domingo, 14 de maio de 2023

“Aqualung” (Chrysalis/Island Records, 1971), Jethro Tull

 



“Conceitual ou não conceitual? Eis a questão”. Esse dilema ecoa há décadas desde que Aqualung, quarto álbum de estúdio do Jethro Tull, foi lançado em março de 1971. Se para a crítica Aqualung é um álbum conceitual por trazer canções sobre moradores de rua um lado, e do outro, canções que tecem crítica à religião, para o vocalista, flautista e líder da banda inglesa, Ian Anderson, o álbum não passava de uma coleção de canções.

Aqualung representou não apenas a consagração do Jethro Tull no cenário mundial do rock como também a consolidação da linha musical da banda. Quando surgiu, em 1967, na cidade Blackpool, na Inglaterra, o Jethro Tull era uma banda fundamentada no blues rock e no jazz, o que fica bem claro no seu primeiro álbum de estúdio, This Was (1968).

Mas haviam divergências dentro da banda entre o guitarrista Mick Abrahams e Ian Anderson. Enquanto Abrahams queria o Jethro Tull no campo do blues e do R&B, Anderson queria que a banda explorasse outras possibilidades, que expandisse os seus horizontes musicais, experimentando elementos da folk music, da música erudita e até da asiática, tudo misturado ao rock. O choque entre os dois motivou Abrahams a deixar o grupo ainda em 1968, e formar uma nova banda, a Blodwyn Pig, esta mais dedicada à proposta musical que ele queria.

Sem Abrahams, Anderson assumiu a liderança do Jethro Tull, e a banda trilhou outros caminhos a partir do segundo álbum, Stand Up (1969), trabalho que dá início ao processo de transição musical. Stand Up traz um Jethro Tull completamente diferente, sem o blues rock, e agora mergulhado na sonoridade do folk rock, experimentando inclusive elementos do folk celta e flertando com o nascente rock progressivo. Outra novidade que o álbum apresenta é um novo guitarrista, o subestimado Martin Barre, que entrou no lugar de Mick Abrahams.

Ian Anderson, vocalista, flautista e líder do Jethro Tull. 

O processo de transição musical segue com o próximo álbum, Benefit, lançado em abril de 1970. Em Benefit, o Jethro Tull agrega ao seu som baseado no folk rock e no rock progressivo, o peso do hard rock, o que neste caso, revela uma importância fundamental do guitarrista Martin Barre, que cria vários riffs de guitarra inspirados em em guitarristas como Jimi Hendrix e Jimmy Page (do Led Zeppelin).

Com Aqualung, o Jethro Tull finalmente encontrou o seu estilo, a sua identidade musical. Todas as referências musicais que a banda havia experimentado desde o segundo álbum, resultaram numa combinação muito bem acertada e equilibrada em Aqualung, envolvendo folk music, hard rock e o rock progressivo.

As gravações de Aqualung ocorreram entre dezembro de 1970 e fevereiro de 1971, sob a produção de Ian Anderson e de Terry Ellis, que além de produtor e co-fundador do selo Chrysalis, era empresário do Jethro Tull. O álbum foi gravado num recém-inaugurado estúdio construído pela Island Records dentro de uma antiga igreja, em Basing Street, em Londres. Na época, enquanto o Jethro Tull gravava Aqualung numa sala, o Led Zeppelin gravava numa sala vizinha o seu antológico Led Zeppelin IV.

Saída, entrada e até efetivação de integrante marcaram as gravações do quarto álbum do Jethro Tull. O álbum foi o último trabalho que o baterista Clive Bunker gravou como membro do Jethro Tull. Por outro lado, o quarto álbum da banda inglesa foi o primeiro gravado pelo novo baixista do grupo, Jeffrey Hammond, substituto de Glenn Cornick que havia deixado o Jethro Tull após a turnê de Benefit. Enquanto isso, o tecladista John Evan, antes músico contratado para acompanhar a banda nas gravações e em shows, era efetivado no Jethro Tull, e Aqualung foi o primeiro trabalho que ele gravou como membro oficial do conjunto.

