sexta-feira, 7 de novembro de 2025

THE STOOGES - FUN HOUSE (1970)

 


Fun House é o segundo álbum de estúdios da banda norte-americana The Stooges. As gravações ocorreram entre 11 e 25 de maio daquele mesmo ano, no Elektra Sound Recorders, em Los Angeles, Estados Unidos. A produção ficou a cargo de Don Gallucci e o selo foi o Elektra.


Antecedentes


Iggy Pop (nascido James Newell Osterberg) tocou bateria em várias bandas da área de Ann Arbor, no Michigan, quando adolescente, incluindo a banda The Iguanas e, mais tarde, The Prime Movers. The Prime Movers apelidaram Osterberg de "Iggy" em referência à sua banda anterior.

Osterberg se inspirou pela primeira vez para formar o Stooges depois de conhecer o baterista de blues Sam Lay durante uma visita a Chicago. Ao retornar a Detroit, Osterberg procurou criar uma nova forma de blues que não derivasse de precedentes históricos, com influência das bandas de rock de garagem como The Sonics e The Kinks.

Ron Asheton (guitarra), Scott Asheton (bateria) e Dave Alexander (baixo) formaram o resto da banda, com Osterberg como vocalista principal. Osterberg se interessou por Ron Asheton depois de vê-lo tocar em uma banda cover chamada Chosen Few.

Os três apelidaram Osterberg de "Pop" em homenagem a um personagem local com quem ele se parecia. Pouco depois de assistir a um show do MC5 em Ann Arbor, Osterberg começou a usar o nome artístico Iggy Pop, o qual usa desde então.

Embora os Stooges tenham se formado, Iggy Pop atribui duas influências motivadoras principais para levar a banda adiante. A primeira foi ver os Doors se apresentarem em um baile de boas-vindas da Universidade de Michigan. A segunda foi ver uma banda de rock feminina de Princeton, Nova Jersey, chamada Untouchable se apresentar.


A estreia da banda em 1967 foi em sua casa na State Street na noite de Halloween, seguida por seu próximo show em janeiro de 1968. Durante este período inicial, os Stooges foram originalmente chamados de "Psychedelic Stooges" no Grande Ballroom em Detroit, Michigan, e outros locais, onde tocaram com a banda MC5 e outros.


Em uma de suas primeiras apresentações no Grande Ballroom, o braço da guitarra de Asheton se separou do corpo, forçando a banda a parar de tocar durante a música de abertura, "I Wanna Be Your Dog". O primeiro grande show comercial dos Psychedelic Stooges foi em 3 de março de 1968, no Grande Ballroom em Detroit, abrindo para a Blood, Sweat & Tears. De acordo com John Sinclair, que reservou o show, os Psychedelic Stooges foram substitutos do MC5, que tinha uma reputação formidável em Detroit que fez com que Blood, Sweat & Tears relutasse em segui-los.


Os Stooges logo ganharam reputação por suas performances ao vivo selvagens e primitivas. Pop, especialmente, ficou conhecido por seu comportamento ultrajante no palco: untando o peito nu com carne de hambúrguer e manteiga de amendoim, cortando-se com cacos de vidro e exibindo sua genitália para o público. Às vezes, Pop é creditado com a invenção ou popularização do mergulho do palco.


Ron Asheton

Em 1968, a Elektra Records enviou o DJ/publicitário Danny Fields para conhecer o MC5, resultando em contratos tanto para aquela banda quanto para os Stooges. Em 1969, a banda lançou seu álbum de estreia autointitulado; as vendas foram baixas e não foi bem recebido pela crítica da época.


O disco


O chefe da Elektra, Jac Holzman, acreditava que o MC5, outra banda de Michigan, tinha mais potencial de sucesso do que os Stooges. Holzman pediu ao ex-tecladista do Kingsmen, Don Gallucci, para produzir o segundo álbum dos Stooges.


