Em 1988, Iva lançou "Nefertari", com canções de jovens compositores. O álbum entrou nas paradas do programa "Tv, Sorrisi e Canzoni" e, mais tarde naquele ano, Iva participou do programa "Super classifica", onde apresentou seu videoclipe "Kajàl".
A Iva Zanicchi que ouvimos neste álbum é muito diferente, tematicamente falando. Talvez mais moderna, mas, na minha opinião, sua voz maravilhosa não brilha tanto aqui quanto em outros álbuns.
Tracklist:
01. Bellamore (E. Miceli-F. Bixio-E. Miceli) 02. Samurai (P. Vicari-V. Silvano-R. Giuliani) 03. Piccola Mania (M. Guzzetti-M. Ogletree.W. Tesoriere) 04. Se Mi Scriverai (R. Borghetti – S. Silva -R. Borghetti-G. D. Rosi) 05. Il Tempo Passa (Depsa-P. Bozzetti-R. Giuliani) 06. Kajal (R. Borghetti) 07. Volo (E. Miceli-G. Lorefice-E. Miceli) 08. Ritmo (O. Avogadro-A. Radius) 09. Uomini E No (R. Ferri.C. Castellari) 10. Una Danza (E. Aldrighetti-D. Tortosa-O. Miccike)
Após "Una Notte Così", de Connie Francis, outro single sobre a noite, vem "La notte dell'addio", de Iva Zanicchi, canção que ela levou para o Festival de Sanremo de 1966, em colaboração com Vic Dana. Uma bela canção, mas que não teve boa classificação no festival. Incluí a versão de Vic Dana como faixa bônus.
***
Lista de faixas
01. La Notte Dell'Addio (Testa-Diverio) (Sanremo 1966) 02. Caldo È L'amore (Hildebrand-Pallavicini-Abbate) (1-1966) 03. Bonustrack – Vic Dana – La notte dell'addio (Sanremo 1966)
Gênero: Alternative Rock, Indie Rock, New Wave, Post-Punk Revival, Garage Rock Revival
Faixas:
1. What Ever Happened? (2:54)
2. Reptilia (3:41)
3. Automatic Stop (3:27)
4. 12:51 (2:33)
5. You Talk Way Too Much (3:04)
6. Between Love & Hate (3:15)
7. Meet Me In The Bathroom (2:57)
8. Under Control (3:06)
9. The Way It Is (2:22)
10. The End Has No End (3:07)
11. I Can't Win (2:34)
Músicas de autoria de Julian Casablancas.
Créditos:
Julian Casablancas: Vocals
Nick Valensi, Albert Hammond Jr.: Guitar
Fab Moretti: Drums
Nikolai Fraiture: Bass
Biografia:
Formada na cidade de Nova Iorque, NY, EUA, em 1999, a Strokes, até o final do ano seguinte, estava sendo alardeada como a banda roqueira mais importante do novo milênio e saudada como a reencarnação da Velvet Underground. Outros críticos, menos indulgentes, definiram-na como um grupo de garotos mimados executando um pálido pastiche das grandes bandas guitarreiras.
Julian Casablancas (nascido no dia 23 de agosto de 1978, nos Estados Unidos; vocais), Nick Valensi (nascido no dia 16 de janeiro de 1981, em Nova Iorque, EUA; guitarra) e Fabrizio Moretti (nascido no dia 2 de junho de 1980, no Rio de Janeiro, Brasil; bateria) começaram a tocar juntos no proeminente colégio Dwight, em Manhattan. Casablancas frequentou depois o colégio interno suíço Le Rosey, onde conheceu Albert Hammond Jr. (nascido no dia 9 de abril de 1979, nos Estados Unidos; guitarra), filho do cantor e compositor Albert Hammond. Os dois se encontraram novamente no final da década de 90, quando Hammond veio para Nova York para estudar na escola de artes Tisch. Casablancas e Hammond passaram a dividir a mesma casa e uniram-se ao restante da Strokes: Valensi, Moretti e Nikolai Fraiture (nascido no dia 13 de novembro de 1978, em Nova Iorque, NI, EUA; baixo), este um amigo de longa data de Casablancas.
