terça-feira, 31 de maio de 2022

Biografia Arcade Fire

Arcade Fire

 Arcade Fire é uma banda de indie rock da cidade de Montreal, Quebec, no Canadá. Fundada em 2000 pelo casal Win Butler e Régine Chassagne, a banda é conhecida por suas apresentações ao vivo, como também pelo uso de um grande número de instrumentos musicais; principalmente guitarra, bateria e baixo; mas também piano, violino, viola, violoncelo, xilofone, teclado, acordeão e harpa.

Arcade Fire ganhou numerosos prêmios, incluindo o Grammy 2011 de álbum do ano, o Juno 2011 de álbum do ano e o Brit Award 2011 de melhor álbum internacional, pelo seu terceiro álbum de estúdio, The Suburbs, lançado em 2010, sucesso comercial e de crítica. Os quatro álbuns de estúdio foram indicados ao Grammy de Melhor Álbum de Música Alternativa.

Seu segundo álbum Neon Bible foi gravado numa igreja comprada pelos próprios integrantes, motivados por uma melhor acústica. Lançado em Março de 2007, para promover esse álbum a banda criou um site especial[1] onde se encontra um número de telefone para o qual os internautas podem discar e ouvir a canção "Intervention", além de letras das canções e uma página para se ouvir gratuitamente "Black Mirror", a primeira faixa deste novo disco.

História

2001–03: Formação e primeiros anos

O Arcade Fire foi formado em torno do casal Win Butler e Régine Chassagne. Começando em meados de 2003, a formação dos dois primeiros álbuns solidificou-se no final do mesmo ano e início de 2004, quando o primeiro álbum foi gravado, Funeral. Antes de seu lançamento, o EP Arcade Fire já era vendido nos primeiros concertos. Posteriormente, o mesmo EP foi remasterizado e relançado em 2005, quando a banda já havia se tornado mais proeminente. O grupo é conhecido por seus concertos ao vivo, e pelo uso diversificado de instrumentos musicais. Seu desempenho positivo ao vivo os ajudaram a assinar contrato com a gravadora independente Merge Records.

2004–06: Funeral

Funeral estreou em setembro de 2004 no Canadá, e em fevereiro do ano seguinte na Europa. Seu título foi escolhido devido ao falecimento de diversos familiares de integrantes durante sua gravação, o que criou uma atmosfera sóbria que influenciou canções como "Une année sans lumière", "In the Backseat" e "Haiti".

David Bowie escutou a banda em turnê e os trouxe à atenção de executivos de gravadoras. Ainda sem um contrato de peso, o sucesso do Arcade Fire com o álbum Funeral foi aclamado como um fenômeno da Internet. Após uma crítica bastante positiva da Pitchfork, a gravadora Merge Records esgotou todo seu estoque do álbum, tornando-se o primeiro álbum da gravadora a entrar na parada musical Billboard 200.[2] A banda também chamou muito a atenção do mundialmente aclamado U2, que os convidou para abrir shows no Canadá e acabou por eleger a canção "Wake Up" como tema de abertura da colossal turnê Vertigo Tour (2005–2007). A banda agendou concertos em pequenas casas de espetáculo em sua turnê de 2004, mas o crescente interesse os forçou a diversas mudanças de planos, seguindo uma turnê internacional em 2005 nos Estados UnidosCanadáEuropa e Japão (festival SummerSonic Festival). Em meados de 2005 a banda apresentou-se também em sete festivais, Coachella Valley Music and Arts FestivalSasquatch! Music FestivalLollapalooza e Reading Festival no Reino UnidoElectric Picnic na IrlandaLowlands Festival nos Países Baixos e no Paredes de Coura em Portugal.

A banda estava na capa de 4 de abril de 2005 da edição canadense da Time Magazine, sendo considerada a banda que "ajudou a colocar a música canadense no mapa mundial". Em maio do mesmo ano a banda assinou um contrato de curto prazo com a EMI para o suporte de Funeral, e em junho a banda lançou o novo single "Cold Wind" para o segundo volume da trilha sonora da série de televisão Six Feet Under. A BBC usou a canção "Wake Up" em anúncios de sua programação de 2005, e as canções "Rebellion (Lies)" e "Neighborhood #1 (Tunnels)" em janeiro de 2006. Ainda em 9 de setembro de 2005, a banda viajou para Nova Iorque e apareceu no especial de televisão Fashion Rocks, no qual apresentaram a canção "Wake Up" com David Bowie. Ainda em Nova Iorque, apareceram no Late Show with David Letterman e realizaram um concerto no Central Park. Em 11 de setembro apareceram na série musical britânica Top of the Pops com a canção "Rebellion (Lies)".

No Brasil, apresentarem-se em outubro de 2005 no Rio de Janeiro (dia 22), em São Paulo (dia 23) e em Porto Alegre (dia 25) durante o Tim Festival. Na ocasião, Win cantou uma versão da "Aquarela do Brasil", de Ary Barroso, que está no lado B do single "Cold Wind", lançado na Inglaterra.

