sábado, 28 de maio de 2022

As melhores letras da música portuguesa parte 8


 

Cavaleiro Andante

Rui Veloso

Letra

Porque sou o cavaleiro andante
Que mora no teu livro de aventuras
Podes vir chorar no meu peito
As magoas e as desventuras
Sempre que o vento te ralhe
E a chuva de maio te molhe
Sempre que o teu barco encalhe
E a vida passe e nao te olhe
Porque sou o cavaleiro andante
Que o teu velho medo inventou
Podes vir chorar no meu peito
Pois sabes sempre onde estou
Sempre que a radio diga
Que a america roubou a lua
Ou que um louco te persiga
E te chame nomes na rua
Porque sou o que chega e conta
Mentiras que te fazem feliz
E tu vibras com historias
De viagens que eu nunca fiz
Podes vir chorar no meu peito
Longe de tudo o que e mau
Que eu vou estar sempre ao teu lado
No meu cavalo de pau

(Rui Veloso)




Paco Bandeira

Ternura dos 40

(letras)

Quando penso o que passei, fronteiras de solidão
Tinha pra dar e não dei, olhei pra trás e pensei
Não tenho nada na mão
Tive tempo e não senti, tive amores e não amei
Os amigos que perdi, e as loucuras que vivi
São tantas que já não sei

Quem eu era, quem sou e quem pareço
Se alguém hoje me espera, com certeza, que mereço
Mereço ainda, amor tua presença
Par’enfrentar a vida, com a ternura, dos quarenta

Foram tantas as idades, da vida que atrás deixei
Não quero sentir saudades, vou em outras amizades
Amar o que não amei
Os copos que não bebi, os discos que não toquei
Os poemas que não li, os filmes que nunca vi
As canções que não cantei

Meus amigos, importante é o sorriso
Para seguir viagem, co’a coragem, que é preciso
Não adianta, deitar contas à vida
A ternura dos quarenta, não tem conta, nem medida

Não adianta, deitar contas a vida
A ternura dos quarenta, não tem conta, nem medida





Canção de Engate

António Variações

(letra)

Tu estás livre e eu estou livre
E há uma noite para passar
Porque não vamos unidos
Porque não vamos ficar
Na aventura dos sentidos

Tu estás só e eu mais só estou
Tu que tens o meu olhar
Tens a minha mão aberta
À espera de se fechar
Nessa tua mão deserta

Vem que amor
Não é o tempo
Nem é o tempo
Que o faz
Vem que amor
É o momento
Em que eu me dou
Em que te dás

Tu que buscas companhia
E eu que busco quem quiser
Ser o fim desta energia
Ser um corpo de prazer
Ser o fim de mais um dia

Tu continuas à espera
Do melhor que já não vem
E a esperança foi encontrada
Antes de ti por alguém
E eu sou melhor que nada

Vem que amor
Não é o tempo
Nem é o tempo
Que o faz
Vem que amor
É o momento
Em que eu me dou
Em que te dás






Biografia da banda Crack (Espanhola)


Crack foi um grupo espanhol de rock progressivoe sinfônico formado em 1978 e dissolvido em março de 1980. 1 Faziam parte da onda de grupos de rock progressivo e sinfônico da época de ouro do rock progressivo espanhol . Foram anos de muitas dificuldades econômicas, como a de tantos outros grupos determinados a levar suas ideias longe do caráter comercial dos rádios. Os problemas com um equipamento de som insuficiente para as ideias que desejavam desenvolver, os gostos do público majoritário, as opções de negócios e gravadoras e algumas pequenas discrepâncias dentro do grupo causaram sua dissolução.


Membros 

  • Alberto Fontaneda: Vocalista, violão e flautas.
  • Mento Hevia : Teclados e voz.
  • Alex Cabal: Baixo.
  • Manolo Jimenez: Bateria.
  • Rafael Rodríguez: Guitarra.

