quinta-feira, 16 de março de 2023

MUSICA AFRICANA

C4 Pedro - The Gentleman (2019)




C4 Pedro (SambizangaLuanda7 de Julho de 1983), é o nome artístico do músico angolano Pedro Henrique Lisboa Santos. Ele é intérprete, compositor, guitarrista, produtor e empresário. C4 Pedro deu os seus primeiros passos musicais na Bélgica onde viveu durante dez anos.

Começou a sua carreira musical ao lado de seu irmão Lil Saint. Seu pai Lisboa Santos é músico e a sua mãe é estilista. C4 Pedro lançou o álbum Lágrimas com Lil Saint, Calor e Frio e King Ckwa a solo e Los Compadres em colaboração com o rapper angolano Big Nelo.

Carreira

Em 2007, C4 PEDRO e Lil Saint, lançam o seu álbum de estreia Lágrimas – Um Só Povo Uma Só Canção na Bélgica, que posteriormente (2009) é editado em Angola, aquando do seu regresso à sua terra natal.

O seu segundo registo de originais “Calor e Frio”, chega aos escaparates em 2011 e catapulta a carreira do artista, aumentando exponencialmente a sua notoriedade. A digressão deste álbum, fruto do excelente desempenho dos temas de sucesso “Dá Só”, “Calor e Frio”, “Pokémon e Picachu”, “Casamento” e “Bo Tem Mel” (tema produzido por si e cantado com parceria de Nelson Freitas) leva o músico e produtor a esgotar pela primeira vez o Coliseu dos Recreios em Julho de 2013.

O ano de 2013 vê nascer o projecto B4 (C4 PEDRO e Big Nelo), que toma de assalto a indústria musical com o êxito “É Melhor Não Duvidar”. O vídeo do tema atingiu cerca de 25 milhões de visualizações no YouTube desde então, e a dupla percorreu vários países em digressão até ao fim do projecto em Setembro de 2015, não antes sem esgotar o Campo Pequeno em Lisboa (Maio 2014), encher o Coliseu dos Recreios (Outubro 2014) e actuado em vários eventos e festivais, entre os quais o Meo Sudoeste. O CD/DVD “Los Compadres – Ao Vivo em Lisboa”, gravado em Maio de 2014 durante o espetáculo esgotado no Campo Pequeno e editado no fim de 2014, manteve-se durante muito tempo no topo da tabela nacional de vendas em Portugal.

O videoclipe do tema “Quem Será (O Verdadeiro Amor)”, registou mais de 500.000 visualizações em apenas 2 semanas e entrou directamente para o top dos vídeos mais vistos do YouTube em Portugal.

Entre 2014 e 2015, o músico participou em eventos e festivais como o Meo Sudoeste (Lisboa), África Dançar (Milão), entre muitos outros.

C4 PEDRO participou na telenovela portuguesa “A Única Mulher” e a dar voz a duas dos personagens do filme de animação “HOTEL TRANSYLVANIA 2”, que estreiou em Portugal em 2015.

Em Setembro de 2015 C4 PEDRO lança o álbum “KING CKWA”, com o selo Sony Music Entertainment, e rapidamente passou ao nº 1 do iTunes e entrou directamente para o nacional de vendas em Portugal. A obra inclui o êxito “Vamos Ficar Por Aqui”, “Tu és a Mulher”, “Spetxa One”, “African Beauty” (feat. Dj Maphorisa), entre outros.

Pérola, Zona 5, Big Nelo, Nelson Freitas, Dj Maphorisa, Kaysha, Edmázia Mayembe, Prodígio, Francis "MC Cabinda", são os convidados deste álbum ecléctico que percorre sonoridades desde a pop ao afro beat, afro house, passando pelo r’n’b, zouk ou kizomba

Discografia

AnoTitulo
2008Lágrimas
2011Calor & Frio
2013Los Compadres
2015King Ckwa
2019The Gentleman


Afro B - Afrowave 3 (2019)



Ross-Emmanuel Bayeto (nascido em 25 de fevereiro de 1993), mais conhecido como Afro B , é um DJ, cantor e compositor britânico conhecido por seu hit "Drogba (Joanna)", que alcançou a posição 23 na Billboard &B/Hip-Hop dos EUA. Tabela Airplay , [1] foi certificado Ouro pela British Phonographic Industry (BPI) [2] e levou à criação do "Desafio Drogba". [3] Ele também cunhou o termo "Afrowave", uma "fusão de hip-hop, dancehall e melodias afrobeat". [4] Ele apresenta um programa de sábado à noite na Capital Xtra , que é transmitido pela DAB para a maior parte do Reino Unido. 

Início da vida 

Bayeto nasceu no sul de Londres , filho de pais marfinenses e akans, em 25 de fevereiro de 1993. Na escola secundária, St Paul's Academy , ele aprendeu a tocar piano [6] Ele fazia parte de um grupo chamado All Star Skankers [4] e ele mais tarde trabalhou como DJ em um clube de Londres chamado NW10. 

