quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026
OPHIUCUS - Crossover Prog • France
Head Over Heels - Head Over Heels (1971)
Primeiro e unico album desse power-trio de Michigan. Lançado em 1971, seu disco debut destila um grande hard rock pesado com influencias do Led Zeppelin. A terceira faixa do disco "Red Rooster" é uma cover de Wilie Dixon.
01 Road Runner
02 Right Away
03 Red Rooster ( versão de wilie dixon)
04 Children Of The Mist
05 Question
06 Tired And Blue Land
07 In My Woman
08 Circles
Paul Frank - guitarras, vocal
Michael Urso - baixo, vocal
John Bredeau - bateria
01 Road Runner
02 Right Away
03 Red Rooster ( versão de wilie dixon)
04 Children Of The Mist
05 Question
06 Tired And Blue Land
07 In My Woman
08 Circles
Paul Frank - guitarras, vocal
Michael Urso - baixo, vocal
John Bredeau - bateria
King Crimson - In The Court Of The Crimson King (1969 )
King Crimson é um grupo musical inglês formado pelo guitarrista Robert Fripp e pelo baterista Michael Giles em 1969. O estilo musical da banda costuma ser categorizado como rock progressivo, mas a sua sonoridade carrega vários estilos, como jazz, música erudita, new wave, heavy metal e folk.
O nome King Crimson foi sugerido por Peter Sinfield, sendo uma alusão a Belzebu, princípe dos demónios. De acordo com Fripp, Belzebu seria uma forma ocidentalizada da frase árabe "B'il Sabab.", significando "o homem com um objetivo", apesar de muitos sugerirem que a palavra vêm do hebraíco Ba'al-z'bub, "senhor das moscas".
Uma parte considerável da história dos Crimson consiste nas várias mudanças que foram ocorrendo na banda ao longo dos anos, sendo Robert Fripp o único elemento consistente do grupo, embora ele diga que não se considera o líder, e que para ele os King Crimson são “uma forma de fazer coisas”, e a consistência musical que tem persistido ao longo da história da banda, apesar da rotação dos seus membros, demonstra bem este ponto de vista.
"A capa diz tudo: um ser humano aterrorizado.
Apavorado, provavelmente, com o futuro, tanto seu quanto da humanidade.
Era a intenção do King Crimson, que queria passar tanto nas letras de Peter Sinfield quanto na musicalidade de Robert Fripp o futuro que os esperava.
O ano era 1969, o disco In The Court Of The Crimson King.
Cinco músicas.
Pode até paracer pouco, mas é o suficiente para deixar sua marca entre os melhores discos progressivo de todos os tempos.
21st Century Schizoid Man:
Caótica, frequentemente descrita como: ''a trilha sonora que o mundo ouviria no seu apocalipse''.
Completamente louca.
Com uma letra visivelmente visando um futuro conturbado e violento: ''...Blood rack barbed wire Politicians funeral pyre Innocentes raped with nalpam fire Twenty fist century schizoid man..''.
King Crimson soube muito bem interpretar a letra de Peter Sinfield, musicalmente falando. São 07:21 de pura doidera e genialidade.
Destaque para a voz completamente irreconhecível de Greg Lake.
I Talk To The Wind:
Uma balada das mais lindas.
A letra, mais uma vez, disseca o ser humano e seu maior medo: a solidão.
Também visa a humanidade: ''I'm on the outside looking inside What do I see? Much confusion, desolution All around me''. Belíssima.
Destaque para a flauta de Ian McDonald.
Epitaph:
A mais depressiva do disco ( aliás, o disco inteiro é depressivo. Tanto que chegam a falar que: é o disco ideal para que está ''preparando a cordinha'' e o suicida sempre deixa ''Epitaph'' para o final ).
Também é a música que Greg Lake canta melhor.
A voz dele aqui, se transforma.
Talvez a única música da carreira do Lake em que a voz dele está teatral, maligna, a là Peter Hammill.
Sinfield aqui, mostra toda a sua vertente de grande letrista que é.
Poderosíssima, a letra. Não merece ser ''retalhada'' aqui.
Leia na íntegra que é melhor.
Moonchild:
Praticamente unânime entre os fãs como: ''inescutável''. Só os primeiros 2 minutos valem a pena.
A própria banda detesta a música.
Segundo eles, já tinham gravado todo o disco e ainda faltava preencher espaço.
Então, fizeram qualquer coisa.
Eu, o próprio resenhista aqui, SEMPRE pulo essa faixa.
Mas para fazer a a resenha, achei melhor escutar a música inteira ( coisa que nunca tinha feito, só tinha escutado até a metade e desisti, de tão ruim ).
Para os leitores, vem a pergunta: ''Porque é tão odiada?''
Resposta: é experimental demais. Se fosse experimental com sentido, tudo bem, mas...
Incrivelmente, é a maior música do álbum, com 12:15
In The Court Of The Crimson King:
A mais sinfônica do disco.
