Normal Normal” é o mais recente single de aNTIgÉNIO já disponivel nas plataformas habituais de streaming e download de música.
Escrito, gravado e produzido pelo próprio, “Normal Normal” é uma interrogação acerca do sentido da normalidade nas nossas vidas e o seu real significado. A sua razão, sua lógica ou não, e até mesmo a sua imposição numa educação repetida que meramente nos quer formatar em imagem, comportamentos e hábitos ditos sociais. A clonagem do ser.
“Normal Normal” conta com a participação de Nuno Billy Domingues nas guitarras, misturas e masterização realizadas nos Estúdios Gravar-Com. O seu videoclip foi realizado por Nuno Fragata e retrata a celebração da verdadeira normalidade que vive fechada dentro de muitos de nós.
Para muito breve está prevista a edição do álbum de estreia de aNTIgÉNIO. Tudo aponta para um caminho por uma New Wave revisitada em canções francamente pop, viradas para dança, e uma escrita que conta com muitas histórias na bagagem.
Ookii Gekkou é um título estranho, como estranho (mas aliciante) é o que no disco se escuta. Ao terceiro álbum, os Vanishing Twin voltam a não desiludir. É, acreditem, uma pequena e inquietante maravilha sonora.
O disco saiu no passado ano e por cá, neste país tão dado a ouvir o que mereceria ser votado a uma surdez generalizada, ninguém deu por ele. Mas como não há regra sem exceção, e como não poderia deixar de ser, este site de resistência (qual aldeia gaulesa) tomou nota dele, entrando inclusivamente no TOP de um dos nossos assíduos escribas, como se poderá ver no Anuário Altamont 2021 que muito brevemente poderá ter em mãos. E olhe que valerá bem a pena tê-lo para poder ler o que de melhor se escreve em Portugal sobre o que mais amamos, a música! No entanto, e por agora, uma vez que as delícias que se ouvem no terceiro longa duração da banda londrina continuam a ecoar neste ano de 2022, faz-se a escrita do som de Ookii Gekkou, até porque o que é mesmo muito bom não tem, nem terá nunca, data de caducidade. Este é dos que durará, seguramente. Assim sendo, avancemos.
Ao início, e desde os primeiros segundos, o deslumbramento hipnótico do som, da voz, dos pequenos detalhes que pairam por todo o lado daquilo que se escuta. E como quando se ouve um disco, nunca se ouve apenas um disco, surgem-nos referências, muitas e boas, capazes de fazer com que atiremos algumas palavras para cima do texto: Pram, desde logo, mas também (evidentemente) Stereolab ou ainda Death and Vanilla, apenas para não nos arrastarmos por outros artistas e bandas. Como se perceberá facilmente, bastando para isso que o escutemos com alguma atenção, Ookii Gekkou é um disco noturno, um trabalho com uma luz muito própria e particular (a expressão-título quer dizer grande luar, em japonês), repleto de curiosidades sonoras, todas elas muito bem encenadas, nos locais certos, entre ritmos e melodias que se insinuam num intenso jogo de sedução, de mistério, como se escondendo – ou velando – um pouco daquilo que aos poucos vai destapando: um banquete sensual que mistura finos ingredientes jazzísticos com eletrónica, experimentalismo arty com pop alternativa com sotaque avant-garde de extremo bom gosto.
O disco é composto por nove temas que duram muito pouco mais de quarenta e um sinuosos minutos. Muitos deles são canções, ou quase todos, aliás. Canções pouco cantarolantes, é um facto, mas canções, mesmo assim. No entanto, e depois das maravilhosas “Big Moolight (Ookii Gekkou)” e “Phase One Million”, as terceira, quarta e quinta faixas oferecem um inquietante twist ao álbum (referimo-nos a “Zuum”, “The Organism” e a “In Cucina”), mas é exatamente nelas que parece residir a essência de todo o trabalho dos Vanishing Point. Pensemos em space jazz de mãos e ouvidos dados com um pouco de kosmische musik e, mesmo assim, talvez estejamos ainda algo distantes do som que verdadeiramente se ouve aqui. Só ouvindo se poderá perceber que estamos perante um incrível e singular álbum que parece chegado de um qualquer universo paralelo ainda não identificado, mas onde se deve estar muito bem. Estilo e groove não faltam, assim como alguma boa intelectualidade sonora retro-futurista (usamos esta combinação de termos na esperança de que façam sentido nas vossas cabeças, uma vez que nas nossas fazem, e muito), acrescida de requintada pose jam segura e controlada.
