quinta-feira, 23 de junho de 2022

The Number Of The Beast

 

Eai pessoal, nesse post eu vou falar de um dos melhores álbuns do Iron Maiden. The Number Of The Beast, um disco completo da boa forma do Heavy Metal. Come On 666 !

The Number Of The Beast foi lançado em 1982, e é marcado pela entrada do vocalista Bruce Dickinson na banda, pela saída do vocalista Paul Di'Anno e pelo último álbum do baterista Clive Burr, que um ano atrás os dois vinham fazendo sucesso com o álbum Killers.

Como vinha trazendo a saída de Di' Anno e Clive Burr, quando foi anunciado, ao menos parecia um disco subestimado, mas mal sabem que quem estava chegando ia traçar a estrada de ouro do Maiden. Ao som pesado de um Heavy Metal, a banda chega ao topo das paradas com a ótima voz de Bruce e os sucessos das músicas Run To The Hills, minha preferida e emblemática faixa titulo The Number Of The Beast e Hallowed Be Thy Name. Assim como Bruce, a dupla Murray e Adrian fizeram um ótimo trabalho, e não esqueçendo do baixista Steve Harris que fez a maioria das faixas que complementam esse clássico.
Comecei a gostar da banda com o álbum, é um disco memorável feito de uma forma sensacional. Naquela época sempre via o Heavy Metal como um genêro fraco e sem graça até conhecer o Iron e The Number Of The Beast.

Vi em um site algumas curiosidades sobre o disco. Em uma delas os integrantes afirmaram à imprensa que diversas coisas estranhas aconteceram durante as gravações, tais como amplificadores que se recusavam a funcionar sem razão aparente e fitas que se apagavam ou onde surgiam vozes esquisitas. Outra que eu vi, é que o nome do álbum saiu de um acidente com o produtor do álbum. O lendário Martin Birch sofreu um pequeno acidente de carro, cujo conserto teria custado exatas 666 libras.

De um jeito ou de outro, The Number Of The Beast revolucionou o Heavy Metal. O Maiden fez com tanta maestria de seus guitarristas e a maestria da arte de compor de Harris, um grande álbum, para ser admirado por todos e por todas as partes.

The Prisioner mostrou o poder de fúria da banda, The Number Of The Beast é um clássico em que Dave e Adrian puseram um acorde e uma pegada que detonou e virou um riff que todos guitarristas quiseram criar. Run To The Rills é um hino da banda, assim como a épica Hallowed Be Thy Name .Quem gosta do gênero não pode perder esse disco, porque ?.



Faixas :

"Invaders" (Harris) 3:22
"Children Of The Damned" (Harris) 4:33
"The Prisoner" (Harris/Smith) 6:00
"22 Acacia Avenue" (Harris/Smith) 6:34
" The Number Of The Beast" (Harris) 4:49
"Run to the Hills" (Harris) 3:50
"Gangland" (Smith/Burr) 3:47
"Total Eclipse" (Harris/Murray/Burr) 4:28
"Hallowed Be Thy Name" (Harris) 7:10




Back In Black

 

Um dos discos mais famosos da história do rock completou 30 anos a pouco tempo.Back In Black foi lançado em 1980 pela banda australiana AC/DC,e não demorou muito para o disco chegar ao topo das paradas de sucesso com o ótimo repertório que ele oferece.

Um ano antes,em 1979 a banda tinha lançado Highway To Hell com o grande vocalista Bon Scott.Um disco muito bom também,quem é fã da banda não pode perder.Só que no mesmo ano,infelizmente Scott faleceu, deixando a banda em apuros e os fãs angustiados.Será o fim do AC/DC ?

Felizmente não foi o fim,com o grande sucesso a banda contratou Brian Johnson,um ótimo vocalista que foi indicado pelo falecido Scott.A química da banda estava de volta,e um ano depois saiu para o mundo inteiro Back In Black que chegou a vender 22 milhões de copias,só perdeu na história para o astro pop Michael Jackson com Triller.Não demorou muito para Brian cair nas graças do povo,Hells Bells,You Shook Me All Night Long e Back In Black viararam hits,e são tocadas nas rádios até os dias de hoje.A capa não é uma das maiores da banda,foi lançada toda preta em homenagem a Bon Scott.