Em Portugal, ficaram conhecidos por terem dado, no Festival Paredes de Coura, aquele que foi considerado pela maioria dos críticos de música portugueses como o melhor concerto de 2005 no país, mas muitos dos principais críticos de música internacionais consideraram também aquele como o melhor concerto da banda em todo o mundo no ano de 2005.

Tanto o álbum Funeral quanto o single "Cold Wind" foram nomeados para o Grammy para Melhor Álbum de Rock Alternativo e Melhor Canção Escrita para Televisão, Cinema ou Outra Mídia (no caso, a trilha sonora de Six Feet Under), respectivamente.

2006–10: Neon Bible

Em 26 de junho de 2006, Win Butler anunciou que o trabalho com novo material estava progredindo, e que este seria um álbum auto-produzido, ainda que a banda estivesse trabalhando com os engenheiros de som Scott Colburn e Marcus Dravs.

A primeira faixa de Neon Bible lançada oficialmente foi "Intervention", em dezembro de 2006 através do serviço iTunes. Logo após "Black Wave/Bad Vibrations" também foi lançada no sistema. O álbum foi lançado em redes P2P em 26 de janeiro de 2007, e oficialmente lançado em 5 de março. Ele já estreou na primeira posição das paradas de álbum do Canadá e em segundo lugar na Billboard Top 200. O primeiro single de fato foi anunciado em janeiro, "Black Mirror".

Uma turnê de suporte a Neon Bible já havia sido anunciada em dezembro de 2006. Entre janeiro e fevereiro de 2007, realizaram cinco concertos em Londres. Em 20 de janeiro tocaram em um concerto em uma igreja na região de Montreal. A partir de 13 de fevereiro, apresentaram-se cinco vezes em concertos em Nova Iorque. A banda tocou no Saturday Night Live de 24 de fevereiro, com as canções "Intervention" e "Keep the Car Running". Owen Pallett não estava presente por estar gravando para seu projeto pessoal, Final Fantasy.

A turnê européia da banda foi agendada para acontecer entre 3 de março e 3 de abril, e incluiu concertos em Londres e Paris. Entretanto, em 24 de março a banda anunciou que estava cancelando o restante de concertos da turnê devido a uma infecção em Win. A turnê estado-unidense aconteceu entre 26 de abril e 2 de junho, inclusive abrindo concerto para David Bowie.

Em 2007, a banda marcou presença em Portugal, no festival Super Bock Super Rock, brindando o público e a crítica com um concerto espetacular e memorável, que muitos consideram um dos, senão mesmo o melhor concerto que a banda deu nesse ano.

Em 2011, deram novamente um concerto no festival Super Bock Super Rock em Portugal, país onde a banda parece definitivamente sentir-se como "peixe na água", sendo de novo considerado um dos melhores concertos do ano, tendo sido aclamado por críticos, público e mesmo pela banda, devido à grande entrega do grupo e à interacção fenomenal durante todo o concerto com o público português.

2010–12: The Suburbs

Em agosto de 2010, o terceiro álbum da banda, The Suburbs, foi lançado, com produção realizada em conjunto com Markus Dravs, assim como em seu predecessor. Essa obra proporcionou à banda o prêmio de Álbum do Ano no Grammy Awards de 2011, além das indicações para Melhor Álbum de Música Alternativa e Melhor Performance de Rock por um Duo ou Grupo com Vocal, com "Ready To Start".[3][4]

Uma edição de luxo do álbum foi lançada no aniversário de um ano do lançamento, contendo faixas bônus como "Speaking In Tongues", com participação de David Byrne, e um curta-metragem do diretor Spike JonzeScenes from the Suburbs, que estreiou no Festival internacional de Cinema de Berlim de 2011.[5]

2013–15: Reflektor e a trilha sonora de Her

Em agosto de 2013, iniciou-se uma campanha de publicidade inspirada em marketing de guerrilha, consistindo principalmente em grafites de um logotipo contendo a palavra "reflektor", avistados em grandes cidades como LondresSydney e Chicago. O envolvimento do Arcade Fire com os grafites foi logo especulado, com indicações de que "Reflektor" poderia ser o nome do novo álbum da banda.[6] A confirmação veio no dia 26 de agosto, por meio de um mural num prédio em Manhattan, que incluía a mensagem "Arcade Fire 9pm 9/9".[7]

Em 9 de setembro, foi divulgada a música "Reflektor", com um videoclipe interativo sendo disponibilizado online,[8] além de um clipe oficial, dirigido pelo cineasta neerlandês Anton Corbijn.[9] O músico britânico David Bowie contribuiu com vocais de apoio na faixa, que veio a ser o primeiro single extraído do álbum de mesmo nome, com o compacto em vinil sendo creditado à banda fictícia The Reflektors.[10]

Reflektor, álbum co-produzido com James Murphy, do LCD Soundsystem, foi lançado em outubro de 2013.

