segunda-feira, 9 de janeiro de 2023

10 discos essenciais: Madonna




Sem sombra de dúvidas, Madonna é a mais influente cantora da música pop que já existiu. Através de sua produção musical e visual, Madonna quebrou tabus e redefiniu o padrão de cantora pop, padrão esse que foi seguido pelas mais diversas cantoras. Sua postura libertária e independente, abriu caminho para que as cantoras tivessem mais autonomia na carreira. As cantoras do seguimento pop, passaram não apenas a se apresentar, mas também a ter um domínio no gerenciamento de suas carreiras, dos bastidores dos seus trabalhos, desde o repertório até a concepção dos discos, passando pelo figurino e a produção dos shows. Elas não estavam mais submetidas aos empresários, e deixaram de ser apenas uma “máquina de cantar” e gerar lucros. É impensável a projeção de cantoras como Britney Spears, Christina Aguilera e Beyoncé ou mesmo aqui no Brasil, Daniela Mercury, Ivete Sangalo e Anitta sem a existência de Madonna.

Confira abaixo, dez álbuns que ajudam a entender a evolução musical e a carreira de Madonna.


Madonna (Sire,1983). Neste seu primeiro álbum, Madonna já mostrava que o seu foco no universo pop musical eram as músicas dançantes, uma herança dos tempos que frequentava as boates de Nova York no auge da disco music, no final dos anos 1970. A personalidade provocativa e o apelo sexual, duas das principais características de Madonna e que norteariam a carreira da cantora, estão presentes em faixas como “Everybody”, “Holyday” e “Physical Attraction”. 





Like A Virgin (Sire,1984). Like A Virgin foi produzido por Nile Rodgers, guitarrista do Chic, banda icônico da disco music, da qual Madonna era admiradora. Segundo álbum de Madonna, Like A Virgin mostrou que a cantora não era uma “moda passageira” como apregoavam os seus detratores na época do primeiro álbum. Musicalmente, Like A Virgin mescla pop, dance music e rock, sobretudo a new wave. O álbum foi uma plataforma que projetou Madonna para o estrelato pop graças a faixas poderosas como “Material Girl”, “Dress You Up”, “Into The Groove” e a faixa-título. Nos Estados Unidos, Like A Virgin vendeu mais de 10 milhões de cópias, enquanto que mundialmente, o álbum alcançou a marca de 24 milhões de cópias vendidas. Like A Virgin ficou três semanas no topo da parada de álbuns da Billboard 200, nos Estados Unidos.


True Blue (Sire, 1996). Se com Like A Virgin, Madonna mostrou que não era uma cantora de fama passageira por causa do sucesso do álbum de estreia, com True Blue, seu terceiro álbum, ela se consagrou como uma grande estrela pop. Terceiro lugar na parada de álbuns nos Estados Unidos, True Blue vendeu mais de 25 milhões de cópias em todo o mundo. Na faixa “Live To Tell”, Madonna mostrou que não era uma mera cantora pop. “Papa Don’t Preach” causou polêmica junto à Igreja Católica por tratar sobre gravidez na adolescência. “La Isla Bonita” foi a primeira incursão de Madonna no pop latino. Outras faixas também tiveram grandes execuções em rádio como “Open Your Heart” e a faixa-título.


Like A Prayer (Sire,1989). Quarto álbum de estúdio de Madonna, Like A Prayer foi um “divisor de águas” na carreira da cantora norte-americana, talvez até o primeiro “divisor de águas”, se tratando de uma carreira tão longeva e cheia de transformações. Com Like A Prayer, Madonna deixou para traz a imagem de ídolo pop adolescente e se assume uma cantora mais madura, questionadora e ainda mais provocadora. Like A Prayer é um trabalho que possui um perfil autobiográfico, onde Madonna abre o jogo sobre o seu passado familiar como a perda da mãe na infância, o relacionamento difícil com seu pai e o casamento conturbado com o ator Sean Penn. O álbum é sempre lembrado pelo videoclipe polêmico da faixa “Like A Prayer”, que chocou os católicos conservadores em todo o mundo, onde Madonna - com os cabelos e olhos escuros como uma latina - aparece beijando um santo negro num altar, que parecia ser uma versão negra de Jesus Cristo. Apesar da polêmica, Like A Prayer foi sucesso de público e de crítica. O álbum vendeu mais de 15 milhões de cópias em todo mundo apoiado no sucesso radiofônico de “Express Yourself”, “Cherish” e a faixa-título.


