terça-feira, 10 de janeiro de 2023

ALL THEM WITCHES - BAKER´S DOZEN (2023)

 

O versátil quarteto de hard rock All Them Witches prospera no contraste.
Agora com seis discos num mandato que começou em 2012, Ben McLeod (guitarrista), Charles Michael Parks, Jr. (baixo/vocal), Robby Staebler (bateria) e Allan Van Cleave (teclas) são incessantemente voltados para o futuro. Eles têm raízes musicais profundas e desenvolvem um som pesado e visceral, com pura destreza em cada música. Há uma energia feroz e nuances rítmicas no seu som - que apresenta riffs de guitarra devastadores numa mistura crua de rock progressivo, blues e neo-psicadélico. O disco mais recente de All Them Witches foi gravado em Abbey Road e lançado em 2020.
Eles fizeram turnês incansavelmente desde o início, apresentando-se em festivais como Voodoo Music & Arts , Bonnaroo , Forecastle Festival e Pukkelpop ; ao mesmo tempo em que compartilha turnês com artistas como Mastodon , Ghost e Primus . Eles continuam a aprimorar sua combinação única de composições artesanais e grooves espaçosos na estrada com datas de turnê na América do Norte, Reino Unido e Europa.”

01. Blacksnake Blues
02. Fall Into Place
03. Silver To Rust
04. Slow City
05. Acid Face
06. L'hotel Serein
07. 6969 WXL THE CAGE
08. Tiger's Pit
09. Tour Death Song
10. Holding Your Breath Across the River
11. Hush, I'm on TV
12. Mama Is a Shining Star
13. Real Hippies Are Cowboys

Ben McLeod - Guitar
Charles Michael Parks, Jr. - Bass/Vocals
Robby Staebler - Drums
Allan Van Cleave - Keys
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BOB SEGER & THE SILVER BULLET BAND - THE DISTANCE (1982)




BOB SEGER & THE SILVER BULLET BAND
''THE DISTANCE''
DECEMBER 1982
40:53     MUSICA&SOM
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01 - Even Now 04:32
02 - Makin' Thunderbirds 02:56
03 - Boomtown Blues 03:36
04 - Shame On The Moon 04:52 (Rodney Crowell)
05 - Love's The Last To Know 04:25
06 - Roll Me Away 04:37
07 - House Behind A House 03:59
08 - Comin' Home 06:02
09 - Little Victories 05:50
Tracks By Bob Seger, Except 04
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*The Silver Bullet Band (on all tracks but "Comin' Home"):
Bob Seger - guitar, vocals
Chris Campbell - bass
Craig Frost - keyboard except on 07
Alto Reed - saxophone on all tracks except on 04, 05, 06, 09
*The Muscle Shoals Rhythm Section on 08:
Barry Beckett - keyboard
Pete Carr - guitar

Roger Hawkins - drums
David Hood - bass
Randy McCormick - keyboard
*Additional Musicians:
Drew Abbott - guitar on 02, 04
Russ Kunkel - drums on all tracks except on 08
Roy Bittan - piano on 01, 06
Michael Boddicker - synthesizer on 06
Don Felder - guitar on 01, 03
Glenn Frey - harmony vocals on 04
Bobbye Hall - percussion on 01, 02, 03, 04, 06
Davey Johnstone - guitar on 05
Danny "Kootch" Kortchmar - guitar on 07
Bill Payne - synthesizer, keyboard on 04, 05, 08
Waddy Wachtel - guitar on 02, 04, 06, 07, 09
*Additional vocals:
Ginger Blake - background vocals on 08
Laura Creamer - background vocals on 04, 08
Linda Dillard - background vocals on 08
Shaun Murphy - background vocals on 04, 07
Bonnie Raitt - harmony vocals on 02
Joan Sliwin - background vocals on 04


The Distance foi aclamado como um retorno à forma na época de seu lançamento e, em muitos aspectos, pode ser um pouco mais forte, um pouco mais consistente do que seu antecessor, Against the Wind. Ainda assim, este álbum tem a produção mais elegante que Bob Seger já havia concedido, e o single de maior sucesso em The Distance não foi escrito por ele, foi um cover de "Shame on the Moon" de Rodney Crowell. Agora, isso não era totalmente incomum, já que Seger tinha sido um excelente intérprete de canções por anos, mas isso, combinado com o som brilhante, sinalizou que Seger pode ter estado mais preocupado com seu status como um popular roqueiro de colarinho azul do que a música dele. Não que haja muito o que errar na música, já que "Even Now" e "Roll Me Away" são facilmente dois de seus clássicos, e ele produz roqueiros artesanais como "Makin' já que não é - é cheio de roqueiros de primeira linha - mas Seger no seu melhor poderia equilibrar roqueiros com baladas, ou se ele se concentrasse em roqueiros, seria mais feroz do que isso. Este álbum é simplesmente sólido, uma boa adição ao seu catálogo, mas não um nocaute. já que não é - é cheio de roqueiros de primeira linha - mas Seger no seu melhor poderia equilibrar roqueiros com baladas, ou se ele se concentrasse em roqueiros, seria mais feroz do que isso. Este álbum é simplesmente sólido, uma boa adição ao seu catálogo, mas não um nocaute.