A banda retornou ao Brasil na turnê subsequente, a Reflektor Tour, como atração principal do Lollapalooza Brasil de 2014.[11]

Em paralelo ao álbum, o grupo trabalhou na composição da trilha sonora do filme Her, em contribuição com o músico canadense Owen Pallett.[12] A trilha foi indicada à Melhor Trilha Sonora no Oscar 2014.[13] Por terem sido produzidos parcialmente no mesmo período de tempo, há semelhanças entre os dois trabalhos da banda neste período: a canção "Supersymmetry", última faixa de Reflektor, originou-se como uma versão da música tocada nos créditos do filme, enquanto "Porno", também do álbum de estúdio, tem sua melodia soada de forma instrumental no filme.[14]

O documentário The Reflektor Tapes, longa metragem com direção de Kahlil Joseph sobre o processo de gravação do álbum, foi lançado em 24 de Setembro de 2015 e exibido no Festival Internacional de Cinema de Toronto de 2015.[15] No dia seguinte à estreia, foi lançada uma edição de luxo virtual de Reflektor, contendo 6 novas faixas.[16] Uma dessas músicas, "Get Right", foi lançada como single, com "Crucified Again" como b-side.[17]

2017–2021: Everything Now

No decorrer de 2016, alguns membros do Arcade Fire fizeram declarações sobre seu próximo álbum. Will Butler, respondendo à perguntas dos fãs na rede social Reddit, afirmou que o sucessor de Reflektor poderia ser lançado "provavelmente na próxima primavera",[18] enquanto Tim Kingsbury concedeu entrevista à CBC declarando que o lançamento viria "em algum momento do próximo ano".[19]

O grupo voltou aos palcos, dois anos após o fim da Reflektor Tour, em show no Razzmatazz,[20] como um "aquecimento" para uma pequena sequência de shows ocorridos no mês de julho, que incluiu apresentação na última noite do festival NOS Alive '16, em Oeiras, Portugal.[21]

No dia da cerimônia de posse de Donald Trump como Presidente dos Estados Unidos, 19 de janeiro de 2017, a banda lançou a faixa de protesto "I Give You Power", uma colaboração com a cantora Mavis Staples. O single, inicialmente exclusivo do Tidal, teve sua arrecadação doada à União Americana pelas Liberdades Civis.[22]

O Arcade Fire assinou contrato com a gravadora Columbia Records em maio de 2017, lançando o single "Everything Now" ao dia 31 deste mês, com uma edição limitada em vinil no festival Primavera Sound, em Barcelona, no qual também se apresentaram.[23] No dia seguinte, o quinto álbum de estúdio da banda foi anunciado, e o single recebeu um videoclipe.[24] Lançado em 28 de julho de 2017, o álbum Everything Now foi produzido em parceria com Thomas Bangalter do duo Daft Punk, Steve Mackey da banda britânica Pulp, e o recorrente colaborador Markus Dravs. Além da faixa-título, as primeiras canções a serem divulgadas foram "Creature Comfort", "Signs of Life" e "Electric Blue", com seus respectivos videoclipes.[25]

Em dezembro de 2017, a banda retornou ao Brasil, com shows da turnê Infinite Content Tour no Rio de Janeiro e em São Paulo, respectivamente nos dias 8 e 9, com a banda colombiana Bomba Estéreo abrindo os shows. A apresentação no Rio de Janeiro, inicialmente marcada para a Jeunesse Arena, foi transferida para a Fundição Progresso, local com capacidade de público bem menor, provavelmente devido à baixa procura por ingressos. Já a apresentação na Arena Anhembi, em São Paulo, sofreu encolhimento e alterações na disposição do público. Em ambos os shows, durante a última música ("Wake Up"), percussionistas brasileiros convidados fizeram participações especiais, tocando com os integrantes da banda, que desceram à pista, encontrando o público. Em São Paulo, essa participação coube à bateria da escola de samba Acadêmicos do Tatuapé.[26][27]

Para a versão de 2019 do filme Dumbo, da Disney, o Arcade Fire gravou uma versão da música "Baby Mine", composta por Frank Churchill e Ned Washington e performada originalmente no filme animado de 1941. A canção, que é tocada nos créditos finais do longa, foi lançada como single em 11 de março de 2019.[28]

2022-Presente: WE

Em março de 2022, os fãs receberam cartões postais marcados com o logotipo da banda; os cartões postais incluíam a nota "Sentimos sua falta", anotações musicais, bem como uma imagem de um olho com a palavra "Cancelar inscrição" escrita abaixo. Essas mesmas imagens começaram a aparecer em sinalização em Londres, bem como nas páginas de mídia social da banda, indicando os primeiros sinais de um novo álbum. Em 14 de março, a banda anunciou que uma nova música intitulada "The Lightning I, II" seria lançada em 17 de março.[29]

Em 17 de março de 2022, o Arcade Fire anunciou que o álbum seria intitulado WE e seria lançado em 6 de maio de 2022.[30]

Integrantes

A banda em concerto, 2007

Além do casal formado pelos fundadores Win Butler e Régine Chassagne, outros membros da banda incluem Richard Reed ParryWilliam ButlerTim KingsburySarah Neufeld e Jeremy Gara.

