sábado, 25 de junho de 2022

O GRITO DE UM REI

 


Farrokh Bulsara foi um dos grandes nomes do Rock ! Você não conhece esse nome, e acho bom nem tentar pronuncia - lo. É bem mais façil você falar Freedie Mercury, aquele mesmo cara que ficou conhecido por cantar grandes clássicos do Queen e pronunciar pelo mundo inteiro uma das frases mais intrigantes " Nós queremos o Rock, e agora "

É improvável encontrar um rockstar nascido na África e ter feito um sucesso profundo mundo afora como Mercury. Sempre foi muito talentoso e dono de uma voz grandiosa que vem conquistanto décadas e décadas. Seu ínico na música foi através de um humilde piano, onde todos perceberam que ele tinha um dom gigante.

Na faculdade conheçeu o baixista Tim Stafell e assim se juntou ao Smile que continha mais dois talentos : o baterista Roger Taylor e o guitarrista Brian May. Stafell saiu e assim o ótimo baixista John Deacon se juntou formando uma das grandes bandas mundial, o Queen.

A sua carreira no princípio foi bem movimentada, pondo o Queen na forma mais experimental ao lado do Rock Progressivo e Óperas Rock. Deixando seus cabelos longos, pondo o visual Glam o grupo já era grande quando fez a épica " Bohemian Rhapsody ". Depois ao movimento mais Hard Rock e anos 80, pondo para mim a melhor fase do Queen, com clássicos maravilhosos como " I Want To Break Free ", " Kind Of Magic ", " We Will Rock You " e entre muitas outras.

Ainda na década de 80 conquistou com seus discos solos em sua fase pop. Mr. Bad Guy foi muito bem recebido, principalmente com a simpatia de  " I Was Born to Love You " , mas Mercury é daqueles caras que ou você ama ou odeia. Sozinho ele é grande, mas com o Queen ele é genial.  Em 88 ele lança seu segundo álbum, pronunciado apenas como Barcelona, fascinado por Ópera gravou o álbum com  Montserrat Caballé, uma de suas influências.

1991 ficou marcado pelo ano em que nos deixou, vítima do HIV. Em 92 um ano depois de sua morte foram lançado dois álbuns póstumos em seu tributo. Show tributo maravilhoso feito pelo seus amigos músicos, dentre eles estão Robert Plant, Roger Daltrey, David Bowie e Axl Rose. É um dos grandes shows que eu já vi.

Se estivesse vivo completaria 65 anos, mas não estou fazendo esse post por essa data, e sim porque ele merece de certa maneira. Freddie Mercury sempre foi um compositor e poeta magnífico para o mundo do Rock e da música. Mercury nos deixou um grande legado, deixou nada além do que a música e mais uma maneira de se pensar.

Obrigado Mercury !




Solos, a viturde da guitarra

 


A maior virtude da guitarra é sem dúvidas o solo. Para a maioria dos guitarristas, é a melhor parte, aquela em que você explora sua técnica, habilidades e claro, seus sentimentos. Solos podem salvar uma música, emocionar e até fazer você pirar.

Nesse terceiro post do mês especial sobre o mundo guitarra, falarei dos melhores solos que eu já ouvi em minha vida, por enquanto, porque quero ver muito, mas muito mais.

Ao menos, eu não lembro qual foi o meu primeiro solo a ser escutado, mas lembro que o primeiro a ser tocado por mim foi " Smoke On The Water " do grande Ritchie Blackmore, é um puta solo do eterno clássico. Mas se não bastasse o Purple e o Blackmore, Jimmy Page entra em ação, só que em outro hino. " Whole Lotta Love " do Zeppelin é sensacional em todos os sentidos, desde o riff até a passagem piscodélica no meio da música, mas o que eu mais gosto é o solo que Page executa depois do piscodelismo. Esse é para pirar, assim como " Stairway to Heaven ", um dos solos mais belos.

