quarta-feira, 11 de setembro de 2024

CANTORES FRANCESES (Charles Trenet)

 

Charles Trenet

Charles Trenet (Narbona18 de Maio de 1913 – Créteil19 de Fevereiro de 2001) foi um cantor francês.

"Quem veio ao meu show está dispensado de ir a meu enterro", disse Charles Trenet, pouco antes de morrer em sua última apresentação na sala Pleyel (Paris, abril de 2000).

Vítima de preconceito por assumir abertamente a sua homossexualidade e obrigado a provar que não era judeu na França ocupada pelos alemães, Trenet produziu uma série de hits. Um deles - Douce France - virou hino da Resistência, durante a ocupação nazista.

Cantor, compositor, letrista de cerca de mil canções, artista plástico, poeta e escritor, revolucionou a música francesa nos anos 40 com versos inspirados e estética semelhante aos poemas de Paul Éluard e Jacques Prévert. Por sua vez, influenciou compositores e intérpretes que lhe sucederam, como Charles AznavourJacques Brel e Georges Brassens.

Infância solitária

Louis-Charles-Augustin-Claude Trenet nasceu em Narbona, em 18 de maio de 1913, filho do tabelião Lucien, um melômano que orientou os filhos no caminho da música, e de Marie Louise.[1] Teve um irmão mais novo, Antoine. A mãe abandonou a família quando Charles tinha 7 anos para seguir o famoso cenarista e diretor de cinema Benno Vigny

Em 1922, morando em Perpignan, onde cresceu, Charles é mandado para um internato em Beziers onde tem sofrimentos psicológicos intensos. Convalescendo de uma febre tifóide, volta para casa, quando emerge sua sensibilidade artística (modelagem, música e pintura).

Experiência Alemã

Aos 15 anos, vai para Berlin viver com a mãe e o já segundo marido, Benno Vigny, que lhe oferece a possibilidade de frequentar uma escola de arte, onde passa a circular entre as celebridades do cinema alemão.

Em 1930, volta à França e, com a permissão do pai, entra para a Ecole des Arts Décoratifs. Terminado o curso, trabalha como assistente de direção e assessor nos estúdios cinematográficos franceses.

Ali conhece Antonin Artaud, Jean Cocteau e Max Jacob e tem seus primeiros poemas e livros editados.

Benno Vigny volta a Paris com Marie-Louise, para rodar um filme musical. Para trabalhar na equipe como compositor das quatro canções que faziam parte do roteiro, Charles se matricula e passa no exame da SACEM (espécie de sindicato francês de músicos, compositores e editores)

Charles e Johnny

En 1933, conhece um jovem pianista, Johnny Hess, com quem forma o duo "Charles et Johnny".[2] A dupla compõe jingles publicitários para rádio e fazem muito sucesso mesclando música francesa tradicional com as tendências modernas. Charles escreve, Johnny compõe. A parceria rende 16 títulos e um contrato com a gravadora Disques Pathé.

O duo acaba com a chegada do serviço militar obrigatório para os dois artistas, mas, antes de partir, deixam para Jean Sablon gravar uma canção feita em cinco minutos - letra rabiscada num guardanapo de papel - a obra-prima Vous qui passez sans me voir.

Nasce o showman

Maurice Chevalier, impressionado com a popularidade de Trenet, decidiu colocar em seu repertório uma canção que achava "meio sem pé nem cabeça", "Y'a d'la Joie", sucesso estrondoso e imediato nos vaudevilles de Paris.

A grande visibilidade leva Trenet a interpretar suas próprias canções e, para isso, cria um visual original usando sua experiência de artista plástico: aba do chapéu arredondada como uma auréola (para disfarçar o rosto redondo), terno vermelho e sorriso constante iluminado pelos olhos azuis: um showman de primeira qualidade.

Glória Nacional

Durante a segunda guerra mundial, mesmo sendo um homem marcado pelas suas preferências sexuais e pela amizade com artistas judeus, Charles Trenet resolve continuar na França. Suas canções, verdadeiros hinos à liberdade, são censuradas pelo governo de Vichy. "Douce France" torna-se o hino da Resistência.[3]

A imprensa colaboracionista sugeriu que o sobrenome Trenet seria um anagrama de Netter e ele teve que provar que em quatro gerações de sua família não havia nenhum judeu. Em 1943, em um trem para Perpignan, Trenet compôs La Mer, que ficou 3 anos nas paradas. Ferido por membros da Gestapo durante um interrogatório, torna-se uma glória nacional.