Discografia 

  • Afrowave (2017)
  • Afrowave 2 (2018)
  • Afrowave 3 (2019)

 

ESQUINA PROGRESSIVA

 

Camel - Rajaz (1999)




Após uma década de 70 em quase sua totalidade bastante interessante, o final da mesma e os anos oitenta foi a época de dividir boa parte dos fãs do grupo entre os que aceitavam aquela sonoridade que fugia das suas raízes progressivas e os que não se interessavam tanto mais pelo que a banda vinha fazendo em álbuns como The Single Factor e Stationary Traveller. Mas seguindo o bom e velho ditado em que diz que depois da tempestade a bonança, após um hiato de sete anos, os anos noventa serviram pra banda voltar com suas raízes progressivas que pareciam terem sido senão totalmente esquecidas, mas pouco utilizadas em trabalhos anteriores.



Essa espécie de “regresso as origens” resultou em três ótimos trabalhos na década de 90, sendo Rajaz, na opinião desse que vos escreve, o ápice da criatividade da banda naquele período, podendo ser citado inclusive como o melhor álbum desde a trinca que no geral os fãs escolhem como seus melhores discos, Mirage, The Snow Goose e Moonmadness. Rajaz trata-se de um álbum conceitual em que conceito está no próprio encarte que tem escrito o seguinte: “A música dos poetas conduzia antigamente as caravanas através de grandes desertos. Cantada ao ritmo dos passos dos camelos, despertava cansados viajantes para seu único objetivo...o fim da jornada. Esta poesia é chamada "Rajaz". Ao ritmo do camelo.” Enfim, o tema do álbum é basicamente sobre a solidão do deserto e todos os seus mistérios. Muito interessante também é como a banda conseguiu criar uma sonoridade totalmente condizente com a temática do álbum, transportando o ouvinte pro meio do deserto. Novamente, Andy Latimer mostra extrema capacidade em criar melodias muito belas e inspiradas, além de letras de grande carga emocional.



O início do álbum é através da faixa instrumental “Three Wishes”, com um começo que nos remete a “Shine You Crazy Diamond” do Pink Floyd, só que um pouco mais sombrio, ganha uma mudança de andamento se tornando um excelente início de jornada para o álbum. Guitarras e teclados tocados de forma bastante sólidas e com interessantes mudanças de humor. 


“Lost and Found” é uma variação de passagens instrumentais suaves e, outras mais veementes, através de sintetizadores influenciados pela música oriental e linha de baixo extremamente idônea pra ocasião. A guitarra de Andy Latimer também merece destaque, sobretudo na parte final da música, com uma bela instrumentação a desacelerar o clima da faixa. Ainda sobre o guitarrista, seus vocais estão bem suave e com timbres baixo, nada de excepcional, mas serve como uma luva pro tema do álbum.

Chegado a “The Final Encore”, novamente a influência da música oriental aparece em grandes doses. Uma faixa que não me soa muito bem, de cadência lenta, faz parecer de fato que o ouvinte está andando em cima de um camelo, as teclas em algumas partes estão com uma sonoridade bastante 80’s e Andy está com um vocal demasiadamente melódico, parecendo um morto vivo. A faixa não chega a ser ruim, mas alguns detalhes poderiam ter sido mais bem trabalhados.

O quarto passo dessa jornada pelo deserto é o da música homônima ao álbum. “Rajaz” é uma faixa de caráter bastante melódico, onde a carga emotiva da sua execução é bem elevada por conta do vocal e guitarra de Latimer extremamente bem cadenciado e coeso com a temática do álbum. Também conta com um belo e relaxante solo de guitarra, ótima faixa.

“Shout”, confesso que é a canção do álbum que embora não ache ruim, é a que menos chama minha atenção, extremamente simples, um uso de moog totalmente sem propósito algum, além de que a música foge um pouco das atmosferas apresentada nas outras faixas, o que se tratando de álbum conceitual, é um ponto negativo.

Em “Straight To The Heart”, em alguns momentos, certas passagens de guitarras podem fazer o ouvinte remeter a faixa “Rajaz”, mas a semelhança é mais enganosa do que qualquer outra coisa. Uso de slide guitarra com muita propriedade, teclado, baixo e bateria fazem uma cama melódica a qual a guitarra e voz de Latimer deitam bem à vontade construindo um dos momentos mais bonitos do álbum, com direito a um solo final de extrema beleza e bom gosto.

A penúltima música é a excelente “Sahara”. Baseado no que disse mais lá no começo sobre o álbum ser de uma sonoridade bastante condizente com a temática, aqui é um dos momentos onde eles mais fazem isso com clareza. Um trabalho magistral por parte de Andy Latimer, o uso de guitarra jazzy e um solo fascinante, bateria e baixo preenchem seus espaços com ótimas seções rítmicas, além de novamente um excelente uso de teclas. A influência oriental aqui se apresenta de forma perfeita. Ainda que todos tenham feito bem o seu papel, é inegável que novamente o destaque é a guitarra de Andy Latimer. 

