domingo, 17 de setembro de 2023

Brian Auger's Oblivion Express - Dragon Song / Better Land / Oblivion Express - Live 1971

 Originalmente, uma faixa de áudio era localizada/armazenada na impressão do filme usando a técnica Optical Sound. É bom para o diálogo, mas não para a música. O alcance é ruim e há muita inconstância de volume. Então, muito trabalho foi feito aqui para melhorar a qualidade. Os resultados estão longe de ser perfeitos, mas são melhores que o original. De qualquer forma, uma melhoria.

Vídeo: Um ajuste refinado para mitigar sujeiras mais fortes, granulação pesada e arranhões sem comprometer a definição. Demorou algum tempo para atingir o ponto ideal e mais de 6 horas de renderização. Alguma reclassificação foi feita para reduzir a saturação vermelha densa e o alto contraste.

11.06.1971 - Roundhouse Londres

Dragon Song
Better Land
Oblivion Express
Drums, Percussion – Robbie McIntosh
Guitars, Vocals – Jim Mullen
Bass, Vocals – Barry Dean
Organ, Electric Piano, Piano, Vocals – Brian Auger



HUGO NEGRELLI ANTECIPA NOVO ÁLBUM COM “BRING ME HOME WITH YOU”

Hugo Negrelli lança, esta sexta-feira, 15 de setembro, “Bring Me Home With You”, o single de avanço do segundo álbum de originais. O sucessor de “Loose Frame Tales” será editado e apresentado ao vivo ainda este ano.

Gravado em Londres, no mítico Livinston Studios (The Clash, Buena Vista Social Club, Bjork, Manic Street Preachers, REM, Sam Smith, David Byrne, Michael Kiwanuka, Ben Howard, Ali Farka Toure e The Smiths), “Bring Me Home With You” tem música e letra de Hugo Negrelli. Produzido pelo próprio, conta com a participação de Paul Gregory (bateria), Nick Walsh (baixo), Steve Pringle (teclados) e Emilie Dollerup (segundas vozes).

A voz e a guitarra continuam a ser o veículo para Hugo Negrelli comunicar com o público e em “Bring Me Home With You” a interpretação é livre. “Uma música onde explorei novos estilos de escrita, de composição e de género. Uma música que veio de um sítio diferente. Trata-se, claramente, de uma música de amor, aberta, porém, à interpretação de cada um”, explica.

O videoclipe é realizado por Joana Linda e foi filmado na Tapada Nacional de Mafra. Todo o imaginário dá uma estética à música e contribuiu para o universo de “Bring Me Home With You”.



TAPE JUNK & PEDRO BRANCO JUNTOS EM “BATTLE CRY”

 

Dois dos mais prolíficos artistas da nova geração da música portuguesa lançam o seu primeiro projecto juntos. O álbum “Bolero” é editado a 24 de Novembro deste ano, pelos Discos Submarinos. “Battle Cry” é o tema de avanço de um disco gravado em casa, feito integralmente a quatro mãos e de raízes declaradamente indie/folk.

Pedro Branco é um guitarrista da periferia com um semblante suburbano, mas com muita vida forasteira nos dedos. Começou na garagem, passou para o jazz e agora encontra-se em território neutro, a tentar encontrar uma vida entre a canção do bandido e a letra sem rebuço. Tape Junk é a personagem da vida real do tipo que é o João Correia. Os seus discos contam histórias inebriadas de cowboys inventados e uma vida que não pediu para acontecer, mas que já que aqui se vai andando ao menos que se tente qualquer coisa ali entre o fortuito e a miséria autoproclamada.

Entre os dois contam-se colaborações e performances com gente tão distinta como Jorge Palma, Fausto Bordalo Dias, Lena D’Água, Tiago Bettencourt, Bruno Pernadas, Benjamim e mais um montão de gente. Deles tiraram-lhes o dinheiro e a oportunidade de fazer um belo name dropping em bios, mas também muita vida e experiência para perceberem melhor o que eles próprios têm para dizer.

 

Enquanto aguardamos por “Bolero”, deixemo-nos embalar por “Battle Cry”, uma canção escrita no rescaldo de uma separação, trespassada por um misto de esperança e tristeza que a transformam na breakup song perfeita para embalar corações (partidos e não só).

