quinta-feira, 6 de abril de 2023
Rory Block - The Lady And Mr. John
Size: 95,3 MB
Time: 40:52
Styles: Acoustic Delta Blues, Country Blues
Art: Front (*)
01 - Cross Road Blues [3:19]
02 - Preaching Blues (Up Jumped The Devil) [3:04]
03 - Milkcow's Calf Blues [2:29]
04 - Walking Blues [2:44]
05 - 32-20 Blues [4:15]
06 - Rambling On My Mind [2:59]
07 - Terraplane Blues [3:21]
08 - Me And The Devil Blues [3:17]
09 - Last Fair Deal Gone Down [3:22]
10 - Come In My Kitchen [3:09]
11 - Hellhound On My Trail [2:48]
12 - If I Had Possession Over Judgement Day [2:49]
13 - Kind Hearted Woman Blues [3:11]
A adoração de Block pelo blues permitiu-lhe explorar as suas várias vertentes, mantendo-se sempre fiel ao som dos seus ídolos do blues. Desde que se encantou pela primeira vez com a música de Robert Johnson, por volta de 1964, ela tinha o objetivo de lançar um álbum com covers de canções selecionadas do King of Delta Blues - e 42 anos depois, cara, ela já fez isso. Depois de anos estudando e aperfeiçoando o estilo de Johnson, Block se refere ao álbum como seu Ph.D.
"The Lady and Mr. Johnson" apresenta Block em seu melhor blues Delta. O álbum inteiro, exceto por uma introdução de coro gospel na primeira faixa, é inteiramente Block. É apenas uma mulher, sua voz e seu violão. A guitarra de Block é impecável, quase inacreditável, já que ela acertou em cheio na técnica de Johnson, acrescentando um pouco do século 21 sem tirar a beleza crua da música original.
Como acontece com qualquer álbum de covers, certas músicas funcionam melhor para Block do que outras. Possivelmente a melhor faixa do álbum, tanto por sua introdução de arrepiar o pescoço quanto pelos vocais emocionantes de Block, é "Last Fair Deal Gone Down", e o mesmo vale para "Come In My Kitchen".
Até o inverno de 2006, poucos meses antes de Block lançar "The Lady and Mr. Johnson", ela pensava que Johnson não tinha parentes vivos, mas frequentemente desejava encontrar algum, se eles existissem. Acontece que ele tem uma grande família morando no Mississippi, incluindo seu filho. Block ligou para a família e marcou um encontro. A arte do álbum consiste em grande parte de várias fotos de Block com o filho, neto e bisneto de Johnson.
"The Lady and Mr. Johnson" é um álbum impecável, facilmente um dos poucos lançamentos sólidos de Delta blues por qualquer artista nos últimos anos, e pode facilmente se tornar o principal orgulho e alegria de Block em toda a sua carreira.
Stan Mosley - No Soul No Blues
Size: 99,1 MB
Time: 42:53
Styles: Soul, Blues, R&B, Funk
Art: Front (*)
01 - Back To Collect [4:11]
02 - Blues Man [4:03]
03 - Losing Hand [5:00]
04 - What You Need [3:38]
05 - Stomp [3:51]
06 - I Can't Get Next To You [4:01]
07 - Right Next Door [4:22]
08 - I Smell A Rat [4:10]
09 - Change Of Heart [3:40]
10 - A Woman Has Got To Be Loved [2:37]
11 - Undisputed Love [3:14]
Se houvesse alguma justiça no mundo, o novo álbum de Mosley, ironicamente intitulado "No Soul No Blues", mudaria tudo isso. Infelizmente, sendo a vida o que é, este é um resultado improvável. Faça um favor a si mesmo, no entanto, pegue uma cópia deste CD assim que puder.
Gravado no Wire Studio em Austin, Texas, produzido por Eddie Stout com engenharia de Stuart Sullivan, e mixado e masterizado no Lars Goransson Sound Outrageous em Austin, "No Soul No Blues" é absolutamente recheado com blues e soul de alta qualidade.