Howard Bilerman, que havia tocado bateria no álbum de estréia Funeral, deixou a banda para dedicar-se a outros projetos. Durante concertos em suporte a esse álbum, a banda incluía Pietro Amato e o violinista Owen Pallett. Neufeld, Parry e Amato também tocaram na banda instrumental Bell Orchestre e Neufeld e Amato também tocaram na The Luyas. Pallett, ainda que não listado como membro oficial no sítio da banda ou mesmo nas capas de álbuns, toca com a banda em concertos ao vivo, e fez os arranjos de orquestra e de cordas com Régine para os dois primeiros álbuns. Outros membros de turnê incluem a violinista Marika Anthony-Shaw, Colin Stetson e Kelly Pratt.


Discografia

Álbuns de estúdio

Trilhas sonoras

  • Her (Original Motion Picture Soundtrack) (com Owen Pallett) (2014)

EP's

Compactos

A banda em concerto em Nova Iorque, maio de 2007

de Funeral

  • "Neighborhood #1 (Tunnels)" (2004)
  • "Neighborhood #2 (Laika)" (2005)
  • "Neighborhood #3 (Power Out)" (2005)
  • "Rebellion (Lies)" (2005)
  • "Wake Up" (2005)

de Neon Bible

  • "Black Mirror" (2007)
  • "Keep The Car Running" (2007)
  • "Intervention" (2007)
  • "No Cars Go" (2007)

de The Suburbs

  • "The Suburbs"/"Month Of May"
  • "We Used To Wait"
  • "Ready To Start"
  • "City With No Children"
  • "Speaking In Tongues" (com David Byrne)
  • "Sprawl II (Mountains Beyond Mountains)"

de Reflektor

  • "Reflektor" (2013)
  • "Afterlife" (2013)
  • "We Exist" (2014)
  • "You Already Know" (2014)
  • "Get Right" (2015)

de Everything Now

  • "Everything Now" (2017)
  • "Creature Comfort" (2017)
  • "Signs of Life" (2017)
  • "Electric Blue" (2017)
  • "Put Your Money on Me" (2018)

de WE

  • "The Lightning" (2022)

não incluídos em álbuns




Biografia de Alice Cooper

Alice Cooper

Alice Cooper, nome artístico de Vincent Damon Furnier (Detroit4 de fevereiro 1948), é um cantor, compositor e ator americano.[1] Ficou mundialmente conhecido nos anos 1970 por seus concertos de rock inovadores e designados para chocar e provocar o público, junto com letras obscenas, obscuras e sangrentas que, junto com seu visual gótico, transformaram Alice em um ícone do rock que continua como fonte de inspirações para artistas de todos os estilos até hoje. Ao longo da carreira, Cooper já lançou 26 álbuns de estúdio e vendeu mais de 50 milhões de cópias.[2]

Alice Cooper era originalmente o nome da banda da qual Vincent Furnier fazia parte como vocalista, juntamente com Glen Buxton e Michael Bruce nas guitarras, Dennis Dunaway no baixo e Neal Smith na bateria, e com quem lançou sete álbuns. Porém, a banda acabou se separando e Vincent adotou o pseudônimo Alice Cooper para si mesmo e obteve legalmente o nome pouco depois, iniciando sua carreira solo sob esse nome em 1975 com o álbum Welcome to My Nightmare, e já lançou mais dezoito álbuns desde então. As apresentações de Alice tornaram-se célebres pelo uso de vários elementos performáticos baseados em filmes de terror realizadas ao vivo, como guilhotinascadeiras elétricascobras vivasbonecas vodus, sangue falso e muitos outros, com Alice vestindo roupas obscuras e ornamentadas com coisas como patas reais de aranha, cobras vivas, correntes e outras, o que levou os concertos de Alice a serem apelidados de "teatro de terror" pela crítica, um termo que o próprio cantor passou a usar para designar seu trabalho.

Alice também é conhecido por seus trabalhos independentes da música, pois ele já atuou em diversos filmes de terror. Mas um dos filmes onde mais se destaca além de estar ao lado de seu amigo Johnny Depp em um filme dirigido por Tim Burton, é Sombras da Noite, Alice Cooper aparece como cantor onde vira foco no filme. Cooper também já compôs trilhas sonoras para Televisão e cinema, além de ter se envolvido em diversas campanhas publicitárias sobre assuntos diversos, o que levou a revista Rolling Stone a elegê-lo o "mais amado artista do heavy metal" em 2006, tendo sido incorporado à Calçada da Fama de Hollywood em 2003 e ao Rock and Roll Hall of Fame em 2011 junto com a formação original da banda. Alice continua fazendo turnês até hoje, mas com uma banda nova chamada Hollywood Vampires sendo ele o vocalista e tendo Johnny Depp como guitarrista base e Joe Perry como guitarrista solo, esta banda já teve varias lendas do Rock, na época em que eram mais conhecidos como um grupo de amigos que saía para encontros, como: John Lennon , Keith Moon, Ringo Starr, Elton John e vários outros artistas.