O ultimo trajeto dessa viagem pelo deserto é através de “Lawrence”, uma música de solo extremamente belo, mas tirando isso, não tem um atrativo tão grande assim, poderia ser mais curto, parece que a faixa se arrastou demais sem necessidade. “Rajaz” chega ao fim com uma música mais ou menos, ótimo solo, mas ainda assim, cansativa.

Bom, mesmo que com suas influências diferentes das usadas nos anos 70, em “Rajaz” a raiz progressiva do grupo está em extrema evidência, mostrando um trabalho criativo, inspirado e uma banda em sua melhor forma no período pós 70’s.



Track Listing

1.Three Wishes - 6:58
2.Lost And Found - 5:38
3.The Final Encore - 8:07
4.Rajaz - 8:15
5.Shout - 5:15
6.Straight To My Heart - 6:23
7.Sahara - 6:44
8.Lawrence - 10:46



ESQUINA PROGRESSIVA

 

Gentle Giant - Power And The Glory (1974)





Entre tantas pérolas lançadas pelo Gentle Giant em tão pouco tempo, existe aquela que brilha mais do que as outras na visão desse que vos escreve e se chama The Power and the Glory. Um verdadeiro petardo e aula de uma banda trabalhando como banda. Não existe um destaque senão o trabalho como um todo.

O álbum começa de maneira fantástica, "Proclamation" tem uma grande melodia e uma composição relativamente complexa, seu início traz um som único de órgão executado de forma discreta, seguido pela voz inconfundível de Derek Shulman junto a linha de baixo muito bem cadenciada pelo seu irmão Ray Shulman. Uma abertura que define perfeitamente bem o tom geral da faixa. Gosto bastante também da maneira como Derek a canta. Tem uma grande mistura entre tons altos e baixos. A música flui bem com teclados e baixo fazendo o papel principal.

"So Sincere" tem uma maneira bem discreta de fluir, com influência significativa de música de vanguarda. Desta vez, quem domina a canção é o violino e violoncelo, com alguns preenchimentos de guitarra e piano. Um dos momentos mais interessantes da faixa é quando é cantado, "So Sin-Cere"...dá pra perceber que todos os instrumentos são tocados em multi direções, mas eles ainda assim mantem toda a harmonia global. Uma composição brilhante. Mesmo que não seja vista com bons olhos por muitos fãs da banda, eu gosto bastante do resultado final obtido aqui.

A terceira faixa, "Aspirations", tem um estilo balada, mas construído na veia prog. É uma ótima música, relativamente suave com o som do teclado. É uma faixa de letra bastante positiva, de frases como, "quando a poeira baixar, veremos todos os nossos sonhos se tornando realidade". Ótimo trabalho.

"Playing the Game" é realmente um progressivo da gema, falando a grosso modo, desde os seus vocais. Ela tem todos os elementos que a música típica prog sempre teve: dinâmica, relativamente complexa e mudanças de tempos incomuns. Mais uma vez, trata-se de uma faixa que que tem como abertura um som de teclado estranho, mas acompanhada por uma brilhante linha de baixo. Falando nele, sempre que eu escuto essa música eu percebo o quão dinâmico é tocado o baixo ao longo de todo os segmentos. Tem um ritmo relativamente otimista com algumas quebras agradáveis.

A quinta faixa, "Cogs in Cogs", é outra excelente trilha com uma intro onde todos os instrumentos são tocados simultaneamente e seguido pelo estilo único de vocal. Como é de costume, aqui também encontra-se uma grande variedade de andamentos, mas sendo executados sempre de maneira magistral pela banda, nunca se perdendo.

No God's a Man" é uma faixa melódica podendo ser equiparada até em algo na veia de "Aspirations", mas é um trabalho mais complexo. Grandes solos de teclados, clavinete e guitarra. 

"The Face" é uma faixa edificante com grande harmonia preenchida através de violino, violoncelo e violão, sendo todos tocados de forma extremamente habilidosa por Ray Shulman. Pouco mais de quatro minutos de puro swing e musicalidade deleitosa.

"Valedictory" é um prog rock direto fortemente influenciado pela música de hard rock, abre com um solo de bateria e guitarra. A música, então, flui bem quando é adicionado a linha vocal. Desta vez, a voz é realizada num tom alto e novamente em um desempenho de alta performance.

Com certeza "The Power and the Glory" é um dos mais complexos e desafiadores trabalhos do Gentle Giant, cada faixa é bem posicionada e garante um prazer único ao ouvinte que se permite viajar em seu som. Cada membro contribui de maneira ímpar com o seu talento para a construção de um dos mais incríveis álbuns já criados.




Track Listing

1.Proclamation - 6:48
2.So Sincere - 3:52
3.Aspirations - 4:41
4.Playing the Game - 6:46
5.Cogs in Cogs - 3:08
6.No God's a Man -4:28
7.The Face - 4:12
8.Valedictory - 3:21



ESQUINA PROGRESSIVA

 

Mike Oldfield - Tubular Bells (1973)




Eu sempre acho até engraçado quando imagino um quase desconhecido Mike Oldfield de apenas 19 anos perambulando de gravadora em gravadora para que uma delas o ajudasse a lançar seu álbum com apenas duas faixas, sendo cada uma com mais de 23 minutos de duração. Imagino as pessoas perguntando, “e você toca o que meu jovem?” Tendo como resposta vinda por parte do rapaz e de maneira lacônica a seguinte frase: "Toco quase todos os instrumentos." 

