sexta-feira, 27 de maio de 2022

Discos icônicos que fizeram mais de meio século

 

Discos icônicos lançados em 1971 e que Fizeram mais de 50 anos



O movimento hippie e a consolidação do rock and roll nos anos 60 com os Beatles e os Rolling Stones aumentou as expectativas do que viria na década seguinte. Porém, o fim dos Beatles pegou todo mundo de surpresa, em abril de 1970.

Até que chegou 1971 e a música provou o seu poder de transformação e muitos discos excelentes foram lançados naquele ano, tanto na gringa como aqui no Brasil.

O ano de 1971 na música entrou para a história e diversos álbuns importantes completam 50 anos em 2021. Decidimos reunir alguns deles pra gente voltar no tempo e fazer um mergulho em diversos estilos de música boa! 

Álbuns nacionais lançados no ano de 1971

Aqui no Brasil, alguns discos icônicos foram lançados em 1971 e marcaram a história da música brasileira, fazendo de 71 um ano pra lá de especial! 

Tim Maia 1971  Tim Maia

O álbum Tim Maia, lançado em 1971, é o segundo da discografia do cantor e foi muito bem sucedido nas vendas, consagrando Tim como um dos maiores nomes da MPB.

Naquela época, o Brasil ainda vivia os tempos de chumbo da ditadura e as composições de diversos artistas acabaram sendo influenciadas pelo clima do regime. 

Demonstrando sua genialidade musical, o disco mostra uma fusão entre o baião, samba e muito soul, mostrando as raízes do cantor para todo o Brasil. 

Não Quero Dinheiro, Não Vou Ficar Você… O que dizer de um disco que reúne esses grandes sucessos da carreira de Tim Maia

Ela  Elis Regina

O ano da música em 1971 é marcado pelo lançamento de Ela, de Elis Regina. O nono álbum da cantora apresentou faixas icônicas.

Entre elas, Black Is Beautiful, composta pelos irmãos Valle. A música causou furor no departamento de censura pela suposta referência no título ao movimento dos Panteras Negras.    

O disco trouxe ainda grandes canções interpretadas na voz de Elis, como Madalena, de Ivan Lins, Ih! Meu Deus do Céu, faixa que abre o álbum, e Estrada do Sol, de Dolores Duran e Tom Jobim, e Cinema Olympia, de Caetano Veloso.   

Jardim Elétrico  Os Mutantes

Presente na lista dos 100 melhores discos da música brasileira da revista Rolling StoneJardim Elétrico, dos Mutantes, aparece na 72ª posição.

É o quarto álbum lançado pela banda e de cara já impressiona pela capa colorida, com o desenho de um pé de maconha, marcando tanto a psicodelia quanto a mistura de estilos. 

Do rock ao soul, Arnaldo Baptista, Rita Lee e Sérgio Dias cantam clássicos, como Top Top, El Justiciero, It’s Very Nice Pra Xuxu, entre outros. Trata-se de um disco perfeito para mergulhar na essência dos Mutantes e reviver a década de 70

Construção — Chico Buarque

Outro disco icônico lançado em 1971 foi Construção, de Chico Buarque. Apontado como o álbum que estruturou a carreira de Chico Buarque, Construção marca o retorno do jovem Chico ao Brasil, na época com quase 27 anos, após o autoexílio na Itália por conta da ditadura.

Críticos e estudiosos da obra de Chico apontam o álbum como o mais importante da carreira do cantor, com canções marcadas pelo contexto político e a rebeldia de um jovem revolucionário.

Minha História, Cotidiano, Desalento, a homônima Construção e Valsinha são algumas faixas de destaque da obra, repleta de composições sofisticadas e geniais. 

London, London — Caetano Veloso

Também completando 50 anos em 2021, temos London, London, de Caetano Veloso, na mesma vibe do clima político e revolucionário. 

O título do disco representa os anos de exílio de Caetano em Londres e a tristeza e depressão vivida pelo cantor dentro de um quarto no bairro londrino de Chelsea. 