Angus Young foi fiel a seus discos anteriores,criou riffs poderosos e solos sensacionais,claro,bem apoiado pelo irmão Malcom Young.Sem esquecer também de falar do baixo bem entrosado com a bateria de Phil Rudd,a cozinha estava ótima,assim como hoje.

Back In Black teve uma importância absurda para a musica e para o Rock.Veja as musicas que complementa esse clássico.

1 - "Hells Bells" — 5:12
2 - "Shoot to Thrill" — 5:17
3 - "What Do You Do for Money Honey" — 3:35
4 - "Givin' the Dog a Bone" — 3:31
5 - "Let Me Put My Love into You" — 4:15
6 - "Back in Black" — 4:14
7 - "You Shook Me All Night Long" — 3:32
8 - "Have a Drink on Me" — 3:58
9 - "Shake a Leg" — 4:05
10 - "Rock And Roll Ain't Noise Pollution" — 4:16





Wishbone Ash - Argus

 

O terceiro disco do Wishbone veio com tudo no cenário do Rock. Em 1972 o Led Zeppelin estava quase lançando seu quarto disco, junto com Sabbath que já tinha lançado seu volume número 4. Além dessas bandas que se destacaram naquele ano, o Wishbone Ash não podia ficar de fora, foi representado pelo clássico Argus.

Em 70 e 71 vieram Wishbone Ash e Pilgrimage, dois discos que são bons, mas nada que se compara com Argus, o melhor disco de 1972 eleito pela revista Melody Marker.A banda adota um estilo bem simples e legal, Hard Rock com um pouco de Folk e Rock Progressivo, nada melhor neh ?.

A primeira faixa do disco é um dos sucessos do Wishbone, Time Was é uma musica longa e foda, uma das minhas musicas preferidas do disco e da banda. Também gosto dos clássicos Blowin' Free, Throw Down The Sword e a faixa bônus No Easy Road.

O entrosamento de Martin Turner, Andy Powell, Ted Turner e Steve Upton era de arrepiar. Um disco cheio de solos, riffs e musicas marcantes que tomam conta de qualquer um.



Revoluções por Minuto, um Rock que o Brasil teve prestigio

 


Banda : RPM
Álbum : Revoluções Por Minuto
Lançamento: 1985
Gênero : Rock Nacional, Progressivo, Punk, New Wave
Duração : 36 min 39 seg

Revoluções por Minuto foi um disco da banda Rock Nacional RPM. O melhor disco da banda é muito bom, não é de esconder minha admiração sobre o disco.

Revoluções por Minuto foi lançado em 1985, e a primeira faixa é uma das minhas preferidas, Radio Pirata vira um hit e cai na boca do povo. Logo depois vem um dos maiores sucessos da musica brasileira, Olhar 43, é minha preferida da banda, e sem duvidas a melhor.

Muitos rockeiros criticam o RPM, alguns não podem gostar desse post, ou a maioria, mas acho que foi uma banda muito boa com ótimas letras e arranjos. Depois desses clássicos eu destaco Loiras Geladas, A Cruz e a Espada e Revoluções Por Minutos.

Depois de vários anos, a banda lançou um box do disco incluindo os sucessos de Alvorada Voraz, London London e mais alguns títulos que complementam o box. O álbum está entre os 50 melhores discos da musica brasileira, desbancando grandes álbuns de grandes artistas.

Luiz Schiavon se destaca no disco, é um ótimo tecladista, além dele, Paulo Ricardo é um ótimo letrista que faz muito bem o vocal da banda. RPM na minha opinião foi uma das bandas que marcaram nosso Rock.

Bom, estou meio sem tempo por isso os posts estão demorando para sair. Em breve Hard no Ritmo do Rock.

Até mais e espero quee curtem o som dos cara.

Faixas :
1. "Rádio Pirata"
2. "Olhar 43"
3. "A Cruz e a Espada"
4. "Estação no Inferno"
5. "A Fúria do Sexo Frágil Contra o Dragão da Maldade"
6. "Louras Geladas"
7. "Liberdade/Guerra Fria"
8. "Sob a Luz do Sol"
9. "Juvenília"
10. "Pr'esse Vício"
11. "Revoluções por Minuto"



Frampton Comes Alive !

