sábado, 2 de maio de 2026

GA-20 - Orphans 2025

 


01 – Cryin’ & Pleadin’
02 – I Love You, I Need You
03 – I Don’t Mind
04 – Stranger Blues
05 – Hold On, I’m Coming
06 – My Baby Sweeter
07 – Just One More Time
08 – Chicken Pickin’

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MUSICA&SOM ☝

GA-20 Desenterra Tesouros Blues em "Orphans"!
O power trio GA-20, de Boston, acaba de lançar "Orphans" (2025, Colemine Records), um álbum que resgata clássicos do blues com uma energia crua e moderna. Formado por Matthew Stubbs na guitarra e baritone, Cody Nilsen na guitarra, vocais e lap steel, e Josh Kiggans na bateria, o grupo transforma faixas antigas em explosões contemporâneas, misturando tons vintage sujos com drive atual.
Destaques: "Cryin’ & Pleadin’", um cover vigoroso de Billy Boy Arnold que abre o disco com lamentos intensos; "Hold On, I’m Coming", enriquecida pelas participações especiais de Brooks Milgate no órgão e Nate Edgar no baixo; e o instrumental "Chicken Pickin’", cheio de riffs afiados. A sonoridade única vem da gravação ao vivo em uma única sala, capturando a imediatidade das performances 
Curiosidade: a filosofia da banda: "Tocamos a música que queremos ouvir", como diz Stubbs.
Detalhe: Influenciado por lendas como Otis RushJ.B. Lenoir e Howlin’ Wolf, "Orphans" reúne "músicas órfãs" tocadas nos palcos há anos, marcando o terceiro #1 do GA-20 na Billboard Blues Chart e consolidando seu legado no blues revival.

Janet Ryan - Mama Soul (2013)

 


01. He Burned That Bridge 04:46
02. What I Like Best 03:08
03. Tired of Talking 04:50
04. Mr. Misery 06:31
05. What Was I Thinking 03:17
06. This Heart of Mine 04:35
07. First To Say Goodbye 04:00
08. Love Has Left the Building 03:58
09. Say Goodbye 03:16
10. Learn To Let It Go 05:29
11. Women Be Wise 03:25
12. Destination Anywhere 04:47
13. Take Your Shoes Off 04:01
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Janet Ryan Incendeia o Soul em "Mama Soul"!

Lançado em 2013, "Mama Soul" de Janet Ryan é uma explosão de soul blues maduro, misturando grooves jazzísticos, funk pulsante e baladas emotivas, impulsionados pela voz poderosa e versátil da cantora. Com 13 faixas, o álbum destaca a energia contagiante de "He Burned That Bridge", com piano vibrante de Chuck Mabrey e slide guitar afiado de Jerry Sartain, e o blues arrebatador de "Mr. Misery", onde Ray Chaput entrega riffs santanescos blistering. Outros pontos altos incluem a cover de "Women Be Wise" de Sippie Wallace, interpretada com feeling autêntico e piano elegante de Elliot, e "Take Your Shoes Off", um soul chugging com solo de guitarra marcante de Chaput sobre B3.
A banda estelar conta com músicos como Steve Howard no trompete, Mike Sizer no sax tenor e Joe Meo no sax, criando uma sonoridade rica e orgânica, sem excessos. 
Curiosidade: o álbum foi gravado em sessões colaborativas que capturaram improvisos espontâneos, refletindo a paixão de Ryan por jams ao vivo. 
Detalhe: em uma era de revival soul, Ryan, com influências de James Brown e blues clássico, posiciona-se como uma voz feminina forte, conquistando rádios com baladas polidas como "What Was I Thinking".