Caetano canta a saudade da terra, a tristeza e desesperança em olhar, mesmo de longe, a situação política em seu país. O álbum conta com a maioria das letras escritas em inglês, misturando com versos em português ao som do violão, marca do estilo do artista.

A Little More Blue, London, London, Asa Branca, Maria Bethânia são algumas das faixas do disco, que conta apenas com sete músicas ao todo. 

Clara Nunes  Clara Nunes

A cantora mineira Clara Nunes morreu quando tinha apenas 40 anos, mas antes deixou um legado inestimável para a música nacional e ainda abriu portas para outras cantoras depois que lançou o disco Clara Nunes, de 71.

Isso porque o disco consagrou a cantora como sambista, impactando e influenciando nomes como Alcione, Beth Carvalho e Elza Soares. 

Após o lançamento do álbum, que traz grandes canções, como Ê Baiana, Puxada da Rede do Xaréu, Misticismo da África Ao Brasil e Aruande…Aruanda, a crítica abraçou Clara e a levou para os braços do público. Ali, ela conseguiu o reconhecimento e estabilidade na carreira musical. 

Álbuns internacional lançados no ano de 1971

Separamos também alguns discos icônicos lançados em 1971 na gringa. Olha só quanta coisa boa rolou naquele ano! 

Imagine  John Lennon

O ano de 1970 marcou o fim dos Beatles após uma década impactando toda a indústria fonográfica e a contracultura dos anos 1960. Mas, como a música tem o seu poder de inovação, grandes discos internacionais mostraram que nem tudo estava perdido. 

O próprio beatle John Lennon deixou o ano de 1971 na música mais interessante com o lançamento de Imagine. Foi seu segundo disco solo e se tornou um de seus maiores sucessos

Raiva, melancolia, reflexões sobre o mundo, experiências pessoais são alguns dos temas das composições do disco, que conta com 10 faixas. 

A faixa clássica, Imagine, virou uma espécie de hino pela paz que idealiza um mundo sem preconceitos, em que as pessoas possam viver sem qualquer distinção, sem o controle da religião, sem ganância. 

Confira a análise da música Imagine, de John Lennon

Master Of Reality — Black Sabbath

O heavy metal do Black Sabbath também se destacou em 1971 com o lançamento de Master Of Reality. O álbum ficou conhecido por ter lançado oficialmente os gêneros doom, stoner e sludge metal.

O disco reuniu os elementos que os fãs adoravam no Black Sabbatha sonoridade mais sombria e a agressividade muito bem definida na formação original da banda, com Ozzy Osbourne, Tony Iommi, Geezer Butler e Bill Ward.

A revista Rolling Stone elegeu Master Of Reality como o 34º melhor álbum de metal de todos os tempos.

Led Zeppelin IV  Led Zeppelin

O álbum Led Zeppelin IV traz entre suas faixas o clássico Stairway To Heaven, a música mais popular da banda, que se tornou a mais ouvida nas rádios em 1971.

Após o lançamento, o álbum alcançou o segundo lugar da Billboard 200 nos Estados Unidos. Foi aclamado pela crítica e chegou a vender 40 milhões de cópias, tornando-se o terceiro de hard rock mais comprado.

Apesar da maior parte das canções serem de autoria Jimmy Page e Robert Plant, todos os integrantes tiveram participação nas criações do álbum, composto por oito músicas.

Além de Stairway To Heaven, também se destacam as faixas When The Levee Breaks, Misty Mountain Hop Rock And Roll. 


 

Os 14 discos de vinil mais raros

 


Conheça 14 discos de vinil raros e as suas histórias


 

Hoje em dia, temos fácil acesso aos lançamentos musicais através das plataformas de streaming, não é mesmo? Além disso, é por meio delas que sabemos se um álbum está fazendo sucesso ou não.

Porém, não foi sempre assim! Quando só existiam discos físicos, o sucesso era medido pela quantidade de cópias vendidas. Grandes álbuns vendiam milhões de unidades e assim entravam para a lista de discos mais vendidos.