Stout habilmente emparelhou Mosley com músicos que pregam aquele som soul-blues: os irmãos Moeller na guitarra e bateria, Mike Archer no baixo e Anthony Farrell no B-3 Organ. Os Texas Horns (Kaz Kazanoff, John Mills e Al Gomez) fornecem excelente suporte de sopro e Crystal Thomas se junta a Mosley nos vocais em “Stomp” de Wilson Pickett e “I Can't Get Next To You” de The Temptations.
O álbum contém uma doce mistura de originais e covers, do próprio Mosley "Blues Man (No Soul, No Blues", "Change Of Heart" e "Undisputed Love" e "What You Need" dos Moeller Brothers a nomes como Robert “Right Next Door (Cause Of Me)” de Cray e “I Smell A Rat” de Howlin' Wolf.
Situando-se diretamente no reino do soul blues sobre o qual Little Milton e Bobby Bland reinaram por tantos anos, pares de “No Soul No Blues” A soberba voz de soul/R&B de Mosley com a sempre excelente guitarra de Johnny Moeller de uma forma que às vezes lembra a compreensão e interação sobrenatural entre Johnny Adams e Walter Wolfman Washington.
A faixa de encerramento do blues lento, “Undisputed Love”, vale o preço de admissão por si só. A seção rítmica em faixas como “Blues Man (No Soul, No Blues)” cria um ritmo irresistível para os Texas Horns passarem. E não se engane, isso é blues, com uma forte dose de soul, em oposição à soul music com uma pitada de blues.
É edificante, envolvente e requer escuta repetida. O riso alegre no final de "I'm Back To Collect" e "Stomp" captura perfeitamente a diversão e o prazer dos músicos fazendo "No Soul No Blues". Não há nada novo ou fora da caixa neste álbum. É simplesmente uma ótima música, tocada por mestres de seu ofício e cantada por um dos melhores cantores de soul-blues dos quais você talvez nunca tenha ouvido falar.
BOOTLEG
Bruce Springsteen - Before the fame
Resenha New Meaning Álbum de Tempers 2022

Resenha
New Meaning
Álbum de Tempers
2022
CD/LP
Tempers é um duo de música alternativa de Nova Iorque, mas com conexões europeias. O guitarrista Eddie Cooper, por exemplo, morou na Alemanha durante algum tempo; por sua vez, a vocalista Jasmine Golestaneh, nascida na Florida, tem ascendência letã. O que uniu os dois foi a paixão que partilhavam pelo Kraftwerk e pelo krautrock, considerados por ambos as fundações do som do Tempers, que eles próprios definem como sendo um “dark synth pop com influências do pós-punk”. Como se pode ver, não é por acaso que a audição de seu mais recente trabalho, o álbum New Meaning, lançado no ano passado pelo selo Dais Records, pode confundir o ouvinte, que pensará tratar-se de algo vindo do lado de lá do Atlântico e não da Grande Maçã.Em entrevistas, a dupla admite outras influências, que vão de Joy Division a Nirvana, passando pelo shoegaze. Pode-se ouvir ecos indisfarçáveis dessas referências em seu álbum de estreia, Services, de 2015. Mas as guitarras foram ficando menos angulares e abrasivas no disco seguinte, o depressivo e arrastado Private Life, de 2019. A partir daí o som do Tempers foi se movendo em direção a climas mais glaciais, todavia menos parecidos com a neve lamacenta e escorregadia do inverno novaiorquino do que com os congelantes dias sem sol de algum país nórdico. Do trabalho anterior, New Meaning herdou as guitarras mais econômicas, comprometidas com climas e texturas, e os vocais ainda mais gélidos e monótonos de Jasmine. Tanto a voz dela quanto o trabalho de Eddie na guitarra soam aqui como se deslizassem despretensiosamente sobre bases eletrônicas robóticas, frias e alienantes, mas, ainda assim, melódicas e cativantes. O disco abre com um pastiche de Sisters of Mercy, “Nightwalking”, no qual Jasmine Golestaneh canta “eu sei que sigo em frente… mas eu não estou certa de para onde estou indo”, evocando