Passando de Purple para Led, chegamos agora no Pink Floyd. Todos fãs da banda sabem que David Gilmour é uma baita de um músico e de quebra, um guitarrista. O disco todos conhecem, The Dark Side Of The Moon e a música também, " Time ". Quem não lembra do solo de " Time " corra para ouvir porque é surreal, é uma fantasia, como o álbum.

Dos anos 70 para o 80, Ozzy Osbourne sempre teve ao seu lado guitarristas muito fodas. Randy Rhoads era um menino de puro talento e que brilhou no primeiro disco solo do Madman, Blizard Of The Oz. Da música mais enlouquecida ao um dos solos mais eternos do Rock. " Crazy Train " e o trem louco de Ozzy e Rhoads.



É muito improvável um interessado, estudioso e dedicado virar um guitarrista como foi. Esse tiozão é Brian May, que toca muito e acabou brilhando no Queen. O clássico em que mostra seu dom é " Bohemian Raphsody ", em um solo contagiante e improvável, como o próprio.
Agora vamos as origens do Metal, digo, ao Black Sabbath. Gosto muito do Tony Iommi, e ele me deixou extasiado na música " War Pigs " do segundo álbum da banda. O solos são ótimos, assim como " Paranoid " que até hoje me faz pirar.

Como o Sabbath era pesado, esse é uma erupção de peso. Eddie Van Halen chegou ao alto patamar do mundo da guitarra com o solo " Eruption " que causou um impacto tão grande na época, que muitos diziam que Hendrix tinha encarnado. Eddie sempre foi um dos meus guitarristas preferido e brilhou durante toda sua carreira. Popularizou um novo jeito de tocar guitarra.




E como deixaria Slash de fora, o cara sempre foi mestre na arte de se fazer um bom solo. É difícil eu destacar um só, mas " November Rain " é muito bom, " Sweet Child O Mine ", " Estranged " e muitos outros. Mas agora, cadê Jimi Hendrix ? Não ia deixar o cara de fora e acho " All Along The Watchtower " um clássico da guitarra. Seus solos são inconfúdiveis, são geniais.
Existem muitos solos brilhantes espalhados pelo mundo, mas são esses que veio a minha cabeça. Peço desculpa se deixei um mestre de fora, mas todos sabem que Angus Young, Eric Clapton, Jeff Beck, Keith Richards, John Frusciante, Santana e muitos outros mestres. Mas diz ai ? Qual são seus solos preferidos.

Antes de me despedir você ao menos deve conhecer o Allman Brother Bands, uma grande banda do Southern Rock. Duane Allman sempre foi reconhecido pelo seu jeito de tocar e criar, mas é impressionante ver esse solo feito pelo guitarrista Dickey Betts que sempre foi um grande fã do original Duane, um dos percussores do slide, que Dickey usa nessa pérola. Tem tudo o que um solo de guitarra pede :  Técnica, Intensidade, Originalidade e Criatividade. É como contar uma história, e deixar o melhor para o final.





Bring Me The Horizon revela data para novo single

 "Strangers" de Bring Me The Horizon chega em julho acompanhado de videoclipe


A banda Bring Me The Horizon anunciou na última quarta-feira, 22, seu novo single “Strangers” com lançamento previsto para dia 6 de julho. O grupo tocou a música em um cruzeiro no mês de maio durante o Festival Malta Weekender na Europa.

No Twitter, a banda postou um vídeo com o trecho da nova música e anúncio de videoclipe para a mesma data, além do pedido para que os fãs façam o pré-save. Na versão tocada no festival, “Strangers” apresenta uma bateria pesada e riffs de guitarra. Já na versão divulgada no Twitter, a música aparentemente foi convertida para algo mais contido. Confira a versão tocada ao vivo publicado por um fã no Youtube.


No vídeo divulgado pelo grupo, temos Oliver Sykes cantando ao lado do tecladista Jordan Fish. Confira abaixo a prévia oficial de "Strangers" e a arte do single.