Jethro Tull em 1971, da esquerda para direita: Clive Bunker, Martin Barre,
Jeffrey Hammond, Ian Anderson e John Evan.
 


A produção do álbum contou também com os trabalhos do arranjador Dee Palmer, responsável pelos arranjos de orquestra e regência em Aqualung. Curiosamente, Palmer se tornou anos mais tarde tecladista do Jethro Tull, entre 1976 e 1980.

Lançado em 19 de março de 1971, Aqualung foi considerado pela crítica musical um álbum conceitual. Isso se deveu ao fato do disco ser dividido em duas linhas temáticas. O lado A, batizado Aqualung, traz canções que tratam basicamente sobre aspectos da natureza humana, bem como personagens presentes nessas canções como o mendigo pedófilo Aqualung e a prostituta colegial Cross Eyed Mary. O lado B, chamado de My God, traz canções que tratam sobre religião sob o ponto de vista de Ian Anderson, que como autor das canções, traça uma visão bastante crítica e pessimista.

O álbum abre com a faixa-título cuja letra faz referência ao mendigo chamado Aqualung, um morador das ruas de Londres que veste roupas surradas, cata restos de comida com dedos engordurados e o nariz escorrendo meleca. Ele tem o hábito de observar as calcinhas das garotas que passavam pela rua. A música começa com um fantástico riff de guitarra executado brilhantemente por Martin Barre, que marcaria toda a carreira do Jethro Tull. Para escrever a letra dessa música, Ian Anderson se inspirou na série de fotos de moradores de rua de Londres fotografadas pela sua esposa, a fotógrafa Jennie Anderson. Por causa disso, Jennie foi creditada como co-autora da letra de “Aqualung”.

Cross-Eyed Mary é outra personagem presente no álbum e que dá nome à segunda faixa que começa com o som incrível e inconfundível da flauta de Ian Anderson. A música trata sobre uma estudante que se prostitui com homens ricos, mas que também faz uma “caridade sexual” para Aqualung sem cobrar nada, proporcionando a ele algum momento de felicidade na vida miserável daquele homem.

As próximas canções até encerrar o lado A, o Jethro Tull toma um caminho musical que transita entre a folk music e o folk rock. “Cheap Day Return” é uma curta e linda balada folk de melodia agradável, em que a letra diz respeito a Ian Anderson e a sua visita ao seu pai internado num hospital. A faixa seguinte também é uma balada folk, “Mother Gosse”, que apesar de essencialmente acústica, traz em alguns momentos da canção riffs de guitarra elétrica que dão base a versos surreais e absurdos.  “Wond’ring Aloud” é de uma beleza melódica sensível e até mesmo comovente, realçada pelo naipe de cordas e pelo piano executado por John Evan. O lado A termina com “Up To Me”, uma canção folk de ritmo lento, com algumas inserções de guitarra elétrica distorcida, além da presença constante da percussão e da flauta executada por Ian Anderson.

Arte interna da capa dupla de Aqualung.

O lado B, intitulado My God, começa com o violão dedilhado que dá início a “My God”, que mais adiante dá lugar a um som poderoso de hard rock e a uma performance sensacional de Martin Barre na guitarra, enquanto Ian Anderson mostra toda a sua habilidade fantástica na flauta. Em “My God”, os versos de Anderson tecem duras críticas às instituições religiões e ao seu poder de castrar a liberdade dos seus fiéis e de manipulá-los.

“Hymn 43” é uma crítica dura aos líderes religiosos e a instituições que usam o nome de Jesus para se promoverem: “If Jesus saves well he better save himself / From the gory glory seekers who use his name in death / Oh Jesus save me.” (“Se Jesus salva, bem, seria melhor ele salvar a si mesmo / daqueles que buscam a glória sangrenta, que usam seu nome na morte / Oh Jesus, salve-me!").