Biografia

Vincent Damon Furnier nasceu em Detroit, nos Estados Unidos, em 4 de fevereiro de 1948, filho de Ella Mae e Ether Moroni Furnier. Seu primeiro nome é uma homenagem ao seu tio paterno, Vincent Furnier, e o segundo, ao escritor Damon Runyon. Ether era bispa na Igreja de Jesus Cristo, e seu avô, Thurman Furnier, era apóstolo da mesma igreja; por isso Vincent Damon começou a realizar trabalhos na congregação aos onze anos de idade, onde também participou do coral paroquial.

Em Detroit, Vincent estudou em vários colégios, todos religiosos, até sua família se mudar para a cidade de PhoenixArizona, onde ele começou a frequentar uma escola pertencente a Ordem DeMolay, uma sociedade discreta de princípios filosóficos, fraternais, iniciáticos e filantrópicos, patrocinada pela Maçonaria;[3] Vincent chegou a receber bolsa de estudos integrais para várias faculdades, inclusive a Universidade do Colorado, mas recusou todas as propostas. Tendo sido criado em ambientes religiosos, Vincent sempre se disse "um homem de fé", adepto ao cristianismo conforme lhe foi ensinado em casa, sempre dizendo que suas performances musicais são apenas trabalho sem qualquer tipo de comprometimento com suas opiniões e escolhas pessoais.

A mãe de Vincent, Ella, é viva até hoje (junho de 2019[4]), mas seu pai, Ether, morreu em 1988, por falência de múltiplos órgãos; a vida amorosa de Vincent também teve alguns pontos delicados, como a morte por overdose de heroína de Christine Frka, sua namorada em 1972. Vincent morou depois, até 1975, com uma mulher chamada Cindy Lang, quando eles se separaram e Cindy processou o cantor por uma pensão alimentícia, mas perdeu o processo uma vez que estes nunca foram legalmente casados. Vincent se casou em 20 de março de 1976 com a bailarina Sheryl Goddard, que fez várias apresentações ao lado do marido, e com quem teve três filhos: Calico, Dash e Sonora. Em novembro de 1983, Sheryl entrou com um pedido de divórcio devido ao alcoolismo do marido, mas desistiu e ambos se reconciliaram em 1984, estando juntos desde então.

Diz-se que Alice Cooper foi um membro da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias - os Mormons. O que se sabe sobre a religião de Alice Cooper é que, até aos onze anos de idade, ele frequentou a Igreja Bickertonita na Pensilvânia, da qual seu avô havia sido apóstolo e seu pai pastor.[5]

Carreira musical

A banda Alice Cooper

Em 1964, Vincent se juntou com seus amigos Glen BuxtonDennis Dunaway, John Speer e John Tatum para participar, sem comprometimento, de um espetáculo de calouros anual em Phoenix sob o nome de The Earwigs, dublando músicas dos Beatles e vestidos como seus integrantes; eles venceram o concurso e gostaram de estar em palco, por isso mudaram o nome da banda para The Spiders e decidiram criar suas próprias músicas, com Vincent no vocal, Glen e John Tatum na Guitarra, Dennis no Baixo e John Speer na bateria; eles começaram a fazer apresentações em clubes e bares da cidade, apresentando canções de suas principais influências, como Beatles, Rolling Stones e The Who por exemplo, e em 1965 gravaram seu primeiro single, "Why Don't You Love Me", pouco antes de encerrarem sua vida escolar. Nessa época Vincent adotou o pseudônimo Alice Cooper, apesar de nunca ter explicado se há algum grande significado por trás do nome, e passou a usar esse nome tanto para fins comerciais como também em sua vida particular, já que o registrou em cartório alguns anos depois.

Alice Cooper durante a Killer Tour 1972

Em 1966Michael Bruce substituiu John Tatum e o grupo lançou a canção "Don't Blow Your Mind", que se tornou um sucesso na rádio local e assim o grupo começou a constantemente viajar para a cidade de Los Angeles para fazer apresentações até se mudar para lá definitivamente em 1967, após Neal Smith assumir o cargo de baterista e a banda mudar seu nome para The Nazz, lançando a canção "Wonder Who's Lovin' Her Now". Em 1968 o grupo decidiu escolher um novo nome e Alice Cooper tornou-se também o nome oficial da banda. Alice (como Vincent começou a ser chamado desde então) criou o perfil de palco da banda inspirado em filmes de terror e também criou seu próprio visual gótico e sombrio para, segundo ele, diferenciar, pois ele pensava que já que os rockstars são sempre considerados "heróis", era hora de haver um "vilão" entre eles.

