O vocalista, compositor e multi-instrumentista Daryl Hall ganhou fama quando formou com o guitarrista, compositor e vocalista John Oates, em 1970, um dos mais bem sucedidos duos da história do pop e do pop rock. Contudo seu perfil é bem mais interessante que o de um hit maker focado para rádios.
Daryl Hall and JohnOates
Justiça seja feita, mesmo considerando que o caminhão de hits de FM produzidos por Hall & Oates não seja o ponto alto de sua longa jornada, é preciso reconhecer que a pop music dos anos 70 e 80 era bem superior a dos anos que se seguiram, e a coisa só piora. Para se ter uma ideia, quase todas as canções tinham solos de guitarra.
Em outros tempos, para ser bem sucedido com pop era preciso competir com feras do gênero, como: Michael Jackson,Elton John, Paul McCartney, Donna Summer, Madonna, além de grandes nomes da Mountown Records. Daryl e John emplacaram nada menos que 34 músicas na parada Billboard, incluindo 6 primeiros lugares.
Aqui você confere a nada comercial, bastante interessante e muito pouco conhecida canção do duo, “Screaming Through December”, que é carregada de dramaticidade e leva pitadas de blues, soul e até rock progressivo, por mais incrível que possa parecer para um duo de pop music. A faixa está incluída no álbum “War Babies” (1974):
Entre 1975 e 1980, a dupla fez dois álbuns pop que os levaram aos tão almejados primeiros lugares das paradas, “Daryl Hall & John Oates” (1975) e “Bigger than Both of Us”(1976), gravados, como de hábito, com músicos de primeira linha, além de “Beauty on a Back Street”(1977), que não fez sucesso mas agrada mais aos rockeiros.
Imagem: Stuart Berg
Aqui tem uma apresentação de 2011 com a participação de Todd Rundgren na canção “Beanie G. And the Rose Tattoo“também do disco “War Babies”:
Que tal começarem os solos de guitarra? Então vamos destacar agora momentos “menos pop”, por assim dizer, que é a intenção deste post. Hall & Oates levando a baladona soul com pitadas de blues “Do What You Want, Be What You Are” (1977), originalmente encontrada no álbum “Bigger than Both of Us”(1976):
Em 1977, a gravadora incentivou Daryl Hall a buscar novos caminhos. Confira uma raridade desta fase: Daryl acompanhado de Robert Fripp (guitarrista do King Krimson), Tony Levin (baixista de King Crimson, Peter Gabriel), Phil Collins (baterista do Genesis) e Brian Eno (tecladista do Roxy Music) levando “North Star” (1977):
Hall e Oates passaram a produzir os próprios discos no início da década de 80 e logo tiveram êxito, alcançando os primeiros lugares nas rádios com hits pegajosos como chiclete, tais como “I Can’t Go for That (No Can Do)”e “Kiss on My List”, este último foi utilizado em um cover na boa comédia “Ela é Demais pra Mim”:
Após encontrarem a tão almejada fórmula do sucesso — produzir eles mesmos os álbuns e definirem as diretrizes — a dupla dinâmica do rock and soul chega ao topo da carreira com “H20″(1982). Aqui você confere o hit desse álbum,”Maneater”, em irresistível versão mais rockeira com destaque para a banda de apoio:
Que tal mais rock n’ roll? Nada mal, né? Outro som muito legal e também inserido em “H20” é “Family Man”, um cover do guitarrista Mike Oldfield. No vídeo abaixo, de 2016, Daryl Hall e o grupo Cheap Trick apresentam a versão definitiva no web show “Live From Daryl’s House”:
O duo lançou o single “Adult Education” em 1984. Embora seja uma canção pop, a formação clássica da banda de apoio fez um versão bem rock; um show à parte de G.E. Smith (guitarra ), T-Bone Wolk (baixo) — que integrariam a banda permanente do programa “Saturday Night Live” — e Charlie “Mr. Casual” DeChant (saxofone):
Aqui você pode conferir o single “Out of Touch”, que chegou ao primeiro lugar do hit parade e está também no long play “Big Bam Boom” (1984), em interpretação bem mais rockeira. Vale a pena checar a categoria da banda e conhecer esta ótima versão, é a primeira música do vídeo:
Outro momento rockeiro pouco conhecido ou lembrado foi quando Daryl Hall, John Oates e toda a ótima banda de apoio acompanharam Mick Jagger no Live Aid (1985):