Mas podia acontecer de alguns lançamentos se esgotarem, ou versões especiais serem lançadas em pouca quantidade. Com isso, temos alguns discos de vinil que são muito raros, e portanto podem valer uma fortuna!

Trouxemos alguns dos discos de vinil mais raros para você, bora conhecer?

Discos de vinil raros

Como dissemos, o que pode tornar um disco de vinil raro é a quantidade limitada de cópias produzidas. Alguns outros fatores podem influenciar, e vamos te contar alguns casos inusitados também!

Mas calma, hein? Nosso objetivo não é fazer uma lista definitiva sobre os discos de vinil mais raros em ordem crescente ou decrescente, e sim contar algumas curiosidades interessantes pra você!

Então bota a vitrola para tocar e vem com a gente! 😉

Paêbirú — Lula Côrtes e Zé Ramalho

Discos de vinil raros: Paêbirú
Créditos: Divulgação

Paêbirú, parceria inovadora de Zé Ramalho e Lula Côrtes que misturou rock com ritmos nordestinos, já nasceu com uma edição limitada. Apenas 1.300 cópias foram prensadas, mas uma enchente em Recife destruiu cerca de mil delas!

Aqui no Brasil, é considerado o disco de vinil mais raro, e para adquirir um dos exemplares que restaram pode ser preciso desembolsar até R$10 mil!


 

God Save The Queen — Sex Pistols

Discos de vinil raros: God Save The Queen
Créditos: Divulgação

Apenas seis dias depois de ter assinado com a A&M Records, o Sex Pistols foi dispensado da gravadora.

Com toda a tensão envolvendo a quebra do contrato, 25 mil cópias do single de God Save The Queen foram destruídas, e poucas sobraram para contar história!

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Racional Vol. 1 e Vol. 2 — Tim Maia

Capa do álbum Racional, do Tim Maia
Créditos: Divulgação

Influenciado pela Cultura Racional, uma vertente religiosa derivada da umbanda, Tim Maia lançou Racional Vol 1 e Racional Vol 2 em 1975. 

Na época, estava envolvido com o grupo e tinha abandonado o álcool e as drogas. Porém, depois se rebelou e quebrou vários dos discos de vinil, sendo raros os que sobraram.

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Yesterday and Today — The Beatles

Capa do álbum Yesterday and Today, dos Beatles
Créditos: Divulgação

A capa original do álbum Yesterday and Today dos Beatles foi censurada e logo recolhida. O motivo: os rapazes de Liverpool posavam com bonecos e com pedaços de carne. Um pouco bizarro, né?



 

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Coisas — Moacir Santos

Capa do disco Coisas, de Moacir Santos
Créditos: Divulgação

Coisas, álbum do multi-instrumentista Moacir Santos é um grande clássico da música instrumental brasileira que poucos têm a sorte de possuir na coleção.

O cantor Ed Motta, por exemplo, estava disposto a abrir mão da sua cópia por cerca de R$ 45 mil! 😲

The Freewheelin’ — Bob Dylan

Capa de The Freewheelin, do Bob Dylan
Créditos: Divulgação

Antes do lançamento oficial de The Freewheelin’, o segundo álbum de Bob Dylan, uma versão diferente havia sido prensada.

No total, 4 músicas foram substituídas nessa nova versão, mas a fábrica chegou a produzir algumas cópias com a tracklist antiga, e alguns poucos sortudos têm essa raridade nas mãos!

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Bohemian Rhapsody / I’m In Love With My Car — Queen

Disco de vinil raro de Love With My Car, do Queen
Créditos: Divulgação

Queen fez uma versão especial para o single de Bohemian Rhapsody/I’m In Love With My Car. Feito como brinde de uma festa que homenageava a EMI, gravadora da banda, o vinil dessa edição é azul e apenas 200 cópias numeradas foram feitas.

