu tratamento pop futurista ao gênero. Acelerou o andamento e trouxe arranjos contemporâneos, introduzindo a guitarra no frevo pernambucano, assim como os teclados. — define o produtor Geraldinho Magalhães, amigo e assistente de Carlos Fernando no início da carreira. — E conseguiu levar para o frevo nomes como Caetano e MPB4, quando o gênero andava bastante esquecido.

Natural de Caruaru, Carlos Fernando foi um personagem marcante da cultura recifense a partir dos anos 1960 — primeiro no teatro e depois na música, ao lado de artistas como Teca Calazans, Naná Vasconcelos, Jomard Muniz de Britto, Quinteto Violado e os parceiros Alceu Valença e Geraldo Azevedo.


— Ele era um pouco mais velho que eu, conheci Carlos Fernando quando entrei no circuito cultural de Recife, já tocando violão — conta Geraldo Azevedo. — Fui assistir a uma peça dele e, depois, disse: “Carlito, você devia escrever letra de música”. Pouco tempo depois ele me deu os versos de “Aquela rosa”. Foi a primeira vez em que musiquei algo. Depois, com outros amigos, fundamos o Grupo Raiz, dedicado a música, literatura e folclore. Tivemos até um programa na TV de Recife, “Chegou a vez”.

Gravada em 1967 por Teca Calazans, “Aquela rosa” venceu o Festival de Música Popular do Nordeste e deu início à carreira de compositor de Carlos Fernando. Ele ainda faria música para para TV (“Saramandaia”, “Sítio do Pica-pau Amarelo”) e cinema (“Pátria amada”, de Tizuka Yamazaki). Entre seus maiores sucessos estão “Canta coração” (em parceria com Geraldo Azevedo) e “Banho de cheiro” — ambas gravadas por Elba Ramalho.


Sua grande contribuição, porém, foi ter idealizado e produzido discos como o “Asas da América”, chamando a atenção para o frevo. “Eu sonhava em fazer o frevo voar, sair da Pracinha do Diário e voar pelo mundo todo”, disse na época do lançamento do primeiro volume. Em discos quase integralmente de composições suas (só ou com parceiros), ele reunia a nata da MPB e nomes promissores da música nordestina. Além dos citados, passaram pela série Amelinha, Fagner, Zé Ramalho, Frenéticas, Luis Caldas, Lulu Santos, Moraes Moreira, Alcione, Lula Queiroga e Lenine. O último da série foi o infantil “Asinhas da América” (1995).

A série “Asas da América” tinha o mapa do Brasil, artistas de diversos lugares — avalia Alceu, que estava organizando um show em tributo a ele em Recife quando recebeu a notícia da morte. Com Carlos Fernando, o carnaval de Pernambuco voltou a ter uma trilha sonora contemporânea.

Discografia musica&som

[1979] Asas da América - Volume 1
[1980] Asas da América - Volume 2
[1981] Asas da América - Volume 3
[1984] Asas da América - Volume 4
[1989] Asas da América - Volume 5
[1993] Asas da América - Volume 6
[1995] Asinhas da América - O Pinto da Madrugada

Jackson do Pandeiro - Discografia

 

Jackson do Pandeiro - Discografia


Jackson do Pandeiro, nome artístico de José Gomes Filho (Alagoa Grande, 31 de agosto de 1919 – Brasília, 10 de julho de 1982), foi um cantor e compositor de forró e samba, assim como de seus diversos subgêneros, a citar: baião, xote, xaxado, coco, arrastapé, quadrilha, marcha, frevo, dentre outros. Também conhecido como O Rei do Ritmo.

Paraibano de Alagoa Grande, Jackson nasceu em 31 de agosto de 1919, com o nome de José Gomes Filho. Ele era filho de uma catadora de coco, Flora Mourão, que lhe deu o seu primeiro instrumento: o pandeiro.

Seu nome artístico nasceu de um apelido que ele mesmo se dava: Jack, inspirado em um mocinho de filmes de faroeste, Jack Perry. A transformação para Jackson foi uma sugestão de um diretor de programa de rádio. Dizia que ficaria mais sonoro e causaria mais efeito quando fosse ser anunciado.

Somente em 1953, já com trinta e cinco anos, Jackson gravou o seu primeiro grande sucesso: “Sebastiana”, de Rosil Cavalcanti. Logo depois, emplacou outro grande hit: “Forró em Limoeiro”, rojão composto por Edgar Ferreira.



Foi na rádio pernambucana que ele conheceu Almira Castilho de Albuquerque, com quem se casou em 1956, vivendo com ela até 1967. Depois de doze anos de convivência, Jackson e Almira se separaram e ele se casou com a baiana Neuza Flores dos Anjos, de quem também se separou pouco antes de falecer.

