segunda-feira, 14 de novembro de 2022

PEROLAS DO ROCK N´ROLL


BLUES - JESSE GRAVES - Same - 1972



Artista / Banda: Jesse Graves
Álbum: Jesse Graves  
Ano: 1972
Gênero: Acoustic Blues
País: Estados Unidos

Comentário: Pouco ou quase nada se sabe sobre este músico americano, que aparentemente lançou apenas este raríssimo álbum em 1972 (o ano de gravação pode ser anterior) e, segundo relatos, era próximo de nomes como Son House, Mississippi Fred McDowell e Reverendo Gary Davis. No LP ouvimos 10 ótimas versões de canções tradicionais do blues, seguindo principalmente country e delta blues. É marcado pela produção cru, com vocal rasgado e muito uso de gaita de boca, slide guitar e violões.
Prato cheio para admiradores de blues tradicional, recomendado!

Jesse Graves - 1972 (MP3 320 kbps):
MUSICA&SOM

Músicos:
Jesse Graves (vocal, violão, slide guitar)
John Davis (harmônica)
Ted Estersohn (violão, slide guitar)
Gordon Reeves (violão)

Faixas:
01 Dust My Broom 2:35
02 Empire State Express 4:25
03 Light Of The World 2:35
04 John The Revelator 2:25
05 Fixin' To Die 3:48
06 Devil Got My Woman 5:45
07 Louis Collins 2:15
08 Pickaxe Special2:38
09 Lining Track 3:50
10 Walking Blues 4:05



“SOZINHO NUM SUICÍDIO COLETIVO” É O PRIMEIRO SINGLE DE “DOR”… PRIMEIRO DISCO DE RUÍDO ROÍDO


SAIBA TUDO SOBRE DONA ROSA


 Dona Rosa

Biografia

  • Data de nascimento

    1 Fevereiro 1957 (idade 65)

Esta é a história de Dona Rosa… lembra-se? Se em Março passado viajou até à Turquia talvez o nome lhe diga alguma coisa pois que por lá actuou esta força da natureza revelada em disco na passagem do milénio por intermédio de um produtor austríaco que, reparando no eco da sua voz em plena Rua Augusta, a convidou para participar num programa televisivo e, depois disso, quis cristalizar em disco as melodias tradicionais por ela entoadas uma vida inteira («desde os tempos de escola») e aprendidas através da rádio ou de cassetes. Vozes de Deus era o título do formato televisivo tendo Marraquexe (Marrocos) como cenário e, de facto, a imprensa estrangeira logo se rendeu à cantora a quem uma meningite contraída aos 4 anos de idade roubou o sentido da visão. Ainda hoje há quem diga que quando canta Dona Rosa mais parece conversar com Deus…

