Desde o início, quando começou a compor suas próprias músicas, George Harrison manifestava descontentamento com o fato de poucas delas serem levadas em conta para os álbuns dos Beatles. Dessa forma, para o primeiro disco "Please Please Me", George conseguiu ficar com"Chains", uma música de Gerry Goffin e Carole King, e "ganhou" de John e Paul, os compositores por excelência, "Do You Want To Know A Secret". No segundo álbum "With The Beatles", George debutou como compositor com "Don't Bother Me", além de liderar os vocais no clássico de Chuck Berry "Roll Over Beethoven", e além de ainda conseguir espaço para mais uma - "Devil in Her Heart" - escrita por Richard P. Drapkin que fez pequeno sucesso com um grupo chamado "The Donays". Mas isso tudo passava a olhos vistos pelos compositores e pela produção.
Quando chegou a vez do terceiro álbum, George achou que talvez fosse sua chance, mas o disco tinha que ser gravado às pressas para a trilha de "A Hard Day's Night", então John e Paul fizeram “I’m Happy Just To Dance With You" para George cantar no filme "para dar um pouco de ação para ele". A cena foi filmada no palco do ScalaTheatre, em Londres. Como o membro mais novo dos Beatles, George sempre viveu à sombra de Paul e John. Anos depois, John Lennon morreria muito magoado e ressentido quando George publicou sua biografia "I Me Mine", em 1980 sem fazer nenhuma menção à sua influência em qualquer uma de suas composições. Paul disse apenas que 'I'm Happy Just To Dance With You" era uma "música que seguia uma fórmula, e era ótima para George cantar".
Os Rolling Stones lançarão, em 20 de outubro, um álbum inédito, intitulado Hackney Diamonds e composto por canções originais, segundo anúncio da banda na quarta-feira (6), em um evento em Londres.Mick Jaggerespecificou que o álbum será composto por 12 faixas, em entrevista ao apresentador de televisão e comediante norte-americano Jimmy Fallon. Esse é o primeiro lançamento do grupo desde 2016, e o primeiro com canções inéditas desde 2005. "Talvez estivéssemos com um pouco de preguiça e de repente dissemos para nós mesmos: vamos marcar uma data e gravar um álbum", brincou o vocalista do grupo, Mick Jagger, que completou 80 anos em julho, e que apresentou o álbum ao lado de Keith Richards e Ronnie Wood para a imprensa. O single "Angry"é o primeiro do álbum a ser divulgado e já está disponível nas plataformas digitais. O lançamento ocorreu logo após a entrevista. A música tem composição de Andrew Watt, Keith Richards e Mick Jagger. A atriz Sydney Sweeney, conhecida por sua atuação em Euphoria, estrela o videoclipe.
Hackney Diamonds é o primeiro álbum com músicas inéditas desde 2005, quando lançaram o A Bigger Bang. Seu último disco, Blue and Lonesome, de 2016, contava com covers de blues. Além disso, é o primeiro álbum desde a morte do baterista Charlie Watts, aos 80 anos, em 2021. Segundo a BBC, alguns rumores indicam que grandes artistas como Paul McCartney, Stevie Wonder e Lady Gaga participam do álbum.
O lançamento do novo disco foi divulgado em agosto, com um anúncio enigmático no jornal local, o Hackney Gazette, que dizia "Hackney Diamonds, especialista em reparação de vidros. Inauguração em setembro de 2023". Muitos fãs desvendaram imediatamente as referências à banda. O anúncio fazia alusões à várias canções famosas da banda - como "(I Can't Get No) Satisfaction", "Gimme Shelter" e "Shattered" - e o pingo na letra "i" da palavra "Diamonds" assumiu o famoso logotipo da boca mostrando a língua. O anúncio direcionava para o site hackneydiamonds.com, que tinha a assinatura do selo Universal Music. É isso aí. Welcome the Rolling Stones!