Depois de ver o grupo ao vivo, Gallucci disse a Holzman que os Stooges eram um "grupo interessante, mas não acho que você consiga gravar esse sentimento". Holzman disse que isso não importava porque ele já havia reservado um horário de gravação em Los Angeles. O álbum foi gravado na Elektra Sound Recorders em Los Angeles, Califórnia, de 11 a 25 de maio de 1970.


Para alcançarem sua visão, os Stooges e Gallucci despojaram todo o estúdio de seu equipamento habitual para emular suas apresentações ao vivo o mais fielmente possível. Segundo Gallucci, eles montaram a banda da mesma forma que normalmente tocam em um show. Por exemplo, Pop estava cantando através de um microfone de mão e os amplificadores de guitarra e baixo foram colocados lado a lado. Os resultados foram muito brutos quando comparados com muitos registros contemporâneos; por exemplo, sem os defletores de isolamento normais, as vibrações do amplificador de baixo causam um barulho audível da caixa em várias músicas.


Scott Asheton

Stooges pretendia que "Loose" fosse a primeira faixa do álbum; a Elektra, no entanto, sentiu que "Down on the Street" seria a abertura mais forte.


DOWN ON THE STREET


Contando com um riff simples e contagiante, “Down on the Street” foi o single lançada para promoção do disco, mas não repercutiu nas paradas desta natureza.


A letra fala sobre alguém apaixonado:


Yea, deep in the night I'm lost in love

Yea, deep in the night I'm lost in love

Thousand lights look at you

Thousand lights look at you



LOOSE


Loose” traz peso e sentido de urgência, sendo bem interessante.


A letra tem conotação sexual:


I'll stick it deep inside

I'll stick it deep inside

Cause I'm loose


T.V. EYE


T.V. Eye traz a sonoridade de sua antecessora, mas com um toque mais malemolente da bateria.


A letra fala sobre sexo novamente:


She got a TV eye on me

She got a TV eye

She got a TV eye on me, oh


DIRT


Dirt” coloca o pé no freio, mas possui um tom dramático muito interessante e atuação angustiante de Iggy traz mais tensão para a faixa.


Mais uma letra sensual:


Ooh, I been dirt

And I don't care

Ooh, I been dirt

And I don't care

'Cause I'm burning inside

I'm just a yearning inside

And I'm the fire o' life


Dave Alexander

1970


Com uma musicalidade interessante, solos rasgantes e vocais impressionantes de Iggy, “1970” é bem agressiva.


Aletra fala sobre agitação:


Baby oh baby, burn my heart

Baby oh baby, burn my heart

Fall apart baby, fall apart

Baby oh baby,


FUN HOUSE


Com quase 8 minutos, sendo a maior canção do disco, a faixa-título é caótica e fascinante, em uma mistura de influências sonoras.


A letra é divertida:


I came to play.

I came to play.

I came to play... baby


L.A. BLUES


A última canção do disco é uma verdadeira maluquice, misturando um absoluto caos sonoro a gritos insanos, totalmente fora de qualquer padrão.


Considerações Finais


Fun House não repercutiu em termos das principais paradas de sucesso de discos e foi lançado contando com a adição do saxofonista Steve Mackay.


O disco também foi mal recebido pela crítica e pelo público em geral. Alexander foi demitido em agosto de 1970 depois de chegar ao Goose Lake International Music Festival bêbado demais para tocar. Ele foi substituído por uma sucessão de novos baixistas, incluindo o ex-roadie Zeke Zettner e James Recca.


Nessa época, a banda expandiu sua formação adicionando um segundo guitarrista, o roadie Bill Cheatham, que acabou sendo substituído por James Williamson, um amigo de infância dos Ashetons e Alexander.


A essa altura, o grupo, com a notável exceção de Ron Asheton, havia se tornado usuários sérios de heroína. A droga foi apresentada à banda pelo novo empresário John Adams. Suas performances tornaram-se ainda mais imprevisíveis, e Pop muitas vezes tinha problemas para se levantar no palco devido ao extremo uso de drogas. A Elektra logo eliminou os Stooges de seu plantel, e a banda teve um hiato por vários meses. A formação final foi Pop, os irmãos Asheton, Recca e Williamson.