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Louco Por Você — Roberto Carlos

Capa do álbum Louco por Você, de Roberto Carlos
Créditos: Divulgação

Há quem diga que o próprio Roberto Carlos ficaria feliz pelo seu álbum Louco Por Você ser difícil de encontrar. Esse disco de vinil raro foi lançado ainda na época do anonimato do cantor, e é composto por faixas de bossa nova.



 

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Let Me Sing My Rock’n’Roll — Raul Seixas

Vinil raro de Let Me Sing My Rock’n’Roll, do Raul Seixas
Créditos: Divulgação

O álbum Let Me Sing My Rock’n’Roll do Raul Seixas foi produzido por seus fãs, com uma edição limitada. Na coletânea, estão canções cuja influência do rock clássico é marcante.

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On Stage — Jorge Ben Jor 

Capa de On Stage, do  Jorge Ben Jor
Créditos: divulgação

On Stage é um álbum de Jorge Ben Jor que foi gravado ao vivo no Japão e lançado apenas no mercado asiático. Esse disco de vinil é super raro, um verdadeiro item de colecionador.

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Rap É Compromisso — Sabotage

Capa do álbum Rap é compromisso, do Sabotage
Créditos: Divulgação

O primeiro e único álbum lançado em vida por Sabotage, Rap É Compromisso é um dos mais importantes discos do rap brasileiro.

Mas isso não significa que seja fácil conseguir colocar as mãos num exemplar. A versão em vinil do disco é bastante rara até para fãs!

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Não Fale Com Paredes — Módulo 1000

Capa do álbum Não fale Com Paredes, do Módulo 1000
Créditos: Divulgação

Referência do rock progressivo nacional, a banda Módulo 1000 lançou apenas um álbum. Não Fale Com Paredes saiu na década de 1970 e há muito tempo se encontra fora de catálogo, sendo um dos discos de vinil mais raros do rock brasileiro.

Nada como um Dia Após o Outro Dia — Racionais MC’s

Vinil raro de Nada como um Dia Após o Outro Dia, do Racionais MC's
Créditos: Divulgação

Uma versão quádrupla de Nada como um Dia Após o Outro Dia foi lançada pelo Racionais MC’s em 2002. A tiragem em vinil foi super limitada, então é raro alguém ter esse disco em vinil!

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Robson Jorge & Lincoln Olivetti — Robson Jorge e Lincoln Olivetti

Robson Jorge & Lincoln Olivetti
Créditos: Divulgação

O álbum homônimo de Robson Jorge & Lincoln Olivetti nunca teve tanto valor no mercado.

Porém, um interesse recente na obra fez o seu preço subir e as cópias ficaram mais difíceis de serem encontradas.


 

Os 10 melhores festivais de música de Portugal

 

Conheça os 10 melhores festivais de música de Portugal

Há vários festivais de música em Portugal, no entanto, há alguns que você não pode deixar de conhecer. Por isso, listamos os 10 melhores, aqueles imperdíveis. Essa pode ser uma bela oportunidade de ouvir uma boa música, conhecer pessoas novas e se inteirar ainda mais da cultura local.

Portugal é um país bastante eclético, pois há festivais em diversos locais, cenários, horários e tipo de música diferente. Assim, é possível agradar a todo mundo nos diferentes festivais que ocorrem por lá. Vale a pena conferir e conhecer cada um deles.

Os 10 melhores festivais de música em Portugal

Alguns desses festivais são reconhecidos, até mesmo fora do país, estando não apenas entre os melhores festivais de música de Portugal como de todo o continente europeu. Essa qualidade nos festivais atrai turistas de todas as partes do globo, que vão atrás de diversão e boa música.

NOS Alive

O NOS Alive está entre os principais festivais da Europa. Realizado em Lisboa, ele conta com um cenário incrível e que pode ser muito bem aproveitado pelos visitantes. Na beira-mar, na cidade de Algés, o festival ainda proporciona a experiências únicas ao público, como se banhar no mar enquanto aguarda pelos shows. A praia é considerada uma das melhores para surf na Europa.

O evento acontece no verão europeu, normalmente em julho, fazendo as férias de verão perfeitas para quem curte mar, festa e boa música.

