quinta-feira, 18 de maio de 2023
Ike & Tina Turner - Funk & Soul
Gandalf • Magic Theatre • 1983 • Austria [Eclectic Prog/New Age/Eletronic Prog]
OPUS EST • Opus I • 1983 • Sweden [Neo-Prog]
ELOY • Performance • 1983 • Germany [Space Prog]
1973 • Inside
1974 • Floating
1975 • Power And The Passion
1976 • Dawn
1977 • Ocean
1978 • Live
1979 • Silent Cries and Mighty Echoes
1980 • Colours
1981 • Planets
1982 • Time To Turn
1983 • Performance
1984 • Metromania
1984 • Codename Wildgeese (OST)
NOVALIS • Sterntaucher • 1983 • Germany [Eclectic Prog/Symphonic Prog]
1973 • Banished Bridge
1975 • Novalis
1976 • Sommerabend
1977 • Brandung
1977 • Konzerte
1978 • Vielleicht Bist Du Ein Clown ?
1979 • Flossenengel
1980 • Augenblicke
1982 • Neumond
1983 • Sterntaucher
1984 • Bumerang
1985 • Nach Uns Die Flut
1993 • Novalis Lebt !
2009 • Letztes Konzert 1984
“LIMÃO E JASMIM” É O NOVO SINGLE DO PRÓXIMO DISCO DE MILA DORES

O mês de Maio traz a segunda descoberta do novo disco de Mila Dores, o tema “Limão e Jasmim”. Se a primeira canção a ser divulgada, “Não te ponhas a jeito”, anunciava uma visita às sonoridades da música portuguesa das décadas de 70 e 80, este “Limão e Jasmim”, uma canção harmoniosa e marcante, confirma que a artista bebeu muita da sua inspiração dos nomes que se destacaram na criação da “nova canção portuguesa”.
Mila Dores tem em “Limão e Jasmim” uma canção com aromas e sabores, escrita de modo criterioso e feliz, que nos transporta para um imaginário intrinsecamente português – o poejo, o colo, o carinho, o vinho e pão na mesa – com um toque contestatário e, até, revolucionário.
É uma música primaveril em que as referências a José Mário Branco ou a Sérgio Godinho não são inocentes, fazendo dos estilhaços da tradição uma sonoridade contemporânea e orgânica.
““Limão e Jasmim” cheira a terra, a poejo e a jasmim. Tem a força de maio, da foice e das palavras que se formam no peito. É a minha declaração de amor ao Alentejo e a minha forma de continuar as canções de intervenção.” conta Mila.
Este é mais um tema resultante da parceria da artista com Filipe Sambado, que ficou encarregue da produção, e de um grupo eclético de músicos, que contribuíram para a nova definição estética com que a cantautora nos irá deliciar este ano.
JOÃO BORSCH COM NOVO SINGLE… “NUNCA CONSIGO RECUSAR”

Depois de uma ousada primeira impressão deixada com o álbum de estreia “Uma Noite Romântica com João Borsch“, o multi-intrumentista natural do Funchal está de regresso com “É Só Harakiri, Baby“, um álbum-musical que explora os vícios, as suas consequências, a introspecção e o medo paralisador de se ser vulnerável.
O álbum será editado dia 26 de maio e esta sexta feira, 19 de maio, é apresentado ao vivo no Musicbox, em Lisboa e dia 2 de maio no Plano B, numa noite partilhada.
Chega agora a todas as plataformas de streaming o novo single, “Nunca Consigo Recusar“.
O disco continua a linha de ambição do artista, explorando os limites da sonoridade e ambientes pop, com saltos vertiginosos de género e estilo ao longo da tracklist e com um foco crescente na escultura tímbrica e ambiental. Nesse sentido e nesta linha artística, faria apenas sentido uma conclusão lógica: um disco conceptual, ou melhor, um musical de art pop, com uma narrativa e personagens definidas, irónico, folião, escandaloso e arrasador. “É Só Harakiri, Baby” faz-nos acompanhar uma personagem hedonista e as consequências de uma vida de vícios, insegurança e auto-destruição, entre a Terra e o Inferno, moldando o espaço e o tempo pelo caminho.
Após já ter editado as faixas “Pólvora” e “Deixa-me em Paz (Chagas)”, ao longo dos últimos meses, Borsch revela agora “Nunca Consigo Recusar”, uma última amostra do álbum, que remete para as sonoridades 70s a que o artista nos veio a habituar, com arranjos meticulosos e instrumentação exuberante, contando com a participação especial de João Roque, da banda Mordo Mia
UNSAFE SPACE GARDEN… 6 GNOMOS, 1 DISCO E 3 DATAS A OLHAR O CÉU SEM ESQUECER O CHÃO

Acaba de ser lançado “WHERE’S THE GROUND?”, o quarto longa duração dos Unsafe Space Garden com o selo da gig.ROCKS! e da Discos de Platão, em vésperas das datas de apresentação no Porto (Maus Hábitos), Aveiro (GrETUA) e Musicbox (Lisboa).
Depois de “GROWN-UPS!” e de “Tremendous Comprehension!” – um hino antes sequer de nascer enquanto canção – a Primavera brota finalmente, trazendo novas de alívio e de ansiedade a todos os aficionados do surrealismo punk do sexteto vimaranense.
O sucessor de “Bro You Got Something In Your Eyes – A Guided Meditation” mantém o sarcasmo como principal figura de estilo, num discurso cada vez mais introspectivo de quem reclama por um mundo melhor ou – como quem tem os pés bem assentes no chão -por um onde o discurso seja mais respirável.
Numa panóplia de influências difíceis de catalogar ou enfiar dentro de gavetas (de algum sítio hão-de sair os figurinos que são parte integral de uma banda que parece querer ir além de Zappa e da própria música), o novo registo dá passos rumo a uma identidade mais madura e vincada, articulando a reivindicação com um universo que nunca deixar de ser fun.
Num divertimento que, por certo, os levará a novos voos e a mais quilometragem de estrada, as primeiras paragens do autocarro que todos sonhávamos na escola levam “WHERE’S THE GROUND?” em fim de semana prolongado, com concertos de apresentação no Porto (18, Maus Hábitos), Aveiro (19, GrETUA) e Lisboa (20, Musicbox) num jornada de apontar ao céu sem nunca – Mas Nunca – esquecer o chão.
quarta-feira, 17 de maio de 2023
Spirits And Worm - Selftitled (Great J.Airplane Styled Rock US 1969)
Function Underground - The Black and Brown American Rock Sound 1969-1974
A ideia de “progressivismo” que tomou conta do rock após o apogeu da psicodelia no final dos anos 1960 acabou se espalhando para o funk. No início dos anos 1970, quando o fogo underground/psicodélico se extinguiu no mundo do rock branco, ele explodiu na comunidade musical negra. Quase todas as cidades americanas com uma grande população negra ostentavam bandas de funk independentes que não se consideravam simplesmente revistas ou grupos de apoio, mas sim conjuntos totalmente operacionais. em casa pelos membros da banda. Estas são as bandas cuja música compõe esta antologia e, embora sejam todas diferentes, são únicas de uma forma: eles mantiveram seus ouvidos abertos para novos desenvolvimentos no funk e no rock.
Destaque
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