quarta-feira, 22 de junho de 2022

OS MELHORES MUSICAIS DE TODOS OS TEMPOS

 

Cabaret (1972)

Na trama Sally Bowles (Liza Minnelli) é uma dançarina de cabaré no Kit Kat Klub que se apaixona por dois frequentadores assíduos do clube. Suas vidas se entrelaçam com o Partido Nazista, lentamente crescendo em poder.



Hairspray: Em Busca da Fama (2007)

Tracy Turnblad (Nikki Blonsky), é uma estudante do ensino médio acima do peso com o único sonho de estrelar seu programa de dança adolescente favorito. Enquanto seu pai (Christopher Walken) a incentiva a seguir seus sonhos, sua mãe Edna (John Travolta) a lembra que Tracy não se parece com as garotas da televisão. Após impressionar o apresentador do programa (James Marsden), a jovem ganha um lugar cobiçado no show, mas quando se torna adorada, deve enfrentar a ira da garota mais bonita da escola - na qual a mãe (Michelle Pfeiffer) opera a estação de televisão local. A visita de Tracy a detenção abre seus olhos para a tensão racial no show, assim como o relacionamento entre sua melhor amiga (Amanda Bynes) e um garoto afro-americano chamado Seaweed (Elijah Kelley). Com isso, Tracy tenta integrá-los ao elenco de seu programa favorito.



O Rei e Eu (1956)

Nesta adaptação cinematográfica do musical de Rodgers & Hammerstein, a viúva mãe galesa  Anna Loenowens (Deborah Kerr) torna-se governanta e tutora de inglês das esposas e filhos do teimoso Rei Mongkut do Sião (Yul Brynner). Anna e o Rei enfrentam choque de personalidades, enquanto a viúva trabalha para ensinar a família real sobre a língua inglesa, os costumes e a etiqueta, e se apressa em preparar uma festa para um grupo de diplomatas europeus que devem mudar suas opiniões sobre o rei.


Encantada (2007)

A animação clássica da Disney conta a história da princesa Giselle (Amy Adams) que vive no feliz mundo dos desenhos animados de Andalasia, onde seres mágicos brincam livremente e performances musicais pontuam cada interação. Embora a princesa Giselle esteja atualmente noiva do belo príncipe Edward (James Marsden), seu destino muda para pior quando a vilã rainha Narissa (Susan Sarandon) a expulsa para Nova York. Enquanto a crueldade da cidade grande aterroriza a princesa de conto de fadas, a assustada Giselle logo se apaixona por um advogado de divórcio amigável, mas imperfeito (Patrick Dempsey), o qual a bondosa compaixão ajuda Giselle a sobreviver nesse novo mundo estranho e perigoso.



 Vítor ou Vitória? (1982)

À beira da fome na Paris dos anos 1930, a ex-artista Victoria (Julie Andrews) é resgatada pelo homossexual performer de cabaré Toddy (Robert Preston). O que Victoria precisa para ter sucesso, opina Toddy, é um truque. E se ela se tornar uma imitadora do sexo masculino? Melhor ainda: um transformista fingindo imitar uma mulher? Como Vítor/Victoria, a ex-artista se torna objeto de fascínio do grande gangster de Chicago King Marchan (James Garner), que não consegue entender as sensações provocantes que experimenta sempre que a observa em ação - especialmente porque, como todos, acredita que Victoria é Víctor.



terça-feira, 21 de junho de 2022

Van Halen - 1984

 


O primeiro disco do Van Halen ( 1978 ) causou um impacto muito grande no mundo Rock na época em que foi lançado. Era um disco rápido, pesado e ao mesmo tempo marcante. Muitos dizem que só se tornou o que é graças a Eddie Van Halen, que sem dúvidas deixou muita gente babando com " Eruption ", uma erupção de solos de guitarra, feeling e todas técnicas existentes no instrumento de seis cordas.