Contexto 

Depois de longas horas de ensaio, procurando contatos e lutando com as deficiências sonoras do equipamento, finalmente, um dia alguém em Madri se dispôs a produzir seu álbum. Um outro grupo daqueles com quem se tinham conhecido num concerto, Asfalto , tinha comentado com Vicente Romero "Mariscal" , que na altura procurava grupos interessantes de cada região do país, que nas Astúrias havia um grupo com um certo nome e que eu não estava indo mal. Manolo, o baterista, conversou com Mariskal e mandou uma demo. Com ela gravaram uma música que ouviram em MadridParece que no final, porém, Mariskal decidiu contratá-los para nos incluir no selo Chapa sem sequer ter ouvido aquela fita. Assim que as datas foram fixadas com o estúdio, eles tiveram que aparecer em Madri.

Se tudo rachasse 

If Everything Made Crack foi o primeiro e último álbum da banda Crack, lançado em 1979 pela gravadora Chapa.

O álbum foi gravado em Madrid na primavera de 1979 nos estúdios Audiofilm pelo engenheiro de gravação Luis Fernández Soria e apenas 5 dias de estúdio estavam disponíveis para a gravação. O álbum foi originalmente publicado em formato LP pelo selo Zafiro dentro do selo Chapa para seus grupos de rock. Posteriormente, o álbum foi reeditado até três vezes no Japão e na Coreia do Sul.

Quando foram ao estúdio para gravá-la, o produtor impôs uma condição para eles: cortar as músicas muito longas para chegar a um número razoável. Então, a primeira tarefa foi cortar essas músicas e retocar para encontrar uma certa coerência com o que ia ser incluído no álbum. Foi acordado dividir "El Cid", um tema muito longo, com muita epopeia sinfônica, em três temas que poderiam ser claramente diferenciados: «Descida no Mahëllstrong», «Marchando una del Cid» e «Epílogo». tudo fez” e “Coward” eles também tiveram que ser cortados. Especialmente para a gravação eles tiveram Encarnación González "Cani", uma garota de Oviedo que foi responsável pelas vozes femininas no álbum. Todas as vozes de Cani e até alguns backing vocals de Mento foram preparados diretamente nos intervalos entre uma gravação e outra.

Lista de músicas editar ]

Músicas escritas por Alberto Fontaneda e Mento Hevia.
lado a
Não.TítuloDuração
1."Descida no Mahëllstrong"5:24
dois."Amantes da irrealidade"6:11
3."Covarde ou Desertor"4:53
Quatro."Bons desejos"3:51
lado B
Não.TítuloDuração
5.«Um dos Cid marchando (Parte 1)(Parte 2)»7:43
6."Se tudo fosse crack"10:08
7."Epílogo"2:17

Créditos editar ]

  • Alberto Fontaneda – Voz, violão e flautas.
  • Alex Cabal – Baixo.
  • Mento Hevia – Teclados e voz.
  • Manolo Jimenez – Bateria.
  • Rafael Rodríguez – Guitarra.
  • Encarnación González "Cani" – Voz e coros.
  • Crack – Correções.
  • Vicente Romero  – Produtor.
  • Luis Fernández Soria – Engenheiro de som.

Partilhar         https://disk.yandex.ru/d/HeNlBfqS6w37I
 

Algumas das mais belas capas do rock progressivo

 

Algumas das mais belas capas de Discos de Rock Progressivo


 

As 15 capas de álbuns de rock emblemáticas que marcaram a história

 

15 capas de álbuns de rock emblemáticas que marcaram história


Capas de álbuns sempre foram motivo de discussão e curiosidade entre os fãs. Muitas delas se tornaram grandes mitos da cultura pop. Desde a era do vinil, da fita cassete e o CD até o advento dos programas como (Napster, Audiogalaxy, Kazaa, Emule), as capas ilustradas faziam a alegria da galera do rock n´roll. Algumas delas se tornaram emblemáticas e mesmo aqueles que não gostam do estilo conhecem só de olhar. Outras, revelam significados e curiosidades por de trás das imagens. Enfim… Imagina só a minha missão, quase que impossível, tentar escolher apenas 15 capas que represente tudo isso que citei.

O critério que utilizei para elaborar essa lista é o famoso método científico “olhou, lembrou”, ou seja, o reconhecimento quase imediato da capa – e não da importância da banda ou de sua discografia.  Tentei equilibrar as escolhas sem repetir a banda e trazer algumas referências de cada época. Ainda, a ordem apresentada abaixo não é cronológica, e não propriamente de reconhecimento. Boa leitura.

