segunda-feira, 14 de outubro de 2024

So Far Away (1985) – Dire Straits

 

So Far Away é a faixa de abertura do quinto álbum de estúdio da banda britânica de rock Dire Straits , Brothers in Arms . É um dos álbuns mais vendidos do mundo, tendo vendido mais de 30 milhões de cópias. So Far Away se tornou o quarto hit top 20 da banda, chegando ao número 19 nos EUA e 20 no Reino Unido. Knopfler fez uma versão em dueto com a cantora country-folk americana Emmylou Harris para seu álbum de 2006,  Real Live Roadrunning .

So Far Away é um número contido e suave que só melhorou para meus ouvidos ao longo dos anos. Eu amo o baixo nele. A música toca em temas de solidão e desejo, centrando-se no sentimento de estar física e emocionalmente distante de um ente querido. Essa sensação de isolamento é intensificada pelo trabalho de guitarra distinto de Knopfler, que, como muitas músicas do Dire Straits, é ao mesmo tempo comovente e intrincado. A música evita o sentimentalismo excessivo, mas ainda transmite a tristeza dolorosa da separação, tornando-a uma balada poderosa.

[Verse 1]
Here I am again in this mean old town
And you’re so far away from me
And where are you when the sun go down?
You’re so far away from me

[Chorus]
You’re so far away from me
You’re so far, I just can’t see
You’re so far away from me
You’re so far away from me, alright

[Verse 2]
I’m tired of being in love and being all alone
When you’re so far away from me
I’m tired of making out on the telephone
‘Cause you’re so far away from me

[Chorus]

[Verse 3]
And I get so tired when I have to explain
When you’re so far away from me
See, you’ve been in the sun, and I’ve been in the rain
And you’re so far away from me

Money For Nothing  foi um megahit daquele álbum e pode ter feito mais mal do que bem retrospectivamente, pois foi criticado por cheirar a mega dólares e shows esgotados em estádios. O próprio Knophler concluiu que "as velhas restrições da escola de rock e o cheiro inegavelmente atraente da fórmula vencedora parecem bloquear qualquer trabalho experimental e o que você acaba tendo é algo muito parecido com a mesma velha história". Ele disse isso logo após explorar diferentes direções criativas com seu trabalho em  Infidels, de Bob Dylan .

So long, Marianne (1967) – Leonard Cohen

 

Agora estamos chegando ao topo da safra de Cohen. Marianne e Leonard mantiveram contato até o fim, quase literalmente. Ele lhe enviou uma carta em seu leito de morte em 2016. “ Estou um pouco atrás de você, perto o suficiente para segurar sua mão. […] Nunca esqueci seu amor e sua beleza. Mas você sabe disso. […] Boa viagem, velho amigo. Vejo você na estrada. Amor e gratidão .” Ele morreu pouco mais de três meses depois, em 7 de novembro.

Mesmo que eles não estivessem juntos ao longo das décadas, eles sempre pareceram juntos em espírito, um time inatacável. Quero dizer, essa música é tão monumental, mesmo se você descartar o acima mencionado; isso é mais anos 60 do que Breakfast at Tiffanys e Puff the Magic Dragon . Essa música é isso. Essa é a música Zeitgeist dos anos 60 em toda a sua forma majestosa e enigmática, pelo menos para os meus sentidos, e não mencione o quão estupendamente bem ela é escrita.

A música foi inspirada por Marianne Jensen, nascida Marianne Ihlen, que Cohen conheceu na ilha grega de Hydra em 1960. Ela havia sido recentemente deixada pelo marido. Os dois se deram bem, e Cohen finalmente a levou de Hydra de volta para sua casa em Oslo, Noruega. Mais tarde, ele a convidou e seu filho para morar com ele em Montreal, uma oferta que ela aceitou. Os dois viveram juntos durante a década de 1960, viajando entre Nova York, Montreal e Hydra. Aqui está um trecho de um documentário recente sobre os dois quando a carreira de Leonard finalmente decolou.

