segunda-feira, 6 de abril de 2026

BIOGRAFIA DE Bobby Solo

 

Bobby Solo

Bobby Solo (Roma18 de março de 1945) é o nome artístico do cantor Roberto Satti, chamado de Elvis Presley italiano.

Bobby Solo estreou no Festival de Sanremo em 1964 cantando Una lacrima sul viso mas, em razão de um problema vocal, teve de cantar em playback, fato que impediu sua vitória, por não ser permitida tal forma de apresentação. A canção tornou-se sucesso mundial. Ele venceu o mesmo Festival, no ano seguinte, com a canção Se piangi se ridi,[1] tendo representado a Itália com essa canção no Festival Eurovisão da Canção 1965, onde terminou em quinto lugar. Voltou a vencer o Festival de Sanremo em 1969, cantando Zingara, de sua autoria com Iva Zanicchi.

Festival de Sanremo

Bobby Solo participou 12 vezes do Festival de Sanremo, com as seguintes canções:

  • 1964 – Una lacrima sul viso
  • 1965 – Se piangi se ridi
  • 1966 – Questa volta
  • 1967 – Canta ragazzina
  • 1969 – Zingara
  • 1970 – Romantico blues
  • 1972 – Rimpianto
  • 1980 – Gelosia
  • 1981 – Non posso perderti
  • 1982 – Tu stai
  • 1984 – Ancora ti vorrei
  • 2003 – Non si cresce mai

Hanoi-Hanoi – O Ser E O Nada (1990)

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''O Ser e o Nada'' é o terceiro álbum musical da banda. Tanto o título quanto o conceito do disco são inspirados nos textos do papa do existencialismo, Jean-Paul Sartre.

Faixas do álbum:
01. Utopia
02. Disco Risco
03. O Ser E O Nada
04. Só
05. O Saber
06. Jovem
07. Dom Selvagem
08. Darling Delícia De Pessoa
09. Insônia
10. Vi Shows




Hanoi-Hanoi – Hanoi-Hanoi (1986)

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Hanoi-Hanoi é o álbum de estreia homônimo da banda de pop rock brasileira Hanói-Hanói, lançado em 1986 pela RCA Victor. Liderado por Arnaldo Brandão, o disco destaca-se pelo hit "Totalmente Demais", popularizado posteriormente por Caetano Veloso, além de faixas como "Blá, Blá, Blá... Eu Te Amo"

Faixas do álbum:
01. Partido Verde Alemão
02. Blá, Blá, Blá... Eu Te Amo (Rádio Blá)
03. Bonsucesso' 68
04. Prazer e Ciúmes
05. Caprichos da Loucura
06. Totalmente Demais
07. Nem Sansão Nem Dalila
08. Spartana
09. Baton
10. Testemunha
11. Totalmente Demais (Remix Bônus)
12. Caso de Jane Y Julia (Bônus)
13. Renascença Rock (Bônus)
14. Fique na Sua (Bônus)




Plebe Rude - Nunca Fomos Tão Brasileiros (1987)

 

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Segundo álbum de estúdio da banda de rock brasileira Plebe Rude, lançado oficialmente em 1987 pela gravadora EMI. Com uma pegada punk rock/post-punk, o álbum traz críticas sociais um ano para o fim da ditadura militar. A banda conseguiu furar a bolha e vender milhões de cópias, se apresentar em rádios e programas de televisão. Produção de Herbert Vianna.

Faixas do álbum:
01. Bravo Mundo Novo
02. Nova Era Tecno
03. 48
04. Nao Tema
05. Censura
06. Nada
07. Nunca Fomos Tão Brasileiros
08. A Ida
09. Consumo
10. Codigos
11. Mentiras Por Enquanto




Plebe Rude – O Concreto Já Rachou (1985)

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Lançado em fevereiro de 1986, "O Concreto Já Rachou" é o icônico álbum de estreia da Plebe Rude, um marco do punk rock brasileiro produzido por Herbert Vianna. Com sete faixas intensas, o disco funciona como um manifesto político-social sobre o fim da ditadura, destacando sucessos como "Até Quando Esperar" e "Proteção", consolidando-se como um dos mais bem-sucedidos do rock nacional da época. 