Bring Me The Horizon no Brasil 

A banda tem show marcado para 19 de dezembro de 2022 para o festival KNOTFEST, no Jeunesse Arena, Rio de Janeiro. O grupo divide o palco com Slipknot. O preço dos ingressos vão de R$ 180 para a meia-entrada a R$ 750 da Pista Premium. A apresentação também tem ingressos de camarote, com inteiras e meias-entradas respectivamente custando R$ 570 e R$ 285. Os ingressos estão disponíveis no site da Eventim.

DE RECORTES&RETALHOS

 

Jornal Se7e - Á Roda dos Discos - Steve Winwood / Luis Peixoto 1981


Vou começar a postagem dos recortes do Jornal  Se7e , mais conhecido por jornal  7, com uma critica de um disco de Steve Winwood feita então por um dos Jornalistas que mais apreciava Luis Peixoto, que mais tarde foi para o Blitz.Penso que tinha recortes mais antigos deste jornal, mas provávelmente desapareceram com as mudanças de casa. Foi um jornal que praticamente acompanhei desde a 1ª edição, até á sua extinção. De seguida deixo um breve resumo tirado da Net sobre a história do Jornal.


Fundado em 1977 pelo grupo do semanário "O JORNAL". Teve sucessivamente como directores Mário Zambujal, Pedro Rafael dos Santos, José Silva Pinto, Luís Almeida Martins, Carlos Cáceres Monteiro, Afonso Praça, Rodolfo Iriarte, João Gobern e Manuel Falcão. Até meados dos anos 80 liderou a informação de espectáculos com tiragens só ultrapassadas pelo semanário Expresso e pelos jornais desportivos. Acompanhou a época de ouro da MPP e do rock português, mas foi vítima de sucessivas alterações da linha editorial, sobretudo após a saída de Afonso Praça e da maioria da equipa que o acompanhava, em 1988. Acabou por extinguir-se em meados da década de 90. Da sua redacção fizeram parte, ao longo dos tempos, Acácio Barradas (o primeiro coordenador), Fernando Assis Pacheco (que ocupou os lugares de chefe de redacção e sub-director), António Rolo Duarte, Maria João Duarte, António Macedo, António Duarte, Belino Costa, Cláudia Baptista, João Vaz, Margarida Trincão, Viriato Teles, Daniel Ricardo, Cristina Baptista, Manuel Neto, António Costa Santos, José Fragoso, José Manuel da Nóbrega, José Rui Cunha, José Zambujal, Margarida Magalhães, Margarida Rebelo Pinto e Pedro Rolo Duarte, entre outros. Teve ainda como colaboradores nomes como António Rolo Duarte, Eduardo Guerra Carneiro, Eurico da Fonseca, Herman José, João Ubaldo Ribeiro, Luís de Sttau Monteiro, Manuel Cadafaz de Matos ou Vítor Pavão dos Santos.


Uma das musicas do disco em critica, com um video lindissimo, com o velhinho LP a rolar no gira-discos!!



Revista mundo da canção nº2 - Pop Five Music Incorporated / MC 1970

Entrevista com Pop Five Music Incorporated.



Outra grande musica do mesmo single, que maravilha ouvir este fritar da agulha a rolar na rodela preta !!!! Há um pouco o hábito de a nossa emprensa escrita falar do Rock Português desde "Ar de Rock" 1980 de Rui Veloso, quando na verdade ele começou bem lá para trás com os Pop Five, Quarteto 1111, Sheiks etc...... más existe uma tendência enorme para esquecer estes projectos, o que é pena !!!!



Revista mundo da canção nº3 Adriano Correia de Oliveira / Amália / 1970

Letras de duas musicas saídas então na Revista nº3 !!!!


LIRA



Trova do vento que passa, Amália Rodrigues numa versão Sublime !!!!


Revista mundo da canção nº3 / 1970

Capa da MC nº3 !!!



Revista mundo da canção nº2 - Zeca Afonso-A. C. Oliveira / Guilherme Soares 1970

Critica aos discos então saídos, estavamos em 1970 !!!