Fama mundial, traição doméstica

Trenet na década de 1970.

Terminada a guerra, Charles Trenet parte para conquistar os Estados Unidos, onde se torna amigo de George Gershwin, de Duke Ellington, de Louis ArmstrongChaplin e da dupla "O Gordo e o Magro". E em seguida veio o resto do mundo. Charles Trenet esteve várias vezes no Brasil entre 1947 e 1955, onde sua popularidade era imensa.

O sucesso durou até os anos 60, quando a febre do rock'n'roll alcançou a França dando lugar a Johnny HollidayRichard Anthony e Françoise Hardy.

Em 1963, foi vítima de uma armação, encenada pelo ex-cozinheiro-motorista-secretário que o acusava de recrutar jovens efebos para participar de festinhas íntimas. Ficou preso para averiguações por um mês e, depois do julgamento, foi condenado a um ano de prisão e multa de dez mil francos, sendo beneficiado com sursis. Durante a estadia na prisão escreveu uma prece para os prisioneiros e uma canção para o carcereiro.

Em 1977, a morte da mãe, com quem mantinha forte ligação, o deixou recluso por dez anos. Esta semi-aposentadoria acontece numa mansão do sul da França, onde escreveu muitos romances e um livro de memórias: "Mes jeunes années" (Anos de Juventude).

Duplo preconceito

Em 1983, lançado candidato à Academia Francesa, sofreu duplo preconceito: foi impedido por não compor música "cabeça" e por ser homossexual declarado. Mas, em contrapartida, recebeu muitas homenagens, como a Légion d'Honneur e o Grand Prix National des Arts et Lettres.

Retomando a carreira em 1987, lançou, dois anos depois, seu último disco sempre com a mesma temática - infância, alegria e amor - e se engajou na campanha de François Mitterrand e Jack Lang na eleição presidencial de 1988.

Últimas aparições

Aos 85 anos, em julho de 1998, canta no festival de Nyon, na Suíça, para uma plateia de 20 mil pessoas que faz coro (por conhecer de cór) para seu repertório legendário.

Depois, na Sala Pleyel, em Paris, o público emocionado também aplaude com emoção o ídolo que se movimenta com muita dificuldade, mas canta com o mesmo entusiasmo dos vinte anos.

Em abril de 2000, o cantor sofre um acidente cardiovascular, se restabelece e comparece à inauguração do pequeno museu instalado na casa natal, em Narbona. Situado na Avenida Charles Trenet 13, objetos, partituras e fotos de seu percurso artístico levam o visitante a conhecer sua vida familiar, evocando em particular a figura da mãe, Marie Louise, que ali viveu muito tempo.

O poeta voou

Charles Trenet desejava morrer como um poeta: "Eu quero ir voando", dizia, ao falar da morte. E assim foi: voou em paz, durante o sono, na madrugada do domingo 19 de fevereiro de 2001.[4] Ao saber da morte, o presidente da França, Jacques Chirac, declarou: "Trenet era símbolo de uma França sorridente e criativa, figura muito próxima de cada um de nós".

Músicas

Algumas das canções mais conhecidas de Charles Trenet incluem:[5]