A própria Marianne Ihlen disse que as palavras originais não eram “ So long, Marianne ”, mas “ Come on, Marianne ”, indicando que em uma versão inicial da música, não era para ser um adeus. Cohen dedicou seu terceiro volume de poesia,  Flowers for Hitler , a ela e ela inspirou diretamente muitas de suas outras canções e poemas. 

[Verse 1]
Come over to the window, my little darling
I’d like to try to read your palm
I used to think I was some kind of Gypsy boy
Before I let you take me home

[Chorus]
Now so long, Marianne, it’s time that we began
To laugh and cry and cry and laugh about it all again

[Verse 2]
Well you know that I love to live with you
But you make me forget so very much
I forget to pray for the angels
And then the angels forget to pray for us

[Verse 3]
We met when we were almost young
Deep in the green lilac park
You held on to me like I was a crucifix
As we went kneeling through the dark

[Verse 4]
Your letters they all say that you’re beside me now
Then why do I feel alone?
I’m standing on a ledge and your fine spider web
Is fastening my ankle to a stone

[Verse 5]
For now I need your hidden love
I’m cold as a new razor blade
You left when I told you I was curious
I never said that I was brave

[Verse 6]
Oh, you are really such a pretty one
I see you’ve gone and changed your name again
And just when I climbed this whole mountainside
To wash my eyelids in the rain

The Beatles - "A Hard 's Night" (1964)

 


"Pouca gente se dá conta, mas este disco é uma trilha sonora."


Bom, como vocês podem ter notado, sou uma pessoa que dá bastante valor ao lado pop das produções culturais (ou ao lodo cult das produções pop). Por isso escolhi este que é o terceiro disco dos Beatles, lançado em 1964 para conversar com vcs. O  ClyBlog  já fez belos reviews sobre os  ÁLBUNS FUNDAMENTAIS,  "Revolver" e "Sgt. Peppers" que abordam uma fase maravilhosa e experimental do Beatles (colocar os links nos nomes). Este é o “The Head on The Door” (The Cure), o “True Stories” (Talking Heads) ou o "Rocket to Russia" (Ramones) enfim um disco tão bom que tem cara de 'Best Of....'
Trilha sonora do filme homônimo, a "Hard Day´s Night" , este disco reflete bem o poder de composiçáo pop que os Beatles atingiram nesse disco, onde todas, repito, todas as músicas têm cara de Hit Single e todas tem menos de 3 minutos de duração. Começa com 3 músicas compostas por Lennon “A Hard Day´s Night” mais uma das músicas cartão de visitas (aquela que consegue resumir o que será o disco todo), “I Should Have Known Better” (conhecida e divulgada no Brasil através da versão do Renato e Seus Blue Caps chamada Menina Linda) e “If I Feel” uma pérola muito bem arranjada e cantada com muita suavidade, em um casamento perfeito de vozes entre Lennon e McCartney.
Em seguida vêm a primeira composição Lennon / McCartney que foi cantada pelo Harrison que é “I´m Happy Just to Dance With You”. “And I Love Her” é a primeira do McCartney a aparecer nesse disco e também teve uma versão na época da Jovem Guarda feita pelo Roberto Carlos chamada 'Eu Te Amo'.
Nas 2 músicas seguintes são 2 aulas de guitarra base. Uma composição do Lennon “Tell Me Why”, que tem uma guitarra base maravilhosa tocada por Lennon que se ouve bem pouco, mas que merece muito o esforço de tentar. “Can´t Buy Me Love”, clássico do McCartney presente até hoje em suas turnês e que tem a guitarra acompanhando a bateria e deixando o baixo livre para passear entre os instrumentos.
“Any Time at All” e “I´ll Cry Instead” esta última em um clima bem country são outras 2 músicas do Lennon. Músicas de transição que existem em todo bom álbum fundamental.
“Things We Said Today” é uma composição do McCartney com a característica bateria do Ringo, fazendo a base para acordes eventuais do Harrison. E entramos na reta final com as últimas 3 músicas, todas do Lennon “When I Get Home”, a clássica “You Can´t do That” que tem um detalhe de um metal tocado pelo McCartney que é a base ritmica da musica e termina este disco a maravilhosa “I´ll Be Back” onde Lennon mostra que pode fazer músicas tão suaves e ternas como o McCartney. Em resumo, de 13 músicas. 9 do Lennon, 1 Lennon / McCartney e 3 do McCartney e um clássico eterno. É seu Lennon, dessa vez tirei o chapéu para o Sr.
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FAIXAS:
1. "A Hard Day's Night" 2:34
2. "I Should Have Known Better" 2:43
3. "If I Fell" 2:19
4. "I'm Happy Just to Dance with You" 1:56
5. "And I Love Her" 2:30
6. "Tell Me Why" 2:09
7. "Can't Buy Me Love" 2:12
8. "Any Time at All" 2:11
9. "I'll Cry Instead" 1:46
10. "Things We Said Today" 2:35
11. "When I Get Home" 2:17
12. "You Can't Do That" 2:35
13. "I'll Be Back" 2:24