The Dark Side of The Moon – Pink Floyd (1973)

O prisma atingido pelo feixe de luz reproduzindo um belo fenômeno físico e resultando nas cores do arco-íris se tornou a mais icônica das capas criadas pela banda inglesa Pink Floyd. “O Prisma representa a diversidade e a clareza dos sons da música”, diz o designer Storm Thorgerson. Ele completa: “O triângulo é um dos símbolos da ambição, um dos temas que Roger estava querendo implantar. Há várias ideias juntas.”


Nevermind – Nirvana (1991)

Spencer Eldren foi um dos vários bebês que fizeram testes para esta capa do Nirvana, em uma piscina pública de Pasadena, nos Estados Unidos. A ideia teria sido inspirada em uma prática na qual bebês nascem diretamente na água. Elden, tinha quatro meses quando foi clicado para a foto que ilustra a capa e recebeu  U$S 200 pela foto. “Um dia, o fotógrafo Kirk Weddie chamou meu pai e perguntou se ele queria ganhar dinheiro e jogar o filho em uma piscina. Ele aceitou, me fotografaram dentro d´água e pagaram U$S 200. Não foi nada demais. A maioria das bandas atuais jamais chegará nem perto do que o NIRVANA fez naquele álbum, e eu fico feliz de fazer parte dele”, contou Elfen, que hoje é adulto, em entrevista ao jornal The Guardian.

 

Abbey Road – The Beatles (1969)

Tem cenas que você nem precisa explicar. Pode passar anos e anos, The Beatles é imortal e esta cena nunca irá morrer. Umas das mais icônicas imagens da história da música, que até hoje motiva turistas a se direcionarem à rua no Norte de Londres, criando congestionamento de carros que são obrigados a esperar pelas pessoas enquanto elas tiram fotos simulando a travessia dos Beatles. Nessa rua está o icônico estúdio onde eles gravaram esse e outros álbuns, também intitulado Abbey Road. O fato de Paul estar descalço, de olhos fechados e com o passo trocado em relação aos companheiros na foto alimentou os boatos de que ele estaria morto. Pela primeira vez em uma capa dos Beatles não está exibido o nome da banda ou o nome do disco.

 

The Velvet Underground – The Velvet Underground & Nico (1967)

Você pode nem conhecer a banda e nunca ter ouvido falar. Mas essa imagem você já deve ter visto em algum lugar. Em 1967, Andy Warhol desenhou uma banana que foi usada no primeiro álbum da banda Velvet Underground, talvez uma das capas mais famosas de todos os tempos. As primeiras cópias do disco traziam o convite “Descasque lentamente e veja” (Peel slowly and see); por debaixo da casca havia uma banana cor de carne. O mecanismo tornou ainda mais cara a produção do disco, que terminou sendo um fracasso comercial. A maioria das reedições posteriores não incluíram a tal mágica. Pra se ter uma ideia, hoje, as originais chegam a custar U$ 500,00.

 

Aladdin Sane – David Bowie (1973)

A imagem registrada pelo produtor de cinema e fotógrafo Brian Duffy é considerada a Mona Lisa das capas de discos. O personagem Aladdin Sane pode não ser o mais famoso de David Bowie. O disco, lançado em 1973, também não é considerado o melhor da extensa discografia do músico britânico. Mas o ensaio para a imagem de capa do álbum resultou no que é provavelmente a mais icônica imagem dele.

 

Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band – The Beatles (1967)


Sabe aquela brincadeira: Onde está o Wally? Pois então… a capa do álbum dos Beatles Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band é quase que isso. Nele John, Ringo, Paul e George reuniram uma série de bugigangas, vestiram-se em uniformes militares e colaram imagens de pessoas que lhes chamavam atenção, entre eles Bob Dylan, Karl Marx, Marilyn Monroe e Marlon Brando.

 

Sticky Fingers – The Rolling Stones (1971)


Sugestiva e erótica como poucas, a capa de um dos melhores discos dos Stones enfatiza o duplo sentido do título, mostrando o close da braguilha de uma calça jeans masculina, com o volume de um pênis bem marcado aparente. A capa da edição original em vinil incluía uma espécie de zíper mecânico e uma fivela de cinto que abriam manualmente. Concebida por Andy Wharol, a foto da capa é de Billy Name, com design de Craig Braun; enquanto a identidade do modelo da foto ainda é uma dúvida. Braun estima que a criação da capa Sticky Fingers lhe rendeu mai de US$100 mil.