  • 1933: "L'école buissonnière" (música co-escrita com Johnny Hess)[6]
  • 1936: "Vous oubliez votre cheval"[7]
  • 1937: "Je chante"[8]
  • 1937: "Fleur bleue"[9]
  • 1937: "J'ai ta main"[10]
  • 1937: "Vous qui passez sans me voir" (música co-escrita com Johnny Hess)[11]
  • 1937: "Y a d'la joie"[12]
  • 1938: "Boum!"[13]
  • 1938: "J'ai connu de vous"[14]
  • 1938: "Ménilmontant"[15]
  • 1938: "La polka du roi"
  • 1939: "Il pleut dans ma chambre"
  • 1939: "Mam'zelle Clio"
  • 1941: "Swing troubadour"
  • 1941: "Un rien me fait chanter" (música co-escrita com Léo Chauliac)
  • 1942: "Que reste-t-il de nos amours?" (Música co-escrita com Léo Chauliac)
  • 1943: "Douce France" (Música co-escrita com Léo Chauliac)
  • 1945: "La folle complainte"
  • 1945: "La mer"[16]
  • 1947: "Revoir Paris"
  • 1948: "France-Dimanche"
  • 1948: "Grand-maman, c'est New York"
  • 1949: "Mes jeunes années"
  • 1951: "L'ame des poetes"
  • 1951: "Le serpent python"
  • 1954: "Coin de rue"
  • 1955: "La java du diable"
  • 1955: "Moi j'aime le music-hall"
  • 1955: "Route Nationale 7"
  • 1957: "Le jardin extraordinaire"
  • 1961: "Kangourou"
  • 1963: "La famille musicienne"
  • 1969: "Il y avait des arbres"
  • 1970: "Au bal de la nuit"
  • 1970: "L'oiseau des vacances"
  • 1970: "Le revenant"
  • 1971: "Fidele"

Obras

  • Dodo Manières, Albin Michel, 1940.
  • Préface Le Paroissien. Roman picaresque écrit et illustré par Gabriel Arnaud, La Nouvelle ed., 1946.
  • La Bonne Planète, Brunier, 1949.
  • Un noir éblouissant, Bernard Grasset, 1965 (reedição Lattès, 1989).
  • Une noix, Hachette, 1974. Ilustrado por Michel Guiré-Vaka.
  • Qu'y a-t-il à l'intérieur d'une noix?, Hachette, 1974. Ilustrado por Michel Guiré-Vaka.
  • Mes jeunes années racontées par ma mère et par moi, Robert Laffont, 1978 (reedição 1992).
  • La Route enchantée, Le Temps singulier, 1981. Apresentação de Serge Gainsbourg.
  • Pierre, Juliette et l'automate, Robert Laffont, 1983 (reedição 1999).
  • Œuvres d'éternelle jeunesse : Dodo Manières et La Bonne Planète, Michel Lafon, 1988.
  • Boum, Chansons folles, Seuil, coll. « Point Virgule », 1988.
  • Le Jardin extraordinaire, les chansons de toute une vie, Le Livre de Poche, 1992.
  • Tombé du ciel, l'intégrale, Plon, 1993.
  • Madame la pluie, Limaille, 1993.
  • Bulles enchantées, DS, 1993.Ilustrado por Filipandré.

Filmes

  • 1938: Je chante de Christian Stengel: Charles
  • 1938: La Route enchantée de Pierre Caron: Jacques Minervois
  • 1941: Romance de Paris de Jean Boyer: Georges Gauthier
  • 1942: Frédérica de Jean Boyer: Gilbert Legrant
  • 1943 Adieu Léonard de Pierre Prévert: Ludovic Malvoisin
  • 1943: La Cavalcade des heures d'Yvan Noé: Charles
  • 1951: Bouquet de joie de Maurice Cam: ele mesmo
  • 1952: Giovinezza de Giorgio Pàstina: Cantante
  • 1953: Boum sur Paris de Maurice de Canonge: ele mesmo
  • 1953: Les Chansons ont leur destin (curta-metragem) de Jean Masson
  • 1954: An jedem Finger zehn d'Erik Ode
  • 1957: Printemps à Paris de Jean-Claude Roy: lui-même (ele mesmo (+ letra da música de Francis Lopez)
  • 1957: C'est arrivé à 36 chandelles de Henri Diamant-Berger: lui-même
  • 1965: L'Or du duc de Jacques Baratier: música de Charles Trenet
  • 1988: Un été à Paris de René Gilson (música e canções)

Documentários

  • 1994: Trenet d'aujourd'hui, d'hier et de toujours, filme documentário realizado por Claude-Jean Philippe, documentos de arquivo, I.N.A. Entreprise/TF1/Arte
  • 2021: Charles Trenet, l'enchanteur, France 3