“Slipstream” seria uma reflexão sobre o materialismo e a vida após a morte. Ian Anderson compôs “Locomotive Breath” preocupado com a superpopulação no mundo. A locomotiva presente na letra seria uma metáfora para o crescimento descontrolado da população, tal qual um trem pesado e desgovernado. O álbum fecha com “Wind Up”, uma canção que questiona os dogmas da Igreja e critica a forma como ela transforma Deus num “brinquedo de dar corda”.

A arte da capa de Aqualung foi desenvolvida pelo pintor e desenhista americano Burton Silverman. O trabalho foi encomendado por Terry Ellis, produtor do álbum e empresário do Jethro Tull. Silverman fez três pinturas em aquarela para ilustrar a capa, contracapa e a parte interna da capa dupla do álbum, todo o trabalho ao custo de US$ 1.500 (mil e quinhentos dólares). A capa mostra um mendigo com cara de poucos amigos e que seria a representação do personagem Aqualung. Quem detestou a capa foi Ian Anderson, que achou aquele homem maltrapilho e enfezado muito parecido com ele. Silverman por sua vez, afirmou que ele mesmo foi o modelo para o mendigo retratado e não Anderson.

Mas a polêmica não parou por aí, e o fato do mendigo da capa se parecer ou não com Anderson foi o menor dos problemas. Enquanto o álbum vendeu milhões de cópias em todo o mundo, a imagem da capa foi usada para ilustrar todo tipo de produto como camisetas, canecas, roupas e pôsteres, gerando lucros para o Jethro Tull, Silverman pouco lucrou com a arte que ele fez para Aqualung. Talvez o erro tenha ocorrido lá no passado, no momento em que foi encomendado do trabalho, quando não foi acertado se o artista teria direito a determinada porcentagem dos lucros que a arte da capa pudesse gerar após o lançamento do álbum, bem como para outras finalidades que tivesse a função de propagar a imagem e o nome do Jethro Tull. Provavelmente, o artista não imaginou o imenso sucesso que o disco iria ter e nem que aquela capa iria entrar no imaginário do rock.

Ao longo do tempo, Burton Silverman tentou vários acordos com a banda, mas todos foram em vão. O artista, já idoso, chegou a tentar um contato direto com Ian Anderson, que apesar de nunca ter manifestado apreço pela capa de Aqualung, se limitou a dizer que o Jethro Tull tinha direito de uso da arte da capa.

O pintor Burton Silverman, autor das pinturas que ilustram Aqualung,
em seu estúdio em 2018, aos 90 anos de idade. 

O desempenho comercial de Aqualung foi incrível. Alcançou a marca de 3 milhões de cópias vendidas somente nos Estados Unidos. Em todo o mundo, o álbum vendeu mais de 7 milhões de cópias, o que fez Aqualung se tornar o álbum mais vendido da discografia do Jethro Tull. No Reino Unido, Aqualung chegou ao 4º lugar na parada de álbuns, enquanto que nos Estados Unidos, o álbum ficou em 7º lugar na parada da Billboard 200Aqualung chegou ao 5º lugar da parada de álbuns do Canadá.

A recepção de Aqualung na época de seu lançamento por parte da crítica foi razoável. Devido à divisão temática dos dois lados do disco, os títulos que cada um desses lados possui, fizeram a imprensa musical classificar Aqualung como um álbum conceitual. Ian Anderson, líder do Jethro Tull, ficou surpreso com o rótulo, e discordou completamente afirmando que o álbum não era conceitual, que no máximo poderia haver canções com uma linha temática semelhante.