Uma das musicas do álbum de então, [1969] José Afonso - Contos Velhos, Rumos Novos.





sexta-feira, 24 de junho de 2022

All Those Years Ago - George Harrison ( 1943 - 2001 )

 


Quem gosta dos Beatles certamente gostará desse post, e para quem gosta de George Harrison, amará. Em 2001 o ex - Beatle morreu de câncer e já faz 10 anos. Como o tempo passa não ? E foi nesse mesmo ano em que Joey Ramone, o eterno poeta Punk Rock também nos deixou, mas hoje Harrison ganhará o post, por tudo que fez pela música.

Muita gente não conhece o músico por sua carreira em si, mas sim pelos Beatles. Fazia parte do famoso quarteto de Liverpool e segurava muito bem a guitarra ao lado de John Lennon, quer dizer, Lennon segurava bem a guitarra ao lado de George, que foi muito importante ao grupo. Estrelou ótimas músicas no quarteto, apesar de Paul e John sempre criavam, arriscou os mesmos passos de seu amigo Ringo Starr e fez mais um clássico dos Beatles no álbum Abbey Road de 69. " Here Comes The Sun "  por muitos é a melhor música da banda, mas é dificil escolher e quando se trata de grandes conjuntos eu costumo ficar em cima do muro.

Após os Beatles acabar, Harrison entrou em carreira solo e claro que ficou muita coisa guardada na cabeça do músico, foi uma decisão sábia que demonstraria todo seu valor. Antes de lançar All Thing Must Pass, álbum do qual falaremos mais tarde, o cara pois no mundo Wonderwall Music e Eletronic Sound.

Wonderwall já é um disco completo e de cara percebemos uma das principais características de Harrison em sua carreira, fundir e ambranger estilos. O artista sempre fez isso com letra e não se prendeu a fazer baladas e músicas alegres. Músicas indianistas, folk, soul sempre foram bem representados e é nesse lema que Eletronic Sound chega as lojas, misturando sons. Mais parece um disco de Rock Progressivo com duas músicas bem grandes, mas nem chegando aos pés do ótimo Trick As A Brick  do Jethro Tull. É um álbum para poucos e sinceramente eu não aguentei ouvir,  mas uma frase me chamou atenção em uma das capas : " Tem muita gente fazendo barulho por ai, aqui tem mais ".

Enfim All Things Must Pass que foi um dos álbuns mais bem criticados do cara. O álbum é muito bom e agora sim eu enxergava o talento de George Harrison que além de grande guitarrista, era um excelente músico. Gosto bastante de " My Sweet Lord ", é de fato uma ótima música, relembrando muito os tempos dos Beatles, " What's Life " também é legal, assim como  " Isn't a Pitty ". George estava achando sua identidade que ganhou força em All Things Must Pass, um álbum totalmente bom e recomendado.



Após vários bons álbuns e o sucesso musical voltando a bater na porta, em 1980 George fez sua autobiografia " I Me Mine ". E no mesmo ano seu amigo e gênio John Lennon viria a falecer, e acabou fazendo uma homenagem chamada  " All Those Years Ago " que logo de cara chegou ao topo das paradas, tendo em sua gravação MacCartney e Ringo. A música retrata os bons tempos em que eles passaram juntos.

Na década de 90 o Traveling Wilburys havia surgido, um supergrupo formado por Bob Dylan, Tom Petty, Roy Orbison, Jeff Lynne e George. Tudo começou com ajuda de Dylan e Roy Orbison em uma música de Harrison, de tudo isso houve a ideia e assim formaram. O Traveling foi um grupo super interessante, foi mais ou menos uns Beatles antigo e saiu na hora certa pois, cada carreira de cada músico estava consagrada e em um ritmo mais calmo. Os músicos tinham tudo a ver, pois sempre apresentavam o mesmo estilo, e isso contou muito para que desse certo.

A morte de George Harrison foi um choque para a música e os fãs de Beatles. Apesar de não ser um gênio e nenhum cara brilhante na guitarra, musicalmente foi um ótimo artista com uma discografia extensa que vale muito a pena você dedicar pelo menos um tempo a esse cara. E por fim, participou dos Beatles, não tem coisa melhor.