Erotica (Maverick/Sire,1989). Erotica foi o primeiro lançamento da Maverick Records, selo criado por Madonna. O álbum foi lançado simultaneamente com o livro Sex, publicação com fotos eróticas de Madonna. Inspirada na atriz alemã Dita Parlo (1908-1971), Madonna assumiu na época o alter ego Mistress Dita. Considerado um álbum conceitual tendo como tema o sexo, Erotica foi um dos trabalhos mais ousados da carreira de Madonna, por tratar abertamente o erotismo e os desejos sexuais sob o ponto de vista feminino. Embora tenha escandalizado os conservadores, Erotica foi muito bem recebido pela crítica justamente pelo desafio de Madonna neste álbum. No entanto, o Erotica foi o primeiro álbum da cantora a não alcançar o primeiro lugar nos Estados Unidos, figurando no máximo no 3º lugar na Billboard Hot 100. Ainda assim, Erotica emplacou faixas como “Deeper And Deeper”, “Bad Girl” e “Rain”. 


Bedtime Stories (Maverick/Sire,1994). Neste trabalho, Madonna contou com a colaboração de Dallas Austin, Babyface, Dave “Jam” Hall e Willie Hooper. Após a polêmica gerada pelo álbum Erotica, Madonna ressurge no álbum seguinte, Bedtime Stories, em canções mais suaves, mais amenas, explorando uma sonoridade mais voltada para pop e o R&B, enquanto que o apelo sexual e as batidas eletrônicas, tão presentes em Erotica, se mostram menos intensos neste álbum. No entanto, há quem afirme que Bedtime Stories seria uma versão mais “sedutora” e “romântica” de Erotica. Dentre as 11 faixas do álbum, “Secret”, “Take A Bow”, “Bedtime Story” e “Human Nature” foram as que mais fizeram sucesso nas programações de rádio e TV.


Ray Of Light (Maverick/Sire,1998). Quando lançou Ray Of Light, Madonna vivia um dos melhores momentos da sua vida, tanto artístico quanto pessoal. Havia se tornado mãe em 1996 (quando nasceu a sua filha Lourdes Maria), converteu-se à Cabala, adotou a prática a ioga, estudou o hinduísmo e o budismo, e protagonizou o filme Evita. Esse período de serenidade se refletiu na qualidade do álbum Ray Of Light. Um dos pontos positivos, é que neste álbum, Madonna está cantando muito melhor, reflexo das aulas de canto que teve para estrelar o filme Evita. Para criar musicalmente todo o clima de serenidade que Madonna estava vivenciando na sua vida particular, ela fez experimentações que vão de vertentes da música eletrônica (Techno, drum and bass, ambient music, trip hop...) à música oriental e erudita, tudo isso costurado com o pop que consagrou a cantora, mantendo a obra comercialmente acessível. Uma grande parcela da crítica considera Ray Of Light o melhor álbum da discografia de Madonna.


Music (Maverick/Warner, 2000). Music teve a difícil tarefa de suceder o aclamado Ray Of Light. Embora seja um de dance pop, um dado peculiar de Music foi o de Madonna ter explorado a estética do cowboy, tanto do design gráfico da capa e do encarte do álbum, quanto figurino da turnê do disco. Music foi o primeiro álbum de Madonna a chegar ao 1º lugar na parada de álbuns desde Like A Prayer, de 1989. “Don’t Tell Me”, “What It Feels Like For Girl” e a faixa-título foram os destaques do álbum. Com mais de 15 milhões de cópias vendidas em todo o mundo, Music faturou em 2001 o prêmio Grammy de “Melhor Capa de Álbum”. 