Bandas Raras de um só Disco


                                  Cozmic Corridor (1973)



O Cozmic Corridors foi uma banda obscura alemã, que surgiu em meados da década de 70 sobre a orientação de Toby Robinson. Os poucos vocais escutados no decorrer do álbum são bem humorados e descontraídos, mas se tornaram aterrorizantes e obscuras por conta do instrumental de space rock. 

Os " loops "de experimentações e as paisagens sonoras longas e delicadas, misturadas em uma atmosfera krautrock, dão um calafrio orgasmático ao ouvinte! 

Esse é de longe um marco do space rock alemão. Infelizmente eles só lançaram este homônimo entre 1972 e 1973. 

Integrantes.

Alex Meyer (Minimoog, Órgão Hammond, Fender Rhodes, Vocais)
Peter Förster (Guitarra de 12 Cordas, Guitarra Elétrica)
Pauline Fund (Vocais)
Hans-Jürgen Pütz (Percussão, Efeitos)
 
01. The Summit (9:55)
02. Mountainside (8:43)
03. Dark Path (3:06)
04. Niemand Versteht (7:43)
05. Darüber (11:08)


DE RECORTES & RETALHOS

Jornal Expresso - Rádio Macau "O Elevador da Glória" / João Lisboa 1987


VALE A PENA OUVIR DE NOVO

 

Brigitte Bardot - "Brigitte Bardot Show" [1968]

BIOGRAFIA DOS Carcass

 

Carcass

Carcass é uma banda de death metal do Reino Unido formada em 1985, usualmente considerada a criadora do estilo grindcore splatter e também do death metal melódico. No ano de 2007, seus ex-integrantes reuniram-se novamente, por tempo indeterminado, para a realização de algumas apresentações e uma turnê mundial. 

História.

Formado em 1985, em Liverpool, o Carcass contava com Bill Steer (guitarra), Jeff Walker (baixo), Ken Owen (bateria) e Sanjiv (vocal). Um ano depois, Sanjiv (vocal) saiu da banda e não houve mais notícias. O único material onde ele participa é a primeira demo do grupo, Flesh Ripping Sonic Torment. Ao passo disto, o guitarrista Bill Steer foi para o Napalm Death, outra banda de Grindcore. Mas Steer não abandonou o Carcass, ele considera o Napalm Death era seu trabalho paralelo. Esses acontecimentos resultaram em um período de inoperância na banda. O período foi curto, e para provar que o Carcass estava novamente à ativa, em 1987, sem o vocalista Sanjiv, o conjunto começa a trabalhar como um trio. Os vocais mais urrados e guturais ficavam por conta de Bill Steer, e o baixista Jeff Walker cuidava dos vocais "gritados". 

Em 1988, o Carcass lança seu primeiro álbum intitulado Reek of Putrefaction. A capa, que dispensa comentários, trazia fotos de pessoas mortas, corpos em decomposição, mutilados e despedaçados. Este disco se tornaria um clássico do grindcore, por sua inovação. No entanto, a qualidade da gravação deste disco deixa bastante a desejar, vindo a melhorar no segundo disco. 

Na lacuna de tempo entre o lançamento Reek e o segundo álbum, Ken Owen adquiriu um bumbo duplo para o seu kit de bateria, permitindo então o uso de pedal duplo para a composição das novas músicas. Jeff Walker afirma que esta foi uma das principais razões para que Bill Steer levasse a banda mais a sério e deixasse o Napalm Death, para se dedicar integralmente ao Carcass. 

Symphonies of Sickness, o segundo álbum, teve uma produção melhor, com a ajuda de Colin Richardson. Este álbum apresenta uma estrutura mais similar ao death metal, com passagens de riffs mais complexos, lentos e solos de guitarra. Na segunda metade da turnê do Symphonies um segundo guitarrista já se apresentava na banda, Michael Amott, que viria a integrar permanentemente o grupo. Seu trabalho já é notado no segundo Peel Sessions e no terceiro álbum já havia sua contribuição em criações. 

Os seus álbuns Heartwork e Necroticism - Descanting the Insalubrious costumam figurar nas listas de melhores discos de Death Metal da história. 

Reunião.