 " O mundo nos usou como desculpa para enlouquecer "

Mostrando a cultura indianista, a fantástica Gopala Krishna




Rock Eller

 

 2001 foi um ano em que grandes nomes se despediram. Dois grandes exemplos são George Harrison e Joey Ramone que nos deixaram assim como a musa Cassia Eller.

Cassia Eller nasceu no Rio de Janeiro, mas foi em Brasília em que começou a dar seus primeiros passos com Rock, primeiro os Beatles, depois Nirvana e assim vai. Foi uma das principais cantoras que interpretaram grandes canções de artistas. Cazuza e Frejat não sabiam o que faziam com " Malandragem " até que caiu nas mãos perfeitas.

Lançou ao todo 5 discos, sendo um póstumo. Marginal, os dois Cassia Eller e Com você meu mundo ficaria completo são indispensáveis para quem curte uma boa musa e por fim, uma ótima música. Nesse três compactos a gente pode relembrar os clássicos " Segundo O Sol ", " Por Enquanto ", " Malandragem " e " Relicário ", essa última cantada junto com Nando Reis, uma dupla que foi brilhante.

O Moicano e os peitos de fora deixarão saudades, como sua memorável apresentação no Rock In Rio no mesmo ano de sua morte, por uma parada cardíaca.


E no fim só o seu coração conseguiu parar.


Muito além de um clássico

 



Você ao menos já deve ter escutado “ Eye Of The Tiger “ do Survivor, mas não está se lembrando devido ao seu nome, agora ouça novamente, porque até cantará seu ritmo. Hoje conheceremos três bandas que são marcadas por uma música só, e no meio disso tentaremos mostrar um pouco mais delas.

A faixa  “ Eye Of The Tiger “ é da banda Survivor, conhecidos como a banda de uma música só. Foi nesse termo que o grupo viveu sua trajetória. O clássico ganhou fama através do filme Rocky Balboa 3, a sim, agora você lembrou : Aquele famoso hino das lutas mundiais. Se for ver uma luta, independente aonde seja, você terá 90 % de chances de ouvi – la.

O Survivor foi formado em 1978 e seu disco homônimo não foi um estouro. Ficou bem mais acima do que a 100 posição da billboard, mas a banda agradou alguns desavisados fascinados pelo Hard Rock.  A transição dos anos 70 para o 80 em questão do gênero é percebida, a banda passa pelo o som mais direto, mas ao mesmo tempo apostando em algo mais comercial. Nada de superproduções como o Kiss e entre outras bandas gostavam.

O primeiro disco não tinha sido uma abertura digna. O próximo, chamado de  Premonition trazia já um som mais refinado do que o primeiro e de longe é o melhor disco de toda sua carreira.  A surpresa chega com com “ Eye Of The Tiger “ , que com o empurrão de Rocky chega as paradas. E mesmo com o sucesso repentino na década de 80, caíram em um esquecimento profundo, mas não é para tanto, é inegável que o clássico é muito legal e a banda merece ter sua atenção. Se gosta daquele Hard Rock açucarado, essa é sua praia.


Agora falo de mais uma ótima banda, que prefiro em relação ao Survivor. O Europe querendo ou não, tem que estar nesse post. Todos sabem como é “ Final Countdown “, todos cantam seu refrão, o teclado marcante, enfim, grudou na sua cabeça por muito tempo. Ta certo que eles venderam milhões e milhões de discos mas a maioria só fica pelo hino mesmo. Além do álbum conter mais algumas ótimas músicas como " Rock Night " e " Love Chaser ", apresenta algumas outras excelentes canções espalhadas por sua discografia, que consta em oitos álbuns. 

Eles nunca mudaram sua fórmula. No começo a banda sempre teve algo do Dio, mas perderam de vez quando puseram no mundo a balada " Carrie ". Depois de Final Countdown, tiveram uma recepção muito boa, passando alguns bons momentos com Out Of This World. 

O Europe nunca foi uma banda que você olha e diz : " Maravilha ". Que os fãs me desculpem mas é minha opinião. E podem ficar tranquilos que essa minha visão não tira o disco The Final Countdown como um eterno clássico do Hard Rock. 

