sábado, 4 de abril de 2026

Franz Di Cioccio & Franco Mussida ‎– Attila Flagello Di Dio (1983, CD, Italy)

 



Original Album (Vinyl Rip)
A1. Attila (Vers.Barbara) (4:00)
A2. La Fuga (4:02)
A3. La Maga (4:52)
A4. Il Mare Ed Il Castello (3:56)
B1. Attila (Versione Strumentale) (4:56)
B2. Canto D'Amore Barbaro (3:54)
B3. Canto Della Sirena (4:26)
B4. La Battaglia (3:38)

Complete Film Score (Master Tapes)
09 Attila (Inizio Film)
10 Attila (Vers. Barbara)
11 Canto Della Sirena (Vers. 1)
12 Attila (Reprise)
13 Le Mondine
14 Canto D'amore Barbaro
15 Assalto Al Castello
16 Accampamento Romano
17 Attila (Reprise 2)
18 La Maga Nell'antro
19 Tema Mare
20 La Battaglia
21 Canto Della Sirena (Vers. 2)
22 La Maga (Vers. 2)
23 Fuga di Uraia
24 La Maga (Sulla Portantina)
25 Titoli di Coda

Musicisti:
Walter Calloni - Batteria
Lucio Fabbri - Tastiere, violini
Gaetano Leandro - Fairlight
Mauro Pagani - Flauto
Patrick Djvas - Basso
Robert Fix - Sax
con:
Rosanna Casale - Voce in "Canto della sirena"
Alberto Fortis - Voce in "La maga"
Lene Lovich - Voce in "Canto d'amore barbaro"

Il brano "Canto della sirena" è eseguito dalla PFM

Il brano "La battaglia" è eseguito dai Tarrot :
Joe Vescovi - Tastiere
Gianfranco Segatto - Chitarra
Maurizio Granata - Batteria
Fortunato Saccà - Basso



 
✞✞ Segrate (interior de Milão), região fronteiriça entre o Império Romano e o local onde habitavam bárbaros ferozes... ✞✞
 
ATTILA FLAGELLO DI DIO (1982) é provavelmente o filme mais querido pelos fãs de filmes cult dos anos 80 e pelo ator principal Diego Abatantuono, sem dúvida um dos protagonistas mais importantes desse gênero que abandona as regras do tempo.
A trilha sonora de Maetro Di Cioccio e Maestro Mussida não é menos impactante. A primeira trilha sonora de um filme composta por dois dos artistas mais importantes do cenário do rock italiano é certeira, dominada pelos sons típicos da PFM, em excelente forma e contendo a execução completa desta trilha icônica. Sua trilha sonora de rock direta — melódica, rítmica, de grande qualidade tanto na composição quanto na execução — está agora disponível nesta edição de luxo que apresenta o programa original do álbum mais 17 faixas inéditas: mais de 70 minutos de som cult de qualidade absoluta!


New Trolls - Live in Rimini, Altro Mondo Studios 1971

 



Tracklist:
1 - Intro (3:16)
2 - Jam Session (13:40)
3 - Adagio (6:04)
4 - "Help me" (3:19)
5 - Signore io sono Irish (3:46)
6 - La miniera (5:34)
7 - Nella sala vuota...extra long (30:46)

I New Trolls:
Vittorio De Scalzi - Voce, tastiere, chitarra e flauto
Nico Di Palo - Voce, chitarra
Giorgio D'Adamo - Basso
Gianni Belleno - Voce, batteria




Caetano Veloso – Caetano Veloso (LP 1969)





Caetano Veloso – Caetano Veloso (LP Philips – R 765.086L, Agosto de 1969).
Produção e Direção Musical: Rogério Duprat.
Género: Bossa Nova, MPB, Rock Psicadélico.