Logo em seguida : Van Halen II ( 1979 ), Women and Children First ( 1980 ), Fair Warning ( 1981 ) e Diver Down ( 1982 ) seguiram a fórmula anunciada no primeiro álbum. Cada um com seu charme. Van Halen II marcou muito com o clásssico " Dance The Night Away " e a excelente " Beautiful Girls ", Women and Children Fisrt tinha o hit " And the Cradle Will Rock  " e Fair Warning e Diver Down apresentavam " Unchained " e o cover fantástico de " Pretty Woman " de Roy Orbison.

Todos esses discos tinham muito em comun. Alguns elegiam Van Halen I superior a todos, outros, já diziam que eram todos iguais. Hard Rock pesado e sem frescuras, sempre foi o lema do grande inovador guitarrista Eddie Van Halen, o extravagante e não menos importante, David Lee Roth, o baixista Michael Anthony e um dos melhores bateristas da história do Rock, Alex Van Halen.

Cinco anos depois, eis que surge, 1984 ou MCMLXXXIV, o álbum que marcou o auge do grupo e a década de 80.


Se todos os primeiros trabalhos do Van Halen eram muitos semelhantes, logo de cara, 1984 já quebra esse laço genialmente. O compacto é diferente a todos os outros discos lançado pelo conjunto. Ele se torna muito superior, acima da média e da expectativas que todos colocavam. É inovador e maduro, sem deixar de ser Van Halen, claro. Ficou marcado por ser o último do vocalista David Lee Roth até o seu retorno em 2011, vendeu mais de 10 milhões de cópias só nos Estados Unidos e se tornou um dos maiores discos da história.

É claro que tenho que provar todos esses elogios dado. A primeira é a faixa - título, que em vez de Eddie Van Halen fazer uma parte instrumental na guitarra ( como de costume ), usufruiu de sua nova paixão, os teclados, que certamente inspirou a segunda música e o maior sucesso do grupo. " Jump " apresenta um clipe performático e uma das melhores atuações de Alex Van Halen e David Lee Roth nas suas respectivas técnicas. Em seguida se deparamos com a fantástica " Panama ", que foi uma das pérolas que despertou minha paixão pela guitarra. " Eruption " fica pequena ao lado desse clássico.

" Top Jimmy " é muito boa, mas não se compara ao peso e o entrosamento da banda em " Drop Dead Legs ". " Hot For Teacher " é uma das mais conhecidas justamente porque ganhou um clipe bem humorado na época, mas de todo o álbum, é a única da qual eu não levaria para uma praia deserta. " I´II Wait " marca belos compassos dos teclados de Eddie Van Halen e " Girl Gone Bad " lembra muito as primeiras composições do grupo, um Hard Rock meio punkeado ( entendeu ? ). " House of Pain " encerra a bolacha em uma paulada certeira.



Sem medo de errar, pode nascer mais um fã do Van Halen nesse exato momento.

5 discos que você deve ouvir do Scorpions

 


Há um tempinho, quando eu tinha acabado de postar a nossa última lista ( 5 discos que você deve ouvir de Neil Young ) algum leitor sugeriu a lista do Scorpions em Sugira um post, embaixo da home do blog. Pensou que esqueci né ? Caso você esteja lendo esse post, comente e diga o que achou, já que é um grande fã da banda.

Formada na Alemanha o Scorpions é uma das poucas bandas de Hard Rock que não se perdeu ao longo dos anos, das rápidas pauleiras dos anos 70 a bonitas baladas dos anos 80 e 90. Chegou a anunciar sua aposentadoria em 2010, mas continuam fazer shows aqui e ali. Parece ser impossível largar os palcos e o Rock N ´Roll. Creio que não tem coisa melhor do que ver seus fãs felizes, mesmo o corpo não aguentando, o coração aguenta.

Virgin Killer - 1976



Virgin Killer é o Rock N´ Roll dos anos 70, puro e seco como foi. O blues está presente, mas já que Rudolf Shenker era abusado, sua guitarra soa como Heavy Metal. É um bom álbum, diferente de que muitos conhecem, Virgin Killer era outra fase. Foi ai que concretizou seu casamento com capas polêmicas, dessa vez uma criança nua com sua parte intima censurada por um vidro quebrado.