Acontece que depois de muitas rejeições (que ele esperava passar, obviamente) Mike encontrou Richard Branson, que com sua nova gravadora, Virgin Records, estava disposto a apoiar o projeto ambicioso e catalogá-lo com o número V2-001, o primeiro álbum lançado pela Virgin Records. 

Tubular Bells não é o melhor álbum da história da música, o mais complexo, ou o mais espetacular, mas não me entendam mal, é um álbum fantástico e eu acredito que uma obra-prima, mas o mérito real e com todo respeito aos seus músicos, está em Mike Oldfield que teve a coragem de perseguir um sonho e escreveu o álbum incrivelmente estranho, apesar de todos os riscos que o projeto levaria. Uma obra extremamente audaciosa.

Os primeiros segundos da faixa é sem dúvida alguma a parte mais conhecida pelas pessoas, porque a introdução repetitiva criou a atmosfera perfeita para o filme "O Exorcista". Um fato interessante e nem sempre observado é que não é literalmente uma repetição, existem variações sucessivas ao longo de um mesmo tema, porque cada vez que ele volta para o refrão original, ele acrescenta um novo instrumento ou um coro, tornando tudo um excelente arranjo que nos introduz ao incrível mundo de Oldfield. 

Depois de algumas repetições, de repente, vem a explosão, do nada um solo de guitarra distorcida pega o ouvinte de surpresa, então tudo se torna muito complexo e é difícil acompanhar as mudanças radicais trazidas pela música. 

Detalhar toda a canção é algo que não me julgo capacitado em fazer, mas um outro bom momento na primeira faixa é por volta do minuto dezesseis onde tudo fica mais estranho em um clima depressivo, um excelente baixo dá início a seção final, quando Vivian Stanshall começa a anunciar um por um cada instrumento que é adicionado à equação até a faixa chegar ao clímax com os sinos tubulares, maneira simples e brilhante para fechar a primeira parte do álbum. 

A segunda parte começa mais calma, serena, em um clima até mesmo pastoral, a música flui suavemente, Mike dando a chance de provar sua versatilidade em alguns instrumentos incomuns para o rock como uma gaita soando como guitarra, bandolim e glockenspiel, mas novamente ele tem algo totalmente inesperado reservado ao ouvinte. 

Quando a faixa está por volta de oito minutos, inicia-se uma maravilhosa dissonância e novamente do nada algumas vozes "assombram" a música antes da banda aparecer, é chocante, mas ao mesmo tempo cheio de paixão, forte e dramático, mesmo se o ouvinte não tem a menor ideia mais aprofundada do que está sendo feito, ele irá se pegar preso na música, imaginando épicos do cinema, por exemplo. Mas novamente vem uma mudança radical, uma seção acalma tudo, sendo interrompido por explosões curtas de guitarras metálicas que nos preparam para o ainda mais inesperado final. Um quase clima barroco (impressionante como alguns artistas progressivos da época gostavam dessa linha musical) traz também solos de órgão. Em seu fim, a faixa traz "The Sailor's Hornpipe" (mais conhecido como o tema Popeye), soa um pouco estranho no contexto final do álbum após uma linda passagem de guitarra. Mas a realidade é diferente, originalmente esta seção foi ainda mais estranha, porque Vivian Stanshall fornecia uma narração em quadrinhos como guia de turismo mostrando o ouvinte todo o Manor House, onde o álbum foi gravado. 

Tubular Bells é uma obra verdadeiramente grandiosa, arrojada e desafiadora, ainda mais quando tem na sua liderança um multi-instrumentista de apenas 19 anos e praticamente desconhecido. Um disco histórico que serviu como excelente cartão de visita de Mike Oldfield para com o mundo da música. 



Track Listing 

1.Tubular Bells part 1 - 25:00
2.Tubular Bells part 2 - 23:50


ROGER HODGSON - HAI HAI (1987)

 