Peter Green — In The Skies 1979

 


01. In The Skies — 3:46
02. Slabo Day — 5:07
03. A Fool No More — 7:46
04. Tribal Dance — 4:28
05. Seven Stars — 3:05
06. Funky Chunk — 4:11
07. Just For You — 4:35
08. Proud Pinto — 3:36
09. Apostle — 3:10
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Peter Green Renascendo nas Nuvens: Blues Celestial em "In The Skies"!
Em 1979, Peter Green, o lendário fundador do Fleetwood Mac, retornou triunfante com "In The Skies", um álbum que funde blues rock clássico com toques de funk, jazz e percussão latina, criando uma atmosfera etérea e groovy. Sua guitarra expressiva e vocais soulful brilham em faixas como a hipnótica "In The Skies", com riffs celestiais, e a épica "A Fool No More", de sete minutos de improviso emocionante. Destaques incluem o funk pulsante de "Funky Chunk" e a tribal "Tribal Dance", impulsionadas por congas e bongos.
Banda estelar:  Snowy White na guitarra solo (futuro colaborador de Pink Floyd), Peter Bardens nos teclados (ex-Camel) e uma seção rítmica vibrante com Kuma Harada no baixo e Reg Isidore na bateria. 
Curiosidade: o álbum foi gravado em sessões relaxadas no estúdio de Peter Vernon-Kell, refletindo a recuperação de Green após anos de luta com saúde mental, sem pressões comerciais. 
Detalhe fascinante é o contexto histórico – lançado em uma era de transição do rock, ele marcou o renascimento de Green, influenciando gerações de guitarristas com sua pureza bluesy.

Elizabeth King - Living in the Last Days (2021)

 


01. No Ways Tired 02:55
02. He Touched Me 03:06
03. Living In The Last Days 03:08
04. Testify 03:23
05. Mighty Good God 03:38
06. A Long Journey 02:20
07. Reach Out and Touch 03:45
08. Walk With Me 03:28
09. Call On Him 02:27
10. Blessed Be The Name of The Lord 03:05
11. You've Got To Move 01:56
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Elizabeth King: Voz de Fogo nos Últimos Dias do Gospel!
Em 2021, Elizabeth King, a icônica cantora gospel de Memphis, Tennessee, retorna após quase 50 anos de hiato com "Living in the Last Days", um álbum explosivo de sacred soul e blues-gospel, repleto de grooves pantanosos, órgãos Hammond vibrantes e vocais contraltos cheios de fé inabalável. Aos 77 anos, sua voz comanda faixas como a civil rights "No Ways Tired", com arranjos soltos e esperançosos, e "He Touched Me", uma cover raivosa dos Shaw Singers impulsionada por guitarras reverbed e backing vocals angelicais dos Sensational Barnes Brothers
Destaques: incluem a choogling "Living in the Last Days", com slide guitar e handclaps trovejantes, e recriações de seus hits antigos como "Testify", misturando rockabilly a gospel fervoroso.
Banda: Sacred Soul Sound Section, liderada pelo guitarrista Will Sexton, conta com feras como o organista Al Gamble e o baterista George Sluppick, além de convidados como as Vaughn Sisters e D-Vine Spiritualettes
Curiosidade: o disco surgiu de um encontro casual no Delta-Sonic Studio, onde King, convidada por produtores, aceitou gravar pela primeira vez desde 1973, capturando essência crua sem overdubs. 
Detalhe: King, que iniciou carreira em 1969 com singles de sucesso e frontou os Gospel Souls, revitaliza o gênero em uma era de renascimento soul, inspirando gerações com sua jornada de mãe de 15 filhos e rádio gospel semanal.


Recordando o álbum ao vivo ''O Porto'' dos Madredeus.


Recordando o álbum ao vivo ''O Porto'' dos Madredeus.
Madredeus - O Porto (ÁLBUM COMPLETO)


Madredeus ao Vivo - O Porto (DVD)


Concerto "O Paraíso" gravado ao vivo no Coliseu Porto Ageas 4 de Abril de 1998.


Destaque

Alice Cooper Love It To Death (1971)

  Alice Cooper , 1971; é quase de partir o coração. Alice lançou dois LPs naquele ano,   Love It to Death   e   Killer ,   e ambos incluem a...