Excelente.
Com coral e tudo.
A letra é sobre a corte Rei Carmesin.
Quando você ouvir e achar que a música acabou, fique mais uns segundos ouvindo que você verá que tudo volta.
Fecha o disco com chave de ouro."
1. 21st Century Schizoid Man* (7:21)
2. I Talk To The Wind (6:05)
3. Epitaph (8:47)
4. Moonchild (12:13)
5. The Court Of The Crimson King* (9:25)
- Robert Fripp (Guitarra)
- Ian McDonald (Flauta, trompeta, teclados, mellotron, voz -acompanhamento-)
- Greg Lake (Voz -principal-, bajo)
- Michael Giles (Bateria, percussão, voz - acompanhamento-)
– Peter Sinfield (Letras)
O nome King Crimson foi sugerido por Peter Sinfield, sendo uma alusão a Belzebu, princípe dos demónios. De acordo com Fripp, Belzebu seria uma forma ocidentalizada da frase árabe "B'il Sabab.", significando "o homem com um objetivo", apesar de muitos sugerirem que a palavra vêm do hebraíco Ba'al-z'bub, "senhor das moscas".
Uma parte considerável da história dos Crimson consiste nas várias mudanças que foram ocorrendo na banda ao longo dos anos, sendo Robert Fripp o único elemento consistente do grupo, embora ele diga que não se considera o líder, e que para ele os King Crimson são “uma forma de fazer coisas”, e a consistência musical que tem persistido ao longo da história da banda, apesar da rotação dos seus membros, demonstra bem este ponto de vista.
"A capa diz tudo: um ser humano aterrorizado.Apavorado, provavelmente, com o futuro, tanto seu quanto da humanidade.
Era a intenção do King Crimson, que queria passar tanto nas letras de Peter Sinfield quanto na musicalidade de Robert Fripp o futuro que os esperava.
O ano era 1969, o disco In The Court Of The Crimson King.
Cinco músicas.
Pode até paracer pouco, mas é o suficiente para deixar sua marca entre os melhores discos progressivo de todos os tempos.
21st Century Schizoid Man:
Caótica, frequentemente descrita como: ''a trilha sonora que o mundo ouviria no seu apocalipse''.
Completamente louca.
Com uma letra visivelmente visando um futuro conturbado e violento: ''...Blood rack barbed wire Politicians funeral pyre Innocentes raped with nalpam fire Twenty fist century schizoid man..''.
King Crimson soube muito bem interpretar a letra de Peter Sinfield, musicalmente falando. São 07:21 de pura doidera e genialidade.
Destaque para a voz completamente irreconhecível de Greg Lake.
I Talk To The Wind:
Uma balada das mais lindas.
A letra, mais uma vez, disseca o ser humano e seu maior medo: a solidão.
Também visa a humanidade: ''I'm on the outside looking inside What do I see? Much confusion, desolution All around me''. Belíssima.
Destaque para a flauta de Ian McDonald.
Epitaph:
A mais depressiva do disco ( aliás, o disco inteiro é depressivo. Tanto que chegam a falar que: é o disco ideal para que está ''preparando a cordinha'' e o suicida sempre deixa ''Epitaph'' para o final ).
Também é a música que Greg Lake canta melhor.
A voz dele aqui, se transforma.
Talvez a única música da carreira do Lake em que a voz dele está teatral, maligna, a là Peter Hammill.
Sinfield aqui, mostra toda a sua vertente de grande letrista que é.
Poderosíssima, a letra. Não merece ser ''retalhada'' aqui.
Leia na íntegra que é melhor.
Moonchild:
Praticamente unânime entre os fãs como: ''inescutável''. Só os primeiros 2 minutos valem a pena.
A própria banda detesta a música.
Segundo eles, já tinham gravado todo o disco e ainda faltava preencher espaço.
Então, fizeram qualquer coisa.
Eu, o próprio resenhista aqui, SEMPRE pulo essa faixa.
Mas para fazer a a resenha, achei melhor escutar a música inteira ( coisa que nunca tinha feito, só tinha escutado até a metade e desisti, de tão ruim ).
Para os leitores, vem a pergunta: ''Porque é tão odiada?''
Resposta: é experimental demais. Se fosse experimental com sentido, tudo bem, mas...
Incrivelmente, é a maior música do álbum, com 12:15
In The Court Of The Crimson King:
A mais sinfônica do disco.
Excelente.
Com coral e tudo.
A letra é sobre a corte Rei Carmesin.
Quando você ouvir e achar que a música acabou, fique mais uns segundos ouvindo que você verá que tudo volta.
Fecha o disco com chave de ouro."