ROGER HODGSON
''HAI HAI''
SEPTEMBER 29 1987
48:54     MUSICA&SOM
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01 - Right Place 04:04
02 - My Magazine 04:41
03 - London 04:12
04 - You Make Me Love You 05:08
05 - Hai Hai 05:29
06 - Who's Afraid_ 05:00
07 - Desert Love 05:28
08 - Land Ho 04:08 (Rick Davies, Roger Hodgson)
09 - House On The Corner 05:23
10 - Puppet Dance 05:17
Tracks By Hodgson, Except 08
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Roger Hodgson - Vocals, Synth Bass (1), Synclavier Drums (5), Keyboards (3, 4, 5, 7, 8, 9, 10), Piano (6), Synths (6, 10), Guitars (1, 2, 4, 5, 8, 10), 12-String Guitars (7), Bass (7), Backing Vocals (1, 3, 4, 5, 8, 9, 10)
Omar Hakim - Drums (1)
Joseph Pomfret - Drums (1, 4, 6, 7, 8) [this is a pseudonym for Hodgson himself; Joseph is his second name and Pomfret his mother's surname]
Robbie Buchanan - Synths (1), Synth Programming (4, 6, 10), Synth Bass (5), Rhodes (6), Keyboards (3, 4, 5, 9)
Dan Huff - Guitars (1, 3, 5, 6, 7, 8, 9, 10)
Lenny Castro - Percussion (1, 2, 3, 4, 5, 6, 8, 9, 10)
Ken Allardyce - Harmonica (1, 5), Rhythm Guitar (3), Backing Vocals (3, 8)
Anni McCann - Backing Vocals (1, 3, 4, 5, 8, 9, 10)
Jeff Porcaro - Drums (2, 3, 4, 6, 9)
David Paich - Synth Bass (2), Hammond Organ (2), Synth Brass (2)
Willie Hines - Backing Vocals (2)
Brad Lang - Backing Vocals (2)
Steve Porcaro - Synth Programming (2)
Nathan East - Bass (3, 6)
Larry Williams - Saxophone (3), Synth Programming (7)
Mikail Graham - DX7 Seetar Solo (3)
Claire Diament - Backing Vocals (3)
Albhy Galuten - Synclavier Drums (5)
Bruce Albertine - Synclavier Drums (5)
Rhett Lawrence - Fairlight Programming (5, 8, 10), Synths (10)
Eric Persing - Synth Programming (5, 6)
Carlos Vega - Drums (7, 8)
Leland Sklar - Bass (8)
Marc Russo - Saxophone (8)

Com este lançamento, Hodgson mergulhou de cabeça no som dos anos 80, tanto com produção quanto com instrumentos. Foi-se a música do Supertramp (peças longas e prolongadas de prog/art rock) e, em seu lugar, o dance-pop dos anos 80, não muito diferente de Wang Chung. Hodgson queria deixar o passado para trás e, com a ajuda dos melhores músicos (incluindo o baterista Jeff Porcaro), ele parecia querer se expandir e experimentar outras formas de música, como reggae, pop, dance e synth pop. . O problema é que, na maioria das vezes, não funcionou. As canções carecem das melodias que ele é capaz de escrever e as letras às vezes são juvenis e embaraçosas (por exemplo "Who's Afraid" ou "My Magazine"). Ele pode ter tido as melhores intenções e pode estar tentando dizer algo, mas a poesia parece que um estudante entediado do ensino médio os escreveu. E embora insinue a experimentação com outras formas de música, ele não vai longe o suficiente. Por exemplo, o ouvinte fica com o pequeno sabor do reggae sem a estrutura ou o compromisso de ir até o fim com o som. Os breves momentos brilhantes remontam aos dias do Supertramp, incluindo uma música que ele escreveu com Rick Davies, outro membro do Supertramp, em 1974 (o destaque do álbum, a brilhante e comovente "Land Ho"). Ele confia demais na tecnologia, e a música soa fria e distante. O que poderia ter sido belas melodias se perde na produção e arranjos de heavy electro beat. Para um artista tão talentoso, este álbum é uma grande decepção. ele não vai longe o suficiente. Por exemplo, o ouvinte fica com o pequeno sabor do reggae sem a estrutura ou o compromisso de ir até o fim com o som. Os breves momentos brilhantes remontam aos dias do Supertramp, incluindo uma música que ele escreveu com Rick Davies, outro membro do Supertramp, em 1974 (o destaque do álbum, a brilhante e comovente "Land Ho"). Ele confia demais na tecnologia, e a música soa fria e distante. O que poderia ter sido belas melodias se perde na produção e arranjos de heavy electro beat. Para um artista tão talentoso, este álbum é uma grande decepção. ele não vai longe o suficiente. Por exemplo, o ouvinte fica com o pequeno sabor do reggae sem a estrutura ou o compromisso de ir até o fim com o som. Os breves momentos brilhantes remontam aos dias do Supertramp, incluindo uma música que ele escreveu com Rick Davies, outro membro do Supertramp, em 1974 (o destaque do álbum, a brilhante e comovente "Land Ho"). Ele confia demais na tecnologia, e a música soa fria e distante. O que poderia ter sido belas melodias se perde na produção e arranjos de heavy electro beat. Para um artista tão talentoso, este álbum é uma grande decepção. incluindo uma música que ele escreveu com Rick Davies, outro membro do Supertramp, em 1974 (o destaque do álbum, a brilhante e comovente "Land Ho"). Ele confia demais na tecnologia, e a música soa fria e distante. O que poderia ter sido belas melodias se perde na produção e arranjos de heavy electro beat. Para um artista tão talentoso, este álbum é uma grande decepção. incluindo uma música que ele escreveu com Rick Davies, outro membro do Supertramp, em 1974 (o destaque do álbum, a brilhante e comovente "Land Ho"). Ele confia demais na tecnologia, e a música soa fria e distante. O que poderia ter sido belas melodias se perde na produção e arranjos de heavy electro beat. Para um artista tão talentoso, este álbum é uma grande decepção.