Fotos







Faixas mais ouvidas

Em Setembro de 1977, o single de Linda Ronstadt "Blue Bayou" estreou na Billboard Hot 100 dos EUA na #84 (10 de setembro)


Em Setembro de 1977, o single de Linda Ronstadt "Blue Bayou" estreou na Billboard Hot 100 dos EUA na #84 (10 de setembro)
A versão de Linda Ronstadt do hit do início dos anos 60 de Roy Orbison foi um sucesso mundial, indo até ao #1 no México, #2 no Canadá, #3 nos EUA, Austrália e Nova Zelândia e #35 no Reino Unido.
Don Henley dos Eagles cantou apoio na gravação...



Em Setemgro de 1977, o LP auto-intitulado de Ram Jam estreou na Billboard 200 Albums Chart dos EUA na #146 (10 de setembro)


Em Setemgro de 1977, o LP auto-intitulado de Ram Jam estreou na Billboard 200 Albums Chart dos EUA na #146 (10 de setembro)
Primeiro no álbum de estreia do Ram Jam é a faixa clássica de rock "Black Betty", que foi uma canção Top 10 em muitos países ao redor do mundo, incluindo Reino Unido, Austrália, Holanda, Irlanda, Nova Zelândia e Bélgica.
A banda foi chamada de "American Ram Jam" para o mercado do Reino Unido para evitar confusão com uma banda britânica com o mesmo nome.
O álbum foi para #4 na Holanda, #7 no Reino Unido, #16 na Austrália, #33 no Canadá e #34 nos EUA.
Tudo começou quando o guitarrista e cantor Bill Bartlett deixou o Lemon Pipers para formar um grupo chamado Starstruck.
Enquanto estava em Starstruck, Bartlett pegou o longo de 59 segundos de Lead Belly, "Black Betty" e arranjou, gravou e lançou-o pela própria gravadora TruckStar do grupo.
"Black Betty" tornou-se um sucesso regional, depois foi escolhido por produtores em Nova Iorque que formaram um grupo em torno de Bartlett chamado Ram Jam.
Eles relançaram a música, e ela se tornou um sucesso nacional.
A "gravação" do Ram Jam foi na verdade a mesma gravada originalmente por Starstruck (embora significativamente editada para reorganizar a estrutura da música).
O resto das faixas do álbum foram tocadas pela formação do Ram Jam.



Em Setembro de 1966, o LP dos Beatles "Revolver" alcançou o #1 lugar na Billboard 200 Albums Chart dos EUA (10 de setembro)


Em Setembro de 1966, o LP dos Beatles "Revolver" alcançou o #1 lugar na Billboard 200 Albums Chart dos EUA (10 de setembro)
Através de suas faixas individuais, Revolver cobre uma ampla gama de estilos, incluindo acid rock, música de câmara, R&B, raga rock, musique concerte, bem como rock contemporâneo padrão e pop.
O sétimo álbum de estúdio dos Beatles também atingiu o primeiro lugar no Reino Unido, Austrália e Suécia.
Em 1999, Revolver foi introduzido no Grammy Hall of Fame, um prêmio concedido pela American Recording Academy "para honrar gravações de significado qualitativo ou histórico duradouro que tenham pelo menos 25 anos de idade".
Em setembro de 2020, a Rolling Stone classificou Revolver em #11 na sua nova lista dos "500 melhores álbuns de todos os tempos"...


 

Em Setembro de 1988, o single "Sweet Child o' Mine" dos Guns N' Roses foi para o #1 na Billboard Hot 100 dos EUA (10 de setembro)