1. 21st Century Schizoid Man* (7:21)
2. I Talk To The Wind (6:05)
3. Epitaph (8:47)
4. Moonchild (12:13)
5. The Court Of The Crimson King* (9:25)
- Robert Fripp (Guitarra)
- Ian McDonald (Flauta, trompeta, teclados, mellotron, voz -acompanhamento-)
- Greg Lake (Voz -principal-, bajo)
- Michael Giles (Bateria, percussão, voz - acompanhamento-)
– Peter Sinfield (Letras)
King Crimson - In the Wake of Poseidon (1970)
Esse disco tem a adição de Mel Collins na flauta e saxofone, Keith Tipett no piano, Peter Giles (irmão de Michael) no baixo e a participação de Gordon Haskell nos vocais de Cadence And Cascade. In The Wake Of Poseidon tambem marca a saida de Greg Lake para o seu novo grupo o ELP, e tambem a saida dos irmãos Giles.
""Peace - a beginning" - gravada em tres seções, foi elaborada sob o efeito na época em relação da guerra do Vietnã e logo no primeiro verso já associa o elemento água confome esclarecido anteriormente; esta primeira parte é a menor do trabalho com um pouco mais de 30 segundos, muito calma com Lake soando no vocal bem baixinho e aos poucos vai graduando no fim com acordes de violão para dar entrada a próxima
"Pictures of a city" - com um pouco mais de 8 minutos de duração, é uma faixa bem tipicamente jazzistica que soa um tanto como na "21st century schizoid man" do album anterior tanto o vocal e os instrumentos tocados. Mas essa faixa já havia sido apresentada nos concertos ao vivo em 1.969 com o nome "A man, a city" e pode ser escutada no album ao vivo "Epitaph" (1.997), no caso a de estúdio sai bem melhor do que ao vivo. Detalhe: a banda italiana Premiata Forneria Marconi também fazia "cover" da mesma época em que eles estavam tambem estreando no cenário de rp. Dá se a uma introdução razoavelmente barulhenta com bateria, guitarra, baixo e saxofone que este por sinal é a vedete principal nos 3 refrões da música. Quando Lake inicia o vocal a guitarra fica bem agressiva a medida que ele vai citando os versos e quando conclui um refrão a guitarra vai ficando em tom crescente. Na parte instrumental que tem momentos progressivos e jazzisticos percebe-se o virtuosismo de Fripp na parte que contem a "correria" de arranjos e fica calma repentinamente por um tempo dando uma impressão que a faixa termina mas vai lentamente ficando crescente o tema antes deles entrarem no último refrão.
"Cadence and cascade" - é a única faixa que Lake não faz o vocal e o convidado é o amigo de Fripp, Gordon Haskell, que faz com uma sonoridade muito suave ao longo de toda a faixa que de fato é uma música calma, está ao mesmo nível de "I talk to the wind" do album anterior. Inicia sob as dedilhadas de um violão e Haskell citando de início o nome da faixa e acompanha o violão de Fripp quando termina o refrão observa-se um delicado piano de Tippett nos dois refrões. No tema do meio que continua calmo surge a flauta de Collins também suave até aguardar de volta o vocal de Haskell que então finaliza a faixa. Detalhe: a mesma melodia desta faixa pode ser ouvida em "Flight of the Ibis" do album McDonald and Giles (1.970) que citam que foi criada no ano de 1.969 em nota. Pura coincidência?
"In the wake of Poseidon" - aqui nesta faixa com pouco mais de 8 minutos de duração é que o King Crimson faz praticamente a associação das "12 caricaturas" nos versos da música citando um por um e do elemento água que está presente na letra juntamente com mais os outros 3 elementos (terra, fogo e ar). Interessante que retrata sobre a insinuação de um naufrágio, e o Van der Graaf Generator outra banda do cenário rp, um ano depois no album "Pawn hearts" (1.971) apresenta na gigantesca faixa "A plague lighthouse keepers" a situação semelhante também sobre um naufrágio, mas ai no caso é outra situação. O melotron é o instrumento que "carimba" a música, muito forte a presença e sendo executado por Fripp e além do violão acústico que também toca !!! Nos 3 refrões Lake demonstra a dramatização das letras com uma eficácia estupenda e Giles ainda mostra o peso de sua percussão muito bem sincronizada com relação aos demais instrumentos. No tema final após os versos vai sendo repetido os arranjos tornando-se crescente e posteriormente decrescente no meio a um coro de vocais que lembra um momento da faixa "In the court of the Crimson King", do album anterior. A mesma melodia de coro também lembra por incrivel que pareça no hit "Lucky man" do ELP no album de estréia. A faixa lembra bem o estilo "Epitaph" e até aqui já na metade do album, será que existe alguma dúvida de que o trabalho não é tão semelhante quanto ao anterior, mesmo com reforço de Fripp com seus colegas?
"Peace - a theme" - é a segunda parte daquela faixa que fez a abertura do trabalho aqui só é executado o violão de Fripp tem um pouco mais de 1 minuto de duração
"Cat food" - como todas as faixas são de autoria de Fripp e Sinfield, é a única que McDonald tem participação da elaboração. Meio jazzistica, com entrada de um baixo e a tranquilidade da bateria aguardando o vocal de Lake que quando termina as letras de um refrão repete numa forma em coro "Cat food". O piano de Tippett faz uns arranjos meio malucos, sinal do presente jazz em questão com vária arpejadas de guitarra-violão, risadas lembra inclusive a "Indoor games" do Lizard (1.971), mas gravada posteriormente depois deste trabalho.