Músicas de estilo Pop, Rock, Indie e alternativas são predominantes. O NOS Alive, honrando sua posição entre os melhores festivais de música de Portugal, já contou com shows de Artic Monkeys, Queen of Stone Age e Pearl Jam.

Para os brasileiros que desejam conhecer essa grande festa, os ingressos para a versão de 2019 estão com valores a partir de R$273,00.

O NOS Alive é um grande festival de música da Europa e um dos maiores festivais de música de Portugal.

NOS Primavera Sound

Podendo ser considerado o irmão do Primavera Sound (festival de música espanhol), a versão portuguesa NOS Primavera Sound traz algumas diferenças no ambiente onde o festival é localizado, apesar de manter o estilo musical.

A maioria das atrações fazem parte da cena Indie e o NOS Primavera Sound acontece no maior parque urbano de Portugal, que fica na cidade do Porto.

Sendo considerado uma versão mais singela e serena do Primavera Sound, o NOS traz cantores igualmente relevantes no cenário musical. Em 2018, passaram por lá ninguém menos que Lorde, Nick Cave & The Bad Seeds, além de Tyler, The Creator.

O NOS, ocorre no mês de junho, período de sol e calor no país, o que torna o Parque da Cidade ainda mais bonito e agradável para quem deseja curtir os shows….

Sumol Summer Fest

O Sumol Summer Fest também se destaca como um dos melhores festivais de música de Portugal. Ele acontece em Ericeira, ao norte de Lisboa, e assim como os festivais anteriores, também ocorre no verão.

Por isso, sua localização à beira-mar também se torna um atrativo aos visitantes, que podem se refrescar entre ou durante os shows. O lugar também é propício para a prática do surfe e skate, que tem tudo a ver com o Sumol.

A música aqui tem uma pegada mais urbana, voltada para o hip-hop, reggae e para a música eletrônica. Nomes como French Montana e Vic Mensa já passaram por lá.

Um lugar perfeito para curtir as férias de verão portuguesas, o Sumol Summer Fest tem ingressos com valores a partir de R$143,20 para o evento que ocorrerá em 2019.

EDP Beach Party

O EDP Beach Party é organizado por uma grande rádio de Portugal, a Rádio Nova Era e, por isso, conta com músicas atuais e que estão nas paradas de sucesso. Hoje é um dos melhores festivais de música de Portugal.

O evento acontece em Matosinhos, a 15 minutos da cidade do Porto. O festival ocorre nos areais da Praia de Leça da Palmeira, um local com belas paisagens. Além disso, o festival por si só é um espetáculo, com um palco lindíssimo e shows de luzes e pirotecnia que impressionam os visitantes. A produção do festival acaba se tornando um atrativo à parte.

A música eletrônica é quem tem maior espaço no EDP Beach Party. Grandes nomes do gênero aparecem por lá, como o dos Djs Dimitry Vegas, Steve Aoki e Timmy Trumpet.


Vodafone Paredes de Coura

Mas para quem procura um festival mais tranquilo e relaxante, existe o Vodafone Paredes de Coura. Ele acontece no bosque da Praia do Taboão, em Paredes de Coura. A atmosfera de calmaria está presente durante o evento, fazendo dele um dos melhores festivais de música de Portugal.

Esse festival traz uma mistura única de grandes shows, com um ambiente mais íntimo e tranquilo. Ele ainda promove novos artistas que estão iniciando suas carreiras. As músicas são, em sua maioria, de estilo Indie ou Rock.

Para quem deseja sentar-se em um belo gramado e ouvir boas músicas durante um final de semana de verão, os valores dos ingressos do Vodafone Paredes de Couras estão, em média, a partir dos R$ 375.

MEO Sudoeste

Esse não poderia faltar na lista dos maiores festivais de música de Portugal. O MEO Sudoeste é um dos festivais com maior tradição no país e é aguardado o ano todo por aqueles que costumam frequentá-lo.