American Life (Maverick/Warner, 2003). O ataque terrorista às Torres Gêmeas em 2001, causou um profundo impacto na sociedade norte-americana. E foi sob essa influência desse profundo impacto que Madonna concebeu America Life, seu nono álbum de estúdio. A obra questiona o “sonho americano” que por tanto tempo, serviu como combustível de ascensão social para o povo americano. O materialismo e a superficialidade da sociedade norte-americana são questionados por Madonna nas faixas “Hollywood”, “I’m So Stupid” e a própria faixa que dá nome ao álbum. Há canções de teor autobiográfico como as faixas “Mother And Father” e “Nobody Knows Me”. A faixa “Die Mother Day” foi incluída na trilha sonora do filme 007 – Um Novo Dia Para Morrer (2003). America Life é considerado um trabalho “conceitual”, “difícil”, e talvez por essas qualidades, não teve um desempenho comercial satisfatório como Ray Of Light e Music.


Confession On A Dance Floor (Maverick/Warner, 2005). Após o “questionador” America Life, Madonna parte para um trabalho mais divertido, mais descontraído, mais dançante, e até certo ponto, mais nostálgico. Confession On A Dance Floor traça uma ponte entre a disco music dos anos 1980 e o synthpop dos anos 1980 com a dance music dos anos 2000. É perceptível no decorrer da audição do álbum, referências de Abba, Donna Summer, Bee Gees, Depeche Mode e Pet Shop Boys. A faixa “Hung Up”, por exemplo, é toda apoiada na base sampleada de “Gimme, Gimme, Gimme! (A Man After Midnight)”, sucesso do Abba de 1979. “Sorry”, “Get Together”, “Jump” e Future Lovers” foram as outras faixas de destaque de Confession On A Dance Floor.

BOB SEGER & THE SILVER BULLET BAND - LIKE A ROCK (1986)

 



BOB SEGER & THE SILVER BULLET BAND
''LIKE A ROCK''
APRIL 1986
40:33    MUSICA&SOM   
**********
01 - American Storm 04:17
02 - Like A Rock 05:56
03 - Miami 04:40
04 - The Ring 05:35
05 - Tightrope 04:31 (Craig Frost, Bob Seger)
06 - The Aftermath 03:30 (Craig Frost, Bob Seger)
07 - Sometimes 03:31
08 - It's You 04:03
09 - Somewhere Tonight 04:25
Tracks By Bob Seger, Except 05, 06
**********
Silver Bullet Band:
Bob Seger - acoustic guitar, guitar, piano, vocals
Craig Frost - organ, synthesizer, piano, keyboard
Chris Campbell - bass
Alto Reed - baritone saxophone, tenor saxophone
Additional musicians:
Guitars
Dawayne Bailey - acoustic guitar, guitar, electric guitar on "Like a Rock"
Pete Carr - guitar on "American Storm"
Dann Huff - guitar on "Sometimes"
Fred Tackett - acoustic guitar, guitar on "The Ring" "Sometimes" "Somewhere Tonight"
Rick Vito - acoustic guitar, guitar, electric guitar, slide guitar on "Like a Rock" "Miami" "The Ring" "Tightrope" "The Aftermath" "Somewhere Tonight"
Drums & Percussion:
John "J.R." Robinson - drums on all tracks except:
Russ Kunkel - drums on "American Storm" "Like a Rock"
Gary Mallaber - drums on "The Ring"


