sexta-feira, 17 de março de 2023

BIOGRAFIA DOS Mago de Oz

 

Mägo de Oz

Mägo de Oz é uma banda espanhola de folk metal (estilo resultante da fusão de folk music com heavy metal).[1]

História

O grupo, cujo nome foi inspirado no título do conto infantil O Mágico de Oz, do autor estado-unidense L. Frank Baum, foi fundado em maio de 1989 pelo baterista, Txus. Em sua primeira formação a banda gravou várias demos: Y qué más Da (1989), Canción de Cuna para un Bohemio, e uma terceira demo em 1992. Nesse mesmo ano o grupo foi finalista no Concurso Villa de Madrid, e Chema, o guitarrista decidiu deixar a banda, sendo substituído por Charlie, apelidado de Carlitos.

Depois de duas gravações, a demissão de Charlie e a reentrada de Chema em seu lugar, lançaram seu primeiro álbum Mägo de Oz em 1994, produzido por Txus e Alberto Plaza, que teve vendas escassas e serviu apenas para tornar o grupo um pouco mais conhecido. Neste momento o Mägo de Oz teve uma de suas épocas mais difíceis com o abandono definitivo de Chema e Juanma.[2]

Em 1996, se estabeleceu a formação que perdura quase até a atualidade. Entra José em substituição a Juanma, e Frank substitui Chema. No mesmo ano, começaram a gravar o álbum conceitual Jesús de Chamberí, produzido por Alberto Plaza, que foi editado em 1996, e lançado pelo selo Locomotive Music. A turnê deste segundo disco foi chamada de Via Crucis Tour e obteve grande sucesso em toda a Espanha.[3]

Em 1997, decidiram voltar a gravar cinco canções do seu primeiro trabalho, com uma interpretação nova, e notável superioridade na qualidade de som, com os dois novos componentes (Jose e Frank), e produção desta vez realizada por G. Sider. Vale também ressaltar a apresentação do disco na Sala Canciller de MadridMägo de Oz (La Bruja) abriu as portas para importantes festivais e teve maior sucesso que o antecessor. Na temática da imortal obra de Miguel de CervantesDom Quixote, nasce seu terceiro álbum La Leyenda de la Mancha (1998), repleto de riffs de guitarramelodias célticas, canções marcantes e uma trabalhada produção. A turnê deste disco, The Riiiichal Tour, foi a mais extensa que a banda já havia feito, com 115 concertos.

Com a data do décimo aniversário, a banda decide lançar o vídeo caseiro Resacosix en Hispania (uma paródia de Asterix, o gaulês) que mostraria toda a trajetória do grupo. Logo após juntam-se ao grupo Sergio Kiskilla no teclado e Fernando na flauta transversal, no final de 1999. No mesmo ano, decidiram embarcar em um ambicioso projeto: um álbum duplo, que foi o quarto lançado pelo Mägo de Oz, e se chamou Finisterra.[4]

No ano seguinte lançaram um álbum com composições mais diretas, que incorporariam-se à turnê de Finisterra. Foi chamado Fölktergeist, e com o qual entraram em uma nova turnê muito mais ambiciosa (mais pirotécnica, com melhores cenários e palcos mais detalhados), da qual gravaram um DVD. Foi neste momento que Salva decidiu abandonar o grupo, sendo substituído pelo jovem baixista Sergio.

Em 2003, iniciaram um projeto: realizar três álbuns que comporiam a Trilogia de Gaia: o primeiro com o título Gaia, que foi lançado no mesmo ano. Com a temática de Hernan Cortés e a conquista dos espanhóis aos astecas, dele saíram as pérolas "La Costa del Silencio" e "La Rosa de los Vientos", sendo consideradas grandes composições, inclusive no exterior. Para suportar esse álbum, a banda realizou vários concertos na América do Sul, e as composições envolviam dogmas religiosos, a destruição do planeta e a vingança de Gaia (mãe-terra). Este disco não agradou a alguns de seus fãs, pois tinha mais solos de violino, flauta transversal e menos riffs de guitarra, com uma tendência mais para o hard rock do que para o heavy metal.

Em 2004 a banda volta ao estúdio para gravar o que seria o seu sexto álbum, Belfast, em homenagem à cidade irlandesa de mesmo nome, pois tem sido palco de conflitos religiosos. Neste momento, acontecem importantes mudanças no Mägo de Oz: entra um terceiro guitarrista, Jorge Salán, e meses depois sai Sergio, o baixista.

No ano de 2005 foram lançados mais dois álbuns do Mägo de Oz. O primeiro foi Madrid - Las Ventas. O segundo, lançado em 14 de novembro de 2005, foi Gaia II: La Voz Dormida, editado em sua nova gravadora Dro Atlantic. Traz duras críticas aos governos ditatoriais e à Igreja que oprime e não respeita quem não a segue. Txus e Jose Andrëa fizeram uma participação especial na canção "El Final" no CD Abismos da banda The Garb.