O festival acontece em Zambujeira do Mar, a beira-rio, ambiente perfeito para o verão. Seus visitantes podem descansar durante os shows nas águas do rio e, assim, voltarem com total energia para o festival.

Os gêneros mais tocados por lá são o Rap, Reggae, Pop, Rock, Indie e Eletrônico. No entanto, apenas os melhores artistas destes ritmos tocam por lá, o que atrai milhares de visitantes todos os anos.

Nomes como Shawn Mendes, Marshmello, Hardwell e LilPump já estiveram por lá tocando seus sucessos. O festival dura cinco dias e ocorre normalmente em agosto. Para os brasileiros que desejarem conhecer, a versão de 2019 tem ingressos à venda com preços a partir de R$ 215.

NEOPOP Electronic Festival

Conhecido por ser não apenas um grande festival de música de Portugal, mas também o maior festival de música eletrônica do país, o NEOPOP Eletronic Festival, anteriormente conhecido como AntiPop, acontece em Viana do Castelo, durante o verão português.

O festival é referência entre os eventos de músicas techno e, ano após ano, atrai fãs de todo o continente para seus três dias de festa. Seu ambiente, a beira-mar, mistura música eletrônica com cenários históricos o que traz ainda mais beleza para o festival.

DJS como Nina Kraviz, Ricardo Villalobos, Jeff Mills e Ben Klock já tocaram por lá, levando suas batidas underground e techno para os fãs do estilo. Para quem deseja visitar essa grande festa, há ingressos a partir de R$ 380.

RFM Somnii

Outro festival de música de Portugal com bastante expressão é o RFM Somnii. Assim como o NEOPOP, ele traz atrações da música eletrônica e shows que encantam o público. A maioria dos shows traz batidas EDM, future-bass, hardstyle e elementos um pouco mais pesados.

Também realizado por uma rádio portuguesa, sua produção é uma grande atração, já que o palco, luzes e efeitos enriquecem ainda mais as apresentações dos artistas que tocam por lá.

O festival dura três dias e acontece em Figueira da Foz, em uma bela praia. Os valores dos ingressos para a edição de 2019 estão a partir de R$ 90,27. Axwell, Yellow Cash e Steve Angello já levaram suas poderosas batidas para lá.

Rock in Rio Lisboa

Muito conhecido pelos brasileiros, o Rock in Rio também acontece em Lisboa e sem dúvidas é um grande festival de música no país. A versão portuguesa de um dos maiores festivais do mundo acontece no Parque da Bela Vista, um dos mais bonitos da capital.

O evento acontece a cada dois anos e sua próxima edição será em 2020.

Grandes estrelas do rock e do pop passam por lá em todas as edições. Na versão de 2018, subiram ao palco artistas como Bruno Mars, Katy Perry, Muse e The Killers.

Super Bock Super Rock

E como não poderia faltar, também tem festival de rock em terras lusitanas. Também tido como um dos maiores festivais de música de Portugal, o Super Bock Super Rock traz grandes nomes do universo pop e do rock mundial, assim como de outros gêneros.

O evento que acontece na Praia do Meço, em Lisboa, completa 25 anos em 2019 e voltará a suas origens à beira-mar. Para essa edição, o valor dos ingressos sai a partir de R$ 259,55.

Por esse palco já passaram nomes como Travis Scott, Future, Kendrick Lamar, The XX e Justice. Apenas com esses nomes é possível notar como o festival é eclético e ultimamente vem harmonizando o rock com outros estilos musicais com muita sabedoria.

Os 8 maiores festivais de música do mundo

 

Maiores festivais de música do mundo: conheça o TOP 8!

Conheça novos destinos e ainda os maiores festivais de música do mundo!

 Agora já pensou viajar para curtir os maiores festivais de música do mundo.

Afinal, combinar uma viagem ao exterior com música nem precisamos dizer que é o “match” perfeito, correto? Por isso, separamos para você uma lista com os maiores festivais de música do mundo para você já ir programando a próxima viagem.

Os maiores festivais de música do mundo são aqueles que costumam reunir milhares de pessoas de todas as partes do planeta para acompanhar shows de grandes estrelas, também de todas as partes do mundo. 