Paulinho Da Costa - percussion on "Miami" "The Aftermath" "It's You"
Keyboards:
Bill Payne - synthesizer, piano, keyboard on all tracks except "Tightrope"
David Cole - synthesizer on "It's You"
Horns:
Gary Grant - trumpet on "Miami"
Gary Herbig - saxophone on "Miami"
Jerry Hey - trumpet on "Miami" "The Aftermath" "Sometimes"
Kim Hutchcroft - saxophone on "Miami" "Sometimes"
Bill Reichenbach Jr. - trombone on "Miami" "The Aftermath" "Sometimes"
Marc Russo - saxophone on "Miami" "The Aftermath" "Sometimes"
Ernie Watts - saxophone on "Miami" "The Aftermath" "Sometimes"
Additional vocals:
Laura Creamer - background vocals on "Tightrope" "The Aftermath" "It's You" "Somewhere Tonight"
Mark Creamer - background vocals on "Tightrope" "The Aftermath" "It's You"
Donny Gerrard - background vocals on "Tightrope" "The Aftermath" "It's You" "Somewhere Tonight"
Don Henley - background vocals, harmony vocals "Miami"
Shaun Murphy - vocals & background vocals on "Tightrope," background vocals on "The Aftermath" "Somewhere Tonight," harmony vocals on "Sometimes" "It's You"
Timothy B. Schmit - background vocals "Miami"
The Weather Girls (Izora Armstead and Martha Wash) - background vocals on Like a rock, Tightrope and The Aftermath

Às vezes soando como o Springsteen de um homem pobre, Bob Seger continuou a minerar os campos que havia arado tão bem em esforços anteriores. Há o envio dos EUA em "American Storm" e o hard rock "Sometimes" e a bela "Somewhere Tonight". Ah, sim, e a música usada naqueles incessantes comerciais de picapes americanas, "Like a Rock". Um esforço maduro de um grande talento americano.


BOB SEGER & THE SILVER BULLET BAND - THE FIRE INSIDE (1991)




BOB SEGER & THE SILVER BULLET BAND
''THE FIRE INSIDE''
AUGUST 27 1991
52:20     MUSICA&SOM
**********
01 - Take A Chance 03:39
02 - The Real Love 04:38
03 - Sightseeing 03:38
04 - Real At The Time 03:50
05 - Always In My Heart 04:11
06 - The Fire Inside 05:53
07 - New Coat Of Paint 03:25 (Tom Waits)
08 - Which Way 03:57
09 - The Mountain 06:43
10 - The Long Way Home 04:23
11 - Blind Love 04:21 (Tom Waits)
12 - She Can't Do Anything Wrong 03:37 (Bill Davis, Walt Richmond)
Tracks By Bob Seger Except 07, 11, 12
**********
Bob Seger - electric guitar, rhythm guitar, vocals, choir, chorus, harmony vocals
Kenny Aronoff - drums
Sweet Pea Atkinson - background vocals
Eddie Bayers - drums
Barry Beckett- synthesizer
Roy Bittan - piano
Sir Harry Bowens - background vocals
Bobby Bruce - violin
Rosemary Butler - background vocals
Chris Campbell - bass
Mike Campbell - acoustic guitar, bass, electric guitar, twelve-string guitar
Mimi Cooper - background vocals
Laura Creamer - background vocals
Thornetta Davis - background vocals
Craig Frost - organ, synthesizer, piano
Lisa Germano - violin
Donny Gerrard - background vocals, choir, chorus
Bob Glaub - bass
Richard Greene - violin
Richie Hayward - drums
Bruce Hornsby - piano, accordion
Dann Huff - electric guitar, rhythm guitar
James "Hutch" Hutchinson - bass
John Jorgenson - slide guitar
Russ Kunkel - drums


Steve Lukather - acoustic guitar, electric guitar
Donald Ray Mitchell - background vocals
Jamie Muhoberac - synthesizer
Shaun Murphy - background vocals, harmony vocals
Buell Neidlinger - acoustic bass
James Newton Howard - synclavier
Dean Parks - acoustic guitar, electric guitar
Bill Payne - piano
Don Potter - acoustic guitar
Alto Reed - baritone saxophone
Michael Rhodes - bass
Walt Richmond - piano
Patty Smyth - background vocals, choir, chorus, harmony vocals
J. D. Souther - background vocals, choir, chorus
Fred Tackett - acoustic guitar
David Teegarden - drums
Rick Vito - guitar, slide guitar
Waddy Wachtel - acoustic guitar, rhythm guitar
Don Was - bass
Joe Walsh - guitar, 12 string guitar
Oren Waters - harmony vocals
Jai Winding - organ