Ookii Gekkou é um belíssimo disco. Conquista-nos pelo seu desassossegado conteúdo, assim como também pela arte gráfica com que se apresenta. A capa é irresistível, de tão simples e maravilhosa. É, no entanto, algo enganadora (um propositado paradoxo, talvez?), uma vez que insinua um ambiente de certa estridência de cor, o que acabará por não se realizar desse modo, contrastando com alguma da soturnidade do conteúdo sonoro. No entanto, uma coisa é certa: há luzes que se acendem na alma sempre que soltamos a magia desta grande claridade lunar!
LARRY HUNTER ''CABIN FEVER'' 2001 49:39 ********** 01 - Follow My Heart 04:07 02 - Prairie Song 06:44 03 - Love Is Everywhere 03:03 04 - Different World 03:29 05 - Eyes of Tourmaline 04:20 06 - The Delta 05:03 07 - Honeyman 04:02 08 - Gonna Fly Away 04:07 09 - Little Truck-drivin' Honey 02:44 10 - Peconic River Blues 04:00 11 - My Love Won't Let You Down 04:02 12 - Everything Beautiful Is You 03:51
Cantor, compositor, arranjador, compositor e multi-instrumentista, LARRY HUNTER trabalha profissionalmente no mundo da música há mais de vinte e cinco anos. Aos oito anos, passou em um teste para o coro da igreja que iria reger sua vida a partir de então.
O coro foi dirigido pelo padre Angelo Dellapica da Itália. Na Itália, padre Ângelo foi nomeado diretor do coro do Vaticano, devido ao seu amplo conhecimento de música sacra.
Durante seus seis anos neste conhecido coro, o sr. Hunter começou sua experiência inicial em gravações musicais e apresentações de televisão, tocando com a Orquestra Sinfônica da Filadélfia, apoiado pelo incrível som da histórica st. Francisco de Sales 6.000 órgão de tubos.
No início da adolescência, ele pegou a guitarra e o baixo. Ele usou seus talentos naturais para harmonia e arranjos musicais para desenvolver conjuntos musicais modernos fora da igreja.
Já adulto, Larry mudou-se para a Califórnia e se estabeleceu em San Francisco. Ele construiu uma reputação que o fez trabalhar com vários artistas conhecidos tanto no palco quanto no estúdio. Nesse ponto, ele fez o movimento de sair por conta própria. Ele e seu parceiro de composição formaram uma unidade precisamente arranjada e ensaiada chamada HEROES. Ainda se fala dessa banda no norte da Califórnia.
Ao longo dos anos, o sr. Hunter já se apresentou com Floyd (hey barman) Dixon, Sylvester, Merl Saunders, a banda de Robert Hunter, Moby Grape e a banda de Jerry Miller. Ele também dividiu palcos com os New Riders, Jesse Colin Young, Stoneground, Elvin Bishop, Mickey Thomas, Bob Weir e Kingfish, e Jan Hammer em alguns dos melhores locais da Baía de São Francisco (os famosos clubes Keystone) a Nova York . cidade (a linha inferior).
Larry Hunter está morando em Long Island com sua esposa e filha. Recentemente, ele produziu um CD para o cantor e compositor Wayne Galler intitulado "Through the Light of it All". Ele agora está lançando seu primeiro cd intitulado "Cabin Fever".
Neste álbum, Larry leva o ouvinte em uma viagem pelo coração da América. Dos colonos em vagões cobertos cruzando o continente (PRAIRIE SONG), a uma canção de amor do século 19 de duas pessoas solitárias no oeste (EYES OF TOURMALINE), através do Delta do Mississippi na primeira metade do século 20 (o Delta), para suas esperanças e sonhos para o futuro (DIFFERENT WORLD), depois um pouco de blues elétrico moderno (HONEYMAN), swing quente do Texas (LTD HONEY) e fechando com uma canção de amor dedicada e sincera para sua esposa (EVERYTHING BEAUTIFUL IS YOU), você pode sentir a honestidade e as emoções dos sentimentos reais de um compositor que está desnudando sua alma por meio de sua arte.