The Beatles - "The Beatles" ou "White Album" (1968)

 

"Todo clichê tem uma razão e o motivo pelo qual este disco é citado em 11 de 10 listas é pelo simples fato de ser genial.
Ele tem lugar quase sagrado no meu coração, inclusive fico períodos longos sem escutá-lo para sempre ter a mesma reação a cada música, um arrepio que começa na base da coluna e vai até o topo da cabeça.
Essa sensação não muda desde o meu primeiro contato com ele, aos 13 anos."
Titi Müller, 
atriz, apresentadora e ex-VJ da MTV




Branco.
O branco pode ser o nada, o vazio. Uma folha de papel sem desenho, sem palavras, sem ideias, um lapso de pensamento, uma breve falha de memória, um cegueira por excesso de luz ou mesmo a ausência total de cor. Por outro lado, é a soma de todas as cores. Todo o espectro, girando tão rapidamente, que o olho humano sequer é capaz de distinguir todas as variações cromáticas para apenas enxergar... o branco.
Branco...
Uma capa totalmente branca apenas com um nome gravado em relevo.
A aparente simplicidade por trás de uma capa totalmente branca guarda, na verdade, a complexidade de uma das obras mais sofisticadas da história da humanidade. Talvez seja exatamente essa impressão errônea do nada que, no fundo, contém tudo. Uma obra tão cheia de variedades, elementos, possibilidades, cores, que os olhos da percepção humana mal sejam capazes de assimilar tudo, de ordenar todas as informações. "The Beatles", de 1968, mais conhecido como "White Album" traz tantos elementos que muitas vezes é impossível classificar se aquele quarteto genial fizera um rock, um jazz, um blues, um foxtrote, uma suíte clássica, um folk, ou tudo isso junto numa mesma peça musical.
"White Album" tem trinta faixas e seria cansativo falar de todas, desta forma destaco aqui aquelas que na minha opinião não podem deixar de ser mencionadas, pelas razões e méritos mais diversos, embora fãs mais fervorosos e conhecedores mais eruditos possam contestar minha seleção. "Back in the U.S.S.R." que abre o disco é um rock no estilo do velho yeah, yeah, yeah mas que, claramente, com toda a bagagem adquirida de uma banda mais madura, segura e ousada, está alguns passos à frente da sonoridade da banda lá dos primórdios; "While My Guitar Gently Weaps" é uma das mais belas canções do grupo e um dos melhores trabalhos coletivos do quarteto, com o acréscimo, ainda, de Eric Clapton que dá a canja do lindíssimo solo de guitarra, um dos mais marcantes da história do rock; "Blackbird" é solar, iluminada, à primeira vista uma canção aparentemente simples, mas que apreciada com a devida atenção, revela-se um peça musical da mais alta sofisticação; o blues choroso de "Revolution 1" que eu costumava ouvir numa vinheta da Rádio Ipanema em Porto Alegre e sempre tinha a curiosidade de saber o que era aquilo; e  "Dear Prudence", linda, doce, suave, que conheci com a Siouxsie e seus Banshees e, devo admitir, nesse caso, que divido a preferência com a original. A propósito, outra que conheci com a Rainhas das Trevas do gótico, mas que, aí sim, prefiro disparado a original, é "Helter Skleter", por sinal, um das minhas preferidas do álbum e da banda, exatamente por toda a sujeira, barulheira, fúria, características pouco comuns na obra dos Beatles.
Os quatro, no estúdio, durante as
gravações do álbum, em 1968