 

Unknown Pleasures – Joy Division (1979)

Unknown Pleasures foi lançado em 1979, um pouco antes da morte de Ian Curtis, vocalista da banda. A ideia por trás do famoso desenho que estampava a capa veio do guitarrista Bernard Sumner, que deu as coordenadas aos designers Peter Saville e Chris Mathan. Segundo Sumner, esta ilustração teve origem em um livro de astronomia visto por ele na época. As ondas na verdade são a morte de uma estrela captada por um medidor de pulsos. Na contracapa do LP consta a frase “isto não é um conceito, é um enigma” para aumentar ainda mais o mistério. A capa do álbum com o passar dos anos foi se popularizando e ganhando novos formatos. Hoje, ela já está estampada em calçados, camisetas, luvas, cases para celular e até no corpo de muita gente em forma de tatuagem. A foto que deu origem à arte da capa foi originalmente publicada com linhas pretas sobre um fundo branco na Enciclopédia de Astronomia de Cambridge de 1977.

 

The Ramones – “Ramones” (1976)

As lendas do punk originalmente queriam uma capa similar a do ‘Meet the Beatles!’ para o seu álbum homônimo, mas depois de uma sessão desastrosa a qual o cartunista John Holmstrom descreveu como “arrancando os dentes”, optaram por uma gritante simplicidade: a banda se alinhou contra uma parede de tijolos, habilmente capturada pela fotógrafa Roberta Bayler. A foto clássica dos Ramones foi feita pela fotógrafa Roberta Bayley. Na contracapa o logotipo, desenhado pelo artista Arturo Vega. A capa do primeiro álbum da banda, lançado em 1976 pelo selo Sire Records, está na Lista das 100 Melhores Capas da História da revista Rolling Stone, na posição 58.

 

London Calling – The Clash (1979) 


“Rosa e verde nunca devem ser vistos”, diz o estranho ditado da moda. Mas estas cores, que enquadram a foto em preto e branco de Paul Simonon destruindo seu baixo, dão uma vívida combinação neste álbum do THE CLASH. O designer Ray Lowri explica: “Tentei fazer uma genuína homenagem ao gênio que criou o primeiro disco do ELVIS PRESLEY.” Quanto à foto, Simonon disse: “O Show foi bem tranqüilo naquela noite, mas para mim, por dentro, não foi uma boa performance, então eu descontei no baixo. Seria bem mais esperto se eu tivesse pego o baixo reserva, que não era tão bom quando o que eu quebrei. Quando olho para foto hoje em dia, gostaria que tivesse levantado o rosto um pouco mais”.

 

Led Zeppelin – Led Zeppelin (1969)

Talvez muitas pessoas olhem para a capa do primeiro álbum do LED ZEPPELIN e não saibam que ela é o registro de um desastre que realmente aconteceu. Trata-se da explosão de um dirigível no dia 6 de maio de 1937, que havia saído da Alemanha, e preparava para aterrissar na Estação Aérea-Naval de Lakehurst, New Jersey, Estados Unidos. Enquanto descia, o veículo começou a pegar fogo. 97 pessoas se encontravam no dirigível, sendo 36 passageiros e 61 integrantes da equipe. 35 morreram (13 passageiros e 22 profissionais), além de um trabalhador que se preparava para receber a todos no solo.

A investigação sobre a causa da explosão foi inconclusiva. Várias hipóteses foram levantadas, mas o que ficou de concreto da tragédia foi o fim das viagens com grande número de pessoas em veículos do tipo. Para o Rock, a imagem do ocorrido tornou-se referencial, ainda mais por estar diretamente ligada à estreia de uma das maiores bandas de todos os tempos.

 

Born In The U.S.A – Bruce Springsteen (1984)

Um dos álbuns mais vendidos da história da música pop e que é lembrado até os dias de hoje. Não por acaso, “Born in the U.S.A.” foi o disco mais vendido nos Estados Unidos na época. Foram comercializadas 15 milhões de cópias só em território norte-americano. Ela fala sobre a Guerra do Vietnã, os problemas que os veteranos encontravam na volta para a América, fazendo uma crítica no momento em que os Estados Unidos hasteavam sua bandeira como a grande pátria do planeta. Bruce conseguiu fazer uma definição americana da década de 1980, deixando explícita uma visão que preza os direitos humanos, causas humanitárias e que lamenta as guerras.

