sábado, 25 de junho de 2022

BIOGRAFIA DOS A Flock Of Seagulls

A Flock Of Seagulls

A Flock of Seagulls é uma banda inglesa de new wave originalmente formada em 1979 em Liverpool, por Mike Score no vocal e teclados, seu irmão Ali Score na bateria e Frank Maudsley no baixo, com sua formação mais famosa, composta pelos irmãos Score, Maudsley, e pelo guitarrista Paul Reynolds.

Foi uma das bandas mais influentes dos anos de 1980, principalmente pelo seu estilo musical único por conta do trabalho de guitarra de Reynolds, o grupo também definiu muito do que é hoje a dance music, o pop contemporâneo e a música eletrônica dos dias atuais.[2]

O grupo teve uma série de singles de destaque, incluindo "I Ran (So Far Away)" (1982), "Space Age Love Song" (1982), "Wishing (If I Had a Photograph of You)" (1982) e "The More You Live, The More You Love" (1984). Eles se tornaram famosos na década de 1980 pelo videoclipe de "I Ran (So Far Away)", que foi exibido na MTV durante a Segunda Invasão Britânica.[3] A banda ganhou um Grammy Award em 1983 pela canção "D.N.A."

Em 2018 os membros da formação original se reuniram para gravar um álbum novo com a Orquestra Filarmônica de Praga intitulado Ascension.

Já em 2021 a banda anunciou um novo álbum que continua com as produções orquestrais de seu antecessor, o álbum intitulado de String Theory será lançado em plataformas digitais em 20 de agosto de 2021; além disso, em entrevista o vocalista Mike Score afirmou que está trabalhando tanto em um álbum solo quanto em um futuro novo álbum da banda.[4]

História

1979 – 1982: Formação e álbum de estreia

A Flock of Seagulls foi formado por Mike Score em 1979 em Liverpool.[5] O nome da banda foi tirado da música "Toiler on the Sea", do The Stranglers, e do livro Fernão Capelo Gaivota de Richard Bach (de acordo com Mike Score).[6] A formação inaugural da banda contou com Mike, que anteriormente era cabeleireiro e foi baixista da banda de pós-punk Tontrix,[7] ele assim que saiu da banda, comprou um sintetizador MS-10 de segunda mão, e convidou seu amigo Frank Maudsley para tocar baixo e seu irmão Ali para tocar bateira, nem Ali, nem Frank nunca haviam tocado bateria e nem baixo. Depois de testarem seis guitarristas, Willie Woo entrou como guitarrista e trouxe Mark Edmondson para substituir Ali na bateria quando os irmãos Score tiveram um desentendimento.[8] Pouco tempo depois Mark Edmondson saiu para dar seu lugar a Ali que retornara a banda; e pouco depois Woo deixou a banda e foi substituído pelo então adolescente de dezessete anos Paul Reynolds, que tinha sido um amigo próximo de Edmondson, a mando de Maudsley; criando assim a formação clássica da banda. Inicialmente, eles estavam a procura de um vocalista, porém, quando estavam escrevendo suas primeiras músicas, Mike como compositor das primeiras canções, cantava querendo mostrar como ele achava que seria melhor a música, então Frank sugere para que ele seja o vocalista, Mike não aceita de início pois já era tecladista da banda, mas descobre que se enquanto estiver cantando ele pode segurar uma nota, fica melhor, então acaba aderindo e vira o vocalista oficial da banda. Depois de praticarem alguns dias em cima do salão de cabeleireiro de Score e Maudsley, a banda começou a tocar em alguns clubes e eventualmente conseguiu um contrato com uma gravadora.[9]

Eles gravaram sessões de rádio para a Rádio 1 de John Peel em 6 de maio de 1981, que foi ao ar seis dias depois.[10] Eventualmente, sob a administração de Harry Maguire, Tommy Crossan e Mick Rossi todos os diretores da Checkmount Limited, eles começaram a lançar singles através da Jive Records. O grupo lançou seu single de estréia "Talking" (produzido por Nelson), no selo Cocteau de Bill Nelson. Eles então assinaram com a gravadora Jive, distribuída pela CBS, onde lançaram seu segundo single "Telecommunication". O single também foi produzido por Nelson e se tornou um hit do clube. Seu terceiro lançamento foi o EP "Modern Love is Automatic". Originalmente lançado como EP de 4 faixas tanto em 7 "quanto em 12", a edição de 12 "logo foi reeditada adicionando "Telecommunication".

Este EP de 5 faixas também foi seu primeiro lançamento nos EUA.[11] Em 1982, o quarto single do grupo "I Ran ( So Far Away)", produzido por Mike Howlett, o ex-baixista da banda Gong, se tornou um sucesso mundial, alcançando o número 1 na Austrália e o Top 10 nos EUA e Nova Zelândia. Seu álbum de estreia e single "Space Age Love Song" foram ambos bem sucedidos.[12]

Seu álbum, A Flock Of Seagulls, recebeu boas críticas após seu lançamento e significativa transmissão de rádio.[13] Em sua resenha retrospectiva para o AllMusic, Tom Demalon deu ao álbum 4.5 estrelas, chamando-o de "...muito divertido e uma maravilhosa coleção de [músicas] new wave para se ouvir". A banda, e particularmente este álbum, foram influentes durante a década de 1980, por sua imagem [14] e também por suas técnicas de produção, que em certo momento conquistaram o respeito do produtor musical Phil Spector, que nos anos 80 chamou o álbum de "fenomenal". [15]

1983: Listen e o pico de popularidade

No final de 1982, a banda finalmente encontrou grande sucesso em seu país natal com "Wishing (If I Had a Photograph of You)", o primeiro single do próximo álbum Listen, que alcançou o Top 10.[16]

A música ''Wishing (If I Had a Photograph of You)'', tem uma história interessante, quando a banda estava em turnê nos Estados Unidos, Mike teve um curto romance com uma garota que tinha uma polaroid e perguntou se poderia ter uma foto dela, então a garota disse que se ele tivesse a foto ele iria embora e aquele romance seria esquecido e sido em vão, e logo depois eles se separam e Mike então, escreve a canção, dizendo que desejaria ter uma foto da garota para se lembrar da mesma.[9]

Mais tarde, a banda foi elogiada por ter quebrado o chão para outros atos musicais durante o advento da área de vídeo musical[17], mas, como se viu, 1982 foi o ano de pico de seu sucesso comercial e crítico.