Durante as década de 1990 e 2000, os amigos colheram os frutos do sucesso e continuaram a produzir baladinhas pop para tocar nas rádios e direcionadas para casais namorarem no carro. Raríssimos foram os momentos um pouco mais pop rock ou folk. Até que Daryl lança em 2007 seu web show Live From Daryl’s House:
Mesmo realizado financeiramente, Hall continuou a trabalhar e passou a reformar casas históricas. Assim, utilizando belas casas como cenário, seu show trouxe bons momentos para quem gosta de boa música, como; “Crazy”(com Cee Lo Green), “Footloose”(com Kenny Loggins) e “Sharp Dressed Man” (com Billy Gibbons):
Deixamos o melhor para o final. No vídeo logo abaixo, Daryl Hall cantou e tocou acompanhado de Robby Krieger (guitarra) e Ray Manzarek (teclado), ex-integrantes do The Doors, o classic rock “Break on Through” (2009):
Aqui “Roadhouse Blues” (The Doors) em versão mais blueseira também em 2009:
Outro clássico do The Doors com José Feliciano, Daryl Hall e grande elenco; “Light my Fire” (2010):
Apontado como um dos maiores guitarristas de todos os tempos, Joe Walsh também participou do “Live From Daryl’s House” em 2012. O ex-guitarrista da lendária banda Eagles, que vendeu mais de 40 milhões de discos, deu mais peso ao show:
Em 2015, Daryl Hall recebeu o ex-vocalista do Van Halen, e juntos apresentaram algumas boas do repertório de Sammy Hagar: “Rock Candy” (1973), “Your Love is Driving me Crazy” (1982) e “I Can’t Drive 55″(1984), entre outras:
Darry Hall e John Oates figuram no Rock and Roll Hall of Fame desde 2014, receberam uma estrela da Calçada da fama de Hollywood dois anos depois e continuam fazendo shows pelo mundo, incluindo lugares antes nunca visitados por eles.
Carpenters ou The Carpenters foi uma dupla musical da década de 1970, composta pelos irmãos Karen (1950-1983) e Richard Carpenter (1946). Com seu estilo melódico, eles levaram à parada de sucessos muitas canções no Top 40 da música americana, tornando-se representantes do soft rock e se incluindo entre os artistas mais representativos da década. Embora fossem referidos como "The Carpenters", sendo "the" o artigo definido em inglês, o nome oficial do duo era simplesmente "Carpenters". Durante a década de 1970, quando bandas de rock pesado faziam muito sucesso, Richard e Karen produziram uma música suave e bem distinta que os alçou entre os artistas que mais venderam discos em todos os tempos.
Durante a carreira de aproximadamente 14 anos, os Carpenters gravaram onze álbuns, cinco dos quais continham músicas que atingiram o Top 10 das paradas. Fizeram turnês nos Estados Unidos, no Reino Unido, no Japão, na Austrália, nos Países Baixos, no Brasil e na Bélgica. A carreira da dupla chegou ao fim com a morte de Karen, em 1983, de parada cardíaca em função de complicações da anorexia nervosa. A cobertura jornalística dada ao fato na época aumentou a consciência da opinião pública sobre as consequências das disfunções alimentares.
Biografia.
Antes dos Carpenters.
Nascidos em New Haven, Connecticut, Estados Unidos, (Richard Lynn Carpenter em 15 de outubro de 1946, e Karen Anne Carpenter em 2 de março de 1950), os irmãos Carpenter mudaram-se com seus pais - Harold (1908-1988) e Agnes (1915-1996) - para a Califórnia no verão de 1963 e se estabeleceram em Los Angeles, no subúrbio de Downey. Richard desenvolveu seu interesse pela música desde criança, tornando-se um prodígio do piano (ele próprio declararia mais tarde que gostava muito de ouvir a coleção de discos de 78rpm de seu pai). A mudança para o Sul da Califórnia foi feita com vistas ao favorecimento de sua carreira. Karen, enquanto isso, não manifestou seus talentos musicais até a escola secundária seus interesses estavam nos esportes, tais como o softball, embora passasse muito tempo ouvindo música. A partir de uma fase posterior da adolescência, Karen juntou-se à banda e logo assumiu a bateria, após ter tentado infrutiferamente tocar outros instrumentos musicais.
Década de 1960.