E, além dos shows, as melhores festas do mundo também costumam reunir outras manifestações artísticas em suas diversas tendas espalhadas pelos locais. 

Maiores festivais do mundo

  • Glastonbury (Inglaterra)
  • Summerfest (Estados Unidos)
  • Coachella Fest (Estados Unidos)
  • Tomorrowland (Bélgica)
  • Rock In Rio (Brasil)
  • Fuji Rock Festival (Japão)
  • Lollapalooza (Estados Unidos)
  • Montreux Jazz Festival (Suiça)

Glastonbury (Inglaterra)

Esse é um dos festivais mais antigos do mundo que ainda está em atividade atualmente. O Glastonbury acontece anualmente na Inglaterra, desde 1970. 

O evento é considerado o maior festival a céu aberto do mundo. E uma curiosidade: esse evento acontece em Pilton, uma vila na Inglaterra que tem menos de 1000 habitantes. 

Além da programação cheia de shows com grandes e renomados artistas no icônico palco Pyramid Stage, a festa também conta com apresentações de dança, teatro, circo e humor.

Summerfest (Estados Unidos)

Esse festival entrou para o livro dos recordes como o “o maior festival do mundo”. O Summerfest ocorre em Milwaukee nos Estados Unidos e tem mais de 11 dias de duração, com 11 palcos e com mais de 800 shows. O evento costuma atrair entre 800.000 a 900.000 mil pessoas por ano. É grande, né?

Coachella Fest (Estados Unidos)

É no deserto da Califórnia que acontece um dos festivais mais famosos da atualidade. O Coachella Fest reúne mais de 200 mil pessoas anualmente e é um dos principais festivais de rock alternativo, indie e pop.

O grande evento ocorre desde 1999 e também conta com grandes nomes da música mundial.

Tomorrowland (Bélgica)

Já o Tomorrowland é mega famoso para quem curte música eletrônica. O festival nasceu na na cidade de Boom, na Bélgica, em 2005. E desde então o evento foi tomando proporções cada vez maiores, e, desde 2015 chegou a ter uma edição feita aqui no Brasil, na cidade de Itu. 

Foram 187 DJs se apresentando e prestigiados por 180 mil pessoas. Em 2016 aconteceu a segunda edição que alcançou um público de 715 mil pessoas nos 3 dias de festival. Porém, agora o evento só ocorre na Bélgica e na França.

Rock In Rio (Brasil)

E não podemos deixar de falar do maior festival de música do mundo, que é brasileiro e nasceu no Rio de Janeiro. 

A primeira edição do Rock in Rio aconteceu em 1985, entre os dias 11 e 20 de janeiro, com um público de 1 milhão e 380 mil pessoas. Lotou assim porque na época era bem raro artistas internacionais virem para o Brasil. E também não é para menos, contamos com as presenças nada menos do que Queen, Iron Maiden, Whitesnake, Rod Stewart, AC/DC, Scorpions, Ozzy Osbourne, Yes e muitos outros.

Apesar de ser brasileiro, a maior quantidade de edições não foram no Brasil. Ao todo foram 7 edições no Brasil, 8 em Portugal, 3 na Espanha e 1 nos Estados Unidos. 

Fuji Rock Festival (Japão)

O festival japonês tem como cenário simplesmente o monte Fuji (que é lindo demais) e acontece no meio de um resort de ski! 

Além da paisagem maravilhosa, o festival conta com apresentações de grandes nomes do Rock e do Pop mundial, Já passaram pelo palco nomes como Bob Dylan, Jack Johnson, Queens of The Stone Age, Bjork, Red Hot Chilli Peppers, entre outros.

Lollapalooza (Estados Unidos)

Hoje em dia, o Lollapalooza é considerado como um dos principais festivais de música em atividade no mundo. Nasceu em Chicago e foi criado pelo vocalista da banda Jane ‘s Addiction, Perry Farrell.