Obs : Essa capa com a foto da banda que você esta vendo é a substituta da censurada. A única coisa que estraga nela é a cara do guitrarrista Ulrich Roth, no estilo Chuck Norris.


Lovedrive - 1979



Foi o primeiro disco da carreira que o mundo começou a olhar a banda com outros olhos. A década de 70 para o grupo foi pura pauleira, Lovedrive e os seguintes compactos herdaram tudo de seu começo. Foi um momento definitivo para os alemães. Comporam as primeiras baladas de Rock que mais tarde dominaria os anos 80, eternizaram os famosos isqueiros com " Holiday ", era a primeira vez de Matthias Jabs e ainda aumentavam o som com a faixa - titulo. Foi sem dúvidas o trabalho mais importante do conjunto.

Obs : Repare como o começo de  " Always Somewhere " chega a lembrar " Simple Man " do Lynyrd Skynyrd.


Animal Magnetism - 1980


Em 1980 o movimento NWOBHM havia conquistado o mundo, e no meio disso Animal Magnetism que é  um dos discos mais pesados do Scorpions, mas também um dos melhores, que injustamente eu e Klaus Maine não sabemos o motivo de não ser como Love A First Fing e Blackout, foi finalmente lançado. Teve notas muito baixas, mas a minha é a mais alta possível. O que escapou do álbum cair no anonimato foi Lovedrive, lançado um ano antes, sua enigmática capa que foi censurada em vários países e o clássico “ The Zoo “. Animal Magnetism traz uma das melhores performance de Klaus Maine e um clássico perdido da banda. O disco é como contar uma história interessante, que quando chega ao seu final fica algo arrasador.


Blackout - 1982



Depois de Animal Magnetism o grupo alemão começou a explodir de vez nas paradas, Blackout chegou em grande estilo e para muitos, a banda perdeu aquele tom Heavy Metal que cultivava. Mentira, pois o conjunto sempre manteve um equilíbrio em seus clássicos, pesados, mas ao mesmo tempo elegantes. A faixa - titulo é de tirar o folego, uma das minhas músicas preferidas que Klaus Maine e Rudolf Shenker duelam  por 4 minutos, entre voz e guitarra. Além disso contamos com a presença de " No One Like You ", a primeira canção que comecei a gostar e dos pesos de  " Can´t  Live Without You " e " Dynamite ". Qualquer um de vocês tem que ter esse bigodudo em suas prateleiras.

Love at First Sting - 1984



Dois ano depois, lá estava o Scorpions em estúdio novamente. Love at First Sting seria o nono disco da banda, nono e inesquecível álbum que os consagraram de vez. Bom, no clássico a gente encontra " Rock You Like Hurricane ", " Big City Nights " e " Still Loving You ", não tem muito o que dizer. O grupo estava entrando em um novo momento, as baladas presentes foram criticadas no começo, mas depois todos entenderam que a banda sabe o que faz. Alguns críticos já diziam que " Still Loving You " ao vivo na época foi a coisa mais bonita depois de " Stairway To Heaven " do eterno Zeppelin. Depois dessa precisa falar mais alguma coisa ?

Menção Honrosa : - 1990


Crazy World foi lançado depois de Savage Amusament em 1991. Não tem segredos, é o Scorpions como todos conhecem, o bom Hard Rock misturado com suas bonitas baladas. Dessa vez quem tomou conta foi " Wild Of Change ".


Para terminar, aumente o som para esse clássico maravilhoso !




5 discos que você deve ouvir de Steve Vai

 


Steve Vai é um grande guitarrista que esbanja técnica e virtude.Começou sua carreira com Frank Zappa em 81 ( "quem diria que mais tarde estaria com Dave Lee Roth,Ozzy Osbourne e Whitesnake"),e em 84 começou sua carreira solo.Vai foi aluno de Joe Satriani,e se interessou por guitarra aos 12 anos de idade com forte influencias de Hendrix e Page.Nesse post eu vou recomendar cinco álbuns que você deve ouvir desse grande guitarrista,com uma Ibanez na mão,e seu jeito "louco" de tocar,Steve conquistou a década de 90 e 00.