No Rio de Janeiro, já trabalhando na Rádio Nacional, Jackson alcançou grande sucesso com “O Canto da Ema”, “Chiclete com Banana” e “Um a Um”. Os críticos ficavam abismados com a facilidade de Jackson em cantar os mais diversos gêneros musicais: baião, coco, samba-coco, rojão, além de marchinhas de carnaval.

O fato de ter tocado tanto tempo nos cabarés aprimorou sua capacidade jazzística. Também é famosa a sua maneira de dividir a música, e diz-se que o próprio João Gilberto aprendeu a dividir com ele.  Muitos o consideram o maior ritmista da história da Música Popular Brasileira e, ao lado de Luiz Gonzaga, foi um dos principais responsáveis pela nacionalização de canções nascidas entre o povo nordestino. Sua discografia compreende mais de 30 álbuns lançados no formato LP. Desde sua primeira gravação, “Forró em Limoeiro”, em 1953, até o último álbum, “Isso é que é Forró!”, de 1981, foram 29 anos de carreira artística, tendo passado por inúmeras gravadoras.


Discografia musica&som
[1955] Jackson do Pandeiro
[1956] Forró do Jackson
[1957] Jackson e Almira – Os Donos do Ritmo
[1958] Forró do Jackson
[1958] Nortista Quatrocentão
[1959] Jackson do Pandeiro
[1960] Sua Majestade – o Rei do Ritmo
[1960] Cantando de Norte a Sul
[1960] O Sucesso do Momento
[1961] A Festa Vai Começar
[1961] Ritmo, Melodia e a Personalidade de Jackson do Pandeiro
[1961] Mais Ritmo
[1962] A Alegria da Casa
[1962] …É Batucada!
[1962] O Melhor de Jackson do Pandeiro
[1963] Caminho da Roça
[1963] Forró do Zé Lagoa
[1964] São João no Brejo
[1964] Tem Jabaculê
[1964] Coisas Nossas
[1965] …E Vamos Nós!
[1966] O Cabra da Peste
[1966] Os Grandes Sucessos
[1967] A Braza do Norte
[1968] Jackson do Pandeiro
[1970] Aqui Tô Eu
[1971] O Dono do Forró
[1972] Sina de Cigarra
[1973] Tem Mulher, Tô Lá
[1974] Nossas Raízes
[1975] A Tuba da Muié
[1976] Mutirão
[1976] É Sucesso
[1977] Um Nordestino Alegre
[1978] Alegria Minha Gente
[1979] Jackson do Pandeiro e os Nordestinos
[1980] São João Autêntico
[1981] Isso é que é Forró!
[2004] 50 Anos de Ritmos - Compactos 1953 à 1958

Discos Fundamentais

 

Atlas - Blå Vardag 1979 (Sweden, Symphonic Prog, Jazz-Rock/Fusion)



- Björn Ekbom - organ, piano, synthesizers, clavinet, mellotron
- Erik Björn Nielsen - synthesizers, mellotron, organ, piano
- Micke Pinotti - drums
- Uffe Hedlund - bass, bass pedals, guitar
- Janne Persson - guitar, percussion 


1. Elisabiten (The Elizabetune) - 7:08
2. På Gata (In The Street) - 14:06
3. Blå Vardag (Blue Tuesday) - 6:54
4. Gånglåt (Walking Tune) - 2:49
5. Den Vita Tranans Väg (The Path Of The White Crane) - 7:15
Bonus:
6. Björnstorp (Björn's Croft) - 6:14
7. Hemifrån (From Home) - 7:48
8. Sebastian (Sebastian) - 4:31



Arachnoïd - Arachnoïd 1978 (France, Avant-Prog, Zeuhl, Symphonic Prog)

- Marc Meryl - lead vocals, tambourine (10)
- Nicolas Popowski - guitar (01,02,04-11), vocals (01,03-05,08,09), backing vocals (01,02,04,05)
- François Faugières - Farsifa organ, mellotron, vocals (02,04,05)
- Patrick Woindrich - bass, guitar (03), vocals (01,03-05,08,09), backing vocals (01,02,04,05), producer
- Pierre Kuti - piano, Fender piano, synthesizers
- Bernard Minig - drums
+
- Christine Mariey - voice (01,05)
- Phillippe Honore - flute (03)
- Martine Rateau - voice (05)
- Phillippe Honore - saxophone (05)


01. Le chamadère (Nicolas Popowski - Marc Meryl, Yves Javault) - 13:48
02. Piano caveau (Pierre Kuti - Marc Meryl) - 7:18
03. In the Screen Side of your Eyes (François Faugieres) - 4:01
04. Toutes ces images (François Faugieres, Yves Javault) - 8:04
05. La guêpe (Nicolas Popowski - Yves Javault) - 8:39
06. L'adieu au Pierrot (Bernard Minig - Marc Meryl) - 0:56
07. Final (Bernard Minig - Marc Meryl) - 3:01
Bonus:
08. L'hiver (Les quatre saisons de l'enfer lère partie) (Live,1977) (François Faugieres - Bernard Lutereau) - 4:38
09. Le Pierrot (Live version,1977) - 5:07
10. L'adieu (Live version,1976) - 3:20
11. Pianos caveau (instrumental & different mix) - 7:13