 


Olhando para traz, Peter Frampton tem uma carreira vitoriosa cheio de discos e clássicos. Começando ainda na década de 70 ele chegou ao sucesso comercial depois de um disco muito bom, um compacto ao vivo de 76 chamado Frampton Comes Alive. O disco que não demorou para chegar ao topo e conquistou 6 vezes a platina e foi o álbum ao vivo mais vendido da história. Frampton sempre foi um guitarrista que gosto muito, um guitarrista conhecido como o cara que foi pioneiro da guitarra falada, e assim posso defini - lo em cinco palavras, um gigante da seis cordas. 

Antes de entrar em carreira solo fez trabalhos com o injustiçado e ótimo Humble Pie e a banda The Herd, e é inevitável falar que Frampton Comes Alive caiu como uma luva, foi gravado nos Estados Unidos e é um disco completo. Riffs ótimos, solos, baladas, toques de pianos e tudo mais, ou seja, um verdadeiro show que o músico proporcionou para o mundo.

O primeiro CD tem músicas empolgantes, dentre delas o clássico Show Me the Way que mostra a inovação de sua guitarra que acaba cantando junto com ele. Já o segundo é bem mais balada, a mais famosa Baby, I Love Your Way das as caras e guarda muitas lembranças das mãezonas atualmente. O terceiro disco segue a mesma risca dos primeiros, e pode se dizer que é uma mistura dos dois, começa com uma intro de violão de Penny for Your Thoughts muito boa e depois com a pesada I'll Give You) Money. Shine On, o clássico que se destaca do Humble Pie aparece, e depois um cover de Jumping Jack Flash do Stones que para mim não caiu bem. Para finalizar o álbum termina com Lines on My Face e o clássico Do You Feel Like We Do, e sem esquecer que o vocalista se saiu bem nos vocais, mas de fato não é aquele que impressiona.

O som de Frampton é bem diversificado, desde Blues, Rockabilly a um som mais pesado. Quem gosta de alguma coisa mais Light e calma em relação ao Hard Rock e ao Rock o cara é uma ótima pedida. Posso dizer que ele se assemelha - se mais ao Eric Clapton em relação a suas músicas, acho que mais agitado do que Clapton, bom, é só vocês tirarem suas dúvidas.
E voltando ao assunto do álbum, deu ao guitarrista um sucesso inesperado, abriu as portas do cara para o mundo do Rock, e como gostei de Frampton Comes Alive eu comecei a ouvir seus discos anteriores que também são bons, e não é só esses, alguns de seus futuros álbuns também depois de Comes Alive arrancam aplausos, músicas como a balada I'm In You e a contagiante  Breaking All The Rules fazem a cabeça do povo nos anos 70 e 80. Inclusive fez Frampton Comes Alive II que virou uma espécie de coletânea de seus shows, o disco tem seus maiores clássicos, além de algumas feitas especialmente.
Enfim, Frampton Comes Alive é um discasso, e não podia de lembrar que vários anos depois a gravadora e o músico lançaram uma versão deluxe bem legal, e essa versão inclui músicas deixadas de fora, mas separei o setlist da versão original lançado em 76. Vejam.

CD 1

"Something's Happening" – 5:41

"Doobie Wah" – 5:28

"Show Me the Way" – 4:42

"It's a Plain Shame" – 4:21

CD 2

"All I Want to Be (Is by Your Side)" – 3:27

"Wind of Change" – 2:47

"Baby, I Love Your Way" – 4:43

"I Wanna Go to the Sun" – 7:02

CD 3

"Penny for Your Thoughts" – 1:23

"(I'll Give You) Money" – 5:39

"Shine On" – 3:35

"Jumping Jack Flash" ( Rolling Stones ) – 7:45

CD 4

"Lines on My Face" – 7:06

"Do You Feel Like We Do?" – 14:15

É isso ai pessoal, deixo uma prévia de um clássico de Comes Alive e um que não é do disco, afinal, não só estou divulgando o disco ao vivo, em geral, ele também, então por isso vejam os vídeos. E pra quem gosta, pode deixar que eu faço mais posts dele.



Um disco além dos limites.