Como provocação, Ian Anderson decidiu que o próximo álbum do Jethro Tull seria conceitual propositalmente. E foi o que aconteceu quando em março de 1972, o Jethro Tull lançou Thick As A Brick, um álbum conceitual que contém uma longa e ininterrupta música dividida em dois lados do disco, e que passa por vários andamentos e ritmos. A letra é baseada no poema de um menino fictício chamado Gerald Bostock em que ele narra como seria a sua vida, desde a infância à velhice. O álbum de faixa “quilométrica” fez um enorme sucesso de público e de crítica. Mas esta é uma outra história, e que será contada numa outra oportunidade.

Faixas

Todas as canções por Ian Anderson, exceto a indicada.

Lado A: Aqualung                                                       

  1. "Aqualung" (Ian Anderson - Jennie Anderson)
  2. "Cross-Eyed Mary"                                                     
  3. "Cheap Day Return"                                                  
  4. "Mother Goose"                                                         
  5. "Wond'ring Aloud"                                                    
  6. "Up to Me"         

Lado B: My God  

  1. "My God" 
  2. "Hymn 43"          
  3. "Slipstream"       
  4. "Locomotive Breath"                                                 
  5. "Wind Up" 

 

Jethro Tull: Ian Anderson (vocais, violão, flauta) Martin Barre (guitarra, flauta doce soprana) John Evan (piano, órgão, mellotron), Jeffrey Hammond (baixo, flauta doce alta vocais) e Clive Bunker (bateria, percussão).


Ouça na íntegra o álbum Aqualung


VALE A PENA OUVIR DE NOVO

 

                         Billie Holiday - "Lady In Satin" [1958]

Paul Davis - A Little Bit Of Paul Davis (1970-71 us, wondrous blue eyed soul, r 'n' b, soft rock, 2009 bonus tracks reissue)

 




O próprio título da estreia de Paul Davis em 1971 é um aceno para Bert Berns, o fundador da Bang Records e autor de “A Little Bit of Soap”, o single de Jarmels de 1961 que Davis cobriu e trouxe para o Top 40 em 1970. Ironicamente, “A Little Bit of Soap” acaba sendo a música que parece fora de sintonia com o resto do pop-soul chiclete em A Little Bit of Paul Davis, já que Davis a reformula como um groove sonolento – bom o suficiente, mas não tão atraente quanto o pop brilhante e rápido do resto do álbum.

Como muito da produção de Bang no final dos anos 60/início dos anos 70 - pense em Neil Diamond e Andy Kim - isso caminha em uma linha curiosa entre o chiclete AM e o soft rock adulto contemporâneo, com os ganchos vindos do primeiro e a suavidade vindo deste último. Davis dá a isso uma pitada de soul georgiano em seu fraseado, mas isso é apenas um sabor desse lote de pop chiclete. Impressionantemente, a maior parte do disco é escrita pelo próprio Davis - apenas três cortes vêm de outros escritores - e ele mostra um talento real para pop alegre e propulsivo, mas mesmo isso tem um toque da entrega descontraída que se tornaria sua marca registrada… apenas o suficiente para torná-lo distinto de outros LPs do Bang e outros pop AM do início dos anos 70, e apenas o suficiente para torná-lo uma espécie de pequena joia desconhecida de seu tempo. 
por Stephen Thomas Erlewine

Paul Davis era casado com Pamela Gayle Jay Davis, que teve uma breve carreira na Bang Records/Web IV Music em Atlanta, onde Davis estava escrevendo e gravando suas canções. Quando seu único filho Jonathan nasceu com necessidades especiais, Pamela se aposentou do mundo da música para cuidar dele. Ela morreu em 20 de março de 2017. Paul Davis morreu de ataque cardíaco no Rush Foundation Hospital em Meridian, Mississippi, em 22 de abril de 2008, um dia após seu 60º aniversário.
Faixas
1. I Just Wanna Keep It Together - 2:29
2. Supernatural Power - 2:39
3. If I Wuz A Magician - 2:14
4. Pollyanna - 2:36
5. Sally's Sayin Somethin (Harry Moffitt, Howard Boggess) - 2:09
6. A Little Bit Of Soap - 2:33
7. Mississippi River - 3:05
8. Who's Gonna Love Me Tomorrow (George Soule) - 2:33
9. Rainy Sunday Mornin - 2:45
10.Three Little Words - 2:45
11.When My Little Girl Is Smiling (Carole King, Gerry Goffin) - 3:14
12.I Feel Better - 2:49
All songs by Paul Davis except where stated
Bonus Tracks 11-12