Em outubro de 2020, foi lançado Be True to Yourself pela Omnivore Recordings, um novo álbum de estúdio de Joey Molland, guitarrista/compositor conhecido por seu trabalho com a aclamada (e tragicamente curta) banda Badfinger. Foi o primeiro álbum solo de Molland em quase uma década. Produzido por Mark Hudson (Nilsson, Ozzy Osbourne, Aerosmith e outros), Be True to Yourself também apresenta colaborações animadas com colegas e amigos, incluindo Julian Lennon (que inclusive é autor da foto da capa e contra-capa), Micky Dolenz (Monkees), Jason Scheff (ex-Chicago), Steve Holley (ex-Wings) e Christopher Cross.
Molland disse: "Eu queria conseguir um bom produtor. Acho que eu não trabalhava com nenhum desde o álbum Say No More do Badfinger. Foi o último que Tommy fez comigo e foi a última vez que realmente tive um produtor. A partir daí eu mesmo produzi todos os discos. E esse provavelmente é um dos motivos do insucesso. Mark foi muito prestativo com as letras e funcionou muito bem. Ele é um ótimo produtor. Aprendi muito com ele sobre produção. Ele foi incrível. Acho que ele fez um ótimo trabalho para nós". O resultado é um retorno animado à forma e mostra Joey Molland parecendo revigorado como sempre.
"Can't Get it Out Of My Head" foi um dos carros-chefe do magnífico "Eldorado - A Symphony By The Electric Light Orchestra", ou apenas Eldorado, lançado em setembro de 1974 nos EUA e em novembro no Reino Unido. Eldorado foi o primeiro álbum totalmente conceitual da Eletric Light Orchestra e Jeff Lynne concebeu toda a história antes de escrever qualquer música. Eldorado, foi o quarto álbum de estúdio da Eletric. A belíssima "Can't Get It Out of My Head" também foi lançada como single (com "Illusions In G Major") e foi sucesso nos dois lados do Atlântico emplacando o Top 10 norte-americano.
O LP “Beatles Forever” foi o sexto e último álbum dos Beatles tipicamente brasileiro lançado em julho de 1972. Também Foi lançado na Espanha e Argentina com o título "Por Siempre Beatles" e uma capa horrível.
O álbum “Beatles Forever”é uma coletânea aparentemente aleatória que reúne três músicas de Magical Mystery Tour que aparecem em verdadeiro estéreo pela primeira vez no Brasil (Blue Jay Way, Your Mother Should Know e The Fool On The Hill) e outras faixas lançadas em compactos simples e duplos. O destaque fica por conta da mundialmente famosa falha em “Penny Lane”, que só aparece na edição brasileira (rsrs). Neste álbum foi usada a mesma versão já lançada no Brasil em compacto simples em 1967, e que apresenta um brusco corte após o verso “Full of fish and fingerpies”. Por motivos desconhecidos, apenas pela EMI do Brasil, as palavras “in summer” foram excluídas de quase todos os lançamentos com essa música no país. Técnicos brasileiros contam que, como a matriz recebida da Inglaterra tinha defeito nesse trecho e não era possível pedir um novo original em tempo para o prazo de lançamento, recorreu-se à edição. “Beatles Forever”foi lançado em julho de 1972. Lado 1:Day Tripper, Yes It Is, I'm Down, The Fool On The Hill, Strawberry Fields Forever, We Can Work It Out;Lado 2: Your Mother Should Know, Penny Laine, Baby You're The Rich Man, I Call Your Name, The Inner Light, Blue Jay Way.
“Sweetest Little Show” é a 2ª faixa do lado 2 do LP Pipes Of Peace, lançado em 31 de outubro de 1983. Em 1993, o álbum foi remasterizado e reeditado em CD como parte da The Paul McCartney Collection. “Sweetest Little Show” é a 7ª do CD.