Caetano Veloso” (também conhecido como “Álbum Branco”, “Disco da Assinatura” ou “Irene” (em relação à sua faixa de abertura) é o terceiro álbum de estúdio de Caetano Veloso, sendo este o seu segundo lançamento a solo. Foi lançado em Agosto de 1969, pela gravadora Philips. O LP foi gravado num pequeno estúdio de gravação em Salvador, Bahia, em Junho de 1969, período em que Caetano e Gilberto Gil, estavam em prisão domiciliária na capital baiana após terem sido detidos no final de 1968, no Rio de Janeiro, por questões políticas. Caetano Veloso foi produzido por Rogério Duprat. O álbum, assim como o seu antecessor, é bastante eclético (característica do movimento Tropicália), com canções em vários estilos que variam entre bossa nova, rock psicadélico, música carnavalesca, música tradicional baiana, fado, entre outras. A sua capa e o seu título homónimo são uma referência ao famoso álbum autointitulado dos Beatles, lançado um ano antes.


 Faixas / Tracklist:

A1 – Irene (Caetano Veloso) 3:50
A2 - The Empty Boat (Caetano Veloso) 4:18
A3 - Marinheiro Só (adapt., arr. Caetano Veloso) 3:30
A4 - Lost In The Paradise (Caetano Veloso) 3:30
A5 - Atrás do Trio Elétrico (Caetano Veloso) 2:48
A6 - Os Argonautas (Caetano Veloso) 2:45
B1 – Carolina (Chico Buarque de Hollanda) 2:38
B2 – Cambalache (Enrique Santos Discépolo) 2:33
B3 - Objeto Não Identificado (Caetano Veloso) 4:05
B4 - Chuvas de Verão (Fernando Lobo) 2:50
B5 – Acrílico (Caetano Veloso, Rogério Duprat) 3:00
B6 – Alfômega (Gilberto Gil) 5:59

Músicos / Musicians:

Caetano Veloso – voz
Gilberto Gil – guitarra acústica, voz (em "Alfômega")
Lanny Gordin – guitarras eléctrica e acústica
Sérgio Barroso – baixo eléctrico
Wilson das Neves – bateria
Chiquinho de Moraes – teclados

Músicos Adicionais / Additional Musicians:

Jussara Moraes – participação (voz em "Acrílico")
Tião Motorista – secção rítmica
Rogério Duprat – arranjos e direcção musical.





Cactus ‎– Cactus (LP 1970)





Cactus ‎– Cactus (LP ATCO Records ‎– SD 33-340, 1 Jul. 1970). 
Produtor: Cactus. 
Género: Rock, Blues Rock, Hard Rock. 


Cactus é uma banda americana de hard rock. A primeira fase da sua carreira decorreu entre 1969 e 1972. Cactus foi um grupo inicialmente concebido no final de 1969 pelo ex-baixista do Vanilla Fudge, Tim Bogert, e pelo baterista Carmine Appice, depois de ter sido cancelado o plano de os unir ao guitarrista Jeff Beck quando este sofreu um acidente de automóvel e ficou fora da cena musical por mais de um ano. No início de 1970, Bogert e Appice trouxeram para a banda o guitarrista de blues Jim McCarty e o vocalista Rusty Day. Essa formação lançou três álbuns pela Atco Records, Cactus (1970), One Way ... or Another (1971) e Restrictions (1971), antes de começarem os problemas internos na banda. 
O quarto e último álbum original do Cactus, 'Ot' n 'Sweaty (1972), trazia a secção rítmica original Bogert e Appice, agora acompanhados por Werner Fritzschings na guitarra, Duane Hitchings nos teclados e Peter French, como vocalista.

A banda Cactus pode nunca ter sido nada mais do que um supergrupo improvisado, mas isso não significa que não tenham dado nas vistas na sua estreia em 1970. O grupo entrosava-se muito bem, com uma excelente secção rítmica (Bogert e Appice) e a fantástica voz de Rusty Day. 
Deste álbum destacamos, "You Can't Judge a Book By the Cover," "Let Me Swim" e a versão de "Parchman Farm". “Cactus” é um LP de estúdio considerado um dos melhores álbuns de hard rock do início dos anos 70, tendo atingido a posição nº 54 no Top 200 dos EUA, em 1970. 
O grupo dissolveu-se em 1972. No entanto, foi reformulado posteriormente. e actualmente é composto por Jimmy Kunes como vocalista (2006-presente), o guitarrista Jim McCarty (1970-71, 2006-presente), o baterista Carmine Appice, o baixista Pete Bremy e Randy Pratt na harmónica. 