a atmosfera de um sonho estranho e sombrio. A base rítmica faz a música soar como uma marcha a passos lentos e hesitantes em direção a algum tipo de recôndito escuro. O soturno começo é quebrado, em seguida, pela canção que mais se aproxima de algo que pode ser chamado aqui de pop: “Unfamiliar”, o single escolhido para puxar o lançamento de New Meaning. Apesar de ser uma música mais upbeat, “Unfamiliar”, liricamente falando, é quase uma continuação de “Nightwalk” (“eu sonhei com outro lugar… então, eu poderia ter sido outra coisa… mas eu estava tão perdida quanto eles”). Um vídeo promocional dessa faixa está disponível no YouTube. Já em “It Falls Into You”, um dos pontos altos do álbum, Jasmine se utiliza de overdubs para uma rara exploração das diferentes nuances de sua voz, com as linhas vocais ora entrando e desaparecendo de forma quase fantasmagórica, ora se sobrepondo em camadas. Outro momento de destaque é “Song Behind a Wall”, a faixa que talvez melhor se enquadra na maneira como a própria banda descreve sua identidade musical (vide primeiro parágrafo). Ela é seguida por “Carried Away”, que soa como uma espécie de Pet Shop Boys com depressão (e não, caro leitor, isso não é uma crítica negativa). A cereja do bolo fica justamente para o final, com “Sightseeing”, que soa como se o Depeche Mode e os Chemical Brothers tivessem escrito uma música juntos e convidado Bilinda Butcher para cantar. Apesar de quase totalmente desconhecido no Brasil, o Tempers já desfruta de uma boa reputação no exterior, pois existe um pouco de bochicho em torno da dupla na América do Norte e na Europa. No segundo semestre do ano passado, Eddie e Jasmine tocaram em palcos do México e, também, da Inglaterra, da Alemanha, da Grécia e de Portugal. New Meaning é, até o momento, seu trabalho mais celebrado, além de ser o que está abrindo portas em diferentes mercados. Não chega a ser uma obra-prima indie, mas vale a conferência, com absoluta certeza. Indicado para se dançar sozinho trancado no quarto, com as luzes totalmente apagadas.
Resenha Pop Obskura Álbum de The Low Frequency in Stereo 2013

Resenha
Pop Obskura
Álbum de The Low Frequency in Stereo
2013
CD/LP
Oriundos da gélida Noruega, o quinteto The Low Frequency in Stereo era uma daquelas bandas difíceis de se rotular. Talvez por preguiça de alguns críticos musicais, foram associados ao chamado pós-rock, sabe-se lá o que isso realmente queira dizer. Sua proposta musical era um amálgama de influências bacanudas, mas bem distintas entre si, como Dick Dale, a space age music de Esquivel, o Pink Floyd do período Syd Barrett, The Doors e as batidas repetitivas e hipnóticas de bandas alemãs como Neu! e Can. Surgido bem no comecinho dos anos 2000 na cidade de Haugesund, o grupo era formado originalmente por Per Steinar Lie (baixo), Per Hansen (guitarra), Hanne Eidsvåg Anderson (teclados, sampler) e Ørjan Haaland (bateria). Alguns anos mais tarde, Per Hanse foi substituído por Njål Clementsen (que também era vocalista) e, de quebra, a banda ainda foi reforçada por uma quinta integrante, Linn Frøkedal (teclado, guitarra e voz).Seus dois primeiros álbuns, lançados entre 2002 e 2004, e o EP Astro Kopp, que saiu em 2005, eram basicamente instrumentais e muito pouca coisa nesses trabalhos realmente saltava ao ouvidos. O material da banda começou a ficar mais interessante mesmo a partir do disco The Last Temptation of… The Low Frequency Stereo Vol. 1, de 2006, o primeiro a trazer vocais de forma genuinamente regular. Esse LP foi sucedido pelo excelente Futuro, de 2009, que traz o que, possivelmente, é uma das faixas mais acachapantes da primeira década do século XXI: “Solar System”. Esta, por sua vez, ganhou uma versão ao vivo