Em Setembro de 1988, o single "Sweet Child o' Mine" dos Guns N' Roses foi para o #1 na Billboard Hot 100 dos EUA (10 de setembro)
Uma das introduções de rock mais reconhecíveis de todos os tempos...
A música do seu álbum de estreia "Appetite for Destruction" era para ser o único #1 dos EUA; também alcançando a #4 na Irlanda, #5 na Nova Zelândia, #6 no Reino Unido, #7 no Canadá e #11 na Austrália.
Em 2015, a página web do canal de música australiano MAX publicou um artigo do escritor musical Nathan Jolly que observou semelhanças entre "Sweet Child o' Mine" e a canção "Unpublished Critics" da banda australiana Australian Crawl, de 1981.
O baixista do Guns N' Roses, McKagan, disse que achou as semelhanças entre as canções "deslumbrantes", mas disse que não tinha ouvido anteriormente "Unpublished Critics. "
"Sweet Child o' Mine" ficou em #37 na lista dos "100 Maiores Solos de Guitarra" da Guitar World, e em #198 nas 500 Melhores Músicas de Todos os Tempos da Rolling Stone.
Foi também nas 40 Melhores Canções da Rolling Stone que Mudaram o Mundo, e ficou em #210 na lista de Canções do Século da Recording Industry Association of America (RIAA).
O guitarrista Slash disse em 1990, "[A música] se transformou em um grande sucesso e agora me deixa doente. Quero dizer, eu gosto, mas odeio o que representa. "



Em Setembro de 1975, o Kiss lançou o LP “Alive! ” (10 de setembro)


Em Setembro de 1975, o Kiss lançou o LP “Alive! ” (10 de setembro)
O primeiro álbum ao vivo da banda épica contém versões ao vivo de faixas selecionadas dos seus três primeiros álbuns de estúdio, "Kiss", "Hotter Than Hell" e "Dressed to Kill".
Foi gravado em concertos em Detroit, Michigan; Cleveland, Ohio; Wildwood, Nova Jersey; e Davenport, Iowa, em 16 de maio, 21 de junho, 20 e 23 de julho de 1975.
De acordo com Gene Simmons, o título do álbum foi uma homenagem ao álbum ao vivo de 1972 “Slade Alive! ” do grupo de rock inglês Slade, uma banda que influenciou fortemente o Kiss.
O LP duplo fortemente overdublado foi um avanço comercial para a banda, depois de ter sido um pouco descarregado com as vendas dos seus três primeiros LPs de estúdio.
O guitarrista Paul Stanley atribuiu as baixas vendas de LP de estúdio ao som fraco do Kiss quando estavam no estúdio contra quando estavam em concerto.
De acordo com Stanley:
"Nunca pensei que nenhum dos nossos três primeiros álbuns captasse a intensidade do que a banda estava a tentar ou era.
E era um problema porque as pessoas vinham nos ver e muitas delas não estavam comprando nossos álbuns. "
"Vivo! foi o primeiro álbum que comprei", disse ao guitarrista do Soundgarden Kim Thayil ao Guitar World em 1992. "E eu não estava sozinho: pode-se ouvir a influência deles em todo o metal e punk. "
Scott Ian e Charlie Benante do Anthrax também eram fãs imediatos do álbum e "adorei todas as músicas desse álbum. "
Ele alcançou a #3 no Canadá, #9 nos EUA, #18 na Austrália, #22 na Suécia, #31 na Noruega e #49 no Reino Unido.
O álbum permaneceu na Billboard 200 Albums Chart dos EUA por 110 semanas...
Em 2020, “Vivo! ” foi classificado #305 na lista dos 500 melhores álbuns de todos os tempos da revista Rolling Stone.
Em 2006, foi colocado em #26 na lista dos 100 melhores álbuns de guitarra de todos os tempos da revista Guitar World.
Em 2009, a mesma revista colocou-a em #3 na sua lista dos 10 melhores álbuns ao vivo.


Neste dia, em 1978, o single Clout "Substitute" estreou nas paradas australianas em #90 (11 de setembro)


Neste dia, em 1978, o single Clout "Substitute" estreou nas paradas australianas em #90 (11 de setembro)
O primeiro e maior sucesso do grupo de rock sul-africano feminino foi um novo arranjo de uma música dos Righteous Brothers, composta por Willie Wilson.
A canção alcançou o #1 na África do Sul, Nova Zelândia, Alemanha, França, Holanda, Suécia, Áustria, Dinamarca e Bélgica.
Ele também alcançou o #2 no UK Singles Chart e permaneceu nas paradas do Reino Unido por 15 semanas, mas só alcançou o #67 nos EUA...