Uma noite, após um fracasso na cidade de Los Angeles, onde eles esvaziaram um clube após tocar por apenas dez minutos, eles foram procurados pelo empresário Shep Gordon, que achava que eles tinham potencial mas não sabiam como o usar; Shep arranjou para banda uma audição com o conceituado músico e empresário Frank Zappa, que lhes disse para irem até sua casa às sete horas da noite, mas o grupo se confundiu e eles foram até a residência às sete da manhã, e o fato de se disporem a acordar e tocar tão cedo impressionou Frank o bastante para assinar com a banda um contrato para o lançamento de três álbuns através da Straight Records, uma gravadora iniciante na época. O álbum de estreia do grupo, Pretties for You, foi lançado em 1 de agosto de 1969 e foi um fracasso de público e crítica, chegando apenas a 193ª posição da Billboard 200, a principal parada musical dos Estados Unidos.

Foto promocional da banda original em 1973. Da esquerda para a direita: Glen Buxton, Michael Bruce, Alice, Neal Smith e Dennis Dunaway.

Após o lançamento do álbum o grupo realizou alguns concertos já caracterizados como seus personagens de palco, e numa dessas apresentações ocorreu um incidente que veio a servir de grande divulgação para a banda: durante a performance, Alice atirou uma galinha na plateia achando que ela voaria e escaparia (pois é assumidamente contra qualquer tipo de crueldade com animais), mas ela caiu sobre o público e foi feita em pedaços pelos presentes. O ocorrido foi capa de jornais e revistas e tema de reportagens de televisão, e espalhou-se o falso boato de que Alice teria comido a cabeça do animal e bebido seu sangue, o que ajudou a construir o mito popular ao redor dele. Mas mesmo com a divulgação, o segundo álbum da banda, Easy Action, lançado em 1970, também não emplacou. Mas no mesmo ano um trecho de show da banda apareceu no filme Diary of a Mad Housewife de 1970, que lhes tornaram mais conhecidos. Nessa época a banda procurou o produtor Bob Ezrin pedindo ajuda, e assim o grupo lançou Love It to Death em 1971, que era o fim de seu contrato e última chance de sucesso. A ligeira mudança no estilo musical e a experiência de Bob Ezrin conseguiram enfim agradar o público; o single "I'm Eighteen" se tornou o primeiro sucesso da banda, atingindo a 21ª posição na Billboard Hot 100, a parada de singles americana, e Love It to Death chegou a 35ª posição da Billboard 200, levando a banda a realizar uma turnê maior, estreando muitos elementos que se tornariam célebres em seus concertos, como cadeiras elétricas, sangue falso, cobras e muitos outros.

Ainda em 1971 a banda assinou com a Warner Bros Records e lançou Killer, que chegou a 21ª posição da Billboard 200 e trouxe sucessos como "Under My Wheels" e "Halo of Flies", mas foi em 1972 que a banda atingiu o estrelato com o álbum School's Out e o single homônimo, que respectivamente chegaram o 2º lugar da Billboard 200 e 7º lugar da Billboard Hot 100, levando a banda a realizar uma turnê por ginásios e arenas na América do Norte e na Europa, quando a banda teve problemas legais, já que muitos adultos temiam a influência negativa que eles podiam exercer sobre jovens e houve muitas petições e pedidos de processo para proibir o grupo de entrar em vários países, mas nenhuma proibição jamais aconteceu.

Em 1973 foi lançado Billion Dollar Babies, o último álbum da banda Alice Cooper; o disco foi um sucesso imediato, chegando ao topo tanto da Billboard 200 quanto da UK Albums Chart, a principal parada do Reino Unido, e o single "Elected" foi outro grande sucesso, fazendo história por ter se tornado, junto com "Bohemian Rhapsody" do Queen, um dos primeiros vídeos de rock produzidos para divulgação de um disco ou de um single. O sucesso do álbum permitiu que a banda realizasse uma nova turnê mundial, dessa vez em maior escala, que quebrou recordes de bilheteira em países como Estados Unidos e Reino Unido; foi nessa época que Alice passou a usar uma guilhotina como recurso de palco, usando-a para decapitar bonecas e também ele mesmo ao fim de cada show, em um truque de mágica que tornou-se célebre e uma marca registrada do grupo, sendo essa a última turnê da formação original junta.

Início da carreira solo e declínio de popularidade

Foto promocional de Alice feita em 1978.