Em 2006 Jeff Walker concedeu entrevistas admitindo a possibilidade de uma reunião do Carcass até 2007. Segundo ele, Michael Amott quer muito a volta da banda. Tudo dependeria de uma posição de Bill Steer, uma vez que Ken Owen não participará mas não se opôs à ideia de ser substituído por outro baterista. 

Em setembro de 2007 Michael Amott disse a uma revista sueca que ele, Bill Steer e Jeff Walker se reuniram para ensaiar músicas antigas da banda, contando com o baterista do Arch Enemy Daniel Erlandsson no lugar de Ken Owen. O objetivo era tocar em festivais de verão europeus de 2007 mas isso não foi possível. No mês seguinte a banda foi confirmada na edição de 2008 do festival alemão Wacken Open Air. 

Após mudanças na formação, em 2013 eles gravaram um novo disco intitulado Surgical Steel. 
Integrantes.

Atuais.

Bill Steer (Guitarra, Vocal, 1985-1996, desde 2007)
Jeffrey Walker (Vocal, Baixo, 1985-1996, desde 2007)
Daniel Wilding (Bateria, desde 2012)
Tom Draper (Guitarra, desde 2018)

Ex - Integrantes.

Ken Owen (Bateria, Vocal, 1985 - 1996)
Sanjiv (Vocal, 1985-1987)
Michael Amott (Guitarra, 1990-1993, 2007-2012)
Mike Hickey (Guitarra, 1993-1994)
Carlo Regadas (Guitarra, 1994-1995)
Daniel Erlandsson (Bateria, 2007-2012)

Ben Ash (Guitarra, 2013-2018)




Heartwork (1993)

01. Buried Dreams (03:59)
02. Carnal Forge (03:54)
03. No Love Lost (03:22)
04. Heartwork (04:33)
05. Embodiment (05:36)
06. This Mortal Coil (03:49)
07. Arbeit Macht Fleisch (04:21)
08. Blind Bleeding The Blind (04:57)
09. Doctrinal Expletives (03:39)
10. Death Certificate (03:38)
Bonus Tracks.
11. This Is Your Life (04:08)
12. Rot 'N' Roll (03:51)
13. Carnal Forge (Live In Tokyo) (04:24)
14. Heartwork (Live In Tokyo) (05:01)



A OBRA DE AMÁLIA RODRIGUES


COM QUE VOZ



iPLAY - 5 604931 172826 - 2010

CD 1

Naufrágio (Cecília Meireles) - Maria Lisboa (David Mourão-Ferreira) - Trova Do Vento Que Passa (Manuel Alegre) - Com Que Voz (Luís de Camões?) - Cravos De Papel (António de Sousa) - As Mãos Que Trago (Cecília Meireles) - Gaivota (Alexandre O'Neill) - Havemos De Ir A Viana (Pedro Homem de Mello) - Cuidei Que Tinha Morrido (Pedro Homem de Mello) - Formiga Bossa Nova (Alexandre O'Neill) - Meu Limão De Amargura (José Carlos Ary dos Santos) - Madrugada De Alfama (David Mourão-Ferreira)

CD 2


Com Que Voz - Naufrágio - Cravos De Papel - As Mãos Que Trago - Viuvinha (popular) - Havemos De Ir A Viana - Formiga Bossa Nova - Nós As Meninhas (Pero de Viviães) - Partindo-sen (João Roiz de Castelo Branco) - Amor Sem Casa (Teresa Rita Lopes) - Madrugada De Alfama - Alfama (José Carlos Ary dos Santos) - Rosa Vermelha (José Carlos Ary dos Santos) - Meu Amor É Marinheiro (Manuel Alegre)

Todas as músicas são de Alain Oulman.

Edição cuidada de David Ferreira e Frederico Santiago, com textos de Vítor Pavão dos Santos, Sara Pereira, Salwa Al-Shawan Castelo Branco, Margarida Mercês de Mello, Frederico Santiago e David Ferreira.

São especialmente bonitas as fotografias incluídas no volumoso livrinho (solto) de 86 páginas.





MARIA LISBOA


COLUMBIA - SLEM 2145

Maria Lisboa (David Mourão-Ferreira/Alain Oulman) - Cais de Outrora (Luís de Macedo/Alain Oulman) - Vagamundo (Luís de Macedo/Alain Oulman)




A RITA YÉ-YÉ


COLUMBIA - 8 E 016-40 038 M

É Ou Não É? - A Rita Yé Yé - Vai De Roda Agora - Lá Na Minha Aldeia

Letras e músicas de Alberto Janes, guitarras de Fontes Rocha e Carlos Gonçalves, viola de Pedro Leal.