"The Devil´s Triangle" - essa faixa já é um tanto polêmica porque no caso é semelhante até em exagero com a "Mars, the bringer of war" do classiscista Gustav Holst, da obra "Os planetas" de 1.915 e Fripp não creditou ao compositor no caso, o que acabou tornando uma faixa não autorizada. Tanto que no album ao vivo "Epitaph" o King Crimson executa essa mesma trilha mas sob o nome "Mars" e ao crédito dos integrantes na época no ano de 1.969. Como a faixa está dividida em três partes numa delas McDonald também tem crédito e claro que a faixa foi "composta" por exclusivamente por Fripp inteiramente ao longo de seus quase 11:30 minutos de duração, sendo a maior portanto do album. Uma parte do trecho da faixa chegou a ser utilizada em um documentário retratando sobre o Triângulo das Bermudas e é óbvio que o elemento água está sendo retratado no tema em questão segundo as argumentações de Sinfield com relação ao trabalho como um todo e não um ataque de alienígenas como sugere no nome "Mars..." (Marte) e induz ao ouvinte imaginar tal situação conforme a faixa vai sendo tocada. A música inicia de uma forma calma que vai ficando crescente e crescente com sobre a presença do melotron em ritmo meio de bolero e aos poucos vai se observando efeitos sonoros feitos pelo piano e saxofone até que determinado momento ouve-se ruídos de ventanias que induz serem demônios (Ou o Triangulo das Bermudas?) quando fica pouco calma voltam os instrumentos que fazem a faixa ficar novamente crescente e o baixo fica tornando destaque junto do melotron e do saxofone escutando um barulho do piano/cravo de Tippett que aparenta estar perdido sem melodia para acompanhar, repentinamente ouve-se um curtissimo trecho da faixa "In the court of the Crimson King" do album anterior no refrão que cantam em forma de estilo coro, assim aos poucos finalizando a faixa.
"Peace - an end" - associa também o elemento água e é a seção final da faixa que inicia de abertura do album, mas no caso um pouquinho mais longa em forma de duração e claro que calma e muito suave encerrando o album "In the wake of Poseidon"."
1. Peace: A Beginning (0:49)
2. Pictures of a City (8:03)
3. Cadence and Cascade (4:27)
4. In the Wake of Poseidon (7:56)
5. Peace: A Theme (1:15)
6. Cat Food (4:54)
7. The Devil’s Triangle (11:39)
8. Peace: An End (1:53)
- Robert Fripp (Guitarra, mellotron)
- Greg Lake (Voz -principal-)
- Mel Collins (Flauta, saxofone)
- Michael Giles (Bateria)
- Peter Giles (Baixo)
- Keith Tippett (Piano)
- Gordon Haskell (Voz -principal- en track 3)
- Peter Sinfield (Letras)
""Peace - a beginning" - gravada em tres seções, foi elaborada sob o efeito na época em relação da guerra do Vietnã e logo no primeiro verso já associa o elemento água confome esclarecido anteriormente; esta primeira parte é a menor do trabalho com um pouco mais de 30 segundos, muito calma com Lake soando no vocal bem baixinho e aos poucos vai graduando no fim com acordes de violão para dar entrada a próxima
"Pictures of a city" - com um pouco mais de 8 minutos de duração, é uma faixa bem tipicamente jazzistica que soa um tanto como na "21st century schizoid man" do album anterior tanto o vocal e os instrumentos tocados. Mas essa faixa já havia sido apresentada nos concertos ao vivo em 1.969 com o nome "A man, a city" e pode ser escutada no album ao vivo "Epitaph" (1.997), no caso a de estúdio sai bem melhor do que ao vivo. Detalhe: a banda italiana Premiata Forneria Marconi também fazia "cover" da mesma época em que eles estavam tambem estreando no cenário de rp. Dá se a uma introdução razoavelmente barulhenta com bateria, guitarra, baixo e saxofone que este por sinal é a vedete principal nos 3 refrões da música. Quando Lake inicia o vocal a guitarra fica bem agressiva a medida que ele vai citando os versos e quando conclui um refrão a guitarra vai ficando em tom crescente. Na parte instrumental que tem momentos progressivos e jazzisticos percebe-se o virtuosismo de Fripp na parte que contem a "correria" de arranjos e fica calma repentinamente por um tempo dando uma impressão que a faixa termina mas vai lentamente ficando crescente o tema antes deles entrarem no último refrão.