Faixas do álbum:
01. Até Quando Esperar
02. Proteção
03. Johnny Vai A Guerra (Outra Vez)
04. Minha Renda
05. Sexo E Karatê
06. Seu Jogo
07. Brasilia




Grit - Grit (1972)

 

Hornsey, Inglaterra, segunda metade dos anos 1960. Das cinzas da banda Merlyn, nasceria a banda GRIT. O Grit trazia, em sua formação, Frank Martinez, na guitarra solo e vocais, Paul Christodoulou no baixo e vocais, Tom Kelly, na bateria e vocais e Jeff Ball, o vocalista principal.

A origem do nome “Grit” veio, como todas as ideias, de lampejos, de “surtos” criativos. Michael, um antigo membro da banda, estava, juntamente com Frank Martinez, andando pelas ruas de Londres e avistaram uma lixeira, onde é armazenada areia que é usada em estradas geladas, com neve e a partir daí veio o estalo: “Grit”! No dia 20 de outubro de 1970 foram ao cartório para registrar o nome.

As origens dos membros do Grit vieram, claro, de outras bandas. O início da carreira musical de Martinez foi com um teste para Joe Meek em seu estúdio na Holloway Road. Mais tarde ele também tocou com uma banda chamada Grand Union, que abriu para o Pink Floyd em 1968 e com membros da John Dummer Band. O baterista Tom Kelly veio de uma banda chamada “Connexion” e Paul Christodoulou tocou no Merlyn juntamente com Frank, essa trazia a espinha dorsal do Grit. Além de Paul e Frank, a formação do Merlyn trazia George Panteli, na guitarra, John Stevens, nos teclados.

A formação definitiva do Grit nasceu quando Frank e Paul convenceram Tom Kelly a se juntar a eles. Foi difícil, no início, mas ele cedeu quando assistiram a um show da banda escocesa Nazareth. O vocalista Jeff foi o último a se juntar à banda quando esta colocou um anúncio na Melody Maker.

Grit

Diferente do que muitos pensavam à época o Grit não era um “power trio”. De fato, a banda, efetivamente, estava em três músicos, pois Jeff Ball, o vocalista principal, foi o último a entrar. Mas não se podia negligenciar a importância dos irmãos Russell para o Grit. John era um ótimo apoiador da banda, embora não tocasse nenhum instrumento, sempre ajudou no que fosse possível. Porém teve de se afastar quando se casou. Jimmy, seu irmão, assumiu o lugar de John, tornando-se roadie e técnico do Grit.

Agora com essa formação o próximo passo da banda seria, como todas as outras, ensaiar, compor material próprio e gravar um álbum para divulgar e viver da sua arte, da sua música. Cabe aqui uma curiosidade acerca do guitarrista Frank Martinez, já que mencionei sobre viver de música: Martinez, apelidado de "Spider", estudou eletrônica no Southgate Technical College e trabalhou na Nolan Amps e construiu um amplificador PA de 100W (chamado de Spider PA) e duas pilhas de alto-falantes, que mais tarde se tornariam parte do equipamento do Grit.

A gravação, realizada na SWM Studios, foi feita na hora, sem ensaios, apenas configurada e pronta, afinal, a banda não tinha grana para pagar por um longo tempo no estúdio. Eles fizeram isso pouco antes do natal, na véspera de natal e o engenheiro de som, no ritmo das festas natalinas, não se aplicou bem ao trabalho e reza a lenda que estava bêbado. Resumo: além do pouco tempo que o Grit tinha, praticamente concebeu o álbum sem amparo técnico. 

Nos LP's, a banda conseguiu encaixar todas as músicas de um lado, o engenheiro reduziu o nível do baixo. As fitas estavam de acordo. As músicas foram escritas pela banda, exceto "Mineshaft" (Tom), "Child and the Drifter" (Paul), "What do you see in my Eyes" (Frank) e "I wish I was" (Paul). Outra faixa escrita por Tom foi "Surrounded by Four Grey Walls" (não gravada).