Seu novo álbum, Listen, lançado em 1983 recebeu críticas positivas. Tom Demalon, da AllMusic, achava retrospectivamente que o álbum era "estéril" e inconsistente, ele achou o sucesso "Wishing (If I Had a Photograph of You) ser de multicamadas e hipnóticas" enquanto também elogiava os "Nightmares" e "Transfer Affection".[18]

No fim de semana do Memorial Day, após um show feito em Paris no dia 27 de maio, a banda voltou para os Estados Unidos e no sábado, 28 de maio de 1983, A Flock of Seagulls se apresentou no US Festival junto com Oingo BoingoMen at Work e outros.[19] O vocalista da banda Mike Score se recorda de antes de subir no palco ter feito cerca de 6 horas de entrevistas com os jornalistas e de ter falado com seu amigo que também tocaria no show, Eddie Van Halen.[20]

No mesmo ano dia 23 de julho de 1983, A Flock Of Seagulls se apresentaram no Estádio Memorial Holleder junto com outras bandas como The Police, The Fixx, Joan JettSimple Minds e Ministry, sendo assistidos por uma multidão gigante. A banda também começou a fazer várias turnês acompanhando a banda The Police a partir do final de 1982.[21] Mais três singles foram lançados para Listen em 1983, incluindo uma versão regravada de seu single de estreia "(It's Not Me) Talking", mas eles foram apenas pequenos sucessos no Reino Unido e no exterior.

1984: The Story Of A Young Heart e a saída de Reynolds

Após uma falta de interesse em continuar fazendo canções que abordam temáticas futuristas, a banda se arriscou em um novo estilo, querendo fazer um álbum conceitual baseado em emoções, como suicídio e também sobre desilusão amorosa. Nessa época todos os membros estavam musicalmente mais evoluídos e eles contavam com o produtor musical Steve Lovell para a produção do mesmo. O álbum tinha muito mais a presença de guitarra e um som muito mais polido.[22][23]

Em 1984 Mike havia perdido um amigo muito próximo, que conhecia desde a infância, ele havia cometido suicídio e isso mexeu muito com o jovem vocalista que disse que as músicas se ‘’escreveram sozinhas’’, ele chegava mais cedo no estúdio, antes de todos os outros membros da banda e ficava até mais tarde, sempre se concentrando em escrever as novas músicas, a canção ‘’Remember David’’ escrita por ele retrata toda a sua dor pela perda de seu amigo.[24]

Nessa época os membros estavam cada vez mais distantes, eles entravam no estúdio e ensaiavam suas músicas e logo depois eles se separavam e iam fazer outras coisas. Mesmo com os diversos problemas, eles se empenharam em criar o novo álbum, e criaram um álbum de sucesso moderado, tendo três singles, "The More You Live, The More You Love", "Never Again (The Dancer)" e "Remember David".[24] Esses dois últimos tiveram um sucesso moderado em alguns países europeus, mas isso por conta de terem sido pouco divulgados como single; em contrapartida o single "The More You Live, The More You Love" teve um maior desempenho, chegando ao top 10 e 40 das rádios americanas e top 40 no Reino Unido, tendo uma grande repercussão nas rádios e na MTV.[25]

Durante a turnê da banda, Reynolds começou a se envolver com drogas e seus problemas foram ficando cada vez mais graves com o passar do tempo, até que no meio da turnê ele acabou deixando a banda por conta de seus problemas contra as drogas e por segundo o vocalista Mike Score em uma entrevista feita na época dele ''ter perdido o interesse na música''. A turnê foi encerrada mais cedo após a saída de Paul.[26][27]

1985 – 1986: Nova formação, Dream Come True e separação

Reynolds foi substituído por Gary Steadman, ex-guitarrista do Classix Nouveaux e também um novo integrante ingressou na banda, Chris Chryssaphis como tecladista, deixando assim o vocalista Mike Score apenas no vocal e na guitarra de apoio. Ambos ficariam na banda para a gravação e lançamento do próximo álbum, intitulado Dream Come True, que segundo alguns relatos, não deveria ser um álbum da banda e sim o álbum de estreia da carreira solo de Mike Score.[28] O álbum foi lançado em 1985 no Reino Unido e em 1986 nos EUA, o álbum não atingiu seu público em ambos os lados do Atlântico e, portanto, foi um fracasso comercial. Dan LeRoy, da AllMusic, observou retrospectivamente que as canções eram "sem vida". Um crítico da People considerou a composição do álbum "ineficaz" e o próprio álbum "toda fórmula e florescer sem substância". Por conta das críticas negativas e um fracasso de vendas o grupo se separou.[29]

1988 – 1998: Diversas formações e The Light at the End of the World

A formação da banda teve uma modificação completa em 1988, na Filadélfia, com uma formação composta por Mike Score sendo o único membro da formação clássica, juntamente com vários músicos locais; composto pelos guitarristas Ed Berner e Dave Maerz, o baixista Mike Radcliffe, o tecladista Mike Railton e os bateristas Kaya Pryor e Jonte Wilkins. Esta formação expandiu-se no ano seguinte para incluir o baterista Mike Marquart; [30] mas foi então reduzida a uma banda de cinco membros composta por Score, Berner, Pryor, Radcliffe e Railton; e foi essa formação que lançou o single "Magic" no mesmo ano.

Em 1994, a formação da banda mudou novamente; desta vez para uma formação composta por Score, Berner e novos recrutas A.J. Mazzetti (bateria) e Dean Pichette (baixo).

Esta formação gravou o álbum The Light at the End of the World em 1995, o álbum foi lançado apenas nos Estados Unidos, seu som é muito polido e muito produzido, um vídeo promocional foi lançado junto com um VHS de single deste álbum, o principal single foi "Rainfall" que não fez sucesso, foi uma tentativa mal sucedida de inserir a banda nos anos de 1990, uma era dominada pelo Grunge, o álbum foi mal visto pelos críticos que o chamaram de "tedioso" e "embaraçante", porém os fãs falam que o álbum foi "mal interpretado" pelos críticos.[31]

Mike afirma que o estavam pressionando para lançar mais um álbum, disse em entrevista: “Muitas pessoas vinham me pressionando para fazer um álbum, e eu não estava no meu melhor naquele momento. Esse álbum sou eu, 'OK, aqui está um álbum, agora vá embora!' New Wave tinha dado um grande mergulho, eu não estava totalmente confiante e fiz um recorde para que pudesse limpar um pouco os decks. Não é o melhor álbum, mas há algumas músicas boas nele.”[9]