A primeira separação dos Stooges foi anunciada formalmente em 9 de julho de 1971.


Se a crítica, da época, foi negativa, contemporaneamente Fun House se tornou um clássico “cult” e um disco reconhecidamente influente. Músicos como Joey Ramone, Mark E. Smith, Jack White, Nick Cave, Michael Gira, Buzz Osborne, Aaron North, Henry Rollins e Steve Albini estão entre os artistas que citaram Fun House como álbum favorito.


Em 2003, a Rolling Stone classificou Fun House em 191º lugar em sua lista dos 500 melhores álbuns de todos os tempos, mantendo a classificação em uma revisão de 2012 e subindo para o número 94 na reinicialização da lista em 2020.


Resta dizer que em 1973, seria lançado Raw Power, o terceiro álbum de estúdios do The Stooges.



Formação:

Iggy Pop – Vocal

Ron Asheton – Guitarra

Dave Alexander – Baixo

Scott Asheton – Bateria

Steve Mackay – Saxofone


Faixas:

1. Down on the Street - 3:42

2. Loose - 3:34

3. T.V. Eye - 4:16

4. Dirt - 7:00

5. 1970 - 5:14

6. Fun House - 7:45

7. L.A. Blues - 4:52

(Todas as canções compostas por todos os membros do grupo).


Letras:

Para o acesso às letras, indica-se: https://www.letras.mus.br/the-stooges/


Opinião do Blog:

A banda The Stooges foi o primeiro passo na formação do mito musical em torno de Iggy Pop, mas isto é muito pouco para se compreender a extensão do poder de Fun House.


Para além de todos os músicos consagrados que citam este disco como uma de suas principais influências, Fun House é um dos álbuns seminais que auxiliaram na formação do Punk Rock que estouraria anos depois.


Especialmente porque a produção de Don Galucci conseguiu captar algo que transcendia elementos mais formais: a energia, a ferocidade e a expressividade caótica que eram as marcas das apresentações do grupo The Stooges estão ao menos mimetizados em Fun House.


Claro que a atuação vocal de Iggy Pop é simplesmente alucinante, mas o rugido simples e eficiente das guitarras de Ron Asheton e o peso impressivo da seção rítmica são essenciais para a proposta sonora de Fun House.


A insanidade de “LA Blues” é um grande destaque do disco, bem como a força de sua faixa de abertura, “Down on the Street”. “Loose” tem a energia do Punk seminal.


Entretanto, escolhemos a ferocidade transgressora de “1970” e o caos absoluto de “Fun House” como nossas prediletas.


Enfim, se não foi um sucesso comercial – bem longe disso – o reconhecimento tardio à importância e à influência de Fun House são mais que justos, são merecidos. Este é um dos melhores e mais importantes álbuns da história do Rock.


15 anos do álbum ‘Casa Ocupada’, dos Linda Martini, lançado a 1 de novembro de 2010