“Grit”, o álbum ou melhor um rato acetato ou EP como foi lançado à época, basicamente traz um envenenado hard rock, aquele típico, mas inconfundível, hard rock dos anos 1970, porém com reminiscências do rock psicodélico, com guitarras lisérgicas e pesadas, com uma bateria furiosa, baixo pulsante e um vocal forte e direto. Um álbum do seu tempo, mas ainda assim não deixa de entregar grandes surpresas. Um álbum pesado, forte, volumoso, cheio de vida que nasceu e não ganhou o mundo, como tantos outros que, sem nenhum suporte, perece, não vinga. A falta de estrutura, de uma produção adequada, apenas realçou a volúpia de seu som, mostrando-se cru, arrogante e pesado.

O álbum é introduzido com a matadora faixa de “Mineshaft” que, como um trovão, começa com riffs pegajosos e pesados de guitarra que me remete a um heavy metal, um proto metal poderoso, com um vocal alto, gritado, em alguns momentos e até rouco. Bateria em uma batida forte, intensa, baixo pulsante, galopante. Os solos de guitarra se mostra psicodélico, ácido, mas logo se apura, fica mais alto e límpido trazendo aos tempos do hard rock dos anos 1970. Não há como ficar parado a essa hecatombe sonora.

"Mineshaft"

Segue com “The Child and the Drifter” que inicia mais discreta, com dedilhados de guitarra, mas foi por pouco tempo, a bateria anuncia mais uma força da natureza que varre tudo que está em sua frente. Ela é pesada, marcada, mas cheia de agressividade que encorpa a música, a deixando poderosa, pesada e totalmente despretensiosa. E tudo isso é confirmado pelos riffs de guitarra. Os vocais aqui estão mais contidos, mais discretos, mais apurados. Solos de guitarra variam entre o peso do hard rock e a lisergia do psicodélico. O que dizer do final? Pesada, um doce caos!

"The Child and The Drifter"

“What Do You See in my Eyes/I Wish I Was” começa atípica para o que se ouviu nas duas faixas iniciais. Guitarras dedilhadas, lembrando The Doors, vocais doces e baixos. Ao ouvi-la me remete imediatamente aos tempos do “flower power” dos anos 1960, com uma pegada meio folk, inclusive. Mas não se enganem, caros leitores, porque, logo irrompe em uma explosão de hard rock, mais uma vez, com destaque para a bateria pesada. A proposta da música é trazer variâncias rítmicas, pois, logo se ouve um belíssimo solo de guitarra com uma vibe mais blues, curto, mas viajante e lindo, mostrando que a banda é sim competente. O final é vibrante, intenso, revelando, ainda mais, a competência instrumental de seus músicos. O hard rock é o protagonista no derradeiro e espetacular final dessa faixa.

"What Do I See in My Eyes / I Wish, I Was"

“1000 Miles” começa pesada, a bateria é forte, intensa e caótica. A música, quando ganha velocidade, ganha corpo, peso, se mostra, se revela um verdadeiro proto metal. As arestas da heavy metal estão nas arestas sonoras, na melodia, na dramaticidade de seus instrumentos. Vocais gritados corroboram tal condição. Em determinados momentos ela se torna arrastada, agora percebe-se o proto doom, a sujeira do som. Espetacular!

"1000 Miles"

Segue com “Across the Windowsill” que é a faixa bônus do álbum, em virtude do seu relançamento. Essa faixa foi concebida quando a banda se chamava Merlyn e traz uma pegada mais garageira, com “pitadas” evidentes de uma psicodelia ácida e pesada, com riffs grudentos, mas pesados de guitarra, que confirmam a lisergia. Na sequência do relançamento do álbum traz a já citada por aqui, “What Do You See In My Eyes/ I Wish I Was” e fecha com a pesadíssima, e também já citada faixa que inaugura o álbum original, “Mineshaft”, aqui chamada de “Down in the Mine”. Para registro histórico vale e muito a pena a audição, sobretudo da avassaladora “Mineshaft”.