 


Como um bom Rockeiro eu já rejeitei os Beatles pelo menos uma vez na vida. Eu particularmente nunca fui muito fã da banda até quando eu dei play em um ótimo disco chamado Abbey Road de 69.

As coisas mudaram a partir dali, e logo em seguida ouvi Revolver, um disco sensacional que é marcado quando os Beatles deixam de lado a fase bobinha que vinha fazendo desde Please Please Me.

Não que essa fase seja ruim, pelo contrário, foi boa e fez vários clássicos que jovens cantam até hoje, mas a banda tinha muito a mostrar. E hoje não vim falar de Abbey Road e Revolver, e sim de um disco que quando se trata de Rock é um dos primeiros que vem a mente.  Eu sempre queria saber o que faz de Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band um dos discos mais idolatrados e criticados do mundo, e você ?.

O que posso falar de Sgt. Pepper´s ?

Um disco maravilhoso que quando eu ouvi fiquei extasiado e perplexo. Agora que sou fã da banda, já posso dizer que o quarteto é muito mais do que talento.

Em uma época em que a banda mergulhava de cabeça nas drogas, o grupo começou a gravação de Sgt. Pepper´s em oito canais, que no momento era uma inovação. A idéia central de Paul MacCartney era fazer um disco conceitual e experimental, que quebrasse todas as barreiras. E quebrou mais do que isso, foi um disco que além de inovar mostrou ao mundo que o Rock era mais forte do que muitos pensavam.


O disco começa com a faixa titulo Sgt. Pepper´s, e de imediato ficou sensacional. A voz rasgada e cheia de atitude de Paul te faz entrar junto na música, e com a companhia de George e John Lennon nas guitarras nem se fala.

Logo em seguida chega With a Little Help from My Friends que traz Ringo Starr no microfone. A música é bem legal e Ringo foi mais do que fiel. Sua voz envolvente apesar de não ser cantor marcou o clássico que fala sobre amizade e como os amigos podem ajudar uns aos outros para transpor as dificuldades da vida.

A emblemática Lucy in the Sky with Diamonds vem para te levar junto na viagem dos Beatles. Muitos alegam até hoje que a faixa foi composta sobre a alusão do LSD. Se foi ou não, Lucy In The Sky é um clássico em que o grupo se superou. A voz mansa de John começa junto com um Riff matador que não sai de sua cabeça e te leva a fantástica viagem em que os Beatles terminou a 40 anos atrás.

Não terminamos ainda e a gente encontra pelo caminho para fechar o lado A as belas faixas She's Leaving Home, Getting Better, Fixing a Hole e Being for the Benefit of Mr. Kite!.

O álbum vendeu mais de 11 milhões só nos EUA, e é um disco que para época era muito avançado. Um clássico que qualquer um deve ouvir ou apenas respeitar aqueles que revolucionaram.

Começando com o lado B, chegamos em Within You Without You, uma música sensacional que leva na bagagem gaitas, bandolins e violinos, tudo misturado em passagens orientais. E depois falam que Harrison não era um bom músico, o cara era gênio.

Depois de When I'm Sixty-Four vem a animada Lovely Rita que é muito legal. A música é para quebrar o gelo, assim como Good Morning Good Morning que faz lembrar que o grupo continua animando. E para fechar esse belo disco, A Day in the Life arrepia e faz emocionar com a bela voz de Lennon. Se você ouvi - la inteiramente, é genial como a banda se despede do disco. Um acorde de piano profundo que fica na cabeça por um bom tempo.

Com chave de ouro Sgt. Pepper´s é um disco além dos limites que foi superior em tudo. Até na produção de George Martin no inesquecível Abbey Road. Quebrou todas as barreiras desde a sua enigmática capa até um ato simples de se cantar um refrão.



The Black Álbum, o poder do Metal.

 


Se eu não me engano é a primeira vez que venho a falar de um bom Metal aqui no blog. Mais próximo do Metallica que já foram citados aqui, foram o Maiden e o Sabbath, mas eles não chegam a força bruta da banda americana.

Realmente o Metal não é minha praia, a não ser o Heavy Metal, gênero no qual eu adoro. Mas mesmo assim eu não posso deixar de citar o Metallica no mundo do Rock. Eles são muito importante e um disco que melhor representa a banda é sem duvidas The Black Álbum.