15 anos do álbum ‘Casa Ocupada’, dos Linda Martini, lançado a 1 de novembro de 2010
15 anos, a 1 de novembro de 2010, os Linda Martini lançavam ‘Casa Ocupada’, o seu segundo álbum de estúdio. Entre ‘Olhos de Mongol’ (2006) — o primeiro disco — e este, o grupo editara ainda os EPs ‘Marsupial’ e ‘Intervalo’, este último gravado ao vivo.
Gravado quase todo com os quatro membros a tocarem em simultâneo no estúdio, o álbum procurava capturar a energia bruta e a imperfeição viva dos concertos. Apenas o guitarrista Pedro Geraldes teve liberdade para acrescentar camadas à matéria-base, gravada em apenas dois dias. “Queríamos que soasse ao vivo”, explicava o baterista Hélio Morais ao Diário de Notícias, sublinhando a vontade de manter a “sujidade” e o instinto que sempre definiram a banda.
A herança punk já estava presente em ‘Olhos de Mongol’, mas mais diluída em longas passagens instrumentais. ‘Casa Ocupada’ trouxe essa energia à superfície. André Henriques, Cláudia Guerreiro, Hélio Morais e Pedro Geraldes surgiam já sem Sérgio Lemos, que entretanto deixara a banda — com menos uma guitarra, mas com a voz mais presente. As letras, assinadas por André Henriques, privilegiavam a concisão: frases curtas, diretas, algumas a várias vozes. “Não dizemos muitas coisas, mas o que dizemos é forte e tem impacto”, recordava Hélio Morais.
O título ‘Casa Ocupada’ evocava a Kasa Enkantada, como era conhecida a casa abandonada da Praça de Espanha, em Lisboa — espaço mítico da cena punk e hardcore lisboeta entre 1997 e 2002, onde todos os membros da banda tocaram em projetos anteriores e onde se formou uma geração inteira de músicos.
Com temas como ‘Mulher a Dias’, ‘Juventude Sónica’ ou ‘Cem Metros Sereia’ — ainda hoje um hino entoado nos concertos —, o álbum consolidou a identidade dos Linda Martini e elevou a banda a um novo patamar.
“Não acho que sejamos grandes músicos; somos músicos com amor àquilo que fazemos. O que fazemos é com gozo e vem de dentro — não há cá subterfúgios, e por isso continuamos a ser uma banda muito punk”, dizia Hélio Morais.



10 anos do álbum ‘Lo-Fi Hipster Trip’, do Conjunto Corona, lançado a 2 de novembro de 2015

10 anos do álbum ‘Lo-Fi Hipster Trip’, do Conjunto Corona, lançado a 2 de novembro de 2015
discos que são viagens. E há viagens que só o Conjunto Corona saberia prescrever.
Lançado a 2 de novembro de 2015, 'Lo-Fi Hipster Trip' assinalava o regresso de dB e Logos ao “local do crime” — o estúdio —, um ano depois de 'Lo-Fi Hipster Sheat'. Se o primeiro tinha o impulso do acaso e a euforia da descoberta, o segundo trazia o vício assumido: uma descida lúcida ao delírio, feita com humor, crítica e uma dose de nonsense que só o universo Corona permite.
O produtor dB, cleptomaníaco de samples e alquimista de beats, e o rapper Logos, mestre das múltiplas personas, voltavam a provar que o absurdo é também uma forma de lucidez.
Gravado a partir de um processo tão errático quanto genial — bases trocadas, vozes recicladas, beats deslocados —, 'Lo-Fi Hipster Trip' nasce do “falhanço de planeamento” que dB descreveu com ironia, mas que acabou por definir o ADN do duo: caos com método, loucura com conceito.
O álbum é uma continuação espiritual de 'Sheat', mas mais denso, mais sombrio e, paradoxalmente, mais claro no retrato que faz da cultura tuga e da sua ressaca pós-moderna.
dB inspirou-se no espírito Madchester e no punk pós-industrial da Factory Records — não para o copiar, mas para lhe roubar o feeling: um rap com cheiro a 90s, mais indie, mais sujo, mais livre. Como o próprio explicou ao Rimas e Batidas, “se o álbum anterior era dos cogumelos, este é da heroína.”
A edição física, em forma de caixa de medicamentos, não era um mero artifício gráfico: era conceito em estado sólido. Um prescription pill musical, que tanto podia curar como agravar a viagem. Dentro da embalagem, uma pen em forma de comprimido, limitada a 250 exemplares, com selo da Meifumado Fonogramas.
Com participações de Kron Silva, 4400 OG, Alferes M. (Minus), Skillaz (MGDRV), Frankie Dilúvio (Blasph), Chester (RealPunch) e até Álvaro Costa como o “Jim Morrison da Pasteleira”, Lo-Fi Hipster Trip é um delírio partilhado: um retrato de época filtrado por humor, colagem e psicadelismo hip hop.



War - The Midnight Special, NBC Studios, Burbank, CA, 10-19-1973

 

Aqui está outro álbum "Midnight Special" que eu não incluí na enquete que postei ontem, já que eu já tinha feito esta. É um show da banda War, de 1973.