Faixas/Tracklist: 

A1 Parchman Farm (Mose Allison) 3:05 
A2 My Lady From South Of Detroit (C. Appice, T. Bogert, R. Day & J. McCarty) 4:20 
A3 Bro. Bill (C. Appice, T. Bogert, R. Day & J. McCarty) 5:10 
A4 You Can't Judge A Book By The Cover (Willie Dixon) 6:44 
B1 Let Me Swim (C. Appice, T. Bogert, R. Day & J. McCarty) 3:50 
B2 No Need To Worry (C. Appice, T. Bogert, R. Day & J. McCarty) 6:00 
B3 Oleo (C. Appice, T. Bogert, R. Day & J. McCarty) 4:49 
B4 Feel So Good (C. Appice, T. Bogert, R. Day & J. McCarty) 6:00 


Nota: Álbum gravado nos Ultra-Sonic Recording Studios, Inc., Hempstead, N.Y. 

Músicos/Personnel: 

Voz, Harpa, Harmónica – Rusty Day 
Baixo, Voz – Tim Bogert 
Bateria, Percussão, Voz – Carmine Appice 
Guitarra – Jim McCarty 
Arranjos – Cactus 







C.T.T. / Conjunto Típico Torreense ‎– Destruição (Single 1981)






C.T.T. / Conjunto Típico Torreense ‎– Destruição (Single Philips ‎– 6031 185, 1981).
Produção de António A. Pinho.

Os C.T.T. tiveram origem no Conjunto Típico Torreense (de Torres Vedras), um grupo de baile português que interpretava música popular durante as décadas de 60 e 70. A banda, decidiu colocar apenas as suas iniciais para se lançar na nova e rejuvenescida onda do rock português, surgida nos finais dos anos 70 e início dos anos 80. Os CTT, de carreira curta, surgiram em plena renovação do rock em Portugal, tentando aproximar-se do estilo de outros grupos como os UHF ou GNR. Interpretavam covers e alguns originais, tendo uma enorme aceitação na zona Oeste, onde efectuaram cerca de 200 espectáculos por ano.
 

O grupo era constituído por Luís Plácido (voz), Augusto Alves (teclas), Tozé Monteiro (guitarra), Hernâni (aka Nani) Teixeira (baixo) e Gabriel Matos (bateria).
Os CTT continuariam ainda por mais dois ou três anos como banda de rock, de sonoridade pesada, regressando como grupo de baile, até 1994, quando se separaram.
Da sua discografia constam dois singles, “Destruição” e “Hora de Ponta” e o LP "Oito Encomendas", editados durante os anos de 1981 e 1982. Destes, um destaque especial para o inevitável single “Destruição” (com o qual entraram nos tops nacionais) que aqui apresentamos.


Faixas/Tracklist:

A - Destruição (Luís Manuel Plácido/C.T.T.)
B - Vai No Ar (Luís Manuel Plácido/C.T.T.)

Formação:

Luís Plácido : Vocalista
Gabriel Matos : Bateria
Augusto Alves : Teclados
Tozé Monteiro : Guitarra
Hernani Teixeira (Nani) : Baixo







C. Jérôme ‎– 25 Ans De Succès (1997)





C. Jérôme ‎– 25 Ans De Succès (Pomme Music ‎– 952 042, 1997).
Género: Chanson.

Claude Dhotel (Paris, 21 de dezembro de 1946 - Paris, 14 de março de 2000), mais conhecido pelo seu nome artístico C. Jérôme, foi um cantor e compositor francês.
Aos 16 anos tornou-se famoso com "The Storms", uma banda de rock'n'roll. Mais tarde, tentou a sua sorte em Paris, onde participou no Golf-Drouot, com o intuito de se apresentar a personalidades do mundo da música. Finalmente conheceu Jean Albertini que se tornou o seu produtor.
Jérôme teve uma carreira musical de três décadas e vendeu 26 milhões de discos, tendo sido particularmente popular na década de 70.
Em 1995, C. Jérôme tornou-se locutor de rádio na Rádio Monte Carlo, onde apresentou um programa matinal diário intitulado "Les Années Tubes", com Claire Cardell. Em 1996, Claude mudou-se para a TF1 para apresentar um show diário de “nostalgia”, La Chanson Trésor. Também se juntou a Michel Drucker, em Vivement Dimanche, para apresentar uma programa de músicas antigas.
C. Jérome, compôs sucessos como "Le Petit Chaperon Rouge est Mort" e "Quand la Mer se Retire". Com "Kiss Me", Jérome vendeu mais de 1 milhão de discos.
O cantor faleceu em Paris (14 de março de 2000), devido a um cancro/câncer.


