segunda-feira, 24 de agosto de 2026

Mike Bloomfield - Live At The Old Waldorf (1998)

 


 01.Blues Medley: Sweet Little Angel - Jelly Jelly
 02.Feel So Bad
 04.The Sky Is Cryin'
 05.Dancin' Fool
 07.Farther Up The Road
 08.Your Friends
 09.Bye, Bye
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Bloomfield: O Blues Explosivo do Old Waldorf
Mike Bloomfield, outrora estrela do Bob Dylan em Highway 61 Revisited e da Paul Butterfield Blues Band, ressurgindo das cinzas em 1976-77 no icônico Old Waldorf, na agitada Baía de São Francisco. Live At The Old Waldorf (1998, Columbia), gravado ao vivo, captura esse renascimento bluesy com fúria e alma, misturando riffs desgarradores em sua Les Paul a um backing band de elite: Nick Gravenites nas segundas vozes e guitarra, Barry Goldberg no Hammond orgânico, e uma seção rítmica afiada com George Rains e Bob Jones.
O medley inicial de "Sweet Little Angel/Jelly Jelly" (7 minutos de puro êxtase, gravado no Record Plant em 1974 e "emprestado" aqui), "Bad Luck Baby" com Gravenites brilhando, e o lamento fúnebre de "Buried Alive In The Blues". O som é cru, veemente, com harmônica de Mark Adams cortando como navalha – um blues elétrico que transcende dogmas, influenciando gerações.
As fitas, guardadas a sete chaves pelo produtor Norman Dayron (o mesmo de Father and Son de Muddy Waters), só viram luz 17 anos após a morte prematura de Bloomfield em 1981, por overdose. Esse show marcou o comeback de um viciado em declínio, provando que o blues salva almas.


 

B.B. King - There Is Always One More Time 1991

 

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B.B. King: O Rei do Blues Brilha em There Is Always One More Time – Clássico com Toque dos Anos 90!
There Is Always One More Time, o álbum de 1991 de B.B. King pela Reprise Records, uma ponte ousada entre o blues raiz e a produção polida dos anos 90. Com um som soul-blues contemporâneo, impulsionado por teclados suaves e ritmos precisos, o disco conta com uma banda de elite: Joe Sample no piano (co-produtor e co-compositor), Neal Larsen nos teclados, o lendário baterista Jim Keltner, baixista Freddie Washington, guitarristas Michael Landau e Arthur Adams, e percussão de Lenny Castro – um time que eleva o groove sem ofuscar o mestre.
As faixas cativantes "The Blues Come Over Me" e "The Lowdown" capturam a alma blues de King com vocais roucos e riffs icônicos, enquanto "Mean and Evil" e "Something Up My Sleeve" injetam swing irresistível. O título-track é o ápice: 8 minutos de solo lendário na Lucille, puro fogo! B.B. gravou vocais primeiro e sobrepôs a guitarra depois, adaptando-se ao estúdio moderno – um processo que, apesar de desafiador, preservou sua essência crua. No contexto do revival blues pós-80s, com colaborações como as de Will Jennings (de Steve Winwood), é um testamento à imortalidade de King.

The Crusaders – Chain Reaction (1975)

 

 

SIDE ONE

01. Creole – 03:27

02. Chain Reaction – 05:38

03. I Felt The Love – 02:29

04. Mellow Out – 02:46

05. Rainbow Visions – 06:18


SIDE TWO

06. Hallucinate – 05:10

07. Give It Up – 02:57

08. Hot’s It – 03:52

09. Sugar Cane – 02:33

10. Soul Caravan – 05:32

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Chain Reaction: O Groove Fusion dos Anos 70 dos Crusaders!
Chain Reaction (1975), agora remasterizado pela MFSL em 1979 para um som impecável e pulsante! Os Crusaders entregam um fusion acessível e groovy, misturando funk, soul e ritmos jazzísticos em composições memoráveis que fluem como uma jam coletiva irresistível.
"Chain Reaction" explode com riffs afiados de Larry Carlton na guitarra, "Creole" brilha com o sax fumegante de Wilton Felder, e "Rainbow Visions" hipnotiza nos teclados Fender Rhodes de Joe Sample. Wayne Henderson prova o poder do trombone no fusion, enquanto Stix Hooper segura o pulso funky, e Felder ainda arrasa no baixo.
Gravado no icônico Wally Heider Studios, em Hollywood, o álbum surgiu de sessões colaborativas onde a banda compôs faixas como "Soul Caravan" coletivamente, capturando sua química de palco. No contexto histórico, foi um hit que levou fãs de rock e soul ao jazz, dominando as paradas de jazz nos EUA em 1975.


 

Ozzy Osbourne - Ordinary Man (2020)

 


01. Straight To Hell (3:46)
02. All My Life (4:18)
03. Goodbye (5:34)
04. Ordinary Man (5:02)
05. Under The Graveyard (4:57)
06. Eat Me (4:19)
07. Today Is The End (4:06)
08. Scary Little Green Men (4:21)
09. Holy For Tonight (4:52)
10. It's A Raid (4:21)
11. Take What You Want (3:50)
12. Darkside Blues (Japanese Bonus Track) (1:48)
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Ordinary Man, o Rugido de Ozzy em 2020
Órfão de estúdio por uma década, Ozzy Osbourne volta com Ordinary Man (2020), um petardo de heavy metal clássico infundido com hard rock moderno e toques de soul sombrio – pense em riffs pesados que dialogam com batidas eletrônicas sutis, tudo envolto na voz rouca e inconfundível do Madman. É um álbum de renascimento, cru e catártico, perfeito para fãs que cresceram com Blizzard of Ozz e agora veem o ícone envelhecido, mas feroz.
"Straight to Hell", com o solo flamejante de Slash; "Take What You Want", um trap-metal explosivo com Post Malone e Travis Scott; e o épico "Ordinary Man", dueto com Elton John que chora vulnerabilidade sobre um piano grandioso. A backing band é de elite: Andrew Watt na guitarra e produção afiada, Duff McKagan (Guns N' Roses) no baixo pulsante e Chad Smith (Red Hot Chili Peppers) na bateria trovejante.
Gravado em sessões íntimas na casa de Ozzy em 2019, entre internações por Parkinson, o disco nasceu de jams espontâneas que capturaram sua essência frágil – Watt compôs a maioria das faixas ali mesmo, como terapia. No contexto histórico, lançado no auge da pandemia, ele simboliza resiliência: o primeiro #1 de Ozzy no Reino Unido em 40 anos.