domingo, 17 de setembro de 2023

MITSKI ESTÁ DE REGRESSO COM “THE LAND IS INHOSPITABLE AND SO ARE WE”

 

Às vezes, diz Mitski, parece que a vida seria mais fácil sem esperança, alma ou amor. Só que lá no fundo e quando pensa no que é verdadeiramente seu e naquilo que não pode ser apreendido ou destruído, Mitski, vê o amor. “A melhor coisa que já fiz na vida foi amar as pessoas”, diz a nipo-americana.

 

É sob este ímpeto que nasce “The Land Is Inhospitable And So Are We”, o 7º álbum da cantautora, disco desassombrado, que versa sobre algumas tristezas e muitas alegrias.

CORINNE BAILEY RAE EDITOU NOVO ÁLBUM… “BLACK RAINBOWS”

 

Corinne Bailey Rae acaba de editar o seu novo álbum depois de um interregno de sete anos. “Black Rainbows” é um ambicioso trabalho concetual inspirado nas obras do artista de Chicago Theaster Gates.

Um álbum denso que marca um novo rumo na carreira da artista e que vindo a agradar bastante à crítica internacional.

Corinne Bailey Rae apresenta o novo álbum ao vivo no dia 1 de novembro no CCB em Lisboa e dia 6 na Casa da Música no Porto.

35 ANOS DEPOIS MARIA JOÃO E CARLOS BICA VOLTAM AOS DISCOS


O disco que junta Maria João e Carlos Bica será apresentado no dia 16 de Setembro às 19h30, no Jazz em Monserrate, em Sintra e no dia 17 de Setembro, na Aldeia dos Dez em Oliveira do Hospital, inserido no XJazz. “Close to you” está disponível nas principais lojas e serviços de streaming.

Passados mais de 35 anos sobre os primeiros encontros, Maria João e Carlos Bica voltam a partilhar um projeto musical, desta feita com a cumplicidade de alguns dos mais talentosos músicos de uma nova geração na cena portuguesa, como o João Farinha, o Gonçalo Neto e o André Santos.

Os caminhos de João e Bica cruzaram-se muito cedo (década de 80), tendo ficado esses encontros registados em trabalhos discográficos como “Conversa” (1986) e “Sol” (1991).

Depois de 10 anos a tocarem juntos e muitos concertos pelo mundo fora, os seus caminhos separaram-se.



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Carlos Bica: “Quis o destino que a Maria João e eu nos tivéssemos encontrado no início das nossas vivências musicais. Juntos fizemos as nossas primeiras incursões musicais pela Europa, o que na altura (finais de anos 80’) era uma verdadeira proeza. Tocámos juntos em várias formações lideradas pela Maria João, mas a determinada altura, cada um de nós sentiu uma vontade mais forte de partir para a descoberta de si próprio e foi então que os nossos caminhos tomaram rumos diferentes, eu fui viver para a Berlim, onde nasceu o meu primeiro projecto como líder (o trio Azul) e a Maria João deu na altura início a uma longa parceria com o Mário Laginha.”

 

Maria João: “Este reencontro começou depois do Carlos ir ver um concerto meu no Hot Clube. Numa conversa de amigos, tentámos chegar ao que pensamos ser aquilo que seria a música que faríamos juntos, neste momento. Com o crescimento que cada um de nós teve ao longo dos anos, às vezes é difícil pensar como nos devemos encontrar na música. Acabamos por encontrar esta ideia de fazer musica que (talvez) reflita aquela altura em que nós conhecemos e nos demos muito. Ou de algo que está mais próximo dessa ideia.”

 

Carlos Bica: “Trinta anos mais tarde voltámos a encontrar-nos e a vontade de fazermos de novo algo juntos foi mais forte. Foi então numa conversa de amigos que surgiu o nome de Burt Bacharach, por quem ambos temos uma enorme admiração, e que serviu de motivo para fazer nascer um novo projecto, em que com grande liberdade criativa revisitamos algumas das mais incríveis canções do cancioneiro anglo-saxónico, às quais mais tarde juntámos alguns originais da nossa autoria.”

 

O feliz reencontro acontece com temas escolhidos a dedo, resultado de vários concertos que foram gravando e que agora estão reunidos em disco, com edição da JACC Records, de Coimbra.

“ABSOLUTION XX ANNIVERSARY” CELEBRA OS 20 ANOS DE “ABSOLUTION” DOS MUSE

 

Para celebrar o 20.º aniversário do álbum seminal da banda, “Absolution“, os Muse anunciaram o lançamento, a 17 de novembro, de “Absolution XX Anniversary“.

Partindo do ponto onde “Origin Of Muse” tinha ficado, a edição de “Absolution XX Anniversary” apresenta o álbum original com o áudio remasterizado, versões ao vivo inéditas, demos, fotografias e uma entrevista aprofundada com a banda, onde falam dos altos e baixos do processo de gravação do álbum, bem como do ambiente social que os rodeava e que influenciou as temáticas do disco. Uma entrevista adicional e um Q & A com o produtor Rich Costey completam os textos da edição.