Faixas/Tracklist:

01 Jérôme C'Est Moi 2:52
02 Kiss Me 3:32
03 Et Tu Danses Avec Lui 3:33
04 Manhattan 3:20
05 Baby Boy 2:36
06 Cindy 3:35
07 Himalaya 2:46
08 Dernier Baiser 2:57
09 La Petite Fille 3:15
10 Bay-Bay 26-38 2:58
11 Les Manons De La Nuit 3:35
12 Les Bords De L'Atlantique (Vincent Handrey) 3:56
13 Les Filles Du Sam'Di Soir (Romain Albertini, Vincent Handrey) 3:18
14 Les Larmes Aux Yeux 3:30
15 Comme Si 3:26
16 À Pleins Tubes (Romain Albertini, Vincent Handrey) 3:54






The Twilight Sad - It's the Long Goodbye (2026)

Sou fã dessa banda desde os anos 2000, então é realmente notável admitir que acho que eles podem ter acabado de lançar o melhor trabalho da carreira. O Twilight Sad geralmente existe em uma espécie de dimensão nebulosa e abstrata, onde mesmo quando a música deles soa direta, às vezes você simplesmente não tem certeza sobre o que eles estão cantando. Você não PRECISA saber para sentir uma música, é claro, mas este novo álbum parece que a cortina que antes existia entre a banda e o ouvinte está caindo. As guitarras estão mais altas e as emoções estão mais diretas. As defesas deles caíram.

Sinta o que quiser sobre este disco, mas não há como negar a dor e a depressão reais de onde ele vem. Às vezes, quando você está passando por um momento turbulento na vida, uma das coisas mais saudáveis ​​que você pode fazer é expor seus sentimentos mais profundos e diretos para poder processá-los e seguir em frente. Este é um álbum bastante universal em seus temas — provavelmente é difícil encontrar algum adulto no mundo que nunca tenha sido devastado pela perda de um ente querido ou de um pai/responsável. No particular reside o universal, ou algo assim, como James Joyce disse quando não estava ocupado sendo um tarado.

Enfim, no final deste disco eu estava soluçando, e basicamente nunca mais tenho esse tipo de reação a nada. Acho que é realmente algo especial.


Angina de Poitrine - Vol. II (2026)

Vol. II (2026)
Assim como muitos outros, descobri o AdP através da apresentação deles na KEXP. E acredito firmemente que essa apresentação provavelmente ficará marcada como uma das mais memoráveis ​​da história da rádio – incrivelmente precisa, envolvente e empolgante.

A música do AdP até agora oferece uma mistura interessante de math rock microtonal, prog rock e energia punk, tão única quanto suas roupas. Acho que, no geral, a melhor experiência com essa banda é ao vivo, já que a imagem deles contribui muito para a qualidade do som.

Considerando apenas seus próprios méritos, este álbum é ótimo – acho que a primeira metade do disco é imbatível em sua perfeição. Fabienk apresenta uma das linhas de baixo mais envolventes a partir do terceiro minuto, e o riff de guitarra pulsante que a precede e depois se encaixa perfeitamente com o baixo resulta em uma composição que, para mim, se destaca como a melhor faixa do álbum. Essa música por si só é uma obra-prima. A bateria incorpora elementos de disco, o que eleva completamente o ritmo da faixa – é extremamente dançante.

Em seguida, Mata Zyklek se desenvolve com uma combinação precisa de bateria e baixo – acho que é uma ótima peça complementar a Fabienk, mas a música é notavelmente mais sombria e pesada – acredito que haja alguma influência do Leste Asiático nas escalas usadas nas partes de guitarra. Isso adiciona uma ótima profundidade e versatilidade, embora a banda também tenha usado isso no volume 1, com faixas como Sherpa. Mata Zyklek também é uma das músicas que incorpora os vocais da dupla com um bom efeito, aprimorando o ritmo caótico e em camadas. Não consigo enfatizar o suficiente o quanto a bateria me impressionou ao longo dessas faixas. Ótima ponte em ambas as faixas. Mas eu faria mosh com tudo ao som dessa.