"Across The Windwsill"

O Grit, munido de seus acetatos de 12", gravadas em um lado só,  visitou alguns agentes musicais e selos em Londres, para tentar lançar seu material e partir para a turnê em divulgação de sua música, mas ninguém se interessou. Contudo enquanto procurava, um gerente, eles encontraram uma empresa que lhes garantiu uma turnê pela Grécia. Era a chance que precisavam, diante de um cenário de total descaso com a sua música. Eles tinham anunciado o seu álbum na famosa “Melody Maker” e essa empresa grega viu e decidiu entrar em contato.

Era a Mantas Production, do grego Kon Mantas! A banda aceitou a oferta e seguiu viagem para a Grécia em 23 de abril de 1973. Foi uma verdadeira aventura e a chance de que o Grit precisava para deslanchar a sua música. E a aventura já se deu na viagem! Cruzaram boa parte da Europa dentro de uma van e, claro, os problemas mecânicos com o carro apareceriam. Se perderiam também no caminho, mas, enfim chegaram.



Em Atenas a banda finalmente conhece Kon Mantas. Era um cara legal, mas não tinha tanta experiência como empresário ou nenhuma experiência. Colocou a banda em um apartamento. Ficaram bem instalados, mas não demorou muito para entrar em atrito com os moradores do prédio, por conta dos ensaios, e logo foram visitados pela polícia e intimados a sair do local. Mantas decidiu, diante disso, instalá-los em um hotel.

Sem muito trabalho, Kon Mantas começou a buscar outras alternativas para trazer um mínimo de renda para si e também para manter o Grit no hotel, pagando as suas diárias. A banda, consequentemente estava com dificuldades de descolar alguns shows. Mas não deixaram de se esforçar na incessante busca de shows, de apresentações e conseguiu alguns shows com as principais bandas de psych rock da Grécia, como Sócrates e Peloma Mpoklou em grandes festivais. Tocaram em um show pop diante de três mil pessoas. Era o auge para o Grit ou melhor do "Bomba", como ficou conhecida a banda em terras gregas. Tocaram também em um show, ao ar livre, no Palais des Sports Festival, Thessalonica. Eram sete mil pessoas. Estava indo bem, apesar de que, neste último show, o promotor não tenha feito o pagamento do cachê à banda. Mas pelo menos conseguiram se apresentar e mostrar a banda a uma multidão.

Apareceram na TV desta vez, no “Top of the Pops”. Um programa famoso e que muitas bandas emergentes tocaram. Os diretores pediram ao Grit para se posicionarem devidamente no palco, era um programa em que as bandas faziam “playback”, mas o Grit não obedeceu e pularam por todo o lugar. Tiveram alguma publicidade na revista “Fantasia”. Apareceram em outro programa de TV chamado “Golden Shot”, onde também tocaram “playback”. Foram quatro aparições na TV do Grit, no total.

Mas tudo tem um fim! O guitarrista e vocalista Frank Martinez recebeu a notícia, de sua mãe, que o seu pai estava gravemente doente. Ele precisava deixar a Grécia para voltar para Londres, mas a banda precisava conversar sobre isso e como no momento não estavam fazendo shows e consequentemente estavam sem dinheiro para se manter na Grécia. Então decidiu retornar à Inglaterra e os demais da banda retornariam duas semanas depois. A aventura durou de maio a julho de 1973. E no final de julho daquele mesmo ano o Grit optou por se separar. Esse era o fim da banda!

Frank Martinez

Martinez deixaria a música em 1974. Mudou-se para a Espanha e decidiu dedicar-se à eletrônica, no que estudou no passado, como autônomo, e com essa profissão aposentou-se. Ao se aposentar voltou a tocar novamente. O baterista Tom Kelly e o baixista Paul Cristodoulou, que tocaram juntos no Merlyn, formaram a banda “Kelly” e depois fizeram uma pausa e, nos anos 1980, Tom se juntaria à banda de heavy metal “Mean Machine”.