Bob Seger, de Michigan, é um tesouro americano, mas não recebe todo o respeito ou atenção de, digamos, Bruce Springsteen ou John Mellencamp porque não era tão visível. Seu auge no final dos anos 70 foi pré-MTV; Springsteen, nascido em Nova Jersey, teve o apoio bajulador da mídia de Nova York; e Mellencamp abraçou causas políticas de alto nível, como Farm Aid e casou-se com a modelo Elaine Irwin. The Fire Inside, de 1991, é creditado a Bob Seger e à Silver Bullet Band, mas isso é enganoso. O tecladista Craig Frost toca na maioria das músicas, mas o saxofonista Alto Reed e o baixista Chris Campbell são praticamente MIA. Em vez disso, Seger usa inúmeros convidados especiais, incluindo Joe Walsh, Bruce Hornsby, Roy Bittan, Steve Lukather, Don Was, Waddy Wachtel, Rick Vito, Mike Campbell, Patty Smyth, Lisa Germano e Kenny Aronoff. as ótimas letras descrevem poeticamente a fragilidade da emoção humana, mas a paixão em nossos anseios sem fim; A brilhante melodia do piano de Bittan e a percussão enérgica e vigorosa de Russ Kunkel ajudam Seger a cantar com ressonância inspirada. Walsh e Seger realmente se envolvem em um duelo de guitarra em "The Mountain". O roqueiro corajoso "She Can't Do Anything Wrong" encerra The Fire Inside com uma nota alta. as ótimas letras descrevem poeticamente a fragilidade da emoção humana, mas a paixão em nossos anseios sem fim; A brilhante melodia do piano de Bittan e a percussão enérgica e vigorosa de Russ Kunkel ajudam Seger a cantar com ressonância inspirada. Walsh e Seger realmente se envolvem em um duelo de guitarra em "The Mountain". O roqueiro corajoso "She Can't Do Anything Wrong" encerra The Fire Inside com uma nota alta.

SUPER PROGRESSIVO

 

Rush - Different Stages (Live)


Different Stages é um dos melhores trabalhos ao vivo lançados pela banda Rush... então durante a década seguinte viriam mais sons hard e metal.
Feito em 1998, é um álbum triplo onde os 2 primeiros discos tratam das turnês de " Test for Echo"  (um dos maiores álbuns do Rush dos anos 90 na minha opinião) e  "Counterparts"; Recomendo atenção ao primeiro disco que traz uma versão moderna e extensa da música 2112.
Por fim, o disco 3 gravado em 1978 no Hammersmith Odeon (Londres) contém, entre outras canções, como " Xanadu"  e "Cygnus X-1 " (este último podemos finalmente ouvi-lo ao vivo aqui!).

Disco 1 Todas as músicas gravadas em 14 de junho de 1997 no World Amphitheatre em Tinley Park, Illinois, exceto onde indicado.

1."Dreamline" – 5:34
2."Limelight" – 4:32
3."Driven" – 5:16
4."Bravado" (recorded on April 30, 1994 at the CoreStates Center in Philadelphia) – 6:23
5."Animate" – 6:29
6."Show Don't Tell" (recorded on February 27, 1994 at the Miami Arena) – 5:29
7."The Trees" (recorded on May 24 1997 at the Starplex Amphitheater in Dallas) – 5:28
8."Nobody's Hero" – 5:01
9."Closer to the Heart" (Lifeson, Lee, Peart, Peter Talbot) – 5:13
10."2112: Overture" - 4:35
11."2112: The Temples of Syrinx" - 2:22
12."2112: Discovery" - 4:19
13."2112: Presentation" - 3:42
14."2112: Oracle" - 1:51
15."2112: Soliloquy" - 2:10
16."2112: Grand Finale" - 2:37

"2112" was recorded on 23 June 1997 at the Great Woods Performing Arts Center in Mansfield, Massachusetts. This is the only Rush live album that contains "2112" in its entirety.