Sarniezz – meu Deus, essa linha de baixo – esse solo de guitarra – como você consegue analisar e discutir essa música com precisão? Embora eu prefira Fabienk, Sarniezz soa agradável, mas também dissonante. Acredito que seja alguma mágica microtonal que sou muito burro para compreender completamente, mas essa música é suficiente para fazer Robert Fripp chorar de alegria. Esta é inegavelmente a mais complexa e cheia de camadas dessas composições e, imagino, será a faixa favorita de muita gente.

Utzp é bem peculiar – quando a música começou, pensei que talvez eu não fosse francês o suficiente para entendê-la, para ser honesto. A primeira metade da música é provavelmente a parte mais fraca do álbum, na minha opinião, na primeira ouvida – na segunda, estou encontrando mais coisas para apreciar. É interessante ver essa jam quase folk se transformar em uma paisagem sonora progressivamente mais profunda antes de explodir em uma segunda metade matadora e impactante. Solos insanos, baixo pesado, distorção. Mas mantém alguns dos motivos folk do segmento anterior e os transforma naquele caos muito específico do AdP que está se mostrando tão contagiante.

Yor Zarad - Se uma música começa com feedback, provavelmente será ótima - a bateria na abertura é novamente impecável - essa dupla poderia muito bem ser uma única pessoa dividida ao meio. Há uma sinergia real entre as partes de cada faixa entre Khn e Klek, que só pode ser desenvolvida tocando juntos por tanto tempo e, claro, sendo um músico magistral. Devo dizer que, embora esta música ainda seja muito impressionante em termos de complexidade, comecei a perceber um certo padrão. Por volta dos 3 minutos, temos uma pausa com foco no baixo e na bateria, com uma série de riffs de guitarra crescendo lentamente, camada por camada. Para mim, Fabienk e Mata fizeram um trabalho melhor com essa mesma fórmula. Ainda assim, é agradável.

Angor parece uma raiva fervendo lentamente, como se estivesse sempre à beira de explodir, mas nunca chega a sair completamente dos trilhos como Sarniezz. Há um ciclo de pressão e tensão crescentes, com a liberação nunca chegando - quase como se a música divagasse sem uma resolução real. Acho que esse pode ser o ponto da música – ela termina com um feedback pesado, e acho que isso é muito reflexivo para mim quando comparo essa sensação com o nosso clima sociopolítico atual. No trabalho, me disseram que eu precisava ser resiliente – isso me lembra das vezes em que cheguei perto de um colapso, mas respirava fundo e reprimia até que um dia simplesmente não dava mais para aguentar.

No geral, a primeira metade deste álbum é uma obra-prima, não tenho nada de negativo a dizer. Acho que a segunda metade sofre apenas por ser tão incrível quanto a primeira; nenhuma faixa se destaca imediatamente tanto, mas todas continuam apresentando composições interessantes e agradáveis ​​de ouvir. Honestamente, ainda prefiro o volume 1. Se a segunda metade do álbum mantivesse a mesma qualidade da primeira, seria uma história diferente para mim.

Fora isso, tenho algumas ressalvas quanto à produção, que ocasionalmente soa plana na bateria, talvez comprimida demais em alguns momentos. Os pratos não se destacam com muita frequência, o que faz com que a bateria pareça menos importante para o projeto, quando na verdade é uma metade essencial do todo. A caixa também poderia ter mais reverberação. Gostaria que a bateria tivesse mais impacto. O bumbo, no entanto, soa ótimo. A bateria da KEXP era definitivamente melhor.

Acho que, em termos de produção, teria sido ótimo ver usos mais interessantes de panorâmica nos loops. De resto, pouco a acrescentar sobre a gravação e mixagem da guitarra e do baixo.

No futuro, adoraria vê-los incorporar mais vocais, talvez com alguns instrumentos adicionais. Continuo pensando que essa banda precisa de metais, como um saxofone, por exemplo, o que adicionaria uma profundidade incrível aos projetos futuros.