SIA ESTÁ DE REGRESSO COM “GIMME LOVE”

 

Sia, acaba de lançar o seu primeiro single desde 2021 – intitulado “Gimme Love”. O single fará parte de “Reasonable Woman”, o futuro álbum que será editado via Atlantic Records, na primavera de 2024. Este será o primeiro álbum pop, a solo, em 8 anos.

Em “Gimme Love” Sia volta à sua forma habitual, numa combinação de todos os elementos sonoros que lhe associamos – os refrões que ecoam e soam a hino; sintetizadores futuristas; a melhor melodia de 2023 – componentes fizeram com que se tornasse numa das maiores estrelas pop do planeta, ao longo dos anos.

Em 1982, THE PRETENDERS' lançou o single BACK ON THE CHAIN ​​​​GANG

 Em 1982, THE PRETENDERS' lançou o single BACK ON THE CHAIN ​​​​GANG (17 de setembro de 1982)

Em setembro de 1982, Chrissie Hynde e The Pretenders se recuperaram com seu melhor single em anos, BACK ON THE CHAIN ​​​​GANG, apresentando o ex-guitarrista do Rockpile Billy Bremner fazendo um trabalho maravilhoso como substituto temporário do saudoso James Honeyman-Scott. .

“Inicialmente, você não sabe o que pensar porque é um choque total e absoluto”, disse o baterista Martin Chambers, discutindo a morte de Honeyman-Scott em 1983.

“E então você tende a ter um período de luto, e muitas vezes as pessoas acham que a melhor maneira de sair disso é mergulhar no trabalho. E embora não tenha sido assim que pensamos, foi o que fizemos, na verdade."

"'Back On The Chain Gang' era uma música que já havíamos ensaiado. Não era particularmente sobre Jimmy. Não posso falar sobre o lado lírico, mas no que diz respeito à música, ela já estava finalizada."

“Tínhamos ensaiado muito com Jimmy e pensamos que daria um single muito bom. Então, depois do funeral dele e de tudo resolvido, pensamos em seguir em frente. Nunca houve qualquer pensamento real de empacotá-lo ou algo assim. Decidimos contratar algumas pessoas para trabalhar conosco por enquanto, então liguei para Billy Bremner e o trouxe, e funcionou bem com ele no disco. Parecia combinar com ele. Depois tivemos Tony Butler [Big Country], que trabalhou com Pete Townshend em Empty Class. Ele era um bom baixista.”

O sublime BACK ON THE CHAIN ​​​​GANG alcançou o nº. 5 nos EUA Billboard Hot 100 se tornando o maior sucesso da banda nos Estados Unidos, e alcançou a posição nº. 17 na parada de singles do Reino Unido.

O lado B, "My City Was Gone", mais tarde se tornou um sucesso substancial nos EUA. com letras sobre Ohio.



Em 1973, CARPENTERS lançou o single TOP OF THE WORLD

 Em 1973, CARPENTERS lançou o single TOP OF THE WORLD (17 de setembro de 1973)

Richard Carpenter escreveu isso com John Bettis, um letrista que escreveu a letra de vários sucessos de Carpenters, bem como "Human Nature" de Michael Jackson e "Slow Hand" de The Pointer Sisters.

Isso apareceu originalmente no álbum multi-platina A Song For You em junho de 1972.

A música foi lançada como single no Japão em 1972 e ganhou disco de ouro.

Ao mesmo tempo, a artista country Lynn Anderson ("I Never Promised You A Rose Garden") fez um cover e sua versão alcançou o primeiro lugar na parada Country.

Finalmente, em setembro de 1973, os Carpenters lançaram a música como single nos EUA e no Reino Unido devido à demanda popular. Alcançou direto para o primeiro lugar e se tornou um de seus sucessos mais conhecidos.


GABRIEL O PENSADOR REAFIRMA PODER DO RAP EM “ANTÍDOTO PRA TODO TIPO DE VENENO”

 

O primeiro álbum de inéditos de Gabriel o Pensador em 11 anos impressiona pela mistura na medida certa do hip hop raiz com outras vertentes do rap, elementos de trap, reggae e outras influências.