1998 – 2018: Anos de turnê e Ascencion

Em 1998, Berner, Mazzetti e Pichette deixaram a banda e foram substituídos por Joe Rodriguez, Darryl Sons e Rob Wright, respectivamente. Em 1999, a banda regravou a música Madonna "This Used to Be My Playground" para o álbum de homenagem de 2000 da Madonna, The World's Greatest 80s Tribute, para Madonna. Em novembro de 2003, a formação original de Mike e Ali Score, Paul Reynolds e Frank Maudsley se reuniram para uma performance única na série VH1 Bands Reunited. Em setembro de 2004, eles se reformaram novamente e fizeram uma breve turnê nos Estados Unidos. Embora a turnê continuasse a ser anunciada como a "formação original", mais tarde os shows não incluíam mais a banda original, isso porquê os problemas que surgiram em seis anos quando a banda começou, surgiram em algumas semanas, mas ainda havia magia da velha banda ali;[9] mas foi a continuação de Mike Score da banda mais nova; que por esta altura consistia em Score, Rodriguez e novos recrutas Michael Brahm (bateria) e Pando (baixo). Em 2005, esta versão do grupo estrelou a versão americana do programa de entretenimento Hit Me Baby, One More Time, onde tocaram "I Ran" e um cover da música de Ryan Cabrera, "On The Way Down" para uma chance de tem US $ 20.000 doados para uma instituição de caridade de sua escolha.

Em junho de 2011, os ex-membros Frank Maudsley e Paul Reynolds se apresentaram no festival de música Croxteth Park, Liverpool, sob o nome 'A Flock of Seagulls'.

Em 4 de fevereiro de 2013, Mike Score informou através de sua conta do YouTube que estava começando uma carreira solo. Ele lançou os singles "All I Wanna Do" em fevereiro de 2013 e "Somebody Like You" em janeiro de 2014.[32] No final de julho de 2013,[33] após uma apresentação no sul da Califórnia, Mike Score disse ao Los Angeles Daily News que a van alugada da banda continha $ 70.000 de equipamentos e os discos rígidos que armazenaram as faixas de seu álbum solo Zeebratta foram roubados de um Comfort Inn.[34] Enquanto isso atrasou o lançamento do álbum, ele foi capaz de reconstruí-lo com arquivos de música de sua casa na Flórida. O Zeebratta foi finalmente lançado em 1 de março de 2014.

Em meio aos shows promovidos pela banda com o passar dos anos, fazendo turnês com outras bandas de diversas partes do mundo, em especial, Mike se recorda de sair com Van Halen, conversar com o guitarrista lendário e de Eddie dizer que admirava sua banda.[35][20]

Kevin Rankin substituiu Brahm na bateria em 2016, e Gordon Deppe - da banda canadense Spoons - substituiu Joe Rodriguez em dezembro de 2017.

Em 3 de maio de 2018, foi anunciado que os quatro membros originais da banda se reuniriam novamente para gravar um novo álbum intitulado Ascension, sua primeira gravação em estúdio desde 1984.[36] Apresentando a Orquestra Filarmônica de Praga, será um álbum de 10 faixas composto por músicas exclusivas. versões de seus sucessos anteriores e uma nova música. O videoclipe de "Space Age Love Song" estreou no YouTube em 6 de junho, e um EP de cinco faixas que apresenta cinco versões da música foi lançado digitalmente dois dias depois.[37]

O álbum foi lançado digitalmente e em lojas físicas em 6 de julho,[38] mas cópias físicas estavam disponíveis on-line duas semanas antes. Em dezembro de 2018, a versão orquestral de "I Ran" foi lançada como single.

O site Cryptic Rock deu à Ascension uma classificação perfeita de cinco estrelas, dizendo: "é uma grande produção que é maravilhosamente gravada, produzida e masterizada" e "mantém a magia das músicas originais, mas ao mesmo tempo interpõe novas dinâmicas graças à Orquestra Filarmônica de Praga".[39] Paul Scott-Bates de Louder Than War declarou que é "um bom álbum sólido" e tinha uma afinidade com "I Ran (So Far Away)", escrevendo que a Filarmônica de Praga "adiciona um ar de grandioso ... e torna a música um espetáculo dramático. Como abertura para o álbum, realmente não poderia ser muito melhor ".[40]

Aaron Badgley, da Spill Magazine, escreveu que a banda ainda "toca extremamente bem juntos e a unidade central é tão apertada como sempre foi" e "a orquestra oferece um novo aspecto a essas músicas".[41]

Desde a composição do álbum Ascension, Mike revela que tenta reunir a formação original para uma turnê: “Há espaço para fazer um tour. Se a oferta certa surgir, veremos como vai a vibe. Eu adoraria olhar através do palco para ver Paul e Frank - depois olhar para trás e ver meu irmão me olhando carrancudo como sempre fazia! Adoraria sentir essa eletricidade de novo e acho que poderia ser assim. ” diz ele, ''Fazer a Ascensão trouxe de volta muitas memórias, de quando estávamos em nossa sala de ensaios há 35 anos.”[9]

2019 – presente: Inflight e String Theory

Em 12 de julho de 2019, os membros originais se reuniram de novo para mais um álbum, Inflight (The Extended Essentials), desta vez, a banda re-trabalha seus sucessos originais e os estende em um estilo remix de 12 ”dos anos 80. Dez novas gravações, expandidas para preencher a imaginação dos sonhadores em todo o mundo, que já está disponível em lojas físicas e digitais.[42]

Numa entrevista feita em 2019 para a revista Classic Pop, Mike diz que está preparando um novo álbum que por enquanto está intitulado de ''Space Boy'', mas que ainda não tem data para lançamento, Mike disse em entrevista: “Tenho entre 100 e 200 músicas”, diz Mike. “O problema é que eu poderia escrever uma música hoje, mas amanhã não estarei interessado nela. Você acaba com uma lista de pendências onde você pensa, 'Oh, eu terei que terminar isso um dia.' Eu não forço uma música. Se eu ficar preso, vou jogar um jogo ou assistir Star Trek ou sair e comprar alguns sapatos! ”. Porém, de acordo com Mike, ele não tem certeza se suas dezenas de músicas compostas se tornarão um álbum solo ou mais um disco de A Flock Of Seagulls, isso apenas Mike dirá.[9]

No dia 10 de maio de 2021 a banda anunciou por meio de suas redes sociais que irão lançar um novo álbum orquestral, novamente junto com a Orquestra Filarmônica de Praga, que terá o nome de String Theory. Esse álbum contará com outros dos maiores sucessos da banda, como MessagesRemember David e Say You Love Me, esse último que será o single principal, o novo álbum está previsto para ser lançado em 20 de agosto deste ano.[43][44]