ROGER HODGSON - RITES OF PASSAGE (1997)

 



ROGER HODGSON
''RITES OF PASSAGE''
1997
RECORDED LIVE AUGUST 2 1996, MINERS FOUNDRY, NEVADA CITY, CALIFORNIA
62:21   MUSICA&SOM
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01 - Every Trick In The Book 05:53
02 - In Jeopardy 05:13
03 - Showdown 04:44
04 - Don't You Want To Get High 04:07
05 - Take The Long Way Home 04:27 (Roger Hodgson, Rick Davies)
06 - Red Lake 05:13
07 - Melancholic 04:30 (Andrew Hodgson)
08 - Time Waits For No One 09:07
09 - No Colours 04:55 (Mikail Graham)
10 - The Logical Song 03:47 (Roger Hodgson, Rick Davies)
11 - Smelly Feat 06:02 (Mikail Graham)
12 - Give A Little Bit 04:17 (Roger Hodgson, Rick Davies)
Tracks By Hodgson, Except As Indicated
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Roger Hodgson – lead vocals (1–6, 8, 10, 12), guitar (9, 11), piano (2, 3, 5, 10), twelve-string guitar (1, 4, 6, 8, 12)
Andrew Hodgson – drums (1–6, 9–12), lead vocals (7), piano (7), percussion (8), didgeridoo (8), harmonica (9)
John Helliwell – saxophone (1, 2, 5, 6, 8, 10–12), percussion (3), backing vocals (2–6, 10)
Mikail Graham – guitar (1–4, 6, 8–12), lead vocals (9, 11), backing vocals (1–6, 10, 12), keyboards (5), percussion (5)
Rich Stanmyre – bass (1–6, 8–12), backing vocals (1–6, 11, 12)
Jeff Daniel – keyboards (1–6, 8–10, 12), Hammond organ (1–6, 10, 11, 12), percussion (3, 6, 8–11), backing vocals (1–6, 10, 12)
Terry Riley – tambura (8), backing vocals (8)
Josh Newman – cello (7)
Ian "Biggles" Lloyd-Bisley – noises (1)


ROGER HODGSON - OPEN THE DOOR (2000)





ROGER HODGSON
''OPEN THE DOOR''
MAY 9 2000
52:00    MUSICA&SOM
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01 - Along Came Mary 06:23
02 - The More I Look 04:56
03 - Showdown 05:19
04 - Hungry 04:27
05 - The Garden 02:15
06 - Death And A Zoo 07:32
07 - Love Is A Thousand Times 03:29
08 - Say Goodbye 03:57
09 - Open The Door 08:54
10 - For Every Man 04:43 (Roger Hodgson, Alan Simon)
Tracks By Hodgson, Except 10
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Roger Hodgson: vocals, guitars, 12 string guitar, keyboards, harmonium, piano, pipe organ, harpsichord, bass guitar
Alan Simon: high whistle, bodhran, harmonica
Loïc Ponthieu: drums, wavedrum
Laurent Verneret: bass guitar
Denis Banarrosh: percussion
Gerry Conway: percussion, drums
Christophe Negre: saxophone
Bruno Le Rouzic: bagpipe
Pascal Martin: uilleann pipe
Arnaud Dunoyer: Hammond organ
Jean Louis Roques: accordion
Jean Pierre Meneghin: Scottish drums
Gurvan Houdayer: Scottish drums
Marco Canepa: Morse code
Trevor Rabin: Background vocals on 02
Olivier Rousseau: piano
Didier Lockwood: violin
Jean-Jacques Milteau: harmonica
Claude Samard: banjo, Dobro slide guitar, bouzouki, pedal steel guitar, oud
Dominique Regef: rebec, Hurdy Gurdy
Jeff Phillips: drums
Alan Thomson: bass guitar
Zdenek Rys: oboe
Pavel Belohlavek: cello
Michel Gaucher: flute
Manuel Delgado: Spanish guitar, palmas
Dan Ar Braz: arpeggio guitar
Ilana Russell (Alana Cunningham): children's choir
Sierrah Dietz: children's chorus
Justine Black: children's chorus
Molly Katwman: children's chorus
The Symphonic Orchestra of Prague: conducted by Mario Klemens
The Bulgarian Voices "Philippopolis": conducted by Hristo Arabadjiev
Samples from: speech by Queen Elizabeth II, Rev. Jesse Jackson, Ronald Reagan, Sevik the wolf