Sou grato por ter um ingresso para vê-los ao vivo este ano. Acho que o AdP é uma banda feita para ser apreciada ao vivo e mal posso esperar para pular, dançar e bater cabeça ao som dos hits que eles nos presentearam. É ótimo ver uma banda nova chegar com tudo, com um som e visual tão únicos – esses caras com certeza vão causar impacto e acho que ambos têm um futuro brilhante na indústria.

4,5/5 – Vol. 1 ainda é o meu preferido, mas caramba, esse aqui é demais!




Cruel Force - Haneda (2026)

Haneda (2026)
Finalmente, o novo lançamento de uma das melhores bandas de speed metal retrô da década está disponível! Lembro-me de quando fiquei
completamente impressionado com "Across the Styx" quando lançaram o clipe retrô completo; desde então, esperei pelo álbum completo como uma criança. "Dawn of the Axe" confirmou minhas expectativas, sendo um dos melhores álbuns de metal dos anos 80 que não foi lançado na época. Para mim, desde bandas como Bütcher, Hellripper ou Power Trip, Cruel Force é a próxima grande revelação do thrash metal retrô. Essa banda é a versão moderna do Running Wild do início da carreira, com vocais à la Exodus.

Com "Haneda", a banda continua dominando o cenário do metal clássico. Se você amou "Dawn of the Axe" (espero que sim, ou talvez você seja um poser), então você também pode amar este novo álbum, já que a fórmula é exatamente a mesma. Riffs matadores, produção retrô matadora, com um som que não é embolado, mas claro o suficiente para os padrões atuais, e, acima de tudo, um som de rototom matador. Nossa, aquele som de tom é puro orgasmo auditivo, eu simplesmente não me canso dele. Eu quase morreria por ele. Sabe, aquele som contínuo que você ouvia em clássicos como "Pleasure to Kill" ou "Schizophrenia"?

Assim como em "Dawn of the Axe", a banda está tematicamente ligada à evocação de antigos reinos do Oriente Médio, como o antigo Egito ou a Mesopotâmia, algo que o Iron Maiden explorou no clássico álbum "Powerslave", por exemplo. Sendo assim, o grande guitarrista Slaughter usa frases frígias MUITO (se não exclusivamente), algo que me fascina completamente. Só pela introdução épica "The Cross", você já sabe que o álbum é matador. Eu o amei desde a primeira ouvida, e ele continua me conquistando.

Não há nenhum momento fraco. Dos ritmos pulsantes do single principal "Whips-A-Swinging" à grandeza heroica da faixa-título, passando pelo maravilhoso solo de "Sword of Iron", a instrumental técnica "Crystal Skull" (que começa exatamente como "Wherever I May Roam", de você sabe quem), os riffs esmagadores de "Warlords" ou a excelente quebra de "Titan's Awakening", este disco é um verdadeiro navio de guerra, ilustrando os conflitos e a mística das terras desérticas. É difícil escolher uma música favorita, mas talvez seja "Warlords", "Titan's Awakening" ou "Sword of Iron". Ok, não é uma música só.

A capa com estilo retrô é totalmente assumida e se encaixa perfeitamente no espírito old school. Então, se você curte Agent Steel, Running Wild do início da carreira, Whiplash, Slayer do início da carreira, Kreator do início da carreira, Bulldozer ou Bathory do início da carreira, este provavelmente será o seu novo álbum favorito. E também menciono fortes influências de Dio ou Scorpions em um contexto de speed/thrash, algumas das bandas favoritas do Slaughter.

Desde o retorno da banda em 2022, podemos dizer que "Haneda" não é o quarto álbum, mas sim o segundo. Eu também adoro os dois primeiros discos, mas eles lembram mais o início do Bathory, Sodom e Bulldozer. Mencionei o Hellripper, que lançou seu quarto álbum no mesmo dia que Cruel Force. Eu diria que "Haneda" tem um som retrô mais puro do que o Hellripper, que tem um som mais moderno como Midnight, do qual eu gosto menos. Então, você já sabe onde encontrar se curte bandas modernas com uma pegada de heavy/speed/thrash clássico dos anos 80, como Power Trip e Speedwolf.


ROCK ART


 

Destaque

PAUL McCARTNEY - TOO MUCH RAIN

  “Too Much Rain” é a sétima faixa do álbum de Chaos and Creation in the Backyard , lançado por Paul McCartney em 2005. Foi gravada no Geo...