Tom se mudaria para Bournemouth e se concentrou na pintura. Ele ainda tem uma bateria em seu estúdio e toca praticamente todos os dias. Paul está atualmente no Chipre tocando com a banda “Reggae Rockers”. O vocalista Jeff continua sua carreira em Benidorm em uma banda de tributo aos Bee Gees.

As gravações e fitas do único álbum do Grit, de 1972, estavam prontas para serem descartadas pela família de Frank Martinez. Ninguém realmente queria aquelas coisas antigas ocupando espaço. Mas antes que isso acontecesse Frank mostrou seu LP, em 2019, para um amigo, fanático por rock e vinis, e ele recomendou que publicasse uma foto e as gravações no Facebook e na internet. O fez de forma totalmente despretensiosa, gostou de compartilhá-lo nas redes sociais, ferramenta esta que não era tão próximo.

E para a sua surpresa veio o primeiro contato da Alemanha comentando que havia comprado um dos acetatos do Grit em um mercado de pulgas e perguntou se poderia usar o material. Martinez não hesitou e autorizou que os usasse. Algum tempo depois um representante da gravadora Guerssen entrou em contato interessado em relançar o álbum. Dessa vez de forma oficial, depois de quase cinquenta anos de sua gravação. Que sorte Martinez não ter descartado as gravações! Então esta foi cedida para o selo que o relançou em 2020. A outra cópia do acetato original, pode ser encontrada em “7001 Record Collector Dreams”, de Hans Pokora, com um ponto máximo dado por raridade. Afinal havia apenas duas cópias pressionadas! Convém lembrar também que tal trabalho foi relançado por selo brasileiro Hellion Records em 2023.

Uma história cheia de aventuras, repleta de obstáculos e muito amor à música, digna de cinema e que mostra uma música forte, intensa, pesada. Uma joia escondida do rock n’ roll que depois de quase meio século na mais pura e genuína obscuridade ganha luz para deleite daqueles que desbravam o lado underground da música de que tanto amamos.





A banda:

Frank Martinez na guitarra e vocal

Paul Christodoulou no baixo e vocal

Tom Kelly na bateria e vocal

Jeff Ball no vocal

 

Faixas:

1 – Mineshaft

2 – The Child and The Drifter

3 – What Do You See In My Eyes / I Wish I Was

4 – 1000 Miles

5 – Across The Windowsill (Merlyn) – Bonus Track

6 - What Do You See In My Eyes / I Wish I Was – Bonus Track

7 – Down In The Mine (Mineshaft) – Bonus Track

"The Grit" (1972)


PAUL McCARTNEY - NO MORE LONELY NIGHTS

 


Paul McCartney compôs "No More Lonely Nights" em 1984 como a principal faixa da trilha sonora para o filme que ele próprio escreveu, dirigiu e atuou: "Give My Regards to Broad Street" (Mande minhas lembranças para Broad Street), que tem a participações de Ringo StarrLinda McCartneyBarbara BachBryan BrownRalph Richardson e Tracey Ullman no elenco. O filme, na época, foi tão ou mais massacrado pela crítica que "Magical Mystery Tour" dos Beatles em 1967 (também idealizado por Paul). A baladona poderosa conta com o fantástico solo de guitarra de David Gilmour do Pink Floyd que, anos depois voltaria a colaborar com Paul no fantástico Run Devil Run"No More Lonely Nights" liderou de assalto as paradas de sucesso, inclusive no Brasil, chegando direto ao primeiro lugar, onde permaneceu por mais de quatro semanas seguidas. Se o filme foi um tremendo fracasso comercial nos cinemas, a trilha sonora era de arrasar. Além de apresentar esta nova música ao público, McCartney fez novas leituras para algumas de suas melhores músicas com os Beatles e também com os Wings"No More Lonely Nights" foi indicada aos prêmios "Golden Globe Award" e "Bafta Film Award" como a mais original canção de trilha sonora para filmes. Um sucesso esmagador e sem igual.