O fenómeno registou-se há cinco anos atrás: O disco da cantora/pedinte na Baixa Lisboeta chegou a atingir o nono posto da tabela europeia de world music, detalhe que lhe abriu as portas de salas de espectáculos de locais improváveis como Amesterdão, Munique, Praga, Innsbruck, Viena, Bruges e Paris. Dona Rosa até já actuou na China e, portanto, a sua projecção no exterior do País é comparável à dos mediáticos Dulce Pontes, Madredeus ou Mariza. Entre fronteiras é que nem tanto, como nos contou horas antes do concerto realizado na noite de quarta-feira no Café-Teatro Santiago Alquimista, em Lisboa. Em Portugal ninguém a contrata. Chegam e sobram os dedos de uma mão para contar o número de vezes que tal aconteceu. Em Portugal poucos lhe prestam atenção, garante o fundador do Grupo de Amigos da Dona Rosa, a ela que é protagonista, literalmente, de uma vida dupla. Tal acontece talvez por preconceito, já que somos historicamente um país avesso às minorias sociais, ou talvez porque a cegueira de uma figura pública nos obrigue a repensar a realidade em que vivemos e suas dádivas. Mas nunca por falta de talento ou originalidade do ser em questão.
Inequívoca é a ironia que marca o destino de Dona Rosa, aplaudida lá fora, mas por cá obrigada a continuar a cantar na rua, «porque há contas para pagar, discos para vender e muito dinheiro empatado». Há também o factor humano, a solidão de quem desde cedo foi obrigada a ser independente - «e serei até ao resto da minha vida» - pontualmente apagada com conversas de circunstância estabelecidas com os simpáticos transeuntes e demais carentes de esmola. «Ao princípio foi bom, a minha vida mudou um bocadinho.
No momento em que começou a alternar as pedras da calçada com os palcos, a cantora que outrora vendia calendários, almanaques e lotaria sentiu uma responsabilidade acrescida. «Por muitas vezes que subamos ao palco é sempre uma responsabilidade. Na rua cantamos para quem passa, para os que param um bocadinho a ouvir. No palco é diferente, porque estamos a cantar para quem é obrigado a pagar para nos ver. Portanto, é uma responsabilidade que está em cima de nós. Temos que nos portar bem». Tendo consciência deste detalhe, Dona Rosa sabe da importância dos ensaios antes de cada actuação. Apesar de «não gostar nada de ensaiar», ei-la em palco, acompanhada dos seus ferrinhos, evocando os populares Ó Laurindinha, Milho Verde e Erva Cidreira, temas que no alinhamento da função cedida no Santiago Alquimista deram as mãos a outras canções como Resineiro, Ó Lua Vai-te Deitar, Beijinhos e Mariquitas. Em disco - no tal registo captado na Igreja do Menino-Deus (Lisboa), uma edição da BUDA Records, por cá distribuída por cá pela Dargil, que contou com a colaboração das Vozes Búlgaras e teve direito a versões alemã e francesa - a sua voz naturalmente colocada dá uma nova dimensão às composições tradicionais Quando Eu Era Costureira, Ceifeira, Maria dos Olhos Lindos, Meu Limão Verde, 24 de Agosto, Fado do Emigrante, O Autocarro do Mar, Carta e Saudade, Silêncio e Sombra, esta uma das suas canções de eleição, popularizada por Teresa Tarouca, que sempre preferiu a Amália. «Quem era fã da Amália era a minha mãe. Quando me pedem para cantar um fado dela, digo logo que não sei.»



Parecido com




Fotos





Faixas principais

Álbuns


138 ouvintes

1 Dez 2002 · 15 faixas

Segredos

CAPAS E FOTOS DO ROCK PORTUGUÊS


BIOGRAFIA DOS Blaze Bayley

Blaze Bayley

Blaze Bayley (Birmingham, Inglaterra, 29 de maio de 1963) é um cantor e compositor inglês. No início de sua carreira, fundou o Wolfsbane e atuou como vocalista, posteriormente entrou no Iron Maiden, e atualmente segue em sua banda solo.

Biografia.

Primeiros Anos 1985-1998.


Blaze não era tão conhecido quando integrava o Wolfsbane (1985-1994), banda que na época integrava o cenário underground, mesmo tendo lançado bons álbuns Live Fast, Die Fast (1989) e Wolfsbane (1994).

Em 1994 teve a difícil missão de substituir Bruce Dickinson como vocalista do Iron Maiden. Logo após ser admitido na banda, sofreu um acidente de motocicleta e lesionou gravemente um dos joelhos, o que fez com que o início da turnê de The X Factor, primeiro disco que gravara com a banda, fosse adiada. Mesmo após sua recuperação, Bayley não podia se movimentar muito no palco por sequelas da lesão. A pouca mobilidade no palco, quando comparada às performances teatrais de Dickinson, não eram satisfatórias para o público. O lançamento do álbum ocorreu em 1995 e Bayley teve boas interpretações em Man on the Edge (de sua autoria, em parceria com Janick Gers) e em Sign of the cross, que tiveram sucesso junto ao público. Porém, a recepção a ele e ao novo álbum não atingiu as expectativas.