"Cadence and cascade" - é a única faixa que Lake não faz o vocal e o convidado é o amigo de Fripp, Gordon Haskell, que faz com uma sonoridade muito suave ao longo de toda a faixa que de fato é uma música calma, está ao mesmo nível de "I talk to the wind" do album anterior. Inicia sob as dedilhadas de um violão e Haskell citando de início o nome da faixa e acompanha o violão de Fripp quando termina o refrão observa-se um delicado piano de Tippett nos dois refrões. No tema do meio que continua calmo surge a flauta de Collins também suave até aguardar de volta o vocal de Haskell que então finaliza a faixa. Detalhe: a mesma melodia desta faixa pode ser ouvida em "Flight of the Ibis" do album McDonald and Giles (1.970) que citam que foi criada no ano de 1.969 em nota. Pura coincidência?
"In the wake of Poseidon" - aqui nesta faixa com pouco mais de 8 minutos de duração é que o King Crimson faz praticamente a associação das "12 caricaturas" nos versos da música citando um por um e do elemento água que está presente na letra juntamente com mais os outros 3 elementos (terra, fogo e ar). Interessante que retrata sobre a insinuação de um naufrágio, e o Van der Graaf Generator outra banda do cenário rp, um ano depois no album "Pawn hearts" (1.971) apresenta na gigantesca faixa "A plague lighthouse keepers" a situação semelhante também sobre um naufrágio, mas ai no caso é outra situação. O melotron é o instrumento que "carimba" a música, muito forte a presença e sendo executado por Fripp e além do violão acústico que também toca !!! Nos 3 refrões Lake demonstra a dramatização das letras com uma eficácia estupenda e Giles ainda mostra o peso de sua percussão muito bem sincronizada com relação aos demais instrumentos. No tema final após os versos vai sendo repetido os arranjos tornando-se crescente e posteriormente decrescente no meio a um coro de vocais que lembra um momento da faixa "In the court of the Crimson King", do album anterior. A mesma melodia de coro também lembra por incrivel que pareça no hit "Lucky man" do ELP no album de estréia. A faixa lembra bem o estilo "Epitaph" e até aqui já na metade do album, será que existe alguma dúvida de que o trabalho não é tão semelhante quanto ao anterior, mesmo com reforço de Fripp com seus colegas?
"Peace - a theme" - é a segunda parte daquela faixa que fez a abertura do trabalho aqui só é executado o violão de Fripp tem um pouco mais de 1 minuto de duração
"Cat food" - como todas as faixas são de autoria de Fripp e Sinfield, é a única que McDonald tem participação da elaboração. Meio jazzistica, com entrada de um baixo e a tranquilidade da bateria aguardando o vocal de Lake que quando termina as letras de um refrão repete numa forma em coro "Cat food". O piano de Tippett faz uns arranjos meio malucos, sinal do presente jazz em questão com vária arpejadas de guitarra-violão, risadas lembra inclusive a "Indoor games" do Lizard (1.971), mas gravada posteriormente depois deste trabalho.
"The Devil´s Triangle" - essa faixa já é um tanto polêmica porque no caso é semelhante até em exagero com a "Mars, the bringer of war" do classiscista Gustav Holst, da obra "Os planetas" de 1.915 e Fripp não creditou ao compositor no caso, o que acabou tornando uma faixa não autorizada. Tanto que no album ao vivo "Epitaph" o King Crimson executa essa mesma trilha mas sob o nome "Mars" e ao crédito dos integrantes na época no ano de 1.969. Como a faixa está dividida em três partes numa delas McDonald também tem crédito e claro que a faixa foi "composta" por exclusivamente por Fripp inteiramente ao longo de seus quase 11:30 minutos de duração, sendo a maior portanto do album. Uma parte do trecho da faixa chegou a ser utilizada em um documentário retratando sobre o Triângulo das Bermudas e é óbvio que o elemento água está sendo retratado no tema em questão segundo as argumentações de Sinfield com relação ao trabalho como um todo e não um ataque de alienígenas como sugere no nome "Mars..." (Marte) e induz ao ouvinte imaginar tal situação conforme a faixa vai sendo tocada. A música inicia de uma forma calma que vai ficando crescente e crescente com sobre a presença do melotron em ritmo meio de bolero e aos poucos vai se observando efeitos sonoros feitos pelo piano e saxofone até que determinado momento ouve-se ruídos de ventanias que induz serem demônios (Ou o Triangulo das Bermudas?) quando fica pouco calma voltam os instrumentos que fazem a faixa ficar novamente crescente e o baixo fica tornando destaque junto do melotron e do saxofone escutando um barulho do piano/cravo de Tippett que aparenta estar perdido sem melodia para acompanhar, repentinamente ouve-se um curtissimo trecho da faixa "In the court of the Crimson King" do album anterior no refrão que cantam em forma de estilo coro, assim aos poucos finalizando a faixa.
"Peace - an end" - associa também o elemento água e é a seção final da faixa que inicia de abertura do album, mas no caso um pouquinho mais longa em forma de duração e claro que calma e muito suave encerrando o album "In the wake of Poseidon"."