Há muito tempo que procuro um bom bootleg de um show do War. Mas eles são uma daquelas bandas, como o ZZ Top dos anos 70, que estranhamente carecem de bootlegs de qualidade. Existe um álbum ao vivo oficial, "War Live", lançado em 1974. Mas é praticamente só isso quando se trata da banda no auge dos anos 70. E embora esse álbum oficial seja muito bom, ele foi criticado por algumas músicas serem muito longas. Por exemplo, duas das músicas têm cerca de 20 minutos de duração. Este é mais conciso, mas ainda com espaço para improvisações.

As faixas três a oito são do episódio de 19 de outubro de 1973, apresentado pela banda War. "Slippin' into Darkness" foi a única música tocada no episódio piloto do programa, em 19 de agosto de 1972. "Gypsy Man" é do episódio de 14 de setembro de 1973. Por fim, "All Day Music" é do programa de TV "ABC In Concert", que foi concorrente do Midnight Special por alguns anos em outra emissora. Normalmente, prefiro manter o conteúdo destes álbuns do Midnight Special apenas com músicas desse programa, mas estou abrindo uma rara exceção aqui.

O episódio apresentado por War contou com vários outros artistas musicais: New York Dolls, Mott the Hoople, Danny O'Keefe, Climax Blues Band, Bachman-Turner Overdrive e Piper. Não incluí nenhum deles aqui, pois nenhum me pareceu ter um estilo muito semelhante.

Como de costume neste programa, converti o vídeo do YouTube para áudio e depois o separei em arquivos MP3. Também adicionei aplausos para criar transições suaves entre as músicas.  

Este álbum tem 42 minutos de duração. 

01 Slippin' into Darkness (War)
02 Gypsy Man (War)
03 The Cisco Kid (War)
04 talk (War)
05 Me and Baby Brother (War)
06 The World Is a Ghetto (War)
07 talk (War)
08 City Country City [Instrumental] (War)
09 All Day Music (War)

MUSICA&SOM ☝



Al Kooper - Live at the Record Plant, Record Plant, Sausalito, CA, 10-23-1974

 

Aqui está um concerto solo de piano acústico de Al Kooper para uma pequena plateia no programa de rádio "Live at the Record Plant". 

Para ser sincero, não esperava muito disso. Conhecia Kooper por seu trabalho como músico de estúdio, produtor e compositor, mas nunca o tinha ouvido cantar ao vivo. Mas, na verdade, fiquei bastante impressionado. Ele tocou muitas músicas boas, uma mistura de covers e composições próprias, e interagiu de forma interessante com o público entre as músicas. 

Esta gravação soou muito bem, mas apresentou alguns problemas com ruído de fundo. Fiz algumas edições de áudio para eliminar a maior parte do ruído nas faixas de fala, com a ajuda do programa MVSEP. Mas não mexi no ruído das músicas em si, com medo de prejudicar a qualidade musical. De qualquer forma, ele não é tão perceptível ali. Só se destacava quando o fundo estava praticamente silencioso.  

Este álbum inédito tem 56 minutos de duração. 



01 talk by Tom Donahue (Al Kooper)
02 Brand New Day (Al Kooper)
03 talk (Al Kooper)
04 Without Her (Al Kooper)
05 talk (Al Kooper)
06 Autobiography in 725 Bars (Al Kooper)
07 talk (Al Kooper)
08 Sam Stone (Al Kooper)
09 talk (Al Kooper)
10 Just One Smile (Al Kooper)
11 talk (Al Kooper)
12 New Fashioned Love Song (Al Kooper)
13 talk (Al Kooper)
14 Drown in My Own Tears (Al Kooper)
15 talk (Al Kooper)
16 Don't Hang Up (Al Kooper)
17 talk (Al Kooper)
18 I Can't Quit Her (Al Kooper)
19 talk (Al Kooper)
20 [Be Yourself] Be Real (Al Kooper)

MUSICA&SOM ☝



Dave Mason - The Midnight Special, NBC Studios, Burbank, CA, 2-7-1975

 

Aqui está mais um álbum do programa de TV "Midnight Special". Desta vez, é um show de Dave Mason, ex-integrante da banda Traffic.