Flex-Able ( 1984 ) - Por incrível que pareça o primeiro disco de Vai se saiu muito bem,Zappa ajudou na criação dele,o som da guitarra de Steve era um som revolucionario de Satriani e do Eruption,Eddie Van Halen.O álbum se saiu muito bem na critica.
Passion & Warfare ( 1990 ) - Esse álbum foi o que lançou Steve Vai ao sucesso.Depois de duas tentativas de fazer sucesso em 84,Vai,porém conseguiu isso com Passion E Warfare.Steve explora sua liberdade nesse álbum,é o que diga a primeira faixa,Liberty.Destaque para muitas musicas,entre elas se encontra o clássico do guitarrista,For The Love Of God.
Sex And Religion ( 1993 ) - Para muitos o melhor álbum de sua carreira,posso dizer que é bom,assim como o próximo álbum que vou citar,que é melhor ainda.Sex And Religion é o considerado o álbum mais linear dele,nesse disco,Vai formou uma banda na qual ajudou na criação de suas muicas.Devin Townsend no vocal,T. M. Stevens no baixo e Terry Bozzio na batera.
Alien Love Secrets ( 1995 ) - Vai trouxe para esse álbum o que trouxe de Passion E Warfare,e como costume,trouxe a liberdade,ótimas musicas e ótimo álbum,um dos melhores considerado pela critica.
Fire Garden ( 1996 ) - Empolgado com o sucesso de Alien Love Secrets e com anos consecutivos de muita alegria,Vai fez o álbum Fire Garden em 96,e é dividido em duas partes.Fez um bom trabalho,mas não chegou a emplacar Alien Love Secrets e Passion E Warfare na minha opinião.







5 discos que você deve ouvir do Ramones

 

Fala pessoal. Pegando carona do sucesso de 5 discos que você deve ouvir de Steve Vai, vou dar continuidade a essa série de posts em que vou recomendar cinco discos de uma banda ou artista. Dessa vez quem vai ser é o Punk Rock memorável do Ramones.

Bom, o Ramones foi uma das primeiras bandas que comecei a gostar, adoro o som dos caras e tinha que fazer um post sobre eles, a banda começou em 1976 e é uma pioneiras do Punk Rock.

O Ramones sempre marcou época, e certeza que merece estar aqui. Lembrando a vocês que os discos estão em ordem de lançamento.

Ramones - 1976 : O primeiro disco do Ramones é bom.Lançado em 1976 o disco chama a atenção com um dos maiores clássicos do Rock N Roll, a famosa Lets´Go pronunciada como Blitzkrieg Bop.

Um disco cru e seco,gravado em apenas 2 dias com bastante musicas curtas,podendo deixar ele as vezes cansativo.Era o som do Ramones chegando no cenário da musica e do Rock.



Rocket The Russia - 1977 : O terceiro disco da banda também é bom.Foi lançado em 77 e foi bastante aceito pela crítica.Sheena Is A Punk Rocker é o maior sucesso do disco.A cada medida o Ramones ia inovando,levando outros conceitos a outros discos.

Animal Boy - 1986 : Gosto desse disco,um dos melhores do Ramones.A revolta da banda é a revolta mais legal de se ouvir.My Brain Is Hanging Upside Down (Bonzo Goes To Bitburg é um grande clássico,uma das minhas musicas preferidas.Em poucas palavras,disco muito bom.

Brain Drain - 1989 : O décimo disco do Ramones é muito foda.Brain Drain traz nada mais nada menos do que Pet Sematary no currículo,o disco vendeu milhões de cópias.

Mondo Bizarro - 1992 : Para fechar recomendo Mondo Bizarro,que é o antepenúltimo álbum da banda.O álbum é bom, Poison Heart é um dos maiores clássicos do Ramones,sem palavras.