Mas tem o rock empolgante de "Glass Onion", com todas as autorreferências; tem as "mutações" constantes de Rocky Racoon"; tem os vocais intensos de John em "I'm So Tired"; tem também o blues envenenado "Yer Blues"; a energia e o psicodelismo de "Everybody's Got Something to Hide..."; a belíssima melodia vocal de "Sexy Sadie"; a loucura psicodélica de "Revolution 9"... Ah, tudo!!!
Se "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band" havia, praticamente criado o conceito de álbum, o "Álbum Branco", mesmo em meio a um ambiente convulsionado de uma banda em processo de fragmentação interna, levava a ideia a um nível superior. O que, pensando bem, de certa forma, possa ter colaborado para um álbum tão genial, diversificado e com um conjunto tão contraditoriamente "harmonioso". Cada membro, tão independente e autossuficiente, estava, naquele momento, maduro, seguro e plenamente apto a produzir algo tão grandioso individualmente, que o material, colocado dentro da obra do grupo, praticamente complementava o dos demais criando um produto final incrível e inigualável.
Branco também pode simbolizar pureza e tal como fazem as crianças, de maneira belíssima, a pureza permite a alguém ser o que quer ser, falar o que quer falar sem se preocupar com nada. Simplesmente ser verdadeiro.
Segundo o artista, criador da arte, Richard Hamilton, a ausência total de qualquer cor era proposta em contraste ao excesso de informação da capa do disco anterior,  "Sgt. Pepper's...". Sim, entendo... Mas, aprofundando um pouco o pensamento a esse respeito, talvez o branco do álbum signifique algo mais, Talvez signifique exatamente o momento em que cada um tenha sido totalmente puro, totalmente verdadeiro consigo mesmo, o que, assim como a verdade das crianças, sempre resulta em beleza.
E nós, que não temos nada a ver com as diferenças que eles tinham, ganhamos, aquele que tenha sido, possivelmente, o momento mais brilhante daqueles quatro caras.
Brilhante...
Sim, tão alvo, tão claro que chega a ser... brilhante.
Branco.

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FAIXAS:
(no formato LP)

Lado 1

1. "Back in the U.S.S.R." (voz de Paul McCartney) 2:43
2. "Dear Prudence" (voz de John Lennon) 3:53
3. "Glass Onion" (voz de Lennon) 2:17
4. "Ob-La-Di, Ob-La-Da" (voz de McCartney) 3:08
5. "Wild Honey Pie" (voz de McCartney) 0:52
6. "The Continuing Story of Bungalow Bill" (voz de Lennon) 3:14
7. "While My Guitar Gently Weeps" (composição e voz de George Harrison) 4:45
8. "Happiness Is a Warm Gun" (voz de Lennon) 2:43

Lado 2
9. "Martha My Dear" (voz de McCartney) 2:28
10. "I'm So Tired" (voz de Lennon) 2:03
11. "Blackbird" (voz de McCartney) 2:18
12. "Piggies" (composição e voz de Harrison) 2:04
13. "Rocky Raccoon" (voz de McCartney) 3:33
14. "Don't Pass Me By" (composição e voz de Ringo Starr) 3:51
15. "Why Don't We Do It in the Road?" (voz de McCartney) 1:41
16. "I Will" (voz de McCartney) 1:46
17. "Julia" (voz de Lennon) 2:54