A energia que James Hetfield representa em sua voz e presença de palco é muito grande, assim como sua pegada na guitarra. Mas o que me impressiona mesmo é a qualidade da banda em si. Kirk Hammett é um guitarrista talentoso que por muitas vezes arranca meus aplausos, assim como Lars Ulrich que em uma bateria furiosa faz a base da banda, claro, bem apoiado por Jason Newsted, formando uma cozinha respeitável.

" Em 1991 saia para o mundo inteiro uma pérola do Metal. Só podia ser mesmo o Metallica para aprontar uma dessas "


Dois anos antes do lançamento de Black Álbum, o ótimo Justice For All ja vinha balançando a cabeça do Rock N Roll. O Metallica vinha de uma sequência arrasadora, e The Black Álbum pois a banda na história definitivamente.

O disco começa com o clássico Enter Sandman, uma das músicas preferidas dos fãs da banda, e assim podemos perceber a qualidade de Kirk e James atuando junto. Logo em seguida vem Sad but True e Holier Than Thou, pesadas como sempre.

The Unforgiven vem adiante e mostra que Kirk Hammett é um talentoso guitarrista. Suas introduções fazem da música outro clássico do Metallica. E nesse embalo recebemos a contagiante Wherever I May Roam, que não esta no disco para brincadeira, e sim para Metal, como a ótima faixa seguinte, Don't Tread on Me.

A minha preferida do álbum chega depois de Through the Never. A sensacional Nothing Else Matters faz do Metallica uma das melhores bandas de Metal do mundo. A banda ja tinha adotado esses tipos de baladas como a enigmática One, e óbvio que não foi diferente nesse álbum.

 “ E nada mais importa “, fecha Hetfield a linda música.

Com belas melodias de Nothing Else Matters e The Unforgiven o disco segue com Of Wolf and Man, The God That Failed e My Friend of Misery. The Struggle Within é a última bolacha do pacote que poi fim nesse grande compacto do grupo.

A capa do disco é alvo de discussões até os dias de hoje. O álbum foi creditado sem nome, e acabou ficando a critério da critica e dos fãs, que deram o nome de The Black Álbum ( devido a sua capa ). Para muitos ficou como Metallica mesmo.

Um pouco mais de uma hora de puro Rock e Metal, e produzido pelo ótimo Rob Rock, The Black Álbum vendeu 22 milhões de cópias só nos EUA, tirando do posto do Zeppelin, que  no seu quarto disco chegou a esse número.

The Black Álbum é um disco excelente que qualquer fã de Metal e Rock deve ouvir. Indispensável !.



Legado do Rock: Curiosidades sobre o Rock & Roll

 Rock and Roll evoluiu e se dividiu em uma variedade de subgêneros. A música sempre foi focada na cultura jovem e emoção. Temas de rebelião e desafio moldaram sua visão e som, inflamando seu ritmo e inspirando os manifestos em seu zeitgeist lírico. O mito e a realidade do que torna esse gênero tão inspirador e prolífico pode ser visto em como ele foi adotado por adolescentes e adultos com sua forma única de seriedade extravagante. Aqui fatos sobre o que essa música realmente é:

1

GROM Áudio Blog Gênero musical Rock and Roll Little Richard

Pequeno Ricardo | Fonte: Wikipédia

Little Richard, que foi regravado por Elvis Presley e pelos Beatles, desempenhou um papel importante na carreira de importantes artistas do Rock & Roll. Ele contratou e trouxe Jimi Hendrix e Billy Preston como músicos de apoio para sua banda antes de se tornarem estrelas. Ele foi pioneiro no uso da teatralidade em performances de rock com seus penteados e maquiagem de pompadour, e travessuras de palco ultrajantes enquanto batia no piano suas prolíficas obras de rock.

2

GROM Áudio Blog Música Gênero Rock and Roll

Chuck Berry | Fonte: Wikipédia

Chuck Berry foi um dos primeiros cantores e compositores do Rock & Roll. Ele também foi um dos primeiros artistas do Rock a fazer grandes contribuições para favorecer a guitarra como o principal instrumento do gênero. Ele influenciou muitas bandas e artistas com suas famosas canções de rock de guitarra Rhythm & Blues, mais notavelmente The Rolling Stones.