Em 2006, foi lançado o single "Hoy Toca Ser Feliz", mostrando um som da banda mais versátil e com arranjos marcantes. Contém também extras que incluem uma gravação da canção "Memoria da Noite" do grupo Luar na Lubre e um videoclipe. Em 5 de dezembro de 2006 a banda lançou o álbum duplo de compilações "Rock N' Oz", incluindo regravações de "Molinos de Viento, "Jesús de Chamberí", "Hasta Que Tu Muerte Nos Separe" e "El Cantar de la Luna Oscura".

Em 2 de novembro de 2007, é lançado o álbum "La Ciudad de Los Árboles", surpreendendo aqueles que esperavam pelo lançamento de um "Gaia III". Também é previsto para abril de 2008 o começo da turnê "Borriquito como Tour 2008".

Em 6 de abril de 2010 é publicado o terceiro disco da trilogia Gaia, o disco Gaia III: Atlantia com o primeiro single 'Que el viento sople a tu favor', esse disco foi considerado um dos mais trabalhados, e onde a banda inovou com a mescla de alguns gêneros, como no caso esse disco passou a ter um toque mais 'eletrônico' é bem notável nas músicas Dies Irae, Für immer e na própria música Atlantia.

Em Julho de 2010 o flautista Fernando Ponce de León deixa a banda por motivos pessoais, e no final do mesmo mês Josema passa a ser o novo flautista da banda. No dia 30 de novembro de 2010, no mesmo ano que foi lançado o disco Gaia III, a banda lançou o disco Gaia Epilogo que contém músicas recicladas que ficaram de fora por algum motivo dos 3 discos da trilogia Gaia.

Dia 24 de outubro de 2011 o vocalista José Andrea anuncia sua saída da banda. José Andrea e Mago de Oz, por acordo, de forma amigável, decidimos quebrar nossa relação artística e terminar uma etapa onde se pode apreciar uma das vozes mais mágicas dos últimos 15 anos no rock espanhol. Tanto José Andrea quanto o resto da banda achamos que ele merecia adeus a você da melhor maneira que ele pode fazer: dar-nos a sua voz em concertos recentes. Assim, confirmam que, neste, o nosso site oficial, tanto a turnê norte-americana como datas agendadas em Espanha será o seu último concerto antes de deixar a banda. Gostaríamos de desejar a todos boa sorte em sua futura vida profissional e pessoal longe da estrada de tijolos amarelos. Obrigado por deixar a pele e voz ao longo dos anos. "Devemos estar sobre o arco-íris ..." Oficial comunicado Mágico de Oz, 2011.[5]

Em 11 de novembro de 2011 é anunciado o novo disco recopilado com as principais baladas da banda e com 2 novas músicas. Esse foi o último disco da banda com José Andrea. José Andrea então fez seus últimos concertos como vocalista do Mago de Oz pela América latina no final de novembro e na primeira quinzena de dezembro, e na Espanha nos últimos dias do ano, por problemas vocais que houve em alguns concertos a data foi transferida para o final de dezembro, sendo assim a 'era José Andrea' termina dia 30 de dezembro de 2011 com o último concerto na Sala la Riviera em Madrid.

Em 11 de abril de 2012 é anunciado na rádio Mariskalrock a saída do baixista Peri e do tecladista Sérgio Kriskilla para seguir na banda de Uróboros de José Andrea. No dia 30 de maio a banda criou um Casting para buscar um novo vocalista, pouco tempo depois foi anunciado o baixo do Mago de Oz Fernando Mainer de Tako, baixista de Jorge Salán e de Jeff Scott Soto e também se integrou a banda o tecladista Javi Diez que também é da atual banda paralela de Txus de Fellatio a Burdel King.

Dia 8 de agosto de 2012 por fim é anunciado o tão esperado vocalista, Zeta foi apresentado como substituto de José Andrea e novo vocalista da banda Mago de Oz, no mesmo dia foi apresentado as gravações enviadas para o casting da banda. No dia 10 de outubro Txus em uma entrevista a Rafabasa.com confirmou que dia 27 de novembro será lançado o novo disco que não foi revelado ainda seu nome, mas também será apresentado um single no dia 31 de outubro com a música Xanandra, também no mesmo dia será lançado o seu vídeo clipe.

Dia 27 de novembro de 2012 por fim é lançado o novo disco Hechizos, Pócimas y Bujería com o novo vocalista Zeta, um disco com musicas mais 'heavy' se destacando mais nas guitarras e com menos teclados. Nele encontramos uma música polêmica que se chama 'H2Oz' e sua letra diz que a banda não morreu e que o antigo vocalista não fará nenhuma falta. Também encontramos no disco grandes músicas como Satanael, Mercado de Brujas, Brujas (cantada por Patricia Tapia), o single Xanandra e a música do mesmo nome do disco 'Hechízos, Pócimas y Brujeria.