GRAVETOS & BERLOQUES (MAGGIE KOERNER)

 

sa-feira, 14 de ouubro de 2019

                                                   MAGGIE KOERNER



É fato que nutro uma forte tara por vozes femininas. E aquelas cheias de drivesoul e uma pitada bittersweet me são ainda mais caras. E este é o caso desta jovem caipira de ShreveportLouisianna, Maggie Koerner, arquétipo do jovem talento local cujos limites geográficos já não lhe eram o bastante. E assim, a bela e carismática loirinha de voz potente e promissoras características autorais, seguiu para New Orleans em 2011, meca musical da região, logo gravando seu primeiro e surpreendentemente bom álbum, 'Quarter Life', e sendo rapidamente acolhida pelo melhor da cena musical da cidade. 
E foi através de um destes filhotes banhados pelo Mississipi, a Galactic, fantástico e prestigiadíssimo combo cajun funk liderado por Stanton Moore, que conheci esta voz, àquela altura já impregnada do mojo muito peculiar da música da cidade mais musical dos EEUU. E assim surgia uma parceria de química incendiária que gerou os sucessos 'Hey Na Na' e 'Dolla Diva'. 
Ao mesmo tempo, Koerner trabalhava incansavelmente no material de seu segundo álbum, agora já contando com a parceria de um número ainda mais expressivo de admiradores, além de David Shaw e seu The Revivalists, responsáveis por praticamente todas as bases de seu debut. E assim nasceu 'Neutral Ground', um trabalho maduro, desvinculado de gêneros (uma de suas melhores características como compositora e intérprete) e convincente do talento desta pequena diva, nem um pouco 'dolla', de voz potente, divisões arrojadas e ambições estilísticas ilimitadas. Se, após estas mal digitadas linhas, você ainda não foi tomado(a) pela curiosidade em conhecer a nova joia do delta do Mississipi, siga direto até o final da postagem e assista sua recente apresentação com a Galactic no New Orleans Jazz Fest e...pare se for capaz!
Olhos e ouvidos nessa menina! Eu já estou absolutamente de quatro!













MUSICA&SOM

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DOLLY PARTON, CYNDI LAUPER, DEBBIE HARRY, BELINDA CARLISLE E GLORIA ESTEFAN JUNTAS EM 'GONNA BE YOU'

 

As cinco cantoras unem as vozes no tema que vai servir a banda sonora do filme "80 for Brady".

Dolly Parton, Cyndi Lauper, Debbie Harry, Belinda Carlisle e Gloria Estefan são as convocadas para dar voz a 'Gonna Be You', canção da autoria de Diane Warren que vai fazer parte da banda sonora do filme "80 for Brady", com estreia marcada para fevereiro, nos Estados Unidos. O tema tem lançamento marcado para o dia 12 de janeiro.

O filme, realizado por Kyle Marvin, segue as aventuras de quatro amigas que decidem ir assistir ao Super Bowl. A história passa-se em 2017, quando as quatro mulheres, interpretadas pelas veteranas Lily Tomlin, Jane Fonda, Rita Moreno e Sally Field, decidem ir ver a final da NFL (campeonato de futebol americano) por causa do jogador Tom Brady, que também faz parte do elenco.

"Queria escrever uma canção que celebrasse a profunda amizade que une estas mulheres", disse Diane Warren em comunicado citado pela Rolling Stone. "Como o filme tem o 80 no título, tive a ideia maluca de juntar algumas das cantoras mais icónicas dos anos oitenta, que continuam incríveis e serão sempre incríveis. Todas aceitaram o desafio. Fiquei muito entusiasmada", acrescentou.

 

 

OLIVIA RODRIGO JÁ ESTÁ A TRABALHAR NO PRÓXIMO DISCO


A norte-americana está entusiasmada com a música que vai oferecer aos fãs em 2023.

Olivia Rodrigo está a trabalhar no próximo disco, o sucessor do bem-sucedido "SOUR" (álbum de estreia) que editou em maio de 2021. A artista norte-americana, de 19 anos, usou ontem a conta oficial de Instagram para mostrar aos seguidores um pequeno momento do processo criativo. 

"Estou a trabalhar em tantas canções novas", escreveu na publicação feita na área das stories. No vídeo publicado por Olivia Rodrigo também vemos o produtor Dan Nigro ao piano. Nigro foi também o produtor do álbum de estreia da jovem artista. 

Com "SOUR", Olivia Rodrigo venceu os três primeiros Grammys da carreira na cerimónia que decorreu em abril de 2022. A cantora levou para casa os prémios de Artista Revelação, Melhor Álbum Pop Vocal e Melhor Atuação Pop Solo. 


 

Destaque

JACKSON BROWNE - TRANSMISSION IMPOSSIBLE: LEGENDARY RADIO BROADCASTS FROM THE 1970S, DISC TWO (2015)

  JACKSON BROWNE ''TRANSMISSION IMPOSSIBLE, DISC TWO'' 2015 223:37 ********** DISC ONE 01 - Come All Ye Fair & Tender La...