LARRY SCHMID ''SEEDS AND STEMS'' 2011 37:02 ********** 01 - Seeds and Stems 04:50 02 - Cowgirl In The Sand 04:33 (Neil Young) 03 - I'm Not The One 04:28 04 - Sweet Jane 05:07 (Lou Reed) 05 - Outside Looking In 04:37 06 - Never Rains 04:53 07 - Strawman 03:32 08 - Mama Said 04:58
Uma coleção de faixas do vocalista do Great Caesar's Ghost, Larry Schmid. Estas são as faixas que foram ligeiramente inapropriadas para a sensação de grande jam band de Great Caesar's Ghost. "Blues - Hop" descreveria melhor o que Larry fez aqui. Interessantes interpretações de "Cowgirl In The Sand" de Neil Young
Veja aqui a lista de nomeados. A cerimónia de entrega de prémios regressa a Los Angeles, Califórnia, a 5 de fevereiro de 2023.
Esta terça-feira, 15 de novembro, foram divulgados os nomes dos nomeados para a 65ª edição dos Grammys - os prémios mais cobiçados da indústria da música. A entrega das estatuetas está marcada para o dia 5 de fevereiro na arena Crypto.com, em Los Angeles, Califórnia, Estados Unidos.
É o regresso à mítica sala depois de em 2020 ter decorrido no Los Angeles Convention Center e em Las Vegas em 2021.
Beyoncé segue à frente na corrida dos nomeados com nove nomeações, entre as quais a de Álbum do Ano, com o disco "Renaissance". O rapper e produtor Jay-Z, o marido de Beyoncé, está nomeado cinco vezes - o que significa que Beyoncé empatou com o companheiro de vida na alta fasquia dos artistas com mais nomeações para os Grammys na história dos prémios.
A artista norte-americana está nomeada ainda nas categorias de Gravação do Ano, com 'Break My Soul', Canção do Ano, também com 'Break My Soul', Melhor Gravação de Dança e Eletrónica, com o mesmo tema, Melhor Álbum de Dança e Eletrónica, com "Renaissance", ou Melhor Canção R&B com 'Cuff It'.
Kendrick Lamar - que também está nomeado na categoria de Álbum do Ano (com "Mr. Morale & the Big Steppers") soma nomeações em oito categorias. A britânica Adele conseguiu ver o nome a figurar em sete categorias e o também britânico Harry Styles arrecada seis nomeações.
Adele está na lista de Álbum do Ano, com "30", e com a Canção do Ano com 'Easy On Me'. 'Styles' está na corrida de melhor disco do ano - com "Harry's House" - e na de Canção do Ano com o single 'As It Was'.
Brandi Carlile está nomeada em sete categorias, tal como Adele. Future, Mary J. Blige, DJ Khaled, The-Dream e Randy Merrill igualam Harry Styles nas seis nomeações.
Veja a lista de nomeados nas principais categorias pela Academia de Artes e Ciências de Gravação:
Álbum do Ano "Voyage", Abba "30", Adele "Un Verano Sin Ti", Bad Bunny "Renaissance", Beyoncé "Good Morning Gorgeous (Deluxe)", Mary J. Blige "In These Silent Days", Brandi Carlile "Music of the Spheres", Coldplay "Mr. Morale & the Big Steppers", Kendrick Lamar "Special", Lizzo "Harry's House", Harry Styles
Gravação do Ano "Don’t Shut Me Down", Abba "Easy on Me", Adele "Break My Soul", Beyoncé "Good Morning Gorgeous", Mary J. Blige "You and Me on the Rock", Brandi Carlile com Lucius "Woman," Doja Cat "Bad Habit", Steve Lacy “The Heart Part 5", Kendrick Lamar "About Damn Time", Lizzo "As It Was", Harry Styles
Canção do Ano 'Abcdefu' Gayle 'About Damn Time' Lizzo 'All Too Well' (versão longa) Taylor Swift 'As It Was' Harry Styles 'Bad Habit' Steve Lacy 'Break My Soul' Beyoncé 'Easy on Me' Adele 'God Did' DJ Khaled com Rick Ross, Lil Wayne, Jay-Z, John Legend e Fridayy 'The Heart Part 5' Kendrick Lamar 'Just Like That' Bonnie Raitt
Artista Revelação Anitta Omar Apollo Domi & JD Beck Muni Long Samara Joy Latto Maneskin Tobe Nwigwe Molly Tuttle Wet Leg
Melhor Atuação Pop 'Easy on Me' Adele 'Moscow Mule' Bad Bunny 'Woman' Doja Cat 'Bad Habit' Steve Lacy 'About Damn Time' Lizzo 'As It Was' Harry Styles
Melhor Duo/Grupo Pop 'Don’t Shut Me Down' Abba 'Bam Bam' Camila Cabello com Ed Sheeran 'My Universe' Coldplay e BTS 'I Like You (A Happier Song)' Post Malone e Doja Cat 'Unholy' Sam Smith e Kim Petras
A primeira fatia da digressão da banda veterana vai andar pela América do Norte.