Durante a metade dos anos 1960, Richard e Karen tentaram lançar uma carreira musical, mas não obtiveram sucesso até o final dessa década. Em maio de 1966 Karen se juntou a Richard em uma sessão musical noturna no estúdio de garagem do baixista Joe Osborn, onde Richard estava para acompanhar o teste de uma vocalista. Quando lhe pediram que cantasse, Karen o fez e ganhou um contrato de curta duração como artistasolo no selo de Osborn, o Magic Lamp. O single produzido incluiu duas das composições de Richard, "Looking for Love" e "I'll Be Yours", mas o selo logo acabou. Durante este período a dupla, com o baixista Wes Jacobs, formou o Richard Carpenter Trio em trio de jazz instrumental, que ganhou a Batalha das Bandas no Hollywood Bowl em 1966, mas foi recusado pela RCA, que duvidou do potencial comercial da banda.
Os irmãos logo se juntaram a quatro estudantes de Música da Universidade do Estado da Califórnia em Long Beach e formaram o sexteto Spectrum. Embora fizessem apresentações, não fecharam contrato com nenhuma gravadora. Mas a experiência se mostrou produtiva: Richard encontrou em seu colega John Bettis um letrista para suas composições.
Após o fim do Spectrum, os Carpenters decidiram continuar como dupla com Richard no piano, Karen na bateria e ambos como vocalistas. Contratados para tocar em uma festa no lançamento de um filme em 1969, a estrela desse filme, Petula Clark, apresentou-os ao músico e dono da A&M Records, Herb Alpert, com quem a dupla assinou um contrato pela gravadora em 22 de abril de 1969. À época Karen ainda não tinha idade legal (estava com dezenove anos) para assinar o contrato: os pais tiveram de assinar conjuntamente com ela.
Seu primeiro disco, Offering, tinha várias composições de Richard no tempo Spectrum e uma canção de muito sucesso dos Beatles, Ticket to Ride, que se transformou em um sucesso dos Carpenters a ponto de se tornar o título do álbum outrora denominado Offering, o que aumentou as vendas.
Década de 1970.
Os Carpenters estouraram nas paradas de sucesso em 1970 com a canção de Burt Bacharach e Hal David, (They Long to Be) Close to You, do disco de mesmo nome, que atingiu o topo e nele permaneceu por quatro semanas. A gravação seguinte, "We've Only Just Begun", atingiu o segundo lugar e se tornou o maior sucesso da dupla no final de 1970.
Vários sucessos mantiveram a dupla nas paradas no início da década, como "For All We Know", "Rainy Days and Mondays", "Superstar", Hurting Each Other", "It's Going to take some time" e "Goodbye to Love", "Sing" Yesterday Once More", dos álbuns Carpenters (1971), A Song for You (1972) e Now and Then (1973). "Top of the World" atingiu o topo das paradas em 1973. O álbum com os melhores sucessos entre 1969 e 1973 se tornou um dos mais vendidos da década, com mais de 7 milhões de cópias apenas nos Estados Unidos.
Durante a primeira metade dos anos 1970, a música dos Carpenters foi um elemento principal das paradas Top 40. O duo produzia um som diferente com a voz de contralto de Karen no vocal principal, e ambos os irmãos nos vocais de fundo com harmonias densas. Ao seu papel como vocalista, pianista, tecladista e arranjador, Richard adicionou o de compositor em várias canções. Progressivamente, Karen deixou de ser a baterista do grupo, função desempenhada por outros bateristas, tais como Hal Blaine.
Para promover suas canções, a dupla manteve uma inacreditável agenda de apresentações e aparições na televisão. Em 1973, aceitaram um convite para se apresentar na Casa Branca para o presidente Richard Nixon e o chanceler da Alemanha Ocidental Willy Brandt.
A popularidade dos Carpenters frequentemente confundia os críticos. Com suas baladas doces e suaves, muitos diziam que o som do duo era meigo, piegas e meloso, enquanto a indústria fonográfica os premiava com Grammys (foram três).
Entre 1973 e 1974 não houve muito tempo para lançar material novo. Como resultado, os Carpenters não lançaram disco em 1974. No início de 1975 fizeram uma versão de um sucesso das Marvelettes, "Please Mr. Postman", que atingiu o primeiro lugar das paradas mas foi o último a atingir essa posição. No mesmo ano "Only Yesterday" foi lançada, e entre 1975 e 1976, foram lançados os discos Horizon e A Kind of Hush. Mas a essa altura as canções não faziam mais o sucesso de antes, tanto que "Goofus" nem chegou ao Top 40.
O álbum mais experimental, Passage, lançado em 1977, representou uma tentativa de se aventurar por outros gêneros musicais com canções como "Don't Cry for me Argentina" da "ópera rock" Evita, "All You Get Form love is a Love Song", uma mistura de rock latino, com calipso e pop, além da intergalática "Calling Occupants of Interplanetary Craft", com acompanhamento de coral e orquestra.