Paul McCartney & Wings - Band On The Run 1973 (UK, Pop-Rock)

 - Paul McCartney - vocals, lead, rhythm, acoustic and bass guitars, drums, piano, keyboards, percussion
- Linda McCartney - organ, keyboards, percussion, vocals
- Denny Laine - rhythm, lead, acoustic, flamenco and bass guitars, keyboards, percussion, vocals
+
- Howie Casey - saxophone
- Ginger Baker, Remi Kabaka - percussion
- Tony Visconti - orchestrations
- Ian and Trevor - backing vocals


All songs written Paul McCartney and Linda McCartney except where noted.
01. Band On The Run - 5:10
02. Jet - 4:06
03. Bluebird - 3:21
04. Mrs Vandebilt - 4:37
05. Let Me Roll It (Paul McCartney) - 4:47
06. Mamunia - 4:50
07. No Words (Paul McCartney, Denny Laine) - 2:33
08. Picasso's Last Words (Drink To Me) - 5:47
09. Nineteen Hundred And Eighty Five - 5:26


Fanny Adams - Fanny Adams 1971 (Australia, Hard Blues Rock)

- Vince Malouney - guitar, vocals, producer
- Doug Parkinson - vocals
- Teddy Toi - bass
- Johnny Dick - drum

All tracks written by Vince Malouney, Doug Parkinson, Teddy Toi and Johnny Dick.
01. Ain't No Loving Left - 6:34
02. Sitting On Top Of The Room - 9:42
03. Yesterday Was Today - 4:21
04. Got To Get A Message To You - 4:31
05. You Don't Bother Me - 4:37
06. Mid Morning Madness - 5:19
07. They're All Losers, Honey - 4:21


Laura Nyro - More Than A New Discovery 1967 (USA, R&B, Soul, Pop)

- Laura Nyro - guitar, keyboards, vocals
- Herb Bernstein - arranger, conductor, flugelhorn
- Jay Berliner - guitar
- Stan Free - piano
- Bill Lavorgna - drums
- Buddy Lucas - harmonica
- Lou Mauro - bass
- James Sedlar - horn
- Milt (Milton) Okun - producer


All songs written by Laura Nyro.
01. Goodbye Joe – 2:33
02. Billy's Blues – 3:17
03. And When I Die – 2:36
04. Stoney End – 2:42
05. Lazy Susan – 3:50
06. Flim Flam Man (Hands Off The Man) – 2:26
07. Wedding Bell Blues – 2:40
08. Buy And Sell – 3:35
09. He's A Runner – 3:38
10. Blowin' Away – 2:19
11. I Never Meant To Hurt You – 2:49
12. California Shoeshine Boys – 2:42

Jimi Hendrix - The Cry Of Love 1971 (USA, Heavy Psychedelic Rock, Hard Rock)

- Jimi Hendrix - lead vocals, guitars, producer
- Mitch Mitchell - drums, producer
- Billy Cox - bass
- Buzzy Linhart - vibes (02)
- Steve Winwood, Chris Wood - vibes (03)
- Buddy Miles - drums (03)
- Paul Caruso (Gers) - harp (05)
- The Ghetto Fighters - backing vocals (01)
- Emeretta Marks - backing vocals (09)
- Eddie Kramer - producer


All songs written by Jimi Hendrix.
01. Freedom - 3:25
02. Drifting - 3:46
03. Ezy Ryder - 4:07
04. Night Bird Flying - 3:49
05. My Friend - 4:35
06. Straight Ahead - 4:40
07. Astro Man - 3:32
08. Angel - 4:23
09. In From The Storm - 3:39
10. Belly Button Window - 3:34

Fleetwood Mac - Then Play On 1969 (UK, Blues Rock)

- Peter Green - vocals, guitar, harmonica, violoncello (06)
- Jeremy Spencer - vocals, guitar, piano (06)
- Danny Kirwan - vocals, guitar
- John McVie - bass
- Mick Fleetwood - drums


01. Coming Your Way (Danny Kirwan) – 3:47
02. Closing My Eyes (Peter Green) – 4:54
03. Show-Biz Blues (Green) – 3:53
04. My Dream (Kirwan) – 3:30
05. Underway (Green) – 2:52
06. Oh Well (Green) - 8:59
07. Although The Sun Is Shining (Kirwan) – 2:25
08. Rattlesnake Shake (Green) – 3:31
09. Searching For Madge (John McVie) – 6:58
10. Fighting For Madge (Mick Fleetwood) – 2:46
11. When You Say (Kirwan) – 4:31
12. Like Crying (Kirwan) – 2:22
13. Before The Beginning (Green) – 3:26