Em 23 de julho de 2021 o primeiro single do álbum, intitulado Say You Love Me, foi lançado nas plataformas digitais com 7 versões diferentes e um vídeo clipe foi lançado no YouTube.[45][46]

Legado

Seu estilo dramático atraiu muitas críticas e paródias, mas a banda também foi reconhecida como um ato pioneiro, capturando o espírito de seu tempo, particularmente com o trabalho de guitarra de Paul Reynolds e sucessos sonoros em várias camadas como "Space Age Love Song". "Telecommunication" e "Modern Love Is Automatic".[47]

As referências na cultura pop, como o corte de cabelo de Chandler Bing em Friends, jogos eletrônicos ('I Ran' foi destaque em Grand Theft Auto: Vice City e Guitar Hero Encore: Rocks the 80s, ''Space Age Love Song'' apareceu no Grand Theft Auto: Vice City Stories e tocava na rádio Wave 103), filmes (a banda e o corte de cabelo são referenciados em Pulp FictionXMen e The Wedding Singer e Homem-Aranha: Longe de Casa), desenhos (o single 'I Ran' é trilha sonora do mini episódio "Correndo Por Prazer" de Apenas Um Show), a reputação da banda e trouxe a mesma para uma nova legião de fãs.[48]

A banda também é conhecida por criar um álbum conceitual de sucesso, sua estréia, que alude a uma invasão alienígena da Terra. [49] O escritor da BillboardRobert Christgau, aplaudiu suas "letras mecânicas, sobre um fim mecânico do mundo", enquanto observava o "prazer auditivo" tanto do álbum de estréia da banda quanto do acompanhamento. [50][51]

Além disso eles estabeleceram um som de assinatura que não apenas deu origem a vários contemporâneos - Depeche Mode, Fixx, Erasure e Yazoo entre eles - mas também estabeleceu o modelo para muito do que define o pop contemporâneo, a dance music e a eletrônica nos dias de hoje. [52][53]

O vídeo de "I Ran" foi de baixo orçamento (mesmo para a época), mas teve enorme sucesso, e é bem lembrado em parte devido à sua forte rotação na MTV.[54]

"I Ran (So Far Away)" rendeu à banda a 2ª posição na lista "Top 100 One Hit Wonder Of The 80′s (100 melhores bandas de um hit só dos anos 80)" do canal VH1. Esta lista foi feita em 2009.[55][56]

Influência e fonte de inspiração

As bandas que influenciaram o A Flock Of Seagulls são principalmente David Bowie,[53] Brian Eno,[57] Kraftwerk,[58] Roxy Music,[53] New York Dolls,[53] Be Bop Deluxe,[53] Neu!,[53]Gary Glitter,[53] Marc Bolan,[53] Sex Pistols,[53] Silver Apples,[53] Small Faces[53], The Stranglers,[6] The Doors,[53] The Kinks,[53] The Velvet Underground,[53] The Who,[53] Gary Numan,[59] Bill Nelson, The Beatles,[60] Queen[61] e Pink Floyd.[62]

Seu estilo e potencial musical influenciou principalmente na música eletrônicadance music e pop. Abaixo, segue-se uma lista de bandas que foram influenciadas, muito ou pouco, por A Flock Of Seagulls.

The Cars,[53] Depeche Mode,[52] The Cure,[53] Thompson Twins,[53] Eurythmics,[53] The Human League,[53] New Order,[53] Tears for Fears,[53] Gary Numan,[53] Pseudo Echo,[53] Duran Duran,[53] Erasure,[52] David Sylvian,[53] Thomas Dolby,[53] ADULT.B-Movie,[53] Camouflage,[53] Classix Nouveaux,[53] Cybotron,[53] Juan Atkins,[53] Ladytron,[53] Mark Renner,[53] Rubber Rodeo,[53] Spandau Ballet,[53] The Fixx,[52] Yazoo,[52] Talk Talk[53] e The Faint.[53]

Suas músicas também foram regravadas ou homenageadas em show por outros artistas, segue uma lista de acontecimentos sobre a canção ''I Ran (So Far Away)''.

Tori Amos cobriu a música em sua Original Sinsuality/Summer Of Sin Tour em Denver, durante o Piano Bar Time. Sua versão foi lançada com o restante do show no terceiro CD do The Original Bootlegs.

Bowling for Soup cobriu a música para o relançamento de 2003 do álbum Drunk Enough to Dance e do single "Punk Rock 101". Tanto a capa original quanto a punk são a música-tema da versão dublada americana de Saint Seiya, também conhecida como Cavaleiros do Zodíaco. A capa também é destaque no filme Van Wilder do National Lampoon: Freshman Year.

Hidden in Plain View gravou a música no álbum de compilação de covers Punk Goes 80's.[63]

Darude e Blake Lewis lançaram uma capa em 2008.[64]

Nickelback cobriu essa música durante várias datas de sua turnê no Dark Horse em 2010, com o guitarrista Ryan Peake cantando os vocais principais.

O refrão da música serviu de base para o refrão da peça musical de Lonely Island "Iran So Far".

"I Run", de Slim Thug, que aparece em seu álbum Boss of All Bosses, de 2009, interpola a música.

Em 2015, Corey Taylor, vocalista do Slipknot, cantou ''I Ran'' em um show na Electro Pool Party no Hard Rock Hotel Las Vegas.[65]

Membros

Membros atuais

Ex-membros

  • Willie Woo - guitarra líder (1979)
  • Mark Edmondson - bateria (1979)
  • Chris Chryssaphis - teclados (1984-1985)
  • Gary Steadman - guitarra líder (1984-1985)
  • Ed Berner - guitarra líder (1988-1998)
  • Dave Maerz - guitarra líder (1988-1989)
  • Kaya Pryor - bateria, percussão (1988–1994)
  • Mike Radcliffe - guitarra baixo (1988-1994)
  • Mike Railton - teclados (1988-1994)
  • Jonte Wilkins - bateria (1988-1989)
  • Mike Marquart - bateria (1989)
  • A.J. Mazzetti - bateria (1994-1998)
  • Dean Pichette - guitarra baixo (1994-1998)
  • Joe Rodriguez - guitarra líder (1998–2017)
  • Darryl Sons - bateria (1998–2004)
  • Rob Wright - guitarra baixo (1998–2004)
  • Robbie Hanson - guitarra baixo (1999-2006)
  • Albert Cruz - bateria (2001-2006)
  • Michael Brahm - bateria (2004 a 2016)