*Paul Davis - Vocais









Richard Thompson, Yosemite, CA 9-02-1990

 



Richard Thompson
Camp Mather
Strawberry Music Festival
Yosemite, CA
September 2, 1990
 
Esta é uma ótima performance acústica solo de Richard Thompson. Sua guitarra é ótima e vale a pena conferir
 
Side A
01 Introduction
02 Turning of the Tide
03 I Misunderstood
04 1952 Vincent Black Lightning
05 When the Spell Is Broken
06 Two Left Feet
07 God Loves a Drunk
08 Jerusalem on the Jukebox
09 Now That I'm Dead
10 She Moves Through the Fair
Side B
11 I Feel So Good
12 Wall of Death
13 Waltzing for Dreamers
14 Days of Our Lives
15 Valerie
16 Down Where All the Drunkards Roll
17 Don't Roll Those Bloodshot Eyes at Me
18 Tear Stained Letter
Total Time  73:44 min







Lee Ritenour Steve Martin With The Steep Canyon Rangers Featuring Edie Brikell, Raleigh NC, 9-28-2013

 



Steve Martin With The Steep Canyon Rangers Featuring Edie Brickel
International Bluegrass Music Association Awards
Red Hat Amphitheater
Raleigh, North Carolina
September 28, 2013
Soundboard
 
Setlist:
Disc 1
01. Make It Real
02. Instrumental
03. Jubilation Day
04. Band Intro's
05. The Crow @
06. Get Along Stray Dog *
07. When You Get To Asheville *
08. Sarah Jane and Iron Mountain Baby *
09. Stand and Deliver
10. Hunger
11. Atheists Don't Have No Songs
12. Stage Banter
13. The Great Remember
14. The Dance At The Wedding
Disc 2
01. Love Has Come For You *
02. Pretty Little One *
03. Auden's Train *
04. Another Round -> So Long Now *
 

The Steep Canyon Rangers-
Nicky Sanders - Fiddle
Woody Platt - Guitar
Mike Guggino - Mandolin
Graham Sharp - Banjo
Charles R. Humphrey III - Bass
Steve Martin - Banjo
Bela Fleck - Banjo
Edie Brickel - Vocals





Genesis - 1977-03-27 - Sports Arena, San Diego, CA


Genesis

27 de março de 1977
Sports Arena, San Diego, CA
Gravação de audiência (Mike Millard Master Tapes via JEMS), qualidade muito boa
The Lost and Found Mike the MICrophone Tapes Volume 115

Então, hoje, tenho um grande show daqueles anos mais nobres para a banda. Este é um show de 1977 e uma gravação que só recentemente foi 'encontrada' (como se pensava ter sido perdida) da série de fitas master de Mike Millard (Mike the MICrophone). Esta turnê de 1977, é claro, foi usada para produzir o grande álbum Seconds Out Live. Mas segundos foranão incluiu todas as músicas tocadas nesses shows. Então aqui está mais um show completo dessa turnê, em uma ótima gravação de Millard. Na verdade, esta gravação não incluiu o encore de 'Lamb Lies Down on Broadway' e a seção final de 'The Musical Box', então foram adicionados do show de San Francisco 2 dias antes (do muito bom PRRP-GS- 011 gravação). Então, todo o concerto está aqui. Embora Peter Gabriel não estivesse mais na banda neste momento, Steve Hackett ainda estava, e esta turnê de 1977 é considerada um dos melhores shows do Genesis de todos os tempos. Então, aproveite este pedaço da história do Genesis e da banda ainda em seus dias de glória.