1. Peace: A Beginning (0:49)
2. Pictures of a City (8:03)
3. Cadence and Cascade (4:27)
4. In the Wake of Poseidon (7:56)
5. Peace: A Theme (1:15)
6. Cat Food (4:54)
7. The Devil’s Triangle (11:39)
8. Peace: An End (1:53)
- Robert Fripp (Guitarra, mellotron)
- Greg Lake (Voz -principal-)
- Mel Collins (Flauta, saxofone)
- Michael Giles (Bateria)
- Peter Giles (Baixo)
- Keith Tippett (Piano)
- Gordon Haskell (Voz -principal- en track 3)
- Peter Sinfield (Letras)
David Johansen - 1982-07-10 - St Louis MO (FM)
Deuter - Cicada 1982 (Germany, Krautrock, New Age, Ambient)
- Deva Renu - harp (07)
01. From Here To Here - 3:14
02. Light - 9:04
03. Cicada - 6:35
04. Sun On My Face - 4:04
05. From Here To Here (reprise) - 3:31
06. Sky Beyond Clouds - 5:28
07. Haiku - 3:39
08. Alchemy - 7:27
09. Between Two Breaths - 3:17
Reaktor 4 - Pannschüppenczewski (2017 recorded in 1974-1976) (Germany, Krautrock, Jazz Rock)
- Paul Döing - guitar
- Johannes Brackmann - bass
- Reinhold Stania - drums
All music composed by Reaktor 4.
Unreleased album (1975):
01. Fantasie in E - 8:12
02. Kassiopeia - 7:48
03. Grillenvorbeiflug - 5:59
04. Muttertag - 11:51
Bonus:
05. Kassiopeia (live 2.11.1974 in Essen-Relinghausen) - 7:32
06. First Cry (live 2.11.1974 in Essen-Relinghausen) - 11:39
07. Menetekel (studio Bottrop-Eigen 1976) - 7:02
Oktober - Die Pariser Commune 1977 (Germany, Krautrock, Progressive Rock)
- Peter Robert-Mandl - organ, synthesizer, spinet, electric piano, harpsichord
- Hans-Werner "Hansi" Schwarz - electric & acoustic guitar, slide guitar
- Kalla Wefel - bass, 12-string guitar, vocals
- Klaus-Peter Harbort - drums, percussion
+
- Pierre Meyn - electric guitar & bass (on Zwischenlied)
- Michael Iven - vocals & guitar & keyboards (on Zwischenlied)
- Oktober - producers
CD1:
01. Prolog: 1830-1851 / Teil 1: Unser Blut - Ihre Geschichte - 22:09
02. Teil 2: Die Tage der Kommune - 25:26 including:
a). Proklamation des ZK der Nationalgade (Oktober)
b). Tanz der Kommunarden (Oktober)
c). Die Maßnahmen der Kommune (Oktober/Peter Robert-Mandl)
d). Lob des Aufbaus (Oktober/Michael Iven)
e). Lied vom Verbrechen (Oktober/Peter Robert-Mandl)
f). Janine (Oktober/Peter Robert-Mandl)
g). Dekret über die Zuerkennung einer Pension (Hanns Eisler/Bertolt Brecht, Peter Robert-Mandl)
h). Die Frauen der Kommune (Oktober/Heinz R. Unger)
i). Stadt der Illusionen (Oktober/Peter Robert-Mandl)
CD2:
03. Zwischenlied (Michael Iven/Michael Iven) / Teil 3: Der Untergang der Kommune - 23:03 including:
a). Die letzte Schlacht (Oktober/Peter Robert-Mandl)
b). Die Rache / Dreißigtausend tote (Oktober/Peter Robert-Mandl, Eugène Pottier)
04. Teil 4: Unser Blut - Unsere Geschichte - 15:25 including:
a). Lamentations (Joseph Kosma/Henri Bassis)
b). Pottier's Lied (Oktober/Peter Robert-Mandl)
c). Internationale
d). Die Kommune lebt! (Oktober/Peter Robert-Mandl, Eugène Pottier)
e). Epilog: Lob der Dialektik (Oktober/Bertolt Brecht)
Gurnemanz - No Rays Of Noise 1977 (Germany, Krautrock, Prog Folk)
- Lukas Wolfgang Scheel - vocals, guitar, mandolins, banjo
- Wolfgang Riedel - guitar, harmonica, bouzoiki, flute, kazoo, backing vocals
- Siegfried Bushuven - double bass, kazoo
+
- Bernie Schacht - percussion
- Georg "Köbi" Köberlein - electric piano
- Albert Klein - tenor saxophone
- Wolfgang Homeyer - engineer, producer
01. What A Day It Is (Wolfgang Riedel/Wolfgang Riedel) - 3:06
02. Libelle (Lukas W. Scheel/Beth Humphries) - 3:25
03. Der Schwartenhals (Lukas W. Scheel/trad.) - 3:40
04. John Barleycorn (Wolfgang Riedel/trad.) - 6:23
05. Givers And Takers (Wolfgang Riedel/John Cremer) - 2:48
06. Morning Song (Lukas W. Scheel/Beth Humphries) - 3:57
07. Dublin (Lukas W. Scheel/Beth Humphries) - 3:13
08. Deep Sleep (Wolfgang Riedel/John Cremer) - 2:39
09. Different Ways (Wolfgang Riedel/Wolfgang Riedel) - 2:22
10. Mattelotte / Kupferschmied (Lukas W. Scheel, Wolfgang Riedel) - 2:39
11. Die Auswanderer (Lukas W. Scheel/trad.) - 3:05
Bonus:
12. My Friend (studio,1976) (Wolfgang Riedel/Wolfgang Riedel) - 2:51
13. Tra Na Rossan I (live,1979) (Wolfgang Riedel/Beth Humphries) - 3:00