Discografia

Álbuns de estúdio

Álbuns ao vivo

  • A Flock of Seagulls – Live (1982)
  • I Ran (1999)

Álbuns de compilação

EPs

  • Modern Love Is Automatic (1981)
  • Magic (1989)
  • Space Age Love Song (2018) (Com a Orquestra Filarmônica de Praga)
  • I Ran (So Far Away) (2018) (Com a Orquestra Filarmônica de Praga)

Singles

Vídeos promocionais

Vídeos de shows ao vivo

  • A Flock of Seagulls Video 45 (1983) para VHS - turnê
  • Through the Looking Glass (1984) para VHS - documentário
  • A Flock of Seagulls - The Best Of (1990) para VHS - compilado de vídeos promocionais
  • A Flock of Seagulls - Rainfall (1996) para VHS - vídeo promocional
  • A Flock of Seagulls - Messages - Live (2010) para DVD - show ao vivo de 1983

Prêmios

Certificados RIAA

Informações retiradas da base de dados da RIAA.[66]

Certificados RMNZ

Informações retiradas da base de dados da RMNZ.[67]

Certificados Music Canada

Informações retiradas da base de dados da Music Canada.[68]

Certificados BPI

Informações retiradas da base de dados da Indústria Fonográfica Britânica.[69]

Award Shows

 


BIOGRAFIA DOS Factory of Dreams

Factory of Dreams

 

Biografia

  • Anos de atividade

    2007 – até o momento (15 anos)

Não há muitos músicos neste CD, na verdade, não há banda, e não procure encontrá-los tocando em nenhum lugar em breve. Este é um projeto, mas com algumas músicas excepcionais compostas e entregues por alguns músicos excepcionais. Factory of Dreams é um esforço musical do aclamado músico português Hugo Flores. É metal gótico com todos os elementos no lugar. e a maioria é entregue por Hugo. Ele cobre música e letras, guitarras elétricas e acústicas, guitarras baixas, sintetizadores, arranjos de bateria e loops adicionais, emulação de percussão, cítara e guitarra de 12 cordas (e vocais de fundo ocasionais). O componente vocal principal é entregue pela rica soprano da sueca Jessica Lehto.
Hugo Flores é um homem de muitos talentos. Claramente, sua gama de habilidades musicais deve impressionar a maioria das pessoas, no entanto, ele vai muito além disso. Entre suas realizações anteriores estão SONIC PULSAR, uma mistura de rock/metal progressivo, música instrumental e rock clássico. Para esse trabalho, Flores recorreu a vários músicos adicionais e produziu um trabalho inovador e progressivo de significativa sofisticação, uma oferta bem recebida que chamou a atenção de muitos e sinalizou Flores como um nome a ter em conta. Um segundo projeto intitulado Criação de Projetos é ainda mais amplo. O projeto inclui vários músicos conceituados e é entregue através de 4 CDs individuais. Além disso, o projeto inclui um filme de alto orçamento sendo produzido junto com a música, tudo em CGI mais um videoclipe com Zara Quiroga, que atua como vocalista da produção. O cara gosta de se manter ocupado.

A Factory of Dreams, porém, é um pouco diferente, pelo menos em termos de participação. Os dois músicos, no entanto, lançam muita música. O tema musical é uma incursão em um mundo de fantasia de música eletrônica gótica e rock progressivo. Há um enredo distinto, como sempre parece haver na música de Flores. Para este título, Flores nos leva a uma terra com dois lados, Positividade e Negatividade, Escuridão e Luz chamada OS POLOS. O mundo é governado por um Gerador de Ilusões; a Fábrica dos Sonhos onde o combustível é a mente Humana e o sangue é um rio de emoções. É uma história de ficção científica transmitida através de um veículo musical gótico sinfônico e operístico.

Fica claro que a música, embora metal em certo sentido, não é o metal de outros nomes dessa área. Existem guitarras, mas não são as guitarras das bandas mais pesadas, os After Forevers, The Epicas ou Nightwishes. A bateria é digital. Os teclados fornecem grande parte dos componentes sinfônicos e são bem utilizados. E a voz extremamente talentosa de Jessica Lehto é usada com todo o efeito. Existem componentes gerados eletronicamente que servem para dar uma sensação eletrônica ou industrial em alguns títulos. Um pouco diferente do som típico do metal, mas extremamente interessante e ricamente entregue.




32 anos sem Cazuza


 Exatamente no dia 7 de julho de 1990,morre um grande idolo do Rock Brasileiro.O nome dele era Cazuza.


Cazuza começou sua carreira na banda Barão Vermelho com o musico Frejat.O Barão Vermelho lançou seu primeiro álbum em 1982,e fez bastante sucesso no Brasil inteiro.Depois do primeiro disco,saiu Barão Vermelho II,o segundo disco da banda trouxe o grande clássico Pro dia nascer feliz.Já em 84 a banda lança Maior Abandonado,de la pra cá,a banda já tinha mostrado sua competência,mas o quarto álbum da banda foi marcado pela saída de Cazuza,que mostrava uma voz potente e ótima ao longo dos anos.O disco caiu nas graças do povo com Bete Balanço e Maior Abandonado,que como de costume,teve a composição de Cazuza e Frejat.


Depois da histórica apresentação no Rock In Rio com o Barão.Cazuza se lança em carreira solo,e logo de cara já faz sucesso com o clássico Exagerado,álbum que é tocado nas rádios até os dias hoje.A musica Exagerado é inesquecível,assim como a balada Codinome Beija Flor.O poeta vivia sua melhor fase,um dos artistas que mostrou na época que o Rock Nacional era excelente.
Só se for a dois de 87 traziam musicas românticas e calmas,diferente de Ideologia que é um álbum inteligente e ótimo,traziam musicas de protestos,como a faixa Guerra Civil.No ano do álbum,em 88,Cazuza já sofria pela sua doença,a qual falaremos mais tarde.
No mesmo ano,Cazuza lançou um dos melhores álbuns Ao Vivo do Brasil,estou tratando de o Tempo Não Para,assim como o álbum a musica virou sucesso no Brasil e no mundo a fora.

No começo dos anos 90.Cazuza morre pela doença AIDS,o Brasil ficou de luto,assim como o Rock Nacional.Renato Russo,Raul Seixas e Cazuza deixaram uma grande lembrança para nós.

Mas como diz o poeta :

O Tempo não para !