Tracklist:
01. Squonk
02. One For The Vine
03. Robbery, Assault & Battery
04. Your Own Special Way >
05. Firth Of Fifth
06. Carpet Crawlers
07. ...In That Quiet Earth
08. Afterglow
09. I Know What I Like
10. Eleventh Earl Of Mar
11. Supper's Ready
12. Dance On A Volcano
13. Los Endos
Bonus Tracks (1977-03-25 - San Francisco):
14. The Lamb Lies Down on Broadway>
15. The Musical Box (seção de encerramento)

Phil Collins - Vocais principais, bateria e percussão
Tony Banks - Teclados, guitarra de 12 cordas e vocais de apoio
Mike Rutherford - Baixo, guitarra e vocais de apoio
Steve Hackett - Guitarras principais e efeitos
Chester Thompson - Bateria e percussão

MUSICA&SOM

MUSICA&SOM



The Kinks - 1978-06-25 - Universal Amphitheatre, Los Angeles, CA

 


The Kinks

25/06/1978
Universal Amphitheatre, Los Angeles, CA
Gravação de público (fitas de 2ª geração de Mike Millard via JEMS), qualidade muito boa
The Lost and Found Mike the MICrophone Tapes Volume 46


Pensei em continuar com mais algumas gravações perdidas e encontradas de Mike Millard (Mike the MICrophone) de outra banda clássica, The Kinks , já que não posto nada deles há um bom tempo. Este é um ótimo programa de 1978, do período Sleepwalker (1977) / Misfits (1978), que, francamente, é minha era favorita do Kinks. Este show apresenta várias músicas desses dois grandes álbuns, bem como muitos de seus sucessos anteriores. Seu próximo álbumBaixo orçamento (1979) também seria ótimo e recuperaria parte de sua fama e popularidade comercial. Ray parece estar se divertindo com o público aqui, já que várias vezes no início do show ele provoca a multidão tocando o início da favorita dos fãs 'Lola', parando e dizendo 'Não, ainda não está pronto'. Um grande show e uma gravação muito boa. Freqüentemente, The Kinks parece quase esquecido, mas é sinceramente uma das maiores bandas de rock de todos os tempos e é fantástico em shows

Tracklist:
01 You Really Got Me Intro
02 Life On The Road
03 Sleepwalker
04 Mr. Big Man
05 Waterloo Sunset
06 Misfits
07 Permanent Waves
08 Hay Fever
09 Lola
10 Celluloid Heroes
11 Well Respected Man
12 Death Of A Clown
13 Sunny Afternoon
14 Trust Your Heart
15 You Really Got Me
16 Slum Kids
17 Demon Alcohol
18 Rock & Roll Fantasy
19 All Day And All Of The Night
20 Live Life
21 Juke Box Music
MUSICA&SOM
MUSICA&SOM



PORCELAIN BUS - SACRED RELICS - COMPILATION OF ALL THE SINGLES 1986-87 - AUSTRALIA - INDIE ROCK




Tracklist

A1 - Porcelain Bus - Indignation 3:58 - originally released as A Side of Indignation - Vinyl, 7", Single - Citadel (7) - CIT 021 - 1986

Written-By – Ian James (5), Robert McKiernan

A2 - Porcelain Bus - My Family (& Other Stories) 3:20 - originally released as B Side of Indignation - Vinyl, 7", Single - Citadel (7) - CIT 021 - 1986

Written-By – Ian James (5), Robert McKiernan

A3 - Porcelain Bus - The Well Is Dry 4:28 - originally released as A Side of The Well Is Dry - Vinyl, Single, 45 RPM, 7" - Citadel (7) - CIT030B - 1987

Written-By – Ian James (5), Paul Patrick, Robert McKiernan

A4 - Porcelain Bus - The Hands Have Control 3:06 - originally released as B Side of The Well Is Dry - Vinyl, Single, 45 RPM, 7" - Citadel (7) - CIT030B - 1987