com doses extras de anfetamina e adrenalina no ótimo vinil duplo ao vivo Live at MoldeJazz, que conta com a participação especial do saxofonista Kjetil Møster, que também tinha emprestado seu talento em Futuro. O canto do cisne do The Low Frequency in Stereo foi o disco Pop Obskura, de 2013. Produzido pela própria banda, ao lado de Jørgen Træen, e lançado pela Long Branch, um sub-selo da gravadora independente alemã SPV Records, trata-se de um álbum cerebral que, mesmo salpicado de doses generosas de psicodelia experimental, consegue ser bastante acessível e até mesmo pop em alguns momentos. É impossível não se sentir fisgado de imediato com a faixa de abertura, “Elevated / Desecrated”, uma canção que consegue emular algo que só poderia existir em nossos sonhos mais delirantes: o encontro entre a batida motorik de Klaus Dinger, uma linha de baixo pulsante ao estilo Joy Division e o órgão Farfisa do saudoso Richard Wright. “Elevated / Desecrated” também ganhou, em 2018, um belo remix numa pegada etérea e psychopop feito por outra banda norueguesa, o Closing Eyes. A viagem prossegue através de “Colette (Subie Subie)”, uma efêmera, porém deliciosa (e um tanto quanto estranha também) bobagem pop sessentista. As marolas da década em que talvez você não tenha estado caso se lembre dela também podem ser ouvidas em um dos pontos altos do disco, “Cybernautic”, faixa escolhida para ser a “música de trabalho” de Pop Obskura e que traz ao fundo zumbidos fantasmagóricos que parecem saídos de um Theremin e ruídos eletrônicos roubados de algum disco dos Silver Apples. Para resumir, “Cybernautic” pode ser definida como sendo o tipo de faixa em que que o ouvinte pode atingir estados alterados de consciência enquanto dança. Bem diferente, portanto, da estridência noisey de “Black Receiver”, uma experiência de pouco mais de três minutos e meio que nos remete ao som de uma emissora de rádio mal sintonizada. “Satellites in Sight” é a canção que abre o lado B (caso você tenha em mãos a edição em vinil) e aqui o drive é por conta do baterista Ørjan Haaland, que, tal como um maquinista de uma imaginária locomotiva futurista, nos conduz em uma viagem sem paradas no meio do caminho por uma interminável estrada de ferro que cruza o espaço sideral. Já “Ionic Nerve Grip” justapõe jazz, dub e spoken words (cortesia de Njål Clementsen), com o coro de vozes de Hanne Anderson e Linn Frøkedal ao fundo criando um clima de tensão. “White Echo” é um aceno ao Velvet Underground, embora seja também o único momento em todo o disco em que o The Low Frequency in Stereo retorna às suas origens como banda de rock instrumental. O álbum se encerra com “Second Hand Nation”, canção dominada pela cozinha entrosada formada por Haaland e Steinar Lie, mas com uma dramática melodia de órgão elétrico em rota de colisão com os vocais suaves e etéreos de Linn e Hanne. Um final e tanto. Com Pop Obskura, o The Low Frequency in Stereo havia conseguido suas credenciais para dar início à sua jornada rumo a conquista de mercados maiores. O grupo obteve as bençãos de David Fricke (editor sênior da Rolling Stone) e de veteranos do rock como Michael Stipe (ex-R.E.M.). Mas a banda encerrou suas atividades justamente depois de lançar seu melhor e mais maduro trabalho e que, inclusive, lhes garantiu uma indicação na categoria “Melhor Álbum Pop” no Spellemannsprisen (uma espécie de “Grammy norueguês”). Atualmente seus ex-integrantes se encontram dispersos atuando em outros projetos musicais, como Les Dunes, Action & Tension & Space, Misty Coast e The Megaphonic Thrift. Mas nenhum desses grupos conseguiu ainda reeditar o êxito criativo e a consistência dos últimos trabalhos do Low Frequency, em especial Pop Obskura.