 Disc 2All songs recorded on June 14, 1997 at the World Amphitheater except where noted.

1."Test for Echo" (Lifeson, Lee, Peart, Pye Dubois) – 6:15
2."The Analog Kid" (recorded on March 22, 1994 at The Palace of Auburn Hills in Auburn Hills, Michigan) – 5:14
3."Freewill" – 5:36
4."Roll the Bones" – 5:58
5."Stick It Out" – 4:42
6."Resist" (recorded on July 2, 1997 at the Molson Amphitheatre in Toronto) – 4:27
7."Leave That Thing Alone" (Lifeson, Lee) (recorded on June 23, 1997 at Great Woods in Mansfield, Massachusetts) – 4:46
8."The Rhythm Method - 1997" (Peart) – 8:19
9."Natural Science" – 8:05
10."The Spirit of Radio" – 4:47
11."Tom Sawyer" (Lifeson, Lee, Peart, Pye Dubois) – 5:18
12."YYZ" (Lee, Peart) – 5:25
 Disc 3Recorded on February 20, 1978 in London at the Hammersmith Odeon.

1."Bastille Day" – 5:07
2."By-Tor & The Snow Dog" – 4:59
3."Xanadu" – 12:32
4."A Farewell to Kings" – 5:53
5."Something for Nothing" (Lee, Peart) – 4:01
6."Cygnus X-1" – 10:23
7."Anthem" – 4:47
8."Working Man" (Lifeson, Lee) – 4:00
9."Fly by Night" (Lee, Peart) – 2:04
10."In the Mood" (Lee) – 3:34
11."Cinderella Man" (Lee, Lifeson) – 5:09


Frank Zappa - Sheik Yerbouti

 Sheik Yerbouti é um álbum de Frank Zappa editado em 1979, é um álbum acessível de ouvir dada a sua discografia complexa e tem solos de guitarra muito atraentes e importantes. A meu gosto depois de " One Size Fits All " (de estilo superior e similar ) é um dos melhores trabalhos da carreira de Zappa.
Imperdível, recomendo que você o encoraje e possa curtir essa lenda como sempre quis!!!.


Jethro Tull - J-Tull Dot Com (Reissue 2004)




Última versão da bela "J-Tull Dot Com" editada em 1999.

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Bandas Raras de um só Disco

 

Coyote - Cast Off Your Tired Old Ethics (1974)


Banda americana que com certeza é uma das maiores raridades postadas aqui! Para se ter uma ideia, não se tem informação da cidade de onde é oriunda e até pouco tempo atrás, não se sabia nem o ano de lançamento do álbum!

Seu único álbum, "Cast Off Your Old Tired Ethics", lançado em 1974, é de uma raridade absurda. E com o relançamento este ano, pela Crossroad Productions, trouxe a luz essa obra. Um hard/southern rock feito com qualidade, guitarras gêmeas, solos excelentes, belo vocal! Com certeza, um dois meus álbum favoritos!

Um dos pontos a se destacar, é a participação especial de Bobby Whitlock na faixa "Mrs Smith". Bobby havia participado do Derek And The Dominos.

Sua marcante capa foi idealizada por Freida Florentine, que retirou a imagem da obra de Aubrey Beardsley, ilustrador do século 19, denominada "The Stomach Dance", de 1893!