14. Tra Na Rossan II (live,1979) (Lukas W. Scheel/Beth Humphries) - 3:14
15. Another Morning (live,1978) (Wolfgang Riedel/Wolfgang Riedel) - 3:54
16. Among The Rice Fields (live,1979) (Lukas W. Scheel/Laurence Hope) - 5:15
17. Rain Song (live,1979) (Wolfgang Riedel/Wolfgang Riedel - 2:14
18. Wanderer (live,1979) (Lukas W. Scheel/Lukas W. Scheel) - 4:16
19. November (live,1979) (Lukas W. Scheel, Wolfgang Riedel) - 2:25
20. November Tea (live,1979) (Lukas W. Scheel/Beth Humphries) - 3:24
21. Vertrieben (live,1978) (Lukas W. Scheel/trad.) - 4:26
22. How Much Love (live,1979) (Wolfgang Riedel/Wolfgang Riedel) - 4:59
Patti LaBelle & The Bluebelles – 1967 – Dreamer
Esta comovente coleção de canções emocionantes de um grupo feminino é um dos melhores trabalhos de Patti LaBelle & the Bluebelles antes da formação do trio LaBelle. A qualidade das músicas e dos vocais, juntamente com os arranjos e orquestrações impecáveis (muitas vezes excessivamente polidos), elevam o álbum a um patamar superior.
Os lendários compositores de soul sulista Spooner Oldham e Dan Penn escreveram a faixa-título, " Dreamer "; Curtis Mayfield compôs a comovente " I'm Still Waiting "; Trade Martin contribuiu com " Take Me for a Little While "; e os membros do Hall da Fama Burt Bacharach e Hal David criaram " Always Something to Remind Me ". Não há nenhum cachorro no disco. Lançado originalmente em 1965, Dreamer também apresenta sucessos inesquecíveis como " That's How Heartaches Are Made ", " One More Phone Call " e a esquecida canção de casamento " Down the Aisle ".
Faixas
A1 Dreamer 2:22
A2 Always Something There to Remind Me 2:32
A3 I'm Still Waiting 3:02
A4 Take Me for a Little While 2:36
A5 I Don't Want to Go on Without You 2:40
A6 Tender Words 2:45
B1 Danny Boy 3:14
B2 That's How Heartaches Are Made 2:21
B3 One Phone Call 3:22
B4 Down the Aisle 4:30
B5 Where Are You 3:37
Um dos raros álbuns de estúdio dos anos 60 de um grupo de R&B explosivo (um quarteto na época) que passou uma década viajando, suando e se apresentando sem nenhum sucesso comercial notável. É difícil apontar exatamente o que havia de errado com elas, porque certamente cantavam maravilhosamente bem – talvez fosse porque a cena musical dos anos 60 era tão rica em talentos ou porque as garotas simplesmente não tiveram a promoção adequada, mas, a julgar por este álbum, elas estavam certamente muito acima da concorrência. E mesmo na época em que grupos femininos como "The Supremes" e "The Shirelles" lançavam um sucesso atrás do outro, é preciso notar que Patty e suas garotas cantavam infinitamente melhor, com mais paixão e explosão do que qualquer outra pessoa por perto. Em termos de puro poder vocal, apenas Cissy Houston e sua "Sweet Inspiration" talvez pudessem se igualar a elas (bem, talvez Darlene Love também se encaixe aqui). Então, no fim das contas, provavelmente foi uma questão de sorte e falta de material original forte, porque as garotas de Patty cantavam covers demais.
Quando se trata de cantar, Patty é uma avó para qualquer uma das "Divas" exageradamente soul de hoje em dia; sua voz forte, expressiva e intensa soa como uma força da natureza pronta para abrir caminho no oceano. Ela se situa firmemente entre o gospel e o doo-wop e, se não fosse por ser filha de um pastor de Detroit, Patty poderia ter sido a indiscutível Rainha do Soul. A conexão com Aretha Franklin não é acidental, já que este álbum foi lançado pela Atlantic, onde os produtores não conseguiram levar o grupo para a direção mais crua de Franklin – contentaram-se em deixar as garotas cantando baladas, covers e suas acrobacias vocais habituais para agradar o público. Talvez tudo fosse doce demais ou pouco excepcional para um público que já tinha visto muitos grupos femininos naquela época. Então, Patty e suas garotas gravaram " Always Something There To Remind Me ", " Take Me For A Little While ", " That's How Heartaches Are Made ", " Danny Boy " e " Where Are You? " de Dinah Washington , e depois disso, foram dispensadas do contrato com a Atlantic.