O álbum chega esta sexta-feira 15 de setembro às plataformas digitais com a marca do Pensador: a capacidade de dar voz e traduzir anseios e sentimentos de gerações inteiras, inspirando consciência, atitude e evolução através do ritmo e da poesia.

Mazelas políticas e sociais, alienação e comportamento, liberdade de expressão e de pensamento, crónicas do quotidiano e reflexões variadas compõem o vasto universo poético do Pensador, que também é escritor e alterna com naturalidade e coragem abordagens ácidas, irónicas e contundentes.

JAMES DOS REIS EDITA NOVO SINGLE “OH MY GOD” E ANUNCIA EP DE ESTREIA

 

James dos Reis disponibiliza esta sexta-feira, 15 de setembro, o novo single “Oh My God”. Marcada por ritmos africanos e influências R&B, esta é uma canção sobre duas pessoas em sintonia num “jogo de conquista”, que poderá ser o início de uma relação. A letra é da autoria do artista e de 9 Miller e a música foi composta em parceria com diogo seis, o produtor do tema que fará parte do EP de estreia, com edição prevista para o próximo mês de novembro.

É o o único tema do EP com uma sonoridade marcadamente afro e conta a história de um flirt. Tentei imprimir o que sinto quando estou no flirt com alguém e esse momento para mim é um lugar que combina a imaginação e a ação, ao deixar-me guiar pelo meu desejo e emoções que a outra pessoa provoca em mim. E o resultado de tudo isso é esta energia quente que a música transmite, quando duas pessoas estão em sintonia e querem o mesmo”, refere o cantor e compositor James dos Reis.

 

BUBA ESPINHO LANÇA NOVO ÁLBUM “VOLTAR”

 

Em 2020, quando o país e o mundo se encontravam em plena pandemia e confinamento, Buba Espinho lançava o seu primeiro álbum. No meio do caos, descobria-se no disco homónimo um artista com uma sensibilidade muito rara, tendo em conta sobretudo a sua idade. Buba Espinho é uma “alma velha”, no melhor sentido da expressão. Conta-nos histórias que não vivemos como se nos guiasse pela mão, fala-nos de memórias, reais e imaginárias, em que passamos a estar presentes.

Musicalmente, parte de géneros como o cante alentejano e o fado para descobrir a sua própria sonoridade e conquistar o seu espaço. É o herdeiro e embaixador de uma tradição profunda, ao mesmo tempo que a homenageia e reinventa, estabelecendo a ponte entre diferentes gerações que a sua música tem a capacidade de congregar.

 

Mais recentemente, em 2022, o dueto “CASA”, com os D.A.M.A., veio provar que o artista também consegue navegar na música pop sem tropeçar. Chegamos então ao presente, e ao lançamento de um disco com 3 anos de trabalho. Depois de se abrir ao cosmopolitismo e firmar o seu nome no panorama musical português, Buba Espinho volta a casa – para Beja, terra em que nasceu e que traz dentro de si. Este regresso, mais do que geográfico, é sentimental. Buba volta à infância, abre a sua caixa de recordações e demora-se ao passar por várias fotografias, lembrando-se de diferentes fases e histórias da sua vida. Neste processo, surgem as canções mais familiares e pessoais do artista até à data.

Activam-se memórias de episódios apagados pelo tempo. E percebe-se que, afinal, nem sempre as bússolas apontam para o Norte. No caso de Buba Espinho, é no Sul que encontra sentido para a sua existência e para a sua arte. É assim que nasce o álbum “Voltar”, agora disponível. Ao longo deste disco, vamos descobrindo um artista diferente daquele que nos falava sobre beijos roubados há uns anos. As letras são mais contemplativas e saudosas. Há uma nostalgia clara que atravessa todo o álbum. A paisagem musical também se altera, com o piano a passar a ocupar um lugar de destaque.

Buba Espinho tem neste segundo álbum um trabalho de maior consolidação enquanto artista. O seu enorme talento e mestria musical já se tornaram mais do que óbvios no primeiro álbum. Já não falamos de uma promessa da música portuguesa, quando já é bem mais do que uma certeza. Há em “Voltar” temas que se podem tornar em clássicos da vida de quem os ouve – é exemplo disso “Ao Teu Ouvido”, single com a participação de Bárbara Tinoco já editado no início deste mês.

ROCK ART

 


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