Muscle of Love, de 1973, foi o último álbum da banda junta e não teve o mesmo sucesso dos álbuns anteriores, o que levou o grupo a ter vários desentendimentos; Alice queria manter os elementos teatrais que lhes havia dado popularidade, mas os demais integrantes queriam eliminá-los para dar mais atenção à música, assim o grupo entrou em uma pausa indefinida. Em 1974, foi lançada a bem sucedida coletânea Alice Cooper: Greatest Hits, e nessa época todos os integrantes estavam envolvidos em projetos individuais e assim deixaram o grupo permanentemente; Alice decidiu seguir em frente em carreira solo, com uma nova banda de apoio, e para evitar problemas com relação a direitos autorais com os ex-integrantes o cantor mudou seu nome legalmente para Alice Cooper e lançou "Welcome to My Nightmare" em 1975, que tornou-se um sucesso comercial e um clássico do gênero. Nessa época, o alcoolismo tornou-se um problema sério para Alice e começou a afetar seus performances, e durante um show em Vancouver, no Canadá, ele levou um grande tombo e sofreu ferimentos profundos na cabeça; o cantor foi hospitalizado e enfaixado e mesmo assim voltou horas depois para encerrar o concerto.

Com problemas para se apresentar ao vivo, Alice se concentrou em gravar em estúdio e lançou o álbum Alice Cooper Goes to Hell, que tiveram sucesso moderado na Billboard 200, e assim o cantor voltou aos palcos em 1977 para uma turnê norte-americana onde continuou tendo problemas, por isso ele se internou em uma clínica de reabilitação logo após os últimos concertos e conseguiu se manter sóbrio por um certo tempo. Em 1978, Alice usou sua experiência na clínica como inspiração para o álbum From the Inside, cujo single "How You Gonna See Me Now" chegou a 12ª posição da Billboard Hot 100, e o cantor iniciou uma nova turnê com o tema de palco representando um asilo, sendo esses os últimos trabalhos de Alice nos anos 70.

Alice começou a década de 1980 passando por um grande declínio de popularidade, pois lançou uma sequência de desapontamentos comerciais, já que o cantor usou muitos recursos novos e adotou estilos que desagradaram aos fãs mais antigos e não conquistaram novos; Flush the Fashion, de 1980, soava como música New WaveSpecial Forces, de 1981, mesmo soando mais pesado continuava no estilo do álbum anterior, Zipper Catches Skin, de 1983, soava como power pop, e DaDa, também de 1983, acabou sendo o último disco do contrato com a Warner Bros Records, sendo que nessa época o cantor voltou a ter problemas sérios com a bebida e sua esposa, Sheryl Goddard, pediu o divórcio em 1983, o que levou Alice a voltar para a reabilitação e conseguir realmente se livrar do seu vício, permanecendo sóbrio desde então.

Retorno e sucesso renovado

Após a nova reabilitação, Alice iniciou um hiato para descansar e passar um tempo em casa. O cantor retornou em 1986 com o álbum Constrictor, que chegou a 59ª posição na Billboard 200, sendo promovido com uma nova turnê, dessa vez sem incidentes, que ganhou uma nova produção de palco inspirada em filmes de terror que fizeram sucesso na época, como Friday the 13th e Nightmare on Elm Street; aproveitando o sucesso renovado, Alice lançou Raise Your Fist and Yell em 1987, que chegou a 73ª posição da Billboard 200 e entrou nas paradas de vários outros países ao redor do mundo, permitindo que Alice realizasse uma nova turnê mundial, que serviu para solidificar sua carreira solo permanentemente, embora essa turnê tenha sido encurtada pela morte do pai de Alice, Ether, em 1988.

Alice no Canadá em 1996.

Em 1989, Alice lançou Trash, que foi um grande sucesso comercial, chegando a 20ª posição da Billboard 200, a 2ª posição da UK Albums Chart no Reino Unido, e a 5ª posição na ARIA Charts, da Austrália, além de ter se destacado nas paradas de vários outros países europeus, permitindo que Alice realizasse uma nova turnê mundial em uma escala maior, com datas em arenas e estádios e que foi declarada na época a turnê de rock mais lucrativa da história até então. Nessa época também foi lançado o single "Poison", que chegou a 7ª posição da Billboard Hot 100 e a 2ª posição da Uk Singles Chart, do Reino Unido, tornando-se o maior sucesso do cantor até hoje.

Em 1991, Alice lançou Hey Stoopid, que seguiu o sucesso comercial do álbum anterior, e a popularidade do cantor o levou a fazer participações especiais em álbuns de vários artistas, como Use Your Illusion I, do Guns N' Roses, e também participações em filmes, como Freddy's Dead: The Final Nightmare, ambos em 1991, assim como uma conhecida participação na comédia Wayne's World, em 1992. Em 1994, Alice lançou The Last Temptation, um álbum conceitual que trata de assuntos como tentação e frustrações cotidianas da vida moderna; o sucesso do álbum levou a uma adaptação para quadrinhos, publicados por Neil Gaiman em 1995. Foi o último álbum Alice por um longo tempo; após o lançamento, o cantor continuou realizando turnês até o fim de 1996, depois iniciando um nova pausa para descansar em casa.