Flying Lotus – Cosmogramma (2010)
O terceiro disco de Flying Lotus leva a arte dos beats instrumentais para um novo patamar de sofisticação.
A cena beat de Los Angeles aconteceu a partir de 2006 à volta do bar Airliner em Lincoln Eights (um bairro popular ainda não descaracterizado pela gentrificação). Era nas noites de quarta-feira que o pessoal se encontrava (as chamadas noites Low End Theory), a meca de todos os apaixonados pela arte de fazer um bom beat. No hip-hop convencional a batida, por muito inventiva que seja, serve sempre o MC. Mas magos como J Dilla e Madlib foram emancipando-na desse jugo com discos maravilhosos de hip-hop instrumental. Nos seus últimos anos de vida Dilla mudou-se de Detroit para Los Angeles, deixando uma marca indelével nos músicos que o conheceram. Morreu antes da cena beat explodir mas as sementes já haviam sido lançadas. Diga-se, porém, que o movimento vai para lá da cultura do hip-hop, entrando por outros territórios como a electrónica. Essa alergia a fronteiras estilísticas rígidas é uma das suas principais características.
Flying Lotus, fundador da independente Brainfeeder, foi um dos principais protagonistas de todo este zum-zum. O seu segundo disco chama-se Los Angeles, a soalheira cidade onde tudo aconteceu. Mas foi o álbum seguinte, Cosmogramma, que despertou elogios mais rasgados.
Não se gosta de Cosmogramma à primeira, avise-se já, mas o disco cresce a cada audição até se tornar viciante. Os seus beats são absurdamente originais, não só no traço pincelado como nas próprias tintas, timbres exóticos inventados pela sua insaciável curiosidade. Cada tema tem a sua estética pessoal e intransmissível, com poucas continuidades com a tradição musical conhecida. Mais do que um músico, Flying Lotus é um deus criador, moldando no barro outros mundos possíveis.
Os samples e a programação continuam a ser centrais mas agora há uma presença forte de instrumentos ao vivo, desde o baixo virtuoso do seu amigo Thundercat até ao saxofone free jazz do seu primo Ravi Coltrane. A voz é a excepção e não a regra mas quando aparece é sempre bem-vinda. Veja-se o caso de “… And the World Laughs With You”, no qual Thom Yorke sussurra com aquele seu timbre de alma penada: “preciso de saber que estás aí / preciso de saber que me estás a ouvir” (talvez o momento mais arrepiante do disco). Dá assim voz à dor de Flying Lotus, cuja mãe partira há pouco. Não se pense, porém, que o tom dominante do álbum é macambúzio. Mesmo “Galaxy in Janaki” – mais íntimo e macabro porque gravado com sons de máquinas hospitalares – faz o luto com uma estranha esperança.
Um segundo tema atravessa o disco, uma homenagem à sua tia-avó Alice Coltrane, de cujos ensinamentos espirituais precisa agora mais do que nunca. Daí a harpa, etérea e mística, procurando a avó Alice no outro lado do espelho.
Cosmogramma nada tem de depuração, antes pelo contrário. A sua estética do excesso, onde cada beat alberga dezenas de camadas, pede bons auscultadores e uma escuta atenta e paciente. A beleza não nos é dada, somos nós que a conquistamos, por isso o nosso cérebro fica todo vaidoso. É merecido. Ficamos mais espertos a cada audição.
Destaque
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