Written-By – Ian James (5), Robert McKiernan

A5 - Porcelain Bus - Talk To Me 3:33 - originally released as A1 of Steel Bros. - Vinyl, LP, Mini-Album - Citadel (7) - CIT LP 508 - 1987

Backing Vocals – Astrid Munday

Written-By – Ian James (5), Robert McKiernan

B1 - Porcelain Bus - Steel Bros. 3:12 - originally released as A2 of Steel Bros. - Vinyl, LP, Mini-Album - Citadel (7) - CIT LP 508 - 1987

Written-By – Ian James (5), Robert McKiernan

B2 - Porcelain Bus - End Of The Line 4:36 - originally released as A3 of Steel Bros. - Vinyl, LP, Mini-Album - Citadel (7) - CIT LP 508 - 1987

Written-By – Ian James (5), Robert McKiernan

B3 - Porcelain Bus - Katie's Baby 3:02 - originally released as B1 of Steel Bros. - Vinyl, LP, Mini-Album - Citadel (7) - CIT LP 508 - 1987

Written-By – Ian James (5), Robert McKiernan

B4 - Porcelain Bus - On Sunday 3:39 - originally released as B2 of Steel Bros. - Vinyl, LP, Mini-Album - Citadel (7) - CIT LP 508 - 1987

Written-By – Ian James (5), Robert McKiernan

B5 - Porcelain Bus - Mother's Milk 3:45 - originally released as B3 of Steel Bros. - Vinyl, LP, Mini-Album - Citadel (7) - CIT LP 508 - 1987

Written-By – Ian James (5), Robert McKiernan

Esta compilação e o álbum de estreia subsequente são talvez os melhores produtos australianos dos anos 80!

MUSICA&SOM




HAZCHEM (2) - STRANGE ATTRACTOR - 1990 - UK - (EX HIGHT TIDE) - FUSION, PSYCHEDELIC ROCK, PROG ROCK, EXPERIMENTAL

 




1 Deep Space Signal 3:40
2 Stag Tuned 8:53
3 The Awakening 7:14
4 Strange Attractor 9:57
5 Broken World 5:38
6 The Captive's Dream 6:0
7 Respite 6:07
8 Waiting 12:37
9 Avian Signal Transducer 5:06

Semana dedicada aos CDs, material lançado apenas em formato digital ou raríssimo de se encontrar e com bônus!

Começo com o Hazchem, uma banda formada por vários ex-High Tides.

Um som mais moderno, mas muito bonito e interessante!



THE BETTERDAYS - HERE 'TIS - CD - RECORDINGS 1964/65 - UK - PSYCHEDELIC ROCK, CLASSIC ROCK, GARAGE ROCK



1 Don't Want That 2:18 - 1965 - (Bob Pitcher.)
2 Here 'Tis 2:16 - 1965 - (Ellas McDaniel)
3 Hush Your Mouth  2:51 - 1964 - (Ellas McDaniel)
4 Honey What's Wrong 03:16 - 1965 - (Jimmy Reed)
5 Crackin' Up 2:13 - 1964
6 Don't Want That 2:14 - 1965- (Bob Pitcher.)
7 I Was Fooled (Live) 4::23 - 1992
8 Howlin' For My Baby 3:51 - 1991 (Willie Dixon)

Outra grande banda que teria merecido mais sucesso, mas se não vender a alma é praticamente impossível...

Apenas 24 minutos, apenas 6 músicas gravadas em 1964/65 e 2 em 1991/92, que no entanto são suficientes para perceber o valor do grupo.





Destaque

Carlos do Carmo ‎– Carlos do Carmo (LP 1970)

MUSICA&SOM  ☝ Carlos do Carmo ‎– Carlos do Carmo (LP Tecla ‎– TES 6007, 1970).  Género: Fado.  “ Carlos do Carmo ” (LP 1970, Tecla) é ...