Em 1998, mesmo com o sucesso das canções Futureal e The Clansman, que se juntaram à outros clássicos da banda, o álbum Virtual XI não teve a recepção desejada. Em 1999, devido aos desempenhos medianos de The X Factor e de Virtual XI, somado à falta de dinâmica de Bayley no palco, Steve Harris se reaproximou de Bruce Dickinson, que voltou ao Iron Maiden. Com o frontman de volta, Blaze Bayley foi demitido da Donzela de Ferro.

Carreira Solo.

Logo após a demissão, decidiu seguir em carreira solo. Após um concurso para selecionar os novos membros de sua banda (com músicos de vários países enviando gravações), Bayley optou por formar um time britânicos de extrema competência. Ainda em meados de 1999, começaram a compor material para o álbum de estreia.

Em maio de 2000, foi lançado pelo selo alemão SPV Records, Silicon Messiah, primeiro trabalho solo da nova banda, intitulada simplesmente Blaze. A temática do álbum envolve a inteligência artificial e o mundo do silício. Suas características marcantes são as guitarras pesadas, a bateria direta, baixo de primeira linha. Alguns críticos chegaram a eleger como um "clássico de todo o Heavy Metal". Além de Bayley, a banda contava com John Slater e Steve Wray nas guitarras, Rob Naylor no baixo e Jeff Singer na bateria.

Em 2002 Blaze lançou seu segundo álbum de estúdio, Tenth Dimension. O nome e as letras são ligados à física quântica e ao conhecimento secreto que cientistas e autoridades possuem sobre o mundo em que vivemos. Segundo o conteúdo do álbum, os homens não conhecem a realidade, que é camuflada por um discurso retórico.

Em 2003, após sucesso na Europa, Blaze lançou o álbum ao vivo As Live As It Gets, com gravações de shows realizados na Inglaterra e na Suíça, realizados em 2002.

Após as gravações, o baterista Jeff Singer deixou a banda, sendo substituído por Phil Greenhouse. Em março de 2003 o baixista Rob Naylor saiu da banda, sendo substituído por Wayne Banks. Em junho do mesmo ano, o baterista Greenhouse interrompe suas atividades com a banda e Jason Bowld o substitui.

Em abril de 2004 o álbum Blood & Belief é lançado. O disco é uma autobiografia das dificuldades suportadas por Blaze em sua vida pessoal: separação da esposa, demissão de músicos da banda, problemas com o produtor, entre outros acontecimentos. Nas músicas, Blaze contou como os problemas aconteceram e como os superou. Em seguida, Jason Bowld sai e Dave Night assume a bateria para a turnê. O clipe da música Hollow Head foi gravado na casa de Blaze.

Nos anos de 2004 e 2005 a formação da banda estava sendo constantemente alterada. Em julho depois de alguns shows para promoção do álbum Blood and Belief, foi anunciada a saída dos dois últimos membros originais, os guitarristas John Slater e Steve Wray. O baterista Dave Night e o baixista Wayne Banks comunicam o desligamento da banda.

Em 2007, Blaze gravou o DVD Alive in Poland. A formação da banda contava com: Rich Newport e Nick Bermudez (guitarras), Dave Bermudez (baixo) e Rico Banderra (bateria). Essa junção fez apenas quatro shows e em junho Blaze rompe com o empresário e com o baterista. Em novembro é anunciada a saída de Newport. Lawrenve Paterson assume a bateria.

Em 2008, sua esposa Debbie torna-se a nova empresária da banda. Blaze lançou o álbum The Man Who Would Not Die de forma independente, com seu próprio selo (gravadora), a fim de ter mais liberdade em seu trabalho e menos pressões externas. O disco teve boa repercussão e foi considerado pela crítica um dos melhores lançamentos do Heavy Metal na década. Participaram da concepção do disco Nick Bermudez e Jay Walsh (guitarras), Dave Bermudez (baixo) e Lawrence Paterson (bateria). Em julho, Debbie foi diagnosticada com câncer no cérebro e veio a falecer em dia 27 de setembro de 2008.

Ainda em 2008 foi gravado o DVD That Night Will Not Die.