A maior parte do álbum é de um episódio do programa transmitido no início de 1975. (Observação: para todos esses episódios, a data de gravação provavelmente foi um pouco anterior.) Os outros artistas musicais que se apresentaram no programa foram a Kiki Dee Band, a Average White Band e os Crusaders. Não incluí nenhum deles aqui, mas talvez um ou mais apareçam em um álbum futuro onde se encaixem melhor.

No entanto, as duas últimas músicas são de outra fonte. Trata-se de outro episódio do programa, transmitido em 30 de dezembro de 1977. Nesse meio tempo, ele havia emplacado um grande sucesso com "We Just Disagree", então essa é uma das duas músicas que ele tocou naquela ocasião.

Esta gravação pirata tem um som excelente no geral. Como de costume nesta série, comecei com o vídeo do YouTube, converti-o para áudio e o dividi em arquivos MP3. No entanto, houve um problema com a música "Feelin' Alright". Estou descobrindo que este programa frequentemente terminava no meio de uma música, e esse foi o caso aqui. Apenas os dois primeiros minutos da música eram de fato do programa. Então, encontrei uma apresentação em um programa de TV diferente da mesma época e a usei para terminar a música. (Não tenho certeza, mas provavelmente é do programa de TV "Don Kirshner's Rock Concert" de 1973.) É por isso que essa música tem "[Editar]" no título.  

Este álbum tem 44 minutos de duração. 

01 World in Changes (Dave Mason)
02 Bring It on Home to Me (Dave Mason)
03 All Along the Watchtower (Dave Mason)
04 Every Woman (Dave Mason)
05 You Can't Take It When You Go (Dave Mason)
06 Only You Know and I Know (Dave Mason)
07 Lucille (Dave Mason)
08 talk (Dave Mason)
09 Feelin' Alright [Edit] (Dave Mason)
10 Let It Go, Let It Flow (Dave Mason)
11 We Just Disagree (Dave Mason)

MUSICA&SOM ☝



Carlos Malta e Pife Muderno - 1999 - Carlos Malta

 

 
Caetano Veloso - Sebastião Biano
3 - Ponteio
Edu Lobo - Capinam
4 - Lá no Suzano
Carlos Malta
Hermeto Pascoal
6 - Nítido e obscuro
Guinga - Aldir Blanc
Alventino Cavalcanti - Aires Viana - João do Vale
8 - Assum preto -  Asa Branca
Luiz Gonzaga - Humberto Teixeira
9 - Carááá... Caííí!!!
Carlos Malta
10 - Barrigada
Ana Malta - Carlos Malta
 
Participação especial
 
Músicos
Carlos Malta - Andréa Ernest Dias - Marcos Suzano - Durval Pereira - Oscar Bolão
 
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Carioca, nascido em 1960, Carlos Malta é músico, compositor e multi-instrumentista brasileiro. que toca diferentes tipos de flauta e saxofone, é também, arranjador e professor de música. Tocou com grandes nomes da música brasileira, como Johnny Alf, Antonio Carlos & Jocafi, Maria CreuzaHermeto PascoalWagner Tiso, Guinga, Lenine, Sérgio Ricardo, Leila PinheiroMarcus Suzano, Os Paralamas do SucessoCaetano Veloso, Gilberto Gil, Nico AssumpçãoEgberto Gismonti, além de expoentes da música internacional como Pat Metheny, Gil Evans, Marcus Miller e Charlie Haden, .

Esse é o segundo álbum de sua carreira, trazendo a sonoridade da tradição dos pífanos para arranjos modernos da música instrumental. Tal inovação lhe rendeu uma indicação ao Grammy Latino de 2000.
 



Destaque

Sweet Smoke - Just A Poke 1970

  Uma estreia sólida deste grupo de prog-psicodelia do Brooklyn, que se mudou para a Alemanha e gravou três álbuns por lá nos anos 70. Inclu...