Menção Honrosa :

Road The Ruin é um disco muito bom.Lançado em 78 pela banda americana o disco conta com uma das canções mais queridas da banda, I Wanna Be Sedated. Também marca a entrada do baterista Marky Ramone.
Destaque também para Adios Amigos,o último álbum.

O Ramones nunca perdeu a essência,sempre com seu Punk conquistando o mundo.








BIOGRAFIA DE Dido

Dido


Dido Florian Cloud de Bounevialle O'Malley Armstrong (Londres25 de Dezembro de 1971) é uma cantora britânica conhecida por canções como "Here With Me", "Thank You" e "White Flag". O nome Dido vem de uma lendária rainha cartaginense, tendo optado por usá-lo como nome artístico por não gostar do nome Florian,[1] que é um nome masculino na Alemanha.

Biografia

Dido entrou na Guildhall School of Music de Londres aos seis anos de idade, e na adolescência já tocava com desenvoltura piano e violino, além de saber trabalhar em estúdio. Depois de viajar com um conjunto de música clássica, ela foi trabalhar como publicitária, enquanto cantava pela noite londrina.

Início da carreira

Dido iniciou a carreira na década de 1990, fazendo participações especiais nos álbuns da banda de dance music Faithless, da qual faz parte seu irmão, o DJ e produtor Rollo Armstrong. Em 1996, o grupo lançou seu primeiro disco, "Reverence", que ultrapassou as cinco milhões de cópias vendidas em todo o mundo. Ao todo, Dido participou de todos os cinco álbuns de estúdio da banda. O sucesso fez Dido apostar em si mesma, tendo começado a gravar seu próprio material, música suave, levemente dançante, que combina elementos de pop acústico e eletrônico.

No Angel (1999–2001)

Ver artigo principal: No Angel

Em 1999, Dido lançou o seu primeiro álbum a solo, No Angel, logo após a sua participação na bem-sucedida turnê de Sarah McLachlan, "Lilith Fair". No entanto, o álbum só veio a alcançar notoriedade no final de 2000, quando a canção "Thank You" foi adaptada pelo rapper Eminem, em "Stan", que mais tarde veio a se tornar um sucesso em todo o planeta. Além de "Thank You", "Here With Me" foi outro destaque, que tornou-se famosa ao ser tema de abertura do seriado Roswell (1999-2001). A música ganhou uma versão de Sarah Brightman. O "empurrão" dado por Eminem e Sarah levou as vendas de No Angel a ultrapassar os doze milhões de cópias em 2001, tornando-se o disco mais vendido do planeta nesse ano.[2]

Life for Rent (2003-2004)

Ver artigo principal: Life for Rent

Dido lançou seu segundo álbum, Life for Rent, com a participação do irmão e dos produtores Rick Nowels e P*nut, em 2003. O álbum se destacou com a canção "White Flag", que foi número 1 nas paradas europeias.[carece de fontes] O álbum vendeu 9 milhões de cópias, e bateu um recorde vendendo 400 mil cópias no Reino Unido em apenas uma semana.[carece de fontes]

A música que Dido também se destacou foi "My Lover's Gone", que foi usada na novela 'O CLONE', como tema de Mel (Débora Falabella) e de Xande (Marcello Novaes).

Live 8 (2005)

Ver artigo principal: Live 8

Na sequência da sua bem sucedida turnê mundial de 2004, Dido foi convidada a participar de três concertos do Live 8 em 2 de Julho de 2005 - em Londres, esteve no Eden Project, na Cornualha, e por fim voou para Paris para cantar a solo e em dueto com o cantor e músico senegalês Youssou N'Dour.[carece de fontes]

Safe Trip Home (2008)

Ver artigo principal: Safe Trip Home

Seu terceiro álbum, Safe Trip Home, foi lançado em 3 de Novembro de 2008. Uma faixa de nome Look no Further foi disponibilizada em seu site em 22 de agosto e esteve disponível para download até 7 de setembro. Um single intitulado Don't Believe in Love chegou às rádios em setembro.