Conta também com um belo cover de Peter Gun! 
Mike Bennett (Guitarra)
Dirk Peterson (Bateria)
Randy Powell (Guitarra)
David Tenery (Vocais e Harmônica)
David Rivette (Baixo)
Bobby Whitlock (Piano)
Don Sheffield, Roger Bissel e Don Jackson (Sopros)
 

 
01. Peter Gun (3:55)
02. I Hope We Don't Get Caught (3:54)
03. Later On Tonight (2:54)
04. Final Notice (2:56)
05. Cheap Motel (4:04)
06. Some Day (2:50)
07. Danger Zone (2:48)
08. Mrs. Smith (3:02)
09. Blink, Drunk & Crazy (4:25)


DE RECORTES & RETALHOS

 

Jornal Expresso - "Irlandeses" / João Lisboa 1988


BIOGRAFIA DOS Santos & Pecadores

Santos&Pecadores
Santos & Pecadores

Santos & Pecadores é um grupo português que adoptou um estilo musical com base no rock mas fazendo fusão com o soul e funky.

Os elementos da banda são Olavo Bilac (voz), Pedro Cunha (bateria), Pascoal Simões (teclas), Artur Santos (baixo) e Rui Martins (metais). Pedro Almeida (guitarra) entrou para a banda em 1992.

História

O início da banda remonta ao ano de 1987 e a uma garagem em Talaíde, no concelho de Cascais.

Propagados ao mundo após a participação de Olavo Bilac no mega-colectivo Resistência, os Santos & Pecadores assumiram-se, desde a sua génese, como um grupo com uma forte veia pop.

O primeiro álbum da banda foi Onde Estás?, editado este em 1995.

O disco contou com a participação do músico Rui Fadigas e da apresentadora Catarina Furtado.

O disco foi um grande sucesso graças à balada "Não voltarei a ser fiel".

O disco Love? foi produzido por Carlos Maria Trindade.

Em 1997 é o ano de Tu disco gravado ao Vivo no Paradise Garage com participação de Marta DiasKika Santos e Paulo Gonzo.

O álbum Voar é editado em 1999.

Em 2001 lançaram Horas de Prazer.

A compilação Os Primeiros 10 Anos foi editada em 2003, com três temas inéditos: "Ondas", "Um Por Todos" e "Perdas".

Depois de uma pausa o grupo regressou em 2006 com o álbum Acção-Reacção.

Em 2008 disponibilizaram para download na página oficial do disco Livre Trânsito com novas versões dos seus maiores sucessos. Dez temas gravados ao vivo e em formato acústico.

Em 2009, à meia-noite de 16 de Fevereiro,[1] uma segunda-feira, foi lançado mais um álbum de nome Caixa dos Segredos, uma compilação com dois inéditos ("Caixa dos Segredos" e "Perdido Estou"). Em edição simultânea, para além do CD, um DVD com documentário, uma galeria de fotos, um concerto acústico e vários vídeos.

Em 2010 regressaram com novo álbum de originais: Energia.

Em 2011, é editado através do jornal Correio da Manhã um livro com a história do grupo, da autoria do jornalista Pedro Rios, e um CD com alguns dos temas mais representativos da carreira dos Santos & Pecadores.

Discografia

Estúdio

Ao Vivo

  • Tu (1997) (Ao Vivo no Paradise Garage)
  • Livre Trânsito (Acústico) (2008) (disponibilizado para descarregar na página oficial)
  • Ao vivo no CCB (Acústico) (2012)

Compilações


 

Editors – The Back Room (2005)


 

Os Editors conseguiram, com o disco de estreia, ganhar algum espaço no meio do universo indie que estava a explodir no início dos anos 2000, com guitarras rápidas e toque eletrónico.

O álbum de estreia os Editors surgiu na onda indie dos 2000, como muitas outras bandas britânicas da altura e, embora não tenha conseguido o estrelado e notoriedade de, por exemplo, os Arctic MonkeysThe Back Room levou a que a banda liderada por Tom Smith encontrasse um público fiel no meio de tantas novas e interessantes bandas que surgiram na altura.

Os singles, “Bullets” e “Munich”, conquistaram de imediato – guitarras poderosas de rock alternativo com um toque eletrónico e um som muito característico (que, no terceiro disco, se tornou de facto mais eletrónico que rock) mas o disco está repleto de boas canções: “Lights”, logo a abrir, e também “Blood” – pelo meio, “Munich”, tornando o início de disco muito poderoso mas perdendo algum fulgor depois. “All Sparks” e “Fingers in the Factory” também merecem referência e “You Are Fading” recebe um destaque positivo muito pessoal.