52 anos sem Jimi Hendrix

 

Há cinquenta e dois  anos atrás o mundo da musica e do rock perdeu um grande guitarrista.O nome dele era James Marshall "Jimi" Hendrix.

Revolucionário, musico e guitarrista são os elementos que enquadram um homem tímido,típico de Seatlle. Hendrix começou a tocar guitarra aos 16 anos e anos mais tarde se alistou no exército. Começou sua carreira em 1965 por bandas locais, e foi descoberto e aclamado pela região.

Em 1967 nasce o Jimi Hendrix Experience, banda na qual consagrou Hendrix junto com o baixista Noel Redding e o baterista Mitch Mitchell. A banda levava um som piscodelico com solos alucináticos de Hendrix bem entrosado com o baixo e a bateria enlouquecida de Mitch.

O primeiro disco da banda foi no mesmo ano. Are You Experienced ? é um clássico e conta com os sucessos Hey Joe, Purple Haze, Stone Free entre outros. Um dos marcos dessa banda foi o Festival de Monterey, onde Hendrix faz aquela famosa cena de tacar fogo em sua guitarra. Esse festival foi muito importante para a banda, lançou ela no mundo com uma presença impecável dos integrantes.

No mesmo ano a banda lança Axis: Bold as Love, outro sucesso que vai bem nas vendas. O disco conta com a musica Litte Wing e o clássico Voodoo Child, musica na qual Hendrix inova usando o Pedal Wah Wah.
Falando em inovação, o musico fez várias em sua carreira, e a inovação do Experience não durou muito, a banda acabou em 69 por problemas, e seu último álbum foi Electric Ladyland, um disco longo e bom.

" Você pode notar a banda no Hall da fama do Rock N Roll em 1992 ".




A piscodelia e o sucesso do Experience inspirou Hendrix a fazer seus discos solos e criar mais uma banda. Bandas vão e histórias também, o guitarrista tocou e conheçeu grandes músicos. Influenciado por Bob Dylan ele fez a banda Gypsys, banda que teve vida curta.

Com seu jeito louco e inovador de tocar Hendrix influenciou. O musico era extravagante e canhoto, mesmo sendo canhoto tocava com uma guitarra para destro, naquela época e pode se dizer que até hoje isso é um máximo, para poucos.

Jimi  morreu em 18 de setembro de 1970 aos 27 anos de idade, o laudo de sua morte deu overdose de remédios. Hendrix morreu em Londres em seu hotel, na noite anterior,s egundo os médicos ele tinha tomado 9 comprimidos para dormir, mas a morte foi apontada quando Hendrix se afogou em seu própio vômito, composto principalmente de vinho tinto.

        "Eu tenho sido imitado tão bem que ouço as pessoas copiarem meus erros"
Depois de sua morte foram lançados cinco discos, gravações que o rockeiro fez antes de sua morte. Com sua Stratocaster na mão ele fez o mundo parar no Festival de Woodstock, um dos festivais mais importantes do mundo, selando a paz e armonia. Quem nunca viu sua apresentação nua e crua em uma segunda fria e feia ?.Mesmo assim o lugar foi a mil.

Discografia :

The Jimi Hendrix Experience


Are You Experienced (1967)
Axis: Bold as Love (1967)
Electric Ladyland (1968)

Jimi Hendrix/Band of Gypsys

Band of Gypsys (1970)

Álbuns póstumos

The Cry of Love (1971)
Rainbow Bridge (1971)
War Heroes (1972)
Loose Ends (1974)
Valleys of Neptune (2010)

Vou terminando esse post e vou deixando um clássico dele. Vejam e não esqueçam de votar no Destroyer para o prêmio Vagalume para blogs de Rock. Semana que vem vou dar continuidade a série Hard no ritimo do Rock.



Elvis morreu, mas a sua música não

 

Em 1977 um dos maiores ícones da cultura Pop, Gospel e Rock morre em sua casa por uma parada cardíaca.É inevitável falar de sua influência para o mundo do Rock, o cara era fera, lançou mais de 40 discos em sua carreira com um sucesso ininterrupto.

Elvis era um showmen, com suas roupas extravagantes, com seu jeito de cantar e interpretar conquistavas as mulheres e influênciava outro talento chamado Robert Plant, ou seja, era um revolucionário da música. Se ele estivesse vivo ele completaria 75 anos de vida no próximo dia 8, assim sendo, e eu deixo minha pequena e humilde homenagem para ele.

Elvis Presley nasceu em 1935 em Memphis nos Estados Unidos e começou a tocar desde cedo violão. Acompanhado pelo guitarrista Scotty Moore e pelo baixista Bill Black ele foi um dos fundadores de um os gêneros mais famosos da época, o Rockabilly. Vejam uma de suas músicas mais legais :



Depois de muitos discos e muito sucesso em 1960 ele retorna do exército depois de 2 anos, aceitando o convite para participar em um show com Frank Sinatra. Além de ter feito bastante duetos muitos acreditam que ele já tocou com John Lennon, um feito raro que muitos queriam ter o registro ou pelo menos uma amostra da Jam dos cara. Ouvindo aqui uma versão dos sucessos de That's The Way It Is e Aloha from Hawaii ( primeiro show exibido ao vivo para o mundo inteiro, tendo 14 milhões de expectadores ) eu faço esse post com sua música.

Elvis não saia das paradas naquela época, mesmo depois de morto os seus sucesso eram descobertos, um deles é A Little Less Conversation. Suas musicas eram resumidas nas batidas como a empolgante Fever, baladas feita pelo musico também não faltaram, um exemplo é May Way. Lembrando que teve até uma suposta homenagem para gente com Bossa Nova Baby, canção que caiu na boca do povo naquela época.

Além de músico ele atuava como ator, fez filmes de Faroeste, Drama, Comédia e entre outros. Elvis não é meu músico preferido, mas eu sempre o admirei por sua importância e influência  no mundo da música e do Rock.

Vou ficando por aqui e até o próximo post. Valeu Elvis.

Elvis não morreu ? Infelizmente sim, mas sua música de jeito nenhum !.




Quem disse que só os homens sabem fazer Rock N Roll ?

 

Quem disse que só os homens sabem fazer Rock N Roll ?

Muitas mulheres no Rock tiveram para mostrar o contrário, as famosas Musas gritaram e sacudiram muito. As gatas que andam e andaram por ai recebem muitos fãs no mundo inteiro, da bluseira Janis Joplin ao nosso nacional com Cassia Eller e até o presente com a matadora Tarja Turunen. Mas hoje eu não vim falar só delas, outras mulheres e musas que brilharam a 30 anos atrás merecem ser representadas mais do que nunca. Come ON marmanjos! Vamos ver algumas rockeiras clássicas !.