Todos os cinco eram universitários, mas foram logo seduzidos pela expectativa da fama. O grupo estreou ao vivo no The Spiral, em Nova Iorque, no dia 14 de setembro de 1999, e rapidamente conceituou-se no cenário das casas noturnas de East Side, em Manhattan. A partir de uma demo da banda que caiu em suas mãos, a gravadora inglesa Rough Trade Records soltou, em janeiro de 2001, o EP "Modern Age", com três faixas. Seguiu-se uma disputa das grandes gravadoras americanas para lançar a Strokes nos Estados Unidos, tendo como vencedora a RCA Records. O primeiro disco longo da banda, "Is This It", de 2001, recebeu entusiástica acolhida da imprensa mundial, mesmo desfalcado, na versão americana, da música "New York City Cops", em decorrência da repercussão dos ataques ao World Trade Center, em Nova Iorque. O vídeo com o single "Last Nite", dirigido por Roman Coppola, filho do cineasta Francis Ford Coppola, mereceu bastante divulgação nos canais musicais. E outros vídeos com músicas do mesmo álbum também foram dirigidos por Roman Coppola.
Embora situando-se um pouco acima da soma das suas influências, a vibração e a exuberância juvenil dos membros da banda garantiram-lhe um status icônico após o lançamento de "Is This It". O grupo excursionou abundantemente, raramente ficava de fora das manchetes e se relacionava com uma quantidade tão grande de celebridades a ponto de quase ofuscar sua atividade musical. A volta ao estúdio aconteceu em 2002, com o famoso produtor Nigel Godrich, mas as gravações daí resultantes foram descartadas, e o produtor Gordon Raphael, de "Is This It", ficou encarregado de dar continuidade aos trabalhos. O tão aguardado "Room On Fire" saiu em outubro de 2003, porém, como também parecia quase inevitável, não conseguiu fazer jus às expectativas.
Embora adotando praticamente a mesma fórmula praticada em "Is This It", as novas canções careciam da centelha melódica e da intensidade do material anterior. Mesmo assim, a banda continuou a rechear as colunas dos periódicos, e sua turnê em 2003 e 2004 atraiu multidões.
Em setembro de 2005, o novo single "Juicebox" vazou na internet. E o terceiro álbum, "First Impressions Of Earth", surgiu no início de 2006. Já o disco solo de Hammond, editado em outubro de 2006, foi recebido com críticas altamente favoráveis
FORMADA NA FLÓRIDA EM 1969, A BANDA AFTER ALL SURGIU COMO UM PROJETO ÚNICO, REUNINDO MÚSICOS EXPERIENTES COM INFLUÊNCIAS DE JAZZ, BLUES E R&B, QUE SE UNIRAM À ESCRITORA DE POESIAS LINDA HARGROVE PARA CRIAR UM AMBICIOSO ÁLBUM DE PSICODELIA E ROCK PROGRESSIVO!!
O DISCO HOMÔNIMO É UMA FUSÃO ÚNICA DE SONS DA ÉPOCA, MARCADO POR UM HAMMOND ORGAN DOMINANTE, GUITARRAS EXPLORATÓRIAS E UMA BATERIA EXPLOSIVA, CRIANDO UMA ATMOSFERA DE TENSÃO E MISTICISMO, REMINISCENTES DE BANDAS COMO THE DOORS E FREEBORNE!!
A FAIXA DE ABERTURA, "INTANGIBLE SHE", É CERTAMENTE O VENENO ALTO DO ÁLBUM, MISTURANDO JAZZ-ROCK E PROGRESSIVO DE FORMA IMPECÁVEL!! DEPOIS VEM "BLUE SATIN", A HISTÓRIA DE UM HOMEM QUE ROUBA A INOCÊNCIA DE UMA JOVEM E DEPOIS É ATORMENTADO PELO QUE FEZ!! É INCRÍVEL QUE UMA MULHER TENHA ESCRITO ESSAS LETRAS, QUE REALMENTE CAPTURAM UMA PSIQUE MASCULINA!! LINDA HARGROVE ERA O KEITH RICHARDS DA BANDA, E SUAS PALAVRAS ELEVAM ESSAS MÚSICAS DE SIMPLES FAIXAS PSICODÉLICAS/PROGRESSIVAS PARA ALGO REALMENTE ESPECIAL!! É UM SOM QUE ENTRA NA TUA CABEÇA E NÃO SAI MAIS!!
EMBORA O ÁLBUM SEJA NOTÁVEL POR SUA SONORIDADE INOVADORA E PELA ATUAÇÃO IMPRESSIONANTE DO BAIXISTA BILL MOON, QUE DÁ UM TOQUE MELÓDICO QUASE DE GUITARRA, O DISCO NÃO SE MANTÉM TÃO CONSISTENTE DO COMEÇO AO FIM, COM A PRIMEIRA METADE SENDO ESPECIALMENTE MAIS INTERESSANTE!! MESMO ASSIM, AFTER ALL SE DESTACA COMO UMA OBRA QUE COMBINA PSICODELIA, JAZZ E PROG DE MANEIRA INUSITADA, RESULTANDO EM UM VENENASSO OBSCURO DO FINAL DOS ANOS 60, REDESCOBERTO EM REEDIÇÕES RECENTES COM SOM REMASTERIZADO E ARTE ORIGINAL!!