Este é o terceiro álbum solo de estúdio de Roger Hodgson, 13 anos depois de seu segundo, o experimental Hai Hai (1987). Durante esses 13 anos, Hodgson teve seus desafios pessoais, incluindo alguns problemas de saúde, mas conseguiu uma turnê, que é representada por Rites of Passage, de 1997. Durante essa turnê, Hodgson mergulhou no catálogo do Supertramp e isso pareceu libertá-lo de seus fantasmas, porque Open the Door é a coisa mais próxima do Supertramp desde ...Famous Last Words.... Hodgson ainda experimenta com sua música neste lançamento (a faixa-título, por exemplo), mas aqui ela é expressa em melodias muito mais melódicas e letras pessoais. Além disso, a música tem um toque de estilo francês. Talvez ele tenha sido influenciado pelo interior da França, onde este álbum foi gravado (Les Sorinieres, França); ele usou artistas franceses como sua banda de apoio. A música é muito mais acústica e muito mais suave. A influência francesa é uma lufada de ar fresco, já que não é ouvida com frequência em lançamentos em inglês, e Hodgson é capaz de misturá-la com suas outras influências (por exemplo, John Lennon). Os destaques são muitos e como um todo é um álbum forte. Os fãs ficarão encantados em ouvir Hodgson retornando ao ofício de escrever canções de alta qualidade. É uma pena que Hodgson tenha demorado 13 anos para chegar a esse ponto em sua carreira.



STONETRIP - RUN FREE (2023)

 

Este álbum de estreia dos Stonetrip da Austrália inclui as faixas que ouvimos pela primeira vez no seu EP em 2021. Se gostas de riffs carregados de groove com refrões memoráveis, não procures mais.
A abertura 'Dark Night' define o tom com uma arrogância maravilhosa e figuras de guitarra atraentes que a impulsionam para o refrão e o groove é repetido em 'Sideways'. 'Nightmare' é um dos muitos destaques e realmente imediato, então se estiveres com pouco tempo, vai para essa faixa primeiro. As harmonias de guitarra me lembram de All About Eve, mas o todo é muito mais pesado.Os guitarristas Mick Malusa e Jason King se complementam bem, enquanto o vocalista Mark Ritchie impressiona todo o tempo.
Há um pouco mais de influência do blues (e slide guitar) em 'Pretty Flowers' enquanto 'Leave A Light On' rivaliza com 'Nightmare' como uma das coisas mais imediatas e próximas de um “sucesso de rádio”.
Stonetrip continua convincente quando eles desaceleram as coisas como em 'Run Free', que poderia ser pós-Paul Rodgers Bad Company e 'My Angel' canaliza os Guns 'N Roses interno da banda para uma balada mais leve no ar.
Eu tenho que dizer que o álbum realmente só cai quando a banda muda para um punhado de faixas mais lentas, e isso é simplesmente porque elas são um tanto previsíveis. E isso não quer dizer que haja algo intrinsecamente ruim numa faixa como 'The Show'.
Mas, felizmente, o quociente de riffs aumenta com 'I Am Tomorrow', 'Mercy' e uma enorme e maravilhosa 'Runaway', que é um dos destaques.

01. Dark Night (03:46)
02. Sideways (03:34)
03. Nightmare (03:53)
04. Scare Me (04:04)
05. Run Free (04:41)
06. Pretty Flowers (03:39)
07. Leave a Light On (03:28)
08. I Am Tomorrow (03:16)
09. My Angel (05:08)
10. The Show (05:10)
11. Mercy (03:03)
12. Runaway (03:56)
13. Wild Hearted Son (03:47)

Mark Ritchie - Vocals
Jason King - Guitars
Mick Malusa - Guitars
Sebastian Barahona - Bass
Con Batz - Drums
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MARAUDER - METAL CONSTRUCTIONS VII (2023)

 