CLASSIC DO ROCK - CURIOSIDADES (Status Quo lança o álbum In Search of the Fourth Chord)


 In Search of the Fourth Chord é o vigésimo oitavo álbum de estúdio da banda de rock inglesa Status Quo, Foi lançado em 17 de setembro de 2007. O título é uma referência irônica ao boato de que o grupo sempre toca os mesmos três acordes, e uma referência ao álbum In Search of the Lost Chord da banda

de rock britânica Moody Blues. A arte do álbum é uma paródia dos filmes de Indiana Jones.
O álbum viu o retorno do produtor Pip Williams pela primeira vez desde Don't Stop, de 1996. Ele entrou nas paradas de álbuns do Reino Unido em 15º lugar.
A faixa "Bad News" também marca o primeiro vocal principal do baixista John "Rhino" Edwards em uma música original do Status Quo: seu filho Freddie também toca o solo de guitarra na faixa.
Esta faixa e "Gravy Train" (cantada por Parfitt) também são as duas primeiras faixas do Status Quo escritas exclusivamente por Rhino.
Lista de faixas
1. "Beginning of the End" – 4:23
2. "Alright" – 4:12
3. "Pennsylvania Blues Tonight" – 3:44
4. "I Don't Wanna Hurt You Anymore" – 4:00
5. "Electric Arena" – 5:25
6. "Gravy Train" – 3:23
7. "Figure of Eight" – 4:08
8. "You're the One for Me" – 3:30
9. "My Little Heartbreaker" – 3:50
10. "Hold Me" – 4:33
11. "Saddling Up" – 3:42
12. "Bad News" – 5:05
13. "Tongue Tied" – 4:21.
Pessoal:
Francis Rossi - vocais, guitarra solo
Rick Parfitt - vocais, guitarra
John Edwards - baixo, voz
Andy Bown - teclados
Matt Letley - bateria
Pessoal adicional
Gregg Jackman – Programação lógica
Pip Williams – guitarras adicionais
Chloe du Pré – coro (faixa 13), violoncelo
(faixa 14, edição europeia)
Freddie Edwards – guitarra e solo (faixa 12)
Daniel Jackman – segundo baixo (faixa 13)
Laura Macara – coro (faixa 13)
Kevin McAlea – teclados (faixa 4)
Bob Young – gaita (faixas 3 e 9, e faixa 14, edição do Reino Unido)
Gravado no Hear No Evil Studios, Londres e nos estúdios "ARSIS" de Francis Rossi
("A Roof Somewhere In Surrey"), Surrey.



PAUS LANÇAM NOVO SINGLE “CALMA”

 

CALMA” é o segundo single de avanço do novo álbum dos PAUS, que acaba de chegar a todas as plataformas digitais. Com esta faixa, o quarteto continua a desvendar o próximo trabalho de originais “PAUS e o CAOS” que é editado no próximo dia 22 de setembro.

“Num disco onde diluímos as fronteiras do que são os PAUS (na formação e na composição da música) um dos temas que mais veio ao de cima na nossa escrita foi a definição de limites nas relações. A importância de deixar claro o que se aceita e o que não se permite quando nos damos e recebemos. “CALMA” é uma canção que tenta exorcizar os fantasmas de muitas refeições que podiam ser momentos de partilha e acabaram em batalha. Pessoas comem e bebem umas das outras, demasiadas vezes sem o perceberem, quase sempre sem reconhecer o valor de um “se faz favor” ou um “obrigado”. O nosso novo single é um anti-ácido emocional. Façam bom proveito.” partilha o grupo.

 

Para celebrar o novo longa duração, PAUS, têm um novo espetáculo que estreará no Porto, dia 29 de setembro, no M.ou.co e em Lisboa, dia 3 de Outubro, no Teatro Maria Matos.

“ACASO” É SINGLE QUE MARCA O REGRESSO DE DELA MARMY

 

Acaso” é o novo single que traz de volta Dela Marmy. Depois da edição de dois EPs (2019 e 2020), pode-se dizer que a canção que antecipa o lançamento do seu primeiro longa-duração dá conta de se estar perante uma nova Dela Marmy, cantando em português pela primeira vez.

 

Mais intimista e despojada do que nunca, parte de um corpo poético, cru, subjectivo, empático e político, abordando temas que falam essencialmente sobre amor, dor, procura, pensamento individual e, por consequência, colectivo, em clara resistência ao superficial, ao individualismo, ao alheamento e à ignorância, circunstâncias demasiado evidentes nos dias de agora.

Com uma sonoridade envolvente, que une elementos electrónicos e acústicos circundando a sua voz voluptuosa, Dela Marmy transporta quem a ouve para um território onde imaginação (ou irreal) e realidade não são passíveis de serem dissociados. Em “Acaso” não se apresenta só e a acompanhá-la está o coro polifónico Sopa de Pedra, assim como o produtor João Correia (Tape Junk), com quem se encontra a trabalhar no álbum a editar.