O festival Lollapalooza impressiona principalmente pela sua abrangência mundial, contando com edições nos EUA, Brasil, Chile, Argentina e França.

Montreux Jazz Festival (Suíça)

Este festival também acontece em um lindo cenário: à beira do Lago Léman. Mas o que mais diferencia o evento é a sua tradição e renome. É o mais antigo e duradouro desta lista, sendo feito todos os anos, desde 1967.

Por ele já passaram nomes como Miles Davis, B.B. King, Nina Simone, Bob Dylan, Ella Fitzgerald, Bill Evans, e muitas outras lendas do Jazz. Grandes artistas brasileiros também marcaram presença no festival, como Elis Regina, Gilberto Gil, Milton Nascimento, Caetano Veloso e muitos mais.

Biografia dos Afonsinhos do Condado

 Afonsinhos do Condado (ou Os Afonsinhos do Condado) é uma banda portuguesa fundada em Lisboa em 1984, embora funcionasse desde 1978[1] sob outras designações.

Assinando pela PolyGram, por intervenção de Ricardo Camacho,[2] lançam o primeiro registo discográfico em 1987, um maxi-single com três canções de onde é extraído o single A Salsa das Amoreiras. Um outro tema desse disco intitulado "O navio" contou com a participação de Rui Veloso. Mas seria o sucesso de A Salsa das Amoreiras a levar a banda à fama, transformando-se de imediato num enorme hit radiofónico. Esta música é perfeitamente exemplificativa do estilo da banda: o bom humor e a influência da música da América Latina como Salsa e merengue.[3]

Em 1988 é lançado o seu primeiro álbum intitulado Açúcar, com produção de Ramon Galarza (que viria a colaborar em outros projectos da banda), no qual gravaram músicos como Mário Laginha ou Edgar Caramelo, entre outros. Aliás, a banda contaria sempre com um plêiade de músicos convidados de reconhecido gabarito, tanto em gravações como em espectáculos.

Em 1989 lançam o EP No Parque Mayer, havendo uma participação de Kalú, baterista da banda Xutos & Pontapés, convidado no tema "Rapariguinha".[4] A canção "Jújú e a sua Banda" é levada ao Festival RTP da Canção de 1990.[5] Nesse mesmo ano é editada a compilação Afonsinhos do Condado (que terá duas edições: em LP e EP), com duas canções inéditas.

A banda esteve activa até ao ano de 1991, actuando em Portugal e no estrangeiro (França, Canadá), em festivais, programas de televisão, etc.[3] Desde então tem havido algumas reedições e inclusão em compilações, com destaque para a reedição de Açúcar (PolyGram, 1998), passados 10 anos sobre a primeira edição[6] e para a compilação Leva-me Contigo (Universal, 2001) que trouxe a lume dois temas inéditos.

Formação

  • Nuno Faria (Baixo elétrico, Contrabaixo, Guitarras, Voz, Percussões)
  • Gimba (Eugénio Lopes) (Guitarras, Voz)
  • Jorge Galvão (Guitarras, Voz)

Contaram ainda com diversos músicos convidados nas gravações e espetáculos ao vivo.

Discografia

Álbuns

Singles & EPs

  • O Navio / Salsa das Amoreiras / Ao Luar (Maxi-single: PolyGram, 1987)
  • Salsa das Amoreiras (Single: PolyGram, 1987)
  • Ska da ilha / É hoje o dia (Single, PolyGram, 1988)
  • No Parque Mayer (EP: PolyGram, 1989)

Compilações

  • Afonsinhos do Condado (PolyGram, 1990)
  • Açúcar (1998), Reedição comemorativa dos 10 anos,<ref>Reedição de Açúcar
  • Leva-me contigo (Compilação, LP: Universal, 2001)

Coletâneas

  • Sounds of Portugal, PolyGram (Colect., CD: 1989)
  • As melhores baladas da música Portuguesa: vol. 1 (Colect, CD: PolyGram, 1993)
  • O melhor de 2: Heróis Do Mar / Afonsinhos Do Condado (Colect., CD: Universal 2001)




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