Os Marauder foram formados em 1990 em Atenas, Grécia, lançando seu primeiro álbum, Sense of Metal , em 1997. O segundo álbum dos Marauder, 1821, foi aclamado pela crítica em 2000 como um álbum conceitual. Metal Constructions VII está sendo apresentado como a declaração musical mais sincera da banda desde a obra-prima de 2000, 1821. A formação da banda passou por vários cantores e bateristas ao longo dos anos. Os guitarristas Andreas Tsaousis e George Sofronas são o coração e a alma da banda. A restante da formação inclui o baixista Thodoris Paralis (desde 2008), um novo baterista Nick Samios e o veterano vocalista Tassos Krokodilos (Spit Fire).
Esta obra semi-conceitual de doze faixas combina Heavy/Power Metal musculoso, requinte melódico e hinos emocionantes, de acordo com o comunicado à imprensa. As influências de Marauder são fortemente exibidas ao longo do álbum com o ataque de guitarra dupla de Tsaousis e Sofronas nos estilos de Judas Priest e Iron Maiden. Temas de dificuldades e desespero com os quais certamente qualquer pessoa viva em 2022 pode se relacionar e apresentar de uma forma que traz ao ouvinte uma sensação de força e esperança, em vez de apatia.
O álbum começa com uma faixa de introdução ao martelar do metal levando a um grito de fundo. “Strike Back Again” inicia um riff pesado da era Priest e bateria dupla. Tassos oferece uma forte entrega vocal misturando alguns grunhidos e rosnados de Hetfield. Marauder muda o andamento e o ritmo no meio da música com um cântico antes de iniciar os solos de guitarra, dando à música uma boa variedade de dinâmica. Shout it Out é um rock mid-tempo que lembra muito os rockers do estilo Priest / Accept. “Under Her Spell” abre com um riff no estilo Iron Maiden dos anos 80 fazendo a transição para uma faixa de metal direta cheia de cabos de força e bumbo duplo. Essa música tem um bom fluxo, pois tem uma sensação familiar, mas mantém uma sensação nova na música.
A produção de Metal Constructions VII é sólida, pois cada instrumento parece bem equilibrado e audível. A composição é bem feita neste álbum, pois as músicas não ficam repetitivas e têm transições e mudanças de andamento suficientes que tornam esta audição agradável. O tempo de execução é de mais de uma hora, o que pode parecer longo para alguns ouvintes, já que a maioria das músicas tem mais de 5 minutos de duração. A última música do álbum, “Father” é uma faixa épica com mais de 9 minutos de duração, mas termina o álbum com uma boa nota. “Strike Back Again” atinge as notas certas, dando uma sensação de hino que toca bem ao vivo. O ataque de guitarra dupla de Andreas Tsaousis e George Sofronas é muito apreciado por este crítico. O baixo e a bateria são sólidos, pois criam uma base sólida para cada música.
A duração do álbum pode ser muito longa para alguns ouvintes, pois a mente pode se afastar da música. Para combater esse ponto, quanto mais ouvires este álbum, mais ele crescerá em ti e será mais apreciado.Os fãs de Iron Maiden, Judas Priest e Heavy Metal tradicional devem achar o Metal Constructions VII uma delícia, pois oferece um forte ataque de guitarra dupla e alguns bons hinos para apertar o punho. Nenhum novo terreno foi quebrado aqui no reino do Heavy Metal, no entanto, Marauder entregou uma jóia.

1. Intro 00:40
2. Strike Back Again 05:09
3. Shout It Out 04:57
4. Under Her Spell 04:12
5. Nightfall 04:54
6. Erase 06:28
7. Rock Fighters 04:52
8. The Iron Mask 05:00
9. Holy Bible 05:32
10. Never Die 05:45
11. The Son of God 05:30
12. Father 09:10

Tassos Krokodilos – Vocals
Andreas Tsaousis – Guitars
George Sofronas – Guitars
Thodoris Paralis – Bass
Nick Samios – Drums
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NANOWAR OF STEEL - DISLIKE TO FALSE METAL (2023)

 


Bandas de paródia, onde tu te sentas com elas? Para mim, sou a favor de uma visão alegre do mundo, desde que a música seja boa e coloque um sorriso em teu rosto. Então, onde Nanowar of Steel se encaixa no mundo da música que encontra o humor?
Para começar, este é o quinto álbum da banda e, para ser justo, bandas de merda não duram muito, então isso é sempre um bónus! Além disso, quando tu recebes participações especiais como Joakin Brodén de Sabaton e Eleine – este é um grande voto de confiança.
As 10 faixas desta oferta repleta de comédia abrangem todos os subgéneros do Metal, além de se aventurar fora dos limites do Metal em direção a um som pop e explorar assuntos que vão desde um pirata sóbrio e preocupado com a saúde até a batalha Brasil x Itália na Copa do Mundo de 1994.
Tendo isso em mente, como dito anteriormente, para conseguir fazer esse tipo de coisa, tu tens que ser muito bom no lado musical e, de certa forma, melhor do que uma banda convencional. Provar que tu mereces estar nas listas de reprodução das pessoas por mais do que apenas uma rodada não é fácil nesta era em que a música está disponível com o clique de um botão. Simplificando, Nanowar of Steel é tão bom.
Seja dançando com nomes como 'Disco Metal', que é simplesmente um banger de festa ou experimentando o Symphonic Power Metal de 'The Power of Imodium', é impossível não se surpreender com o génio e a execução do que só pode ser descrito como música de qualidade. As letras são inteligentes e engraçadas, mas não devem de forma alguma diminuir a grandeza que está em exibição aqui.
Nanowar of Steel, de certa forma, se rebaixa ao se rotular como uma banda de paródia, já que algumas pessoas vão deixar de dar uma olhada neles por medo de não estar falando sério. Pelo que vale a pena, esta banda é uma ótima banda que escreve faixas alegres que são projetadas e, na verdade, colocam um sorriso enorme em teu rosto e satisfaz todos os desejos musicais que tu já tiveste.
Dislike to False Metal é um álbum top que supera qualquer outro álbum do género e numa época em que tudo é tão sério, tira um tempo e dá uma risada com o quinteto italiano.

1. Sober
2. Winterstorm in the Night
3. Disco Metal
4. Muscle Memories
5. Chupacabra Cadabra
6. Pasadena 1994
7. Metal Boomer Battalion
8. Dimmu Boogie
9. Protocols (of the elders of Zion) of love
10. The Power of Imodium

Gatto Panceri 666 – Bass
Potowotominimak – Vocals
Mr. Baffo – Vocals
Mohammed Abdul – Guitar
Uinona Raider – Drums
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Destaque

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