John Cale - Fear 1974 (UK, Symphonic Prog, Pop-Rock)

- John Cale - bass, guitars, keyboards, viola, vocals, producer
- Phil Manzanera - guitars, slide guitar (09)
- Archie Leggatt - bass
- Fred Smith - drums
- Brian Eno - keyboards, synthesizer
- Doreen Chanter, Irene Chanter, Liza Strike - girl's choir, backing vocals
- Judy Nylon - vocals (07)
- Richard Thompson - slide guitar (09)
- Bryn Haworth - slide guitar (09)
- Brian Turrington - bass (09)
- Michael Des Maris - drums (09)


All tracks written by John Cale.
01. Fear Is A Man's Best Friend - 3:50
02. Buffalo Ballet - 3:25
03. Barracuda - 3:43
04. Emily - 4:21
05. Ship Of Fools - 4:35
06. Gun - 8:02
07. The Man Who Couldn't Afford To Orgy - 4:30
08. You Know More Than I Know - 3:32


Manfred Mann's Earth Band - The Good Earth 1974 (UK, Heavy Prog, Symphonic Prog)

- Manfred Mann - keyboards, vocals, producer
- Mick Rogers - guitars, lead vocals
- Chris Slade - drums, percussion
- Colin Pattenden - bass

01. Give Me The Good Earth (Gary Wright) – 8:30
02. Launching Place (Mike Rudd) – 5:51
03. I'll Be Gone (Mike Rudd) – 3:39
04. Earth Hymn (Manfred Mann/Chris Slade) – 6:18
05. Sky High (Manfred Mann/Mick Rogers) – 5:13
06. Be Not Too Hard (Mick Rogers/Christopher Logue) – 4:09
07. Earth Hymn Part 2 (Manfred Mann/Chris Slade) – 4:12
Bonus:
08. Be Not Too Hard (single version) (Rogers/Logue) – 3:32
09. I'll Be Gone (single version) (Rudd) – 3:28
10. Earth Hymn Part 2a (single version) (Mann/Slade) – 4:11




Mamonas e suas lembranças

 


Um momento que abalou muito nosso Brasil foi a morte do grupo Mamonas Assasinas. Uma morte fria e cruel que ninguém nunca ousaria falar que acontecesse.

O Mamonas surgiu em 1990 em Guarulhos na cidade de São Paulo. De imediato a banda era para ser séria que nem seus ídolos, mas só foi quando Dinho subiu ao palco em um show da banda em um bar e começou a tirar risadas do povo. Mas porque ? O público pedia nada mais nada menos que Guns N Roses, uma das bandas mais famosas daquela época. E como ninguém sabia cantar, chamaram um cara que gostava de Rock da plateia, era Dinho, que mal sabia a letra e acabou improvisando tudo na hora.

Essa era a atmosfera que atinge e atingiu milhares de fãs brasileiros. A atmosfera da alegria do Mamonas, que em 95 lançou seu único disco, significando um clássico do nosso Rock para muitos.

Aquele disco não só mostrava um novo Rock, mas sim uma porção de influência. Se você ver hoje muitas bandas com aquele Rock cómico é devido ao Mamonas que inovou. Seus hits fizeram muito sucesso também com a criançada, eu fiquei cansado de ouvir Sabão Cra Cra naquela época.

Muitos adolescentes e adultos sentiram e entraram naquele jeito de balancar o corpo em Robocop Gay, Vira Vira, Mundo Animal, Pelado em Santos e entre outros sucessos do grupo. O Mamonas soube juntar tudo o que a música brasileira vinha trazendo e fazer Rock N Roll. Marcou época, sem sombras de dúvidas.

Eu particularmente nunca fui muito fã do som dos caras, mas depois de um certo tempo eu comecei a gostar deles. É inegavelmente a sua criatividade e inteligência. Por ser moda na época, podia ser tão discriminado quanto Restart. Mas quem não pagaria para dar boas risadas com eles ? Além do mais tem músicas que são bem legais.

Não que o Mamonas seja um momento triste no Rock, pelo contrário, foi um momento feliz, que foi jogado fora em um destino nada esperado. Em 2 de Março de 96 o Mamonas se encerra com uma morte cruel e inexplicável. Dinho, Bento Hinoto, Júlio Rase, Samuel Reoli e Sérgio se foram em um mero acidente de avião, na época em que a banda vinha fazendo sucesso e ganhando público e mais público




Destaque

Alice Cooper Love It To Death (1971)

  Alice Cooper , 1971; é quase de partir o coração. Alice lançou dois LPs naquele ano,   Love It to Death   e   Killer ,   e ambos incluem a...