Em fevereiro de 2013 a banda começa sua turnê, começando pelo continente Americano em Guatemala.[carece de fontes] Em dezembro do mesmo ano é lançado Celtic Land, álbum duplo que celebra os 25 anos de banda.

Membros

Formação atual

Ex-integrantes

Discografia


𝗟𝗘𝗧𝗥𝗔 LEO2745 - Vida De Artista


𝗟𝗘𝗧𝗥𝗔 Fernando Daniel, Beatriz Rosário - Metade

MARGARIDA CAMPELO EDITA PRIMEIRO ÁLBUM DE ORIGINAIS


MANUEL FÚRIA LANÇA VIDEO “MALTA QUE SE FOI” PARA ASSINALAR NOVA EDIÇÃO DE “OS PERDEDORES”

 

LA PRIEST DE REGRESSO AOS DISCOS E PARTILHA NOVO SINGLE… “IT’S YOU”

 

LANA DEL REY LANÇA TERCEIRO SINGLE DO NOVO ÁLBUM… “THE GRANTS”

Lana Del Rey acaba de lançar uma nova canção, “The Grants”, o terceiro single retirado do seu nono álbum de estúdio, “Did you know that there’s a tunnel under Ocean Blvd”.

O tema foi escrito em parceria com Mike Hermosa e conta com um coro formado por Melodye Perry, Pattie Howard e Shikena Jones, cantoras que participaram no documentário musical “20 Feet From Stardom”.

The Grants” estreou-se na BBC Radio 1 e sucede-se ao lançamento dos dois primeiros singles, “Did you know that there’s a tunnel under Ocean Blvd” e “A&W”.

O nono álbum de estúdio de Lana Del Rey, “Did you know that there’s a tunnel under Ocean Blvd”, será lançado a 24 de março. 

RICHIE CAMPBELL EDITA NOVO ÁLBUM “HEARTBREAK & OTHER STORIES”

 

Review: Adele – 30 (2021)

 


Adele é única. Com apenas três discos na carreira, colocou dois deles como os álbuns mais vendidos do século XXI: 21 (2011) com 31 milhões de cópias e 25 (2015) com 22 milhões. Ao todo, a inglesa já superou a marca de 120 milhões de álbuns vendidos, e com um detalhe: seu primeiro disco foi lançado apenas em 2008. Por todo esse contexto, a expectativa em torno de 30, primeiro trabalho de Adele em seis anos, foi altíssima. E não só entre os fãs, mas também na indústria, que direcionou uma enorme quantidade de esforços para a produção de cópias em vinil do novo álbum, em um momento em que a matéria prima necessária para isso passa por um momento crítico. Traduzindo: o novo álbum de Adele atrasará novas edições em LP de milhares de títulos. Deu pra entender o tamanho da cantora na indústria?

30 foi lançado em 19/11 e teve a sua produção assinada pelo sexteto Shawn Everett, Ludwig Göransson, Inflo, Greg Kustin, Max Martin e Shellback. No total são doze músicas inéditas, mais três faixas bônus exclusivas para o mercado japonês. Musicalmente, Adele soa menos densa que em 25, que foi um álbum que priorizou canções com uma carga emocional bastante forte. É claro que essa característica permanece no novo disco, afinal faz parte da persona artística da inglesa, porém no novo trabalho tudo soa mais leve, ainda que reflita em diversas letras o fim do casamento de mais de dez anos com Simon Konecki.

Há uma beleza estonteante nas canções de 30. Elementos de jazz permeiam todo o trabalho, que prioriza instrumentações mais minimalistas e apenas em poucos momentos arranha a grandiosidade dos arranjos de composições passadas. A voz de Adele é o fio condutor, o centro e a alma de tudo, e ela soa incrível. Cantando de forma divina, a inglesa entrega aquele que está sendo saudado por uma parcela considerável da crítica como o seu melhor trabalho até agora – algo que estou tentado a concordar.

Os destaques são muitos. A abertura, com a linda e meiga “Strangers by Nature”, é arrepiante. “Easy On Me”, primeiro single, vem na tradição das grandes baladas arrasa-quarteirão da cantora. “My Little Love” fala da relação com o filho e traz trechos de diálogos caseiros entre Adele e seu herdeiro. O pop toma conta de “Cry Your Heart Out” e “Oh My God”, retomando o frescor dos tempos de 21. A predominantemente acústica “Can I Get It” tem cara de hit global. E a dobradinha “To Be Loved” e “Love is a Game” encerra o disco com um gostinho de quero mais.

Adele é única, e 30 mostra isso mais uma vez. De uma beleza estonteante, é um álbum excelente de uma artista que se colocou muito acima de seus pares. Talento puro, emoção em doses certeiras: essa é a receita de um dos grandes discos de 2021.


Destaque

Genocide Association

Genocide Association  ! Banda? Não! Projeto? Não! Piada? Sim! Resumindo, tudo aconteceu em 1983 em Nottingham. Digby "Dig" Pearson...