 

Dela Marmy explica que “desejo tornar transparente para o outro a minha forma, tão frágil quanto ousada, de sentir, pensar e agir sobre o mundo, e que é tão somente uma entre tantas. Escrevi esta canção porque quero celebrar os acontecimentos (aparentemente) inesperados que nos enlaçam e nos mudam o ‘plano {im}perfeito da vida’. Para tal, sublimando a continuidade do tempo, o fulgor do som colectivo, a delicadeza da perda assim como do desprendimento, a natureza que sempre acontece – haja o que houver – e os sonhos, esses escudos indefectíveis que vão resistindo para nos manterem vivos e despertos. Um enlace-alento individual e universal que, porventura, nos lembrará do brilho, ou até o devolverá”.

FILIPE SAMBADO LANÇA NOVA CANÇÃO “ENTRE OS DEDOS DAS MÃOS”

 

Filipe Sambado lança “Entre os Dedos das Mãos“. Este é o quinto vídeo deste álbum visual que antecede e apresenta o disco “Três Anos de Escorpião em Touro”. Conta a história de uma casa devoluta, inabitada, protegida por panos que voam por entre um grupo de pessoas que a ocupam e a vivem em conforto e felicidade. Esta família é vigiada por uma Eva, um protótipo de IA que tenta interpretar a troca sensorial do que a rodeia.

Realizado por Diego Bragá (artista transdisciplinar para quem Sambado produziu alguns temas do seu último trabalho “Super Puta”) e Miguel Afonso Carranca (realizador da “Jóia da Rotina” e do filme “Cenas duma Vida Amorosa” protagonizado por Sambado) filmado em Vila Franca de Xira na Quinta de S. José (que está para venda).

 

“A canção propõe uma liquidificação temporal através da ideia do slowmotion e num arrastamento contrário à ditadura do horário circadiano. Os aspectos lânguidos da produção e da composição da canção, misturam-se com a percussão musculada e austera, a caixa mirandesa e a distorção. Um contraste que acentua a tortura do tempo que se perdeu e perderá.”

“LET YOURSELF BE FREE” É O SINGLE DE APRESENTAÇÃO DO ÁLBUM DE ESTREIA DA SILVA LINING BAND

Nascido em Lisboa, criado em Londres. Nascido em Londres, criado em Lisboa. Três gerações, duas cidades, uma família. Nuno, Catarina e Tiago, com raízes portuguesas e charme inglês, uma fusão que dá origem à Silva Lining Band.

 

Nascido em Lisboa e tendo-se mudado para Londres aos 10 anos, Nuno Silva não demorou a apaixonar-se pelos sons etéreos de Santana, vindos do quarto da irmã, e rapidamente descobriu a sua paixão pela bateria e percussão que o levou numa viagem musical até hoje. Tocando para multidões de mais de 50.000 pessoas, em recintos como Alexandra Palace, Ronnie Scott’s e The 100 Club, e com artistas como Georgie Fame, Sarah Jane Morris e Eddi Reader, os seus filhos, Catarina e Tiago, não puderam deixar de ser contagiados por este entusiasmo nos vários ensaios e concertos a que assistiram. Não admira que tenham acabado por partilhar a mesma paixão pela música.

O álbum de estreia da Silva Lining Band, “Lisboa“, a editar até ao final do ano, inclui mais de 12 músicos e passa por vários estilos, desde o Funk ao Swing Jazz e ao Rock. “Let Yourself Be Free”, o single de apresentação, começa com um ritmo dançante e uma melodia vibrante, repleto de malhas de percussão e linhas de metais funky e orelhudas. “Let Yourself Be Free” foi inspirado pelo rejuvenescimento pós-pandemia.

Quando o confinamento aliviou, a malta queria festas e o Tiago aproveitou ao máximo. A energia irradiada por todas as pessoas com que o Tiago se cruzou inspirou-o a pegar na caneta e na guitarra e a criar “Let Yourself Be Free“, uma homenagem ao deixar-nos ir e a celebração de voltar a conviver com os amigos. Tentámos recriar este espírito de festa no videoclipe fazendo nada mais nada menos do que uma grande festa. Filmado pelo talentoso Pedro Salvado, a festa foi um sucesso e a alma da música materializou-se. Da autoria do co-fundador da banda, Tiago Silva, com produção de João Sanguinheira e também de Tiago Silva, “Let Yourself Be Free” faz qualquer pessoa ficar com vontade de se divertir e dançar até ao amanhecer.

Pendragon - Shane / Paintbox - Live 2011

 Pendragon - Shane / Paintbox - Live 2011

- Nick Barrett / lead guitars, lead vocals
- Peter Gee / bass, bass pedals, keyboard, guitar, backing vocals
- Clive Nolan / lead keyboards, backing vocals
- Scott Higham / drums, percussion, backing vocals
Recorded live in Katowice, Poland, April 20th, 2011.



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