Em fevereiro de 2010, com a mesma formação, produziu Promise and Terror, com promoção de lançamento em show na Grécia. Com o disco, lançado em fevereiro daquele ano, Blaze Bayley mostrou que estava vivo, esbanjando vigor nas apresentações ao vivo. 

Integrantes.

Atuais.

Blaze Bayley (Vocais, desde 1999)
Chris Appleton (Guitarras, Backing Vocals, desde 2014)
Karl Schramm (Baixo, Backing Vocals, desde 2014)
Martin Mcnee (Bateria, desde 2014)


The Man Who Would Not Die (2008)

01. The Man Who Would Not Die
02. Blackmailer
03. Smile Back At Death
04. While You Were Gone
05. Samurai
06. A Crack In The System
07. Robot
08. At The End Of The Day
09. Waiting For My Life To Begin
10. Voices From The Past
11. The Truth Is One
12. Serpent Hearted Man

Goodbye, ÖLGA – Goodbye, ÖLGA (2022)

 

Rock português cantado em inglês, pós-punk gostoso com umas pitadas de pós-rock, assim se apresenta o recém-lançado Goodbye, ÖLGA

Tal como o romance de Stendhal, Goodbye, ÖLGA tem um lado vermelho e outro negro. Tal como desse histórico romance, desconhecemos as razões para esta “distribuição” e significado agregado, permitindo-nos apenas divagar sobre as intenções dos artistas. O que é facto é que nos parece que, no caso do disco em questão, o lado vermelho é mais hipnótico e sedutor, enquanto que o negro é mais visceral e abrasivo, sendo possivelmente “The Pill” excepção a esta divisão puramente teórica.

Mas comecemos pelo início, já que haverá possivelmente desse lado quem não conheça a banda (até porque se apresentam com novo nome) e sobretudo quem, depois de os ouvir, fique surpreendido com o facto de serem portugueses. Sim, têm cartão de cidadão português (sem terem de recorrer a golden visas), e segundo o mesmo carregam o peso de 20 anos de carreira, pelo que recuemos um pouco às origens dos Goodbye, ÖLGA.

Colegas de escola de longa data, João Hipólito e João Teotónio sempre tiveram gosto pela música, “desporto” esse que os levou a cimentarem amizade e, mais tarde, à criação dos ÖLGA (sendo na altura o terceiro elemento Diogo Luiz, baterista), no longíquo ano de 2001. Deambulando na sonoridade pós-rock lançaram um EP, Ö (2004), seguido de um álbum, What Is (2005). Mudaram ligeiramente a agulha para uma onda mais revivalista de sonoridades dos anos 60 e 70 com LA RÉSISTANCE, no qual incorporaram também os ventos que se faziam sentir do aparecimento do indie rock. Ainda nos brindaram com mais um EP, Samurai antes de entrarem num hiato de 10 anos, durante o qual se dedicaram a projectos paralelos (Yu John, Michael Nice, L Mantra) e tiveram de lutar pelo seu nome, cortesia de uma americana que achou que a banda lisboeta fazia sombra aos seus projectos lá do outro lado do Atlântico… Eis-nos então chegados a 2022 e aos “novos” Goodbye, ÖLGA, agora em versão quarteto (houve substituição na bateria, estando agora a cargo de Filipe Ferreira e incorporação de Tiago Fonseca no baixo), e logo em dose dupla.

Das 15 canções temos algumas para destacar, à cabeça os dois singles “Cop’s Delight” e “Concrete Falls”, enérgicos, vibrantes, pós-punk revigorado. “Cure for Joy”, uma clara homenagem a duas bandas de referência dos anos 80 que marcam de forma indelével a sonoridade dos Goodbye, ÖLGA. “Uptown” que vai às raízes do grupo buscar o pós-rock e o seu escapismo onírico, “Out to Dance” delicada e com susurros ao nosso ouvido que nos embalam. E outras mais poderia acrescentar, mas também há que deixar algo para o leitor/ouvinte, descobrir por si.