Mesmo com os insucessos na parada americana, a dupla continuou a ser popular. Em 1978, foi lançado o álbum natalino A Christmas Portrait, o qual se tornou um clássico de natal (houve um outro disco natalino, denominado An Old-Fashioned Christmas, lançado em 1984, após a morte de Karen). Os Carpenters também fizeram três especiais de televisão, dos quais participaram outros artistas como Ella Fitzgerald e John Denver.
No meio da década de 1970, o excesso de turnês e as longas sessões de gravação começaram a cobrar caro da dupla o esforço e contribuíram para as dificuldades profissionais enfrentadas no final dessa década. Karen fazia dietas obsessivamente e desenvolveu anorexia nervosa, a qual se manifestou pela primeira vez em 1975, quando uma exausta e enfraquecida Karen foi forçada a cancelar apresentações no Reino Unido e no Japão. Richard, enquanto isso, desenvolveu dependência de soníferos, que começaram a afetar seu desempenho no final dos anos 1970 e levaram ao fim das apresentações ao vivo da dupla em 1978 e à sua internação em uma clínica.
No início de 1979, Karen, não desejando permanecer parada enquanto seu irmão se recuperava na clínica, decidiu gravar e lançar um álbum solo com o produtor Phil Ramone em Nova York. Seu disco (Karen Carpenter) tinha um estilo mais adulto e disco, em um esforço para mudar sua imagem. O resultado do projeto teve uma recepção morna de Richard e dos executivos da A&M Records. No início de 1980 Karen primeiramente hesitou, abandonando por fim seu disco solo, que seria lançado apenas em 1996, 16 anos depois e 13 após sua morte. Karen preferiu lançar outro disco com Richard (já recuperado da dependência de soníferos), que se transformou no álbum Made in America, lançado em 1981.
Os problemas pessoais, entretanto, diminuíram as possibilidades de um retorno às paradas e Karen teve um casamento que não deu certo com Thomas Burris, a separação ocorreu um ano depois. Em 1982, Karen foi a Nova York procurar tratamento com o psicoterapeuta Steven Levenkrom para suas desordens alimentares decorrentes da anorexia nervosa, voltando naquele mesmo ano disposta a refazer sua carreira. Ela rapidamente ganhou 5 quilos em uma semana, o que aumentou os danos a seu coração, resultado de anos de dieta e abusos (especialmente - conforme se diz - com o uso do xarope de Ipecac, um forte emético - para induzir vômito). Em 4 de fevereiro de 1983, Karen sofreu uma parada cardíaca na casa de seus pais em Downey e teve sua morte declarada no Hospital Memorial de Downey aos 32 anos. Karen, vestida de rosa, foi posta em um caixão aberto. Entre os que foram ao seu funeral estavam suas melhores amigas, Olivia Newton-John e Dionne Warwick.
Depois dos Carpenters.
A estrela da dupla na Calçada da Fama.
Após a morte de Karen, Richard continuou a produzir canções da dupla, inclusive muito material inédito e várias coletâneas, tendo lançado o disco Voice of the Heart no final de 1983. Sua dedicação em proteger a imagem dos Carpenters e o legado de gravações gerou muitas críticas, principalmente quando ele impediu em 1987 o lançamento do curta-metragem Superstar: a História de Karen Carpenter, de Todd Haynes, que se utilizou de bonecas Barbie para mostrar a morte precoce de Karen. Embora a crítica tenha dito que tudo foi mostrado de forma um tanto compassiva, a história mostrada não é nada favorável à família, retratada de forma desagradável. Richard obteve sucesso em proibir a execução do curta com base na violação dos direitos autorais das canções, usadas sem permissão.
Um telefilme de 1989, A História de Karen Carpenter, produzida com a ajuda de Richard teve audiência na época de seu lançamento. Nesse ano, foi lançado o disco Lovelines, com canções que não entraram nos discos anteriores e do discosolo de Karen, que como já foi dito, seria lançado em 1996, sob o título Karen Carpenter.
Muitas das canções dos Carpenters são populares ainda hoje, tais como: "Close to You", que é cantada em bares de karaokê e "We've only just begun" continua popular em casamentos. A dupla ainda marcaria presença em duas trilhas sonoras de novelas brasileiras: "I Need To Be In Love" foi tema da personagem Lina (Renata Sorrah) na novela O Casarão, em 1976; e "Make Believe It's Your First Time" embalava a história de Liliane, personagem de Cristina Mullins na novela Voltei Pra Você, em 1983.