Nova pausa, retorno e dias atuais

A nova pausa de Alice acabou em 2000, quando o cantor lançou Brutal Planet e iniciou uma nova turnê promocional por Estados Unidos e Canadá, que se estendeu posteriormente. A nova turnê mundial do cantor foi um sucesso de público e crítica, e originou o aclamado DVD Brutally Live, em 2001. Ainda em 2001, o cantor lançou Dragontown, também largamente bem recebido, no qual Alice trabalhou de novo ao lado de Bob Erzin; assim como The Last Temptation, o conceito desses dois últimos discos foi criado em cima das perspetivas de fé do cantor sobre fé e religião, com a crítica apontando que esses discos formam uma trilogia, e também são os melhores trabalhos do cantor.

O cantor seguiu desfrutando de um grande sucesso de público e crítica com o álbum The Eyes of Alice Cooper, na qual o cantor decidiu trabalhar ao lado de músicos jovens, pois segundo ele, o cantor queria aproveitar os talentos da geração musical que se dizia tão inspirada por seu trabalho. A turnê baseada nesse disco teve efeitos visuais em menor escala, dando mais atenção a música, o que levou colunistas e críticos a afirmarem que Alice estava provando a todos que não precisava de exageros para fazer um grande espetáculo musical. Nessa época o sucesso da carreira de Alice lhe rendeu vários prêmios e homenagens dos mais diversos tipos, incluindo uma estrela na Calçada da fama de Hollywood em 2003.

Alice ao vivo na Itália em 2011.

Em 26 de janeiro de 2004, Alice estreou um programa de rádio chamado Nights with Alice Cooper, durante o qual o cantor transmite canções diversas escolhidas por ele, compartilha estórias de sua vida com os ouvintes e também conduz entrevistas com personalidades e artistas de todo o tipo. Em 2005 o cantor lançou Dirty Diamonds, seu maior sucesso nas paradas desde 1994, e durante sua nova turnê foi lançado um novo DVDAlice Cooper: Live at Montreux 2005, gravado na Suíça. Nos anos que se seguiram o cantor continuou a realizar turnês extensivamente, lançando Along Came a Spider em 2008, e depois lançando material inédito em Welcome 2 My Nightmare, descrito por Alice como uma continuação para seu sucesso de 1975, e seu último disco até agora.

Em 15 de dezembro de 2010, foi anunciado que Alice, juntamente com a formação original da banda, haviam sido instituídos à Hall da Fama do Rock and Roll, com cerimônia a ser realizada em 14 de março de 2011 e apresentada por Rob Zombie, com participação de todos os membros da banda, exceto Glen Buxton, que morreu em 1997, mas foi substituído por Steve Hunter quando o grupo interpretou as canções "I'm Eighteen" e "School's Out".[6] O cantor já havia iniciado em março de 2011 uma turnê mundial que tem fim previsto para o fim de 2012, que contou com apresentações ao lado de bandas como Iron Maiden e Def Leppard e teve três datas no Brasil, nas cidades de São PauloRio de Janeiro e Porto Alegre.

Em 2015, Alice Cooper passou a integrar o supergrupo Hollywood Vampires, com Johnny Depp e Joe Perry (guitarrista dos Aerosmith),[7] além dos ex-Guns N' Roses, Duff McKagan (baixo) e Matt Sorum (bateria). Fizeram sua estreia no Rock in Rio Las Vegas no meio do ano e tocaram no dia 24 de setembro no Rock in RioBrasil.[8]

Integrantes

Ver artigo principal: Lista de membros de Alice Cooper
  • Alice Cooper – vocal, guitarra, harmônica (1963–presente)
  • Ryan Roxie – guitarra, vocalista de apoio (1996–2006, 2012–presente)
  • Chuck Garric – baixo, vocalista de apoio (2002–presente)
  • Glen Sobel – bateria, percussão (2011–presente)
  • Tommy Henriksen – guitarra, vocalista de apoio (2011–presente)
  • Nita Strauss – guitarra, vocalista de apoio (2014–presente)

Discografia

A discografia de Alice Cooper consiste em vinte e seis álbuns de estúdio, quarenta e seis singles, cinco álbuns ao vivo e vinte e uma coletâneas, sendo que sete dos álbuns de estúdio foram lançados pela banda Alice Copper, e o restante foi lançado por Vincent após ele adotar o pseudônimo Alice Cooper para si mesmo.

Para informações sobre os singles e demais lançamentos visite o anexo relacionado a discografia completa do cantor, a seguir estão listados os principais álbuns de estúdio e ao vivo lançados desde 1969:

Alice Cooper na época do lançamento de No More Mr. Nice Guy (1973)

Lançados com a banda

Alice Cooper durante um concerto em 2012

Carreira solo




 

Destaque

Strength Alone / Headway

  A banda Strength Alone foi formada no início dos anos 90 na cidade litorânea de Brighton. Os integrantes eram fãs do hardcore americano d...