Mudando de década, vamos para os anos 60, onde o Rock vinha se consolidando com gênios como os Beatles, Jeff Beck, Jimi Hendrix, Free, The Who, enfim, a lista é grande então vamos pular. É certo que " Born To Be Wild " foi uma das maravilhas decisivas naquela época. 

O Steppenwolf foi quem fez a proeza de po - la no mundo. Virou o tema daquela época, e o lema era mais ou menos assim : " Vamos pegar nossas coisas e deixar o mundo nos conhecer ". É uma filosofia de vida, muito praticada nos dias de hoje. Quem não quer acordar tarde na segunda - feira e dormir como o dia não tivesse fim ? " Born To Be Wild " virou tema do filme Sem Destino de 1969 e todos pediam o clássico, o mundo pedia.

A banda teve seu momento de muita fama mas hoje poucas pessoas conheçem um terço de sua discografia. Eu não conheço sua discografia inteira, mas ouvi uma enorme variedade de excelentes faixas e álbuns, fazendo um bom tempo. Uma delas, que também é uma das mais famosas do grupo é a loucura de " Magic Carpet Rider ". É linda do segundo trabalho chamado The Second, um disco fantástico do mesmo calão do primeiro.

O Steppenwolf é uma pérola e para mim foi um dos momentos que mais aguardava nesse post, falar da banda que com seu piscodelismo ( moda nos anos 60, tendo grandes expoentes como Jefferson Airplane, 13th Floor Elevators e até mesmo os Beatles ) conquistou o mundo em uma época crucial para a história do gênero e sem dúvidas para a música.



BIOGRAFIA DOS Expensive Soul

Expensive Soul

 Os Expensive Soul são um grupo musical de Leça da Palmeira, composto por António Conde, conhecido como Demo (MC), e Tiago Novo, conhecido como New Max (cantor/MC/músico/produtor).

Começaram no ano de 1999, mas apenas em 2004 se tornaram mais conhecidos com a edição do seu 1º álbumB.I..

O seu estilo de música é difícil de categorizar porque possuem uma sonoridade que vai desde o Soul/Reggae até ao R&B/Hip-Hop, mas sempre com uma forte componente orgânica.

Ao vivo, o duo faz-se acompanhar pela Jaguar Band.

O estilo dos Expensive Soul conquistam muitos fãs com as prestações ao vivo e as suas letras em português.

1999 - 2003: Início

O projeto nasceu no final da década de 90, quando New Max e Demo andavam na mesma turma, na Escola Secundária da Boa Nova em Leça da Palmeira, e se juntaram para fazer música.

O Demo desafiou Max a participar num concurso da Antena 3 e do Projecto Vida, destinado a eleger os 12 melhores temas de Hip-Hop que abordassem o tema da droga.

Como prémio, foram atuar à estação de rádio onde se estrearam ao vivo.

Em 2000 foram convidados para assegurarem as primeiras partes dos concertos de Kika Santos.

Chegaram à conclusão de que necessitavam de uma banda suporte.

Formam uma banda completa com baixobateriacorosguitarras e teclas: a Jaguar Band.

2004 - 2009: Estreia discográfica e ascensão ao circuito mainstream

Os Expensive Soul gravaram o seu álbum de estreia, intitulado B.I., no estúdio caseiro de New Max. O disco foi lançado pela sua editora independente, New Max Records.

Com o sucesso do disco acabaram por ser contactados para integrar o catálogo da EMI que relançou o disco em 2005.

O primeiro sucesso dos Expensive Soul, "Eu Não Sei", foi incluído na banda sonora da 2ª temporada da série Morangos Com Açúcar.

Já o 2º single de B.I., "Falas Disso", integrou a 3ª temporada da mesma série. O sucesso foi coroado a 7 de dezembro de 2004 com a atuação no evento MTV Live, da MTV Portugal.