YES - OWNER OF A LONELY HEART - 1983

 


"Owner of a Lonely Heart" é uma canção da banda britânica de rock progressivo YES. Foi a primeira faixa e single de seu décimo primeiro álbum de estúdio, 90125, lançado em 24 de outubro de 1983. Composta principalmente pelo guitarrista e cantor Trevor Rabin com contribuições do cantor Jon Anderson, o baixista Chris Squire e o produtor Trevor Horn"Owner of a Lonely Heart" foi um sucesso comercial nos Estados Unidos, tornando-se o primeiro e único single da banda a alcançar o primeiro lugar na Billboard Hot 100 e na parada Hot Mainstream Rock Tracks. Em 1984, a canção ficou em 8º lugar na parada de final de ano dos EUA. O single foi relançado várias vezes ao longo das décadas de 1980 e 1990 com diferentes versões remix e lados B.


THE BEATLES - WHERE HAVE YOU BEEN (All My Life)

 


"Where Have You Been (All My Life)" foi composta por Barry Mann e Cynthia Weil e lançada pela primeira vez por Arthur Alexander em 1962, com "Soldier of Love (Lay Down Your Arms)" como lado B, pela Dot Records (London Records no Reino Unido). A música alcançou a posição # 58 na Billboard Hot 100. Alguns autores, veem uma certa semelhança entre "Where Have You Been (All My Life)" e as primeiras canções escritas por John Lennon e Paul McCartney. Os Beatles fizeram covers de"Where Have You Been (All My Life)" e "Soldier of Love" ao vivo no início de sua carreira. Há uma versão ao vivo dos Beatles no álbum pirata Live 31 December 1962 at the Star Club, Hamburg, Germany com John Lennon no vocal principal. "Where Have You Been (All My Life)" foi gravada por Gene Vincent na Columbia Records, e por Gerry and the Pacemakers na Laurie. Também o grupo The Searchers, de Liverpool, gravou a música na Pye Records para seu LP de 1964, It's The SearchersWayne Fontana & The Mindbenders também a gravaram, aparecendo no lado B de seu álbum homônimo de 1964. Aqui, a gente confere "Where Have You Been (All My Life)" com Arthur Alexanderdepois com os Beatles no Star Club e a versão de Alvaro Ortega & Los Escarabajos. Valeu!


DOLLAR CO. - COUNTRY BEATLES - 1980

 


A banda brasileira Dollar Company, ou melhor Dollar Co. foi formada em 1980, pelo cantor Dave Maclean e os irmãos Munhoz (Dorian e Anderson) e a sua proposta era tocar músicas countryA realização de dois álbuns de tributo aos Beatles foi o grande destaque da carreira do grupo, que durou 15 anos. Posteriormente, viria a se chamar Dolar de PrataPara quem não sabe, Dave Maclean iniciou musicalmente aos cinco anos de idade. Porém, sua carreira profissional começou, em 1969, com a banda de bailes, chamada "Os Botões". Posteriormente, já se chamando The Buttons, ele começou a gravar em inglês, após receber uma proposta da TV Globo para gravar temas de novelas (exemplo: Me and You). Na época, ele obteve a façanha de ter, simultaneamente, quatro músicas entre as dez primeiras da parada de sucessos do México, além de ser sucesso em países como Filipinas, Equador, Panamá, Portugal, EUA, Espanha, França e InglaterraEmplacando vários hits tais como "Me and you" (tema da novela "Ossos do Barão"), "Tears" (de sua autoria, gravada pelo cantor Christian), "Feelings" e "We Said Goodbye" (que ganhou disco de ouro no Brasil e no México), gravada com João Alberto no baixo e Mario Testoni nos teclados, ambos da banda "Os Pholhas".


Dollar Co. Country Beatles foi lançado em 1980, pela gravadora RGE, com o selo Pick. Posteriormente, viria a ser relançado em 1994, pela gravadora Som Livre, no formato CD. Em 1984, lançaram o volume 2. Fonte: laplayamusic.blogspot.comAqui, a gente confere "I Want To Hold Your Hand""A Hard Day's Night" e para quem gostar, por último o disco inteiro. Valeu!

Destaque

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