Lado 3
18. "Birthday" (vozes de McCartney e Lennon) 2:48
19. "Yer Blues" (voz de Lennon) 4:04
20. "Mother Nature's Son" (voz de McCartney) 2:48
21. "Everybody's Got Something to Hide Except Me and My Monkey" (voz de Lennon) 2:24
22. "Sexy Sadie" (voz de Lennon) 3:15
23. "Helter Skelter" (voz de McCartney) 4:29
24. "Long, Long, Long" (composição e voz de Harrison) 3:04

Lado 4

25. "Revolution 1" (voz de Lennon) 4:15
26. "Honey Pie" (voz de McCartney) 2:41
27. "Savoy Truffle" (composição e voz de Harrison) 2:54
28. "Cry Baby Cry" (vozes de Lennon e McCartney) 3:02
29. "Revolution 9" (vocalizações de Lennon, Harrison, George Martin e Yoko Ono) 8:22
30. "Good Night" (composição de Lennon e voz de Starr) 3:11




BLUES ETÍLICOS – SAN-HO-ZAY (1990)

 

 R.I.P. Greg Wilson, vocalista e guitarrista da banda Blues Etílicos. O músico faleceu no último sábado, aos 60 anos, em decorrência de um câncer no reto que se espalhou por pulmão e fígado. Greg era norte-americano do Mississippi, berço do blues, mas radicado no Brasil e naturalizado brasileiro. Uma perda irreparável para o blues nacional. 🎸 Agora é hora de rodar os discos da banda carioca aqui no antro-bolha. Depois de ‘Água Mineral’ – que foi o primeiro disco do grupo que descolei, logo quando saiu, em 1989 – vou escutar agora o sucessor, ‘San-Ho-Zay’, também lançado pelo selo Eldorado, em 1990. Um clássico que se tornou o álbum mais vendido de uma banda de blues brasileira em todos os tempos. 🎸 Nas instrumentações Greg Wilson (vocal, guitarra, violão e trompete), Flávio Guimarães (harmônica), Otávio Rocha (guitarra, slide e violão), Cláudio Bedran (baixo) e Gil Eduardo (bateria). A faixa-título, “What’s On Your Mind”, “Juker”, “My Babe She’s Gonna Leave Me”, “Boogie Pro Lao” e “Walking the Streets” são só algumas blueseiras gravadas neste play. Na agulha! Valeu Mr. Greg!



MARLENA SHAW – IT IS LOVE (RECORDED LIVE AT VINE ST.) (1987)

 

 Estou devendo uma postagem em memória da cantora americana Marlena Shaw, lenda do jazz, do soul e do R&B que, em 19 de janeiro, partiu para outro plano espiritual, aos 81 anos. 🎤 Marlena começou sua carreira na década de 1960 se apresentando em clubes de jazz de Nova York. Gravou seus dois primeiros álbuns ‘Out of Different Bags’ (1968) e ‘The Spice of Life’ (1969) pela Cadet Records, subsidiária da Chess. No começo dos anos 1970, alcançou a glória com os hits “Woman of the Ghetto” e “California Soul”, canções que depois foram altamente sampleadas por artistas diversos. 🎤 Em 1972, foi contratada pela Blue Note Records e tornou-se a principal artista feminina da lendária gravadora de jazz. Em mais de cinco décadas de carreira, a diva lançou 17 discos por selos variados. Vou começar as homenagens vinílicas com o ultimo álbum dela que descolei, ‘It Is Love (Recorded Live At Vine St.)’, lançado em 1987 pela Verve Records. 🎤 Além dos belos álbuns, fica na minha lembrança o show maravilhoso que Marlena realizou no Sesc Pompeia, em agosto de 2015, acompanhada do grupo Bixiga 70. Um dos melhores shows que eu vi naquele ano. Demais! Vou procurar o ingresso e logo mais posto no Stories. Na agulha! In memoriam de Marlena Shaw.



Destaque

Dio - Dream Evil (1987)

  Na segunda e última metade da década de 1980 as bandas de heavy metal pareciam perder as forças fazendo várias mudanças que nem sempre agr...