As gravações do álbum foram feitas no Abbey Road, em Londres, e no estúdio pessoal de Jon Brion, em Los Angeles. Durante a produção do álbum, Dido teve aulas noturnas de música e de Inglês na Universidade da Califórnia, em Los Angeles.[3]

O lançamento do álbum foi adiado várias vezes, embora nenhuma razão oficial tenha sido dada para o acontecimento.

Girl Who Got Away e Greatest Hits (2013)

Dido começou a trabalhar em seu quarto álbum meses após o lançamento de Safe Trip Home, em 2008. Em julho de 2009, ela alegou que seu novo álbum apresentaria uma abordagem mais eletrônica do que em seus outros trabalhos.[4] Em setembro de 2010, "Everything to Lose" foi lançada digitalmente, faixa que apareceu na trilha sonora de Sex and the City 2. Em 2011, após gravar "If I Rise", A.R. Rahman se juntou com Dido para gravar o clipe oficial da música.

De acordo com Dido, através de seu site oficial, ela gravou o álbum em Londres e na Califórnia e ela o descreveu como algo divertido e eletrônico. Algumas músicas foram gravadas num quarto de hotel com um teclado e um microfone durante uma viagem aos EUA. O álbum contará com colaborações de Rollo Armstrong, Sister Bliss, Lester Mendez, A.R. Rahman, Rick Nowels, Greg Kurstin e Jeff Bhasker.[5] Em 02 de novembro de 2012, Dido postou uma foto anunciando a finalização de seu álbum.

Em 08 de novembro, seu site oficial foi relançado, anunciando o novo álbum. No mesmo dia, Dido postou uma foto, em seu Twitter, revelando que o título do álbum é "Girl Who Got Away".[6]

O álbum foi lançado em 4 de março de 2013.[7] O primeiro single, "No Freedom", foi lançado em janeiro de 2013.[8]

Em novembro de 2013, Dido lançou sua coletânea Greatest Hits, uma compilação que incluía seus maiores sucessos, remixes e uma nova faixa, "NYC".[9] O lançamento do álbum encerrou as obrigações contratuais que a cantora possuía com a RCA Records, e ela mencionou planos de lançar seus trabalhos de forma independente no futuro.[10] A cantora anunciou que está escrevendo material para seu quinto álbum.[11]

Still on My Mind (2018-presente)

Dido assinou com a BMG para lançar seu quinto álbum no início de 2019.[12] Dido trabalhou com seu irmão e antigo colaborador Rollo Armstrong, juntamente com Rick Nowels e Ryan Louder. Em 9 de novembro de 2018, Dido anunciou o título e capa do novo trabalho, Still on My Mind, que foi lançado em 8 de março de 2019.[13]

Vida pessoal

Após o lançamento de No Angel, em 1999, depois de muito tempo promovendo o álbum, Dido separou de seu marido, Bob Page, após um relacionamento de sete anos.[14]

Dido é uma grande fã de Arsenal F.C. e foi aos jogos regularmente com seu pai quando era criança.[15]

Em fevereiro de 2011, Dido divulgou em seu site que não iria se apresentar no 83ºª Cerimônia do Oscar, porque estava grávida de seu marido Gavin Rohan. Dido teve seu filho Stanley em julho de 2011. Essa notícia não foi liberada para a imprensa até dezembro de 2011.[16][17]

Discografia

Ver artigo principal: Discografia de Dido

Álbuns de estúdio

Oscar 2011

Dido e A. R. Rahman, cantaram a trilha sonora do filme 127 Horas. A música recebeu o nome de If I Rise, que foi indicada ao Oscar de melhor trilha sonora, mas acabou perdendo para a trilha sonora do filme Toy Story 3.[18]

 



Destaque

POEMAS CANTADOS DE JOSÉ MÁRIO BRANCO

A Morte Nunca Existiu José Mário Branco Tudo o que for vivente tem Uma queixa que o percorre E quando um dia a vida morre A morte morre tamb...