A capa do álbum merece destaque, já que, além de povoar a mente de mulheres do mundo inteiro há quase 30 anos, existem algumas curiosidades e mitos envolvendo tal foto. Ela é simplesmente um recorte de Bruce posicionado na frente de uma bandeira norte americana, num estilo “trabalhador braçal” e o boné homenageia um amigo do astro. Os republicanos patrióticos disseram que Bruce estaria urinando na bandeira, o que foi desmentido por ele. É a velha história: cada um interpreta como quer, não é? Por meio da foto de Annie Leibovitz, a capa se transformou numa das mais famosas do rock e da música como um todo.

 

Californication – Red Hot Chili Peppers (1999)

Lawrence Azerrad foi o autor da capa mais conhecida da banda. A espinha dorsal do conceito de toda capa foi um sonho que o guitarrista John Frusciante teve sobre uma piscina onde o céu estava na água, e a água estava no céu. A criação da arte durou cerca de 5 semanas e trata, principalmente, sobre o lado obscuro de Hollywood e da exportação e dominação da indústria cinematográfica. Mas também sobre o declínio da sociedade ocidental, pornografia, cirurgia plástica e elementos da cultura pop como Star Wars. “Um grande desafio foi encontrar a piscina certa para fotografar. “Nós realmente procuramos centenas de piscinas na área de Los Angeles. A piscina que escolhemos acabou que pertencia a alguns amigos nas colinas de Los Angeles.”, disse Lawrence.

 

Metallica “Black Álbum” – Metallica (1991)

A famosa capa é uma ideia de gênio: nada de monstros ou cores fortes. Ela é totalmente negra; se você forçar a vista, verá o nome da banda num canto e uma serpente em outro. O álbum “Metallica”. Conhecido no mundo todo como “Black Álbum”, por conta da capa preta que traz apenas o logo do Metallica e a cobra que faz referência à  bandeira de Gadsden, o disco levou a banda norte-americana de thrash metal e o próprio heavy metal para um patamar até então nunca visto na música pop, com mais de 15 milhões de cópias vendidas nos Estados Unidos e mais de 22 milhões em todo o planeta.

 

The Wall – Pink Floyd (1979)

The Wall é um dos mais famosos discos do Pink Floyd. Passado décadas de seu lançamento, ele continua a atrair e cultivar uma enorme legião de fãs. Criado quase que totalmente por Roger Waters, baixista e vocalista do grupo, é um disco conceitual, embora seu conceito não seja facilmente assimilado nas primeiras audições. Basicamente, envolve um rock star chamado Pink, o qual, devido ao uso de drogas e aos traumas pelo qual passou em sua vida, acaba criando um “muro” em seu cérebro que o isola do mundo real à sua volta. A capa é uma das mais simples do Pink Floyd. Contém uma parede de tijolos brancos e até hoje é lembrada.

E aí, gostou da lista? Deixe sua indicação nos comentários. Compartilhe com a gente.

Morte de Andrew Fletcher (Depeche Mode)


Andrew Fletcher, fundador do Depeche Mode, morreu aos 60 anos. A notícia foi anunciada pelo perfil da banda nesta quinta-feira (26).

"Fletch tinha um verdadeiro coração de ouro e estava sempre lá quando você precisava de apoio, uma conversa animada, uma boa risada ou uma cerveja gelada", diz a nota publicada no perfil do grupo.

A causa da morte do teclista ainda não foi divulgada. 



Recordar é viver - Venda de discos em Portugal 1974

 

Vendas de discos 1974

Singles

Sugar Baby Love - Rubettes - 2#1
The Night Chicago Died - Paper Lace - #2
Always Yours - Gary Glitter - #3
Seasons In The Sun - Terry Jacks - #4
We've Got To Do It Now - New Seekers - #5
The Air That I Breath - The Hollies - #2
Criança Portuguesa - Ruy Moura Guedes - #4

Lp's



Bridge Of Sighs - Robin Troxer - #1
Hasta La Victoria - Mercedes Sosa - #2
Caribou - Elton John - #3
Next... - Alex Harvey Band - #4
Tubulkart Bells - Mike Oldfield - #5
 Greatest Hits - Demi Roussos - #1
Quadrophenia - The Who - #3
Brain Salad Surgery - Emerson Lake & Palmer - #4







Recordar é viver - Vendas de discos em Portugal em 1973

 

Vendas de discos 1973


O Diário de Lisboa publicou, ao longo do ano de 1973, aos domingos, uma lista com os singles e os Lps que mais vendiam nas lojas de discos de Lisboa. As listas não foram publicadas em todas as semanas do ano e no arquivo da internet não estão disponíveis todas as edições.