Começamos com a Bluseira Janis Joplin, que leva em sua garganta uma guitarra distorçida. Ela já passou por aqui em um post no qual eu reconheço seus trabalhos, vale a pena conferir,  ótimo trabalhos que anos mais tarde foram jogados fora por uma overdose. Agora Suzi Quatro, outra musa que fez muitos singles durante sua carreira é uma verdadeira musa, seu primeiro disco que e muito bom,  é considerado o melhor para muitos. Também na década, Cass Elliot soltava a voz e ainda vale a pena também dar uma conferida em Grace Slick, líder e vocalista do piscodelismo do Jefferson Airplane.


Nos anos 70, se destacavam as Runaways que foi formada em 75, sempre gostei das garotas, e seu primeiro disco saiu no ano seguinte, em 1976. As glamurosas Joan Jett no baixo e na voz principal tinha ao lado Lita Ford guitarrista que mandava ver na bagaça. Para terminar a banda conta ainda com as presenças de Cherie Currie, Jackie Fox e Sandy West. Começando a abrir para o Van Halen, Ramones e entre outras grandes bandas elas chegam ao sucesso comercial.

Depois de dois discos elas voltam sem a vocalista Cherie Currie que ficou sendo uma oportunidade a Joan Jett que mais tarde estouraria nas paradas. Mas mesmo sem Cherie Currie as Runaways continuou e lançou quatros álbuns bons  e continuou com seu sucesso que tinha conquistado a uns anos atrás com seus primeiros discos, inclusive um compacto ao vivo no Japão.

A banda terminou com algumas brigas entre as integrantes, mas isso não impediu de cada uma continuar em frente. Joan Jett continuou com o sucesso ao lado dos Blackhearts , a gata Lita Ford gravou discos solos e fez um dueto com o Madman, Sandy West ficou apagada posteriormente e acabou morrendo em 2006 por câncer, Cherie Currie fez um álbum e virou atriz e para terminar a formação clássica das Fugitivas, Jackie Fox tornou se uma advogada bem sucedida.

Lembrando que não era só as Runaways, Patti Smith fazia Rock naquela época com quatros discos já lançados, a musa também conhecida como a poeta do Punk continua na ativa, mesmo com seus 64 anos. E para seu vo que com 64 anos de idade não sai de casa e mal levanta para fazer xixi, ta ai a rockeira Patti Smith como um exemplo de vida. Além de Patti, Sheila Hynd dava também as suas caras no mundo do Rock.

Nos anos 80 a garotas do Heart já citadas na última edição da série  Hard no ritmo do Rock assim como as Runaways, mandaram bem também, já na metade dos anos 90 Tarja Turunen movimentou o Heavy Metal com atitude e garra.




Rita Lee a musa mais famosa do rock no Brasil brilhou nos Mutantes e em carreira solo, com seus cabelos avermelhados, roxos, alaranjados, que seja, a vovózona, o Ozzy em forma de mulher comemora seus triunfos. Álem de Lee, Cassia Eller deixou sua marca com suas músicas e loucuras. Malandragem, Segundo o Sol e muitas outras, marcaram a adolescência de muita gente, e acabou fazendo parte da minha também.

É isso ai pessoal, o objetivo é mostrar as musas que algumas pessoas nem pensavam que existiam, ou seja, que nem sabiam que tinha Rock N Roll antigo e de qualidade feito pelas mulheres. Pode ser que eu venha com mais um ou dois posts falando das mulheres no Rock, e se transformar em uma Mini - Série que vai ser bem legal de se fazer assim como Hard, mas cada post termina em uma lição. Essas e muitas outras girls, no final das contas conseguiram mostrar o que realmente sabem fazer. Rock N Roll.




Um grande atrás dos palcos

 

Fala Guys, desculpe pela demora de um post, mas agora vai, falo hoje do visionário e gênio Brian Eno.

Brian Eno, grande Brian, produtor, músico, guitarrista e tecladista do Universo do Rock. Fez grandes discos e parcerias ao longo de sua carreira, mas hoje não vim falar de sua participações e seus discos. Que tal conhecer um pouco de suas produções ao longo de sua carreira ?

Brian começou a produzir dois discos de uma dupla alemã ( muito boa ) de música progressiva, eletrônica  e experimental. Cluster & Eno" e "After the Heat, parecia que era mesmo a praia de Eno, um estilo mais experimental em relação ao Rock, que antes dominava o uso de sintetizadores. Depois fez uma bela parceria com o guitarrista Robert Freeman, no qual produziu seis discos, produções que eu recomendo, sem sombra de dúvidas.

Ainda nos anos 70 produziu um grande disco da banda DEVO, Are We Not Men? We Are Devo. Utilizava o Art Rock, com Punk e o uso de teclados, tudo por indicação de Brian. Um grande começo para o grupo DEVO.

No final dos anos 70 ele chegaria a produzir três compactos mais belos da história do Rock, a Trilogia de Berlim que ganhara um especial mais para frente. A Trilogia de Berlim foi ideia do mestre David Bowie e a produção de Brian Eno. Foi uma produção em tanto com uma bela arte de Bowie, ou seja, uma trilogia do cassete. Dentre os discos Low, Heroes e Lodger, Heroes me deixa eufórico, mas isso é papo para depois, assim como a parceria entre Bowie e Eno.




NO NEW YORK ...

Um coletanea de prato cheio, o disco contém músicas de quatros artistas, mas isso não impede de ser muito bom, virou cena no Underground do rock dos anos 70, formando o movimento No Wave. Eno era ainda importante por fazer arte, aliás, posso defini – lo em uma palavra, ARTE.

Com o U2 fez inúmeros discos, as belas produções do U2 se deve a ele, sabe muito bem o que fazer na hora certa e no tempo certo, The Joshua Tree é o que diga, um dos belos discos do U2 no auge de sua carreira.

Com o Art Rock na veia, Brian produziu um excelente disco com David Byne ex – Talking Heads, um disco em plena forma do Art Rock , New Waw e Experimental, para mim um discão. Falando no Talking Heads ele fez lindos trabalhos, a banda era a carta do baralho de Brian, a carta que ele estava precisando, era bem sua praia, essa junção foi ótima, assim como as outras.




Brian também produziu discos de Paul Simon, Coldplay, Grace Jones e entre outros, para quem se interessa.