BLUES COM TOQUES DE FUNK E AROMAS DA PSICODELIA!! LANÇADO LÁ EM 1968, ESSE LP É UMA VERDADEIRA SALADA APIMENTADA COM BLUES, PITADAS DE SOUL E UM TEMPERO BEAT/FUNK BEM LEGAL!! NÃO É SÓ MAIS UM DISCO PERDIDO DOS ANOS 60!! É UM VENENO QUE ESCAPOU DOS RADARES, MESMO TENDO SIDO PRODUZIDO PELO LENDÁRIO TOM WILSON, O MESMO CARA POR TRÁS DE NOMES COMO FRATERNITY OF MAN E WILL WIND, QUANDO ABRIU SUA RASPUTIN PRODUCTIONS!!
A BANDA, QUE NUNCA MAIS DEU AS CARAS E CAIU DIRETO NO BURACO NEGRO DAS BANDAS DE UM DISCO SÓ, TEM UMA SONORIDADE QUE POR VEZES LEMBRA ERIC BURDON & THE ANIMALS, COM VOCAIS FORTES E UMA LEVADA GROOVADA QUE FLERTA COM SOUL MOD, MAS SEM ABANDONAR AQUELE PEZÃO NO BLUES COM TOQUES PSICODÉLICOS!! OS ARRANJOS SÃO TODOS ORIGINAIS E A FORMAÇÃO CLÁSSICA — GUITARRA, ÓRGÃO, BAIXO E BATERIA!! SEGURA A BRONCA COM MUITO SUINGUE!!
DESTAQUES? TEM SIM, E VÁRIOS! A FAIXA "GIVE IN" É PURO BEAT ROCK COM GUITARRAS CORTANTES, ÓRGÃO PEGAJOSO E UMA BATERIA QUE TE ARRASTA PRO SALÃO A-GO-GO!! JÁ "HIPPIE CHICK" TEM UM CLIMA UMA PEGADA SÓLIDA E MARCANTE!! "DUSTCRACKS, BUGS AND ROACHES", É INVENTIVA, CHEIA DE ALMA, E AINDA TEM ESPAÇO PRA ZOEIRA COM "NOSEY, NOSEY PEOPLE", UMA DAQUELAS FAIXAS QUE TE PEGA DE SURPRESA COM IRREVERÊNCIA E GROOVE!!
CLARO, NEM TUDO SÃO FLORES!! O LADO B ESCORREGA EM UMAS FAIXAS MEIO BOBINHAS, MAS NO GERAL, O ÁLBUM SE MANTÉM FIRME E INTERESSANTE!! PRA QUEM CURTE OBSCURIDADES QUE CRUZAM CAMINHOS ENTRE O BLUES ROCK, FUNK, SOUL E BEAT, ESSE É UM PRATO CHEIO!! UM VERDADEIRO VENENO SONORO PRA QUEM SABE ESCUTAR ALÉM DO ÓBVIO!!
Poucos guitarristas mantiveram por tanto tempo seu auge criativo como Zakk Wylde.
Da impressionante estreia com Ozzy Osbourne no disco No Rest For The Wicked, quando tinha apenas 21 anos, às performances cheias de energia protagonizadas no OzzFest, quando tocou com o Black Label Society e, em seguida, com a banda de Ozzy no encerramento, Jeffrey Phillip Wielandt (sim, esse é o nome dele) nunca deixou de dar o máximo de si.
Ele não se contenta com resultados medianos, não se acomoda jamais. É praticamente o Chuck Norris do rock. E o resultado desse empenho todo é a debilidade de sua saúde, pois o músico seguidamente passa por sérios problemas que o tiram de cena para tratamento.
Dono de uma técnica furiosa e de um senso melódico invejável, esse já senhor de New Jersey nunca escondeu ser fã incondicional de southern rock. Chegou a tocar guitarra com os Allman Brothers em uma apresentação em 1993. Gravou um disco de southern metal (ou chamem como quiserem o Pride & Glory) e, em todas as suas obras, acrescenta algum elemento do estilo. Isso começou a aparecer com aquele slide magnífico de No More Tears. Suas músicas intercalam lirismo com violência de maneira absolutamente genial, e isso é indiscutível.