Assim como “Average Person” e “Keep Under Cover", “Sweetest" foi composta em 1980, três anos antes do lançamento de Pipes Of Peace. McCartney gravou a demo em agosto de 1980, com um ritmo mais lento e apresentando guitarras acústicas e elétricas, baixo e bateria. A faixa básica foi gravada durante as sessões iniciais de Tug Of War em janeiro de 1981. "Sweetest Little Show" foi gravada no Park Gates Studio em Battle, Inglaterra, em janeiro, com overdubs acrescentados em março no AIR Studios de Londres. Foi concluída dois anos depois, em julho de 1983, durante uma nova sessão de overdubs, novamente no AIR Studios.
"The Wonder of You" foi escrita por Baker Knight. Foi originalmente gravada por Vince Edwards em 1958, mas esta gravação nunca foi lançada. Em 1959, "The Wonder of You" foi lançada pela primeira vez por Ray Peterson como single. A música se tornou um hit Top 40 na Billboard Hot 100, chegando à posição # 25, e reentrou brevemente no Hot 100 chegando à posição # 70, em 1964. Também alcançou a posição # 23 no Reino Unido.
Elvis Presley emplacou um hit # 1 no Reino Unido e um hit Top 10 nos EUA com sua versão ao vivo de 1970 de "The Wonder of You" gravada em Las Vegas, Nevada, em fevereiro de 1970. A música foi lançada como single em 20 de abril de 1970, com "Mama Liked the Roses" no lado 2. Nos Estados Unidos, ambas as canções alcançaram a 9ª posição juntas durante 27 de junho a 11 de julho de 1970. "The Wonder of You" foi um dos discos de Presley de maior sucesso no Reino Unido, liderando o UK Singles Chart por seis semanas no verão daquele ano. Vendeu mais de 400.000 unidades, qualificando o single para ouro. Também permaneceu em primeiro lugar nas paradas irlandesas por três semanas. Este foi o 59º hit no Top 40 da carreira de Elvis. Essa versão também foi hit na parada de singles country dos EUA e o número 1 na Easy Listening Chart. "The Wonder of You" era uma das cerca de 35 canções que Presley cantava regularmente em shows. Segundo Ray Peterson, “Ele [Elvis] me perguntou se eu me importaria se ele gravasse 'The Wonder of You'. Eu disse: 'Você não precisa pedir permissão; você é Elvis Presley'. Ele disse: 'Sim, mas eu quero. Você é Ray Peterson".
Os álbuns concebidos e lançados, na transição das melhores décadas do rock n’ roll, décadas de 1960 e 1970, gozam de uma peculiaridade especial: você percebe o beat, o experimentalismo do rock psicodélico e as nuances pesadas embrionárias do hard rock dos anos 1970. É pitoresco as bandas que se aventuram em sonoridades novas, experimentais, deixando simplesmente a criatividade e a liberdade musical falar mais alto.
Mas pagavam, com isso, um preço alto pela “audácia” sonora, fugindo das tendências e modas construído por um mercado fonográfico que decididamente está contra a arte manifestada como ela deve ser: pura, genuína e desprendida de estereótipos.
Claro que neste reles e humilde blog, marginal e independente, essas bandas surgem e em profusão, mostrando um lado esquecido e empoeirado do rock n’ roll que até mesmo os apreciadores do estilo desconhecem e arrisco em dizer que rejeitam. Aqui essas bandas ganham vida e tem as suas histórias contadas, por mais que elas sejam escassas de informações.
E todo esse texto introdutório, do jeito que eu gosto, é para anunciar ou melhor escrever sobre mais uma banda esquecida, engavetada pelos burocratas da música que torceram o nariz para o seu pequeno, mas significativo material lançado ou diria que não foi oficialmente lançado. Falo da banda THE LYD ou LYD.
The Lyd ou Lyd (denominado assim nos relançamentos) foi formada em Los Angeles, a meca da psicodelia e contracultura norte americana e mundial, no final dos anos 1960, mais precisamente no ápice do rock psicodélico norte americano, em 1969. A banda era formada por: Jack Linerly na guitarra e vocais, Frank Tag na guitarra, piano e vocais, Rob Weisenberg no baixo e vocais e Chet Desmark na bateria, percussão e vocais.