Fado Fadinho - Raul Solnado
Canoas do Tejo - Carlos do Carmo
Um Violino No Telhado - Banda Sonora - 1
A Montanha - Roberto Carlos - 2
Escuchame - Los Cuervos - 3
Hello My Love - Theo Vanes - 1
Seventh Sojourn - The Moody Blues - 3
How Do You Do - Mouth And McLean - 1
We Believe In Tomorrow - Freddy Breck -2
Mary Had A Baby - Mary Hopkins - 3
My Reason - Demis Roussos - 1
Honky Cat - Elton John - 3
Blockbuster - Sweet - 5
Conquistador - Procol Harum - 1
É Por Isso Que Eu Vivo - Paco Bandeira - 3
Tourada - Fernando Tordo - 1
Crocodile Rock - Elton John - 3
Killing Me Sofly With These Song - Roberta Flack - 1
Paroles Paroles - Dalida e Alain Delon - 3
Grand Hotel - Procol Harum -1
Power to All Our Friends - Cliff Richard - 1
Eres Tu - Mocedades - 2
Tu Te Reconnaitras - Anne Marie David - 1
Daniel - Elton John - 2
Forever And Ever/Velvet Mornings - Demis Roussos - 1
Guitarra Toca Baixinho - Francisco José - 3
Papa Was A Rolling Stone - The Temptations - 1
Give Me Love (Give Me Peace on Earth) - George Harrison - 1
My Love - Paul MacCartney + Wings - 3
Vinte Anos - Green Windows - 1
Cum On Feel The Noize - Slade - 1
Sqweeze Me, Pleeze Me - Slade - 1
I Like You - Donovan - 1
I Can't Keep It In - Cat Stevens - 2
Goodbye My Love Goodbye - Demis Roussos - 1
Never, Never, Never - Shirley Bassey - 2
Do You Love Me - Shariff Dean - 2
Money - Pink Floyd - 3

(...)

A 27 de Janeiro de 1973, o semanário "Expresso" (nascido a 6 desse mês) dava conta dos dez mais vendidos nas discotecas lisboetas. O primeiro lugar cabia a um single de Raul Solnado e o terceiro a um LP de Carlos do Carmo. "Margem de Certa Maneira" de José Mário Branco surgia em sexto, entre o novo disco de José Afonso (sétimo), e a banda sonora do filme "Um Violino no Telhado" (quinto). O autor do artigo chamava ainda a atenção para "uma subida nas vendas dos portugueses ao lado dos estrangeiros, de uma maneira que aqui há dois anos não era crível. A curiosidade aumenta pelo que cá se faz. Assim aumente o poder de compra."

Nuno Pacheco / Público, 1995

Em Portugal “Grand Hotel” foi um dos discos mais vendidos do ano de 1973 juntamente com “Dark Side Of The Moon” dos Pink Floyd. http://ocovildovinil.pt/grand-hotel.html

O álbum estrangeiro mais vendido em Portugal foi o dos Procol Harum, banda britânica de rock progressivo que recebe dia 9 de abril de 1974 a respetiva “Caravela de Prata”. (Revista Expresso 25 Abril 40 Anos)

18/03/1973 - Segundo o Diário de Lisboa, o vencedor do Festival da Canção de 1973, Fernando Tordo, vendeu dez mil discos na primeira semana de comercialização. O Festival da Canção suscitou um enorme interesse entre o público português e animou vendas e carreiras artísticas.












Destaque

Buddy Guy - Buddy and the Juniors (1970)

  CD de áudio (28 de junho de 2011) Data de lançamento original: 2011 Número de discos: 1 Selo: Hip-O Select ASIN: B0050GX7B8 Um relançament...