Em que os lordes da morte canadenses Kataklysm mergulham de cabeça em sua própria versão distorcida do melodeath. Explosões intensas; riffs com tremolo que às vezes soam escurecidos; vocais roucos e gritados que podem ser um problema para alguns ouvintes; alguns momentos de core gutural; e um conceito abrangente envolvendo invasores demoníacos/alienígenas provocando o fim do mundo, que explora a ansiedade da virada do milênio de forma surpreendentemente eficaz ("1999! 6661! Virada do milênio! O fim está chegando!")
Falando em favoritos antigos e duvidosos : comecei a curtir Kataklysm aos 17 anos, por causa de um cara um pouco mais velho, um hesher, com quem eu costumava sair, que achou inaceitável que eu gostasse de Darkest Hour, então me fez ouvir "Astral Empire"; isso não me convenceu a parar de gostar de Darkest Hour (ainda gosto, pode acreditar), mas eu curti. Depois, quando baixei o resto de The Prophecy pelo Napster, também adorei, e ouvi 400 vezes enquanto fumava bonghits no meu quarto. Então, apesar de ser um dos discos menos curtidos do Kataklysm, é o meu favorito. Além disso, "The Renaissance" é um dos meus encerramentos de álbum favoritos de todos os tempos — aquela parada quase-d-beat me dá vontade de dar um soco no saco de um demônio alienígena.
Track listing:
1. 1999:6661:2000
2. Manifestation
3. Stormland
4. Breeding the Everlasting
5. Laments of Fear and Despair
6. Astral Empire
7. Gateway to Extinction
8. Machiavellian
9. The Renaissance

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