Reza a lenda que o The Lyd ou Lyd não era necessariamente uma banda, mas um grupo de músicos que, eventualmente eram reunidos em estúdios para gravar uma música e outra e só entrava sob efeito de alguma substância, algum psicotrópico, mais precisamente um LSD, o famoso ácido lisérgico.
E por falar em estúdios, nada da banda foi lançado, de forma oficial, àquela época, mas quando entraram no estúdio de Pat Boone, em Hollywood, Califórnia, chamado Sunset Recording Studios, algumas músicas foram concebidas, algumas músicas foram gravadas, mas apenas isso. Sim! Não passou de algumas cópias de acetatos, que totalizaram apenas 21 minutos de duração, apenas um lado utilizado, sem capas, sem arte gráfica, até mesmo os nomes das músicas não foram escritos nesses acetatos, estava apenas descrito como “faixa número um”, “faixa número dois” etc. Era como se tudo estivesse ainda em estado puro, ainda por lapidar, no início do projeto, talvez.
O ano era 1970! Outra lenda que circula é de que apenas uma cópia original desse acetato, com um total de seis músicas, foi concebida. Outras escassas fontes dão conta de que três ou quatro cópias desse material foram feitas. E, para não dizer que não havia capas ou uma arte gráfica minimamente feitas, o que teria sido feito ou melhor produzido naquela época, em 1970, era uma capa, em preto e branco, com a ilustração, adivinhem, de um cara fumando maconha no centro. O verso era completamente branco. No selo dizia: “Sunset Recording Studios, Inc 5539, Sunset Boulevard, Hollywood, Califórnia, The Lyd Side 1. Essa é a comprovação cabal de que era um trabalho ainda bruto, a ser lapidado e em processo de feitura e que, por algum motivo, não foi dada sequência.
Outra informação que circula, acerca do único trabalho produzido do The Lyd ou Lyd, os tais acetatos teriam saído ou roubados dos arquivos dos estúdios e ganhado o mundo, sendo pirateados e assim, dessa forma, lançados, mas falemos disso depois, porque precisamos falar dessa pepita de ouro no seu estado puro e brutal. Assim eu, de imediato, descreveria o álbum ou acetato do The Lyd, homônimo: sujo, brutal, selvagem para os parâmetros da época, o que, claro, me deixou entusiasmado quando fiz a primeira audição.
“The Lyd” trazia a estética dos anos 1960 em transição para a década de 1970: Um poderoso álbum, de 21 minutos, de hard psych, sujo, selvagem, um rock de garagem sensacional. Acredito que aquelas substâncias utilizadas possam ter tido, claro, além da criatividade e talento de seus músicos, influência sobre essa música tão pesada, lisérgica e poderosa do The Lyd. Aqui a atmosfera intensa, típica de porão úmido e escuro, com guitarras crocantes e pesadas, cheias de distorção, com longas excursões de fuzz é a tônica deste trabalho.
As músicas, como estavam descritas, nos seus acetatos originais, estavam apenas numeradas, os nomes destas podem ter sido alterados de acordo com os tais relançamentos, então vamos a elas! O trabalho é inaugurado pela faixa “The Time Of Hate And Struggle” ou “Part One” que inicia viajante, psicodélica, guitarras mais dedilhadas. Os vocais são dramáticos, de atmosfera sombria, seguindo a proposta sonora, mas não demora muito para se ouvir um riff mais pesado e denso e assim alterna, entre o peso e o sombrio. Uma faixa estranha, lisérgica e pesada, mostrando o melhor das décadas de 1960 e 1970.
"The Time of Hate and Struggle" ou "Part One"
“Need You” ou “Part Two” já começa animada, solar, com riffs pesados e grudentos de guitarra, solos simples e diretos faz da música algo sujo, despretensioso e garageiro. Os vocais assumem um belo alcance, algo mais alto e limpo, seguindo a tônica mais enérgica da música. Aqui o hard rock parece ganhar vida e ter certo protagonismo. Mas aquela pegada dançante, típica dos anos 1960, ainda está lá.