THE MOODY BLUES ● To Our Children's Children's Children ● 1969 ● Reino Unido [Eclectic Prog/Symphonic Prog]

 



Descrevendo esse álbum podemos compreender o tema de viagens espaciais e a comemoração aos esforços do final dos anos 60 de colocar o primeiro homem na lua. "Para os filhos de nossos filhos" é mais álbum maravilhoso do MOODY BLUES, que oferece sua abordagem patenteada de álbum conceitual, com uma maravilhosa orquestração completa e música sinfônica provocadora de pensamento por toda parte. Foi nesse momento que a banda se afastou da gravadora Decca e a substituiu por sua gravadora recém-lançada Threshold Music

Este álbum realmente funciona em um nível conceitual, onde é aberta uma lágrima no espaço e no tempo para revelar os mistérios do universo. Essa é uma interpretação solta, mas as placas estão lá. Um enxame orquestral agourento (talvez simbólico do Big Bang) é dissipado, e os MOODIES atraem seu público a um plano de consciência adequado em "Higher and Higher". Advertido ao ver com os "Eyes of a Child", tratados de um Pen-Aama do mundo mágico abaixo em "Floating". Depois de um curto interlúdio acústico: "I Never Thought I'd Live to Be a Hundred", o instrumental "Beyond" serve como uma viagem de trem interestelar além de várias paradas, chegando a "Out and in", onde desbloqueamos a chave para o universal "Oz" dentro de todos nós. Em "Gypsy", somos o "cigano", viajando pela Eternity Road "em busca das respostas da vida, atraídas pela vela da vida ", onde tudo é revelado. Lembrando que em "Sun Is Still Shining", o "sol ainda está brilhando" de volta à terra, voltamos ao nosso Kansas individual. "Watching and Waiting" (que serviu como single), resume as lições aprendidas: este mundo foi feito para nós, sua magia e perfeição esperando para serem descobertas. As músicas em "To Our Children's Children's Children" são suaves e oníricas, o Mellotron e as guitarras acústicas flutuando como fios de fumaça de incenso. Acreditar que as seções individuais fazem parte de um todo maior, ajuda este álbum amorfo a tomar forma.

Este é um registro que busca desenvolver um relacionamento individual com o ouvinte, uma presunção que o atinge como Prog Rock. É maior que a soma de suas partes; uma imagem muito boa pintada com bons traços bons. Você não encontrará nenhuma faixa "clássica" em "To Our Children's Children's Children", mas não se deixe enganar: isso ainda é o clássico MOODY BLUES.

Tracks:
01. Higher and Higher (4:06)
02. Eyes of a Child (2:23)
03. Floating (3:03)
04. Eyes of a Child, Pt. 2 (1:21)
05. I Never Thought I'd Live to Be a Hundred (1:06)
06. Beyond (2:57)
07. Out and In (3:43)
08. Gypsy (3:34)
09. Eternity Road (4:18)
10. Candle of Life (4:18)
11. Sun Is Still Shining (3:37)
12. I Never Thought I'd Live to Be a Million (0:34)
13. Watching and Waiting (4:19)
Time: 39:19

Bonus tracks on 2008 Threshold remaster:
14. Gypsy (alternate version) (4:16)
15. Candle of Light (alternate version) (4:55)
16. Sun Is Still Shining (extended version) (4:03)
17. Have You Heard / The Voyage / Have You Heard (5:50) *
18. Legend of a Mind (4:33) *
BBC Radio One "David Symond's Show" concert recorded at the BBC Paris Theatre, London on December 17, 1969.

Musicians:
- Justin Hayward / acoustic & electric guitars, sitar, lead vocals (5,8,10,12,13)
- Michael Pinder / piano, Mellotron, Hammond, celesta, VCS3 synth, acoustic guitar, double bass, lead vocals (7,11), spoken voice (1)
- Ray Thomas / flute, bass flute, oboe, tambourine, lead vocals (3,9)
- John Lodge / bass, acoustic guitar, harp, lead vocals (2,4,10)
- Graeme Edge / drums, percussion




Destaque

Alceu Valença - Vivo! (1976)

  Estamos de volta com o melhor do rock brasileiro, e desta vez é a vez de Alceu Valença . Seu rock psicodélico , salpicado com ritmos do No...