No Black Label Society o músico assumiu sua posição de band leader (que não podia exercer na banda de Ozzy por motivos óbvios) e segurou, na maioria das vezes sozinho, os vocais e os instrumentos das gravações de estúdio. Ao vivo, porém, ele sempre pôde contar com o fiel Nick Catanese, que sabe como ninguém completar as pirotecnias de Wylde.
The Song Remains Not The Same é o ultimo lançamento da Black Label Society. Disco que Wylde alega não ser official. Nas palavras do próprio: "we just wanted to put something cool out there”. Mas o resultado é maior que isso. Gravado com a banda toda no estúdio, o play é mais um daqueles trabalhos em que o violão e o piano são enfatizados e os solos de guitarra pipocam por todo lado. Os vocais, que nunca me agradaram plenamente, estão cheios de gás.
A bolacha (sou do tempo da bolacha sim, e daí?) abre com Overlord. Um clima que o Alice in Chains explorou bastante em Jar of Flies mas que, aqui, apareceu com um groove maior, mais coeso. São quatro músicas do disco Order Of The Black rearranjadas para o formato.
A cover do Black Sabbath é Junior’s Eyes. Uma música pouco conhecida do disco Never Say Die que ficou fortíssima. Vocais dobrados em quintas e oitavas demonstram que Zakk deixou para trás os tempos em que, como vocalista, era um ótimo guitarrista. O pianão leva o fundo para o coro de vozes deitar e rolar em cima. Difícil descrever mais dessa maravilha. Ouça!
Crosby Stills Nash and Youg contribuem com Helpless. Clássico absoluto do álbum Deja vu, ficou excelente sem a voz de taquara rachada de Neil Young. Zakk deu vida nova a uma canção simples de três acordes. E poucos gênios conseguem fazer isso, como, por exemplo, Hendrix fizera com All Along The Watchtower, de Dylan.
Agora, quer ter um espasmo orgásmico? Ouça a versão para Bridge Over Troubled Water, de Simon e Garfunkel. Zakk faz os vocais de Simon e os de Garfunkel em overdub. O cara está passando por uma fase singular, definitivamente. Nem em Book of Shadows ele conseguira tamanha inspiração para compor arranjos.
John Rich, estrela da música country norte americana, participa de Darkest Days. A impressão que dá é que se está a escutar um disco dos Eagles. E isso é bom.
Wylde prestou sua homenagem às suas fontes de inspiração de forma magistral. Saiu do óbvio e escolheu a dedo o repertório. Quem não conhece as originais, que procure se interar para perceber que Midas, apesar de ter morrido de fome, tinha um toque especial.
E esse toque especial de Zakk Wylde pode ser sentido durante todo o play. Mais uma obra genial dessa figura incansável.
Track List
01. Overlord (Unplugged version) 02. Parade Of The Dead (Unplugged version) 03. Riders Of The Damned (Unplugged version)
04. Darkest Days (Unplugged version) 05. Juniors Eyes 06. Helpless 07. Bridge Over Troubled Water 08. Can't Find My Way Home 09. Darkest Days (featuring John Rich) 10. The First Noel
Zakk Wylde (guitarras, piano e vocais) Nick Catanese (guitarras) John “JD” DeServio (baixo) Johnny Kelly (bateria)
Peo Pettersson - lead vocals, keyboards, electric and acoustic guitars Morgan Blomquist - electric guitars, backing vocals Niclas Ericsson - electric bass, backing vocals Michael Phetrus Alexandersen - drums, percussion, backing vocals
Tracklist:
01. Increasing Action 02. Forced Into Darkness 03. Never Ending Love 04. The Savage Ramblers
Johnny Gioeli - lead and backing vocals Axel Rudi Pell - lead, rhythm and acoustic Guitars Ferdy Doernberg - keyboards Volker Krawczak - bass Mike Terrana - drums
entre o lançamento dos álbuns " Witch Hammer " e " Witch Hunter ".
Foi encomendada pela companhia Vis a Vis como trilha sonora para uma obra de dança contemporânea.
A obra examina a relação do homem com a tecnologia e foi apresentada pela primeira vez em Canberra, Austrália, em outubro de 1994. Embora ainda seja um mundo exuberante e evocativo, as paisagens melancólicas características de Verhagen são ampliadas nesta versão.
Com ambient techno e grooves minimalistas de IDM, criando uma rica e dinâmica mistura de drama e intriga. Lançado por sua própria gravadora, Dorobo .