"Need You" ou "Part Two"
“Stay High / Fly Away Is Still Ok” ou “Part Three” me remeteu a algo como The Stooges, por exemplo. Aqui a sonoridade é mais suja e pesada e traz reminiscências do proto punk e do heavy metal. A bateria tem uma pegada mais dura e pesada e o baixo é evidentemente galopante. As nuances do heavy e punk estão aqui como se fosse uma maquete do que ganharia vida na segunda metade dos anos 1970 e início dos anos 1980.
"Stay High / Fly Away is Still OK" ou "Part Three"
“Double Dare” ou “Part Four” é uma faixa de tiro curto e vem com um vocal meio falado (seria os primórdios do hip hop?), mas forjado com um hard rock típico, com bateria dura, marcada e pesada e riffs e solos de guitarra de tirar o fôlego. “Think It Over Twice” ou “Part Five” começa estrondosa, com riffs poderosos de guitarra, solos grudentos e sujos e variavelmente com alternâncias de uma sonoridade, que vai do hard para uma música mais sulista, no mínimo intrigante e interessante. Mas aqui o peso e a audácia são protagonistas. Vocais gritados, solos bem elaborados de guitarra, em alguns momentos. Aqui o hard rock ganha vivacidade e não há sequer sinal da psicodelia. Nesta música o The Lyd mostra o seu lado mais arrojado e complexo.
"Think it Over Twice" ou "Part Five"
E fecha com “Trash Pad” ou “Part Six” que traz à tona novamente o lado psicodélico do álbum. Nessa faixa há a percepção do psych underground, mais com uma pegada mais dançante, porém os riffs de guitarra fazem questão de mostrar que o peso típico da banda ainda estava lá. Vocal meloso e mais limpo são os destaques da faixa.
"Trash Pad" ou Part Six"
Muitos apreciadores e colecionistas de vinis atribuem ao selo Akarma o lançamento oficial do álbum do The Lyd ou Lyd, em 2000, na Itália. Mas, de acordo com algumas escassas referências que há na web, o primeiro relançamento foi feito selo belga Fanny, também conhecida como Fanny Records, em 1992, especializada em lançamentos de álbuns raros, nem sempre oficiais, com capa diferente dos relançamentos posteriores. Entre 2000 e 2012 outros relançamentos aconteceram, a maioria na Itália, também, claro, outros relançamentos foram piratas.
“The Lyd” pode ser encarado como um trabalho original? Diria que não! Um marco na história do rock? Talvez. Mas não estou aqui a decidir isso, tão pouco estipular ou definir quaisquer coisas a esse respeito! Mas é inegável dizer que bandas como The Lyd trouxe ao rock o frescor da novidade, como tantas outras, que caíram no ostracismo, que trouxeram uma música arrojada, perigosamente underground e viva, latente aos ouvidos e ao coração daqueles que sempre buscaram e buscam algo novo para as suas audições.
“Cada Segundo” é o segundo disco da dupla Antonio Carlos e Jocafi. Sucessor de “Mudei de Ideia”, uma das estreias mais consagradas da história da música brasileira, o álbum foi lançado em 1972 e traz sucessos como “Simbarerê” e "Shazam".
Um álbum incrível que soa como uma mistura de rock psicodélico, samba-funk e MPB experimental. Inclui a faixa "Kabaluerê", sampleada por Marcelo D2 no seu hit "Qual É?". Arranjos de Rogério Duprat e participação do lendário guitarrista Lanny Gordin. Antonio Carlos & Jocafi formavam uma dupla de compositores bem-sucedida, nascida na Bahia. Colaboraram com artistas como Wilson Simonal, Rosinha de Valença, Trio Mocotó, Milton Banana, Toquinho, entre outros. Mudei de ideia foi lançado originalmente pela RCA Brasil em 1971, sendo o álbum de estreia da dupla.