Em 2006 lançaram o seu 2º álbum, Alma Cara (uma tradução do nome da banda). Alma Cara recebeu críticas positivas por parte dos média. Este disco valeu-lhes uma nomeação para os MTV Europe Music Awards de 2006 na categoria Best Portuguese Act (o prémio acabou por ser atribuído aos Moonspell). Foram produzidos videoclipes para os temas "Brilho" e "13 Mulheres".

Também em 2006 gravaram uma cover de "Efectivamente", tema dos GNR, para o álbum "Revistados 25-06 GNR", de tributo a essa mesma banda.

Em 2007 gravaram com Bianca a versão portuguesa do tema "I Don't Dance", do filme High School Musical 2 da Disney. A versão portuguesa, "Eu Não Danço", teve direito a um videoclipe.

Em 2009, New Max lança o seu primeiro projeto a solo, Phalasolo, álbum disponibilizado para download gratuito. New Max lança videoclipes de dois temas de Phalasolo: "América Eléctrica" (que conta, no final do tema com a sua própria mãe a cantar) e "Quero Mais" (com um vídeo musical protagonizado por Rui Reininho).

2010 - presente: Consolidação do sucesso

2010 foi um ano decisivo para o crescimento da sua popularidade graças ao álbum Utopia (lançado através da Vidisco), e sobretudo ao primeiro single "O Amor é Mágico" - que conta com um sample de "I'll Always Be Here", do grupo americano The Impressions[1] -, tema que assaltou as principais rádios portuguesas e renovou o interesse do público pelos Expensive Soul desencadeando mais pedidos para concertos.

Gravam "A Machadinha" para um disco de versões de clássicos infantis inserido numa iniciativa dos hipermercados Continente.

Em 2011, recebem o prémio de melhor música do ano, por "O Amor É Mágico", na gala dos Globos de Ouro. Ainda nesse ano foram nomeados pela 2ª vez para a categoria "Best Portuguese Act" dos MTV Europe Music Awards.[2]

O duo de Leça da Palmeira acabou por perder o prémio para Aurea.

Em 28 de abril de 2012, no âmbito da Guimarães 2012 - Capital Europeia da Cultura, acontece no Pavilhão Multiusos daquela cidade a «Expensive Soul Symphonic Experience» com direção do maestro Rui Massena.

Os Expensive Soul atuam para um público entusiasta de 6500 pessoas, acompanhados pela Fundação Orquestra Estúdio, por um coro de meia centena de vozes do Norte e pelo ribombar das caixas e bombos do grupo dos Velhos Nicolinos. O concerto foi filmado pela RTP e editado também em DVD.

"O Amor é Mágico" é escolhido em 2012 para genérico da novela Doida Por Ti, da TVI. Em finais de 2012 colaboram numa nova versão de "Mr Dow Jones" para o álbum Rui Veloso E Amigos, de Rui Veloso,

Anunciam que o quarto disco seria mais orgânico e mais curto que os anteriores [1].

Em 2014 foi editado o álbum Sonhador. As letras das músicas revelam uma maior consciência social, passando uma mensagem ativista, mas não esquecendo a alegria festiva e o clima de diversão que caracteriza as canções do duo.

Foram retirados três singles: "Cúpido" (2013), "Que Saudade" (2014) e "Só Limar" (2014).

Em 2016 lançam o álbum Ao Vivo Nos Coliseus gravado nos Coliseus do Porto e de Lisboa. A edição física deste álbum foi lançada numa pen drive, ao invés dos habituais formatos (CD e DVD)[3]

Em março de 2018 lançaram o single "Limbo" e um ano depois lançaram o single "Amar É Que É Preciso".

Discografia

  • B.I. (2004)
  • Alma Cara (2006)
  • Utopia (2010)
  • Expensive Soul Symphonic Experience] (2012)
  • Sonhador (2014)
  • Ao Vivo Nos Coliseus (2016)
  • A Arte das Musas (2019)

Destaque

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Genocide Association  ! Banda? Não! Projeto? Não! Piada? Sim! Resumindo, tudo aconteceu em 1983 em Nottingham. Digby "Dig" Pearson...