O vocalista e guitarrista (e por vezes teclista) Tom Smith é um frontman carismático, com uma voz profunda a fazer lembrar os vocalistas das icónicas bandas alternativas dos anos 80, onde se inspiraram (mais do que uma vez vimos Smith cantar uma versão de “Lullaby”, dos The Cure, em cima do piano, em concertos ao vivo).

Embora não tão relevante como outros discos da geração indie que saíram na altura – 2005 teve grandes trabalhos de excelentes bandas – os Editors, com este The Back Room, merecem ser levados a sério. É um álbum que envelheceu bem, mesmo tocado hoje em dia, embora não seja relembrado vezes suficientes. Fica, contudo, aquém do seu sucessor, The End Has a Start, de 2007, com a excelente “Smokers Outside the Hospital Doors”. A partir daí, os Editors foram perdendo fôlego e, ao aproximarem-se de um registo mais eletrónico no terceiro álbum, In This Light And on This Evening, com a interessante “Papillon”, perderam algum do seu público fiel e não conseguiram conquistar um novo espaço.


ESQUINA PROGRESSIVA

 

Anthony Phillips - Slow Dance (1990)



Álbum extremamente subestimado. Confesso que não há muitos álbuns do Phillips que eu gosto de ouvir do início ao fim, a maioria tem alguns momentos de brilho, mas falham na hora de manter minha atenção durante todo o tempo devido à falta de variedade de instrumentação. Mas em Slow Dance isso é diferente. Você pode ouvir muitos instrumentos clássicos como oboé ou harpa, um quarteto de cordas, flautas e muitas camadas de teclados. Quando escuto esse álbum eu me pergunto se isso poderia de fato ser descrito como rock, afinal, algumas passagens são puramente clássica, outras partes a tendência é mais eletrônica e em outros momentos percebo elementos new age, enfim, um disco em que o ritmo e gênero não são definidos de forma linear. Ao ouvi-lo, o nome de Mike Oldfield vem em mente, mas Slow Dance é mais suave. Como o título do álbum sugere, a música é desenvolvida lentamente de um humor para outro em suas trilhas laterais. De vez em quando a música delicada incide uma parede sinfônica impressionante, mas ainda assim, o humor geral é melancólico. Difícil de imaginar que um disco deste é do primeiro guitarrista do Genesis, afinal, o teclado é o que domina aqui. Esse foi um dos primeiros discos do músico que conheci e com isso passei a procurar algum outro trabalho que soasse parecido com ele, mas não existe, é diferente de tudo que ele fez.

Um disco de qualidade sublime em todos os sentidos, Slow Dance é extremamente romântico sem ser coxo, Anthony Phillips criou uma obra de arte de mais de cinquenta minutos que depois de uma sessão de escuta atenta, edifica nossa alma e introspectiva todos os sentidos, mudando a percepção sobre música pelo resto da vida.

Um álbum capaz de ser digerido facilmente sem a necessidade de ter a sua complexidade sacrificada, que carrega uma forma moderna de música clássica disfarçada em um progressivo fino e delicado. Os arranjos, a dinâmica, a melodia e a musicalidade são perfeitas sem a necessidade de se mostrar pretensiosa, deixando claro que no mundo da música, a capacidade mental é muito mais poderosa e pode criar mais impacto sobre a mente do que a capacidade física. Sem dúvida algum, um daqueles registros que somente de tempos em tempos aparecem pra ,aravilhar a Terra com uma qualidade fora do comum. 

 

Track Listing

1.Slow Dance (Part One) - 24:01
2.Slow Dance (Part Two) - 26:27




Destaque

Action (1972) - Discografia

    Action foi uma das muitas bandas de rock alemãs obscuras dos anos 70 não documentadas na época. Action veio da cidade de Zweibrücken e e...