Hoje, Richard Carpenter vive com sua esposa, Mary Rudolph-Carpenter (com quem se casou em 19 de maio de 1984), e suas quatro filhas e um filho em Thousand Oaks, Califórnia e o casal se tornou grande fomentador da produção artística na cidade. Richard é também colecionador de carros antigos que são ganhadores de concursos.
Logo.
Em 1971, o departamento de artes gráficas da A&M Records contratou a empresa Craig Braun and Associates para criar a capa do terceiro álbum da dupla, intitulado Carpenters."Reconheci que seria um grande logo tão logo o vi", diz Richard. Consequentemente, o logo passou a ser utilizado em cada capa dos álbuns dos Carpenters conforme dito por Richard, "para manter as coisas coerentes, dessa forma, cada álbum dos Carpenters desde a criação do logo apresenta-o."O logo não aparece na capa do álbum Passage; entretanto, uma versão reduzida aparece na contracapa
01. We've Only Just Begun 02. Top Of The World 03. Ticket To Ride 04. Superstar 05. Rainy Days And Mondays 06. Goodbye To Love 07. Yesterday Once More 08. It's Going To Take Some Time 09. Sing 10. For All We Know 11. Hurting Each Other 12. (They Long To Be) Close To You
********** 01 - Nutbush City Limits 04:36 (Anna Mae Bullock) 02 - Travelin' Man;Beautiful Loser 08:53 03 - Jody Girl 04:28 04 - I've Been Working 04:35 (Van Morrison) 05 - Turn The Page 05:05 06 - U.M.C. (Upper Middle Class) 03:17 07 - Bo Diddley 05:40 (Ella McDaniel) 08 - Ramblin' Gamblin' Man 03:01 09 - Heavy Music 08:14 10 - Katmandu 06:23 11 - Lookin' Back 02:36 12 - Get Out Of Denver 05:21 13 - Let It Rock 08:27 (Charles Edward Anderson Berry) Tracks By Bob Seger, Except 01, 04, 07, 13 ********** Bob Seger – lead vocals, guitar, piano Drew Abbott – lead guitar, background vocals Alto Reed - tenor saxophone, alto saxophone, baritone saxophone, percussion, background vocals Robyn Robins – organ, clavinet, mellotron, piano on 10 Chris Campbell – bass guitar, background vocals Charlie Allen Martin – drums, background vocals, answer vocals on 09, harmony vocals on 03, 12
Live Bullet apresentou Bob Seger a um grande público, revelando um roqueiro de paixão desenfreada e um compositor de talento considerável. Antes de seu lançamento, Seger estava trabalhando duro, lançando sete álbuns e fazendo turnês constantemente desde que sua estreia raspou a consciência nacional em 1968. Os dias psicodélicos de Ramblin 'Gamlin' Man já se foram há muito no Live Bullet, deixando para trás um roqueiro que amava os Stones por sua dureza, Dylan por sua honestidade e Chuck Berry por sua narrativa - e aquele que encontrou seu próprio som quando a Silver Bullet Band se destacou por meio de inúmeras turnês. Live Bullet foi gravado ao vivo no Cobo Hall de Detroit, na frente de um público apaixonado e amoroso da cidade, estimulando-o a uma grande performance. A seleção de músicas depende muito de Beautiful Loser, ainda assim, mergulha nos álbuns anteriores o suficiente para provar que Seger tem se apresentado consistentemente como compositor por anos. Mas o que realmente vendeu o Live Bullet é como essas músicas fantásticas são entregues com uma intensidade feroz e comprometida. Isso pode não ser muito mais do que um simples álbum de rock & roll, mas é um dos melhores de seu tipo, estabelecendo Seger, aos olhos dos céticos, como um artista e escritor de primeira linha. Aqui, "Heavy Music", "Get Out of Denver", "Turn the Page" e "Ramblin' Gamblin' Man" se tornam clássicos do hard rock, assim como a própria banda. É uma rara ocasião quando um álbum duplo ao vivo captura um artista no auge absoluto, enquanto resume seus talentos, e é exatamente isso que o Live Bullet faz.
CWT foi uma banda inglesa que não se encontra muitas informações sobre ela e deixaram esse único registro.
O som é uma mistura de Hard, Heavy e Blues Rock com destaque para as músicas “Widow Woman” e “Steam Roller”. CWT foi comparado com bandas como Cactus e Sir Lord Baltimore, vale a pena conferir!