É de salutar haver bandas a fazer a prova de vida que o rock precisa, em Portugal é um género algo descurado nos últimos tempos, havendo poucas bandas a ajudarem na frente de “combate”, e se anos houve em que se reclamava que cantavam todos em inglês, agora observa-se mais o contrário, com a maior parte a optar pela língua materna, sendo aqui quiçá os Linda Martini os principais carregadores da chama olímpica. Os Goodbye, ÖLGA vêm então preencher um nicho praticamente abandonado, e fazem-no com argúcia e vigor.Há que lembrar que só o rock salva.


”And It’s Still Alright”: O oásis em meio ao deserto na vida de Nathaniel Ratellif.

 Eu considero Nathaniel Ratellif um dos grandes nomes do cenário musical atual que merece a atenção da galera simplesmente pelo fato de tudo o que ele lançou até agora ser no mínimo muito bom. Nós já fizemos uma review sobre um disco dele aqui no Entre Acordes e hoje viemos falar um pouco sobre o seu mais recente trabalho, o lindo ”And It’s Still Alright”!

A gente sabe que na maioria dos casos, os músicos são fortemente influenciados pelos eventos á sua volta e eles acabam refletindo em seu material inevitavelmente. A gente ja viu casos clássicos como o disco Layla And Other Assorted Love Songs do Derek And The Dominos, o Here My Dear do Marvin Gaye e por ai vai.

Nathaniel passou por problemas parecidos com os músicos citados a cima e usou essa adversidade a seu favor, conseguindo lançar um disco maravilhoso em torno dessa situação. Lançado em 2020, o disco ”And It’s Still Alright” é um mais um disco solo da curta carreira solo de Nathaniel Ratellif.

Falando um pouco mais sobre os eventos que influenciaram o disco, o primeiro é o recente divórcio de Nathaniel e o outro é a morte do amigo e produtor Richard Swift e presume-se que o disco seja uma homenagem ao produtor, mas nota-se que todos esses eventos influenciaram diretamente à sua música.

Geralmente quando eu penso em Nathaniel, lembro logo de suas músicas dançantes, seu ritmo super animado e frenético. Mas não é isso o que acontece nesse disco, aqui a vibe é tranquila, serena e fria, a sensibilidade está mais aparente do que nunca, a inspiração de sempre segue o acompanhando e o resultado é simplesmente maravilhoso, temos um disco conceitual muito sentimental e reflexivo.

”And It’s Still Alright” é um verdadeiro oásis na vida de Nataniel neste momento. Eu acredito que o processo de composição e gravação desse disco deve ter sido uma verdadeira terapia para ele. O que nos resta é admirar essa grande obra e mandar energia positiva para Nathaniel para que ele siga em frente com muita força em sua vida! Fica a recomendação!

”Allah-Las”: Uma banda que resgata muito bem uma sonoridade perdida.

 Quem não ama a sonoridade dos anos 60? Apesar de ser uma década bem distante da indústria musical atual, tem muita gente boa fazendo esse som e que precisam ser descobertos. Hoje vou recomendar uma banda que está fazendo isso muito bem, estou falando de ”Allah-las”!

Allah-Las é uma banda americana que soube muito bem transmitir uma sonoridade ”seiscentista” no cenário musical atual. Eles estrearam em 2012 com o disco autointitulado que não por acaso é a grande recomendação de hoje! Vamos falar um pouco mais sobre sua música e influências.

Eles carregam bastante influência do Steppenwolf, The Animals, The Doors e outras bandas dessa linhagem de sonoridade. Apostam bastante numa produção vintage, um som de guitarra, teclado e bateria muito característico dos anos 60 e isso me agrada demais! É fantástico ver esse estilo nos tempos atuais, onde o Rock é muita das vezes super produzido e pouco verdadeiro.

Neste disco em especial, nós vemos muito tudo isso, uma música autoral mas que ao mesmo tempo resgata muito bem a sonoridade do rock americano daqueles meados da década de 60, é muito bom de verdade. O curioso é que apesar de apostar em uma sonoridade não atual, o disco não soa nada datado, muito pelo contrário, é o tipo de música que cai muito bem em qualquer rolê da atualidade, grande banda! Espero que curtam a recomendação!

Destaque

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