Foi necessário um novo empresário e uma abordagem musical e visual completamente diferente na década seguinte para que o grupo alcançasse o verdadeiro sucesso, mas é importante notar que a própria Patty aceitou essas mudanças com muita relutância e, segundo sua autobiografia, sempre preferiu esse som inicial. Não há nada de errado com a música ou o canto aqui; é um pop dos anos 1960 interpretado por vozes excepcionalmente emotivas.
Esta comovente coleção de canções emocionantes de um grupo feminino é um dos melhores trabalhos de Patti LaBelle & the Bluebelles antes da formação do trio LaBelle. A qualidade das músicas e dos vocais, juntamente com os arranjos e orquestrações impecáveis (muitas vezes excessivamente polidos), elevam o álbum a um patamar superior.
Os lendários compositores de soul sulista Spooner Oldham e Dan Penn escreveram a faixa-título, " Dreamer "; Curtis Mayfield compôs a comovente " I'm Still Waiting "; Trade Martin contribuiu com " Take Me for a Little While "; e os membros do Hall da Fama Burt Bacharach e Hal David criaram " Always Something to Remind Me ". Não há nenhum cachorro no disco. Lançado originalmente em 1965, Dreamer também apresenta sucessos inesquecíveis como " That's How Heartaches Are Made ", " One More Phone Call " e a esquecida canção de casamento " Down the Aisle ".
Faixas
A1 Dreamer 2:22
A2 Always Something There to Remind Me 2:32
A3 I'm Still Waiting 3:02
A4 Take Me for a Little While 2:36
A5 I Don't Want to Go on Without You 2:40
A6 Tender Words 2:45
B1 Danny Boy 3:14
B2 That's How Heartaches Are Made 2:21
B3 One Phone Call 3:22
B4 Down the Aisle 4:30
B5 Where Are You 3:37
Um dos raros álbuns de estúdio dos anos 60 de um grupo de R&B explosivo (um quarteto na época) que passou uma década viajando, suando e se apresentando sem nenhum sucesso comercial notável. É difícil apontar exatamente o que havia de errado com elas, porque certamente cantavam maravilhosamente bem – talvez fosse porque a cena musical dos anos 60 era tão rica em talentos ou porque as garotas simplesmente não tiveram a promoção adequada, mas, a julgar por este álbum, elas estavam certamente muito acima da concorrência. E mesmo na época em que grupos femininos como "The Supremes" e "The Shirelles" lançavam um sucesso atrás do outro, é preciso notar que Patty e suas garotas cantavam infinitamente melhor, com mais paixão e explosão do que qualquer outra pessoa por perto. Em termos de puro poder vocal, apenas Cissy Houston e sua "Sweet Inspiration" talvez pudessem se igualar a elas (bem, talvez Darlene Love também se encaixe aqui). Então, no fim das contas, provavelmente foi uma questão de sorte e falta de material original forte, porque as garotas de Patty cantavam covers demais.
Quando se trata de cantar, Patty é uma avó para qualquer uma das "Divas" exageradamente soul de hoje em dia; sua voz forte, expressiva e intensa soa como uma força da natureza pronta para abrir caminho no oceano. Ela se situa firmemente entre o gospel e o doo-wop e, se não fosse por ser filha de um pastor de Detroit, Patty poderia ter sido a indiscutível Rainha do Soul. A conexão com Aretha Franklin não é acidental, já que este álbum foi lançado pela Atlantic, onde os produtores não conseguiram levar o grupo para a direção mais crua de Franklin – contentaram-se em deixar as garotas cantando baladas, covers e suas acrobacias vocais habituais para agradar o público. Talvez tudo fosse doce demais ou pouco excepcional para um público que já tinha visto muitos grupos femininos naquela época. Então, Patty e suas garotas gravaram " Always Something There To Remind Me ", " Take Me For A Little While ", " That's How Heartaches Are Made ", " Danny Boy " e " Where Are You? " de Dinah Washington , e depois disso, foram dispensadas do contrato com a Atlantic.
Foi necessário um novo empresário e uma abordagem musical e visual completamente diferente na década seguinte para que o grupo alcançasse o verdadeiro sucesso, mas é importante notar que a própria Patty aceitou essas mudanças com muita relutância e, segundo sua autobiografia, sempre preferiu esse som inicial. Não há nada de errado com a música ou o canto aqui; é um pop dos anos 1960 interpretado por vozes excepcionalmente emotivas.
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