3

GROM Áudio Blog Música Gênero Rock and Roll

Amigo Holly | Fonte: Wikipédia

Buddy Holly, outro cantor e compositor pioneiro no início do Rock & Roll, tem sido uma inspiração profunda para muitos artistas. Ele também inspirou os Beatles a escolherem seu nome. Eles originalmente estavam considerando os Crickets, que era o nome da banda de Holly, mas decidiram que os Beatles eram um trocadilho com beat e besouros. Ele também foi creditado com a descoberta de Waylon Jennings. Mais memorável, os óculos grossos e pretos de Holly estabeleceram padrões de moda ao longo dos anos para muitos artistas como Elvis Costello.

4

GROM Áudio Blog Música Gênero Série Rock Beatles

Os Beatles | Fonte: Wikipédia

A inspiração para a música dos Beatles “Lucy in the Sky with Diamonds” veio do filho de três anos de John Lennon, Julian, que mostrou ao pai um dia depois da escola uma foto que ele desenhou do personagem imaginativo. Mas muitos fãs consideram outra possibilidade. As letras iniciais dos três substantivos no título da música saem para “LSD”.

5

GROM Áudio Blog Gênero musical Rock Mick Jagger

Mick Jagger, o maior cantor de rock hedonista que também é conhecido como um ávido leitor e intelectual, afirmou que “Sympathy for the Devil” foi inspirado na leitura dos poemas do poeta francês Baudelaire. Muitos fãs dos Rolling Stones apontaram que a música faz alusões ao clássico romance alegórico do romancista russo Mikhail Bulgakov sobre o bem e o mal, “O Mestre e Margarita”.

6

GROM Áudio Blog Gênero musical The Faces

A música “Ooh La La” do The Faces foi o único hit da banda que não contou com Rod Stewart nos vocais. Foi Ron Wood, que se tornaria guitarrista dos Rolling Stones ao lado de Keith Richards, que faria os vocais. É uma das poucas vezes que Woods canta em uma gravação.

7

GROM Áudio Blog Gênero musical Led Zeppelin

Led Zeppelin | Fonte: Wikipédia

O álbum “Houses of the Holy” do Led Zeppelin não é apenas um dos discos de rock mais diversificados e musicalmente aventureiros já feitos, mas também ostenta uma das capas de álbuns mais impressionantes e misteriosas já vistas. Foi relatado que o grupo que estava envolvido no design da arte da capa se inspirou no final da obra-prima de ficção científica de Arthur C. Clarke, “Childhood's End”.

8

GROM Áudio Blog Gênero musical Stevie Nicks

Stevie Nicks | Fonte: Wikipédia

A música de Stevie Nicks “Landslide”, que foi gravada por Fleetwood Mac, tem encantado e encantado os fãs há décadas. Foi inúmeras vezes coberto, inclusive pelo Smashing Pumpkins. As origens da música remontam a um tempo antes do Fleetwood Mac, quando Nicks e o então namorado Lindsey Buckingham perderam um contrato com uma gravadora. Nick teve que decidir entre continuar com a música ou encontrar uma carreira diferente. Nick em uma entrevista disse que a música era um reflexo de sua decisão pessoal de continuar com sua carreira musical.

9

GROM Áudio Blog Gênero musical Bruce Springsteen

Bruce Springsteen | Fonte: Wikipédia

O álbum de Bruce Springsteen “Born in the USA” é considerado um grande lançamento da música pop dos anos 80. Mas o que muitas pessoas não percebem é que a maioria das faixas do álbum foram originalmente concebidas para o álbum anterior “Nebraska”, que é considerado uma das gravações mais sombrias e sérias de Springsteen.

10

GROM Áudio Blog Gênero musical Rock Van Halen

Van Halen | Fonte: Wikimedia

O Van Halen energizou o público com seu misticismo de metal de banda de cabelo que demonstra a energia orgástica das festas do sul da Califórnia durante os anos 80. Embora a banda tenha se formado em Pasadena, Califórnia; os irmãos Van Halen, que formam o coração do grupo, são na verdade imigrantes da Holanda. Seu pai, que é saxofonista, sustentou a família tanto lá quanto na Califórnia, enquanto dava treinamento clássico e formal para ambos os irmãos.

 

Lista de reprodução do Spotify

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