Os Foreigner anunciaram a primeira fatia da digressão de despedida, circuito final que acontece depois de uma carreira de quase meio século.
De acordo com a publicação Billboard - que avançou ontem (14 de novembro) com a notícia - a primeira fatia arranca na América do Norte em julho de 2023. O grupo norte-americano vai depois estender a digressão para 2024 e além fronteiras.
Atualmente os Foreigner - que se formaram em 1976 - são compostos por Mick Jones, Kelly Hansen, Jeff Pilson, Michael Bluestein, Bruce Watson, Luis Maldonado e Chris Frazier.
"Vamos dar um espetáculo para provocar o mesmo entusiasmo dos nossos primeiros concertos, disse Jones, citado pela Rolling Stone. "A digressão arranca no verão na América e espero que possamos passar por todos os lugares por onde passámos nos últimos anos. Creio que os nossos fãs estão tristes com o fim da banda na estrada mas também sei que devem estar contentes com os concertos que vêm aí", acrescentou o músico, um dos fundadores do grupo.
A artista de jazz multipremiada atua no dia 29 de julho em Cascais.
Há mais um nome no cartaz da 18ª edição do Cool Jazz 2023. Norah Jones atua no Hipódromo Manuel Possolo, em Cascais, a 29 de julho. É o regresso da artista norte-americana ao palco do Cool Jazz onde atuou em 2018.
A cantora, compositora e pianista deverá revisitar a sólida carreira que assina com passagens por temas como 'Don't Know Why', 'Come Away With Me', 'Sunrise', 'Turn On Me' ou 'Those Sweet Words'.
Recentemente, Jones - que já foi distinguida com nove Grammys - celebrou os 20 anos da edição de "Come Away With Me" - disco de estreia que editou em 2002.
Norah Jones é a segunda confirmação no cartaz do festival. O norte-americano Lionel Richie sobe ao palco do Cool Jazz no dia 8 de julho.
Os bilhetes para o festival de Cascais estão à venda a partir do dia 17 de novembro nos locais habituais.
A cerimónia dos MTV Europe Music Awards teve lugar ontem, 13 de novembro, na Alemanha.
A cantora Bárbara Bandeira venceu no domingo o prémio Best Portuguese Act na edição de 2022 dos MTV Europe Music Awards, que decorreu na Alemanha e que consagrou a norte-americana Taylor Swift como a melhor artista.
Nesta categoria nacional dos prémios europeus da MTV, atribuídos na cerimónia realizada no em Dusseldorf, estavam também nomeados Ivandro, Julinho KSD, Syro e T-Rex.
Nicki Minaj ganhou o prémio para melhor música, com o tema 'Super Freaky Girl', batendo nomes como o britânico Harry Styles, Bad Bunny, Chencho Corleone, Jack Harlow, Lizzo e Rosalía.
Na categoria de melhor artista, uma das mais importantes a concurso, o galardão foi para Taylor Swift, que contava com a concorrência de Adele, Beyoncé, Harry Styles, Rosalía e Nicki Minaj.
Harry Styles venceu o prémio para melhor vídeo ao vivo, numa categoria que incluía nomes como Coldplay, Ed Sheeran, Lady Gaga, Kendrick Lamar e The Weeknd.
Anitta foi considerada a melhor artista latina, Taylor Swift a melhor artista pop, Nicki Minaj a melhor artista de hip-hop, David Guetta o melhor artista de música eletrónica, Muse a melhor banda de rock, os Gorillaz a melhor banda de música alternativa e Chloe a melhor artista de R&B.