É pessoal, esse foi o Brian Eno em suas produções, grandes produções que renderam muito sucesso e aclamação pela crítica, quando voltar a fazer um post dele, vai ser para falar de suas parcerias e discos com elas. Enquanto isso vocês vão curtindo suas produções, e como disse, só podemos defini – lo em uma palavra, ARTE. Até Rockeiros.

Uma parte de mim tornou-se imortal, fora do meu controle
Brian Eno


O que o Rock perdeu de bom ?

 

É pessoal, a um tempinho o grande guitarrista Gary Moore deixou-nos, um ótimo músico que tocou no Thin Lizzy e claro, deixou sua marca no mundo do Blues- Rock. E do outro lado o White Stripes anuncia seu fim, banda no qual eu acho bem interessante com um som bem agradável. Vamos ver esse post !.

Gary Moore nasceu na Irlanda e começou a tocar aos 16 anos de idade, tendo como ídolos Hendrix, Clapton e Peter Green. Fanático por Blues teve uma carreira bem relevante e diversificada, tendo discos mais voltado ao Jazz, Blues e Hard Rock, ou de preferência um Rock N Roll.

Suas parcerias foram ótimas, com o Thin Lizzy fez dois discos, Nightlife e Rock Legend, mais conhecido como Black Rose, também fez uma participação com Ozzy em uma música. E como a morte é inesperada e uma hora ela chega, não foi diferente com Gary Moore que morreu na Espanha aos 58 anos.
Já a outra morte, de um lado simbolicamente é bem diferente, o White Stipes banda formada pelos irmãos Whites encerrou a carreira recentemente. Quem nunca ouviu aquela famosa introdução na guitarra de Seven Nation Army, o riff produzido por Jack White ? E não era só o cara, a irmã era marca registrada da banda e tinha plena importância, Meg White era parceira de Jack, fazendo assim uma dupla inusitada no cenário do Rock, mas uma dupla bem legal, sem esquecer disso. Com Rock Alternativo, e o Punk o White Stripes se encerra deixando um legado de mais de 30 milhões de discos no mundo inteiro, pouco né ?.

White Stripes e Gary Moore, perdas que ficaram marcadas. Valeu !




"Os covardes morrem várias vezes antes da sua morte, mas o homem corajoso experimenta a morte apenas uma vez".

William Shakespeare

Phil Collins, o nosso mago.

 


Philip David Charles Collins é um grande talentoso músico. Fez seu cenário no Rock N Roll com a sensacional banda Genesis, banda no qual mostrou que o Rock ganhava mais uma lenda. Ganhava Phil Collins.

Quando chegou ao grupo, Collins lançou dois discos que foram muito bem aceitos. Além de segurar a bateria, instrumento em que ele manda muito bem, ele soltava a voz rouca e poderosa nos microfones. O Genesis não só tava ganhando um ótimo músico mas uma outra cara.

É fato que o Genesis ficou mais “pop” com Phil na liderança, mas não quer dizer que foi inferior ao Peter Gabriel, para mim foi superior. Collins soube trazer aquela essência que estava faltando ao conjunto. O último disco que ouvi do grupo foi um dos melhores, Abacab é um Rock em alto e bom som. Para falar a verdade, foi a melhor era do Genesis, uma era em que o bom gosto do Rock ainda reinava.

O bom Rock não ficou de fora, e foi uma era do Genesis sensacional. Em 2006 a banda anunciou seu fim, e assim foi representada no ano passado pelo Hall da fama do Rock N Roll. Assim como o conjunto é assunto e sempre será, Collins recentemente declarou publicamente que pendurou as chuteiras. " Vou partir numa viagem misteriosa de bicicleta e nunca mais vou voltar. Era uma grande maneira de acabar a história, não era?". Sem dúvidas o músico deixará saudades.

Ainda com o Genesis, Collins sai em carreira solo. Seu primeiro disco é bom, Face Value é recebido muito bem pela crítica e pelos fãs. Esse álbum assim como sua discografia é bem diversificado, sempre procurando o bom Rock Progressivo, Soul, Folk e entre outros.

Phil foi muito importante para o Rock e a música em si. Se juntou a grande músicos ao longo da carreira que englobam o quarteto de Liverpool até Robert Plant. Sua aparição na televisão aconteceu, e fez também trilhas sonoras para filmes.

Essa era é hora de fazer um post do cara, em forma de homenagem a ele que deixou a música recentemente. Pode parecer exagero, mas não vamos ver mais Collins lançando um disco, e lembrando que seu último disco lançado no ano passado foi Going Back. Ele pode ter acabado, mas sua música não.

Um gigante da música que sempre lembrarei. Valeu Collins.

“Além de certo ponto, a música não é mais minha. É sua”




DE RECORTES&RETALHOS

 

Jornal Se7e - Genesis "Por uma vez completos" / Luisa Nascimento 1982

Terá sido inesquecivel para quem lá esteve !!!!

Já me referi a Rory Gallagher e Richard Thompson, como sendo dois dos meus guitarristas preferidos, mas Steve Hackett  tambem lá tem o seu lugar !!!!
 

Uma das minhas bandas de Eleição, sinceramente não consigo entender como há gente que considera a década de 70, como uma época menor em relação á musica Pop/Rock.Genesis, Pink Floyd, Van der Graaf, Soft Machine, Doors, Supertramp, Queen, Deep Purple, Led Zeppelin, King Crimson, Eagles, Lynyrd Skynyrd, Clash, Police, Talking Heads,Stranglers, e muitoooos outros nomes, uns completamente desconhecidos, outros ignorados !!!!  Não sei qual é a duvida. 

Jornal Diário Notícias - Luis Filipe Barros, Entrevista / Miguel Gaspar 1999

Animador do "Rock em Stock"

 Um dos grandes temas que rodou no "Rock em Stock"
Tenho o LP, mas já não ouvia isto á uns anos !!!!! Não me lembro se atingiu o Nº 1 do "Rock em Stock"

Jornal Se7e - Luis Filipe Barros, Entrevista / Belino Costa 1982

Luis Filipe Barros, Grande animador do "Rock em Stock"


Uma das musicas que atingiu 1º lugar do Top "Rock em Stock" ; aliás penso que até foi a musica que mais tempo permaneceu no 1º posto !!!!




Destaque

Genocide Association

Genocide Association  ! Banda? Não! Projeto? Não! Piada? Sim! Resumindo, tudo aconteceu em 1983 em Nottingham. Digby "Dig" Pearson...